Nour Fakharany

Arquiteta, planejadora urbana e Content Editor do ArchDaily.com. Nascida e criada no Cairo, Egito.

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Repensando o arranha-céu: 5 torres não construídas da comunidade ArchDaily

A arquitetura de edifícios em altura continua sendo um instrumento fundamental para acomodar a densidade em ambientes urbanos em rápida evolução. Tradicionalmente definida pela eficiência e repetição, a torre vem sendo cada vez mais reexaminada como um sistema espacial e organizacional mais complexo. Em diferentes geografias, arquitetos e arquitetas testam como as estruturas verticais podem ir além de funções únicas para incorporar programas em camadas, estratégias ambientais e novas formas de ocupação.

A seleção a seguir reúne projetos não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily, destacando uma variedade de abordagens para a torre contemporânea. De empreendimentos de uso misto e edifícios residenciais em altura a propostas ecológicas especulativas, essas obras refletem uma mudança contínua na forma como a arquitetura vertical é concebida. Tais torres dialogam com questões mais amplas de privacidade, coexistência, adaptabilidade e integração urbana.

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“A terra não é nostalgia”: Hand Over sobre design-build e materiais locais

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A cada ano, o ArchDaily Next Practices Awards destaca escritórios emergentes que estão expandindo os limites da arquitetura por meio de novos métodos, materiais e formas de trabalhar. Selecionadas a partir de um panorama global, essas práticas refletem um distanciamento de definições singulares da disciplina, voltando-se a questões mais amplas de construção, meio ambiente e impacto social. Em vez de operar em categorias rígidas, muitos desses escritórios se posicionam de forma transversal entre diferentes campos, combinando projeto, pesquisa e produção para responder às condições contemporâneas.

Escolhido como um dos vencedores da edição de 2025, o Hand Over é um escritório sediado no Cairo que atua na interseção entre projeto, construção e pesquisa. Fundado por Radwa Rostom, engenheira civil com mais de quinze anos de experiência em desenvolvimento e sustentabilidade, o estúdio trabalha por meio de um modelo integrado de projeto e construção, engajando-se com a construção com terra, materiais locais e processos de base comunitária.

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7 casas não construídas moldadas pelo terreno, clima e condicionantes

A arquitetura residencial continua a oferecer um terreno fértil para a exploração de projetos não construídos, revelando como arquitetos e arquitetas respondem ao contexto, ao clima e às restrições na escala doméstica. Nesta edição de Não Construídos, enviada pela comunidade do ArchDaily, os projetos selecionados reúnem uma série de propostas que reconsideram a casa não como um objeto isolado, mas como um sistema espacial moldado por seu entorno. Essas obras posicionam a arquitetura como uma estrutura que faz a mediação entre terreno, material e habitabilidade, muitas vezes surgindo diretamente das condições do próprio local.

Em geografias variadas, de Kerala e Cartagena a Amã, Tromsø e Zwolle, os projetos demonstram respostas diversas à arquitetura doméstica. Eles incluem moradias urbanas compactas organizadas por meio de estratificação vertical, casas com pátio parcialmente inseridas no terreno, residências adaptadas a topografias em declive e transformações tipológicas moldadas por restrições regulatórias. Alguns projetos exploram sequências espaciais lineares enraizadas em proporções tradicionais, ao passo que outros organizam a vida doméstica em torno de átrios ou vazios escavados que medeiam luz, ventilação e privacidade. Juntas, essas propostas examinam como a casa pode ser estruturada através do corte, do material e do desempenho ambiental, em vez de se limitar à expressão formal.

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Centros culturais para além do edifício: 6 projetos não construídos que integram a paisagem

Centros culturais continuam a ser um campo fértil para explorações de projetos não construídos, refletindo como arquitetos e arquitetas vêm repensando o papel das instituições públicas em relação à paisagem, à experiência e à hibridez programática. Nesta seleção de Projetos Não Construídos, enviada pela comunidade do ArchDaily, as propostas selecionadas reúnem abordagens que expandem a definição de centro cultural para além de um edifício isolado. Estas obras posicionam a arquitetura como uma estrutura espacial que faz a mediação entre pesquisa, exposição, refúgio e vida pública, muitas vezes inseridas ou distribuídas em contextos naturais e urbanos.

