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Architecture: O mais recente de arquitetura e notícia

Ásia Brutalista: uma nova publicação que recontextualiza a história do brutalismo, do Japão ao Líbano

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A história do brutalismo foi, em grande parte, escrita a partir de uma perspectiva ocidental. Brutalist Asia, da Blue Crow Media, oferece um ponto de vista diferente, analisando como arquitetos e arquitetas de toda a Ásia adotaram, questionaram e transformaram a linguagem arquitetônica associada ao movimento em resposta a condições políticas, climáticas e culturais radicalmente distintas. Abrangendo 28 países — do Japão e Sudeste Asiático, passando pelo Sul e Centro da Ásia, até o Oriente Médio, Irã e Líbano —, o livro reúne 140 edifícios e mais de 150 fotografias, posicionando obras reconhecidas internacionalmente de arquitetos e arquitetas como Kenzo Tange, Paul Rudolph, Balkrishna V. Doshi, Raj Rewal, Charles Correa, Kim Swoo Geun, Leandro V. Locsin e Le Corbusier ao lado de trabalhos importantes, mas menos conhecidos, que expandem nossa compreensão sobre a arquitetura do pós-guerra no continente.

Dentro dessa geografia mais ampla, uma história singular se desenrola no Líbano, onde as ambições do modernismo se tornaram inseparáveis de um país em profunda transformação social, política e urbana. Leia a seguir um trecho do capítulo escrito por Christele Harrouk, que lidera a redação do ArchDaily, no livro Brutalist Asia, que traça a ascensão do brutalismo no Líbano, os arquitetos e arquitetas e as obras que lhe deram uma expressão local própria, e a ruptura que deixou esse projeto modernista inacabado.

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Verde por lei? Repensando a sustentabilidade e a responsabilidade arquitetônica além das fronteiras

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A sustentabilidade na arquitetura é frequentemente discutida como se fosse um padrão universal—e, em princípio, deveria ser. Os edifícios são cada vez mais avaliados pelo desempenho energético, pelo carbono incorporado, por sistemas de certificação, pela eficiência de materiais, pela biodiversidade e pelo impacto ao longo de todo o ciclo de vida. No entanto, as regras que determinam o que realmente deve ser feito continuam sendo altamente locais. Um projeto desenvolvido em Londres, Nova York ou Copenhague pode ser moldado por códigos de energia rigorosos, avaliações de impacto ambiental, exigências de transparência de dados, diretrizes de planejamento urbano e metas de descarbonização cada vez mais ambiciosas. Por outro lado, o mesmo escritório, ao atuar em outras regiões, pode se deparar com um panorama regulatório bastante diferente.

Isso levanta uma questão complexa para a arquitetura internacional: quando a sustentabilidade não é imposta por lei com o mesmo rigor, que padrões arquitetos e arquitetas devem levar consigo?

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Habitação social em Ibiza e o novo pavilhão de Gerhard Richter em Doha: O resumo da semana

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A arquitetura esta semana volta-se para a questão do que o ambiente construído pode tornar possível e do que ele pede em troca. Discussões sobre democracia e espaço público analisam como a arquitetura pode apoiar a participação, a equidade e a vida coletiva, enquanto novos projetos residenciais e culturais exploram como os edifícios podem responder às mudanças nas necessidades sociais por meio da adaptabilidade, do compartilhamento de espaços e do reúso de estruturas existentes. Essas preocupações estendem-se aos espaços de exposição, onde a Bienal de Arquitetura de Tallinn examina os custos menos visíveis da construção e a Bienal Internacional de Arquitetura de Buenos Aires analisa as diversas formas pelas quais a arquitetura molda o habitar. Diante desses diferentes contextos, a arquitetura surge como uma forma de negociar acesso, recursos, comunidade e o valor a longo prazo do ambiente construído.

