Nour Fakharany

Arquiteta, planejadora urbana e Content Editor do ArchDaily.com. Nascida e criada no Cairo, Egito.

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De Tessalônica a Augsburg: Arquitetura Atual e Anúncios de Novos Projetos por Populous, HENN, SLA e Outros

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À medida que as cidades em todo o mundo lidam com prioridades sociais, ambientais e culturais em constante evolução, anúncios recentes de projetos revelam como a arquitetura tem sido cada vez mais concebida tanto como infraestrutura cívica quanto como catalisadora da identidade coletiva. Desde o novo projeto de estádio do escritório Populous em Tessalônica, que atenua as fronteiras entre o esporte e a vida urbana, até o palco cultural transparente do HENN em Augsburg, que convida à participação comunitária, essas propostas ilustram a ampliação do papel da arquitetura para além de sua função imediata. Em Luxemburgo, o trabalho do Schmidt Hammer Lassen para o Banco Europeu de Investimento reinventa os espaços institucionais por meio da sustentabilidade e do patrimônio, enquanto a nova comunidade insular do SLA e da GHD em Toronto impulsiona um urbanismo adaptado ao clima e baseado na natureza. Esta edição do Architecture Now reúne esforços diversos, porém interconectados, que moldam a maneira como a arquitetura pode promover um impacto ecológico, cultural e cívico de longo prazo.

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De hidrosferas marcianas a cidades-floresta: 6 visões urbanas radicais reveladas na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025

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Hoje, as cidades estão sendo reimaginadas como organismos vivos e em constante evolução, combinando inteligência digital, sistemas ecológicos e novos materiais para moldar futuros radicais. Na bienal de Carlo Ratti, "Intelligens. Natural. Artificial. Collective.", mais de 750 participantes desafiam as fronteiras estabelecidas entre arquitetura, paisagem e tecnologia. Vários projetos conceituais apresentados na exposição principal questionam os limites convencionais entre arquitetura, paisagem e tecnologia. De sistemas urbanos bioadaptativos e assentamentos hídricos marcianos a sinfonias imersivas de dados de satélite, essas obras envisionam, coletivamente, novos modelos de coabitação, resiliência e consciência planetária.

A seleção de Projetos Não Construídos deste mês apresenta seis propostas especulativas, exibidas como parte da exposição da Bienal de Arquitetura de Veneza 2025, como provocações para repensar o futuro das cidades e dos assentamentos humanos. Enquanto algumas propostas transformam a arquitetura em infraestruturas vivas e autossustentáveis, outras exploram como dados e interfaces sensoriais podem redefinir nossa relação com os ambientes natural e urbano. Juntos, os projetos oferecem um panorama de como profissionais de arquitetura e design utilizam obras não construídas para imaginar novas possibilidades de vida na Terra e fora dela.

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De Munique a Mumbai: 7 torres de escritórios não construídas que redefinem o futuro dos espaços de trabalho verticais

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À medida que as cidades continuam a se expandir verticalmente, as torres de escritórios permanecem como um dos símbolos mais visíveis da ambição arquitetônica e da evolução urbana. Não mais definida exclusivamente pela eficiência ou pela imagem corporativa, a arquitetura contemporânea dos espaços de trabalho está sendo reimaginada como um ecossistema híbrido — que equilibra densidade e iluminação natural, produtividade e bem-estar, tecnologia e integridade material e espacial. Os seguintes projetos não construídos, enviados pela comunidade do ArchDaily, revelam como profissionais de arquitetura em diferentes continentes estão repensando a tipologia da torre, transformando a verticalidade em uma oportunidade de conexão, adaptabilidade e sustentabilidade.

Do Shivalik Curv e Embassy Zenith, na Índia, onde forma e movimento se combinam para redefinir a identidade do horizonte urbano, ao Dungen, na Suécia, um edifício de escritórios de baixa altura feito de madeira que reflete a tranquilidade de um bosque, cada projeto explora como os ambientes de trabalho podem se tornar mais flexíveis, humanos e conscientes do ponto de vista ambiental. Em Kiev, o APEX Business Center se posiciona como um catalisador para a vitalidade urbana, enquanto a BNI Tower PIK 2, em Jacarta, transforma a torre corporativa em um símbolo cristalino de crescimento. Em Munique e Ancara, conceitos de uso misto como o Highrise Hufelandmark e o Rhythm Ankara exploram o escritório como parte de uma paisagem urbana mais ampla, onde trabalho, lazer e vida pública se cruzam.

