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Cairo: O mais recente de arquitetura e notícia

Trienal de Arquitetura de Sharjah apresenta "Uma Jornada pelos Arquivos de Arquitetura" com foco em Bagdá, Damasco e Túnis

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A Trienal de Arquitetura de Sharjah (SAT) disponibilizou on-line os documentários completos de A Journey into Architecture Archives: Baghdad, Damascus, Tunis. Com curadoria de George Arbid, o projeto faz parte do programa de pesquisa de longo prazo da SAT voltado a documentar e salvaguardar arquivos de arquitetura em todo o mundo árabe. Os três filmes, gravados localmente em Bagdá, Damasco e Túnis, combinam pesquisa de arquivo com trabalho de campo e histórias orais, analisando como as trajetórias históricas da arquitetura são construídas, preservadas e revisitadas ao longo do tempo.

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O papel do desenho urbano na segurança das mulheres: lições de quatro espaços públicos

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O espaço público costuma ser idealizado como um ambiente universal, mas a experiência de acesso a ele é desigual. Para muitas mulheres, deslocar-se pela cidade exige uma avaliação contínua de exposição, visibilidade, proximidade com outras pessoas, iluminação, acesso ao transporte, rotas de fuga e a probabilidade de sofrer assédio. Esses cálculos são moldados tanto pelas condições espaciais quanto pelas sociais. A segurança é uma questão de forma urbana, manutenção, mobilidade, governança e distribuição de investimento público. Embora o ambiente construído possa não ser a causa direta da violência de gênero, ele tem o poder de intensificar a vulnerabilidade e normalizar o acesso desigual, especialmente a espaços públicos.

Para profissionais de arquitetura e planejamento urbano, existe uma distinção fundamental entre projetar para o controle de segurança e projetar para a sensação de segurança. Estratégias de controle de segurança tendem a se concentrar em vigilância, policiamento e gestão de fluxos, ao passo que a segurança urbana cotidiana depende de as pessoas poderem ver e ser vistas, de as rotas serem legíveis, de os espaços públicos acolherem atividades ao longo do dia e de como a manutenção de longo prazo é viabilizada. O papel do design é alterar as condições nas quais a vida pública acontece.

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“A terra não é nostalgia”: Hand Over sobre design-build e materiais locais

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A cada ano, o ArchDaily Next Practices Awards destaca escritórios emergentes que estão expandindo os limites da arquitetura por meio de novos métodos, materiais e formas de trabalhar. Selecionadas a partir de um panorama global, essas práticas refletem um distanciamento de definições singulares da disciplina, voltando-se a questões mais amplas de construção, meio ambiente e impacto social. Em vez de operar em categorias rígidas, muitos desses escritórios se posicionam de forma transversal entre diferentes campos, combinando projeto, pesquisa e produção para responder às condições contemporâneas.

Escolhido como um dos vencedores da edição de 2025, o Hand Over é um escritório sediado no Cairo que atua na interseção entre projeto, construção e pesquisa. Fundado por Radwa Rostom, engenheira civil com mais de quinze anos de experiência em desenvolvimento e sustentabilidade, o estúdio trabalha por meio de um modelo integrado de projeto e construção, engajando-se com a construção com terra, materiais locais e processos de base comunitária.

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Cidadela do Cairo: Sede do Design Power Pavilion / Dar Arafa Architecture

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  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  300 m²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2024
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Lições aprendidas com a realocação e construção de novas capitais no sul global

A mudança de uma capital é uma decisão complexa com várias dimensões e consequências tanto para a antiga quanto para a nova capital. Pode ser impulsionada por fatores políticos, econômicos, sociais, e tem implicações urbanas e arquitetônicas para os moradores, como localização, planejamento, projeto de construção, finalidade da antiga capital, condições climáticas e separação dos centros políticos/administrativos das cidades culturais e econômicas.