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Equipe liderada pelo ZHA apresenta visão e polo de planejamento digital para o Plano Diretor de Benghazi 2050, na Líbia

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Uma equipe composta por ZHA, A&O TEC, Prior + Partners, Homa, Buro Happold, Systematica e Fichtner apresentou recentemente sua proposta conceitual para o "Next Generation City Plan" (Plano Diretor da Próxima Geração) de Bengasi, na Líbia. O projeto visa integrar as características identitárias da histórica cidade portuária com as tecnologias de planejamento necessárias para orientar seu desenvolvimento até 2050, em um cenário de rápida urbanização. A proposta, desenvolvida para a A&O TEC, inclui uma Visão e Estratégia Espacial — que consiste em uma interpretação do caráter e da memória coletiva da cidade traduzida em uma estrutura adaptável para o desenvolvimento — e um Hub de Planejamento Digital, um modelo baseado em evidências que mapeia a cidade para identificar seu potencial e os fenômenos que moldam seu crescimento.

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O Sagrado Cotidiano: Studio Ghibli e o Ritual de Voltar para Casa

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Todas as noites, ao voltarmos para casa, realizamos, sem cerimônia, um pequeno ritual. Nós chegamos a uma porta, a abrimos e cruzamos o limite em direção a um espaço que nos pertence de uma maneira que nenhum outro lugar consegue imitar. Trata-se de um ato tão cotidiano que raramente percebemos sua estrutura; e, no entanto, a filosofia e a antropologia dedicaram livros inteiros à descrição dessas estruturas psicológicas. Curiosamente, obras visuais como os mundos animados do Studio Ghibli parecem refletir essa dinâmica, criando cenários com arquiteturas e arranjos espaciais que oferecem uma via de escape ao evocar nossas memórias de forma legível e, ao mesmo tempo, encantada.

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Paisagem como coreografia: a arquitetura no jardim botânico contemporâneo

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Os jardins botânicos colocam a paisagem, o design, a comunidade e a investigação científica em estreito diálogo. Originados de jardins medicinais e coleções privadas dedicadas à classificação de plantas, os jardins botânicos se transformaram em instituições onde espécimes coletados em diferentes regiões e climas podiam ser cultivados e apresentados ao público. Sua evolução na sociedade gerou um repertório arquitetônico singular, que vai de estufas e conservatórios a herbários e laboratórios e, eventualmente, centros de visitantes e espaços de hospitalidade. A arquitetura permanece intrinsecamente ligada ao jardim botânico como instrumento de cultivo e estrutura para organizar e estudar o campo da botânica.

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Buildner anuncia os projetos vencedores do Architect’s Chair #5 e lança a edição #6 - Stockholm Furniture Fair

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A Buildner tem a satisfação de anunciar os resultados da 5ª edição do Architect's Chair Competition, a quinta edição do concurso internacional anual que convida arquitetos/as e designers de todo o mundo a criarem uma cadeira autoral que reflita suas respectivas filosofias de projeto e visões de design.

O design de cadeiras exemplifica o caráter interdisciplinar da arquitetura, reunindo questões de proporção, estrutura, materialidade, ergonomia e artesanato na escala de um único objeto. Os projetos enviados este ano exploraram uma ampla gama de abordagens, desde soluções altamente minimalistas e estruturalmente eficientes até desenhos fundamentados em referências culturais, experimentação material e novos métodos de fabricação.

Brasil em Foco: Este mês na arquitetura, no paisagismo e na prática coletiva

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Em todo o Brasil, a arquitetura continua a tomar forma por meio de diferentes práticas, escalas e relações com o lugar. A seleção deste mês destaca atuações que operam além dos limites convencionais da disciplina, abordagens coletivas que reconectam projeto e construção, e projetos que respondem à paisagem, à memória e à comunidade. Ao lado de edifícios e espaços públicos recém-concluídos, novas intervenções culturais em São Paulo e no Rio de Janeiro evidenciam ainda mais como a arquitetura se cruza com a arte, o patrimônio e o ambiente urbano.

