Nour Fakharany

Arquiteta, planejadora urbana e Content Editor do ArchDaily.com. Nascida e criada no Cairo, Egito.

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6 Retiros Não Construídos que Exploram a Hospitalidade Através da Paisagem e do Refúgio

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Espaços de refúgio continuam a oferecer um terreno fértil para explorações conceituais, revelando como a arquitetura pode promover o descanso, a reflexão e a imersão na natureza em meio a transformações ambientais e culturais. Nesta edição de projetos Não Construídos, enviados pela comunidade do ArchDaily, as propostas selecionadas reúnem um conjunto diversificado de abordagens que reconsideram a hospitalidade sob a ótica do acolhimento. Essas obras posicionam a acomodação não como espetáculo ou excesso, mas como estruturas espaciais moldadas pela paisagem, pelo clima, pela contenção material e pela experiência compartilhada.

Em diferentes geografias — das encostas do Sudeste Asiático e do litoral da Indonésia às savanas africanas, ao território alpino, às paisagens do Oriente Médio e às florestas norte-americanas —, as propostas demonstram variadas respostas arquitetônicas a locais sensíveis. Entre os projetos, destacam-se estruturas elevadas que pairam suavemente sobre terrenos íngremes, sistemas temporários de cabanas inseridos em ecologias remotas, abrigos de montanha reconstruídos com base na memória e no reuso, estadias comunitárias organizadas em torno de pátios centrais orientadas por estilos de vida, refúgios desérticos contemplativos e acampamentos florestais inclusivos projetados sob a ótica da acessibilidade e do equilíbrio ambiental.

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7 masterplans não construídos que reimaginam os futuros urbanos por meio da ecologia e do espaço coletivo

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Raisio City Center / LUO Architects

Raisio, Finlândia

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“A terra não é nostalgia”: Hand Over sobre design-build e materiais locais

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A cada ano, o ArchDaily Next Practices Awards destaca escritórios emergentes que estão expandindo os limites da arquitetura por meio de novos métodos, materiais e formas de trabalhar. Selecionadas a partir de um panorama global, essas práticas refletem um distanciamento de definições singulares da disciplina, voltando-se a questões mais amplas de construção, meio ambiente e impacto social. Em vez de operar em categorias rígidas, muitos desses escritórios se posicionam de forma transversal entre diferentes campos, combinando projeto, pesquisa e produção para responder às condições contemporâneas.

Escolhido como um dos vencedores da edição de 2025, o Hand Over é um escritório sediado no Cairo que atua na interseção entre projeto, construção e pesquisa. Fundado por Radwa Rostom, engenheira civil com mais de quinze anos de experiência em desenvolvimento e sustentabilidade, o estúdio trabalha por meio de um modelo integrado de projeto e construção, engajando-se com a construção com terra, materiais locais e processos de base comunitária.

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Centros culturais para além do edifício: 6 projetos não construídos que integram a paisagem

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Centros culturais continuam a ser um campo fértil para explorações de projetos não construídos, refletindo como arquitetos e arquitetas vêm repensando o papel das instituições públicas em relação à paisagem, à experiência e à hibridez programática. Nesta seleção de Projetos Não Construídos, enviada pela comunidade do ArchDaily, as propostas selecionadas reúnem abordagens que expandem a definição de centro cultural para além de um edifício isolado. Estas obras posicionam a arquitetura como uma estrutura espacial que faz a mediação entre pesquisa, exposição, refúgio e vida pública, muitas vezes inseridas ou distribuídas em contextos naturais e urbanos.

Em diferentes geografias, do norte da Noruega e Oslo a Łódź, Viena, Marrakech e Nova Tashkent, os projetos demonstram respostas diversas à infraestrutura cultural. Eles incluem complexos integrados à paisagem moldados pela topografia e pelo clima, pontes que combinam galeria de arte e circulação pública, pavilhões zoológicos estruturados como sequências imersivas, o reuso adaptativo de edifícios militares em espaços de performance, ambientes articulados em torno de pátios enraizados nas tradições locais e instituições responsivas ao clima a partir de análises ambientais. Juntas, essas propostas exploram como os programas culturais podem ser organizados por meio do movimento, da estratificação espacial e das relações entre as condições internas e externas.

