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Bienal de Veneza: O mais recente de arquitetura e notícia

O Pavilhão da Ucrânia explora o deslocamento e o espaço compartilhado por meio de "Pool of Questions" na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2027

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O pavilhão ucraniano na 20ª Exposição Internacional de Arquitetura – La Biennale di Venezia está sendo projetado pela equipe do CO-HATY, uma iniciativa voluntária local que restaura edifícios abandonados no país para transformá-los em moradias estáveis para pessoas deslocadas internamente. A equipe é formada pelo METALAB e por membros realocados da agência ucraniana Urban Curators, que vêm desenvolvendo o CO-HATY desde 2022. Intitulado "Pool of Questions" [Piscina de Perguntas], o projeto levanta uma questão que a organização argumenta ser raramente abordada no contexto de sobrevivência: não se trata apenas de onde as pessoas deslocadas devem morar, mas sim de quando elas podem começar a viver. Para Veneza, a instalação idealizada estende o trabalho de restauração e reutilização adaptativa para um debate sobre moradia acessível, dignidade e descanso em tempos de guerra.

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Artesanato na era da terra impressa em 3D: as ferramentas digitais podem criar um novo tipo de artesão/ã?

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Em 2021, uma colaboração entre o escritório de arquitetura italiano Mario Cucinella Architects e a WASP, uma empresa italiana de impressão 3D, levou ao desenvolvimento da TECLA: uma casa impressa em 3D inteiramente com terra crua. Cinco anos depois, a tecnologia por trás do projeto evoluiu, espalhando-se discretamente por diversos continentes e práticas de projeto. Ao controlar a velocidade, o ângulo e a trajetória do bocal de extrusão, arquitetos e arquitetas conseguem ir muito além da criação de paredes convencionais. Ao longo dos anos, esses/as profissionais vêm experimentando maneiras de moldar o material impresso em 3D em padrões de superfície detalhados, reintroduzindo relevos, texturas e grafismos complexos diretamente na estrutura. Dessa forma, busca-se estabelecer uma ponte entre as tradições da construção com terra e a computação digital, em uma era em que o código começa a influenciar a forma e a expressão material na arquitetura.

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O Pavilhão da Turquia explora o reúso e a memória por meio de "Spolia Futures" na Bienal de Arquitetura de Veneza 2027

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A Turquia anunciou para o seu Pavilhão a exposição oficial "Spolia Futures" para a 20ª Exposição Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza, que acontecerá de 8 de maio a 21 de novembro de 2027. Comissionada pela Fundação de Istambul para a Cultura e as Artes (İKSV), a exposição terá curadoria do coletivo ba-be commons, um grupo de pesquisa composto por Başak Eren, Asya Ece Uzmay, Beril Sarısakal Erkent e Ece Yetim. A proposta foi selecionada por meio de uma chamada aberta e de um processo de avaliação em duas etapas para representar a Turquia na edição de 2027 da Bienal de Arquitetura de Veneza. O projeto examina o conceito de spolia — tradicionalmente compreendido como o reuso de elementos arquitetônicos — como um método de projeto em constante evolução, e não apenas como uma prática histórica.

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Pavilhão da Austrália explora habitação multifamiliar com "Lived In" na Bienal de Arquitetura de Veneza 2027

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O Australian Institute of Architects anunciou "Lived In" como a representação oficial da Austrália na 20ª Bienal de Arquitetura de Veneza, que acontecerá em Veneza, Itália, de 8 de maio a 21 de novembro de 2027. Desenvolvida por Kerstin Thompson, Maryam Gusheh, Lee-Anne Khor e Louise Wright, do Monash Urban Lab na Monash University, a exposição baseia-se na iniciativa de pesquisa em andamento Housing Atlas of Australia. Concebida em resposta ao tema da Bienal, Do Architecture – For the Possibility of Coexistence Facing a Real Reality, com curadoria de Wang Shu e Lu Wenyu, a mostra apresentará uma seleção de projetos de habitação multifamiliar na Austrália por meio de desenhos, fotografias, vídeos e dados.

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Pavilhões e Instalações do Sul Global: 10 Projetos que Marcaram 2025

Em um cenário global marcado por transformações aceleradas, 2025 consolidou-se como um ano decisivo para a arquitetura — não apenas pelos grandes eventos que mobilizaram o circuito internacional mas, sobretudo pelas vozes que neles se destacaram. Da Bienal de Arquitetura de Veneza à Expo Osaka, os pavilhões e instalações dos países do Sul Global deixaram de operar como meros gestos expositivos para se afirmar como territórios de memória, resistência e imaginação, articulando narrativas que ampliam os horizontes do debate arquitetônico contemporâneo.

