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Architecture: O mais recente de arquitetura e notícia

Fazendo a Cidade: Inscrições Abertas para o Prêmio ArchDaily de Projetos Acadêmicos 2027

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A segunda edição do ArchDaily Student Project Awards está com inscrições abertas e, este ano, temos o orgulho de apresentá-la em parceria com o Dropcity, um centro de arquitetura e design em Milão. Juntos, propomos uma pergunta a estudantes de todo o mundo: O que a arquitetura pode viabilizar na cidade?

No ArchDaily, acreditamos que o futuro da arquitetura ganha forma hoje em salas de aula, estúdios e oficinas pelo mundo. Guiados por nossa missão de capacitar profissionais de arquitetura e design com ferramentas, conhecimento e inspiração, o Student Project Awards reconhece estudantes que expandem a definição de arquitetura, trabalham de forma interdisciplinar e enfrentam os desafios urgentes de nosso tempo.

Como os materiais de superfície moldam os interiores contemporâneos

 | Em colaboração
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Seja em interiores residenciais, ambientes de trabalho, espaços de hospitalidade ou áreas públicas, a relação entre intenções estéticas e desempenho técnico pode redefinir como as superfícies são utilizadas e como se comportam. Um material selecionado por sua cor, textura ou acabamento específico deve manter a coerência visual ao ser aplicado em frentes de móveis, marcenaria, bancadas e outros elementos internos. No entanto, de que maneira arquitetos/as e designers podem criar interiores visualmente marcantes e táteis, preservando suas intenções originais de projeto em diferentes aplicações?

Herzog & de Meuron e EHDD transformarão galpão de meados do século para o Eames Institute of Infinite Curiosity

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O Eames Institute of Infinite Curiosity revelou o plano diretor para seus futuros arquivos em Marin County, Califórnia. O projeto, desenvolvido pelo escritório de arquitetura suíço Herzog & de Meuron e pelo escritório EHDD, sediado na Baía de São Francisco, transforma um galpão moderno de meados do século em um destino cultural composto por espaço para instalações artísticas, galerias flexíveis, áreas de aprendizado e convivência, teatro e opções gastronômicas. O projeto de reutilização adaptativa em grande escala é acompanhado pela transformação dos jardins e terrenos da área circundante de 88,5 acres (cerca de 35,8 hectares), liderada pelo escritório Field Operations. Embora o Arquivo Eames do Instituto constitua apenas uma parte do museu, suas exposições e programação pretendem ir muito além da obra de Charles e Ray Eames, integrando diferentes disciplinas, processos criativos e ideias.

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Foster + Partners e MANICA revelam projeto de novo estádio para substituir o San Siro, em Milão

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O AC Milan e a FC Internazionale Milano (Inter) revelaram o projeto do Generali Stadium, uma arena com capacidade para 71.500 espectadores planejada para ser a casa compartilhada dos dois clubes de futebol em Milão, Itália. Projetado por Foster + Partners e MANICA, o novo estádio será construído ao lado do atual San Siro, integrando um plano de reurbanização de 281 mil metros quadrados da área no entorno. O projeto é fruto de anos de debates sobre o futuro da histórica arena, que os clubes adquiriram em 2025 com o intuito de substituí-la. A previsão é de que a construção comece em 2028, e a partida inaugural ocorra na temporada de 2031/32, dependendo das aprovações regulatórias.

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Quando o exterior se torna lar: uma nova geração de cozinhas ao ar livre

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As cozinhas externas deixaram de ser um mero elemento exclusivo para se tornarem uma extensão natural da casa. Jardins, terraços e varandas se transformam em espaços onde se pode cozinhar e, acima de tudo, desfrutar, sem a necessidade de se deslocar para o interior da residência. Uma solução que, além de proporcionar conforto, aumenta o valor do imóvel e responde a um modo de vida cada vez mais conectado com o exterior.

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Síntese das Artes: Em defesa da beleza na arquitetura e na cidade

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Este artigo é parte de "Thresholds", uma edição impressa especial do Cobe Notes x ArchDaily.

