Teatro Lampegiet em Veenendaal, Holanda. Imagem cortesia de MVRDV
Projetado pelo escritório MVRDV em colaboração com a Buro Happold, o novo Teatro Lampegiet em Veenendaal, nos Países Baixos, deve substituir o edifício teatral existente, construído em 1988. Aprovado pelo Conselho Municipal de Veenendaal em janeiro de 2026, o projeto tem previsão de início de construção para 2027, com conclusão estimada para 2029. Concebido como um espaço culturalcontemporâneo que atende tanto às exigências performáticas atuais quanto à identidade histórica da cidade, o novo teatro apresenta uma composição compacta de múltiplos volumes envolta em uma fachada de cerâmica porosa que transforma o edifício em um marco urbano iluminado.
Santuario de la Naturaleza Humedal Río Maipo. Imagem cortesia de Fundación Cosmos
Celebrado anualmente em 2 de fevereiro, o Dia Mundial das Zonas Úmidas marca a adoção da Convenção de Ramsar em 1971, estabelecendo uma estrutura internacional para reconhecer o papel dessas áreas úmidas na proteção ambiental e no desenvolvimento sustentável. A edição de 2026 tem como tema "Zonas úmidas e conhecimento tradicional: Celebrando o patrimônio cultural", chamando a atenção para a relação duradoura entre os ecossistemas dessas regiões e as práticas culturais, sistemas de conhecimento e estruturas de governança desenvolvidos por comunidades ao longo dos séculos. O tema destaca como o conhecimento ecológico herdado, frequentemente incorporado em rituais, calendários sazonais, práticas de uso da terra e organização espacial, moldou interações resilientes entre os assentamentos humanos e as paisagens hídricas.
O High Museum of Art em Atlanta apresentará Isamu Noguchi: "I am not a designer" de 10 de abril a 2 de agosto de 2026. A exposição examina o trabalho de design de Isamu Noguchi (1904–1988) em escultura, mobiliário, iluminação, paisagismo e cenografia, marcando sua primeira grande retrospectiva focada em design em quase 25 anos. Após a exibição em Atlanta, a mostra seguirá para o Peabody Essex Museum em Salem, Massachusetts, de 19 de setembro de 2026 a 3 de janeiro de 2027, e para a Memorial Art Gallery da Universidade de Rochester na primavera de 2027.
O espaço público é frequentemente compreendido como um local que não pertence a ninguém em particular — coletivamente acessível, porém mantido por instituições. No entanto, um número crescente de iniciativas vem desafiando essa premissa ao testar modelos de gestão compartilhada e propriedade distribuída. Em Paris, o projeto Adoptez un banc introduz uma abordagem baseada em patrocínio, permitindo que pessoas e grupos apoiem financeiramente e assumam, de forma temporária e simbólica, a responsabilidade por mobiliários públicos históricos, sem comprometer seu uso coletivo. Em outros pontos da cidade, hortas comunitárias que operam sob a estrutura do programa Main Verte demonstram um modelo de autogestão, no qual proprietários de terras públicos e privados mantêm a titularidade dos terrenos, mas delegam o controle cotidiano a associações de cidadãos/ãs para produção de alimentos e uso compartilhado. Em Nova York, o projeto Common Corner representa um terceiro caminho, fundamentado na colaboração institucional e no design participativo, em que agências públicas, organizações sem fins lucrativos, designers e moradores/as coproduzem o espaço público no contexto da habitação social. Juntos, esses três casos sugerem que o cuidado, a autoria e a responsabilidade podem ser distribuídos entre cidadãos/ãs e instituições, gerando ambientes urbanos mais resilientes e conectados à realidade local.
