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Bienal de Veneza: O mais recente de arquitetura e notícia

Lesley Lokko sobre a Bienal de Veneza 2023: "Espero que ela provoque o público a pensar com mais empatia"

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A 18ª Exposição Internacional de Arquitetura, com curadoria de Lesley Lokko, está programada para abrir em menos de um mês e terá como o tema O Laboratório do Futuro. A mostra apresenta o continente africano como força motriz na formação do mundo que está por vir e desafia as noções convencionais do que o futuro pode trazer e do que um laboratório pode ser. Apresentando 63 pavilhões nacionais, 89 participantes e 9 eventos paralelos na cidade, a Bienal de Arquitetura de Veneza de 2023 convida profissionais de uma ampla gama de disciplinas e origens a explorar novas possibilidades.

Fundadora e diretora do African Futures Institute (AFI) com sede em Accra, Gana, Lesley Lokko é uma arquiteta, educadora e romancista ganesa-escocesa. Com uma carreira que abrange Joanesburgo, Londres, Accra e Edimburgo, ela ocupou vários cargos como professora e é amplamente reconhecida em seu campo. A professora Lokko foi nomeada curadora da 18ª Exposição Internacional de Arquitetura, La Biennale di Venezia, em dezembro de 2021, depois de ter atuado como membro do júri do Golden Lions Awards da edição anterior da Bienal de Veneza. Em sua primeira entrevista ao ArchDaily, após ser nomeada curadora da Bienal de Arquitetura de 2023, Lesley Lokko compartilha ideias sobre os preparativos, o tema e esta 18ª edição.

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Pavilhão da Irlanda explora a resiliência de suas ilhas remotas na Bienal de Veneza 2023

O Pavilhão Nacional da Irlanda apresentará uma exposição intitulada Em busca de Hy-Brasil na 18ª Exposição Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza. O pavilhão tem como objetivo explorar diversas culturas, comunidades e experiências das ilhas remotas da Irlanda em busca de novas formas de habitar o mundo. Uma equipe de cinco arquitetos foi selecionada como curadores da exposição: Peter Carroll, Peter Cody, Elizabeth Hatz, Mary Laheen e Joseph Mackey. O pavilhão estará aberto ao público de 20 de maio a 26 de novembro de 2023. Posteriormente, a instalação percorrerá a Irlanda em 2024, trazendo vozes de locais periféricos para conversas sobre nosso futuro global.

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Pavilhão do Canadá investiga a alienação habitacional na Bienal de Arquitetura de Veneza 2023

O Conselho de Artes do Canadá escolheu o coletivo curatorial Architects Against Housing Alienation (AAHA) para representar o Canadá na 18ª Exposição Internacional de Arquitetura, La Biennale di Venezia 2023, com a exposição Not for Sale! O pavilhão, aberto de 20 de maio a 26 de novembro de 2023, tem como objetivo chamar a atenção e incentivar o diálogo sobre soluções potenciais para os desafios gerados pela crise habitacional no país.

Time Space Existence 2023 prevê novos caminhos sustentáveis para o futuro

Organizada e sediada pelo Centro Cultural Europeu (ECC), uma organização sem fins lucrativos comprometida em promover cultura por meio de intercâmbios internacionais, a sexta edição da exposição Time Space Existence "chamará a atenção para as expressões emergentes de sustentabilidade em suas diversas formas, que vão desde um foco no ambiente e paisagem urbana até as conversas em curso sobre inovação, reutilização, comunidade e inclusão".

Arquitetos, designers, artistas, acadêmicos e fotógrafos de 52 países se reunirão para explorar e contemplar os conceitos filosóficos de tempo, espaço e existência, por meio de diferentes meios e perspectivas diversas. Destacando um total de 217 projetos, a exposição ficará disponível de 20 de maio a 26 de novembro de 2023, no Palazzo Bembo, Palazzo Mora e nos Jardins da Marinaressa, em Veneza, durante a Bienal de Arquitetura de Veneza de 2023. Ao longo dos seis meses de abertura, a exposição será complementada por um programa de palestras, conferências e workshops.

