1. ArchDaily
  2. Noticias

Noticias

Um diálogo com o passado: técnicas de preservação de villas históricas na Itália

Acesso exclusivo | 

A rica história da Itália, evidente em seus monumentos e cidades, criou um contexto único para a renovação arquitetônica. Os/as arquitetos/as italianos/as frequentemente abraçam esse patrimônio ao estabelecer um diálogo entre o antigo e o novo, em vez de buscar uma transformação completa. Essa abordagem evita deliberadamente um estilo imitativo. Em vez disso, utilizam materiais contemporâneos como aço, vidro e novas madeiras para emoldurar e destacar a cantaria de pedra e a alvenaria de tijolos históricas preexistentes. Essa justaposição transforma os materiais originais de simples elementos estruturais em protagonistas decorativos e narrativos. O resultado é uma experiência em camadas na qual a história do espaço permanece visível, garantindo que ela seja preservada, e não apagada pela reforma.

Um diálogo com o passado: técnicas de preservação de villas históricas na Itália - Image 1 of 4Um diálogo com o passado: técnicas de preservação de villas históricas na Itália - Image 2 of 4Um diálogo com o passado: técnicas de preservação de villas históricas na Itália - Image 3 of 4Um diálogo com o passado: técnicas de preservação de villas históricas na Itália - Image 4 of 4Um diálogo com o passado: técnicas de preservação de villas históricas na Itália - Mais Imagens+ 2

Mudando de perspectiva: como 63 cores interagem com os espaços arquitetônicos

Na arquitetura, o efeito da cor raramente é neutro. Ela tem o poder de acalmar ou energizar, expandir ou comprimir o espaço, unificar ou dividir. Longe de ser apenas uma camada decorativa, a cor é uma ferramenta que arquitetos/as, designers de interiores e designers utilizam para estruturar a atmosfera e a percepção. Ao lado da luz, do material e da proporção, trata-se de um dos instrumentos mais precisos disponíveis para orientar a experiência espacial. Quando tratada de forma deliberada, torna-se um sistema — que permite aos/às profissionais articular relações entre espaços, estabelecer atmosferas e criar continuidade em várias escalas.

A cor não se limita à pintura. Superfícies, materiais, acabamentos e elementos técnicos possuem, todos, peso cromático. No entanto, na prática, a cor muitas vezes permanece irregular nos detalhes mais sutis — interruptores, tomadas, interfones —, surgindo frequentemente como interrupções neutras. Essa lacuna evidencia uma questão mais ampla: se a cor deve ser considerada uma verdadeira ferramenta arquitetônica, não deveria ela se estender a cada detalhe, por menor que seja? Diante disso, a fabricante alemã JUNG estendeu a Polychromie Architecturale de Le Corbusier para as instalações elétricas, permitindo que componentes essenciais da edificação falem a mesma linguagem da arquitetura circundante.

Transformando resíduos de pranchas de surfe em casas resilientes ao clima no Havaí

Acesso exclusivo | 

O surfe é, sem dúvida, um dos esportes mais impactantes visualmente e fascinantes. Uma coreografia fluida que combina força e delicadeza, como uma dança sobre as ondas, atrai entusiastas por todos os oceanos do mundo. No entanto, por trás dessa imagem de liberdade e conexão com a natureza, o esporte também carrega contradições. É um símbolo de vida ao ar livre e respeito pelo oceano, mas, por outro lado, é marcado por disputas territoriais pelas ondas e por uma pegada ambiental que raramente recebe a mesma atenção dedicada à sua estética. Em tempos de crise climática, esse paradoxo se torna ainda mais evidente. O surfe depende diretamente da saúde dos ecossistemas marinhos — justamente os mais afetados pela poluição e pelo aquecimento global. Essa tensão tem impulsionado uma nova geração de shapers, arquitetos/as e designers de materiais a buscar alternativas, desde espumas biodegradáveis e recicladas até o reaproveitamento de resíduos industriais, a fim de reconectar o esporte à sua dimensão ecológica.