Em diferentes geografias, do norte da Noruega e Oslo a Łódź, Viena, Marrakech e Nova Tashkent, os projetos demonstram respostas diversas à infraestrutura cultural. Eles incluem complexos integrados à paisagem moldados pela topografia e pelo clima, pontes que combinam galeria de arte e circulação pública, pavilhões zoológicos estruturados como sequências imersivas, o reuso adaptativo de edifícios militares em espaços de performance, ambientes articulados em torno de pátios enraizados nas tradições locais e instituições responsivas ao clima a partir de análises ambientais. Juntas, essas propostas exploram como os programas culturais podem ser organizados por meio do movimento, da estratificação espacial e das relações entre as condições internas e externas.

Centros culturais para além do edifício: 6 projetos não construídos que integram a paisagem - Imagem 13 de 4Centros culturais para além do edifício: 6 projetos não construídos que integram a paisagem - Imagem 10 de 4Centros culturais para além do edifício: 6 projetos não construídos que integram a paisagem - Imagem 7 de 4Centros culturais para além do edifício: 6 projetos não construídos que integram a paisagem - Imagem 26 de 4Centros culturais para além do edifício: 6 projetos não construídos que integram a paisagem - Mais Imagens+ 31

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6 Retiros Não Construídos que Exploram a Hospitalidade Através da Paisagem e do Refúgio

Espaços de refúgio continuam a oferecer um terreno fértil para explorações conceituais, revelando como a arquitetura pode promover o descanso, a reflexão e a imersão na natureza em meio a transformações ambientais e culturais. Nesta edição de projetos Não Construídos, enviados pela comunidade do ArchDaily, as propostas selecionadas reúnem um conjunto diversificado de abordagens que reconsideram a hospitalidade sob a ótica do acolhimento. Essas obras posicionam a acomodação não como espetáculo ou excesso, mas como estruturas espaciais moldadas pela paisagem, pelo clima, pela contenção material e pela experiência compartilhada.

Em diferentes geografias — das encostas do Sudeste Asiático e do litoral da Indonésia às savanas africanas, ao território alpino, às paisagens do Oriente Médio e às florestas norte-americanas —, as propostas demonstram variadas respostas arquitetônicas a locais sensíveis. Entre os projetos, destacam-se estruturas elevadas que pairam suavemente sobre terrenos íngremes, sistemas temporários de cabanas inseridos em ecologias remotas, abrigos de montanha reconstruídos com base na memória e no reuso, estadias comunitárias organizadas em torno de pátios centrais orientadas por estilos de vida, refúgios desérticos contemplativos e acampamentos florestais inclusivos projetados sob a ótica da acessibilidade e do equilíbrio ambiental.

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7 masterplans não construídos que reimaginam os futuros urbanos por meio da ecologia e do espaço coletivo

Raisio City Center / LUO Architects

Raisio, Finlândia

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Além da sala de aula: seis projetos não construídos que repensam a arquitetura educacional

A arquitetura educacional continua sendo um terreno fértil para a exploração de propostas não construídas, oferecendo uma perspectiva de como os ambientes de aprendizagem podem evoluir em sintonia com as transformações nos valores sociais, ecológicos e pedagógicos. Nesta seleção de projetos não construídos, enviados pela comunidade do ArchDaily, as propostas reunidas examinam escolas, bibliotecas, creches e centros acadêmicos como estruturas espaciais voltadas para o cuidado, o conhecimento e o crescimento coletivo. Em vez de tratar a educação como um programa estático abrigado em edifícios isolados, estes projetos abordam os espaços de aprendizagem como ambientes adaptáveis, moldados pela paisagem, pelo clima e pelas interações humanas.

Em diferentes geografias — de encostas mediterrâneas e pátios da Europa Central a cidades tropicais e modelos de campus distribuídos —, as propostas exploram diversas respostas arquitetônicas para a educação contemporânea. Elas variam desde jardins de infância em escala infantil, organizados em torno de árvores e claustros, até bibliotecas concebidas como paisagens cívicas, edifícios acadêmicos focados na biodiversidade e escolas pensadas como sistemas urbanos caminháveis.

Além da sala de aula: seis projetos não construídos que repensam a arquitetura educacional - Image 15 of 4Além da sala de aula: seis projetos não construídos que repensam a arquitetura educacional - Image 21 of 4Além da sala de aula: seis projetos não construídos que repensam a arquitetura educacional - Image 34 of 4Além da sala de aula: seis projetos não construídos que repensam a arquitetura educacional - Image 29 of 4Além da sala de aula: seis projetos não construídos que repensam a arquitetura educacional - Mais Imagens+ 31

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Do deserto à floresta: 8 casas não construídas projetadas como refúgios contemporâneos

A arquitetura residencial continua sendo um dos campos mais ativos para a exploração arquitetônica de projetos não construídos, oferecendo uma lente através da qual arquitetos e arquitetas repensam como o espaço doméstico pode responder à paisagem, ao clima e aos modos de vida contemporâneos. Nesta edição de Projetos Não Construídos, enviada pela comunidade do ArchDaily, as propostas selecionadas reúnem uma variedade de projetos residenciais que abordam casas, vilas e refúgios como locais de recolhimento, mediação e habitação cotidiana. Em vez de tratar a casa como um objeto estático ou isolado, esses projetos a abordam como uma estrutura espacial que negocia exposição, privacidade e conexão com o lugar.