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Bienal de Veneza 2023 anuncia júri com Ippolito Pestellini Laparelli como presidente

A Bienal de Arquitetura de Veneza 2023 divulgou o júri da 18ª Exposição Internacional de Arquitetura. Presidido pelo arquiteto e curador italiano Ippolito Pestellini Laparelli, o júri conta também com a arquiteta e curadora palestina Nora Akawi, a diretora e curadora americana do The Studio Museum in Harlem, Thelma Golden, a fundadora e coeditora sul-africana da Cityscapes Magazine, Tau Tavengwa; e a arquiteta, pesquisadora e educadora polonesa radicada em Londres, Izabela Wieczorek.

O Júri Internacional concederá o "Leão de Ouro para a Melhor Participação Nacional", o "Leão de Ouro para o melhor participante da Exposição Internacional - O Laboratório do Futuro", bem como o "Leão de Prata para um jovem promissor na Exposição Internacional O Laboratório do Futuro". O Júri poderá ainda atribuir uma menção honrosa a uma Participação Nacional, e no máximo duas menções honrosas aos participantes da Mostra Internacional O Laboratório do Futuro. Os anúncios e a cerimônia de premiação acontecerão em Veneza no sábado, 20 de maio de 2023.

Pavilhão da Albânia investiga espaços cívicos virtuais na Bienal de Arquitetura de Veneza 2023

Para a 18ª Exposição Internacional de Arquitetura - La Biennale di Venezia, o Pavilhão da Albânia se propôs a responder ao tema geral O Laboratório do Futuro com a exposição Meditações Intempestivas ou: Como Aprendemos a Viver em Realidades Sintetizadas. O projeto procura introduzir e compreender novas tipologias de espaços cívicos, reaproveitando a renderização como um mecanismo de exploração. A equipe curatorial é composta pelos arquitetos Martin Gjoleka e Era Merkuri, que expõem juntamente com o arquiteto Ani Marku e o artista digital 3D Geraldo Prendushi.

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Pavilhão da Bélgica investiga a relação dos arquitetos com os recursos na Bienal de Veneza 2023

O Pavilhão da Bélgica anunciou sua exibição para a Exposição Internacional de Arquitetura deste ano - La Biennale di Venezia. Com curadoria de Bento e Venciane Despret, In Vivo concentra-se em investigar a nova relação dos arquitetos com os recursos naturais. A mostra desafia nosso sistema de produção extrativista ao identificar e projetar alternativas arquitetônicas a partir de componentes obtidos dos organismos vivos e do imaginário que os acompanha.

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Pavilhão de Singapura explora conexão, liberdade e inclusão na Bienal de Veneza 2023

Para a 18ª Exposição Internacional de Arquitetura deste ano – La Biennale di Venezia, o Pavilhão de Singapura ativa a discussão sobre novos métodos de medição e avaliação do intangível e pergunta explicitamente: quanto é suficiente? A exposição explora a interação de uma comunidade com seu entorno, sugerindo que ela não é quantificada dentro desses critérios; os edifícios e o ambiente físico são projetados e construídos de acordo com padrões mensuráveis, quantificáveis e graduáveis. Além disso, o pavilhão sugere que, conectando esses pilares da cidade, torna-se essencial repensar a inovação no projeto. A exposição pergunta como os arquitetos podem quantificar os valores imensuráveis da arquitetura: ação, apego, atração, conexão, liberdade e inclusão.