21st Europe e Spacon propõem ‘Continente do Brincar’ como infraestrutura cívica por toda a Europa

21st Europe, um think tank com sede em Copenhague fundado por Kaave Pour, antiga liderança de criação do SPACE10, apresentou seu segundo grande plano de ação, Continent of Play. Desenvolvido em colaboração com o estúdio de design e arquitetura Spacon, a proposta reimagina os playgrounds como infraestruturas cívicas vitais, posicionando-os ao lado de museus, hubs de transporte e redes de energia como espaços definidores para o futuro da Europa.

21st Europe e Spacon propõem ‘Continente do Brincar’ como infraestrutura cívica por toda a Europa - Imagen 1 de 421st Europe e Spacon propõem ‘Continente do Brincar’ como infraestrutura cívica por toda a Europa - Imagen 2 de 421st Europe e Spacon propõem ‘Continente do Brincar’ como infraestrutura cívica por toda a Europa - Imagen 3 de 421st Europe e Spacon propõem ‘Continente do Brincar’ como infraestrutura cívica por toda a Europa - Imagen 4 de 421st Europe e Spacon propõem ‘Continente do Brincar’ como infraestrutura cívica por toda a Europa - Mais Imagens+ 13

“Nossa mensagem desta vez foi de otimismo”: Em conversa com Farrokh Derakhshani, diretor do Prêmio Aga Khan de Arquitetura

Hoje, 2 de setembro, foram anunciados os sete projetos vencedores do 16º Ciclo (2023–2025) do Prêmio Aga Khan de Arquitetura, após avaliações locais dos 19 projetos finalistas revelados em junho. Estabelecido em 1977, o Prêmio busca identificar e incentivar conceitos projetuais que respondam às necessidades físicas, sociais e econômicas de comunidades com presença muçulmana significativa, ao mesmo tempo em que atendem às suas aspirações culturais. Para compreender a visão por trás das propostas vencedoras deste ciclo, a chefia de redação do ArchDaily, representada por Christele Harrouk, conversou com Farrokh Derakhshani, que colabora com a premiação há mais de quatro décadas. Ele descreveu a iniciativa como "uma mensagem curada para o mundo", uma mensagem que evolui com o tempo.

“Nossa mensagem desta vez foi de otimismo”: Em conversa com Farrokh Derakhshani, diretor do Prêmio Aga Khan de Arquitetura - 1 的图像 4“Nossa mensagem desta vez foi de otimismo”: Em conversa com Farrokh Derakhshani, diretor do Prêmio Aga Khan de Arquitetura - 2 的图像 4“Nossa mensagem desta vez foi de otimismo”: Em conversa com Farrokh Derakhshani, diretor do Prêmio Aga Khan de Arquitetura - 3 的图像 4“Nossa mensagem desta vez foi de otimismo”: Em conversa com Farrokh Derakhshani, diretor do Prêmio Aga Khan de Arquitetura - 4 的图像 4“Nossa mensagem desta vez foi de otimismo”: Em conversa com Farrokh Derakhshani, diretor do Prêmio Aga Khan de Arquitetura - Mais Imagens+ 4

Prêmio Aga Khan de Arquitetura anuncia os vencedores de 2025

O Júri de Premiação independente do 16º Ciclo (2023–2025) do Prêmio Aga Khan de Arquitetura anunciou sete vencedores, selecionados após avaliações locais dos projetos finalistas em junho deste ano. De forma coletiva, as obras premiadas demonstram o potencial da arquitetura de atuar como catalisadora para o pluralismo, a resiliência comunitária, a transformação social, o diálogo cultural e o design responsivo ao clima. Dois projetos do Irã, e um de cada um dos seguintes países: Bangladesh, China, Egito, Paquistão e Palestina, compartilharão o prêmio de US$ 1 milhão, uma das premiações mais significativas no campo da arquitetura.

