O escritório CRA-Carlo Ratti Associati revelou imagens do seu projeto para um novo centro cultural em Adis Abeba, capital da Etiópia. O projeto está localizado em Kazanchis, um bairro cultural, musical e histórico que atualmente passa por transformações como parte de um programa de renovação urbana liderado pelo governo, focado no desenvolvimento de corredores urbanos. O bairro abrigava a sede tradicional do Centro Cultural Fendika, um polo de artes tradicionais e experimentais da Etiópia, que foi demolido em 23 de outubro de 2024, após a área ser destinada à requalificação como parte de um processo de desocupação sistemática da região. Em reconhecimento à importância cultural do Fendika, a Prefeitura de Adis Abeba ofereceu à instituição a oportunidade de permanecer no local e reconstruir suas instalações de forma alinhada aos planos de desenvolvimento urbano para o bairro. O projeto do CRA responde a esse contexto com um palco aberto e um espaço cívico de quatro pavimentos.
O travertino é um daqueles materiais que, independentemente da época, do tipo de edifício ou da corrente dominante, encontra seu lugar com naturalidade: seja em um projeto situado em uma cidade italiana ou, consistentemente, em diversas obras de Mies van der Rohe. Sua maior virtude talvez seja essa versatilidade que não se esgota nem se dilui, permitindo que, de tempos em tempos, ele resurja e seja redescoberto como um material relevante na produção arquitetônica. Hoje, continua sendo explorado em projetos contemporâneos por meio de novos formatos, combinações e aplicações que destacam sua continuidade visual, bem como sua textura e calidez, elementos que se alinham às linguagens materiais da arquitetura atual.
https://www.archdaily.com.br/pt/1143302/guia-essencial-para-integrar-travertino-em-projetos-de-arquitetura-e-design-de-interioresEnrique Tovar
Nascido no Sudão e atualmente sediado em Londres, Mohieldin Gamal traz uma perspectiva única para a arquitetura, moldada por sua profunda conexão tanto com sua terra natal quanto com a prática global. Seu fascínio precoce pela arquitetura começou em 1995, durante a construção de sua escola primária, onde ele percebeu pela primeira vez a importância da materialidade, do design climático e do contexto histórico. Essas experiências formativas lançaram as bases para sua abordagem multifacetada da arquitetura, atuando tanto na prática profissional quanto na escrita.
Mohieldin estudou arquitetura na Universidade de Nottingham e adquiriu uma experiência valiosa trabalhando em renomados escritórios no Reino Unido. Em 2021, retornou ao Sudão para lecionar na Universidade de Cartum e ajudou a fundar a seção sudanesa do Docomomo, reforçando seu compromisso com a preservação e a promoção do patrimônio arquitetônico do país. Seu trabalho se concentra em explorar arquiteturas pouco documentadas e as complexas forças históricas, políticas e econômicas que moldam as práticas construtivas na África e em outras regiões.
Nas últimas décadas, uma revolução silenciosa vem transformando a maneira como interagimos com os objetos e sistemas no nosso cotidiano. O que antes exigia manivelas ou mecanismos rotativos, e posteriormente o pressionar de um botão, agora dá lugar a experiências cada vez mais fluidas, intuitivas e livres de toque. Essa mudança é evidente em banheiros públicos, onde a minimização do contato físico promove uma melhor higiene e reduz a propagação de patógenos. Ela também reflete uma transformação mais ampla nos paradigmas de conforto, acessibilidade e eficiência. Dispositivos sem toque, antes restritos a aplicações isoladas em hospitais, aeroportos ou edifícios corporativos, tornaram-se padrão em projetos que priorizam a experiência de uso e a sustentabilidade.