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Do deserto à floresta: 8 casas não construídas projetadas como refúgios contemporâneos

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A arquitetura residencial continua sendo um dos campos mais ativos para a exploração arquitetônica de projetos não construídos, oferecendo uma lente através da qual arquitetos e arquitetas repensam como o espaço doméstico pode responder à paisagem, ao clima e aos modos de vida contemporâneos. Nesta edição de Projetos Não Construídos, enviada pela comunidade do ArchDaily, as propostas selecionadas reúnem uma variedade de projetos residenciais que abordam casas, vilas e refúgios como locais de recolhimento, mediação e habitação cotidiana. Em vez de tratar a casa como um objeto estático ou isolado, esses projetos a abordam como uma estrutura espacial que negocia exposição, privacidade e conexão com o lugar.

Do deserto à floresta: 8 casas não construídas projetadas como refúgios contemporâneos - Image 24 of 4Do deserto à floresta: 8 casas não construídas projetadas como refúgios contemporâneos - Image 36 of 4Do deserto à floresta: 8 casas não construídas projetadas como refúgios contemporâneos - Image 47 of 4Do deserto à floresta: 8 casas não construídas projetadas como refúgios contemporâneos - Image 23 of 4Do deserto à floresta: 8 casas não construídas projetadas como refúgios contemporâneos - Mais Imagens+ 44

7 casas não construídas moldadas pelo terreno, clima e condicionantes

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A arquitetura residencial continua a oferecer um terreno fértil para a exploração de projetos não construídos, revelando como arquitetos e arquitetas respondem ao contexto, ao clima e às restrições na escala doméstica. Nesta edição de Não Construídos, enviada pela comunidade do ArchDaily, os projetos selecionados reúnem uma série de propostas que reconsideram a casa não como um objeto isolado, mas como um sistema espacial moldado por seu entorno. Essas obras posicionam a arquitetura como uma estrutura que faz a mediação entre terreno, material e habitabilidade, muitas vezes surgindo diretamente das condições do próprio local.

Em geografias variadas, de Kerala e Cartagena a Amã, Tromsø e Zwolle, os projetos demonstram respostas diversas à arquitetura doméstica. Eles incluem moradias urbanas compactas organizadas por meio de estratificação vertical, casas com pátio parcialmente inseridas no terreno, residências adaptadas a topografias em declive e transformações tipológicas moldadas por restrições regulatórias. Alguns projetos exploram sequências espaciais lineares enraizadas em proporções tradicionais, ao passo que outros organizam a vida doméstica em torno de átrios ou vazios escavados que medeiam luz, ventilação e privacidade. Juntas, essas propostas examinam como a casa pode ser estruturada através do corte, do material e do desempenho ambiental, em vez de se limitar à expressão formal.

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Além da sala de aula: seis projetos não construídos que repensam a arquitetura educacional

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A arquitetura educacional continua sendo um terreno fértil para a exploração de propostas não construídas, oferecendo uma perspectiva de como os ambientes de aprendizagem podem evoluir em sintonia com as transformações nos valores sociais, ecológicos e pedagógicos. Nesta seleção de projetos não construídos, enviados pela comunidade do ArchDaily, as propostas reunidas examinam escolas, bibliotecas, creches e centros acadêmicos como estruturas espaciais voltadas para o cuidado, o conhecimento e o crescimento coletivo. Em vez de tratar a educação como um programa estático abrigado em edifícios isolados, estes projetos abordam os espaços de aprendizagem como ambientes adaptáveis, moldados pela paisagem, pelo clima e pelas interações humanas.

