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Arquitetura do futuro: O mais recente de arquitetura e notícia

Artesanato na era da terra impressa em 3D: as ferramentas digitais podem criar um novo tipo de artesão/ã?

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Em 2021, uma colaboração entre o escritório de arquitetura italiano Mario Cucinella Architects e a WASP, uma empresa italiana de impressão 3D, levou ao desenvolvimento da TECLA: uma casa impressa em 3D inteiramente com terra crua. Cinco anos depois, a tecnologia por trás do projeto evoluiu, espalhando-se discretamente por diversos continentes e práticas de projeto. Ao controlar a velocidade, o ângulo e a trajetória do bocal de extrusão, arquitetos e arquitetas conseguem ir muito além da criação de paredes convencionais. Ao longo dos anos, esses/as profissionais vêm experimentando maneiras de moldar o material impresso em 3D em padrões de superfície detalhados, reintroduzindo relevos, texturas e grafismos complexos diretamente na estrutura. Dessa forma, busca-se estabelecer uma ponte entre as tradições da construção com terra e a computação digital, em uma era em que o código começa a influenciar a forma e a expressão material na arquitetura.

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"Minhas soluções não são polidas": Liam Young fala sobre arquitetura na era da policrise em entrevista ao Louisiana Channel

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O artista, diretor e produtor australiano indicado ao BAFTA Liam Young cria mundos imaginários como uma forma de refletir sobre os futuros que tememos, desejamos e já estamos construindo. Como criador e designer de atmosferas, ele propõe paisagens especulativas que refletem as possibilidades de um mundo por vir, seja ele ideal ou verdadeiramente perturbador. Em sua prática de construção de mundos nas indústrias de cinema, televisão e videogames, a ficção torna-se uma ferramenta para navegar pelas urgências ambientais do presente. Ele é considerado um "futurista" que trabalha na intersecção de estratégias de design, cenários tecnológicos e imaginações coletivas, com base em suas pesquisas acadêmicas, mas alcançando um público mais amplo em exposições como "In Other Worlds" no Barbican Centre, em Londres, e "Age of Nature" no Danish Architecture Center, em Copenhague. Em fevereiro de 2026, ele foi entrevistado por Marc-Christoph Wagner para o Louisiana Channel, onde compartilha suas visões sobre o nosso futuro: desde a consolidação da arquitetura como uma indústria boutique até a necessidade de um novo tipo de punk planetário na escala da crise climática.

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Entre algoritmos e saberes ancestrais: expandindo o conceito de inteligência arquitetônica

A presença da inteligência artificial (IA) na arquitetura não é mais uma promessa futurista, mas uma realidade concreta que transforma radicalmente o modo de projetar. Em questão de segundos, sistemas computacionais são capazes de processar e validar múltiplas variáveis — formais, programáticas, contextuais, normativas — conduzindo arquitetos a soluções altamente otimizadas. Contudo, enquanto celebramos essa revolução algorítmica, emerge uma inquietação crítica: será que a inteligência arquitetônica pode ser limitada a uma operação lógica de dados? Em resposta, ganham força abordagens que revalorizam modos de construir baseados na experiência sensível, na adaptação ao território e na transmissão intergeracional de conhecimento. Nesse diálogo entre inteligências artificiais e ancestrais, emerge uma compreensão mais profunda. A verdadeira inteligência não reside nas ferramentas em si, mas na intencionalidade e na sensibilidade com que as utilizamos para responder às complexidades do contexto.

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Arquitetura aquática: 5 casas que defendem a vida na água

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Seguindo as descobertas de um estudo publicado na revista científica Nature Ecology & Evolution em abril, tornou-se conhecimento público que a ilha artificial de lixo plástico conhecida como Great Pacific Garbage Patch (uma área de mais de 1,6 milhões de quilômetros quadrados entre a Califórnia e o Havaí) serve como lar de um ecossistema costeiro inteiro. A vida marinha está usando a enorme área aglomerada de resíduos plásticos humanos como habitat flutuante, e os cientistas ficaram chocados com o número de espécies que conseguiram estabelecer vida nesse ambiente hostil.