Prêmio Aga Khan de Arquitetura anuncia os vencedores de 2025 - Imagen 1 de 4Prêmio Aga Khan de Arquitetura anuncia os vencedores de 2025 - Imagen 2 de 4Prêmio Aga Khan de Arquitetura anuncia os vencedores de 2025 - Imagen 3 de 4Prêmio Aga Khan de Arquitetura anuncia os vencedores de 2025 - Imagen 4 de 4Prêmio Aga Khan de Arquitetura anuncia os vencedores de 2025 - Mais Imagens+ 63

Sala dentro de sala: espaços acústicos que se adaptam às necessidades contemporâneas

Acesso exclusivo | 

Os ambientes de trabalho e de aprendizado passaram por profundas transformações nas últimas décadas. Nos escritórios, as estações de trabalho fechadas e as salas compartimentadas deram lugar a layouts abertos e colaborativos. Em escolas e universidades, as salas de aula tradicionais, com configurações rígidas, lousas e fileiras de carteiras, foram substituídas por espaços mais dinâmicos, flexíveis e interativos. Em ambos os contextos, o objetivo era incentivar a integração, a criatividade e a troca constante. No entanto, essa abertura também trouxe novos desafios: o aumento das distrações, a sobrecarga sensorial e a dificuldade de encontrar momentos de foco ou introspecção. Quanto mais removemos barreiras em prol da fluidez e da colaboração, mais essencial se torna oferecer momentos de quietude, intimidade e equilíbrio sensorial para quem precisa se autorregular. O desafio é tanto espacial quanto psicológico, levantando uma questão fundamental para a arquitetura: como podemos apoiar a conexão e o recolhimento, a atividade e o silêncio, ao mesmo tempo?

Mobilidade urbana como sistema: de cidades centradas no carro a cidades centradas nas pessoas

Acesso exclusivo | 

Em meio às artérias congestionadas de Los Angeles, onde os carros há muito dominam as ruas, o futuro da mobilidade urbana está sendo questionado. Essa reorientação não visa à simples remoção dos carros ou à introdução de novas tecnologias, mas a vislumbrar a cidade como um sistema integrado no qual pessoas, lugares e veículos coexistam em equilíbrio. Os automóveis já não são o centro inquestionável da vida urbana; em vez disso, passam a ser tratados como apenas um componente de uma rede de transporte multimodal mais ampla. O design agora busca priorizar as necessidades e experiências humanas em detrimento do domínio dos veículos.

Mobilidade urbana como sistema: de cidades centradas no carro a cidades centradas nas pessoas - Image 1 of 4Mobilidade urbana como sistema: de cidades centradas no carro a cidades centradas nas pessoas - Image 2 of 4Mobilidade urbana como sistema: de cidades centradas no carro a cidades centradas nas pessoas - Image 3 of 4Mobilidade urbana como sistema: de cidades centradas no carro a cidades centradas nas pessoas - Image 4 of 4Mobilidade urbana como sistema: de cidades centradas no carro a cidades centradas nas pessoas - Mais Imagens+ 2

O Pavilhão da Itália na Bienal de Arquitetura de Veneza insta a repensar a relação entre terra e mar

O Pavilhão da Itália na 19ª Mostra Internacional de Arquitetura – La Biennale di Venezia está situado nas Tese delle Vergini do Arsenale e é promovido pela Direção-Geral de Criatividade Contemporânea do Ministério da Cultura da Itália. Este ano, o Pavilhão sedia reflexões arquitetônicas, científicas e culturais sobre o Mar Mediterrâneo e seus oceanos adjacentes, em uma exposição intitulada "Terrae Aquae. A Itália e a Inteligência do Mar", com curadoria da arquiteta e professora Guendalina Salimei. A exposição reúne projetos de diversos setores da sociedade italiana por meio de uma convocatória aberta, cujo objetivo foi repensar o limite entre a terra e a água como um sistema integrado de arquitetura, infraestrutura e paisagem. Em resposta ao tema central da Bienal, a mostra busca estimular o despertar de uma inteligência coletiva capaz de desencadear uma renovação nessa relação, partindo da costa italiana e expandindo-se globalmente.

