1. ArchDaily
  2. Rural

Rural: O mais recente de arquitetura e notícia

Nem fazenda, nem hotel: por que o agroturismo precisa de uma tipologia arquitetônica própria

Áudio disponível

Este artigo faz parte da nossa nova seção Opinião, um formato de ensaios opinativos sobre questões críticas que moldam nosso campo.

O agroturismo é comumente compreendido como um modelo híbrido, composto pela sobreposição equilibrada entre as indústrias da agricultura e da hospitalidade. Sob essa perspectiva, o agroturismo é valorizado como uma variação de um tema existente, uma atividade complementar sobreposta à produção rural. Essa abordagem já não se sustenta no século XXI, uma vez que a escala e a independência do crescimento do agroturismo o transformaram em um setor econômico distinto — com consequências arquitetônicas que nem a agricultura nem a hospitalidade, de forma isolada, são capazes de abordar.

Nem fazenda, nem hotel: por que o agroturismo precisa de uma tipologia arquitetônica própria - Image 1 of 4Nem fazenda, nem hotel: por que o agroturismo precisa de uma tipologia arquitetônica própria - Image 2 of 4Nem fazenda, nem hotel: por que o agroturismo precisa de uma tipologia arquitetônica própria - Image 3 of 4Nem fazenda, nem hotel: por que o agroturismo precisa de uma tipologia arquitetônica própria - Image 4 of 4Nem fazenda, nem hotel: por que o agroturismo precisa de uma tipologia arquitetônica própria - Mais Imagens+ 72

Projetando para galinhas: repensando a forma como humanos e animais compartilham o espaço

Áudio disponível

Durante séculos, as galinhas viveram ao lado das pessoas em assentamentos de todas as escalas, desde fazendas rurais e vilarejos até bairros urbanos densos. Em grande parte do mundo, a criação de galinhas faz parte da vida cotidiana, fornecendo ovos e carne para residentes, ou o controle de pragas para as terras agrícolas do entorno. As estruturas construídas para abrigar galinhas variavam de acordo com os materiais locais, o clima e as práticas culturais, no entanto, compartilhavam um propósito comum: criar um espaço onde galinhas e seres humanos pudessem coexistir. O galinheiro não é uma nova tipologia arquitetônica, tampouco uma resposta contemporânea à vida urbana. Trata-se, na verdade, de uma forma que se adaptou continuamente às mudanças nas condições sociais, ambientais e espaciais.

Projetando para galinhas: repensando a forma como humanos e animais compartilham o espaço - 1 的图像 4Projetando para galinhas: repensando a forma como humanos e animais compartilham o espaço - 2 的图像 4Projetando para galinhas: repensando a forma como humanos e animais compartilham o espaço - 3 的图像 4Projetando para galinhas: repensando a forma como humanos e animais compartilham o espaço - 4 的图像 4Projetando para galinhas: repensando a forma como humanos e animais compartilham o espaço - Mais Imagens+ 45

"A beleza em si é perigosa": Xu Tiantian fala sobre ir além da "starchitecture" em entrevista ao Louisiana Channel

Áudio disponível

Xu Tiantian é a sócia-fundadora do DnA_Design and Architecture, um escritório interdisciplinar que aborda tanto as dimensões físicas quanto as sociais do ambiente habitado contemporâneo, em diferentes escalas. Nascida em 1975 em Fujian, na China, ela obteve o título de Mestre em Arquitetura em Design Urbano pela Harvard Graduate School of Design e o diploma de bacharel em arquitetura pela Universidade de Tsinghua, em Pequim. Seu trabalho recente se concentra na revitalização rural por meio de uma estratégia que ela descreve como "acupuntura arquitetônica", compreendida como intervenções de pequena escala e específicas para cada local, projetadas para ativar a cultura, a agricultura e o turismo locais. Essas intervenções, concentradas principalmente nas regiões rurais da China, foram reconhecidas pelo ONU-Habitat como um modelo global para a integração urbano-rural. Nesta entrevista para o Louisiana Channel, ela reflete sobre o papel do/a arquiteto/a, questiona a própria arquitetura e o conceito de beleza, explica sua metodologia de trabalho e enfatiza a dimensão espacial da natureza.

