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Quando o metal respira: a pele porosa do Restaurante Steirereck

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No restaurante Steirereck am Pogusch, arquitetura e gastronomia parecem falar a mesma língua: a da transformação sensível das matérias-primas. Ingredientes locais, como folhas, raízes e flores, transformam-se em pratos surpreendentes, nos quais a simplicidade é elevada ao extraordinário. Da mesma forma, o edifício, longe de ser uma estrutura estática, oferece uma experiência tátil e visual única. Um dos elementos mais intrigantes é o uso de painéis de alumínio espumado estabilizado que, em vez de evocar a frieza e a rigidez frequentemente associadas ao metal, foram manipulados para transcender suas características convencionais. Eles parecem respirar, com suas superfícies porosas e texturizadas que absorvem e refletem a luz, criando um jogo de sombras e brilho que evoca a leveza e a qualidade orgânica dos materiais naturais.

Giselle Beiguelman: Brasília, inteligência artificial e plantas venenosas

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Nicolás Valencia conversa no Centro Cultural FIESP de São Paulo com a artista brasileira Giselle Beiguelman sobre inteligência artificial, data centers e golpistas, a partir de seu livro ⁠Políticas da imagem⁠, de sua exposição ⁠Venenosas, Nocivas e Suspeitas⁠ e de sua pesquisa ⁠Domingo no Golpe⁠.

Bienal de Arquitetura de São Paulo 2025 aborda crise climática

Entre os dias 18 de setembro e 19 de outubro de 2025, a cidade de São Paulo será palco da 14ª edição da Bienal Internacional de Arquitetura (BIAsp), que volta a ocupar o Pavilhão da Oca, no Parque Ibirapuera, após quase uma década de edições descentralizadas. Organizada pelo Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento São Paulo (IABsp), a mostra propõe uma reflexão urgente: qual o papel da arquitetura diante das mudanças climáticas e dos eventos extremos que já impactam o cotidiano urbano e ambiental?

Arquitetura na Era das Plataformas: Qual o papel do software na prática hoje?

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Quantas ferramentas e plataformas de software estão envolvidas hoje no desenvolvimento de um projeto contemporâneo? Desde o projeto de uma residência unifamiliar até o de uma biblioteca pública, depender de apenas um ou dois programas já não é comum. Em vez disso, múltiplas ferramentas se combinam, sobrepõem-se e interagem ao longo de várias etapas, incluindo análise, projeto, renderização, coordenação e construção. Esse uso generalizado de softwares no mundo virtual reflete não apenas a complexidade técnica da prática atual, mas também uma mudança mais sutil, porém igualmente significativa: o software deixou de ser apenas um instrumento específico e passou a ser um ambiente que acompanha e até desafia o processo.

Design sem interrupções: uma maneira melhor de acessar o que está por trás da parede

No projeto de arquitetura de alto padrão, os fixadores tradicionais para painéis de acesso, como parafusos aparentes e fechos magnéticos, costumam comprometer a estética e a funcionalidade. Esses métodos obsoletos podem afrouxar com o tempo, carecem de durabilidade ou exigem molduras visíveis, tornando-os inadequados para espaços premium. Seja para acessar sistemas elétricos, componentes de climatização (HVAC) ou instalações hidráulicas, a escolha do método de instalação correto é crucial para uma integração perfeita ao ambiente.

As primeiras soluções ocultas, como as mãos-amigas (French cleats) e os clipes em Z (Z-clips), melhoraram a aparência, mas trouxeram novos desafios. Esses sistemas exigem a remoção sequencial dos painéis e folgas adicionais, o que dificulta a manutenção — especialmente em áreas que demandam acesso frequente. A fresta inevitável que surge no topo dos painéis também compromete o apelo estético, assim como a necessidade de recortar seções do painel para tomadas de parede.