Em diferentes geografias — de encostas mediterrâneas e pátios da Europa Central a cidades tropicais e modelos de campus distribuídos —, as propostas exploram diversas respostas arquitetônicas para a educação contemporânea. Elas variam desde jardins de infância em escala infantil, organizados em torno de árvores e claustros, até bibliotecas concebidas como paisagens cívicas, edifícios acadêmicos focados na biodiversidade e escolas pensadas como sistemas urbanos caminháveis.

Além da sala de aula: seis projetos não construídos que repensam a arquitetura educacional - Imagem 15 de 4Além da sala de aula: seis projetos não construídos que repensam a arquitetura educacional - Imagem 21 de 4Além da sala de aula: seis projetos não construídos que repensam a arquitetura educacional - Imagem 34 de 4Além da sala de aula: seis projetos não construídos que repensam a arquitetura educacional - Imagem 29 de 4Além da sala de aula: seis projetos não construídos que repensam a arquitetura educacional - Mais Imagens+ 31

De Wenzhou a Nuremberg: 7 projetos culturais não construídos que imaginam a vida pública

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As instituições culturais representam um campo ativo para a exploração arquitetônica de projetos não construídos, refletindo como arquitetos e arquitetas continuam a questionar o papel dos edifícios públicos na configuração da vida urbana. Nesta edição do Unbuilt, enviada pela comunidade do ArchDaily, as propostas selecionadas reúnem uma série de projetos que abordam museus, centros de exposições e edifícios diplomáticos como locais de encontro público. Em vez de tratar esses programas como tipologias rígidas, essas propostas os abordam como cenários espaciais em constante evolução, por meio dos quais as cidades se relacionam com a história, o conhecimento e a representação.

Em diferentes geografias, de Wenzhou e Helsinque a Belgrado, Debrecen, Cidade do México e Nuremberg, as propostas exploram distintas respostas à arquitetura cultural contemporânea. Elas variam desde a reutilização adaptativa de estruturas industriais e ideológicas até novos edifícios integrados a frentes marítimas, parques e bairros residenciais. Enquanto algumas propostas enfatizam a continuidade com os contextos históricos, outras experimentam estruturas mais leves, estratégias ambientais ou novas relações entre as atividades internas e o espaço público. Juntas, oferecem um panorama de como as instituições culturais estão sendo reimaginadas em diversas condições urbanas.

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Repensando o arranha-céu: 5 torres não construídas da comunidade ArchDaily

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A arquitetura de edifícios em altura continua sendo um instrumento fundamental para acomodar a densidade em ambientes urbanos em rápida evolução. Tradicionalmente definida pela eficiência e repetição, a torre vem sendo cada vez mais reexaminada como um sistema espacial e organizacional mais complexo. Em diferentes geografias, arquitetos e arquitetas testam como as estruturas verticais podem ir além de funções únicas para incorporar programas em camadas, estratégias ambientais e novas formas de ocupação.

A seleção a seguir reúne projetos não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily, destacando uma variedade de abordagens para a torre contemporânea. De empreendimentos de uso misto e edifícios residenciais em altura a propostas ecológicas especulativas, essas obras refletem uma mudança contínua na forma como a arquitetura vertical é concebida. Tais torres dialogam com questões mais amplas de privacidade, coexistência, adaptabilidade e integração urbana.

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NEOM apresenta Leyja: um novo destino turístico no noroeste da Arábia Saudita

O NEOM acaba de revelar "Leyja" como um novo destino turístico no noroeste da Arábia Saudita. Composta por três hotéis diferentes projetados por equipes de arquitetura de renome mundial, a região de Leyja está localizada em um vale antigo cercado por montanhas de 400 metros de altura. O projeto inclui um hotel impressionante assinado por Chris van Duijn, um hotel espelhado de Shaun Killa e um hotel vertical esculpido na rocha por Mario Cucinella. Com o objetivo de apoiar o turismo sustentável, o destino faz parte do plano Saudi Vision 2030.