O modernismo pós-Primeira Guerra Mundial rompeu drasticamente com as tradições historicistas e neoclássicas, despindo os edifícios de ornamentos e de referências históricas ou religiosas para se concentrar em prioridades, clareza e eficiência. A arquitetura abraçou a racionalidade e a reforma social, enquanto a arte moveu-se na direção oposta, explorando a autoexpressão, a experimentação e a libertação das convenções acadêmicas.

Essa tensão entre ordem objetiva e percepção subjetiva definiu um limiar entre as artes evidente nas práticas arquitetônicas contemporâneas, onde a intuição pessoal cede cada vez mais espaço a fatos mensuráveis. Será que a nossa busca por respostas, fatos e verdades está nos distanciando de algo fundamentalmente humano: perguntas, dúvida e ambiguidade? A resposta pode estar na arte pública integrada ao edifício, uma prática que se situa justamente nesse limiar e que convida profissionais da arquitetura e do desenho urbano a confiar em valores que resistem à medição direta.

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Além da habitação acessível: integrando infraestrutura cívica em empreendimentos de uso misto nos EUA

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Durante grande parte do século XX, a habitação social nos Estados Unidos foi concebida como uma categoria residencial distinta, moldada por estruturas de financiamento e práticas de incorporação que segregavam a moradia para populações de baixa renda das funções cívicas e comerciais mais amplas da cidade. A legislação federal de habitação e as políticas subsequentes de renovação urbana contribuíram para a construção de grandes conjuntos residenciais que, frequentemente, eram financiados e geridos de forma independente da infraestrutura urbana circundante. As consequências dessa abordagem — que incluem a concentração da pobreza, a deterioração das edificações, a desigualdade no acesso a serviços e a posterior demolição de importantes projetos de habitação pública — estão amplamente documentadas.

Hoje, a provisão de habitação social está estreitamente vinculada a mecanismos econômicos e regulatórios que determinam sua viabilidade, desde o valor da terra e custos de construção até leis de zoneamento e subsídios públicos. Os programas de crédito habitacional desempenham um papel significativo no financiamento do aluguel social, ao passo que a alocação de recursos em regime de concorrência e a pressão para maximizar a entrega de moradias impõem uma forte ênfase na conformidade regulatória.

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Dos aterros costeiros aos data centers: como a arquitetura da Índia se desenvolve em torno da água

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A arquitetura historicamente tratou a água como pano de fundo ou como um problema: uma vista a ser enquadrada, um perigo a ser drenado ou um serviço público a ser conectado. Na Índia contemporânea, ganha forma uma relação de impacto muito maior. A água continua sendo um recurso ecológico compartilhado, mas as terras e a infraestrutura ao seu redor são cada vez mais financiadas e defendidas como ativos econômicos. Litorais são estendidos para comportar o tráfego e as margens de lagos tornam-se zonas de desenvolvimento imobiliário lucrativas. Essa tomada de decisão passa por múltiplas instituições com vocabulários distintos, o que desafia a definição de quem determina como a água e seu entorno são utilizados e quem arca com as consequências.

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Dia Mundial das Cidades 2026 explora "Regenerando a Cidade: Habitação Adequada para Todas as Pessoas"

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No dia 31 de outubro, o Dia Mundial das Cidades de 2026 será celebrado sob o tema "Regenerando a Cidade: Habitação Adequada para Todos". Sediada em Fuzhou, na China, a celebração global deste ano foca em como a regeneração urbana pode ampliar o acesso à habitação adequada por meio da melhoria de bairros, infraestruturas e espaços públicos existentes. Segundo as Nações Unidas, até 3,4 bilhões de pessoas em todo o mundo não têm acesso a moradia adequada, segurança de posse, serviços básicos ou condições de vida acessíveis. Esse desafio evidencia a necessidade de abordagens que considerem a habitação em conjunto com as condições mais amplas da vida urbana, incluindo resiliência ambiental, conectividade e acesso a serviços essenciais.