Revitalização do Harbourside, do Snøhetta e Hassell, avança com aprovação do espaço público em Sydney

A Comissão Independente de Planejamento de NSW aprovou as obras de domínio público para a revitalização do Harbourside, em Sydney, marcando uma etapa significativa para o projeto desenvolvido pelo escritório Snøhetta em colaboração com a Hassell e a Mirvac. Apresentada pela primeira vez em dezembro de 2021 como a proposta vencedora de um concurso internacional de excelência em design, a iniciativa visa transformar o Harbourside, em Darling Harbour, em um novo e icônico destino no coração da cidade. A proposta reimagina a orla de Tumbalong / Darling Harbour com mais de 11.200 metros quadrados de espaço público renovado, apresentando árvores de grande porte, áreas ajardinadas, caminhos esculturais de arenito e obras de arte pública integradas.

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Trienal de Arquitetura de Sharjah 2026 anuncia tema para repensar a infraestrutura cívica para futuros coletivos

A Trienal de Arquitetura de Sharjah anunciou o tema de sua próxima edição: Architecture Otherwise: Building Civic Infrastructure for Collective Futures. Programado para novembro de 2026, o evento se desdobrará por toda a cidade e pelo Emirado de Sharjah, nos Emirados Árabes Unidos, por meio de instalações criadas especificamente para os locais (*site-specific*), exposições, performances, oficinas e programas públicos. Posicionando-se como uma plataforma de exploração arquitetônica e urbana na Ásia Ocidental, no Sul da Ásia e no continente africano, a Trienal combinará abordagens práticas e teóricas da vida urbana contemporânea. Idealizada por sua equipe curatorial, composta por Vyjayanthi Rao e Tau Tavengwa, a SAT03 tem como objetivo explorar como a arquitetura pode moldar a vida coletiva em regiões que passam por uma rápida transformação urbana. Com isso, os/as participantes selecionados/as farão residências de um mês, inserindo seus trabalhos no tecido social e cultural de Sharjah.

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Formando uma identidade própria: como o brutalismo moldou o ensino de arquitetura nos EUA

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Em meados do século XIX, as universidades norte-americanas começaram a distinguir formalmente a arquitetura da engenharia civil e das ciências aplicadas. A arquitetura emergia como uma disciplina definida tanto pela competência técnica quanto pela investigação conceitual, pela imaginação espacial e pelo papel cultural ativo. À medida que essa identidade disciplinar evoluía nas décadas do pós-guerra, sua expressão construída se consolidou na linguagem arquitetônica emergente do Brutalisme.

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Vozes do ArchDaily: Miwa Negoro

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Com atuação entre Berlim e Viena, Miwa Negoro traz uma perspectiva transcultural e transdisciplinar para sua atuação no ArchDaily, moldada por sua formação em arquitetura e experiências profissionais no Leste Asiático e na Europa. Seu trabalho explora como o ambiente construído ao mesmo tempo reflete e desafia contextos socioculturais, posicionando a arquitetura como um diálogo dinâmico entre a história, a sociedade e as possibilidades futuras.

A abordagem curatorial de Miwa enfatiza a interação entre o contexto regional, os processos de projeto e a relevância social, paralelamente a considerações materiais e estéticas. Ela busca projetos que ecoem além de seu entorno imediato, oferecendo reflexões que engajam o discurso arquitetônico de forma mais ampla. Ao defender uma gama diversa de tipologias construtivas, escalas e origens geográficas, Miwa trabalha ativamente para ampliar o escopo de vozes e narrativas representadas no campo.

O Movimento Cidade-Jardim na Ásia: Evolução e Legados Modernos

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As visões verdejantes de Ebenezer Howard para as cidades expandiram-se em direção ao leste, muito além de suas origens britânicas. Na década de 1900, o planejamento urbano acolheu o Movimento das Cidades-Jardim como um paradigma do bom design — uma resposta à urbanização industrial do Ocidente. Pouco depois, as cidades asiáticas conceberam seus próprios arquétipos, lidando com condicionantes locais de clima e densidade. Projetos e empreendimentos, desde experimentos da era colonial até megaprojetos contemporâneos, abraçaram e reinventaram a visão de Howard no decorrer do século XXI.

