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O Pavilhão da França explora conceitos de “viver com” na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025

A exposição do pavilhão francês, intitulada "Vivre avec / Living with", foi desenvolvida pelo escritório Jakob+Macfarlane, de Dominique Jakob e Brendan MacFarlane, em colaboração com Martin Duplantier Architects e Eric Daniel Lacombe EDL. O projeto da França para a Bienal de Veneza de 2025 foi selecionado por meio de um concurso em duas etapas, que envolveu uma pré-seleção inicial de cinco equipes entre 45 candidatas, seguida de uma apresentação detalhada do projeto. A proposta vencedora se concentra na capacidade da arquitetura de enfrentar desafios globais, tais como as mudanças climáticas, os conflitos e a instabilidade, utilizando uma combinação de inteligência natural, humana e artificial.

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De Pequena Veneza a Veneza: A Narrativa do Pavilhão da Venezuela de Carlo Scarpa

Situado em meio à profusão de pavilhões nacionais grandiosos e cuidadosamente projetados no Giardini della Biennale, na cidade italiana de Veneza, encontra-se uma estrutura projetada por aquele que talvez seja o arquiteto moderno mais conhecido da região. Localizado entre os pavilhões da Rússia e da Suíça, o Pavilhão da Venezuela é de autoria de Carlo Scarpa. Em muitos aspectos, o edifício sintetiza a abordagem projetual de seu arquiteto, embora apresente idiossincrasias próprias. Construído para a mais importante exposição bienal de arte da Europa, o pavilhão integra um conjunto de estruturas modernistas que sucederam as primeiras edificações, de caráter mais classicista. Esta é a sua história.

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Laboratório rural: o campo como espaço de experimentação na América Latina

E se o futuro da arquitetura não estiver nas cidades, mas além delas? Há décadas, a urbanização domina discursos e estatísticas. Somos constantemente bombardeados por dados que confirmam a ubiquidade da condição urbana, mas raramente nos perguntamos o inverso: o que aqueles que se mudaram para a cidade deixaram para trás? O que permanece vivo e em transformação longe dos centros urbanos?

O campo — historicamente subestimado — tem emergido como um território fértil de possibilidades. Mais do que um "espaço marginalizado", o rural latino-americano se afirma hoje como um verdadeiro laboratório de experimentação arquitetônica, social e ecológica. De comunidades agroecológicas a tecnologias de baixo impacto, das relações entre humanos, máquinas e outros seres vivos às soluções locais para desafios globais como a crise climática, a segurança alimentar e a migração — o campo está redesenhando, com autonomia e inventividade, seu próprio futuro.

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Projetando com crianças: 5 projetos participativos que empoderam o público jovem

Um bom design deve se adaptar às necessidades de quem o utiliza, e o design participativo busca reduzir a distância entre os/as arquitetos/as e as pessoas para as quais o projeto é concebido. Nesse sentido, projetos para crianças que as acolhem como protagonistas no processo de desenvolvimento demonstram como o potencial da escuta ativa e do codesign se reflete em espaços adaptados a uma escala menor e a um público em fase de aprendizado intenso.

Sejam jardins de infância, escolas, centros comunitários ou espaços públicos, os projetos participativos com crianças mostram como o processo de projeto pode ser uma troca enriquecedora para ambos os lados. Por um lado, as crianças aprendem sobre materiais, escalas, tomada de decisões e desenvolvem a consciência espacial. Por outro lado, os/as profissionais de arquitetura responsáveis por concretizar os desejos e necessidades desse público jovem podem exercitar a sensibilidade e a imaginação, reconhecendo uma visão de mundo diferente, focada na descoberta. Tudo isso se torna possível por meio da escuta e do diálogo aberto entre diferentes faixas etárias.

