Nour Fakharany

Arquiteta, planejadora urbana e Content Editor do ArchDaily.com. Nascida e criada no Cairo, Egito.

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CHYBIK + KRISTOF vence concurso para projetar torre multifuncional em Tirana, Albânia

O escritório CHYBIK+KRISTOF venceu um concurso internacional para projetar uma torre multifuncional que será parte fundamental da paisagem em transformação de Tirana. A estrutura está localizada no coração do polo cultural da capital, ao longo do New Boulevard, refletindo uma mudança no desenvolvimento urbano da cidade. Com sua silhueta marcante em concreto vermelho, o edifício pretende se consolidar como um novo marco urbano, sinalizando o início de diversos outros projetos previstos no plano diretor.

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Diamond Schmitt e Lemay Michaud assinam projeto de revitalização e expansão para a Universidade McGill

Diamond Schmitt e Lemay Michaud acabam de revelar os planos para um importante projeto de revitalização e expansão para a Universidade McGill. Localizado no terreno do antigo Hospital Royal Victoria, em Montreal, o projeto visa criar um centro de pesquisa e inovação em sustentabilidade. O projeto New Vic está programado para abrir suas portas em 2027, trazendo “nova vida” a vários edifícios de relevância histórica.

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De Acapulco a Copenhague: 8 projetos exibidos na Bienal de Veneza 2025 que reivindicam a arquitetura existente para cidades regenerativas

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Esta seleção de projetos da Bienal de Arquitetura de Veneza 2025 explora a regeneração como um processo deliberado e inteligente, enraizado nas condições específicas de cada lugar. Há décadas a Bienal funciona como um campo de testes para as ideias mais urgentes da arquitetura, permitindo que designers, pesquisadores/as e instituições apresentem visões que respondem a desafios ambientais, culturais e sociais em constante evolução. Os projetos deste ano revelam que a regeneração — seja de uma cidade costeira inteira, de uma área industrial desativada ou de um espaço público negligenciado — exige mais do que simplesmente substituir o antigo pelo novo. Ela demanda uma leitura precisa dos contextos existentes, a preservação do conhecimento incorporado e a integração cuidadosa das necessidades contemporâneas.

As oito obras selecionadas mostram que a regeneração pode surgir de múltiplos pontos de partida: a reativação do patrimônio por meio do reuso adaptativo, a restauração de sistemas ecológicos como parte do planejamento urbano, o desenvolvimento de estratégias abertas e modulares para a renovação de habitações de interesse social ou a sobreposição de inovações tecnológicas a práticas historicamente enraizadas. Embora a escala da intervenção varie, cada projeto demonstra sensibilidade em relação ao que já existe no local — sejam recursos materiais, padrões urbanos ou a memória cultural — e a disposição de trabalhar com esses ativos como catalisadores de transformação. Juntos, eles sugerem que a regeneração precisa começar em algum lugar, e que seu sucesso reside no equilíbrio entre a inovação e a inteligência do que já existe.

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De Milão a Chicago: A arquitetura hoje e a atuação de destaque de Herzog & de Meuron, Gensler e Heatherwick

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Do Scalo Farini em Milão ao centro de Chicago, e do interior da Toscana às iniciativas de retrofit no Reino Unido, anúncios recentes demonstram como a arquitetura está evoluindo em resposta às metas climáticas, à identidade cultural e à transformação urbana. A nova sede da UniCredit, projetada por Herzog & de Meuron, ancorará uma das maiores áreas de requalificação urbana da Europa, com foco em sustentabilidade e inovação nos espaços de trabalho. Ao mesmo tempo, o projeto de estádio do Gensler para o Chicago Fire FC busca redefinir a experiência de dia de jogo nos EUA, integrando-se a um grande empreendimento na orla. Na Toscana, o Pavilhão Sapaio, do escritório Alvisi Kirimoto, mescla produção agrícola com sensibilidade arquitetônica, enquanto no Reino Unido, o RIBA e a The King's Foundation promovem o retrofit como uma agenda nacional. Paralelamente, finalistas como MVRDV, Heatherwick Studio e Mecanoo avançam em um concurso internacional para criar um marco climático destinado a inspirar mudanças comportamentais em grande escala. Esta edição do Architecture Now reúne esforços diversos, porém interconectados, que moldam a maneira como a arquitetura pode gerar impactos ecológicos, culturais e cívicos de longo prazo.

