
Xangai: O mais recente de arquitetura e notícia
Edifício de Uso Misto da Shanghai Science and Technology Investment Tower / NBBJ
The Nimbus - uBLOCK Healthcare Hospitality Lounge / LUKSTUDIO

Bothaus Coffee - Centro de Desenvolvimento Sudo / HCCH Studio

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Arquitetos: HCCH Studio
- Área: 300 m²
- Ano: 2026
Micro-regeneração na Rua Ouyang / Scenic Architecture Office

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Arquitetos: Scenic Architecture Office
- Área: 62 m²
- Ano: 2026
O limite da cozinha: serviço, armazenamento e fronteiras domésticas em interiores compactos

Em casas compactas, a cozinha raramente é apenas um espaço para cozinhar. Ela costuma funcionar como um limite: uma parede de serviços ou uma fronteira entre o trabalho doméstico e a vida social. Sua importância reside não apenas na preparação de alimentos, mas na maneira como organiza o restante da casa, sobretudo devido às limitações das instalações hidráulicas e às exigências de ventilação. Antes que uma sala de estar possa parecer aberta, a cozinha geralmente precisa absorver a intensidade prática do dia a dia: água, calor, odores, eletrodomésticos, mantimentos e armazenamento.
Isso é especialmente visível nos densos interiores do Leste Asiático, onde o espaço doméstico é frequentemente moldado por áreas limitadas, novas estruturas familiares, trabalho híbrido e pela especificidade cultural do ato de cozinhar. A cozinha aberta pode ser apresentada como um atrativo de estilo de vida, mas em muitos apartamentos ela representa, na verdade, um desafio de planejamento. Ela precisa conciliar o trabalho doméstico, apoiar encontros informais e, às vezes, como estratégia de otimização de espaço, substituir o hall de entrada ou o corredor. Mais do que um mero gesto de design, o limite da cozinha é, portanto, um acordo espacial entre o serviço e o convívio.
Escritório Canteiro de Semicostrução / ARCHWASTE
Centro de Convivência Sênior Internacional Shanghai Guohua Heyuejia, Comunidade de Aposentadoria de Cuidados Contínuos / GN Architects

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Arquitetos: GN Architects
- Área: 43000 m²
- Ano: 2024
“A Poética da Sobrevivência”: OPEN Architecture projeta a primeira exposição de Lina Bo Bardi na China

De 25 de julho a 25 de outubro de 2026, a Power Station of Art (PSA) de Xangai sediará a primeira exposição na China dedicada à obra da arquiteta brasileira Lina Bo Bardi. Sob o título "A Poética da Sobrevivência" (ou "The Poetics of Survival"), a mostra tem curadoria de Renato Anelli, com projeto expográfico assinado pelo escritório OPEN Architecture em um espaço de 2.300 m² do museu de arte contemporânea PSA, em Huangpu. O objetivo foi conceber "um palco onde o público pudesse vislumbrar a realidade cotidiana do Brasil na época de Lina" por meio de uma jornada pela obra e pela personalidade multifacetada da arquiteta. A exposição não é descrita como uma retrospectiva, mas sim como um "encontro com a poética da sobrevivência da mestra", um conceito do final do século XX que descreve como o trabalho criativo se torna uma ferramenta para suportar traumas como a opressão histórica ou crises extremas. Esse conceito serve como um fio condutor que conecta a realidade retratada aos observadores contemporâneos de um corpo de trabalho "marcado por sua engenhosidade, versatilidade e generosidade".
Pavilhão THE SEED / REAL Architects + Challenge Design

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Arquitetos: Challenge Design, REAL Architects
- Área: 230 m²
- Ano: 2026
Praça da Cultura da Baía de Shenzhen, do MAD, e Exposição PLACE, de Dorte Mandrup: Destaques da Semana