Com curadoria de Anneke Abhelakh, o Pavilhão da Albânia na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2025, intitulado "Building Architecture Culture", explora como a arquitetura do país incorpora suas transformações políticas, culturais e sociais. O ambiente construído da Albânia reflete uma história de diversas camadas, desde o domínio otomano e italiano até o isolamento comunista e a transformação pós-socialista, cada período deixando marcas visíveis em suas cidades e espaços públicos. O pavilhão examina como a arquitetura tanto responde quanto molda a memória coletiva, o espaço público e o engajamento cívico, estruturando essas questões sob as perspectivas do passado, do presente e do futuro.
Em dezembro de 2016, o BIG revelou as primeiras imagens de uma superestrutura de concreto para o Arts District de Los Angeles. O projeto, um complexo de uso misto chamado 670 Mesquit, foi originalmente planejado para cobrir cerca de 242.000 metros quadrados (2,6 milhões de pés quadrados) e incluir escritórios, unidades residenciais e dois hotéis, marcando o primeiro projeto do escritório BIG em Los Angeles. Em julho de 2025, quase nove anos após a proposta original, a Câmara Municipal de Los Angeles aprovou o projeto, que deverá ser construído em várias fases.
Comparação entre Ghibli e Disneyworld. Imagem via J-LIGHTS / Koichiro Itamura e Theme Park Tourist no Wikipedia sob licença CC BY 2.0
No que diz respeito a projetar para a imaginação infantil, o panorama da arquitetura apresenta duas filosofias distintas. A Disneyland e o Studio Ghibli, ambos mestres na narrativa imaginativa, representam essa divisão fundamental. Suas abordagens, longe de serem casuais, refletem visões divergentes sobre como as crianças vivenciam e interagem com o espaço. Um dos modelos proporciona o espetáculo de uma fantasia construída, ao passo que o outro oferece uma paisagem propícia para uma magia latente. Esses dois modelos colocam os/as arquitetos/as diante de uma escolha fundamental ao abordar esse tipo de projeto: desenhar espaços que atendam à necessidade inata da criança por descobertas sensoriais e pessoais, ou criar uma fantasia que dialogue com sua capacidade crescente de compreender narrativas e espaços mais complexos.
Historicamente, o conceito de infância como o conhecemos hoje simplesmente não existia e, até a Idade Média, as crianças eram vistas como adultos em miniatura. Segundo o historiador Philippe Ariès, foi apenas a partir do século XVII que a infância começou a ser compreendida como uma etapa distinta do desenvolvimento, que exigia cuidados, educação e proteção específicos. No entanto, essa evolução no reconhecimento não se refletiu de forma consistente no desenho e na organização do espaço urbano.
O escritório Foster + Partners concluiu a modernização do edifício do time principal masculino do Manchester United no Carrington Training Complex. O projeto reformula a estrutura de 1999 para criar um ambiente colaborativo e de alto desempenho para jogadores e equipe, integrando novas instalações e preservando grande parte da estrutura original do edifício. A reforma introduz grandes janelas e claraboias para trazer luz natural para o interior dos pavimentos, complementadas por painéis de madeira que conferem calor e uma sensação de permanência. Sistemas prediais integrados (MEP) melhoram o desempenho operacional do edifício, a eficiência energética e a experiência geral de seus/suas usuários/as.
O dia 12 de agosto, instituído pelas Nações Unidas como o Dia Internacional da Juventude desde 1998, foi concebido como uma oportunidade para trazer as questões da juventude para o centro da agenda internacional e celebrar as contribuições dos jovens para a sociedade global atual. A cada ano, a celebração se concentra em um tema específico. Em 2025, o tema é "Ações Locais da Juventude para os ODS e Além", enfatizando o papel dos jovens na transformação de ambições globais em realidades impulsionadas pelas comunidades. O objetivo é destacar como a juventude ajuda a implementar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) em contextos locais, estreitando a distância entre as políticas públicas e a prática. Alinhados a esse propósito, apresentamos três programas educacionais na Romênia, no Reino Unido e nos Estados Unidos que capacitam os jovens a aprofundar sua compreensão sobre o ambiente construído e a vislumbrar um futuro urbano mais sustentável e acolhedor para as pessoas.