NEOM apresenta Leyja: um novo destino turístico no noroeste da Arábia Saudita - Image 1 of 4NEOM apresenta Leyja: um novo destino turístico no noroeste da Arábia Saudita - Image 2 of 4NEOM apresenta Leyja: um novo destino turístico no noroeste da Arábia Saudita - Image 3 of 4NEOM apresenta Leyja: um novo destino turístico no noroeste da Arábia Saudita - Image 4 of 4NEOM apresenta Leyja: um novo destino turístico no noroeste da Arábia Saudita - Mais Imagens+ 3

Explorando os projetos que moldam a cidade de NEOM, na Arábia Saudita

NEOMou "nova vida" em uma mistura de grego e árabe — é um novo desenvolvimento urbano planejado pelo Reino da Arábia Saudita. Concebida como uma cidade transfronteiriça localizada no noroeste do país, a iniciativa visa diversificar a economia e reduzir a dependência do petróleo. Com promessas de sustentabilidade e inovação, o megaprojeto atrai a atenção global com suas 10 regiões distintas.

O projeto é concebido como uma metrópole de vanguarda, que aspira a se tornar um epicentro global de avanços inovadores e um modelo de estilo de vida ecológico. Desde seu anúncio em 2017, o NEOM revelou os planos para suas 10 regiões centrais, que incluem um arranha-céu de 170 km de extensão, uma estação de esqui futurista, um hotel costeiro invertido, um destino turístico em um vale montanhoso, entre outras atrações.

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Thom Mayne apresenta "Construindo o Espontâneo" em Vancouver, Canadá

O arquiteto vencedor do Prêmio Pritzker Thom Mayne apresenta sua exposição “Constructing the Spontaneous” na Paul Kyle Gallery em Vancouver, no Canadá. Reconhecido por suas contribuições para a arquitetura e o design, o arquiteto fundou o escritório Morphosis em 1972, materializando sua filosofia de que a arquitetura é um processo dinâmico e em constante evolução. Esta mais recente mostra de Mayne reúne suas obras de arte, investigando a complexa relação entre a tecnologia de ponta e a atemporal expressão humana.

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"Arquitetura que responde à memória de um lugar": Em conversa com Sumaya Dabbagh

Sumaya Dabbagh, fundadora do escritório Dabbagh Architects, sediado nos Emirados Árabes Unidos, está na vanguarda da inovação arquitetônica, com foco em identidade e conexão com o lugar. Sua recente participação na segunda edição da Trienal de Arquitetura de Sharjah, intitulada "Earth to Earth", apresenta um conjunto de ideias que o escritório Dabbagh Architects vem desenvolvendo em seus projetos. Diretamente de Sharjah, o ArchDaily teve a oportunidade de conversar com a arquiteta sobre suas investigações na Trienal, bem como sobre sua prática arquitetônica mais ampla e seu impacto no Sul Global.

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CEBRA projeta Centro de Visitantes no Parque Nacional do Rio Selvagem Vjosa, na Albânia

Criado em 2023 para proteger quase 13.000 hectares do Parque Regional do Rio Vjosa, o Parque Nacional de Vjosa é o primeiro parque nacional de "rio selvagem" da Europa. O escritório dinamarquês de arquitetura CEBRA foi selecionado para projetar um centro de visitantes multifuncional e um centro de informações no espaço recém-protegido. Localizado em Përmet, Tepelenë e Vlorë, no sul da Albânia, o Parque Nacional do Rio Selvagem de Vjosa apresenta um rio de fluxo livre com 190 quilômetros de extensão. O projeto do CEBRA apoia os esforços de conservação e investiga como os/as visitantes podem interagir com os respectivos ecossistemas.

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Um hotel no litoral de Montenegro e um restaurante na Índia: 8 estruturas não construídas na água e em seu entorno enviadas pela comunidade do ArchDaily

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A água, fluida e dinâmica por natureza, há muito serve de inspiração para arquitetos/as e designers. Desde as civilizações antigas até as metrópoles modernas, sua presença tem moldado projetos arquitetônicos e paisagens urbanas. Essa força elemental proporciona inspiração estética e sensorial aos edifícios construídos ao seu redor. Além disso, traz desafios e oportunidades singulares para a resolução de problemas, especialmente no momento em que a elevação do nível do mar exige uma reavaliação dos empreendimentos costeiros.