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Os benefícios da tecnologia de cerâmica extrudada na arquitetura moderna

Na arquitetura moderna, os materiais devem atender a uma série de exigências funcionais, estéticas, técnicas e ambientais. A Gres Aragón oferece soluções em revestimentos cerâmicos que respondem a todos os aspectos de um projeto — de fachadas e interiores a áreas externas, piscinas, escadas e espaços industriais — mantendo uma linguagem de design consistente.

Com mais de 80 anos de experiência e profundo conhecimento no processo de fabricação de cerâmica extrudada, a Gres Aragón consolidou-se como uma parceira de confiança para arquitetos/as e designers de interiores. Sua oferta de produtos baseia-se em quatro princípios fundamentais: continuidade visual, extrema durabilidade, desempenho de alta tecnologia e um forte compromisso com a sustentabilidade.

YSL e Louis Vuitton na Semana de Moda de Paris destacam a Bourse de Commerce de Tadao Ando e a cenografia de Bijoy Jain

A Semana de Moda Masculina de Paris Primavera/Verão 2026 acaba de ser concluída, apresentando uma série de desfiles que destacam a relação entre a arquitetura e a moda como disciplinas criativas. Por meio de ambientes arquitetônicos cuidadosamente curados, as apresentações envolvem o público em múltiplos níveis sensoriais, costurando o impacto visual com narrativas espaciais e materiais que ecoam os temas e as filosofias por trás de cada coleção. Essa intersecção entre moda e arquitetura abre novas possibilidades de narrativa, convidando o público a explorar como o design de moda e os espaços podem ressoar juntos para criar experiências imersivas.

A Saint Laurent apresentou sua coleção masculina na Bourse de Commerce de Tadao Ando, onde a forma cilíndrica de concreto do edifício e a luz natural filtrada proporcionaram um pano de fundo minimalista e contemplativo. A Louis Vuitton, por outro lado, realizou seu desfile na praça do Centre Pompidou, onde a intervenção do Studio Mumbai introduziu uma instalação em grande escala, pintada à mão, inspirada no jogo Serpentes e Escadas. Essas escolhas *site-specific* refletem diferentes abordagens de engajamento com o contexto arquitetônico, ilustrando como as apresentações de moda contemporâneas podem ir além da passarela para dialogar com o entorno.

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A Bienal Espanhola de Arquitetura e Urbanismo 2025 aborda os desafios da hiperconectividade

A décima sétima edição da Bienal Espanhola de Arquitetura e Urbanismo (BEAU) acontecerá em dezembro de 2025. O evento consiste em uma exposição realizada em uma antiga usina termoelétrica reconvertida em centro cultural em Ponferrada, no nordeste da Espanha. Esta edição terá a curadoria de Ander Bados Sesma, do Atelier Ander Bados, e de Miguel Ramón López, arquiteto natural de Ponferrada que atua no Estudio Lamela, sob a proposta curatorial intitulada flujos comun.es ("fluxos comuns"). A proposta responde ao tema da chamada aberta: A Arquitetura como Política de Mudança, um convite para refletir sobre o papel da disciplina em processos de transformação social, econômica e ambiental. Nesse contexto, flujos comun.es apresenta uma perspectiva crítica sobre os desafios associados à hiperconectividade. O prazo para o envio de propostas e projetos já está aberto e se estenderá até o final de julho, a depender da categoria.