Em distritos históricos de Praga a Paris, uma contagem regressiva começou: o tempo restante para que incontáveis tesouros arquitetônicos se tornem, literalmente, sem valor. Não pela erosão lenta do tempo ou pelas mudanças erráticas do gosto cultural, mas pela matemática inevitável da química atmosférica. Em UrbanDecarbonisation: Destranding Cities for a Post-fossil Future, Paolo Cresci, Francesca Galeazzi e Aurel von Richthofen introduzem o conceito de "carbon stranding" (desvalorização por emissões de carbono), um cenário no qual edifícios se tornam financeiramente inviáveis devido ao endurecimento das regulamentações de carbono. Isso ameaça tornar distritos históricos inteiros financeiramente obsoletos antes mesmo de completarem seus centenários.
A Harvard University Graduate School of Design (GSD)anunciou Maura Marinelli, cofundador/a da franzosomarinelli, como vencedor/a do Wheelwright Prize de 2025. O subsídio anual de US$ 100.000 apoia arquitetos/as emergentes na realização de pesquisas investigativas que abordam desafios arquitetônicos contemporâneos sob uma perspectiva global. A proposta vencedora de Marinelli, "Topographies of Resistance: Architecture and the Survival of Cultures", explora como a arquitetura pode sustentar e revitalizar regiões rurais e montanhosas que enfrentam as mudanças climáticas, limitações de infraestrutura e a erosão cultural. A pesquisa busca desenvolver estratégias de projeto que promovam a autonomia, a sustentabilidade e a identidade local, comparando contextos nos Alpes, nos Andes e no Himalaia. Por meio de trabalho de campo e análises, o projeto busca propor abordagens arquitetônicas que empoderem as comunidades e desafiem perspectivas urbanocêntricas.
A exposição do pavilhão francês, intitulada "Vivre avec / Living with", foi desenvolvida pelo escritório Jakob+Macfarlane, de Dominique Jakob e Brendan MacFarlane, em colaboração com Martin Duplantier Architects e Eric Daniel Lacombe EDL. O projeto da França para a Bienal de Veneza de 2025 foi selecionado por meio de um concurso em duas etapas, que envolveu uma pré-seleção inicial de cinco equipes entre 45 candidatas, seguida de uma apresentação detalhada do projeto. A proposta vencedora se concentra na capacidade da arquitetura de enfrentar desafios globais, tais como as mudanças climáticas, os conflitos e a instabilidade, utilizando uma combinação de inteligência natural, humana e artificial.
Situado em meio à profusão de pavilhões nacionais grandiosos e cuidadosamente projetados no Giardini della Biennale, na cidade italiana de Veneza, encontra-se uma estrutura projetada por aquele que talvez seja o arquiteto moderno mais conhecido da região. Localizado entre os pavilhões da Rússia e da Suíça, o Pavilhão da Venezuela é de autoria de Carlo Scarpa. Em muitos aspectos, o edifício sintetiza a abordagem projetual de seu arquiteto, embora apresente idiossincrasias próprias. Construído para a mais importante exposição bienal de arte da Europa, o pavilhão integra um conjunto de estruturas modernistas que sucederam as primeiras edificações, de caráter mais classicista. Esta é a sua história.
O campo — historicamente subestimado — tem emergido como um território fértil de possibilidades. Mais do que um "espaço marginalizado", o rural latino-americano se afirma hoje como um verdadeiro laboratório de experimentação arquitetônica, social e ecológica. De comunidades agroecológicas a tecnologias de baixo impacto, das relações entre humanos, máquinas e outros seres vivos às soluções locais para desafios globais como a crise climática, a segurança alimentar e a migração — o campo está redesenhando, com autonomia e inventividade, seu próprio futuro.