"A beleza em si é perigosa": Xu Tiantian fala sobre ir além da "starchitecture" em entrevista ao Louisiana Channel - Image 1 of 4"A beleza em si é perigosa": Xu Tiantian fala sobre ir além da "starchitecture" em entrevista ao Louisiana Channel - Image 2 of 4"A beleza em si é perigosa": Xu Tiantian fala sobre ir além da "starchitecture" em entrevista ao Louisiana Channel - Image 3 of 4"A beleza em si é perigosa": Xu Tiantian fala sobre ir além da "starchitecture" em entrevista ao Louisiana Channel - Image 4 of 4A beleza em si é perigosa: Xu Tiantian fala sobre ir além da starchitecture em entrevista ao Louisiana Channel - Mais Imagens+ 4

Futuros Rurais: Projetos e Instalações que Redefiniram o Campo em 2025

Já faz alguns anos que o campo deixou de ser apenas o contraponto pictórico às cidades e passou a funcionar como um laboratório ativo de novas relações entre território, paisagem e pessoas. Nele, a urgência ambiental encontra a memória coletiva; técnicas ancestrais dialogam com experimentações arquitetônicas; comunidades locais operam como curadoras do seu próprio território. A ruralidade contemporânea emerge menos como geografia e mais como cultura — inscrita em modos de vida que cuidam do meio ambiente.

Trata-se de uma vasta zona rural que se espalha pelo planeta assumindo distintas expressões conforme o contexto — dos arrozais asiáticos aos assentamentos agrícolas africanos, das pequenas propriedades europeias aos latifúndios e comunidades agroextrativistas das Américas. Ainda assim, por trás dessa pluralidade, haveria algo que as une? E, sobretudo, como a arquitetura revelaria esse elo silencioso?

Futuros Rurais: Projetos e Instalações que Redefiniram o Campo em 2025 - Image 1 of 4Futuros Rurais: Projetos e Instalações que Redefiniram o Campo em 2025 - Image 2 of 4Futuros Rurais: Projetos e Instalações que Redefiniram o Campo em 2025 - Image 3 of 4Futuros Rurais: Projetos e Instalações que Redefiniram o Campo em 2025 - Image 4 of 4Futuros Rurais: Projetos e Instalações que Redefiniram o Campo em 2025 - Mais Imagens+ 13

Da extração à regeneração: como a arquitetura pode contribuir para a mudança no desenvolvimento rural da América Latina

O meio rural sempre exerceu um papel fundamental no desenvolvimento social e econômico dos países. Até o século XVIII, era o principal espaço de produção e de organização da vida. Com a Revolução Industrial, no entanto, ocorreram profundas transformações estruturais que redefiniram essa dinâmica. A indústria passou a ocupar uma posição central, vinculando-se ao meio urbano e dando origem a uma visão dicotômica e hierarquizada entre rural e urbano, agricultura e indústria. Nesse contexto, duas visões opostas ganharam destaque: uma previa o desaparecimento do rural diante da urbanização e do avanço econômico; a outra apostava na sua permanência e renascimento. Hoje sabemos claramente qual das hipóteses se tornou verdadeira.

Da extração à regeneração: como a arquitetura pode contribuir para a mudança no desenvolvimento rural da América Latina - Image 1 of 4Da extração à regeneração: como a arquitetura pode contribuir para a mudança no desenvolvimento rural da América Latina - Image 2 of 4Da extração à regeneração: como a arquitetura pode contribuir para a mudança no desenvolvimento rural da América Latina - Image 3 of 4Da extração à regeneração: como a arquitetura pode contribuir para a mudança no desenvolvimento rural da América Latina - Image 4 of 4Da extração à regeneração: como a arquitetura pode contribuir para a mudança no desenvolvimento rural da América Latina - Mais Imagens+ 9

Prêmio World Habitat 2024 reconhece iniciativas habitacionais que capacitam as comunidades

A organização internacional sem fins lucrativos World Habitat, em parceria com a UN-Habitat, anunciou os Prêmios World Habitat 2024. Eles visam destacar projetos que demonstram abordagens inovadoras e transformadoras para as moradias, incorporando princípios de adaptação às mudanças climáticas e soluções orientadas para a comunidade. Neste ano, foram selecionados oito projetos, dos quais dois foram reconhecidos com o Prêmio Gold World Habitat.