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Repensando o morar urbano: 8 projetos conceituais de habitação coletiva da comunidade ArchDaily

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O futuro da vida urbana é cada vez mais concebido como algo coletivo, em camadas e adaptável. À medida que as cidades se tornam mais densas e as fronteiras entre trabalho, casa e lazer se dissipam, profissionais de arquitetura repensam a noção tradicional de habitação, migrando de unidades isoladas para ambientes integrados e voltados para a comunidade. Esta seleção de projetos não construídos, enviados pela comunidade do ArchDaily, reflete essa transição: uma exploração global de como o design pode moldar formas de viver mais resilientes, inclusivas e conectadas.

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Das falésias da Arábia Saudita aos vinhedos de Santorini, conheça 8 propostas de hotéis não construídos da comunidade do ArchDaily

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Os hotéis estão sendo cada vez mais projetados para além de meros locais de hospedagem. À medida que as expectativas em torno das viagens mudam, profissionais da arquitetura abordam projetos de hotelaria como oportunidades para explorar conceitos de contexto, experiência e identidade. Sejam integradas em paisagens remotas ou inseridas em ambientes urbanos densos, estas propostas examinam como a arquitetura pode moldar a experiência do hóspede por meio da organização espacial, da seleção de materiais e da conexão com o lugar. O hotel torna-se uma estrutura não apenas para o descanso, mas para a interação com o entorno, com o outro e com o próprio projeto.

A cada mês, a equipe editorial do ArchDaily cura uma seleção de projetos não construídos focados em uma tipologia ou tema comum. Enviadas por escritórios de todas as escalas e de várias partes do mundo, essas propostas representam a diversidade de abordagens na nossa comunidade global de arquitetura. A seleção deste mês foca em hotéis, indo desde as escultóricas Pistachio Villas em Ubud ao modular Dubai Edition Hotel e ao Terra Dionysia em Santorini, enraizado em um vinhedo. Juntos, esses projetos refletem um amplo espectro do pensamento arquitetônico voltado à hotelaria, desde a integração com a paisagem e referências culturais até questões de densidade e espaço público. O envio de projetos é aberto a todas as pessoas.

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Das ilhas da Indonésia às florestas da Alemanha, descubra 8 propostas de refúgios residenciais em meio à natureza da comunidade ArchDaily

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Residências, villas e refúgios são cada vez mais concebidos como lugares de pausa — espaços onde a arquitetura propicia o descanso, a reflexão e uma conexão mais profunda com a natureza. Em vez de se concentrarem apenas na vida urbana ou na eficiência compacta, essas moradias inserem-se em contextos remotos, cênicos ou rurais, onde a paisagem se torna parte fundamental do cotidiano. Por meio de uma implantação cuidadosa, do uso de materiais naturais e de distribuições espaciais abertas, essas propostas oferecem um padrão de vida elevado, que é ao mesmo tempo intencional e profundamente enraizado no lugar.

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De Bangkok a Florença: 6 projetos não construídos de espaço público que repensam a comunidade, a ecologia e a identidade urbana

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Os espaços públicos continuam sendo alguns dos cenários mais dinâmicos para a experimentação arquitetônica não construída, revelando como as cidades e os/as arquitetos/as podem conceber a acessibilidade, o encontro e a identidade cívica. Nesta seleção de projetos não construídos, enviada pela comunidade do ArchDaily, as propostas selecionadas examinam parques, corredores de pedestres, paisagens culturais e ambientes urbanos de livre acesso que convidam as pessoas a se encontrar, se movimentar, descansar e participar da vida coletiva. Em vez de tratar o espaço público como um terreno residual, esses projetos o posicionam como uma infraestrutura essencial, moldando a saúde urbana, a memória e a interação social.

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Arquitetura Hoje: C.F. Møller, Sasaki, 10 Design e outros revelam projetos no Oriente Médio, Ásia e EUA

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Uma série de projetos anunciados recentemente na Europa, Ásia, no Oriente Médio e na América do Norte reflete uma mudança contínua no pensamento arquitetônico em direção a abordagens que integram as edificações com suas paisagens, os programas com a vida pública e o design com objetivos ambientais de longo prazo. Em Nantes, na França, um campus de saúde redefine a formação médica por meio de um planejamento consciente do clima, enquanto em San Antonio, no Texas, um novo arboreto transforma um antigo campo de golfe em uma paisagem pública voltada para a pesquisa. Torres residenciais começam a se erguer ao lado do Parque Lumphini, em Bangkok; uma nova comunidade costeira está em desenvolvimento nos Emirados Árabes Unidos; e a ampliação do Museu Nelson-Atkins, em Kansas City, propõe repensar como as instituições culturais se conectam com seu entorno. Juntos, esses anúncios apontam para um interesse crescente em projetos que inserem a arquitetura em sistemas ecológicos e cívicos mais amplos, propondo novos modelos de integração espacial, acessibilidade e resiliência.