O Pavilhão da Itália na Bienal de Arquitetura de Veneza insta a repensar a relação entre terra e mar - Imagem de DestaqueO Pavilhão da Itália na Bienal de Arquitetura de Veneza insta a repensar a relação entre terra e mar - 1 的图像 4O Pavilhão da Itália na Bienal de Arquitetura de Veneza insta a repensar a relação entre terra e mar - 2 的图像 4O Pavilhão da Itália na Bienal de Arquitetura de Veneza insta a repensar a relação entre terra e mar - 3 的图像 4O Pavilhão da Itália na Bienal de Arquitetura de Veneza insta a repensar a relação entre terra e mar - Mais Imagens+ 45

Superprovisionamento: Explorando espaços intencionalmente desperdiçados no projeto residencial

Acesso exclusivo | 

O sobredimensionamento pode ser visto como uma estratégia arquitetônica sob a ótica da resiliência — tornando os espaços adaptáveis a mudanças, reinterpretações e necessidades futuras. Contudo, será que o sobredimensionamento também poderia oferecer uma perspectiva produtiva para repensar o design espacial? Existem paralelos na teoria ou na prática arquitetônica que se alinhem a esse conceito, conforme explorado por figuras notáveis no discurso sobre o espaço?

Essa questão torna-se particularmente relevante no design residencial, sobretudo em regiões como Hong Kong ou Tóquio, onde a demanda para maximizar o espaço é uma norma cultural e prática. Profissionais de design são frequentemente desafiados/as a "aproveitar cada centímetro" para armazenamento ou funcionalidade, refletindo uma tendência entre os/as moradores/as de acumular pertences de forma desproporcional aos seus espaços de vida. 

Superprovisionamento: Explorando espaços intencionalmente desperdiçados no projeto residencial - Image 1 of 4Superprovisionamento: Explorando espaços intencionalmente desperdiçados no projeto residencial - Image 2 of 4Superprovisionamento: Explorando espaços intencionalmente desperdiçados no projeto residencial - Image 3 of 4Superprovisionamento: Explorando espaços intencionalmente desperdiçados no projeto residencial - Image 4 of 4Superprovisionamento: Explorando espaços intencionalmente desperdiçados no projeto residencial - Mais Imagens+ 12

Projetando com abóbadas: 10 projetos residenciais que maximizam a luz e o volume

Acesso exclusivo | 

O termo abóbada na arquitetura refere-se a uma estrutura em arco autoportante que forma um teto ou cobertura, capaz de criar, de forma eficaz, um amplo espaço livre de pilares. Enquanto as abóbadas de alvenaria tradicionais transferem as cargas para paredes e contrafortes, as versões contemporâneas são definidas de forma mais ampla como qualquer teto que acompanha a linha da cobertura, criando um interior alto e curvo. Estes tetos modernos costumam ser estruturados com materiais como concreto, madeira ou aço, que oferecem a flexibilidade estrutural necessária para criar o efeito dramático de uma abóbada sem suas restrições históricas. A abóbada de arco pleno, em particular, parece ser uma das formas prediletas recentemente por sua geometria simples e elegante, bem como por sua capacidade de se adaptar a uma variedade de estilos residenciais contemporâneos.

Projetando com abóbadas: 10 projetos residenciais que maximizam a luz e o volume - Image 1 of 4Projetando com abóbadas: 10 projetos residenciais que maximizam a luz e o volume - Image 2 of 4Projetando com abóbadas: 10 projetos residenciais que maximizam a luz e o volume - Image 3 of 4Projetando com abóbadas: 10 projetos residenciais que maximizam a luz e o volume - Image 4 of 4Projetando com abóbadas: 10 projetos residenciais que maximizam a luz e o volume - Mais Imagens+ 7

O Monumento Transposto: Murray House e o Paradoxo da Preservação

Acesso exclusivo | 

Na preservação da arquitetura, existem muitas abordagens possíveis — que vão desde tratar um edifício como um monumento estático, restaurando-o meticulosamente in situ a ponto de limitar o acesso público, até estratégias adaptativas que reprogramam e modificam os espaços internos, mantendo elementos arquitetônicos essenciais, como a materialidade e a forma estrutural. No entanto, um método se destaca, tanto pela ambição quanto pela controvérsia: o de desmantelar deliberadamente um edifício — tijolo por tijolo —, etiquetar e documentar meticulosamente cada parte e armazená-lo até que surja um novo local, propósito ou narrativa. Em seguida, remontá-lo do zero, possivelmente para um uso totalmente diferente. Embora o contexto original se perca, essa estratégia visa preservar o significado cultural por meio da transformação, e não da estagnação. Esta é a história da Murray House em Stanley, Hong Kong.