A notícia mais uma vez traz à tona não apenas questões urgentes de mudanças climáticas e poluição do oceano, mas também a questão da migração induzida pelo meio ambiente, mesmo em nível microbiano. A arquitetura está se movendo cada vez mais para reinos experimentais quando se trata de considerar locais para as comunidades do nosso futuro. O aumento do nível do mar colocou a água ao topo da lista desses locais. Mas essas deliberações não são tão recentes quanto se poderia pensar: cidades flutuantes existem há séculos e casas na água são comuns em áreas do Benin, Peru ou Iraque, entre outros.

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Materiais e acabamentos disruptivos para o futuro dos interiores residenciais

Como as casas contemporâneas têm empurrado os limites da inovação para o futuro? Atualmente, estes espaços tendem a ter linhas limpas, cores neutras e espaços flexíveis, com a integração de recursos tecnológicos e automatização. Mas mesmo havendo certas características atemporais que definem os interiores contemporâneos neutros, podemos começar a identificar tendências futuras analisando projetos arquitetônicos que diferem do tradicional, reconhecendo materiais e acabamentos disruptivos para interiores guiados pelos avanços tecnológicos que estão a moldar casas complexas e em constante mudança do futuro. A seleção destes materiais inovadores transmite um processo de decisão meticuloso na construção da estrutura e identidade de um espaço. Dependendo do contexto e tipologia, há uma crescente consciência de como os materiais afetam um ambiente, e como novas tecnologias estão a criar soluções inteligentes que podem mitigar os seus efeitos nos interiores.

A inteligência artificial (IA) vem desempenhando um papel fundamental na visualização dos interiores das casas do futuro, e juntamente com a exploração de materiais biofílicos, inteligentes e impressos em 3D, tem estimulado novas formas de abordar como vamos viver no interior no futuro.

"Novas práticas" na arquitetura são apenas uma evolução

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“Nós moldamos nossos edifícios; depois eles nos moldam.” Apesar das palavras de Winston Churchill, os arquitetos são moldados por nossa cultura e seu trabalho reage a ela. O fato da nossa cultura evoluir faz com que a prática da arquitetura também evolua. O que é tido como “novo” na prática arquitetônica tem mudado de forma acelerada, explodindo no século XXI com as novas tecnologias que alteraram drasticamente o cenário num ritmo ainda mais intenso que o da Revolução Industrial 200 anos atrás.

O passado ditará a estética do futuro?

A atual produção arquitetônica enfrenta diversos paradigmas e um deles é o estético. Num cenário de constantes incertezas, edifícios com projeções, hologramas ou completamente automativos que a ficção científica tanto deslumbrou, assim como a própria tecnologia aponta como uma possibilidade porvir, parecem cada vez mais distantes da realidade. Hoje, a busca por uma maior identificação com o espaço construído tem sido ampliada ao invés de idealizar o novo pelo novo. Por isso, olhar para o passado tem apresentado diferentes perspectivas e é nessa mirada que talvez possamos imaginar uma nova estética futurística. 

A arquitetura de Star Wars: visualizações futuristas de uma galáxia muito, muito distante

Descrever visualizações arquitetônicas do futuro não é uma tarefa fácil, por isso faz muito sentido que os designers usem aspectos de nossa arquitetura existente como base para estes mundos fictícios. Apesar dos avanços recentes em termos de tecnologias de animação e CGI, ainda há uso substancial da arquitetura existente para fornecer elementos estruturais palpáveis ao filme.

Em termos de reciclagem de estética arquitetônica, elementos do passado e do futuro são frequentemente integrados para criar um estilo hibridizado, uma amálgama de temas retrô, distópicos, modernistas e futuristas. Desde o ressurgimento de antigas pirâmides e templos, até panoramas que lembram a cidade de Nova York, o visual varia de acordo com as diferentes noções de como será nosso futuro.