Diante deste debate, o Egito está construindo uma nova capital para aliviar a pressão populacional e urbana sobre o Cairo. Da mesma forma, a Indonésia está planejando uma nova capital em resposta aos desafios enfrentados por Jacarta, como poluição, congestionamento de tráfego e aumento do nível do mar. É valioso examinar outros países no sul global que realocaram suas capitais, observando as lições arquitetônicas e urbanas aprendidas com suas experiências.

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Entendendo o urbanismo: harmonia, justiça e poesia nas cidades

As cidades são sistemas vibrantes que têm significado e se movem com o ritmo da vida humana que as alimenta. No tecido das paisagens urbanas, arquitetos e urbanistas colaboram para criar harmonias espaciais que vão além da estética e buscam justiça social e expressão poética. Nelas, os cidadãos se envolvem, tornando-se participantes ativos na narrativa contínua da cidade — a melodia metropolitana.

Em 2023, o ArchDaily publicou matérias sobre a poética do urbanismo, explorando um futuro em que as cidades atendem às necessidades sociais e emocionais de seus habitantes.

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Identidade arquitetônica e comunidades: as principais notícias do ano

Comunidades locais vão além de simples conjuntos de edificações e infraestrutura. Elas carregam consigo um caráter arquitetônico distinto, refletindo sua história, cultura e valores. Nossa revisão anual aprofunda-se nas narrativas mais marcantes que exploram a identidade arquitetônica de diversas comunidades locais.

Essas histórias abordam uma variedade de temas, desde territórios geográficos singulares, assentamentos culturais, marcos icônicos até colaboração comunitária e planejamento urbano socioecológico. Através dessas narrativas, desvendamos as fascinantes histórias por trás das construções e espaços públicos que dão forma a cidades e vilarejos específicos.

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Art D'Egypte lança exposição "Forever is Now" nas Pirâmides de Gizé

Recentemente, a CulturVator - Art D'Egypte inaugurou a terceira edição da sua exposição internacional anual "Forever is Now" no Cairo. "Ambientada ao lado das Grandes Pirâmides de Gizé, a exibição apresenta o trabalho de 14 artistas internacionais. Em essência, a mostra destaca a importância do intercâmbio cultural entre artistas no cerne da história e da antiga civilização egípcia".

A terceira edição "Forever Is Now", que acontece de 26 de outubro a 18 de novembro, apresenta um conjunto diversificado de artistas de diferentes partes do planeta. Entre eles estão o artista egípcio Mohamed Banawy e o talento saudita Rashed Al Shashai, além da artista visual americana Carol A. Feuerman e o criativo belga Arne Quinze. Coletivamente, esses artistas se uniram para interagir de forma criativa com um dos locais históricos mais icônicos do mundo, tecendo narrativas visuais imersivas que fundem elementos contemporâneos com o passado, contando histórias sobre a terra e seus habitantes.

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Lugares de protesto na África: espaços públicos para engajar e promover a democracia

O protesto é uma ferramenta poderosa para gerar mudanças e os espaços públicos sempre foram uma plataforma para o engajamento social nas sociedades. No dia 15 de setembro foi comemorado o Dia Internacional da Democracia e para celebrar a data examinamos a África, os protestos emergentes do último ano e como os cidadãos de vários países africanos contestam a justiça política, exigem melhores condições de vida aos governos e questionam a soberania de suas nações.

Com manifestações que vão desde grandes marchas organizadas até movimentos espontâneos menores, os habitantes desses países ocupam os espaços públicos de maneiras simbólicas e significativas para amplificar suas vozes. Esses espaços incluem praças públicas com significado cultural e histórico, edifícios políticos ou áreas de protesto improvisadas, como estradas e locais abertos. Por meio disso, as cidades africanas mostram como as pessoas tornam esses espaços seus e como o poder de sua confluência não pode ser ignorado ao revelar a essência democrática dos espaços públicos.