Pavilhão de San Marino faz a distinção entre anfitrião e convidado na Bienal de Veneza 2023

Para a exposição anual de arquitetura deste ano - La Biennale di Venezia, o Pavilhão de San Marino apresentará o projeto Hosting Guest. Com curadoria de Michael Kaethler e Marco Pierini, a intervenção é um workshop de co-design focado em questões relacionadas à hospitalidade e parte de um projeto de pesquisa internacional baseado em lugares e necessidades reais. Representando a República mais antiga do mundo, o artista Vittorio Corsini participará do pavilhão com a ajuda de uma equipe de pesquisa formada por estudantes, designers e pesquisadores de San Marino, de universidades de Veneza e internacionais.

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“Floresta das Crianças:” Pavilhão da Lituânia atua como ferramenta educacional na Bienal de Veneza 2023

Para a 18ª Exposição Internacional de Arquitetura - La Biennale di Venezia, o Pavilhão da Lituânia apresentará uma exposição intitulada "Floresta das Crianças", com curadoria de Jurga Daubaraitė, Egija Inzule, e Jonas Žukauskas. A intervenção visa tornar-se uma paisagem lúdica, reconhecendo as perspectivas únicas através das quais as crianças observam e interagem com o ambiente. O projeto busca explicar o ecossistema da floresta, reunindo trabalhos e descobertas desenvolvidas em paralelo às atividades ao ar livre, realizadas com crianças nas florestas da Lituânia e Finlândia. Educadores ambientais, ativistas, arquitetos e silvicultores discutirão a ideia das florestas como espaços negociados onde todos os atores desempenham um papel importante. O pavilhão estará aberto para visitação de 20 de maio a 26 de novembro de 2023.

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Pavilhão da Arábia Saudita explora legado e materialidade na Bienal de Veneza 2023

A Arábia Saudita anunciou sua participação na 18ª Exposição Internacional de Arquitetura – La Biennale di Venezia, com uma exposição intitulada IRTH إرث, legado em árabe, que explora as qualidades de certos materiais em relação à paisagem saudita. Na edição deste ano, o Pavilhão Saudita será representado pelo arquiteto AlBara Saimaldahar e comissariado pela dupla Basma e Noura Bouzo, marcando a terceira participação do Pavilhão Saudita na Exposição Internacional de Arquitetura. O Pavilhão estará em exibição no Arsenale – Sale d’Armi 2023.

Pavilhão da Coreia na Bienal de Veneza 2023 explora novo paradigma eco-cultural para o futuro

Nesta edição da Bienal de Veneza de 2023, o Pavilhão Coreano, com curadoria dos diretores artísticos Soik Jung e Kyong Park, apresenta "2086: Together How?", reunindo arquitetos, líderes comunitários e artistas para explorar como as pessoas podem cooperar na resistência à crise ambiental até 2086, quando é esperado que a população global atinja seu número máximo. A exposição convida os visitantes a imaginar uma revolução eco-cultural, reavaliando criticamente a história capitalista, globalista e colonialista do mundo. Os espectadores serão incentivados a reconsiderar as condições atuais por meio de um videogame interativo e uma série de instalações multidisciplinares que incluem fotografias, desenhos, modelos, vídeos e instalações arquitetônicas.

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Pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza 2023 divulga detalhes sobre a exposição "Terra"

A Fundação Bienal de São Paulo acaba de anunciar detalhes do projeto Terra que ocupará o Pavilhão do Brasil na 18ª Mostra Internacional de Arquitetura, La Biennale di Venezia. Com curadoria conjunta de Gabriela de Matos e Paulo Tavares, a mostra brasileira contará com a participação de um grupo diversificado de colaboradores, composto por povos indígenas Mbya-Guarani; povos indígenas Tukano, Arawak e Maku; Tecelãs do Alaká (Ilê Axé Opô Afonjá); Ilê Axé Iyá Nassô Oká (Casa Branca do Engenho Velho); Ana Flávia Magalhães Pinto; Ayrson Heráclito; Day Rodrigues com colaboração de Vilma Patrícia Santana Silva (Grupo Etnicidades FAU-UFBA); coletivo Fissura; Juliana Vicente; Thierry Oussou e Vídeo nas Aldeias.