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De Tirana a Monterrey: 8 projetos residenciais não construídos que reimaginam o habitar coletivo

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A habitação coletiva continua sendo uma das áreas mais ativas para a exploração arquitetônica de projetos não construídos, revelando como arquitetos e arquitetas estão repensando a vida doméstica, a densidade e o convívio compartilhado em diferentes contextos culturais e ambientais. Nesta seleção de projetos não construídos, enviados pela comunidade do ArchDaily, as propostas selecionadas investigam novas formas de habitar que abrangem unidades móveis, empreendimentos verticais, reutilização adaptativa e conjuntos residenciais integrados à paisagem. Em vez de tratar a habitação como um invólucro puramente funcional, estes projetos a posicionam como uma estrutura social e espacial que molda a vida cotidiana, os vínculos comunitários e a resiliência urbana a longo prazo.

Em geografias variadas, de Tirana e Atenas a Monterrey, Chaloos, Roatán, Bhola e a RDC, estas propostas exploram múltiplas abordagens para a habitação coletiva: a transformação de estruturas industriais remanescentes em edifícios residenciais, a expansão de planos diretores existentes através da integração com a paisagem, a reimaginação da verticalidade em centros urbanos densos e o desenvolvimento de protótipos modulares adaptáveis a mudanças climáticas ou padrões de mobilidade. Alguns projetos priorizam estratégias ecológicas e materiais locais, enquanto outros testam novos modelos de acessibilidade, bem-estar comunitário ou crescimento urbano incremental. Em conjunto, essas propostas refletem um amplo espectro de respostas arquitetônicas às pressões habitacionais contemporâneas.

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Da inteligência artificial aos/às artesãos/ãs: como o MEAN* mescla o design computacional com o artesanato do Oriente Médio

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Reconhecido como uma das Melhores Novas Práticas de 2024 do ArchDaily, o escritório MEAN* (Middle East Architecture Network) está redefinindo o panorama arquitetônico da região ao fundir design computacional, fabricação digital e pesquisa de materiais com o patrimônio local. Fundado em 2016, o estúdio adota uma abordagem inovadora, desenvolvendo soluções arquitetônicas site-specific que equilibram a inovação tecnológica com a continuidade cultural. Seu trabalho abrange projetos de diversas escalas, desde móveis experimentais, como a Cadeira Mawj, até intervenções de escala urbana, como o The Adaptive Majlis — uma reinterpretação fabricada digitalmente de espaços sociais e de resfriamento tradicionais. Ao integrar ferramentas avançadas como design paramétrico, IA e impressão 3D com materiais locais, o MEAN* está moldando uma nova linguagem arquitetônica que reflete tanto as aspirações do futuro quanto a profundidade do passado.

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Espaços educativos como polos culturais e cívicos no Oriente Médio: 7 projetos que redefinem o engajamento público

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A educação há muito tempo é uma força motriz no Oriente Médio, moldando o conhecimento, incentivando a inovação e fortalecendo a identidade cultural. Nos últimos anos, a arquitetura educacional na região expandiu-se para além de sua função acadêmica, evoluindo para espaços de encontro público e polos culturais. Essas instituições são projetadas não apenas para o aprendizado, mas também para o diálogo, a pesquisa e a colaboração, frequentemente integrando pátios abertos, áreas públicas multiuso e elementos arquitetônicos que refletem a herança local. Seja por meio de sua abertura física, adaptabilidade ou conexão com o ambiente urbano, esses espaços reforçam a ideia de que universidades e centros de pesquisa são essenciais para a vida cívica.

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De Vancouver a Kyiv: Architecture Now apresenta projetos globais que moldam espaços sagrados, cívicos e culturais

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À medida que as cidades e comunidades se adaptam a novas realidades culturais, ambientais e sociais, a arquitetura assume um papel cada vez mais amplo na criação de espaços de resiliência, encontro e imaginação. Esta edição do Architecture Now destaca seis projetos recentes que abrangem diferentes continentes e tipologias — desde a requalificação de paisagens pós-industriais até a arquitetura sacra, pavilhões culturais e centros cívicos. Seja por meio de inovações em madeira engenheirada em Vancouver e Jülich, reuso adaptativo em Ostrava, um pavilhão infantil em Londres, um centro espiritual na Índia ou uma igreja paramétrica em Kyiv, cada projeto demonstra como o design pode conectar patrimônio e inovação ao mesmo tempo em que promove conexão, cuidado e comunidade.