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Construído para durar — ou para mudar? Em defesa da construção a seco em cidades úmidas

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Em certas partes do mundo, a construção civil ainda é dominada por sistemas úmidos — concreto, alvenaria e materiais cimentícios que são moldados, curados e fixados no local. Embora isso seja considerado a norma há muito tempo em alguns países do Sudeste Asiático, como Cingapura, Tailândia, Malásia e China, a maioria dessas regiões compartilha uma tendência comum: a mão de obra é relativamente barata. Isso explica, em parte, a viabilidade do concreto, já que uma das desvantagens típicas desse material costuma ser o custo intensivo de mão de obra — o que acaba consolidando o concreto como um sistema construtivo mais barato e eficiente nessas localidades.

No entanto, a região ainda dá pouca atenção ao aspecto da sustentabilidade ao utilizar esses materiais de construção úmidos, frequentemente negligenciando as desvantagens significativas de seu ciclo de vida útil e a dificuldade de reciclagem sem perda de qualidade (downcycling) — o que o torna um dos sistemas construtivos menos sustentáveis disponíveis.

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Patiorismo: Uma Visão para um Futuro Urbano Mais Equilibrado na Grande Área da Baía por Wang Weijen Architecture

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Situado em uma das regiões de desenvolvimento mais acelerado na última década — o sul da China, que abrange Hong Kong e a Grande Baía —, o crescimento urbano tem sido impulsionado por uma forte onda de ambição comercial. Os projetos locais costumam ser concebidos para maximizar a densidade, a altura e a eficiência, resultando em empreendimentos de escala colossal que podem facilmente ocupar vários hectares. Ao priorizarem o desenvolvimento orientado ao transporte público (TOD), esses complexos frequentemente assumem a forma de shoppings imensos construídos diretamente sobre grandes terminais de transporte. Projetadas para desorientar e prolongar o fluxo de pedestres a fim de estimular o consumo, essas megaestruturas tornaram-se comuns em cidades como Hong Kong e Shenzhen.

Embora essa tipologia de megaestruturas ofereça vantagens claras — eficiência econômica, alto retorno sobre o investimento e conveniência para os usuários do transporte —, ela quase invariavelmente ignora seu contexto urbano e o meio ambiente. Esses empreendimentos costumam fechar os olhos, deliberadamente, para sua pegada ecológica e para a caminhabilidade da cidade. Em escalas tão esmagadoras, a experiência do pedestre é diminuída, quando não totalmente negligenciada. Os pedestres são interiorizados — confinados no mundo isolado desses complexos.

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ONU-Habitat abre inscrições de eventos para o Circuito Urbano 2025

Quais são as principais soluções aplicadas nas cidades para enfrentar os desafios urbanos e construir comunidades mais sustentáveis? É com essa motivação que o Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat) lança, nesta quarta-feira (25), as inscrições para o Circuito Urbano 2025. Com apoio institucional do Ministério das Cidades, a iniciativa tem como objetivo apoiar e dar visibilidade a eventos que debatam os temas relacionados ao Outubro Urbano — mês dedicado ao debate sobre como tornar as cidades mais justas, inclusivas e sustentáveis. A chamada para submissão de propostas de eventos está aberta até o dia 18 de julho e contempla atividades a serem realizadas entre os dias 1º e 31 de outubro de 2025.

Neste ano, o Circuito Urbano terá como tema "Enfrentando desafios urbanos: caminhos para cidades justas e sustentáveis". A proposta é eventos que apresentem experiências e boas práticas de enfrentamento às principais crises urbanas, como as mudanças climáticas, o déficit habitacional e os impactos da desigualdade. O objetivo é fortalecer iniciativas que coloquem as pessoas no centro das decisões urbanas, em alinhamento com os compromissos da Agenda 2030 e da Nova Agenda Urbana.

Cruzando Hemisférios: Telhados de Palha da América à Ásia

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A cobertura de palha é uma técnica construtiva tradicional que vem sendo reinterpretada de diversas maneiras em projetos contemporâneos, permitindo que seu valor continue a perdurar ao longo do tempo. Além de ser uma técnica cultural e historicamente valiosa, dada a sua presença na humanidade há séculos, ela também apresenta uma série de outras vantagens construtivas, como seu grande valor ambiental por se tratar de um material renovável e acessível.