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Pavilhão da Colômbia na Expo Osaka 2025 apresenta um "cubo de gelo" dinâmico que brinca com a forma e a luz

O Pavilhão da Colômbia na Expo Osaka 2025 adota o tema "CUBO DE GELO" (ICE CUBE), inspirado na cena da obra Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez, em que um menino conhece o gelo pela primeira vez. Traduzindo essa referência literária para a forma construída, o pavilhão apresenta uma fachada de cubos translúcidos dispostos em diferentes ângulos, criando uma sensação de movimento e articulação. Projetado pela MORF Inc., com Karim Chahal na direção de projeto e Ko Oono como arquiteto/a principal, o exterior é composto por painéis de policarbonato semitransparentes integrados a uma iluminação com controle de cores, o que permite que a fachada mude de aparência ao longo do dia e da noite.

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"Podemos pensar um edifício como um microclima?": Em conversa com Bas Smets e Dennis Pohl sobre o Pavilhão Belga em Veneza

O Pavilhão da Bélgica na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025 apresenta um protótipo que integra a arquitetura de paisagem aos interiores arquitetônicos. Projetada por Bas Smets em colaboração com Stefano Mancuso, a exposição transforma o pavilhão em um microclima modelado a partir do sub-bosque de uma floresta subtropical, criando uma floresta interna que regula ativamente a temperatura e a umidade. O conceito curatorial, apoiado pelo Flanders Architecture Institute e por seu/sua diretor/a, Dennis Pohl, promove o pensamento paisagístico como uma força ativa de projeto, em vez de mera decoração externa. Nesta entrevista em vídeo gravada em Veneza, Bas Smets e Dennis Pohl explicam à equipe de edição do ArchDaily como o projeto posiciona a arquitetura como uma plataforma para a resiliência climática e propõe uma mudança nos paradigmas de projeto — de imagens estáticas para processos vivos em constante evolução.

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De Acapulco a Copenhague: 8 projetos exibidos na Bienal de Veneza 2025 que reivindicam a arquitetura existente para cidades regenerativas

Esta seleção de projetos da Bienal de Arquitetura de Veneza 2025 explora a regeneração como um processo deliberado e inteligente, enraizado nas condições específicas de cada lugar. Há décadas a Bienal funciona como um campo de testes para as ideias mais urgentes da arquitetura, permitindo que designers, pesquisadores/as e instituições apresentem visões que respondem a desafios ambientais, culturais e sociais em constante evolução. Os projetos deste ano revelam que a regeneração — seja de uma cidade costeira inteira, de uma área industrial desativada ou de um espaço público negligenciado — exige mais do que simplesmente substituir o antigo pelo novo. Ela demanda uma leitura precisa dos contextos existentes, a preservação do conhecimento incorporado e a integração cuidadosa das necessidades contemporâneas.

As oito obras selecionadas mostram que a regeneração pode surgir de múltiplos pontos de partida: a reativação do patrimônio por meio do reuso adaptativo, a restauração de sistemas ecológicos como parte do planejamento urbano, o desenvolvimento de estratégias abertas e modulares para a renovação de habitações de interesse social ou a sobreposição de inovações tecnológicas a práticas historicamente enraizadas. Embora a escala da intervenção varie, cada projeto demonstra sensibilidade em relação ao que já existe no local — sejam recursos materiais, padrões urbanos ou a memória cultural — e a disposição de trabalhar com esses ativos como catalisadores de transformação. Juntos, eles sugerem que a regeneração precisa começar em algum lugar, e que seu sucesso reside no equilíbrio entre a inovação e a inteligência do que já existe.

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Bienal de Seul 2025 revela designers das instalações de "Muros da Vida Pública"

A edição de 2025 da Bienal de Arquitetura e Urbanismo de Seul anunciou os/as 24 designers comissionados/as para criar as Walls of Public Life, uma instalação coletiva que explora como os exteriores dos edifícios podem se tornar mais expressivos, envolventes e emocionalmente ressonantes. Cada participante produzirá um fragmento de edifício de 2,4 por 4,8 metros, propondo uma nova interpretação da parede arquitetônica não como mero pano de fundo, mas sim como parte ativa da vida pública. Instaladas ao longo do lado norte da Songhyeon Green Plaza, no centro de Seul, as paredes farão parte de uma intervenção urbana maior que inclui a Humanise Wall, uma instalação de quatro andares e 90 metros de extensão ao sul do parque.