Esta semana começou com o Dia Mundial da Justiça Social, trazendo para o primeiro plano questões urgentes de direitos trabalhistas, equidade espacial e governança de recursos, e posicionando a arquitetura tanto como produto quanto como resposta aos sistemas sociais que moldam o acesso à terra, à habitação e às oportunidades. O anúncio dos 15 projetos vencedores do Prêmio ArchDaily Building of the Year 2026 destacou um panorama global de obras construídas reconhecidas por sua qualidade arquitetônica, inovação e impacto social, oferecendo um retrato da prática contemporânea em diferentes escalas e geografias. As notícias desta semana provocam uma reflexão mais ampla sobre a responsabilidade cívica da arquitetura, com o patrimônio e a construção comunitária por meio da arquitetura cultural despontando como temas centrais. A habitação, por sua vez, ancora outra vertente crítica da discussão com três iniciativas de destaque: um manifesto que reformula a habitação não como uma mercadoria de mercado, mas como um direito cívico e um projeto coletivo fundamentado no cuidado; um plano diretor de regeneração de orla em grande escala que responde à demanda habitacional regional por meio da transformação costeira; e um projeto residencial em madeira que explora o potencial do material em habitações de média densidade.
Falta apenas um mês para a Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milano Cortina 2026, cujas competições acontecerão de 4 a 22 de fevereiro de 2026. A Cerimônia de Abertura será realizada no dia 6 de fevereiro no Estádio Olímpico San Siro, em Milão, reunindo cerca de 2.900 atletas de todo o mundo para disputar 16 esportes, com 116 medalhas de ouro em jogo. Os Jogos Olímpicos de Inverno retornam à Itália vinte anos depois de Turim 2006 e setenta anos após Cortina 1956. Esta edição, no entanto, adota uma abordagem marcadamente diferente, distanciando-se do modelo tradicional de altos custos e desperdício em prol do reuso adaptativo, do uso de energia renovável e do desenvolvimento regional de longo prazo. Sendo a edição mais dispersa geograficamente na história dos Jogos de Inverno, o plano prevê o uso de 92% de instalações já existentes ou temporárias, aproveitando regiões com forte infraestrutura turística para evitar grandes impactos ambientais e implementar estratégias de design circular e reciclagem — cujos resultados se tornarão evidentes nos próximos meses. Em seguida, serão realizadas as Paralimpíadas de Inverno de Milano Cortina 2026, de 6 a 15 de março de 2026.
A proposta de projeto do escritório UNS para a nova Linha 2 do Metrô de Turim, desenvolvida em colaboração com Settanta7, Mijksenaar, Frigorosso, 3BA e WSP, foi selecionada por um júri internacional de especialistas presidido por Dominique Perrault. A proposta baseia-se na ideia de "fluxo", um conceito que historicamente moldou a cidade italiana, desde os rios Pó e Dora até os 18 quilômetros de pórticos em arco que estruturam a circulação de moradores/as e visitantes. O projeto prevê a Linha 2 como um novo "rio urbano", guiado por três princípios de design para facilitar esse fluxo: branding, experiência de trânsito e escalas de identidade. Com 32 estações planejadas no total, a fase inicial de projeto inclui 10 estações, entre elas Mole Giardini, San Giovanni Bosco e Carlo Alberto.
O California Science Center é um destino dinâmico onde visitantes de todas as idades podem explorar as maravilhas da ciência por meio de exposições interativas, demonstrações ao vivo, programas inovadores e filmes em grande formato. O centro e o cinema IMAX estão localizados no histórico Exposition Park, em Los Angeles, onde uma expansão está em construção desde junho de 2022. O novo Samuel Oschin Air and Space Center, projetado pela equipe de arquitetura da ZGF Architects, é uma ampliação com cerca de 18.500 metros quadrados que praticamente duplicará o espaço de exposição educativa do Science Center. A construção do edifício foi concluída em 13 de abril de 2026. Sua principal atração é o ônibus espacial aposentado Endeavour, da NASA, utilizado em missões de 1992 até sua 25ª e última viagem, em 2011.