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Por que todo designer e arquiteto pode se beneficiar da economia criativa no metaverso

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A Nike adquiriu recentemente o RTFKT, um estúdio de design fundado em janeiro de 2020, conhecido por seus sneakers e colecionáveis "prontos para o metaverso". Aquisições de terrenos no metaverso estão fazendo manchetes com seus preços multimilionários. Também vimos a adoção de artes NFT pelo mainstream neste ano, e estima-se que as vendas devam disparar para 17,7 bilhões de dólares até o final de 2021.

Por baixo da hype e do frenesi, podemos observar uma mudança fundamental que desbloqueia uma nova economia criativa. Ela oferece aos criadores acesso direto ao mercado, constrói relações contínuas com os fãs, e une desconhecidos em comunidades auto-governadas. Neste artigo, vamos discutir porque todo designer 3D e arquiteto deveria abraçar o movimento Web 3.0 para adotar uma nova lógica de mercado e se beneficiar da economia de criadores do metaverso. 

Por que todo designer e arquiteto pode se beneficiar da economia criativa no metaverso - Image 1 of 4Por que todo designer e arquiteto pode se beneficiar da economia criativa no metaverso - Image 2 of 4Por que todo designer e arquiteto pode se beneficiar da economia criativa no metaverso - Image 3 of 4Por que todo designer e arquiteto pode se beneficiar da economia criativa no metaverso - Image 4 of 4Por que todo designer e arquiteto pode se beneficiar da economia criativa no metaverso - Mais Imagens+ 5

2021, um ano que pode definir o futuro da arquitetura

Alguns anos acabam se tornando marcos de mudanças culturais. O ano de 2021 foi um desses, com a pandemia do Covid-19 sendo a primeira ameaça real à nossa cultura desde a Segunda Guerra Mundial. Como consequência, a arquitetura irá mudar e pode evoluir passando a valorizar as motivações individuais como um fator para entendê-la, em oposição à valorização de sua forma como justificativa estética.

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Arquitetura do metaverso: o que é, quem construirá e por que é importante?

Você deve ter ouvido que Mark Zuckerberg quer que o Facebook se torne uma Metaverse Company, e que no início deste ano a Epic Games, empresa que desenvolve a Unreal Engine, anunciou ter concluído uma rodada de financiamento de US$1 bilhão para apoiar o plano de longo prazo para o metaverso. Metaverso é, definitivamente, a palavra da moda mais quente no mundo da tecnologia atualmente. Neste artigo, discutiremos brevemente o que é o metaverso, quem o construirá e, mais importante, por que ele é importante para os arquitetos e como os designers podem desempenhar um papel significativo na economia digital que está por vir?

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Como as ciências sociais estão ajudando a transformar o espaço construído

Como uma disciplina cada dia mais especializada, a arquitetura está assumindo um caráter cada vez mais colaborativo, marcada por uma transdisciplinaridade que atravessa todas as suas diferentes fases e processos. Neste contexto, as ciências sociais adquiriram um papel mais importante do que nunca. À medida que arquitetos e arquitetas se tornam mais conscientes de seu papel e responsabilidade para com a sociedade de modo geral, decisões que antes provinham de meros desejos, anseios e especulações formais, estão cada vez mais fundamentadas na experiência e expertise profissional dos arquitetos, arquitetas e suas equipes multidisciplinares. A seguir, discutiremos a crescente influencia das ciências sociais na arquitetura, desde a antropologia e a psicologia até a futurologia.

Como as ciências sociais estão ajudando a transformar o espaço construído - Imagen 1 de 4Como as ciências sociais estão ajudando a transformar o espaço construído - Imagen 2 de 4Como as ciências sociais estão ajudando a transformar o espaço construído - Imagen 3 de 4Como as ciências sociais estão ajudando a transformar o espaço construído - Imagen 4 de 4Como as ciências sociais estão ajudando a transformar o espaço construído - Mais Imagens+ 2

Spacemaker desenvolve projeto generativo baseado em Inteligência Artificial para cidades mais sustentáveis

A Autodesk acaba de adquirir os direitos operacionais da plataforma Spacemaker, um ferramenta conhecida por facilitar o trabalho de arquitetos e empreendedores, “permitindo testar e avaliar soluções projetuais rapidamente e assim, encontrar melhores soluções para cada projeto específico”. Concebida para um público alvo de arquitetos, urbanistas e empreendedores do ramo imobiliário, a plataforma Spacemaker opera através de uma nuvem e utiliza tecnologias de Inteligência Artificial para ajudar estes profissionais a tomarem melhores decisões durante as primeiras fases de projeto.