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Oxford Street, em Londres, inaugura sua primeira fase livre de carros

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Em 2016, o prefeito de Londres, Sadiq Khan, manifestou pela primeira vez a intenção de transformar a Oxford Street, localizada na City de Westminster, no centro de Londres, em uma via exclusiva para pedestres. O plano original previa a conclusão do projeto em 2020, mas, após duas consultas públicas, a iniciativa foi bloqueada em 2018. Retomada em 2024, a proposta avançou após duas novas consultas públicas que demonstraram apoio majoritário entre os participantes. A aprovação final foi concedida em fevereiro de 2026 e, na segunda-feira, 26 de outubro, um trecho de quase um quilômetro — da Orchard Street à Great Portland Street — teve o tráfego de veículos interrompido. Este marco assinala a primeira fase do programa: a seção agora está fechada para carros particulares, ônibus, táxis, veículos de aplicativo, bicicletas, patinetes e bicitáxis.

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Documentário "The Human Shelter" questiona o que define um lar, do Japão a Uganda

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The Human Shelter: Expedition into What Makes a Home é uma investigação sobre o sentimento de lar. Dirigido por Boris Bertram e financiado pela IKEA, o documentário analisa as formas atuais de habitar na Noruega, no Iraque, nos Estados Unidos, na Nigéria, no Japão, em Uganda e na Islândia, questionando o papel da moradia para projetá-la no futuro. Por meio de imagens e narrativas pessoais, a obra relaciona o conceito de lar com a paisagem, o movimento e o assentamento, o tempo, a migração e a segurança, a vulnerabilidade e a natureza. Como as populações deslocadas criam um lar? Quando um abrigo se torna um lar? Retratos, histórias e abrigos em quatro continentes oferecem ao público um vislumbre de respostas a essas grandes questões em um tour cinematográfico de uma hora.

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Obra Blanca 2026 reuniu mais de 23.000 profissionais do setor em sua sétima edição

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O contato direto com um material permite apreciar texturas, comparar acabamentos e observar como sua aparência se transforma sob diferentes condições de luz. Em uma exposição, essas possibilidades são complementadas pela troca de experiências com fabricantes e profissionais, o que ajuda a compreender suas aplicações e a esclarecer dúvidas sobre seu uso. Essa relação entre exploração material e prática arquitetônica foi um dos eixos da sétima edição da Obra Blanca, que reuniu mais de 23.000 profissionais na Expo Santa Fe, na Cidade do México.

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Ficções Construídas: Por dentro da obra de Balsa Crosetto Piazzi

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Balsa Crosetto Piazzi é um escritório de arquitetura fundado em 2015, sediado em Córdoba, Argentina, e Boston, EUA. Liderado por Juan Manuel Balsa, Rocío Crosetto Brizzio e Leandro Piazzi, o escritório tem como essência de seu trabalho a dimensão material da arquitetura. Para o trio, um edifício não é apenas um objeto acabado, mas sim uma forma de organizar tudo o que envolve a sua construção. Seu trabalho é moldado por um processo lento; durante as etapas de projeto e obra, dedicam atenção à origem dos materiais, a quem executa a construção, às habilidades que essas pessoas já possuem e ao que está realmente disponível no entorno. Dessa forma, a obra construída torna-se uma plataforma que funciona como ponto de partida, reunindo todas essas partes. Nesse sentido, também descrevem seus projetos como oportunidades para "desconstruir condições arraigadas".

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Desenterrando o solo: arquitetura e a política da água

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Quando os ostrogodos cercaram Roma em 537 d.C., seu primeiro ato militar foi cortar os aquedutos. Onze canais alimentados por gravidade abasteciam a cidade com até um milhão de metros cúbicos de água por dia — volume mais do que suficiente para sustentar uma população de mais de um milhão de habitantes, abastecer as termas públicas e limpar os esgotos. Sem os aquedutos, Roma tornou-se um recinto fortificado em torno de um rio poluído, provando que a água era essencial para a própria existência da cidade.

Ao contrário da terra, que pode ser cercada, ou do petróleo, que pode ser armazenado, a água é um recurso que ninguém consegue possuir por completo, mas do qual todos dependem. Ela se move por aquíferos, atravessa fronteiras e corre pelos rios. Os romanos tinham consciência disso: como os aquedutos constituíam uma infraestrutura pública, a água que vertia nas fontes era acessível a todos. Frontino, o administrador que supervisionou o sistema de águas de Roma no século I d.C., documentou cada alocação, cada ligação clandestina e cada abuso do sistema com o rigor de quem compreendia que a gestão da água era um ato cívico. A arquitetura, sob essa ótica, sempre teve a capacidade de tornar a água um bem comum e, na mesma medida e pelos mesmos meios, um privilégio.