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Repensando a arquitetura de uso misto: 8 projetos conceituais que integram natureza, cultura, trabalho, lazer e comunidade

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De escritórios inspirados na floresta na Suécia a sedes sociais em formato de ninho na selva de Tulum, a arquitetura de uso misto continua a evoluir como uma ferramenta para a vida integrada. À medida que as cidades crescem e as nossas expectativas em relação aos espaços públicos, privados e comerciais mudam, profissionais de design e arquitetura repensam cada vez mais como diferentes funções — incluindo trabalho, lazer, descanso e aprendizado — podem coexistir em uma única linguagem arquitetônica. Esses projetos sugerem que os edifícios não precisam mais isolar as atividades em caixas, mas sim coreografá-las de modo a refletir os ritmos da vida cotidiana.

Esta seleção, enviada pela comunidade do ArchDaily, apresenta um panorama global de abordagens para o design de uso misto, desde planos diretores em grande escala até teses conceituais. O que os une é o compromisso com a sobreposição espacial, a sensibilidade ecológica e programas reinventados que priorizam a experiência do público usuário. Seja um dormitório estudantil em Teerã, uma praça pública no Cairo ou um polo comunitário no Texas, cada projeto abraça a complexidade para criar espaços dinâmicos, repletos de interação, transformação e significado.

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Arquitetura Agora: Projetos internacionais de HOK, COLL-BARREU e Knight Architects reconfiguram o espaço público

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O noticiário de arquitetura deste mês destaca uma onda global de reuso adaptativo, infraestrutura de grande escala e transformação do espaço público. De expansões aeroportuárias a reconfigurações de museus, profissionais de arquitetura de todo o mundo estão repensando como os espaços cívicos atendem às comunidades no século XXI. Entre as novidades de destaque, os escritórios Sasaki, SLA e MVVA foram selecionados como finalistas para reimaginar o Aeroporto Downsview de Toronto como um corredor público voltado para pedestres, enquanto o HOK projetou a expansão de 2,8 milhões de pés quadrados (cerca de 260 mil metros quadrados) do Aeroporto Internacional de Dulles para acomodar o crescimento futuro, respeitando a visão original de Saarinen. Em Melbourne, o Fraser & Partners obteve aprovação para a reurbanização focada no patrimônio histórico do distrito da Boiler House, enquanto o COLL-BARREU ARQUITECTOS concluiu uma sutil reconfiguração do acesso público no Museu Reina Sofía, em Madri. Por fim, no Canadá, o Knight Architects revelou o projeto "Motion" para a substituição da Ponte Alexandra, uma estrutura em arco moldada por referências ecológicas e focada no espaço público inclusivo. Continue lendo para conhecer as atualizações mais recentes que moldam a arquitetura atual.

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Da Índia ao Brasil: 6 espaços esportivos e de bem-estar não construídos que conectam comunidade e qualidade de vida

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À medida que as cidades e as paisagens evoluem, a arquitetura é cada vez mais chamada a apoiar o bem-estar, o desempenho e a experiência coletiva. De estádios que honram uma profunda memória cultural a espaços de bem-estar intimistas que promovem a restauração e a conexão, as tipologias de esporte e bem-estar estão se expandindo para além da mera funcionalidade. Elas criam ambientes onde o movimento e a saúde se cruzam com a qualidade do design, a sustentabilidade e o significado social. Hoje, esses espaços vão desde centros de treinamento de elite e clubes recreativos até refúgios contemplativos e instalações públicas inclusivas, moldando a forma como as comunidades se reúnem, se recuperam e celebram sua identidade compartilhada.