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Um novo encontro em Valparaíso, no Chile, reúne mestres e mestras da construção para salvaguardar ofícios tradicionais

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De 9 a 11 de outubro, acontecerá no Parque Cultural de Valparaíso, no Chile, o evento "Oficios en obra" (Ofícios em Obra), um encontro de aprendizado e colaboração focado nos ofícios tradicionais de construção da cidade. Organizado pela Prefeitura, o encontro busca destacar e preservar técnicas de trabalho historicamente ligadas à construção de Valparaíso, promovendo seu reconhecimento e ajudando a garantir sua continuidade entre as novas gerações por meio de atividades abertas e gratuitas ao público. Outrora o porto mais importante do Pacífico Sul, a arquitetura de Valparaíso testemunha diversas aplicações de madeira estrutural, terra batida (taipa) e tecnologias industriais importadas durante o século XIX. Isso a torna um objeto de estudo para ofícios tradicionais e técnicas construtivas que vêm sendo revalorizadas diante dos contextos contemporâneos de crise climática e econômica, servindo como um caminho alternativo para o futuro.

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Do que fogem os/as arquitetos/as? Ambição e evasão no projeto para locais remotos

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Pergunte a um/a arquiteto/a qual é o problema mais difícil da disciplina atualmente. O bloco de habitações do pós-guerra sem manutenção a duas quadras de seu escritório raramente é mencionado. O que vem à sua mente são os diferenciais de pressão em Marte ou as cargas de tração em uma plataforma flutuante; afinal, um território não reivindicado não tem ninguém com quem negociar, nenhuma história à qual responder, nenhum inquilino para se lembrar da última reforma — o que torna o ato de projetar consideravelmente mais fácil.

Os/As arquitetos/as pensam que estão resolvendo um problema mais difícil do que aquele que está ao lado. Um projeto como o de The Line — uma cidade de 170 quilômetros projetada para abrigar nove milhões de habitantes em um local sem ocupação prévia — não é arquitetonicamente mais difícil do que um terreno com cem anos de inquilinato, propriedade contestada e um departamento de planejamento urbano que se lembra das últimas três incorporadoras que usaram a palavra "comunidade" querendo dizer outra coisa. Pelo contrário, é consideravelmente mais fácil. Não há ninguém para convencer, nenhuma história à qual responder, nenhuma discussão a perder. Isso levanta a questão: se o problema mais difícil está a duas quadras do escritório, sem solução, e o mais fácil é o que recebe as renderizações e as rodadas de financiamento, então "ambição" é a palavra errada para descrever o que está acontecendo. Há algo sendo evitado, e precisamos começar a pensar sobre o quê.

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20 Práticas que ampliam a atuação da arquitetura: os vencedores do ArchDaily 2026 Next Practices Awards

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O ArchDaily tem o orgulho de anunciar os/as vencedores/as do Next Practices Awards 2026, que reconhece 20 escritórios emergentes e inovadores que expandem as possibilidades da arquitetura contemporânea.

Em sua sexta edição, o Next Practices continua a olhar para além das definições convencionais da profissão a fim de identificar as pessoas, ideias e metodologias que impulsionam a disciplina. A edição de 2026 é a nossa mais robusta e globalmente representativa até o momento, reunindo diferentes abordagens, escalas e contextos que ampliam nossa compreensão sobre como e por quem a arquitetura é praticada.

De climas extremos a comunidades rurais, cidades informais e territórios afetados pelo deslocamento e pela vulnerabilidade ambiental, a seleção deste ano dialoga com uma ampla gama de realidades. Apoiando-se na engenharia, ecologia, fabricação digital, pesquisa de materiais, conhecimentos vernaculares e indígenas, ativismo e pesquisa crítica, estes escritórios refletem o que está por vir: a capacidade de responder a condições específicas e moldar ativamente o mundo ao seu redor.

Construindo em escala: Como o aço de grandes vãos amplia as possibilidades arquitetônicas

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O que acontece quando a arquitetura é desafiada a criar um espaço sem limites? Centros de convenções, estádios, fábricas e centros de logística partem do mesmo desafio arquitetônico: criar interiores amplos e contínuos que possam acomodar fluxos, visibilidade e usos dinâmicos. Quanto maior o vão, maiores são as exigências estruturais e, consequentemente, as possibilidades arquitetônicas.