Nesta semana, a relação da arquitetura com a cultura ganhou destaque por meio de exposições, projetos públicos e novas infraestruturas que expandem o discurso arquitetônico para além do edifício em si. Ao mesmo tempo que grandes exposições na Austrália, em Xangai, Barcelona e Copenhague investigaram temas como habitação, paisagem e lugar por meio de pesquisa e projeto, obras recém-reveladas na China e na Itália demonstram como museus, espaços de performance e complexos de uso misto são cada vez mais concebidos como paisagens públicas abertas, e não como instituições isoladas. Paralelamente, novas mostras e marcos de construção refletem a experimentação contínua em reuso adaptativo, projetos responsivos ao contexto e ambientes urbanos flexíveis.
Museu de Arte de Pudong apresenta "Jean Nouvel: Sem o/a artista, a arquitetura desaparece" em Xangai

O Museum of Art Pudong (MAP), em Xangai, apresenta a exposição "Jean Nouvel: Without the Artist, Architecture Disappears" até 31 de agosto de 2026. Marcando o quinto aniversário do museu, a mostra é dedicada à obra do laureado com o Prêmio Pritzker Jean Nouvel e representa a primeira vez que o arquiteto francês realiza uma exposição individual dentro de um edifício de seu próprio projeto. Organizada pelo Museum of Art Pudong em parceria com o Ateliers Jean Nouvel, a exposição reúne maquetes de arquitetura, filmes, documentos de arquivo, instalações e uma reconstrução do ateliê do arquiteto em Paris para examinar mais de cinquenta anos de prática profissional.
"Arquitetura não é joia": Xing Ruan sobre construir para o tempo, não para a perfeição

Em 2023, o edifício da Escola de Design da Universidade Shanghai Jiao Tong abriu suas portas após uma remodelação completa e adaptação de uma estrutura existente. Projetado por Xing Ruan, arquiteto/a e acadêmico/a que também atua como diretor/a da escola, o edifício recebeu dois reconhecimentos no Prix Versailles: o Título Mundial de Campus Mais Bonito e o Prêmio Especial para Interiores, uma das três principais honrarias da premiação. Prêmios desse tipo tendem a gerar uma dinâmica própria. Uma vez que uma obra é reconhecida, ela é rapidamente enquadrada em uma narrativa conveniente — atribuindo-se significados aos seus materiais, técnicas, forma e decisões espaciais que tornam o projeto legível, categorizável e fácil de referenciar.
No entanto, o que uma premiação confirma é, talvez, apenas o fato de que um edifício foi visto. O que ainda cabe perguntar é por que ele existe da maneira como existe — quais problemas foi projetado para enfrentar, quais crenças ele rejeita e o que propõe para a disciplina para além das circunstâncias de sua construção. Foi no próprio edifício da Escola de Design que a entrevista a seguir aconteceu, transitando entre arquitetura, pensamento acadêmico, frugalidade e os limites do que se pode — e deve — exigir de uma edificação.
Yanlord Arcadia Jardim Rebaixado —— Escadas Rendadas / TROP : terrains + open space

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Arquitetos Paisagistas: TROP : terrains + open space
- Área: 590 m²
- Ano: 2024
Pátio das Rochas Agrupadas e Pavilhão da Folha Flutuante / Atelier Z+

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Arquitetos: Atelier Z+
- Ano: 2023
Mount Bazaar / People’s Architecture Office

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Arquitetos: People’s Architecture Office
- Área: 470 m²
- Ano: 2025
Centro de Serviços Sociais do Canal Shang’Ao / Atelier Liu Yuyang Architects

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Arquitetos: Atelier Liu Yuyang Architects
- Área: 3865 m²
- Ano: 2024
Centro Anna Pao Sohmen na YK Pao School / Scenic Architecture Office

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Arquitetos: Scenic Architecture Office
- Área: 2473 m²
- Ano: 2025
Fotografiska Xangai / AIM Architecture

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Arquitetos: AIM Architecture
- Área: 4637 m²
- Ano: 2023


