Neles, tradição e futuro caminham lado a lado: materiais ancestrais reaparecem reinventados, feridas históricas ganham forma sensível e a urgência social se traduz em propostas que desafiam modos estabelecidos de construir e de habitar o mundo.

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Carlo Ratti nomeado curador da Bienal de Arquitetura de Veneza de 2025

O Conselho de Administração da La Biennale di Venezia anunciou Carlo Ratti como o próximo curador da Exposição Internacional de Arquitetura. A 19ª exposição acontecerá em 2025, de 24 de maio a 23 de novembro. A nomeação foi recomendada pelo presidente Roberto Cicutto e conta com o apoio de Pietrangelo Buttafuoco, presidente da La Biennale di Venezia no mandato de 2024 a 2027.

Retrospectiva da 18ª Bienal de Arquitetura de Veneza, a primeira voltada para a África

A 18ª Exposição Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza encerrou em 26 de novembro. No total, mais de 285 mil pessoas visitaram a exposição, fazendo desta a segunda edição mais visitada da história. Com o nome de "O Laboratório do Futuro", esta bienal foi liderada pela curadora Lesley Lokko e foi a primeira a focar na África e sua diáspora, explorando a "cultura fluida e entrelaçada das pessoas de ascendência africana que agora atravessa o globo", relacionando temas como decolonização e descarbonização.

Esta edição atraiu uma ampla variedade de visitantes, sendo que 38% deles foram representados por estudantes e jovens. Os visitantes organizados em grupos representaram 23% do público em geral, sendo que a grande maioria dos grupos era de escolas e universidades. Os números indicam um evento centrado na transmissão de conhecimento e circulação de ideias.

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Fertile Futures: a participação de Portugal na Bienal de Arquitetura de Veneza 2023

Fertile Futures é o título da representação de Portugal na 18ª Exposição Internacional de Arquitetura - La Biennale di Venezia 2023. Com curadoria de Andreia Garcia e dos curadores adjuntos Ana Neiva e Diogo Aguiar. O projeto tem como objetivo abordar questões de recursos hídricos em sete hidrogeografias portuguesas e incentivar a reflexão sobre a construção de um futuro sustentável, equitativo e fértil. Para isso, convidou sete equipes de projeto — Corpo Atelier, Dulcineia Santos Studio, Guida Marques, Ilhéu Atelier, Pedrêz, Ponto Atelier e Space Transcribers — para reimaginar possibilidades distintas para esses territórios.

Num esforço para ampliar o acesso ao conteúdo exposto em Veneza, apresentamos aqui os textos e imagens da exposição portuguesa, bem como algumas fotografias do espaço expositivo. O ArchDaily agradece à equipe de curadoria e comunicação de Fertile Futures que generosamente cedeu o material para esta publicação.

Fertile Futures: a participação de Portugal na Bienal de Arquitetura de Veneza 2023 - Image 1 of 4Fertile Futures: a participação de Portugal na Bienal de Arquitetura de Veneza 2023 - Image 2 of 4Fertile Futures: a participação de Portugal na Bienal de Arquitetura de Veneza 2023 - Image 3 of 4Fertile Futures: a participação de Portugal na Bienal de Arquitetura de Veneza 2023 - Image 4 of 4Fertile Futures: a participação de Portugal na Bienal de Arquitetura de Veneza 2023 - Mais Imagens+ 54

O que é um curador de arquitetura?

No seu livro Curadoria: o poder da seleção no mundo do excesso, Michael Bhaskar define curadoria como "usar atos de seleção e organização (mas também refinar, reduzir, exibir, simplificar, apresentar e explicar) para agregar valor." Originário da palavra latina "curare", que significa "cuidar", o papel do curador em dissecar nossa compreensão do mundo ao nosso redor não pode ser negligenciado. Ao longo do tempo, à medida que a definição se transforma, a prática da curadoria continua a evoluir, desempenhando o papel de cuidadora de nosso ambiente construído.