Um bom design deve se adaptar às necessidades de quem o utiliza, e o design participativo busca reduzir a distância entre os/as arquitetos/as e as pessoas para as quais o projeto é concebido. Nesse sentido, projetos para crianças que as acolhem como protagonistas no processo de desenvolvimento demonstram como o potencial da escuta ativa e do codesign se reflete em espaços adaptados a uma escala menor e a um público em fase de aprendizado intenso.
Sejam jardins de infância, escolas, centros comunitários ou espaços públicos, os projetos participativos com crianças mostram como o processo de projeto pode ser uma troca enriquecedora para ambos os lados. Por um lado, as crianças aprendem sobre materiais, escalas, tomada de decisões e desenvolvem a consciência espacial. Por outro lado, os/as profissionais de arquitetura responsáveis por concretizar os desejos e necessidades desse público jovem podem exercitar a sensibilidade e a imaginação, reconhecendo uma visão de mundo diferente, focada na descoberta. Tudo isso se torna possível por meio da escuta e do diálogo aberto entre diferentes faixas etárias.
O Pavilhão da Colômbia na Expo Osaka 2025 adota o tema "CUBO DE GELO" (ICE CUBE), inspirado na cena da obra Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez, em que um menino conhece o gelo pela primeira vez. Traduzindo essa referência literária para a forma construída, o pavilhão apresenta uma fachada de cubos translúcidos dispostos em diferentes ângulos, criando uma sensação de movimento e articulação. Projetado pela MORF Inc., com Karim Chahal na direção de projeto e Ko Oono como arquiteto/a principal, o exterior é composto por painéis de policarbonato semitransparentes integrados a uma iluminação com controle de cores, o que permite que a fachada mude de aparência ao longo do dia e da noite.
O Pavilhão da Bélgica na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025 apresenta um protótipo que integra a arquitetura de paisagem aos interiores arquitetônicos. Projetada por Bas Smets em colaboração com Stefano Mancuso, a exposição transforma o pavilhão em um microclima modelado a partir do sub-bosque de uma floresta subtropical, criando uma floresta interna que regula ativamente a temperatura e a umidade. O conceito curatorial, apoiado pelo Flanders Architecture Institute e por seu/sua diretor/a, Dennis Pohl, promove o pensamento paisagístico como uma força ativa de projeto, em vez de mera decoração externa. Nesta entrevista em vídeo gravada em Veneza, Bas Smets e Dennis Pohl explicam à equipe de edição do ArchDaily como o projeto posiciona a arquitetura como uma plataforma para a resiliência climática e propõe uma mudança nos paradigmas de projeto — de imagens estáticas para processos vivos em constante evolução.
Esta seleção de projetos da Bienal de Arquitetura de Veneza 2025 explora a regeneração como um processo deliberado e inteligente, enraizado nas condições específicas de cada lugar. Há décadas a Bienal funciona como um campo de testes para as ideias mais urgentes da arquitetura, permitindo que designers, pesquisadores/as e instituições apresentem visões que respondem a desafios ambientais, culturais e sociais em constante evolução. Os projetos deste ano revelam que a regeneração — seja de uma cidade costeira inteira, de uma área industrial desativada ou de um espaço público negligenciado — exige mais do que simplesmente substituir o antigo pelo novo. Ela demanda uma leitura precisa dos contextos existentes, a preservação do conhecimento incorporado e a integração cuidadosa das necessidades contemporâneas.
As oito obras selecionadas mostram que a regeneração pode surgir de múltiplos pontos de partida: a reativação do patrimônio por meio do reuso adaptativo, a restauração de sistemas ecológicos como parte do planejamento urbano, o desenvolvimento de estratégias abertas e modulares para a renovação de habitações de interesse social ou a sobreposição de inovações tecnológicas a práticas historicamente enraizadas. Embora a escala da intervenção varie, cada projeto demonstra sensibilidade em relação ao que já existe no local — sejam recursos materiais, padrões urbanos ou a memória cultural — e a disposição de trabalhar com esses ativos como catalisadores de transformação. Juntos, eles sugerem que a regeneração precisa começar em algum lugar, e que seu sucesso reside no equilíbrio entre a inovação e a inteligência do que já existe.