Do deserto à floresta: 8 casas não construídas projetadas como refúgios contemporâneos - Image 24 of 4Do deserto à floresta: 8 casas não construídas projetadas como refúgios contemporâneos - Image 36 of 4Do deserto à floresta: 8 casas não construídas projetadas como refúgios contemporâneos - Image 47 of 4Do deserto à floresta: 8 casas não construídas projetadas como refúgios contemporâneos - Image 23 of 4Do deserto à floresta: 8 casas não construídas projetadas como refúgios contemporâneos - Mais Imagens+ 44

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De Wenzhou a Nuremberg: 7 projetos culturais não construídos que imaginam a vida pública

As instituições culturais representam um campo ativo para a exploração arquitetônica de projetos não construídos, refletindo como arquitetos e arquitetas continuam a questionar o papel dos edifícios públicos na configuração da vida urbana. Nesta edição do Unbuilt, enviada pela comunidade do ArchDaily, as propostas selecionadas reúnem uma série de projetos que abordam museus, centros de exposições e edifícios diplomáticos como locais de encontro público. Em vez de tratar esses programas como tipologias rígidas, essas propostas os abordam como cenários espaciais em constante evolução, por meio dos quais as cidades se relacionam com a história, o conhecimento e a representação.

Em diferentes geografias, de Wenzhou e Helsinque a Belgrado, Debrecen, Cidade do México e Nuremberg, as propostas exploram distintas respostas à arquitetura cultural contemporânea. Elas variam desde a reutilização adaptativa de estruturas industriais e ideológicas até novos edifícios integrados a frentes marítimas, parques e bairros residenciais. Enquanto algumas propostas enfatizam a continuidade com os contextos históricos, outras experimentam estruturas mais leves, estratégias ambientais ou novas relações entre as atividades internas e o espaço público. Juntas, oferecem um panorama de como as instituições culturais estão sendo reimaginadas em diversas condições urbanas.

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Guia de Arquitetura de Atenas: 26 obras arquitetônicas da grandeza antiga à inovação moderna

Atenas destaca-se como uma cidade onde o legado da Antiguidade está entrelaçado em sua paisagem urbana moderna e vibrante. Marcos de renome mundial da Grécia Antiga, como a Acrópole e o Partenon, erguem-se como símbolos duradouros da arquitetura clássica e do rico passado da cidade. Estas estruturas refletem os princípios fundamentais de simetria e equilíbrio que influenciaram gerações de arquitetos e arquitetas e continuam a atrair estudiosos de todo o mundo. No entanto, Atenas é também uma metrópole próspera onde a arquitetura contemporânea coexiste com as suas contrapartes históricas. Desenvolvimentos recentes, liderados por escritórios internacionais e arquitetos e arquitetas locais, focam em sustentabilidade e inovação, ao mesmo tempo em que respeitam o rico patrimônio cultural de Atenas. Esta dualidade — preservar o antigo enquanto acolhe o novo — reflete as aspirações urbanas mais amplas da Grécia, tornando Atenas um ponto focal no discurso arquitetônico global. A evolução arquitetônica da cidade também se estende à sua cena de arquitetura contemporânea e design de interiores, que vem ganhando reconhecimento internacional.

Para celebrar essa evolução arquitetônica, este guia de cidades apresenta os marcos históricos de Atenas ao lado da seleção de projetos do ArchDaily com foco na arquitetura contemporânea e da curadoria do Designboom de designs de interiores inovadores. Juntos, eles destacam o papel de Atenas como um polo de inovação em design.