O que é um curador de arquitetura? - Image 3 of 4O que é um curador de arquitetura? - Image 1 of 4O que é um curador de arquitetura? - Image 2 of 4O que é um curador de arquitetura? - Image 4 of 4O que é um curador de arquitetura? - Mais Imagens+ 6

Pavilhão da Eslovênia explora a eficiência energética na Bienal de Arquitetura de Veneza 2023

Na 18ª Exposição Internacional de Arquitetura da La Biennale di Venezia, o Pavilhão da Eslovênia explorou o tema da ecologia e as formas paradoxais pelas quais a arquitetura se relaciona com ela. Em vez de entendê-la estritamente por meio de adaptações energeticamente eficientes, como bombas de calor ou ventilação de recuperação, a exposição intitulada +/- 1 °C: Em busca de uma arquitetura bem temperada tem como objetivo abordar o tema holisticamente. Os curadores do Pavilhão, Jure Grohar, Eva Gusel, Maša Mertelj, Jure Grohar, Eva Gusel, Maša Mertelj, juntamente com cinquenta arquitetos e criadores, pesquisaram e analisaram edifícios vernaculares da Europa buscando exemplos vivos de adaptações intuitivas.

Pavilhão da Eslovênia explora a eficiência energética na Bienal de Arquitetura de Veneza 2023 - Imagem 1 de 4Pavilhão da Eslovênia explora a eficiência energética na Bienal de Arquitetura de Veneza 2023 - Imagem 2 de 4Pavilhão da Eslovênia explora a eficiência energética na Bienal de Arquitetura de Veneza 2023 - Imagem 3 de 4Pavilhão da Eslovênia explora a eficiência energética na Bienal de Arquitetura de Veneza 2023 - Imagem 4 de 4Pavilhão da Eslovênia explora a eficiência energética na Bienal de Arquitetura de Veneza 2023 - Mais Imagens+ 6

Pavilhão Unfolding explora a abertura ao público dos Giardini em Veneza

Unfolding Pavilion é um projeto expositivo e editorial encabeçado por Daniel Tudor Munteanu e Davide Tommaso Ferrando que tem como objetivo destacar espaços arquitetonicamente significativos, mas até então inacessíveis. Em sua quarta edição, a exposição se dedica aos Giardini della Biennale, os jardins que se tornaram o principal núcleo de uma das exposições de arquitetura mais importantes do mundo: a Bienal de Veneza. Através de uma série de intervenções site-specific e fotografias de Laurian Ghinițoiu, o Unfolding Pavilion #OPENGIARDINI busca explorar a natureza paradoxal deste espaço público que não é acessível ao público.

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Ecologias em movimento: o futuro não será apenas construído, será semeado e plantado

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A 18ª Exposição Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza, inaugurada em 20 de maio, está sendo uma verdadeira materialização do tema O laboratório do futuro, definido por Lesley Lokko. A curadora convidou "arquitetos e profissionais de um campo ampliado de disciplinas criativas a buscarem exemplos nas práticas contemporâneas que apresentem um caminho para que o público avance, imaginando eles mesmos o que o futuro pode trazer".

O Pavilhão do Chile, com a curadoria de Gonzalo Carrasco, Alejandro Beals e Loreto Lyon (Beals Lyon Arquitectos), explorou o tema Ecologias em Movimento. A exposição apresenta os desafios atuais acerca da reparação e restauração ecológica com o estudo dos processos de recuperação do solo com sementes endêmicas.

Explorando a nuvem tecnológica dos data centers: pavilhão de Israel na Bienal de Veneza 2023

O Pavilhão de Israel apresenta Cloud-to-ground, uma instalação imersiva que explora a natureza das redes de comunicação modernas na 18ª Exposição Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza. A exposição, que tem curadoria do arquiteto Oren Eldar e das arquitetas Edith Kofsky e Hadas Maor, tem como objetivo iniciar uma discussão ampla sobre os aspectos físicos das redes virtuais: os centros de dados (data centers) e as centrais telefônicas comumente referidas como "caixas-pretas". O tema escolhido é relevante para Israel devido à sua localização estratégica no cruzamento de continentes e culturas. O pavilhão nos Giardini permanecerá aberto para visitantes até 26 de novembro de 2023.

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NEOM apresenta sua cidade linear de 170 quilômetros na Bienal de Veneza 2023

Na 18ª Exposição Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza, a NEOM apresentou a exposição Zero Gravity Urbanism - Princípios para uma Nova Habitabilidade para apresentar o conceito e os padrões que orientam o projeto The Line, sua proposta de cidade linear de 170 quilômetros de extensão no noroeste da Arábia Saudita. O evento tem como objetivo apresentar ao público uma visão alternativa para o planejamento urbano, cuja configuração compacta busca se tornar um modelo para o desenvolvimento de cidades mais eficientes e sustentáveis. Antes da abertura da exposição, mais de 20 arquitetos e designers internacionalmente reconhecidos se juntaram à equipe de design, incluindo Sir Peter Cook, Massimiliano Fuksas, Jean Nouvel e Ben van Berkel. A exposição permanece aberta até 24 de setembro de 2023 na Abbazia di San Gregorio, em Veneza.