Originalmente construída em 1846 como alojamento para oficiais militares britânicos no distrito de Central, a Murray House foi um dos primeiros exemplos de arquitetura neoclássica em Hong Kong — um vestígio único e duradouro do passado colonial da cidade. Suas robustas colunatas de granito e fachada simétrica erguiam-se como um símbolo de permanência clássica. Durante a ocupação japonesa de Hong Kong em 1941, a função do edifício foi redefinida para servir como centro de comando da polícia militar japonesa. O edifício sobreviveu à guerra e continuou a abrigar vários departamentos governamentais ao longo das décadas do pós-guerra.

O Monumento Transposto: Murray House e o Paradoxo da Preservação - Imagen 1 de 4O Monumento Transposto: Murray House e o Paradoxo da Preservação - Imagen 2 de 4O Monumento Transposto: Murray House e o Paradoxo da Preservação - Imagen 3 de 4O Monumento Transposto: Murray House e o Paradoxo da Preservação - Imagen 4 de 4O Monumento Transposto: Murray House e o Paradoxo da Preservação - Mais Imagens+ 13

Playgrounds não convencionais: construídos com sucata, moldados pelo concreto, libertados pelo brincar

Acesso exclusivo | 

E se o melhor tipo de brincadeira não for o mais seguro? Há décadas, as cidades constroem playgrounds para serem limpos, coloridos e fáceis de supervisionar. No entanto, esses espaços — projetados mais para a tranquilidade dos adultos do que para a curiosidade das crianças — muitas vezes eliminam o que torna o brincar verdadeiramente transformador: o risco, a imprevisibilidade e a autonomia. Padrões de segurança cada vez mais rígidos, o encolhimento do espaço público e a mercantilização dos equipamentos de lazer limitaram ainda mais as possibilidades de exploração independente das crianças. De um depósito de sucata na Copenhague dos anos 1940 às paisagens de concreto da Amsterdã do pós-guerra, um pequeno grupo de arquitetos/as, urbanistas e ativistas desafiou a ideia de que o brincar deve ser ordenado e controlado. Seus playgrounds não convencionais — feitos de peças soltas, materiais brutos e formas abstratas — deram às crianças a liberdade de construir, demolir, explorar e se sujar.

Playgrounds não convencionais: construídos com sucata, moldados pelo concreto, libertados pelo brincar - Imagen 1 de 4Playgrounds não convencionais: construídos com sucata, moldados pelo concreto, libertados pelo brincar - Imagen 2 de 4Playgrounds não convencionais: construídos com sucata, moldados pelo concreto, libertados pelo brincar - Imagen 3 de 4Playgrounds não convencionais: construídos com sucata, moldados pelo concreto, libertados pelo brincar - Imagen 4 de 4Playgrounds não convencionais: construídos com sucata, moldados pelo concreto, libertados pelo brincar - Mais Imagens+ 8

Um conto de dois estudantes: como as decisões de projeto em etapas iniciais moldam o sucesso educacional

Acesso exclusivo | 

Dois estudantes sentam-se a uma carteira de distância. Um/a se destaca em ciências; o/a outro/a tem dificuldades. Um/a recebe elogios, o/a outro/a, críticas. Um/a ganha confiança, o/a outro/a a perde aos poucos. É fácil presumir que a diferença se deve ao esforço, à criação ou à habilidade natural. Mas e se o verdadeiro fator decisivo fosse a própria sala de aula? Imagine que o/a estudante que ficou para trás sentasse, todos os dias, em uma carteira ofuscada pelo brilho excessivo de janelas mal posicionadas. Com assentos fixos na sala, não era possível mudar de lugar. Com o tempo, essa distração pequena, mas constante, transformou-se em desinteresse, e o desinteresse minou sua confiança. Uma reação em cadeia desencadeada não pelo esforço, mas pelo design.

Snøhetta revela plano diretor de Jesselton Docklands em Kota Kinabalu, Malásia

O escritório Snøhetta revelou os planos para Jesselton Docklands, um plano diretor para uma orla tropical em Kota Kinabalu, na Malásia, localizada na ilha de Bornéu. O projeto de desenvolvimento urbano reimagina o antigo porto da cidade como um polo cívico e cultural, fortalecendo sua conexão com a orla e posicionando-a como uma nova porta de entrada para Sabah e para a região do Sudeste Asiático. Situado próximo ao Aeroporto Internacional de Kota Kinabalu, o complexo inclui um novo terminal de balsas e cruzeiros, integrando a infraestrutura ao contexto ecológico e cultural da ilha para consolidar a cidade como um importante ponto de conexão regional.