Prêmio World Habitat 2024 reconhece iniciativas habitacionais que capacitam as comunidades - Imagem 1 de 4Prêmio World Habitat 2024 reconhece iniciativas habitacionais que capacitam as comunidades - Imagem 2 de 4Prêmio World Habitat 2024 reconhece iniciativas habitacionais que capacitam as comunidades - Imagem 3 de 4Prêmio World Habitat 2024 reconhece iniciativas habitacionais que capacitam as comunidades - Imagem 4 de 4Prêmio World Habitat 2024 reconhece iniciativas habitacionais que capacitam as comunidades - Mais Imagens+ 10

Tanzânia: o urbanismo agrário da África

Acesso exclusivo | 

No hipertecnológico século XXI, a América do Norte urbana é, em grande parte, uma economia de serviços. A cidade de Nova York, por exemplo, atualmente é dominada por uma combinação de serviços financeiros de alto nível, tecnologia e outras profissões especializadas, enquanto as profissões de baixa escolaridade se concentram no turismo, na entrega de alimentos e em outros empregos no setor de serviços. Empregos de chão de fábrica, onde existem, ocorrem por um legado de zoneamento exclusivamente industrial. Os usos da terra agrária, como a “agricultura urbana”, são quase inexistentes, um hobby esotérico dos gourmets.

Dia Mundial da Arquitetura 2023: promovendo comunidades resilientes

Acesso exclusivo | 

Toda primeira segunda-feira de outubro, celebramos o Dia Mundial da Arquitetura e o Dia Mundial do Habitat, datas que servem como um lembrete para a comunidade global de sua responsabilidade coletiva pelo bem-estar do ambiente construído. Esta edição, assim como nos anos anteriores, lança luz sobre o campo da arquitetura e os desafios enfrentados por nossas cidades, introduzindo novos temas, contemplando o estado de nossas áreas urbanas e propondo estratégias construtivas.

Uma vez que as economias urbanas enfrentaram dificuldades significativas este ano, o Dia Mundial do Habitat promovido pela ONU concentra-se em no tema Economias Urbanas Resilientes: cidades como impulsionadoras do crescimento e da recuperação. Lançando o Outubro Urbano, este evento busca reunir diversos atores para deliberar políticas que ajudem as cidades a se recuperarem após os impactos econômicos duplos causados pela pandemia de Covid-19 e conflitos em todo o mundo. Alinhado a esse conceito, o Dia Mundial da Arquitetura, criado pela UIA em 1985, foca em Arquitetura para Comunidades Resilientes, enfatizando o papel e o dever da arquitetura em promover a existência próspera entre comunidades, ao mesmo tempo em que inicia um diálogo global sobre a interconexão das regiões urbanas e rurais dentro de cada país.

Dia Mundial da Arquitetura 2023: promovendo comunidades resilientes - Imagem 1 de 4Dia Mundial da Arquitetura 2023: promovendo comunidades resilientes - Imagem 2 de 4Dia Mundial da Arquitetura 2023: promovendo comunidades resilientes - Imagem 3 de 4Dia Mundial da Arquitetura 2023: promovendo comunidades resilientes - Imagem 4 de 4Dia Mundial da Arquitetura 2023: promovendo comunidades resilientes - Mais Imagens+ 1

Escritório brasileiro é finalista do 5º Prêmio Félix Candela com projeto de escola rural baseada em saberes indígenas

A Escuela Guaraní Mbya, desenvolvida pelo escritório brasileiro Studio Guimarães Rosa, foi selecionada como finalista na 5ª edição do Prêmio Félix Candela, um dos maiores concursos do México. A competição refletiu sobre o conceito do "homem do milho", ou seja, o homem que retorna ao campo. O escritório propôs uma escola rural que capacita esse indivíduo a voltar ao campo. A pergunta que norteou os arquitetos foi: como retornar sem destruir? Talvez possamos aprender com os povos originários, foi a resposta encontrada.

Escritório brasileiro é finalista do 5º Prêmio Félix Candela com projeto de escola rural baseada em saberes indígenas - Imagen 1 de 4Escritório brasileiro é finalista do 5º Prêmio Félix Candela com projeto de escola rural baseada em saberes indígenas - Imagen 2 de 4Escritório brasileiro é finalista do 5º Prêmio Félix Candela com projeto de escola rural baseada em saberes indígenas - Imagen 3 de 4Escritório brasileiro é finalista do 5º Prêmio Félix Candela com projeto de escola rural baseada em saberes indígenas - Imagen 4 de 4Escritório brasileiro é finalista do 5º Prêmio Félix Candela com projeto de escola rural baseada em saberes indígenas - Mais Imagens+ 7

Arquitetura de pés descalços: 10 projetos de Yasmeen Lari, vencedora da RIBA Royal Gold Medal 2023