Esta seleção de propostas não construídas, enviadas pela comunidade do ArchDaily, ilustra essa diversidade. Em São Paulo, o escritório Luiz Volpato Arquitetura reinventa o histórico estádio do Santos Futebol Clube com uma geometria que preserva a memória da torcida e, ao mesmo tempo, introduz novos usos comerciais e sociais. Em Hanói, a equipe do Van Aelst I Nguyen and Partners traz luz filtrada e ar fresco a um complexo esportivo urbano denso. Em Dubai, o RSP propõe o Haven, um empreendimento residencial ancorado no bem-estar holístico e em experiências voltadas para a natureza, enquanto o escritório indiano Tropic Responses projeta o Aira Club como um centro de lazer consciente em relação ao clima. No alto do Himalaia, o Gadasu + Partners esculpe um spa meditativo na rocha da montanha, e em Isfahan, o Arsh4d Studio repensa os parques femininos segregados para criar um espaço cívico inclusivo e orientado para o futuro.

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Modernismo Importado: A história não contada do concurso para o Centro Cultural do Bahrein de 1976

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Os concursos de arquitetura há muito constituem um meio para as nações moldarem sua identidade, suas paisagens culturais e seu ambiente construído. Eles oferecem uma plataforma para que arquitetos/as internacionais contribuam com projetos nacionais, frequentemente refletindo ambições mais amplas de modernização e reconhecimento global. Em 1976, o Bahrein lançou aquele que seria potencialmente o seu primeiro grande concurso de arquitetura — uma chamada de projetos para um Centro Cultural Nacional, trazendo alguns/mas dos/as principais arquitetos/as do mundo para o discurso arquitetônico emergente do Golfo. Embora o projeto vencedor de Timo Penttilä nunca tenha sido construído, o concurso continua sendo um momento fundamental na história do Bahrein, ilustrando os desafios de traduzir visões externas em realidades locais.

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Viver Juntos: 8 projetos conceituais que repensam a habitação coletiva em locais de Teerã a Tirana

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A vida coletiva continua a ser um tema central no discurso habitacional contemporâneo, estendendo-se para além das questões de densidade ou tipologia para abranger preocupações mais amplas sobre o uso do solo, a coesão social e a identidade espacial. Esta seleção de projetos conceituais não construídos, enviada pela comunidade do ArchDaily, explora o potencial dos ambientes de vida compartilhada, não apenas como soluções habitacionais funcionais, mas como estruturas para interação, integração ambiental e continuidade cultural. Seja em contextos urbanos ou remotos, as propostas refletem um interesse crescente em repensar como o espaço doméstico pode apoiar tanto a privacidade individual quanto a vida comunitária.

Arquitetura Agora: Atualizações urbanas de Madri a Los Angeles sobre clima, políticas e recuperação

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Às vésperas da Bienal de Veneza, Espanha e Itália lançam manifesto de arquitetura sobre adaptação climática

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Arquitetura Agora: Da nova capital administrativa da Índia ao aeroporto em expansão de Singapura, descubra projetos de Foster + Partners, SOM, Heatherwick Studio e outros

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De novos desenvolvimentos em escala urbana a propostas de reuso adaptativo, esta edição do Architecture Now destaca uma série de projetos anunciados recentemente ao redor do mundo. O escritório Foster + Partners lidera a retomada de Amaravati, uma capital planejada na Índia; o Safdie Architects propõe uma nova torre no bairro histórico de Old Port, em Portland; e o SOM inicia as obras de um pavilhão cultural e acadêmico na Temple University. Outras atualizações incluem um plano de preservação para uma ponte histórica em Praga, um empreendimento hoteleiro costeiro em Abu Dhabi e um projeto residencial de grande escala no Brooklyn projetado por TenBerke. Em conjunto, esses projetos refletem as prioridades em constante evolução em habitação, sustentabilidade, patrimônio e espaço público em diversos contextos globais.