Snøhetta revela plano diretor de Jesselton Docklands em Kota Kinabalu, Malásia - Imagen 1 de 4Snøhetta revela plano diretor de Jesselton Docklands em Kota Kinabalu, Malásia - Imagen 2 de 4Snøhetta revela plano diretor de Jesselton Docklands em Kota Kinabalu, Malásia - Imagen 3 de 4Snøhetta revela plano diretor de Jesselton Docklands em Kota Kinabalu, Malásia - Imagen 4 de 4Snøhetta revela plano diretor de Jesselton Docklands em Kota Kinabalu, Malásia - Mais Imagens+ 4

MVRDV projeta masterplan com instalações turísticas inspiradas em rochas para Jialeshui, Taiwan

MVRDV revelou o projeto de infraestrutura e instalações turísticas semelhantes a rochas para a área costeira taiwanesa de Jialeshui, um destino cênico no extremo sul de Taiwan. O governo do condado de Pingtung selecionou recentemente a proposta de projeto apresentada pelo MVRDV em colaboração com a HWC Architects para a transformação de uma área conhecida por suas formações rochosas esculpidas pelo vento e pela água, incluindo uma série de estruturas inspiradas nessas formas naturais. O projeto, um masterplan intitulado Nature Rocks, introduz uma rede de novos caminhos e espaços públicos, além de acrescentar edifícios de pequena escala, incluindo um centro de visitantes principal e três mirantes, dentro da área construída existente.

MVRDV projeta masterplan com instalações turísticas inspiradas em rochas para Jialeshui, Taiwan - Imagem 1 de 4MVRDV projeta masterplan com instalações turísticas inspiradas em rochas para Jialeshui, Taiwan - Imagem 2 de 4MVRDV projeta masterplan com instalações turísticas inspiradas em rochas para Jialeshui, Taiwan - Imagem 3 de 4MVRDV projeta masterplan com instalações turísticas inspiradas em rochas para Jialeshui, Taiwan - Imagem 4 de 4MVRDV projeta masterplan com instalações turísticas inspiradas em rochas para Jialeshui, Taiwan - Mais Imagens+ 16

Do Japão à Arábia Saudita: 8 projetos de hospitalidade não construídos que redefinem o futuro de hotéis e resorts

Acesso exclusivo | 

Na arquitetura contemporânea, o projeto de hotéis já não é definido unicamente pelo luxo e pela hospedagem. Em vez disso, está se tornando uma plataforma para explorar questões de identidade, ecologia e significado cultural. Mais do que oferecer quartos e comodidades, os hotéis de hoje buscam criar experiências imersivas que conectam viajantes a tradições, paisagens e comunidades locais. Nesta seleção com curadoria de projetos de hotelaria não construídos, enviados pela comunidade do ArchDaily, propostas especulativas e vencedoras de concursos oferecem um vislumbre do futuro do setor, no qual a sustentabilidade e a narrativa são tão fundamentais quanto o conforto e o estilo.

Do Japão à Arábia Saudita: 8 projetos de hospitalidade não construídos que redefinem o futuro de hotéis e resorts - Image 12 of 4Do Japão à Arábia Saudita: 8 projetos de hospitalidade não construídos que redefinem o futuro de hotéis e resorts - Image 16 of 4Do Japão à Arábia Saudita: 8 projetos de hospitalidade não construídos que redefinem o futuro de hotéis e resorts - Image 21 of 4Do Japão à Arábia Saudita: 8 projetos de hospitalidade não construídos que redefinem o futuro de hotéis e resorts - Image 9 of 4Do Japão à Arábia Saudita: 8 projetos de hospitalidade não construídos que redefinem o futuro de hotéis e resorts - Mais Imagens+ 48