A técnica consiste no agrupamento, entrelaçamento e sobreposição de vegetação seca, criando superfícies leves, de baixo custo e execução relativamente simples, que proporcionam excelente isolamento térmico e acústico. Ademais, a flexibilidade é uma das características mais marcantes dessa técnica, sendo particularmente popular em aplicações de cobertura. 

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Design em etapas iniciais elevado: Superando desafios comuns com novos recursos

As etapas iniciais de projeto podem ser o ponto de partida de tudo, mas, sem uma análise criteriosa, também são o momento em que tudo pode desmoronar. Em média, os escritórios relatam que quase 15% de todo o trabalho realizado não gera faturamento, sendo grande parte disso associada ao estudo preliminar. Trabalhando com uma colcha de retalhos de ferramentas como Rhino, Excel, Revit e Miro, profissionais de arquitetura costumam passar semanas alternando entre plataformas apenas para finalizar um conceito e uma apresentação. Os dados ficam presos em capturas de tela, o retrabalho se acumula e, no momento em que o modelo finalmente está pronto para a documentação no Revit, o fôlego criativo já se perdeu. O Snaptrude 3.0 foi desenvolvido para resolver justamente isso.

Zaha Hadid Architects vence concurso para novo terminal de desembarque no Aeroporto de Vilnius, Lituânia

A Lithuanian Airports anunciou o escritório Zaha Hadid Architects como o vencedor do concurso internacional para projetar o novo terminal de desembarque do Aeroporto de Vilnius. Concebido como parte integrante da infraestrutura em evolução do aeroporto, o novo terminal complementará o recém-concluído terminal de embarque, permitindo que o Aeroporto de Vilnius receba até 10,6 milhões de passageiros por ano. O projeto representa um passo importante na estratégia de desenvolvimento de longo prazo do aeroporto, atendendo ao crescimento futuro da demanda de passageiros e, ao mesmo tempo, fortalecendo o papel da Lituânia como uma importante porta de entrada na região báltica.

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10 pavilhões de destaque da Bienal de Design de Londres 2025

A quinta edição da London Design Biennale acontece na Somerset House de 5 a 29 de junho de 2025. O tema da edição deste ano é "Surface Reflections" (Reflexos da Superfície), um convite para explorar "a interação dinâmica entre a experiência interna e a influência externa". A proposta curatorial, elaborada pelo artista e designer britânico Samuel Ross, incentiva o foco nas camadas subjacentes dos objetos, sistemas e espaços que moldam nosso cotidiano. A exposição da Bienal propõe uma jornada por 35 pavilhões de países, equipes institucionais de design e curadoria, apresentando paisagens sonoras, experiências imersivas e performances, além de objetos escultóricos e evocativos. Para enfrentar os desafios globais contemporâneos, os temas abordados incluem identidade, memória, inovação, tecnologia, artesanato, ecologia e pertencimento.

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Tocar e ver materiais para projetar: 4 moodboards sensoriais criados a partir do showroom

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Na Grécia Antiga e em Roma, as ágoras e os fóruns eram espaços onde mercadores e artesãos exibiam seus produtos. Embora não fossem showrooms no sentido moderno, já funcionavam como cenários voltados ao estímulo visual. O conceito que conhecemos hoje tomou forma séculos mais tarde, durante a Revolução Industrial, quando as novidades em louças começaram a ser apresentadas em ambientes cuidadosamente projetados. E aí está a chave: projetar. Ao longo do tempo, os espaços dedicados a exibir materiais, móveis e objetos têm sido muito mais do que vitrines; funcionaram como plataformas de exploração e experimentação. O que hoje chamamos de showroom herda esse espírito: espaços onde o design não é apenas observado, mas também tocado e projetado em tempo real, abrindo espaço para ferramentas como os moodboards.