O Southbank Centre é um complexo cultural em Londres construído entre 1963 e 1968, amplamente considerado um exemplo representativo do brutalismo britânico. Hoje, o local abriga uma ampla variedade de eventos, incluindo artes visuais, teatro, dança, música clássica e contemporânea, literatura, poesia e debates. O edifício foi projetado por uma equipe do Departamento de Arquitetura do Conselho do Condado de Londres, liderada pelo arquiteto Norman Engleback. Tornou-se um exemplo controverso de arquitetura moderna após sua inauguração em outubro de 1967, quando engenheiros/as elegeram o Queen Elizabeth Hall como o "ápice da feiura" em uma votação sobre novos edifícios, e o Daily Mail se referiu a ele como "o edifício mais feio da Grã-Bretanha". Cinquenta e nove anos depois, em 10 de fevereiro de 2026, o complexo recebeu o status de tombamento Grau II pelo Departamento de Cultura, Mídia e Esporte (DCMS) do governo britânico, após uma campanha de 35 anos que defendia sua proteção como patrimônio arquitetônico moderno.
Render da vista externa da unidade de atendimento ambulatorial e farmácia do projeto da Clínica Ineza, 2026. Imagem Cortesia de Kéré Architecture
O escritório Kéré Architecture projetou um novo centro de saúde na região de Bubanza, no Burundi, cerca de 40 quilômetros ao norte da antiga capital do país, Bujumbura. Comissionado pela ONG Ineza Clinic, o projeto visa melhorar o acesso à saúde para a população rural da região, complementando os serviços do hospital geral já existente, com foco em maternidade e atendimento cirúrgico especializado. O plano de Francis Kéré distribui o programa em dez pavilhões conectados por uma via que sobe a encosta em zigue-zague em direção a um centro de visitantes, formando um complexo de 3.000 m². O projeto combina materiais provenientes da região circundante, artesanato tradicional e transferência de conhecimento, minimizando sua pegada de carbono, apoiando a economia local e fortalecendo as equipes da região. A construção já foi iniciada, e a conclusão da primeira fase está prevista para este ano.
O Museu de Arte ARoS Aarhus, na Dinamarca, inaugurou As Seen Below – The Dome, um novo Skyspace do/a artista estadunidense James Turrell que completa o The Next Level, a expansão subterrânea de aproximadamente 4.000 metros quadrados do museu, projetada pelo escritório de arquitetura Schmidt Hammer Lassen. Aberto ao público em 19 de junho de 2026, o projeto marca o ápice de mais de duas décadas de colaboração entre a cidade de Aarhus, o ARoS e o escritório dinamarquês de arquitetura, após a conclusão do edifício do museu em 2004 e a adição de Your Rainbow Panorama, de Olafur Eliasson, em 2011. Localizada sob o renovado Musikhusparken, no centro de Aarhus, a instalação é a peça central da mais recente expansão do museu e acrescenta uma nova obra em grande escala de Turrell ao seu acervo.
BIG – Bjarke Ingels Group está perto de concluir o EVE Music Hall em Čepin, no leste da Croácia, projetado em colaboração com o SIRRAH projekt e o Theatre Projects. O projeto de 10.000 m² abriga uma casa de shows, instalações para congressos, áreas de exposição, um café e espaços para eventos na cobertura. O local deve receber concertos, conferências, exposições e atividades culturais, com capacidade para quase 4.000 pessoas em áreas cobertas e até 25.000 ao ar livre. O novo edifício cultural marca o primeiro projeto do escritório na Croácia e deve se tornar sua primeira casa de espetáculos musicais concluída, com previsão de entrega para o início de 2027.