Do BIM à IA, o salto para a construção verdadeiramente inteligente

 | Artigo patrocinado

O setor de Arquitetura, Engenharia, Construção e Operação (AECO) vem atravessando, nas últimas décadas, um processo de transformação digital sem precedentes. Desde os tempos em que os projetos eram representados exclusivamente em papel, uma realidade que perdurou até o início dos anos 1980, a área já passou por marcos importantes com a adoção do CAD (Desenho Assistido por Computador) e, mais recentemente, do BIM (Modelagem da Informação da Construção). Agora, uma nova transição se impõe, e promete ser ainda mais profunda. A Inteligência Artificial (IA), que até pouco tempo parecia restrita a laboratórios ou conceitos futuristas, começa a ocupar um lugar prático e estratégico na forma como projetamos, construímos e gerenciamos nossos edifícios e cidades.

Arquitetura de jardins de infância: espaços imaginativos que moldam a infância e a criatividade

Acesso exclusivo | 

A arquitetura de escolas de educação infantil há muito se destaca como um campo onde o design e a imaginação convergem. Ao contrário da maioria das tipologias de edifícios, esses espaços são concebidos não apenas para abrigar e funcionar, mas para moldar as primeiras experiências de curiosidade, brincadeira e interação social. Ao longo da história, o design de escolas infantis evoluiu junto com as mudanças pedagógicas, passando de primórdios modestos e utilitários para ambientes altamente intencionais que estimulam tanto o aprendizado quanto o encantamento. Nesse contexto, a arquitetura torna-se mais do que um pano de fundo — ela se transforma em um/a educador/a silencioso/a, capaz de nutrir o desenvolvimento emocional, cognitivo e físico.

Arquitetura de jardins de infância: espaços imaginativos que moldam a infância e a criatividade - Imagen 1 de 4Arquitetura de jardins de infância: espaços imaginativos que moldam a infância e a criatividade - Imagen 2 de 4Arquitetura de jardins de infância: espaços imaginativos que moldam a infância e a criatividade - Imagen 3 de 4Arquitetura de jardins de infância: espaços imaginativos que moldam a infância e a criatividade - Imagen 4 de 4Arquitetura de jardins de infância: espaços imaginativos que moldam a infância e a criatividade - Mais Imagens+ 27

Milão-Cortina 2026: Como a cidade está se preparando para os Jogos Olímpicos de Inverno

A Itália está se preparando para sediar seus terceiros Jogos Olímpicos de Inverno, com Milão e Cortina d'Ampezzo se preparando para receber o Milano Cortina 2026, setenta anos após Cortina ter sediado a edição de 1956 e duas décadas depois de Turim 2006. Os Jogos ocorrerão de 6 a 22 de fevereiro de 2026, marcando a primeira vez que as Olimpíadas de Inverno serão organizadas em duas cidades, duas regiões (Lombardia e Vêneto) e duas províncias autônomas (Trento e Bolzano). Abrangendo um território de 22.000 quilômetros quadrados, o Milano Cortina 2026 se tornará a edição mais geograficamente extensa dos Jogos de Inverno até hoje, com mais de 90% das instalações já existentes ou projetadas como estruturas temporárias.

Milão-Cortina 2026: Como a cidade está se preparando para os Jogos Olímpicos de Inverno - 1 的图像 4Milão-Cortina 2026: Como a cidade está se preparando para os Jogos Olímpicos de Inverno - 2 的图像 4Milão-Cortina 2026: Como a cidade está se preparando para os Jogos Olímpicos de Inverno - 3 的图像 4Milão-Cortina 2026: Como a cidade está se preparando para os Jogos Olímpicos de Inverno - 4 的图像 4Milão-Cortina 2026: Como a cidade está se preparando para os Jogos Olímpicos de Inverno - Mais Imagens+ 9

Museu Nacional do Uzbequistão, de Tadao Ando, tem obras iniciadas em Tashkent

A Fundação de Desenvolvimento de Arte e Cultura do Uzbequistão (ACDF) anunciou o início das obras do Museu Nacional do Uzbequistão, projetado pelo arquiteto japonês Tadao Ando. Como o primeiro grande projeto de Ando na Ásia Central, o museu foi concebido como um marco arquitetônico e cultural em Tashkent. Com abertura prevista para março de 2028, o edifício reflete a linguagem arquitetônica minimalista de Ando, integrando referências ao patrimônio do Uzbequistão com seu uso característico da geometria, da luz natural e da clareza espacial.