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Laka divulga os resultados do concurso "Arquitetura que Reage"

A Laka divulgou os resultados da competição Arquitetura que Reage [Architecture that Reacts], que reuniu mais de 200 inscrições. Com o objetivo de diversificar os resultados, o tema se concentrou nas esferas de design arquitetônico, urbanismo, tecnologia ou design de produto, "capaz de interagir dinamicamente com seu ambiente social, natural ou construído". De fato, o assunto gira em torno de “soluções interdisciplinares desenvolvidas através de um processo de mudanças e ajustes”.

Um painel internacional de jurados examinou os projetos de 350 participantes de 40 países e selecionou as propostas que “tiravam vantagens de disciplinas como robótica, mecânica, fabricação digital, biodesign e biofabricação, design computacional, ciência dos materiais, bioarquitetura, ciências sociais, design industrial, mobilidade e muito mais”. Confira a seguir a lista completa dos vencedores.

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Future Architecture divulga lista de bolsistas 2020

A plataforma Future Architecture anunciou a lista de bolsistas de 2020. Com 433 propostas de 53 países, participaram mais de 800 candidatos em inscrições individuais e em grupo. Os bolsistas serão convidados a participar do Intercâmbio Criativo 2020 no MAO Liubliana, onde poderão trocar ideias e estabelecer redes de contato com participantes do mundo todo.

Plataforma Future Architecture abre chamada de ideias para 2020

Plataforma Future Architecture abre chamada de ideias para 2020 - Image 1 of 4
via Future Architecture

A Plataforma Future Architecture acaba de abrir a sua 5ª Chamada de Ideias, convidando a todos os profissionais emergentes do mundo da arquitetura e atividades afins que trabalham e desenvolvem projetos e ideias transformadoras que estejam colaborando para com o futuro da arquitetura. Através do Programa European Architecture 2020, a Future Architecture Platform está selecionado projetos que promovam o intercâmbio de ideias e a criação de novas redes e conexões para os profissionais da arquitetura na Europa e no mundo.

Laka divulga os vencedores do concurso "Arquitetura que Reage" 2018

A Laka publicou os resultados da edição 2018 de seu concurso Arquitetura que Reage [Architecture that Reacts], focado em “soluções arquitetônicas, projeto e tecnologias capazes de interagir dinamicamente com seus contextos”. Este ano, 200 participantes de mais de 30 países inscreveram mais de 130 projetos, seguindo uma abordagem interdisciplinar que vai além de soluções típicas construtivas.

Os vencedores deste ano vieram dos EUA e da Áustria, confrontando questões como mudanças climáticas, computação e novas formas de perceber o espaço em um futuro impulsionado pela máquina. A seguir, reunimos os vencedores, reconhecimentos especiais e menções honrosas da edição de 2018. Para mais informações sobre o concurso e resultados anteriores, visite o site oficial aqui.

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Seus mundos favoritos da ficção, em ilustrações de nanquim

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Cortesia de Angie's List

Em um mundo de 3D, HD, 4K e CGI, a representação arquitetônica nos setores de cinema, televisão e jogos está se tornando cada vez mais realista, cada vez mais deslumbrante e cada vez mais cara. Mas mesmo sem os efeitos especiais, as formas arquitetônicas maravilhosamente trabalhadas dos mundos fictícios de Game of Thrones, Harry Potter e da Marvel continuam impressionantes.

Para demonstrar isso, a Angie’s List produziu uma série de ilustrações de nanquim em escala de cinza de alguns dos mundos fictícios mais emblemáticos da indústria do entretenimento, celebrando estilo, forma, materialidade e sombra. Do futurismo elegante de Star Wars e Marvel às fortalezas vernaculares de Game of Thrones e Skyrim, a série Fictional Architecture captura os detalhes mais refinados de nossos universos fictícios favoritos.