A National Gallery de Londres anunciou o escritório Kengo Kuma & Associates, em colaboração com a BDP e a MICA, como vencedor do concurso internacional para projetar uma nova ala para a instituição. Lançado em setembro de 2025, o certame atraiu 65 propostas de escritórios globais, das quais seis equipes foram selecionadas para a etapa final de desenvolvimento. A escolha representa um marco fundamental na estratégia de desenvolvimento de longo prazo da instituição, o Project Domani, posicionando a nova expansão como um componente central na reconfiguração de suas estruturas arquitetônica e curatorial. Concebido como a mais significativa transformação do museu desde sua fundação em 1824, o projeto visa ampliar a capacidade espacial e o escopo curatorial, possibilitando a exibição de uma narrativa contínua da pintura ocidental em um único espaço.
"Mapear o Novo Mundo" é o lema do Projeto PLATEAU, liderado pelo Ministério da Terra, Infraestrutura, Transporte e Turismo do Japão (MLIT), para desenvolver e expandir o acesso a modelos 3D que representam a diversidade das cidades de todo o país. O Japão é composto por um total de 744 cidades, incluindo 14 com populações que superam um milhão de habitantes, 190 com população entre 100 mil e um milhão, e 540 com populações entre 10 mil e 100 mil habitantes. Até o momento, modelos 3D de mais de 250 cidades foram disponibilizados como dados abertos por meio do Centro de Informações G-Espaciais público do país, podendo também ser acessados através de um visualizador online no navegador. Segundo as autoridades públicas, o projeto visa fortalecer a resiliência urbana ao fornecer à sociedade novas ferramentas para enfrentar desafios locais. Isso envolve não apenas a modelagem do espaço urbano, mas também a colaboração com governos locais, empresas privadas e comunidades de tecnologia. O projeto inclui ainda uma reconstrução digital do local da recém-encerrada Expo Mundial de Osaka.
À medida que grandes eventos culturais, transformações institucionais e novas encomendas arquitetônicas se desenrolam em diferentes geografias, o debate desta semana destaca como a arquitetura opera na interseção entre vida pública, criatividade e adaptação a longo prazo. Com a Milano Design Week 2026 colocando em primeiro plano o processo, a experimentação e a participação de toda a cidade, os projetos e iniciativas que surgem nesta semana apontam para uma transição mais ampla em direção à abertura, acessibilidade e engajamento experiencial entre disciplinas e contextos urbanos. Investimentos contínuos em infraestrutura cultural, de novos museus a reformas de grande escala e propostas vencedoras de concursos, reforçam ainda mais como as instituições continuam a recalibrar seus papéis espaciais e sociais em resposta às crescentes demandas ambientais, tecnológicas e culturais.
A 8ª edição da Bienal de Arquitetura de Tallinn 2026 (TAB 2026) anunciou as propostas vencedoras do seu Concurso do Programa de Instalações e do Concurso de Visões, ambos desenvolvidos sob a estrutura curatorial intitulada "How Much?". Organizada pelo Centro Estoniano de Arquitetura, a bienal acontecerá de 9 de setembro a 30 de novembro de 2026, com sua Semana de Abertura programada de 9 a 13 de setembro. Com curadoria de Stuudio TÄNA, Mark Aleksander Fischer e Mira Samonig, a TAB 2026 explora o papel do dinheiro, da acessibilidade econômica e da alocação de recursos na formação da arquitetura e do ambiente construído, ao mesmo tempo em que examina como a prática contemporânea lida com restrições econômicas e valor cultural.
Em dezembro de 2024, a curadora de arte Koyo Kouoh tornou-se a primeira mulher africana selecionada para fazer a curadoria da 61ª Exposição Internacional de Arte da Bienal de Veneza. Ela propôs uma abordagem introspectiva e sensível para a exposição, moldada por temas como luto, memória, espiritualidade e exaustão global. Após seu falecimento precoce em maio de 2025, a Bienal decidiu continuar com o mesmo projeto curatorial, intitulado In Minor Keys. O escritório Wolff Architects foi convidado por Kouoh no início de 2025 para realizar o projeto expográfico e a cenografia, focados no "poder espacial transformador do limiar como um portal para compreensões e experiências alternativas". O evento foi inaugurado no sábado, 9 de maio, e acontecerá até domingo, 22 de novembro de 2026, nos Giardini della Biennale, no Arsenale di Venezia e em outros locais de Veneza.