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O Pavilhão Nórdico na Bienal de Veneza de 2025 explora a arquitetura através da lente do corpo trans

A representação dos países nórdicos na 19ª Mostra Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza está sediada no célebre Pavilhão Nórdico de 1962, de Sverre Fehn, um marco do modernismo arquitetônico que representa a Suécia, a Noruega e a Finlândia. Nesta edição, os países nórdicos apresentam uma exposição que mescla arquitetura, performance e instalação artística, tratando o ambiente construído como um palco para as normas sociopolíticas da cultura baseada em combustíveis fósseis. Com curadoria de Kaisa Karvinen para o Museu de Arquitetura e Design de Helsinque, a mostra, intitulada Industry Muscle: Five Scores for Architecture, explora a arquitetura moderna sob a perspectiva do corpo trans, apresentando o trabalho do/a artista finlandês/esa Teo Ala-Ruona, que combina arte performática, teatro e coreografia.

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Da extração à regeneração: como a arquitetura pode contribuir para a mudança no desenvolvimento rural da América Latina

O meio rural sempre exerceu um papel fundamental no desenvolvimento social e econômico dos países. Até o século XVIII, era o principal espaço de produção e de organização da vida. Com a Revolução Industrial, no entanto, ocorreram profundas transformações estruturais que redefiniram essa dinâmica. A indústria passou a ocupar uma posição central, vinculando-se ao meio urbano e dando origem a uma visão dicotômica e hierarquizada entre rural e urbano, agricultura e indústria. Nesse contexto, duas visões opostas ganharam destaque: uma previa o desaparecimento do rural diante da urbanização e do avanço econômico; a outra apostava na sua permanência e renascimento. Hoje sabemos claramente qual das hipóteses se tornou verdadeira.

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Foster + Partners revela projeto para praça comercial no Chifre de Ouro de Istambul

O escritório Foster + Partners revelou os projetos para uma praça comercial localizada na margem norte do Chifre de Ouro em Istambul, Turquia. O projeto faz parte do plano diretor de Tersane, mais amplo, que propõe revitalizar 1,6 quilômetro de uma orla anteriormente subutilizada. O plano diretor integra um programa de uso misto com comércio de varejo, áreas residenciais, hotelaria, edifícios culturais e espaços públicos paisagísticos, com o objetivo de melhorar o acesso ao longo da costa. A praça fica próxima a vários dos marcos históricos de Istambul, inspirando-se no patrimônio industrial e marítimo da região. A escala do projeto e as escolhas de materiais refletem esse contexto, buscando se alinhar às camadas históricas do local ao mesmo tempo em que introduzem um ambiente comercial contemporâneo.

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“Mesmo que você queira ser jardineiro/a, estude arquitetura”: Sir Peter Cook, cofundador do Archigram, sobre ousadia, criatividade e o ensino de arquitetura

Sir Peter Cook é um arquiteto, professor e escritor inglês, além de membro fundador do grupo de design neofuturista Archigram, ao lado de Warren Chalk, Ron Herron, David Greene e Michael Webb. Além de conceitos urbanos radicais e de imagens visionárias desenvolvidos pelo grupo, ele cofundou o CRAB Studio (Cook Robotham Architectural Bureau) com David Robotham em 2006, onde desenvolveram projetos construídos, conceituais e especulativos. Recentemente, ele projetou o Play Pavilion, localizado ao lado da Serpentine South em Kensington Gardens, inaugurado no Dia Mundial do Brincar, em 11 de junho de 2025. Ele também é conhecido pela Fachada de Luz e Mídia BIX no MoMA e por sua série de desenhos e colagens que exploram espaços, elementos construtivos e paisagens orgânicas.