De Milão a Chicago: A arquitetura hoje e a atuação de destaque de Herzog & de Meuron, Gensler e Heatherwick

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Do Scalo Farini em Milão ao centro de Chicago, e do interior da Toscana às iniciativas de retrofit no Reino Unido, anúncios recentes demonstram como a arquitetura está evoluindo em resposta às metas climáticas, à identidade cultural e à transformação urbana. A nova sede da UniCredit, projetada por Herzog & de Meuron, ancorará uma das maiores áreas de requalificação urbana da Europa, com foco em sustentabilidade e inovação nos espaços de trabalho. Ao mesmo tempo, o projeto de estádio do Gensler para o Chicago Fire FC busca redefinir a experiência de dia de jogo nos EUA, integrando-se a um grande empreendimento na orla. Na Toscana, o Pavilhão Sapaio, do escritório Alvisi Kirimoto, mescla produção agrícola com sensibilidade arquitetônica, enquanto no Reino Unido, o RIBA e a The King's Foundation promovem o retrofit como uma agenda nacional. Paralelamente, finalistas como MVRDV, Heatherwick Studio e Mecanoo avançam em um concurso internacional para criar um marco climático destinado a inspirar mudanças comportamentais em grande escala. Esta edição do Architecture Now reúne esforços diversos, porém interconectados, que moldam a maneira como a arquitetura pode gerar impactos ecológicos, culturais e cívicos de longo prazo.

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Concéntrico 2025: A Política da Presença Urbana

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A cada mês de junho, a cidade espanhola de Logroño se transforma em um espaço de diálogo arquitetônico, abrindo suas ruas, praças, margens de rios e rotatórias para estruturas temporárias que redefinem como as cidades são habitadas. Ao longo de dez edições, o Concéntrico tem funcionado não como uma feira especializada ou uma bienal de arquitetura, mas sim como um museu portátil — um gesto curatorial que leva uma coleção dispersa de arquitetura contemporânea para o espaço público. Situado em uma cidade suspensa entre planícies áridas e montanhas distantes, longe dos circuitos das capitais e das grandes instituições culturais, o Concéntrico se apresenta como uma promessa temporária. É um lembrete de que mesmo cidades frequentemente negligenciadas podem acolher uma arquitetura atual, diversa e especulativa. Nesse sentido, o festival trata menos de celebração e mais de ativação.

Contudo, para além de sua lógica curatorial, o Concéntrico opera como uma estrutura política. No sentido clássico da polis, o festival convida cidadãos/ãs, arquitetos/as e instituições a reavaliarem o que o espaço público pode ser. As intervenções oferecem propostas especulativas para a vida urbana que revelam o que falta, o que é possível e o que deve ser questionado. Uma piscina temporária sobre uma fonte, uma casa de banho em uma rotatória ou uma refeição compartilhada em uma grande avenida não são meros gestos espaciais — são manifestações políticas que questionam como a infraestrutura urbana pode ser redirecionada do controle para o cuidado, da eficiência para o encontro. Dessa forma, o festival torna-se não apenas um reflexo da cidade, mas um instrumento para sua transformação.

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Com a ascensão do padel, cresce a demanda por quadras — e o piso dá o saque vencedor

Na esteira do recente sucesso do Campeonato Mundial de Padel da FIP no Catar e do anúncio da Arábia Saudita como sede da Copa do Mundo da FIFA em 2034, o Oriente Médio está se preparando para se tornar um polo de grandes eventos esportivos, o que impulsiona a demanda por infraestrutura esportiva de alto desempenho. De quadras de pickleball e padel a estádios de renome internacional, a evolução dos pisos esportivos exige soluções inovadoras, duráveis e sustentáveis.

Terraco, líder global em materiais de acabamento para construção civil, tem fornecido consistentemente soluções de ponta para complexos esportivos em todo o mundo, auxiliando arquitetos/as, construtores/as e incorporadores/as a projetar e erguer instalações que resistem ao teste do tempo.

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