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De Austin a Tóquio: Architecture Now destaca projetos globais que moldam aeroportos, cidades e destinos culturais

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Esta edição do Architecture Now reúne projetos que exploram como a arquitetura está remodelando portais globais, destinos culturais e a vida urbana. O projeto do SOM para o novo Saguão de Embarque e Desembarque em Austin e a proposta da Scott Brownrigg para o Heathrow West destacam o aeroporto como um limiar cívico, enquanto o complexo de três torres do escritório Kerry Hill Architects em Brisbane prioriza o espaço público e as paisagens subtropicais na habitação de alta densidade. A torre à beira-mar do escritório Zaha Hadid Architects na Flórida dá continuidade à tradição costeira escultórica de Miami, e o Japa Valley Tokyo, de Pharrell Williams e NIGO, apresenta um distrito cultural temporário que mescla arte, hospitalidade e varejo. Juntas, essas iniciativas refletem como infraestrutura, estilo de vida e design se cruzam para definir a experiência urbana contemporânea.

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Expo 2025 Osaka: 8 pavilhões nacionais imperdíveis

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Com abertura marcada para 13 de abril de 2025, a Expo 2025 Osaka reunirá países e organizações de todo o mundo sob o tema "Projetando a Sociedade do Futuro para Nossas Vidas". Localizado na ilha artificial de Yumeshima, o evento deve atrair milhões de visitantes, com foco em inovação, sustentabilidade e intercâmbio cultural. O masterplan geral é liderado pelo arquiteto japonês Sou Fujimoto, que idealizou uma estrutura circular conhecida como Grand Roof, ou "Grand Ring". Com 1,5 quilômetro de diâmetro, a cobertura flutuante conectará os pavilhões nacionais e temáticos situados abaixo, funcionando como um símbolo de união e colaboração, ao mesmo tempo em que oferece caminhos sombreados e espaços para eventos.

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Do Irã à Argentina: 9 residências contemporâneas não construídas que exploram forma, contexto e identidade

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Em diferentes geografias e gerações, profissionais da arquitetura estão repensando a ideia de lar, equilibrando expressão pessoal, sensibilidade ao contexto e clareza material. Estas propostas residenciais contemporâneas, enviadas pela comunidade do ArchDaily, revelam como a casa continua a evoluir tanto como manifesto arquitetônico quanto como um cenário íntimo para a vida cotidiana. Do escultórico e futurista ao enraizado e vernáculo, os projetos exploram como a forma construída se equilibra entre identidade, meio ambiente e estilo de vida em um mundo cada vez mais complexo.

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Ressignificando Marcos Culturais: Uma Abordagem Local para a Arquitetura no Oriente Médio

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Uma análise anterior sobre marcos culturais no Oriente Médio projetados por arquitetos/as internacionais destacou temas recorrentes, como a arquitetura como uma extensão da paisagem, o desenho responsivo ao clima e a abstração de formas tradicionais. Esses projetos frequentemente introduziram soluções ambientais de alta tecnologia, utilizaram formas monumentais para reinterpretar a identidade local ou se posicionaram como marcos na paisagem urbana ou desértica mais ampla. Embora essas abordagens tenham definido muitas das instituições culturais mais reconhecidas da região, elas representam apenas um lado do discurso arquitetônico. Uma trajetória igualmente significativa, porém distinta, surge de arquitetos/as locais, que trabalham a partir de estruturas existentes, contextos históricos e ambientes habitados para criar instituições profundamente integradas ao seu entorno. Essa abordagem prioriza a continuidade, a transformação e a acessibilidade, garantindo que a arquitetura continue sendo parte viva do tecido cultural, em vez de se limitar a um objeto isolado.

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Das colinas de Atenas às crateras de Marte, descubra 8 propostas de concurso premiadas da comunidade ArchDaily

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Concursos de arquitetura há muito tempo oferecem um espaço para experimentação: plataformas onde ideias podem ser testadas, tipologias reimaginadas e questões críticas abordadas por meio do projeto. Livres de algumas das restrições das encomendas comerciais, as propostas de concursos frequentemente refletem visões ambiciosas de como a arquitetura pode responder a desafios ambientais, culturais e sociais. Quer estejam focadas em habitats futuros, instituições públicas ou infraestruturas comunitárias de pequena escala, essas propostas dão forma aos valores e prioridades que impulsionam o pensamento arquitetônico hoje.