Em sua segunda entrevista ao ArchDaily, Sir Peter Cook conversou com a editora-chefe, Christele Harrouk, no World Architecture Festival 2025. Enquanto a primeira conversa se concentrou em seus conselhos para jovens arquitetos e arquitetas, esta nova conversa ocorreu após sua apresentação no WAF sobre o livro a ser lançado, Archigram Ten, um projeto editorial que resgata o espírito da revista original com membros fundadores e designers contemporâneos. Com base nesses temas, ele reflete sobre inteligência artificial, o impacto da COVID-19 em sua própria prática e as pedagogias arquitetônicas atuais.

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A praça do mercado como núcleo cívico: 5 projetos que exploram abordagens contemporâneas para o projeto de mercados no México

A arquitetura de mercados contemporânea no México frequentemente se inspira em seus precedentes pré-hispânicos. O Mercado de Tlatelolco na antiga Tenochtitlan, por exemplo, caracterizava-se por uma grande praça aberta pavimentada com pedras e "ruas" demarcadas, divididas em seções para mercadorias específicas, servindo como um importante ponto de encontro para o intercâmbio social e econômico. De modo semelhante, a tradição dos Tianguis, uma tipologia de mercado efêmero integrada à ampla tradição mesoamericana, também organizava barracas em corredores dentro de uma praça pública, refletindo os princípios de organização observados em Tlatelolco. Esses modelos históricos estabeleceram as bases para a tradição dos mercados públicos no México e em países da América Central, onde o espaço público se funde ao arranjo estruturado do comércio. Hoje, embora muitos dos espaços comerciais do México — com destaque para a Central de Abasto na Cidade do México e outros mercados tradicionais como Jamaica, Merced e San Juan — tenham adotado um caráter permanente no atendimento às suas comunidades, os tianguis mantêm sua forte presença na sociedade mexicana.

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Entre matéria e gesto, arquiteturas que pensam através dos detalhes

Um projeto pode ser desenhado em linhas gerais, mas é construído nos detalhes. Por mais simples que pareça, uma escada envolve um nível significativo de engenharia. Algumas são visivelmente mais cansativas ou difíceis de subir e descer. Para solucionar isso, no século XVII, o arquiteto François Blondel propôs uma fórmula para garantir a proporção ideal entre espelho e piso — uma equação que, quando respeitada, proporciona um percurso confortável. No entanto, há outro fator igualmente decisivo: todos os degraus devem ser idênticos. Isso pode soar trivial e lógico, mas executar qualquer coisa com precisão é sempre um desafio construtivo. Nosso corpo se adapta rapidamente às dimensões dos degraus, e qualquer variação (mesmo mínima) pode causar tropeços sucessivos ou passos em falso. Um detalhe aparentemente insignificante, quando mal resolvido, pode comprometer o bem-estar e a segurança de um edifício inteiro.

A Casa Branca anuncia planos para novo salão de festas

A Casa Branca revelou planos para um novo espaço permanente de eventos em seus terrenos históricos. Com o objetivo de solucionar antigas limitações de espaço para cerimônias de grande escala, o proposto Salão de Festas de Estado da Casa Branca oferecerá um local com capacidade ampliada. O escritório McCrery Architects, sediado em Washington e reconhecido por seu trabalho em arquitetura clássica, foi inicialmente nomeado como arquiteto/a responsável. A Clark Construction supervisionará a obra, com suporte de engenharia fornecido pela AECOM. O início da construção está previsto para setembro de 2025, com conclusão planejada ainda durante o atual mandato presidencial.

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Zaha Hadid Architects revela imagens de um novo projeto residencial em Málaga, Espanha.