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Pavilhão do Chipre explora sustentabilidade social na Bienal de Veneza 2023

O Pavilhão de Chipre na Exposição Internacional de Arquitetura - La Biennale di Venezia anunciou o tema de sua mostra: os primeiros assentamentos Neolíticos de Khirokitia. A exposição usa essas comunidades como ponto de partida para discutir desafios de sustentabilidade social em um contexto humanístico e cultural. A mostra tem curadoria de Petros Lapithis, Lia Lapithi, Nikos Kouroussis e Ioanna Ioannou Xiari.

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Pavilhão da Bulgária na Bienal de Veneza 2023 explora o abandono das escolas no país

Na 18ª Exposição Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza, o Pavilhão da Bulgária apresentará a exposição Educação é o movimento da escuridão para a luz. Os curadores Boris Tikvarski, Bojidara Valkova e Mariya Gyaurova, juntamente com o fotógrafo belga Alexander Dumarey, escolheram explorar os temas da despovoação, declínio urbano e êxodo rural, representados através de imagem de escolas abandonadas no país. O projeto foi selecionado após uma competição nacional organizada pelo Ministério da Cultura, a Câmara de Arquitetos da Bulgária e o Sindicato de Arquitetos do país.

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Conheça os participantes da Exposição Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza 2023

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Desde 1998, a Bienal de Arquitetura de Veneza tem se baseado em três pilares: os pavilhões nacionais (cada nação escolhe seus próprios curadores e projetos), a exposição internacional (organizada pelo curador da Bienal) e os eventos paralelos (aprovados pelo curador).

Na edição de 2023, a exposição internacional de arquitetura, que tem curadoria de Lesley Lokko, é estruturada em seis partes e conta com 89 participantes. Destes, mais da metade são da África ou da diáspora africana, com equilíbrio de gênero e uma média de idade de 43 anos para os participantes.

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O futuro da água é tema da exposição portuguesa na Bienal de Arquitetura de Veneza 2023

A representação de Portugal na 18ª Exposição Internacional de Arquitetura - La Biennale di Venezia 2023 apresentará o projeto Fertile Futures, com curadoria de Andreia Garcia e dos curadores adjuntos Ana Neiva e Diogo Aguiar. O projeto tem como objetivo abordar questões de recursos hídricos em sete hidrogeografias portuguesas e incentivar a reflexão sobre a construção de um futuro sustentável, equitativo e fértil. A exposição acontecerá no Palazzo Franchetti, de 20 de maio a 26 de novembro de 2023.

O futuro da água é tema da exposição portuguesa na Bienal de Arquitetura de Veneza 2023 - Image 1 of 4O futuro da água é tema da exposição portuguesa na Bienal de Arquitetura de Veneza 2023 - Image 2 of 4O futuro da água é tema da exposição portuguesa na Bienal de Arquitetura de Veneza 2023 - Image 3 of 4O futuro da água é tema da exposição portuguesa na Bienal de Arquitetura de Veneza 2023 - Image 4 of 4O futuro da água é tema da exposição portuguesa na Bienal de Arquitetura de Veneza 2023 - Mais Imagens+ 3

Pavilhão Nacional de Kosovo explora transcendência migratória na Bienal de Arquitetura de Veneza 2023

A República do Kosovo apresentará Transcendent Locality na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2023, explorando o papel significativo que a migração desempenha no desenvolvimento social do país. O pavilhão também mergulha no processo migratório e suas diferentes fases, incluindo o retorno para casa após a migração: temporária, sazonal ou permanente. No entanto, em sua essência, celebra as conexões com a pátria e sua relação com a terra de acolhimento. O pavilhão propõe que a localidade trans, conectada a mais de um lugar simultaneamente, tornou-se o modelo de vida predominante. Com efeito, manter as conexões entre a terra de acolhimento e a pátria supõe uma forma de comunicação, de transferência de conhecimento, informação, de bens materiais e imateriais.

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