Guia de Arquitetura de Atenas: 26 obras arquitetônicas da grandeza antiga à inovação moderna - Image 1 of 4Guia de Arquitetura de Atenas: 26 obras arquitetônicas da grandeza antiga à inovação moderna - Image 2 of 4Guia de Arquitetura de Atenas: 26 obras arquitetônicas da grandeza antiga à inovação moderna - Image 3 of 4Guia de Arquitetura de Atenas: 26 obras arquitetônicas da grandeza antiga à inovação moderna - Image 4 of 4Guia de Arquitetura de Atenas: 26 obras arquitetônicas da grandeza antiga à inovação moderna - Mais Imagens+ 26

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De Tirana a Monterrey: 8 projetos residenciais não construídos que reimaginam o habitar coletivo

A habitação coletiva continua sendo uma das áreas mais ativas para a exploração arquitetônica de projetos não construídos, revelando como arquitetos e arquitetas estão repensando a vida doméstica, a densidade e o convívio compartilhado em diferentes contextos culturais e ambientais. Nesta seleção de projetos não construídos, enviados pela comunidade do ArchDaily, as propostas selecionadas investigam novas formas de habitar que abrangem unidades móveis, empreendimentos verticais, reutilização adaptativa e conjuntos residenciais integrados à paisagem. Em vez de tratar a habitação como um invólucro puramente funcional, estes projetos a posicionam como uma estrutura social e espacial que molda a vida cotidiana, os vínculos comunitários e a resiliência urbana a longo prazo.

Em geografias variadas, de Tirana e Atenas a Monterrey, Chaloos, Roatán, Bhola e a RDC, estas propostas exploram múltiplas abordagens para a habitação coletiva: a transformação de estruturas industriais remanescentes em edifícios residenciais, a expansão de planos diretores existentes através da integração com a paisagem, a reimaginação da verticalidade em centros urbanos densos e o desenvolvimento de protótipos modulares adaptáveis a mudanças climáticas ou padrões de mobilidade. Alguns projetos priorizam estratégias ecológicas e materiais locais, enquanto outros testam novos modelos de acessibilidade, bem-estar comunitário ou crescimento urbano incremental. Em conjunto, essas propostas refletem um amplo espectro de respostas arquitetônicas às pressões habitacionais contemporâneas.

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O Pavilhão do Japão na Bienal de Veneza de 2025 explora a inteligência artificial nos processos arquitetônicos

O Pavilhão do Japão na Bienal de Veneza de 2025 investiga o papel em constante evolução da inteligência artificial (IA) na arquitetura, concentrando-se no conceito de "espaço intermediário". Com curadoria de Jun Aoki, a exposição acontece de 10 de maio a 23 de novembro de 2025, nos Giardini della Biennale, em Veneza. A mostra explora a crescente autonomia da IA no projeto de arquitetura, levantando questões sobre as transformações na relação entre a agência humana e a inteligência das máquinas. A proposta se alinha ao tema geral "Intelligens. Natural. Artificial. Coletivo", sob curadoria de Carlo Ratti.

O Pavilhão do Japão na Bienal de Veneza de 2025 explora a inteligência artificial nos processos arquitetônicos - Image 1 of 4O Pavilhão do Japão na Bienal de Veneza de 2025 explora a inteligência artificial nos processos arquitetônicos - Image 2 of 4O Pavilhão do Japão na Bienal de Veneza de 2025 explora a inteligência artificial nos processos arquitetônicos - Image 3 of 4O Pavilhão do Japão na Bienal de Veneza de 2025 explora a inteligência artificial nos processos arquitetônicos - Image 4 of 4O Pavilhão do Japão na Bienal de Veneza de 2025 explora a inteligência artificial nos processos arquitetônicos - Mais Imagens+ 8

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De Bangkok a Florença: 6 projetos não construídos de espaço público que repensam a comunidade, a ecologia e a identidade urbana

Os espaços públicos continuam sendo alguns dos cenários mais dinâmicos para a experimentação arquitetônica não construída, revelando como as cidades e os/as arquitetos/as podem conceber a acessibilidade, o encontro e a identidade cívica. Nesta seleção de projetos não construídos, enviada pela comunidade do ArchDaily, as propostas selecionadas examinam parques, corredores de pedestres, paisagens culturais e ambientes urbanos de livre acesso que convidam as pessoas a se encontrar, se movimentar, descansar e participar da vida coletiva. Em vez de tratar o espaço público como um terreno residual, esses projetos o posicionam como uma infraestrutura essencial, moldando a saúde urbana, a memória e a interação social.

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Arquitetura sobre a água: abordagens adaptativas e ecológicas de Veneza 2025

Esta seleção de projetos da Bienal de Arquitetura de Veneza 2025 explora como arquitetos/as e designers estão repensando a relação entre o ambiente construído e a água em resposta à crise climática global. Com o aumento do nível do mar e a intensificação de eventos climáticos extremos, a água deixou de ser uma ameaça distante para se tornar uma condição imediata de projeto. Em vez de resistir a ela, estes projetos investigam como a arquitetura pode coexistir, adaptar-se e até mesmo se regenerar por meio das forças da natureza. Coletivamente, as propostas sugerem uma mudança de perspectiva em direção ao trabalho em harmonia com os elementos, reconhecendo a água não como um limite para a construção, mas como participante ativa na configuração dos ambientes do futuro.