A incorporadora imobiliária Sierra Blanca Estates anunciou oficialmente planos para construir um novo bairro residencial na cidade litorânea de Málaga, Espanha. Segundo a equipe de desenvolvimento, a proposta visa atender à crescente demanda por habitação na capital da comunidade autônoma da Andaluzia, localizada às margens do Mar Mediterrâneo, no sul da Península Ibérica. O novo bairro está planejado para a área de El Bulto e incluirá um edifício de 21 andares projetado pelo escritório Zaha Hadid Architects.

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Barreiras ao BIM: Por que a cultura da construção na Índia retarda a adoção de tecnologia

Apontado como a nova era da construção, o Building Information Modeling (BIM) conquistou a atenção global com sua promessa de coordenação fluida, orçamentos reduzidos e novos patamares de eficiência. No entanto, no cenário da construção civil na Índia, a adoção dessa tecnologia revela uma história mais complexa, marcada por barreiras culturais e limitações técnicas.

"A maior barreira não é a tecnologia, mas sim a cultura de planejamento", explica Rahul Bahl, Diretor Executivo da Krishna Buildestates Pvt Ltd, destacando o que talvez seja o desafio mais fundamental do BIM na Índia. "O BIM exige que cada detalhe seja definido antes do início da construção, desde a localização dos interruptores elétricos até os acabamentos finais. Na Índia, costumamos iniciar as obras apenas com a estrutura bruta resolvida e passamos os meses seguintes aplicando engenharia de valor ao longo do processo."

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O papel da tecnologia no design do futuro: perspectivas do SCI-Arc na Bienal de Veneza

A 19ª Exposição Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza conta com uma presença marcante da comunidade da SCI-Arc, incluindo estudantes, ex-alunos/as e docentes. Seus trabalhos estão presentes em diversos contextos—desde pavilhões nacionais até instalações independentes e projetos de pesquisa—, dialogando criticamente com o tema deste ano, Intelligens. A mostra se consolida como uma plataforma instigante para explorar questões fundamentais da pedagogia da SCI-Arc: o futuro do design, o papel da tecnologia e as possibilidades da experimentação arquitetônica.

Safdie Architects dá início às obras do projeto de expansão do Marina Bay Sands em Singapura

O escritório Safdie Architects iniciou as obras de uma aguardada expansão do Marina Bay Sands em Singapura. Liderado por Moshe Safdie, que também concebeu o empreendimento original de 2010, o novo projeto está localizado em um terreno adjacente ao resort existente. A expansão trará um hotel de luxo com 570 quartos e uma arena com capacidade para 15 mil pessoas projetada pelo escritório Populous, marcando o que deve ser o capítulo final na evolução do icônico complexo.

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O Pavilhão da Alemanha testa os limites urbanos em um mundo mais quente na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2025

A contribuição da Alemanha para a 19ª Bienal de Arquitetura de Veneza de 2025 expõe os visitantes física e psicologicamente ao futuro clima urbano: um STRESSTEST que torna palpável a necessidade de ação imediata. A exposição assume uma postura clara: as mudanças climáticas são uma realidade irreversível e as medidas tomadas até o momento são insuficientes. Apresenta-se um cenário em que as mudanças climáticas se manifestam globalmente por meio do aumento das temperaturas, de eventos climáticos extremos e da elevação do nível do mar, com impactos sentidos diretamente em nível local: espaços urbanos sofrendo com o estresse térmico. Os/as curadores/as Nicola Borgmann, Elisabeth Endres, Gabriele G. Kiefer e Daniele Santucci conceberam uma exposição para destacar os impactos do aquecimento global na vida urbana em um apelo urgente à ação, enfatizando que essa realidade ameaça a vida social urbana, a produtividade, a saúde e a sobrevivência dos cidadãos.