Acesso exclusivo | 

Yasmeen Lari, reconhecida como a primeira arquiteta do Paquistão, teve um impacto significativo tanto em seu país de origem quanto internacionalmente devido à sua abordagem inovadora e socialmente consciente em relação à arquitetura. Através de uma visão sistemática, o trabalho de Lari leva em consideração a cultura local, as oportunidades específicas da região e os desafios. Nascida no Paquistão em 1941, Yasmeen Lari mudou-se para Londres com sua família aos 15 anos. Depois de se formar na Oxford Brooks School of Architecture, ela voltou ao Paquistão aos 23 anos para iniciar a Lari Associates com seu marido, Suhail Zaheer Lari. O casal se estabeleceu em Karachi. Ali, ela começou a estudar as cidades antigas do Paquistão e a arquitetura vernacular de terra, despertando seu interesse pelo patrimônio arquitetônico e pelas técnicas tradicionais de seu país. Em 1980, ela cofundou a Heritage Foundation of Pakistan com seu marido, uma fundação ativa na preservação do rico patrimônio cultural do Paquistão.

Arquitetura de pés descalços: 10 projetos de Yasmeen Lari, vencedora da RIBA Royal Gold Medal 2023 - Image 1 of 4Arquitetura de pés descalços: 10 projetos de Yasmeen Lari, vencedora da RIBA Royal Gold Medal 2023 - Image 2 of 4Arquitetura de pés descalços: 10 projetos de Yasmeen Lari, vencedora da RIBA Royal Gold Medal 2023 - Image 3 of 4Arquitetura de pés descalços: 10 projetos de Yasmeen Lari, vencedora da RIBA Royal Gold Medal 2023 - Image 4 of 4Arquitetura de pés descalços: 10 projetos de Yasmeen Lari, vencedora da RIBA Royal Gold Medal 2023 - Mais Imagens+ 14

Diálogos Contemporâneos no Interior Paulista: Música

O festival “Diálogos Contemporâneos no Interior Paulista” tem como objetivo abordar temas relativos à cultura, arte, cidades e os modos de ser e viver na contemporaneidade, promovendo o encontro entre especialistas de determinadas áreas do conhecimento para debaterem entre si e com o público.
No ano de 2022 serão realizados 08 encontros digitais e gratuitos com o tema:

A Casa de Jajja: casas auto-construídas para mulheres em Uganda

Acesso exclusivo | 

Este artigo é uma colaboração do Colectivo RE e foi publicado originalmente em 02 de agosto de 2020, na segunda edição de Huevo de Pato, uma publicação que tem por objetivo compartilhar reflexões e experiências como estratégia para a democratização do saber e do fazer.

Hotel Rural Casa do Rio / Menos é Mais Arquitectos

Castelo Melhor, Portugal

Pavilhão polonês na Bienal de Veneza especula sobre o futuro das áreas rurais

Intitulado “Trouble in Paradise”, o pavilhão polonês para a 17ª Exposição Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza, volta sua atenção para o campo, nos convidando a refletir sobre a importância das áreas rurais para o futuro sustentável do planeta e as possíveis soluções que elas nos oferecem para enfrentarmos as principais crises e desafios do presente. Com curadoria do jovem escritório de arquitetura polonês, o PROLOG, em parceira com uma vasta equipe internacional de arquitetos e artistas, o pavilhão polonês será inaugurado nos Jardins da Bienal no próximo dia 22 de maio e estará aberto ao público até o dia 21 de novembro, além é claro, de disponibilizar todo o seu conteúdo on-line para aqueles que não puderem estar presentes na 17ª edição da Exposição Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza.

Pavilhão polonês na Bienal de Veneza especula sobre o futuro das áreas rurais - Image 1 of 4Pavilhão polonês na Bienal de Veneza especula sobre o futuro das áreas rurais - Image 2 of 4Pavilhão polonês na Bienal de Veneza especula sobre o futuro das áreas rurais - Image 3 of 4Pavilhão polonês na Bienal de Veneza especula sobre o futuro das áreas rurais - Image 4 of 4Pavilhão polonês na Bienal de Veneza especula sobre o futuro das áreas rurais - Mais Imagens+ 8