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Da Albânia ao Irã: 7 projetos de infraestrutura não construídos que reimaginam a mobilidade, a ecologia e a conexão

A infraestrutura há muito tempo define a espinha dorsal das cidades, conectando pessoas, paisagens e economias por meio de sistemas que frequentemente passam despercebidos até que falhem. Hoje, à medida que os desafios globais exigem respostas mais adaptáveis e focadas nas pessoas, profissionais da arquitetura estão repensando o que a infraestrutura pode ser: não apenas uma estrutura de mobilidade e utilidade, mas uma catalisadora de restauração ecológica, continuidade cultural e imaginação cívica. Os seguintes projetos não construídos, enviados pela comunidade do ArchDaily, exploram esse papel ampliado da infraestrutura, no qual aeroportos, pontes, parques industriais e redes de pedestres se tornam expressões arquitetônicas de conexão e cuidado.

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Renovação de espaços teatrais: Adaptando marcos culturais para o público moderno

Os teatros atuam como instituições culturais e sociais, moldando a sociedade ao oferecer espaços onde histórias de identidade, raça e justiça ganham vida. Esses locais fomentam o senso de comunidade por meio de experiências compartilhadas e ao vivo, estimulando debates que ecoam muito além do palco. Do ponto de vista arquitetônico, os teatros são mais do que espaços de apresentação — são marcos que incorporam tanto a história quanto o futuro das artes. Seus projetos costumam refletir a importância cultural da narrativa, ao passo que suas reformas garantem que continuem relevantes no contexto moderno.

No AD Interior Focus desta semana, o ArchDaily explora como a reforma de teatros icônicos, como a Royal Opera House em Londres, Reino Unido, e a Sydney Opera House, na Austrália, vai muito além de modernizar o conforto e a acessibilidade. O artigo investiga como esses projetos preservam a integridade arquitetônica desses marcos históricos, garantindo que sua arquitetura continue servindo de cenário tanto para a expressão artística quanto para o debate social.

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O primeiro pavilhão de Omã na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025 explora a sablah comunitária como modelo para o futuro

O Sultanato de Omã faz sua estreia na 19ª Exposição Internacional de Arquitetura - La Biennale di Venezia, apresentando seu primeiro pavilhão nacional, intitulado Traces. Com curadoria da arquiteta omana Majeda Alhinai e comissariado por Sayyid Saeed bin Sultan bin Yarub Al Busaidi, Subsecretário de Cultura do Ministério da Cultura, Esportes e Juventude, o pavilhão integra o tema central da exposição, "Intelligens. Natural. Artificial. Coletivo." A mostra estará aberta à visitação até 23 de novembro de 2025 no Arsenale, em Veneza, Itália.

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De Munique a Mumbai: 7 torres de escritórios não construídas que redefinem o futuro dos espaços de trabalho verticais

À medida que as cidades continuam a se expandir verticalmente, as torres de escritórios permanecem como um dos símbolos mais visíveis da ambição arquitetônica e da evolução urbana. Não mais definida exclusivamente pela eficiência ou pela imagem corporativa, a arquitetura contemporânea dos espaços de trabalho está sendo reimaginada como um ecossistema híbrido — que equilibra densidade e iluminação natural, produtividade e bem-estar, tecnologia e integridade material e espacial. Os seguintes projetos não construídos, enviados pela comunidade do ArchDaily, revelam como profissionais de arquitetura em diferentes continentes estão repensando a tipologia da torre, transformando a verticalidade em uma oportunidade de conexão, adaptabilidade e sustentabilidade.

Do Shivalik Curv e Embassy Zenith, na Índia, onde forma e movimento se combinam para redefinir a identidade do horizonte urbano, ao Dungen, na Suécia, um edifício de escritórios de baixa altura feito de madeira que reflete a tranquilidade de um bosque, cada projeto explora como os ambientes de trabalho podem se tornar mais flexíveis, humanos e conscientes do ponto de vista ambiental. Em Kiev, o APEX Business Center se posiciona como um catalisador para a vitalidade urbana, enquanto a BNI Tower PIK 2, em Jacarta, transforma a torre corporativa em um símbolo cristalino de crescimento. Em Munique e Ancara, conceitos de uso misto como o Highrise Hufelandmark e o Rhythm Ankara exploram o escritório como parte de uma paisagem urbana mais ampla, onde trabalho, lazer e vida pública se cruzam.

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