A edição de 2025 da Bienal de Arquitetura e Urbanismo de Seul anunciou os/as 24 designers comissionados/as para criar as Walls of Public Life, uma instalação coletiva que explora como os exteriores dos edifícios podem se tornar mais expressivos, envolventes e emocionalmente ressonantes. Cada participante produzirá um fragmento de edifício de 2,4 por 4,8 metros, propondo uma nova interpretação da parede arquitetônica não como mero pano de fundo, mas sim como parte ativa da vida pública. Instaladas ao longo do lado norte da Songhyeon Green Plaza, no centro de Seul, as paredes farão parte de uma intervenção urbana maior que inclui a Humanise Wall, uma instalação de quatro andares e 90 metros de extensão ao sul do parque.
A representação dos países nórdicos na 19ª Mostra Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza está sediada no célebre Pavilhão Nórdico de 1962, de Sverre Fehn, um marco do modernismo arquitetônico que representa a Suécia, a Noruega e a Finlândia. Nesta edição, os países nórdicos apresentam uma exposição que mescla arquitetura, performance e instalação artística, tratando o ambiente construído como um palco para as normas sociopolíticas da cultura baseada em combustíveis fósseis. Com curadoria de Kaisa Karvinen para o Museu de Arquitetura e Design de Helsinque, a mostra, intitulada Industry Muscle: Five Scores for Architecture, explora a arquitetura moderna sob a perspectiva do corpo trans, apresentando o trabalho do/a artista finlandês/esa Teo Ala-Ruona, que combina arte performática, teatro e coreografia.
O meio rural sempre exerceu um papel fundamental no desenvolvimento social e econômico dos países. Até o século XVIII, era o principal espaço de produção e de organização da vida. Com a Revolução Industrial, no entanto, ocorreram profundas transformações estruturais que redefiniram essa dinâmica. A indústria passou a ocupar uma posição central, vinculando-se ao meio urbano e dando origem a uma visão dicotômica e hierarquizada entre rural e urbano, agricultura e indústria. Nesse contexto, duas visões opostas ganharam destaque: uma previa o desaparecimento do rural diante da urbanização e do avanço econômico; a outra apostava na sua permanência e renascimento. Hoje sabemos claramente qual das hipóteses se tornou verdadeira.
O escritório Foster + Partners revelou os projetos para uma praça comercial localizada na margem norte do Chifre de Ouro em Istambul, Turquia. O projeto faz parte do plano diretor de Tersane, mais amplo, que propõe revitalizar 1,6 quilômetro de uma orla anteriormente subutilizada. O plano diretor integra um programa de uso misto com comércio de varejo, áreas residenciais, hotelaria, edifícios culturais e espaços públicos paisagísticos, com o objetivo de melhorar o acesso ao longo da costa. A praça fica próxima a vários dos marcoshistóricos de Istambul, inspirando-se no patrimônio industrial e marítimo da região. A escala do projeto e as escolhas de materiais refletem esse contexto, buscando se alinhar às camadas históricas do local ao mesmo tempo em que introduzem um ambiente comercial contemporâneo.
Em sua segunda entrevista ao ArchDaily, Sir Peter Cook conversou com a editora-chefe, Christele Harrouk, no World Architecture Festival 2025. Enquanto a primeira conversa se concentrou em seus conselhos para jovens arquitetos e arquitetas, esta nova conversa ocorreu após sua apresentação no WAF sobre o livro a ser lançado, Archigram Ten, um projeto editorial que resgata o espírito da revista original com membros fundadores e designers contemporâneos. Com base nesses temas, ele reflete sobre inteligência artificial, o impacto da COVID-19 em sua própria prática e as pedagogias arquitetônicas atuais.