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Guia de arquitetura de Cairo: ícones da antiguidade e edifícios contemporâneos na capital do Egito

Cairo, a vibrante capital do Egito, é uma síntese única de arquitetura histórica e contemporânea. Uma das cidades mais populosas da África, essa aglomeração urbana movimentada possui uma longa e rica história e abriga quase 20 milhões de pessoas. Além das famosas Pirâmides de Gizé e da Esfinge, que atraem turistas há séculos, a cidade tem sido um caldeirão de culturas, histórias e arquiteturas.

A cidade do Cairo passou por várias eras, cada uma caracterizada por estilos arquitetônicos únicos. Após os antigos egípcios, o período islâmico viu o surgimento de prédios icônicos, como a Mesquita de Ibn Tulun e a Mesquita do Sultão Hassan. Esses foram seguidos pelo período mameluco, durante o qual foram construídas estruturas como a Mesquita Al Rifai e a Mesquita Madraça do Sultão Barquq, com belíssimos entalhes em pedra, minaretes imponentes e motivos decorativos complexos. A era otomana trouxe seus próprios marcos, incluindo a Mesquita de Muhammad Ali e a Cidadela de AlQalaa. No final do século XIX e no século XX, Cairo testemunhou uma influência colonial que resultou na construção de estruturas notáveis, como a Ópera do Cairo e a Torre do Cairo.

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Como o rio Nilo moldou a arquitetura e a paisagem de Cairo, no Egito

No centro do Cairo, o Rio Nilo, um dos cursos d'água mais emblemáticos do mundo, moldou o destino da civilização por milhares de anos. Servindo como uma vibrante linha de vida, conectando bairros e fomentando um agitado centro de transporte, o Rio Nilo é um recurso natural essencial para o árido Egito. Ao longo da história do país, ele foi considerado fonte de vida e fertilidade em suas enchentes anuais, trazendo riqueza para as terras ao redor. Na edição deste ano da Bienal de Arquitetura de Veneza, o Pavilhão do Egito "NiLab" focou em explorar esta fonte de água e seus efeitos no ambiente construído.

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A história por trás da Vila Badran no Cairo: arquitetura orgânica na década de 1970

Enquanto os arquitetos egípcios exercitavam seu entendimento do modernismo no tecido urbano na década de 1970, uma "rebelião" na forma da Vila Badran desafiava as formas padronizadas e a geometria rígida. Gamal Bakry mergulhou profundamente em sua imaginação para construir esta obra única que ainda faz parte da cidade do Cairo. Com fachadas curvas e fluídas, a Vila Badran se inspirou em formas naturais. Na tentativa de criar um espaço mais natural em sua essência, a intervenção consiste em uma composição monolítica que abriga uma casa de dois pavimentos projetada para uma família.

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Recuperação da Rua Magdy El Khouly / Ahmed Hossam Saafan

Recuperação da Rua Magdy El Khouly / Ahmed Hossam Saafan - Fotografia de Exterior, Comunitário, Fachada, Arco, Porta, EscadaRecuperação da Rua Magdy El Khouly / Ahmed Hossam Saafan - Fotografia de Exterior, Comunitário, FachadaRecuperação da Rua Magdy El Khouly / Ahmed Hossam Saafan - Fotografia de Interiores, Comunitário, Fachada, PortaRecuperação da Rua Magdy El Khouly / Ahmed Hossam Saafan - Fotografia de Interiores, Comunitário, Fachada, Porta, ArcoRecuperação da Rua Magdy El Khouly / Ahmed Hossam Saafan - Mais Imagens+ 20

  • Arquitetos: Ahmed Hossam Saafan
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  350 m²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2021
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Questões sobre as megalópoles no sul global

Atualmente, mais de 50% da população mundial vive em áreas urbanas e, em 2050, essa população urbana quase dobrará de tamanho com 7 em cada 10 pessoas no mundo vivendo em cidades. À medida que as cidades continuaram a crescer e se expandir ao longo da história, um novo vocabulário também surgiu, muitas vezes para comunicar melhor a escala da vida urbana em um contexto relativamente contemporâneo. Um exemplo é o termo megalópole – normalmente definido como uma rede de grandes cidades que se interconectaram com áreas metropolitanas vizinhas por infraestrutura ou transporte. Na realidade, é uma região percebida de forma urbana abrangente, dentro da qual existe um fluxo constante de comércio e migração.

