A arquitetura de Birmingham reflete a história da cidade como um dos primeiros centros industriais da Inglaterra. A riqueza gerada na cidade e na região circundante deu origem à imponência da era vitoriana no século XIX. Os intensos bombardeios durante a Segunda Guerra Mundial causaram destruição generalizada. A esse período seguiu-se uma rápida reconstrução entre as décadas de 1950 e 1970, que introduziu o modernismo racional e a ambição brutalista que hoje caracterizam grande parte do centro da cidade. Algumas décadas mais tarde, o apagamento urbano retornou a Birmingham, trazendo consigo a revisão de decisões tomadas em meados do século XX. Notadamente, o Bullring Centre e a Biblioteca de Birmingham foram demolidos para dar lugar a novos projetos do século XXI, acrescentando novas camadas de riqueza ao ambiente construído da cidade.
O Royal Institute of British Architects (RIBA) anunciou os projetos finalistas para o prêmio de arquitetura RIBA East 2022. A lista de 22 edifícios inclui obras que vão desde uma pequena ampliação residencial revestida de cobre em Cambridge até um novo espaço voltado para jovens e participação comunitária no Wolsey Theatre. Todos os projetos serão avaliados por um júri regional, e as propostas vencedoras serão anunciadas no final desta primavera. Posteriormente, os projetos premiados regionalmente concorrerão ao RIBA National Award.
Christopher Alexander (1936–2022) e Joseph Rykwert (n. 1926) foram dois gigantes da teoria da arquitetura do século XX que iniciaram seus trabalhos na Inglaterra e, eventualmente, deixaram legados duradouros em duas grandes escolas de arquitetura estadunidenses: a Universidade da Califórnia em Berkeley (Alexander) e a Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia (Rykwert). Suas trajetórias não apenas coincidiram com um período crítico de pesquisa social e cultural entre designers e urbanistas, mas, de diversas formas, continuam a inspirar a atual geração de críticos/as engajados/as contra o desenvolvimento capitalista tardio em nosso planeta ameaçado. No entanto, para muitas pessoas, eles ainda são pouco conhecidos.
O Royal Institute of British Architects (RIBA) anunciou os 29 vencedores do 2022 RIBA National Awards de arquitetura. Abrangendo desde edifícios de escritórios com emissão zero de carbono até residências unifamiliares, escolas e instalações educacionais, empreendimentos urbanos e edifícios culturais, os projetos deste ano oferecem um panorama das principais tendências que moldam o ambiente arquitetônico e econômico do Reino Unido. Muitos projetos focaram na união de comunidades, seja criando espaços resultantes da colaboração entre os moradores locais e a equipe de arquitetura, seja oferecendo locais únicos para eventos musicais ou culturais. O futuro da habitação também foi abordado, com projetos que ilustram uma visão de vida rural moderna ou que criam novas quadras urbanas centradas em jardins comunitários. Outra área de destaque foi a restauração e adaptação de edifícios existentes, seja um antigo refeitório de catedral de 900 anos ou uma icônica casa modernista dos anos 1950.
A venda não ocorreu sem controvérsias, enfrentando oposição do comitê de revisão do Arts Council sobre a exportação de obras de arte e objetos de interesse cultural. O comitê tentou adiar a venda até que se encontrasse um comprador que mantivesse a coleção no Reino Unido.
A arquitetura há muito tempo é pensada pra simbolizar e venerar valores e crenças compartilhadas. Isso é especialmente verdadeiro no caso de catedrais e lugares de culto, estruturas que ultrapassam todas as fronteiras culturais, ambientais e econômicas. Essas construções abrangem o ritual e a reunião ao passo que exploram uma relação entre a experiência humana e o divino. Atualmente, as catedrais estão sendo reimaginadas pela vida contemporânea e por novas tradições de construção.
Até os dias de hoje, não se sabe bem ao certo às origens do movimento “tiny” na arquitetura. Entretanto, se formos olhar mais à fundo a história da arquitetura e como nossos modos de vida foram se transformando ao longo do tempo, é possível encontrar algumas pistas sobre as bases e os princípios deste movimento, o qual vem ganhado força dia após dia, questionando os nossos excessos e promovendo um estilo de vida mais flexível e minimalista.
Museo de transporte húngaro. Image Cortesía de Diller Scofidio + Renfro
De acordo com Howard Gardner, a inteligência humana pode ser dividida em oito categorias, sendo uma delas, a inteligência espacial. Gardner define este tipo de inteligência como a capacidade do ser humano em imaginar e dar forma à modelos tridimensionais da realidade. A arquitetura, assim como a escultura, é uma das disciplinas que mais se beneficiam desta faculdade. Considerando isso, neste artigo procuramos explorar como a representação da arquitetura evoluiu ao longo do tempo e como ela está se tornando cada dia mais fiel à imagem idealizada por quem a projetou.
A chave para projetar ou recuperar com sucesso os espaços públicos de uma cidade é criar estratégias que favoreçam seu uso e os capacitem como ponto de encontro. Independentemente da escala, entre alguns dos aspectos mais importantes estão: o desenho informado pelas necessidades das pessoas; a consideração da escala humana; e uma mistura de usos que permita multifuncionalidade e flexibilidade e proporcione conforto e segurança.
Para lhe inspirar a projetar lugares de encontro e lazer, de praças a parques, de mirantes a playgrounds infantis, reunimos a seguir 100 espaços públicos de todas as escalas.
O zinco é um elemento natural extraído do minério. É a sigla ZN, que aparece na temida Tabela Periódica, aquela que tanto nos atormentava nas aulas de química. Através de um processo metalúrgico para a queima das impurezas, a redução do óxido de zinco e o refino, ele assume uma aparência muito mais amigável, que são as chapas, bobinas e rolos utilizados na construção civil. A principal característica deste material é sua maleabilidade, que permite que seja trabalhado facilmente, permitindo revestir complexas formas em fachadas e coberturas das construções.