A arquitetura de grandes vãos não é uma ambição recente. Há séculos, arquitetos e arquitetas buscam maneiras de cobrir grandes espaços públicos, desde a cúpula monumental do Panteão até as galerias de ferro e vidro do Palácio de Cristal de Londres. Cada avanço expandiu os horizontes da disciplina, substituindo paredes espessas e sistemas estruturais densos por métodos mais leves e eficientes para vencer grandes distâncias. Hoje, o aço dá continuidade a essa evolução, viabilizando vãos que seriam difíceis de alcançar com sistemas estruturais convencionais, ao mesmo tempo que mantém grandes espaços públicos integrados, flexíveis e adaptáveis. A alta relação resistência-peso do aço permite vencer vãos maiores com menos pilares e sistemas estruturais mais esbeltos, ao passo que componentes pré-fabricados simplificam a construção e reduzem os trabalhos no canteiro de obras.

Bienal de Arquitetura de Tallinn 2026 explora o verdadeiro custo da arquitetura através de "How Much?"

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A 8ª Bienal de Arquitetura de Tallinn (TAB 2026) coloca a questão "Quanto custa?" no centro de sua programação, examinando como o custo, a escassez e as restrições moldam a produção arquitetônica. Com curadoria de Kertu Johanna Jõeste, Siim Tanel Tõnisson e Ra Martin Puhkan do Stuudio TÄNA, em conjunto com Mark Aleksander Fischer e Mira Samonig, a bienal acontece em toda a cidade de Tallinn até 30 de novembro de 2026. Sua exposição principal está sediada no Linnahall, o monumental complexo à beira-mar construído para as Olimpíadas de Verão de 1980, enquanto exposições, instalações, debates e outros eventos se estendem a locais como o Museu de Arquitetura da Estônia, a Academia de Artes da Estônia e o EKKM.

Bienal de Arquitetura de Tallinn 2026 explora o verdadeiro custo da arquitetura através de "How Much?" - Imagen 1 de 4Bienal de Arquitetura de Tallinn 2026 explora o verdadeiro custo da arquitetura através de "How Much?" - Imagen 2 de 4Bienal de Arquitetura de Tallinn 2026 explora o verdadeiro custo da arquitetura através de "How Much?" - Imagen 3 de 4Bienal de Arquitetura de Tallinn 2026 explora o verdadeiro custo da arquitetura através de "How Much?" - Imagen 4 de 4Bienal de Arquitetura de Tallinn 2026 explora o verdadeiro custo da arquitetura através de How Much? - Mais Imagens+ 21

No Dia Internacional da Democracia: Encontro, Equidade e o Poder Simbólico da Arquitetura

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No Dia Internacional da Democracia, as Nações Unidas revisitam este ano uma ideia tradicional do conceito: a ampla participação cidadã nas tomadas de decisão governamentais. Na ocasião, o órgão internacional convida a uma reflexão sobre como a participação e a inclusão de vozes diversas nas decisões do governo podem ajudar a construir uma sociedade mais equitativa. Sob uma perspectiva espacial, a reflexão sobre a democracia pode ir além desse enquadramento vertical, passando a compreendê-la a partir do encontro. O que significa um espaço ser democrático? Como a arquitetura pode contribuir para alcançar os princípios historicamente associados à democracia? No atual contexto de crise nos sistemas de organização política em todo o mundo, este dia serve como plataforma para questionar a individualização e o autoritarismo por meio das ferramentas socioespaciais de que dispomos.

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Reinterpretando o nó Ruyi como símbolo cultural no trabalho em metal contemporâneo

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Os símbolos sempre transitaram pela arquitetura. Surgem em pedras esculpidas, tecidos entrelaçados, tetos e paredes pintados, ferragens de portas e objetos cotidianos, carregando as crenças, os rituais e as histórias das culturas que os originaram. Em interiores contemporâneos, os/as designers dão continuidade a esse diálogo com o lugar, revisitando símbolos históricos e traduzindo-os por meio de novos materiais, técnicas de fabricação e formas arquitetônicas.