Explorando uma estética do frio e do rural: entrevista com sauermartins

Distante dos maiores centros econômicos e culturais do Brasil, o escritórios sauermartins, de Porto Alegre, vem colecionando reconhecimentos nacionais e internacionais que não condizem com sua dimensão e estrutura. Fundado por Cássio Sauer e Elisa T. Martins e, atualmente, composto por apenas mais dois profissionais, o estúdio foi um dos selecionados para a participação brasileira na Bienal de Arquitetura de Veneza em 2018, finalista do Prémio Debut da Trienal de Lisboa de 2019, teve uma obra escolhida para a seleção nacional do 3º Prêmio Oscar Niemeier, foi recentemente selecionado como um dos melhores Jovens Escritórios de 2020 pelo ArchDaily e representará o Brasil na próxima Bienal de Arquitectura Latinoamericana de Pamplona

Com uma prática caracterizada por sua singular posição geográfica e cultural, que condensa referências tanto do Brasil como de outros países do sul da América Latina, sauermartins explora uma estética do frio e do universo rural, matizada por influências modernas e preocupada em responder problemas concretos e atuais.

Explorando uma estética do frio e do rural: entrevista com sauermartins - Image 1 of 4Explorando uma estética do frio e do rural: entrevista com sauermartins - Image 2 of 4Explorando uma estética do frio e do rural: entrevista com sauermartins - Image 3 of 4Explorando uma estética do frio e do rural: entrevista com sauermartins - Image 4 of 4Explorando uma estética do frio e do rural: entrevista com sauermartins - Mais Imagens+ 13

OMA projeta complexo comercial no subúrbio de Melbourne

O OMA está desenvolvendo um mega projeto no subúrbio de Melbourne, Austrália. O complexo com mais de 10 mil metros quadrado integrará uma série de espaços comunitários voltados ao bem estar da população da cidade de Whittlesea, no Estado de Vitória, uma das regiões que mais crescem atualmente no país.

AMO, em parceria com a Volkswagen, pesquisa o futuro da mobilidade rural

A AMO, o laboratório de ideias do Escritório de Arquitetura Metropolitana (OMA), cofundado por Rem Koolhaas, e liderado por Samir Bantal, anunciou uma recente colaboração de pesquisa com a Volkswagen. Focada nas áreas rurais e no campo, a parceria analisará o futuro da mobilidade rural, através de um primeiro estudo conceitual sobre tratores elétricos.

AMO, em parceria com a Volkswagen, pesquisa o futuro da mobilidade rural - Image 1 of 4AMO, em parceria com a Volkswagen, pesquisa o futuro da mobilidade rural - Image 2 of 4AMO, em parceria com a Volkswagen, pesquisa o futuro da mobilidade rural - Image 3 of 4AMO, em parceria com a Volkswagen, pesquisa o futuro da mobilidade rural - Image 4 of 4AMO, em parceria com a Volkswagen, pesquisa o futuro da mobilidade rural - Mais Imagens+ 12

Por fora das metrópoles: decifrando a exposição “Countryside, The Future” de Rem Koolhaas

Acesso exclusivo | 

Ao entrar no Museu Guggenheim, os visitantes se vêem cercados por um banquete de cores vivas e fontes incompatíveis. Passando pelo gigantesco trator verde na entrada, eles se movem pelo térreo, cheio de adesivos, como uma lancheira ou a tampa de um laptop. Um pilar grosso que entra no átrio interno tornou-se uma coluna de publicidade extravagante. Um fardo de feno, um drone e algum outro objeto (impossível de identificar) levitam bem alto. Um recorte de papelão de Joseph Stalin sobre rodas de robôs desce a rampa, assustando os visitantes. Grandes letras reflexivas dizem: "Zona rural, o futuro".

O arquiteto Rem Koolhaas, fundador do Escritório de Arquitetura Metropolitana (OMA) e Samir Bantal, diretor do think tank interno do OMA, AMO, criaram esse ambiente totalmente confuso para exibir anos de pesquisa sobre o espaço além dos limites da cidade do século XXI.

Por fora das metrópoles: decifrando a exposição “Countryside, The Future” de Rem Koolhaas - Image 1 of 4Por fora das metrópoles: decifrando a exposição “Countryside, The Future” de Rem Koolhaas - Image 2 of 4Por fora das metrópoles: decifrando a exposição “Countryside, The Future” de Rem Koolhaas - Image 3 of 4Por fora das metrópoles: decifrando a exposição “Countryside, The Future” de Rem Koolhaas - Image 4 of 4Por fora das metrópoles: decifrando a exposição “Countryside, The Future” de Rem Koolhaas - Mais Imagens+ 21