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Em defesa do modernismo local no Cairo: a transformação arquitetônica do Egito durante a década de 1950

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No coração do Cairo, em meio a seus marcos históricos e a uma malha urbana em evolução, um movimento arquitetônico modernista singular tomou forma nas décadas de 1950 e 1960. Essa vertente refletia a resposta da cidade às rápidas transformações políticas, econômicas e sociais. Em sua chegada, o modernismo no Cairo não foi mero estilo importado, mas sim uma "resposta pragmática às necessidades de uma cidade em crescimento". Os/as arquitetos/as concentraram-se na funcionalidade, na eficiência e na adaptação dos projetos ao clima e ao contexto cultural local. Após a revolução de 1952, o Egito passou por transformações significativas sob a liderança do presidente Gamal Abdel Nasser. De fato, o governo buscava construir uma nova identidade nacional que refletisse o progresso e a autossuficiência do país. A arquitetura desempenhou um papel crucial nesse esforço, com forte ênfase na modernização e no desenvolvimento. O Estado investiu em projetos de grande escala para atender às demandas de uma população em rápido crescimento e de indústrias em expansão. Este período marcou uma transição das influências da era colonial em direção à busca por uma identidade arquitetônica própria, alinhada às aspirações políticas e sociais da época.

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Arquitetura sobre a água: abordagens adaptativas e ecológicas de Veneza 2025

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Esta seleção de projetos da Bienal de Arquitetura de Veneza 2025 explora como arquitetos/as e designers estão repensando a relação entre o ambiente construído e a água em resposta à crise climática global. Com o aumento do nível do mar e a intensificação de eventos climáticos extremos, a água deixou de ser uma ameaça distante para se tornar uma condição imediata de projeto. Em vez de resistir a ela, estes projetos investigam como a arquitetura pode coexistir, adaptar-se e até mesmo se regenerar por meio das forças da natureza. Coletivamente, as propostas sugerem uma mudança de perspectiva em direção ao trabalho em harmonia com os elementos, reconhecendo a água não como um limite para a construção, mas como participante ativa na configuração dos ambientes do futuro.

Arquitetura sobre a água: abordagens adaptativas e ecológicas de Veneza 2025 - 1 的图像 4Arquitetura sobre a água: abordagens adaptativas e ecológicas de Veneza 2025 - 2 的图像 4Arquitetura sobre a água: abordagens adaptativas e ecológicas de Veneza 2025 - 3 的图像 4Arquitetura sobre a água: abordagens adaptativas e ecológicas de Veneza 2025 - 4 的图像 4Arquitetura sobre a água: abordagens adaptativas e ecológicas de Veneza 2025 - Mais Imagens+ 10

De Abu Dhabi a Oklahoma City: Arquitetura Hoje e Novos Anúncios de Heatherwick Studio, MANICA, Kengo Kuma e Outros

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Aldar apresenta o masterplan para a Ilha Fahid, um destino à beira-mar focado no bem-estar em Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos

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Do Vietnã à Polônia: 6 residências não construídas imersas na natureza

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Em diferentes climas e paisagens, arquitetos e arquitetas estão reimaginando a casa como um lugar profundamente enraizado em seu entorno, onde a arquitetura e o meio ambiente trabalham em conjunto para promover o bem-estar. Esta seleção curada de residências não construídas, enviadas pela comunidade do ArchDaily, foi concebida como uma série de santuários que oferecem refúgio do ritmo da vida urbana, aproveitando as qualidades restauradoras do verde, da água e do ar livre. A natureza atua como uma presença ativa, moldando pátios, orientando a circulação e influenciando a escolha de materiais e cores.

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Modernismo Importado: A história não contada do concurso para o Centro Cultural do Bahrein de 1976

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Os concursos de arquitetura há muito constituem um meio para as nações moldarem sua identidade, suas paisagens culturais e seu ambiente construído. Eles oferecem uma plataforma para que arquitetos/as internacionais contribuam com projetos nacionais, frequentemente refletindo ambições mais amplas de modernização e reconhecimento global. Em 1976, o Bahrein lançou aquele que seria potencialmente o seu primeiro grande concurso de arquitetura — uma chamada de projetos para um Centro Cultural Nacional, trazendo alguns/mas dos/as principais arquitetos/as do mundo para o discurso arquitetônico emergente do Golfo. Embora o projeto vencedor de Timo Penttilä nunca tenha sido construído, o concurso continua sendo um momento fundamental na história do Bahrein, ilustrando os desafios de traduzir visões externas em realidades locais.

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