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As cidades mais populosas do mundo em 2022

Atualmente, metade da população mundial vive em cidades, segundo os últimos relatórios da ONU-Habitat, e as previsões mostram que esse número deve aumentar para dois terços da população até 2050. Essa realidade intensifica exponencialmente os desafios urbanísticos, tornando mais evidente do que nunca a necessidade de transformação de nossas cidades. Anualmente, a estimativa da população mundial avalia o crescimento das cidades e o número de moradores que vivem em áreas metropolitanas para que as tendências globais sejam analisadas. Em 2022, a lista dos 20 países mais populosos manteve-se semelhante à edição de 2021, com ligeira alteração em números e posições. Tóquio manteve o status de maior cidade do mundo, com 37 milhões de habitantes, enquanto Delhi e Xangai seguiram em segunda e terceira posições.

Comparando os resultados com a edição de 2021, a única queda que pode ser observada no top 20, envolve ambas as cidades japonesas, Tóquio e Osaka. O restante da lista teve, em média, um crescimento de 1,8% no total de pessoas residentes em regiões metropolitanas. De fato, as cidades africanas Kinshasa, na República Democrática do Congo, e Lagos, na Nigéria, reuniram as taxas mais altas, com um aumento de residentes de 4,39% e 3,54%, respectivamente, em 1 ano. A maior cidade do continente americano ainda é São Paulo no Brasil, seguida de perto pela Cidade do México e Buenos Aires. Na Europa, Istambul é a mais populosa, com mais de 14,5 milhões de habitantes.

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Design de código aberto na escala da arquitetura e da cidade

No Novo México, os canais de irrigação que estão em operação contínua há três séculos abastecem e nutrem as terras úmidas do sudoeste americano. Esses canais são conhecidos como Acequias – sistemas de água gerenciados comunitariamente construídos com base na tradição democrática. Os membros da comunidade são proprietários dos direitos sobre a água, que elegem uma equipe de três pessoas para supervisionar os canais. No Cairo e em Barcelona, a Praça Tahrir e a Plaza de Catalunya atuaram como locais importantes para expressar insatisfação política. Os protestos na Praça Tahrir em 2011, por exemplo, resultaram na queda de um governo de quase 30 anos.

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Os 25 edifícios mais altos do mundo atualmente em construção

Em resposta aos desafios globais das cidades densas e à incapacidade de atender os 7,8 bilhões de pessoas do mundo que vivem e trabalham em áreas urbanas congestionadas, os arquitetos vêm explorando a tipologia de arranha-céus há décadas, integrando espaços comerciais e serviços públicos dentro de edifícios residenciais para oferecer aos moradores uma experiência all-inclusive.

A cada ano, o Council on Tall Buildings and Urban Habitat - CTBUH classifica os edifícios mais altos do mundo, incluindo os projetos concluídos, em construção e em concepção. Aqui estão os 25 edifícios mais altos do mundo atualmente em construção, e as datas previstas de conclusão.

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Exposição em Nova Iorque celebra o legado modernista no Egito e alerta sobre seu futuro

Em exibição no Center for Architecture na cidade de Nova Iorque, a exposição intitulada Cairo Modern apresenta uma lista de 20 projetos de arquitetura moderna realizados, nunca construídos e também demolidos no Cairo, lançando um alerta sobre o futuro incerto do legado modernista no Egito.

Cairo Modern, a mais nova exposição organizada pelo Center for Architecture de Nova Iorque, apresenta 20 importantes projetos de arquitetura moderna realizados no Cairo entre 1930 e 1970, entre os quais projetos nunca construídos e também outros que já não existem mais—destacando a crescente ameaça ao patrimônio moderno construído no Egito e em outros países.