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Lugares de origem, arqueologias do futuro: pavilhão "Terra" do Brasil na Bienal de Veneza

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Terra é o título da participação do Brasil na Bienal de Arquitetura de Veneza 2023, uma exposição com curadoria de Gabriela de Matos e Paulo Tavares que ocupa os espaços do pavilhão brasileiro no Giardini. Dividida em duas galeiras, a mostra propõe questionar os cânones da arquitetura moderna ao mesmo tempo que busca em narrativas ancestrais invisibilizadas alternativas para um futuro de-colonizado e descarbonizado. Terra é o primeiro pavilhão brasileiro a ser reconhecido com o prêmio máximo da Bienal de Arquitetura de Veneza, o Leão de Ouro.

Num esforço para ampliar o acesso ao conteúdo exposto em Veneza, apresentamos aqui os textos e imagens da segunda galeria, chamada Lugares de origem, arqueologias do futuro. A primeira galeria, De-colonizando o cânone, pode ser revista aqui. O ArchDaily agradece à Fundação Bienal de São Paulo, que generosamente cedeu o material do pavilhão Terra para esta publicação.

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De-colonizando o cânone: pavilhão "Terra" do Brasil na Bienal de Veneza

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Terra é o título da participação do Brasil na Bienal de Arquitetura de Veneza 2023, uma exposição com curadoria de Gabriela de Matos e Paulo Tavares que ocupa os espaços do pavilhão brasileiro no Giardini. Dividida em duas galeiras, a mostra propõe questionar os cânones da arquitetura moderna ao mesmo tempo que busca em narrativas ancestrais invisibilizadas alternativas para um futuro de-colonizado e descarbonizado. Terra é o primeiro pavilhão brasileiro a ser reconhecido com o prêmio máximo da Bienal de Arquitetura de Veneza, o Leão de Ouro.

Num esforço para ampliar o acesso ao conteúdo exposto em Veneza, apresentamos aqui os textos e imagens da primeira galeria, chamada De-colonizando o cânone. A segunda galeria, Lugares de origem, arqueologias do futuro, pode ser vista aqui. O ArchDaily agradece à Fundação Bienal de São Paulo, que generosamente cedeu o material do pavilhão Terra para esta publicação.

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Temas emergentes na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2023: destaques dos pavilhões nacionais

Desafiando o público a pensar de forma diferente e mais empática, a bienal de Lesley Lokko é uma representação autêntica de um assunto altamente complexo. Inaugurada em 20 de maio, a 18ª Exposição Internacional de Arquitetura - La Biennale di Venezia, intitulada O Laboratório do Futuro, já provocou discussões em todo o mundo.

Ao adotar uma perspectiva mais ampla sobre a arquitetura, a exposição desloca seu foco para a disciplina em si, em vez de apenas para a profissão. Não se trata apenas de "construir edifícios", explica a curadora ao ArchDaily. Em vez disso, busca-se questionar nossa compreensão convencional da arquitetura e, com isso, das exposições arquitetônicas. A Bienal de 2023 é um laboratório em todos os sentidos da palavra, uma plataforma global de experimentação e um espaço para explorar novas ideias diante da falta de locais que nos permitam fazê-lo. "Ela empresta sua estrutura e formato de exposições de arte, mas difere da arte em aspectos críticos que muitas vezes passam despercebidos", afirma Lesley Lokko.

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Pavilhão das Filipinas usa acupuntura urbana para falar da ecologia de Manila na Bienal de Veneza

Na 18ª Exposição Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza, o Pavilhão das Filipinas apresenta uma mostra que investiga a ecologia e as implicações sociais do estuário Tripa de Gallina em Manila. O corpo de água, que já foi um mecanismo para mitigação de enchentes, agora está congestionado e poluído, afetando a vida das comunidades próximas. O pavilhão tem como objetivo apresentar a iniciativa que se propõe a reunir e investigar as entranhas do estuário e trabalhar com os moradores para encontrar soluções de arquitetura adequadas e sustentáveis. Intitulada "Tripa de Gallina: Entranhas do Estuário", a exposição tem curadoria dos arquitetos Choie Funk e Sam Domingo e apresenta o trabalho do Architecture Collective, representado por Bien Alvarez, Matthew Gan, Ar. Lyle La Madrid, Noel Narciso e Arnold Rañada.

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