A seleção de projetos não construídos deste mês reúne oito projetos premiados em concursos enviados pela comunidade do ArchDaily. Cada um deles conquistou o primeiro, segundo ou terceiro lugar em premiações locais e internacionais recentes. As propostas selecionadas abrangem uma ampla variedade de programas e geografias: uma biblioteca sustentável em Lima, um habitat marciano que explora sistemas de ciclo fechado, um orfanato para adultos projetado para o empoderamento na Índia, uma nova escola francesa em Atenas e uma iniciativa de placemaking em Singapura enraizada no folclore local. Embora variem em escala e escopo, todos eles destacam a capacidade da arquitetura de dialogar com o contexto, promover a inclusão e propor novas maneiras de habitar o espaço.

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Do Brasil à Ucrânia: 7 espaços conceituais de aprendizagem que expandem as fronteiras da educação

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No mundo de hoje, o aprendizado não está mais confinado às salas de aula nem se define apenas pela educação formal; ele acontece em todos os lugares, de diversas formas. De salas de música e bibliotecas sensoriais a centros de treinamento em neurodiversidade e escolas públicas reinventadas, os espaços que apoiam o aprendizado estão se tornando tão variados quanto as maneiras como aprendemos. Esta seleção de projetos educacionais não construídos, enviados pela comunidade do ArchDaily, reflete essa mudança, explorando como a arquitetura pode acolher a diferença, cultivar a curiosidade e criar ambientes que atendam a um amplo espectro de necessidades cognitivas, emocionais e sociais.

Arquitetura Hoje: Projetando espaços de trabalho, cultura e vida pública preparados para o futuro

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De Bangkok a Billund, uma nova onda de anúncios de projetos de arquitetura está remodelando a forma como os espaços de trabalho, cultura, mobilidade e vida pública são concebidos. Na Noruega, na Tailândia, nos Estados Unidos, na Dinamarca e na Austrália, essas propostas refletem uma ênfase cada vez maior na integração tecnológica, na construção sustentável e em ambientes flexíveis e preparados para o futuro. Seja projetando polos de produção para profissionais de criação digital, campi de mídia adaptáveis ou paisagens cívicas repletas de história e intenção ecológica, cada proposta oferece uma visão de como a arquitetura está evoluindo para dar suporte a indústrias emergentes, programação cultural e novas formas de engajamento público. Esta edição do Architecture Now reúne uma seleção de projetos anunciados recentemente que destacam a interseção entre design, tecnologia e inovação em um contexto global.

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Dos poços de alcatrão de Los Angeles às florestas da Finlândia, descubra 8 projetos conceituais de museus da comunidade do ArchDaily

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Os museus e centros culturais ocupam uma posição única na sociedade como espaços de aprendizado, comunidade e conexão. Eles servem como plataformas para preservar a história e engajar o público com novas ideias e perspectivas. A arquitetura desempenha um papel fundamental na formação dessas experiências, proporcionando a estrutura física e emocional que aprimora a forma como as pessoas interagem com a arte, a cultura e entre si. De estruturas monumentais a projetos mais íntimos, esses edifícios culturais têm o potencial de refletir identidades locais, defender a sustentabilidade e inspirar visitantes, ao mesmo tempo que criam marcos culturais duradouros.

De Los Angeles a Turku e Vinh Long, esta seleção de projetos conceituais de museus e centros culturais enviados pela comunidade do ArchDaily destaca a diversidade e a criatividade de propostas não construídas. Todos os meses, a equipe editorial do ArchDaily seleciona um conjunto de projetos conceituais focados em um tema ou programa específico, enviados por arquitetos e arquitetas de todo o mundo. Nesta seleção, as propostas variam desde a expansão de um museu infantil nos Estados Unidos até um museu agrícola sustentável no Vietnã, demonstrando como a arquitetura pode responder a contextos locais distintos ao mesmo tempo que promove temas universais de educação, ludicidade e descoberta. Seja celebrando o patrimônio arqueológico no Chipre ou reimaginando espaços públicos na Finlândia, esses projetos exploram como os museus podem funcionar como polos culturais que engajam e transformam suas comunidades.

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