Museu Nacional do Uzbequistão, de Tadao Ando, tem obras iniciadas em Tashkent - Imagen 1 de 4Museu Nacional do Uzbequistão, de Tadao Ando, tem obras iniciadas em Tashkent - Imagen 2 de 4Museu Nacional do Uzbequistão, de Tadao Ando, tem obras iniciadas em Tashkent - Imagen 3 de 4Museu Nacional do Uzbequistão, de Tadao Ando, tem obras iniciadas em Tashkent - Imagen 4 de 4Museu Nacional do Uzbequistão, de Tadao Ando, tem obras iniciadas em Tashkent - Mais Imagens+ 12

Ambientes de Curiosidade: Traduzindo a Pedagogia em Forma Arquitetônica em Montessori, Waldorf e Além

Acesso exclusivo | 

As crianças vivenciam o espaço de forma diferente das pessoas adultas. Para elas, o mundo ainda não está racionalizado em termos de função e circulação, sendo experimentado por meio da emoção e da curiosidade. Enquanto as pessoas adultas tendem a percorrer os ambientes pelo hábito, as crianças os habitam pela imediatez. Um feixe de sol torna-se um acontecimento. A curva de um corredor convida ao explorar. O som dos passos sobre a madeira ou a suavidade de um tecido sob a ponta dos dedos não são mero plano de fundo, mas sim informação. Aquilo que as pessoas adultas costumam descartar como momentos periféricos medeia silenciosamente seu senso de segurança, autonomia, pertencimento e possibilidade. A arquitetura é a oportunidade para a pedagogia se materializar.

Ambientes de Curiosidade: Traduzindo a Pedagogia em Forma Arquitetônica em Montessori, Waldorf e Além - Image 1 of 4Ambientes de Curiosidade: Traduzindo a Pedagogia em Forma Arquitetônica em Montessori, Waldorf e Além - Image 2 of 4Ambientes de Curiosidade: Traduzindo a Pedagogia em Forma Arquitetônica em Montessori, Waldorf e Além - Image 3 of 4Ambientes de Curiosidade: Traduzindo a Pedagogia em Forma Arquitetônica em Montessori, Waldorf e Além - Image 4 of 4Ambientes de Curiosidade: Traduzindo a Pedagogia em Forma Arquitetônica em Montessori, Waldorf e Além - Mais Imagens+ 45

Vozes do ArchDaily: Susanna Moreira

Acesso exclusivo | 

A trajetória de Susanna Moreira na arquitetura foi moldada precocemente por seu envolvimento com a teoria e a pesquisa arquitetônica durante a graduação. Nascida em Salvador, ela também viveu e estudou em Milão e São Paulo — experiências que enriqueceram sua compreensão das dinâmicas interseções entre arte, arquitetura e ambientes urbanos. Esses interesses interdisciplinares continuam a fundamentar sua abordagem curatorial e seu trabalho editorial.

Como Curadora de Projetos do ArchDaily para países de língua portuguesa, Susanna busca projetos que ofereçam contribuições significativas para o debate arquitetônico. Ela valoriza a originalidade, a qualidade e a relevância, questionando constantemente quais lições uma obra pode oferecer em termos de materiais inovadores, técnicas construtivas ou abordagens conceituais. Em uma era de sobrecarga de informações, ela acredita que uma curadoria criteriosa é essencial para construir confiança, aprimorar o aprendizado e destacar trabalhos que realmente se sobressaem.

Explorando as vantagens do método design-build no desenvolvimento imobiliário

Acesso exclusivo | 

O modelo Design-Build é um método de entrega de projetos cada vez mais atraente, oferecendo benefícios como maior controle, redução de riscos, eficiência de custos e prazos de conclusão mais rápidos. No cerne dessa abordagem estão o trabalho em equipe e a colaboração, contrastando fortemente com o método tradicional, que separa a etapa de projeto da licitação com preço fechado por parte das construtoras. O Design-Build motiva naturalmente todos os envolvidos a buscar formas de aumentar a produtividade e a qualidade, garantindo equidade e transparência nos custos.

¡Você seguiu sua primeira conta!

Você sabia?

Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.