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Paisagens Lúdicas e Imaginação Pública: O Brincar Ambíguo na Vida Urbana de Hong Kong

Quando pensamos em cidades e vida urbana, costumamos focar em infraestrutura, cultura, comércio, vida noturna e densidade. Em metrópoles que parecem oferecer uma infinidade de atividades — especialmente para adultos —, o brincar raramente entra em pauta. No entanto, o ato de brincar deve ser considerado parte vital da vida urbana. O brincar influencia diretamente a maneira como moldamos nossas futuras cidades, a começar pela forma como as crianças interagem com seus ambientes. A experiência lúdica e, mais especificamente, o desenho e a presença de parquinhos infantis deixam marcas duradouras no desenvolvimento dos jovens nas cidades. Esses espaços constituem a primeira conexão física da criança com a paisagem urbana. Sendo assim, o brincar merece muito mais atenção nos debates sobre bem-estar urbano, habitabilidade e projeto do espaço público.

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Projetar com a Memória: O Legado Duradouro de Rafayel Israelyan na Armênia

Em uma época na qual grande parte da arquitetura global parece desconectada da identidade local, a obra de Rafayel Israelyan se destaca por estar profundamente enraizada no lugar, na cultura e na memória. Atuando na Armênia de meados do século XX, Israelyan criou uma arquitetura que vai além do funcional ou do monumental; trata-se de uma obra culturalmente resiliente. O uso de motivos, materiais e formas simbólicas tradicionais da Armênia deu aos seus projetos uma segunda vida após a queda da União Soviética, momento em que muitos edifícios nos Estados pós-soviéticos foram abandonados ou demolidos. A Armênia, por outro lado, preservou muitas de suas obras, provavelmente porque sua abordagem de projeto não apenas atendia a um momento histórico específico, mas também narrava uma história mais ampla. Muito antes de conceitos como sustentabilidade ou regionalismo crítico se popularizarem, Israelyan já compreendia que as edificações ganham significado e durabilidade quando refletem a identidade e as características específicas de seu lugar.

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Helmut Swiczinsky, cofundador do Coop Himmelb(L)AU, morre aos 81 anos

Helmut Swiczinsky, cofundador do coletivo de arquitetura vienense Coop Himmelb(l)au e uma figura fundamental na arquitetura experimental e desconstrutivista, faleceu em 29 de julho de 2025, aos 81 anos. Nascido em 1944 em Poznań, na Polônia, estudou arquitetura na Universidade de Tecnologia de Viena e na Architectural Association em Londres.

Em 1968, Swiczinsky cofundou o escritório Coop Himmelb(l)au ao lado de Wolf D. Prix e Michael Holzer. O estúdio rapidamente conquistou reconhecimento internacional por sua abordagem projetual radical, caracterizada por geometrias fragmentadas, sistemas estruturais expostos e complexidade espacial. Após a saída de Holzer em 1971, Swiczinsky e Prix continuaram à frente do escritório ao longo das décadas de 1980 e 1990, consolidando-o como uma das vozes mais proeminentes do movimento desconstrutivista.

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O Pavilhão da Finlândia na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2025 explora a arquitetura como um esforço colaborativo

A Archinfo, Centro de Informação da Arquitetura Finlandesa, anunciou o tema, a curadoria e a equipe de exposição do Pavilhão da Finlândia na 19ª Mostra Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza. A exposição, intitulada "The Pavilion – Architecture of Stewardship", focará no trabalho diversificado envolvido na construção e manutenção da arquitetura, desde as contribuições de projeto por profissionais de arquitetura e engenharia até os esforços de profissionais da construção, arquitetos/as de restauro, equipes de manutenção e profissionais de limpeza, todos com papéis fundamentais na criação e conservação do ambiente construído. Com curadoria de Ella Kaira e Matti Jänkälä, do escritório de arquitetura Vokal, sediado em Helsinque, a mostra utilizará o Pavilhão da Finlândia de Alvar e Elissa Aalto para explorar a arquitetura como um esforço colaborativo.

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