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Water Culture House, do escritório Kengo Kuma & Associates, será inaugurada em Copenhague em 5 de dezembro de 2026

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Projetada pelo escritório Kengo Kuma & Associates em colaboração com o Cornelius Vöge Atelier for Architecture e o Vilhelm Lauritzen Architects, a KAI Water Culture House tem abertura prevista para 5 de dezembro de 2026, em Papirøen (Paper Island), em Copenhague, na Dinamarca. O equipamento público de 5.800 m² reúne dez piscinas cobertas e ao ar livre, instalações de bem-estar, espaços culturais e acesso ao porto de Copenhague. Composto por cinco torres de tijolos sobre uma base envidraçada, o projeto integra natação, lazer e programação cultural como parte da transformação contínua da orla da cidade.

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AD-WO renovará o Heinz Architectural Center no Carnegie Museum of Art, em Pittsburgh

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O Carnegie Museum of Art, em Pittsburgh, comissionou o escritório de arquitetura e desenho urbano AD-WO para redesenhar o Heinz Architectural Center. Liderado por Emanuel Admassu and Jen Wood, o escritório — que é um dos vencedores do ArchDaily 2026 Next Practices Awards — foi reconhecido por explorar as relações entre pessoas, lugar, história e cultura material, trazendo uma abordagem interdisciplinar para a experiência da arquitetura. O Heinz Architectural Center é o fórum do museu dedicado a apresentar, explorar e incubar ideias arquitetônicas, atualmente localizado no edifício principal da instituição, que data de 1907. O novo projeto visa transformar o centro em uma instalação contemporânea que integre exposições, acervos, pesquisa, aprendizado e engajamento público. O AD-WO está trabalhando em parceria com o escritório R3A como arquiteto local, a Buro Happold para engenharia e sustentabilidade, a Tillotson Design Associates para projeto de iluminação e a VizzAcoustics para a acústica.

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Habitar como investigação: fios da 20ª Bienal Internacional de Arquitetura de Buenos Aires

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Habitar um espaço envolve múltiplos fatores econômicos, sociais, culturais, geográficos, políticos e ambientais. Para além dessas considerações, no entanto, o habitar dialoga com processos, limites e possibilidades que têm sido constantemente objeto de investigação arquitetônica. “Somos construtores de uma sociedade”, declarou Solano Benítez durante sua palestra intitulada O Lugar da Arquitetura na Bienal Internacional de Arquitetura de Buenos Aires. Por meio de uma série de conferências internacionais, exposições distribuídas por diferentes pontos da cidade e atividades abertas a todas as gerações, a 20ª Bienal Internacional de Arquitetura de Buenos Aires examinou o valor do habitar, reconhecendo a arquitetura como a disciplina que confere sentido a como e onde vivemos e, consequentemente, a como existimos em sociedade.

Em suas seis sedes principais e nas inúmeras instituições parceiras, emerge um tema comum: a existência humana explorada a partir de diferentes modos de habitar, do compartilhamento de saberes, do contraste de experiências e do debate sobre os desafios contemporâneos enfrentados pela arquitetura.

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A Forma Segue a Formação: Como a arquitetura trabalha com formas geológicas

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Um cânion é um espaço que ninguém projetou. Suas paredes expõem camadas de rocha depositadas ao longo de milhões de anos, e a passagem entre elas existe porque a água lentamente desgastou essa rocha. Geleiras moldaram vales de maneira semelhante, deixando encostas para trás à medida que o gelo recuava. Muito antes de arquitetos e arquitetas começarem a moldar espaços, a Terra já os produzia.

Há muito tempo, arquitetos e arquitetas buscam no solo sua geometria. Um penhasco pode sugerir um corte; uma cavidade, um cômodo; e a rocha estratificada, uma forma de empilhar materiais. Alguns profissionais constroem diretamente em uma formação existente, ocupando uma encosta ou cavidade no próprio local. Outros estudam uma formação e reproduzem algumas de suas características em outro lugar, desde dados geológicos precisos até a experiência geral de uma paisagem.

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