O nó Ruyi é um exemplo emblemático disso. Há séculos, esse motivo entrelaçado faz parte da tradição chinesa de nós, simbolizando continuidade, harmonia e votos de boa sorte. Sua geometria de curvas suaves tem adornado objetos decorativos e peças cerimoniais, demonstrando como as referências culturais podem se integrar a um vocabulário de design que vai muito além do mero ornamento.

SAGA Space Architects e 3DCP Group concluem vila estudantil de 36 unidades impressa em 3D na Dinamarca

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O 3DCP Group concluiu o Skovsporet, um empreendimento de habitação estudantil impresso em 3D em Holstebro, na Dinamarca, projetado pelo escritório SAGA Space Architects em colaboração com o MS+. Localizado próximo à VIA University College, o projeto é composto por 36 apartamentos térreos distribuídos em seis blocos de edifícios, totalizando uma área de 1.650 metros quadrados. Construído ao longo de 12 meses, o Skovsporet aplica a impressão 3D de concreto em larga escala no âmbito de um empreendimento residencial, combinando elementos estruturais impressos com métodos tradicionais de construção. O projeto foi desenvolvido para a NordVestBO e está programado para receber seus primeiros estudantes este mês.

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Assemble transformará o Bromley Hall, tombado como Grau II*, em um novo espaço de trabalho criativo e de indústria leve em Londres

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O coletivo de arte, arquitetura e design Assemble, com sede em Londres, anunciou recentemente um novo projeto de espaço de trabalho na capital inglesa. Desde sua fundação em 2010, o estúdio construiu uma comunidade em torno do fazer artesanal e manual, oferecendo espaços criativos e de indústria leve resistentes às forças do mercado, funcionando como uma plataforma para trabalhos ecológica e socialmente engajados. O grupo garantiu recentemente um contrato de arrendamento de 25 anos, com opção de compra, de Bromley Hall, um casarão do início do período Tudor considerado uma das casas mais antigas de Londres. O plano é transformar os três edifícios do local — Bromley Hall (c. 1485), a Old Poplar Library (c. 1904–5) e o edifício de contêineres RedBox — no maior espaço de trabalho do Assemble até o momento, adicionando cerca de 1.300 m² (14.000 pés quadrados) à sua oferta atual de espaços de trabalho, com um plano de desenvolvimento de longo prazo que prevê dobrar essa área. O novo projeto do escritório tem um duplo objetivo: restaurar um edifício tombado como patrimônio de Grau II* (Grade II*) e aumentar a estabilidade para a comunidade das indústrias criativas, por meio de contratos de aluguel de longo prazo e um novo espaço de colaboração.

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O papel do desenho urbano na segurança das mulheres: lições de quatro espaços públicos

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O espaço público costuma ser idealizado como um ambiente universal, mas a experiência de acesso a ele é desigual. Para muitas mulheres, deslocar-se pela cidade exige uma avaliação contínua de exposição, visibilidade, proximidade com outras pessoas, iluminação, acesso ao transporte, rotas de fuga e a probabilidade de sofrer assédio. Esses cálculos são moldados tanto pelas condições espaciais quanto pelas sociais. A segurança é uma questão de forma urbana, manutenção, mobilidade, governança e distribuição de investimento público. Embora o ambiente construído possa não ser a causa direta da violência de gênero, ele tem o poder de intensificar a vulnerabilidade e normalizar o acesso desigual, especialmente a espaços públicos.

Para profissionais de arquitetura e planejamento urbano, existe uma distinção fundamental entre projetar para o controle de segurança e projetar para a sensação de segurança. Estratégias de controle de segurança tendem a se concentrar em vigilância, policiamento e gestão de fluxos, ao passo que a segurança urbana cotidiana depende de as pessoas poderem ver e ser vistas, de as rotas serem legíveis, de os espaços públicos acolherem atividades ao longo do dia e de como a manutenção de longo prazo é viabilizada. O papel do design é alterar as condições nas quais a vida pública acontece.

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