Saint-Denis é uma comuna nos subúrbios ao norte de Paris, na França, conhecida pela Basílica Gótica de Saint-Denis e pelo Stade de France. Em uma esquina da Place Jean-Jaurès, em seu centro histórico, adjacente à Basílica, ergue-se o complexo habitacional Îlot 8, um marco brutalista projetado pela arquiteta Renée Gailhoustet. Construído entre 1975 and 1986 para oferecer moradia aos trabalhadores no centro da cidade, contrapondo-se à tendência de relegar a habitação de interesse social às áreas periféricas, o projeto está hoje no centro de um polêmico plano de reurbanização. Muitas vezes descrita como "residencialização" e reestruturação, a proposta envolve a demolição de partes significativas do projeto original. Essa conversão faz parte do programa francês Nouveau Programme National de Renouvellement Urbain (NPNRU) e é justificada por preocupações com deficiências estruturais, segurança e manutenção.
O Getty Centeranunciou um amplo programa de modernização que marca sua transformação mais significativa desde a inauguração em 1997. Localizado nas montanhas de Santa Monica e com vista para Los Angeles, o campus fechará temporariamente ao público de 15 de março de 2027 até a primavera de 2028 para viabilizar as obras planejadas. A iniciativa tem como foco aprimorar a experiência dos/as visitantes, melhorar a acessibilidade e promover a resiliência energética, além de apoiar a gestão de longo prazo da instituição. Antes do início do fechamento, o Getty Center manterá sua programação de exposições e eventos até o início de 2027.
À medida que o discurso arquitetônico continua a se expandir pelos domínios cultural, educacional e cívico, os acontecimentos de esta semana destacam como a disciplina opera simultaneamente por meio do legado, da produção de conhecimento e do engajamento público em grande escala. De reflexões sobre figuras influentes e seu impacto duradouro a cenários acadêmicos em evolução e novas formas de infraestrutura cultural, a arquitetura se posiciona tanto como um repositório de ideias quanto como um agente ativo na formação de identidades contemporâneas. Ao mesmo tempo, projetos que abrangem áreas como entretenimento, museus e desenvolvimento de orlas apontam para uma crescente ênfase em programas híbridos e ambientes experienciais, nos quais a arquitetura atua como mediadora entre a cultura, a vida pública e o público global.
Qapital Tower Equador. Imagem cortesia de Kengo Kuma and Associates(KKAA)
O escritório Kengo Kuma & Associates revelou os planos para o Qapital, uma torre de uso misto de 32 andares que será construída em Quito, no Equador, em colaboração com a incorporadora local Uribe Schwarzkopf. Com conclusão prevista para 2029, o projeto marca o primeiro trabalho do arquiteto japonêsKengo Kuma no país, expandindo o portfólio internacional do escritório para o contexto sul-americano. Localizada em frente ao Parque La Carolina, no distrito financeiro de Quito, a torre de 125,8 metros de altura apresenta um programa organizado verticalmente que reúne espaços residenciais, comerciais e comodidades compartilhadas.
BT Tower, um dos marcos pós-guerra mais reconhecíveis de Londres, será convertida em hotel. O escritório de arquitetura londrino Orms foi contratado para liderar a revitalização após a aquisição da torre, listada como patrimônio de Grau II, pela empresa americana de hotelaria MCR Hotels no início de 2024. Inicialmente, esperava-se que o projeto fosse liderado pelo Heatherwick Studio, mas o escritório não está mais envolvido. Agora, a Orms dará andamento ao plano e deve apresentar suas propostas iniciais durante a primeira rodada de consultas públicas, agendada para maio. As obras só poderão começar após a desativação e remoção dos equipamentos de telecomunicação pelo BT Group, processo que deve ser concluído por volta de 2030.