Seja um restaurante com vista para as águas do Mar Egeu ou um hotel situado na costa de Montenegro, profissionais da arquitetura em todo o mundo valorizam a proximidade com os corpos d'água naturais. Esses projetos não construídos, selecionados a partir de propostas enviadas pela comunidade do ArchDaily, exemplificam diversas abordagens que buscam harmonizar-se com o entorno aquático. Desde os princípios regenerativos do Chabahar Beach Cafe, no Irã, até um plano diretor transformador em uma embarcação flutuante, cada proposta busca de forma única integrar elementos contextuais à experiência humana, resultando em projetos singulares.

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Projeto de requalificação da Estação 30th Street do SOM, na Filadélfia, tem obras iniciadas

Este mês, o Skidmore, Owings, and Merrill (SOM) iniciou as obras de reforma de US$ 550 milhões da William H. Gray III 30th Street Station, na Filadélfia. Proposta inicialmente em 2016, a iniciativa envolve um novo distrito urbano de uso misto com foco em transporte e mobilidade para o entorno da 30th Street Station. Com um espaço público vibrante, a fase inicial do projeto se concentra amplamente na renovação da estação histórica. Desenvolvido em parceria com a Gilbane, Amtrak, Plenary, Vantage e Johnson Controls, o principal objetivo é preparar a estação para um crescimento sustentável ao longo das próximas cinco décadas e aprimorar a experiência de viagem de milhões de visitantes que passam por ela anualmente.

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Destaques da Trienal de Sharjah: 10 instalações que exploram a beleza da impermanência

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Em cartaz de 11 de novembro de 2023 a 10 de março de 2024, a Trienal de Arquitetura de Sharjah celebra inovações no ambiente construído, com foco especial no Sul Global. O objetivo principal da mostra é chamar a atenção para futuros sustentáveis, acessíveis e equitativos, destacando o valor de respostas alternativas à escassez de recursos. Com o encerramento do evento se aproximando, o ArchDaily explora 10 instalações arquitetônicas que respondem ao tema geral por meio de diferentes linguagens.

Com curadoria de Tosin Oshinowo sob o tema “A Beleza da Impermanência: Uma Arquitetura de Adaptabilidade”, a trienal conta com contribuições de 29 arquitetos/as e estúdios de 25 países. Desde o 51-1 Arquitectos, que transforma um terreno antes inacessível em um espaço lúdico dinâmico com jogos de tabuleiro populares de várias regiões, até o Al Borde, que redefine uma área por meio de uma estrutura de sombreamento sob medida feita com materiais naturais, a Trienal de Arquitetura de Sharjah apresenta um conjunto diversificado de intervenções. A mostra do escritório WaiWai destaca três exemplos da arquitetura moderna em Tashkent, no Uzbequistão, evidenciando sua evolução significativa. Já a "Tenda de Concreto" do DAAR combina elementos de uma tenda móvel e de uma casa de concreto, explorando o conceito de "temporariedade permanente". Essas instalações oferecem perspectivas inovadoras sobre adaptabilidade, sustentabilidade e relevância cultural no panorama arquitetônico.

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Um polo de exploração musical: GRAFT vence concurso para o Campus Carl Bechstein em Berlim

O escritório de arquitetura GRAFT Architects acaba de vencer o concurso para projetar o novo Campus de Música Carl Bechstein. Localizado na região central de Berlim, o principal objetivo da Fundação Carl Bechstein com o campus é criar um polo cultural inteiramente dedicado à música de piano. Como ponto de convergência para a marca Bechstein — fundada em 1853 e conhecida por sua variedade de pianos —, o campus também funcionará como a nova sede da fundação.

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