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Trienal de Arquitetura de Sharjah anuncia participantes e datas de abertura da terceira edição

A terceira edição da Trienal de Arquitetura de Sharjah (SAT03) acontecerá de 14 de novembro de 2026 a 14 de abril de 2027, sob o título Architecture Otherwise: Building Civic Infrastructure for Collective Futures. Com curadoria do/a antropólogo/a e curador/a Vyjayanthi Rao, tendo Tau Tavengwa como curador/a associado/a, a exposição reunirá 32 participantes com atuação nas áreas de arquitetura, antropologia, urbanismo, arte, design, educação e práticas comunitárias. Aberta ao público a partir de 14 de novembro, a Trienal se desdobrará em instalações, filmes, arquivos, oficinas, performances e programas públicos distribuídos por Sharjah, posicionando a própria cidade como um espaço de diálogo e engajamento.

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MVRDV e Balance Architettura renovarão a Galeria Cívica de Arte Moderna e Contemporânea de Turim

O escritório MVRDV e a Balance Architettura apresentaram sua proposta para a renovação da Galeria Cívica de Arte Moderna e Contemporânea (GAM) de Turim, na Itália, após terem sido selecionados em um concurso público em dezembro de 2025. O projeto busca recuperar as qualidades espaciais do edifício do museu, datado de 1959, ao mesmo tempo em que introduz novas estratégias de exposição, uma reserva técnica aberta ao público e sistemas de exibição flexíveis, projetados para se adaptar às constantes transformações das demandas de curadoria. Concebida tanto como uma restauração arquitetônica quanto como uma transformação institucional, a proposta visa reconectar o museu com a cidade ao seu redor, adaptando-o às abordagens contemporâneas de expografia e engajamento do público. O projeto conta com o apoio da Fondazione Torino Musei, é financiado pela Fondazione Compagnia di San Paolo e a previsão é que as obras comecem no segundo semestre de 2027.

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Eduardo Souto de Moura recebe a Medalha de Ouro da UIA em cerimônia realizada na Sagrada Família, Barcelona

Em 30 de junho de 2026, o arquiteto português Eduardo Souto de Moura recebeu a Medalha de Ouro da UIA de 2026, a mais alta honraria concedida pela União Internacional de Arquitetos, em uma cerimônia realizada na Basílica de la Sagrada Família em Barcelona. Entregue como parte do Congresso Mundial de Arquitetos da UIA de 2026, que ocorre de 28 de junho a 2 de julho, o prêmio reconhece a contribuição contínua de Souto de Moura para a arquitetura por meio de uma obra definida pela sensibilidade contextual, precisão material e uma influência duradoura na cultura arquitetônica contemporânea.

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15ª Bienal de Arquitetura de São Paulo nomeia Gabriela de Matos e Pedro Rossi como curadores-gerais para 2027

A 15ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo (BIAsp), programada para ocorrer em setembro e outubro de 2027, anunciou a dupla de profissionais da arquitetura Gabriela de Matos e Pedro Rossi na curadoria-geral do evento. Dando continuidade à edição anterior, sob o tema Extremos: Arquiteturas para um mundo quente, espera-se que a dupla traga perspectivas críticas sobre arquitetura, cultura e cidade para o tema Arquitetura, Cultura e Soberania. O papel de ambos/as será coordenar o desenvolvimento conceitual da Bienal, definir a equipe de curadoria e realizar uma chamada pública para co-curadores/as.

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Tem início a construção do Centro de Artes Cênicas Dar al Funoon, de Frank Gehry, em Abu Dhabi

O Dar al Funoon Abu Dhabi, a nova instituição de artes performáticas projetada pelo falecido arquiteto Frank Gehry, está entre suas obras finais. Com nome que se traduz como "Casa das Artes", o edifício de destaque, encomendado pelo Departamento de Cultura e Turismo de Abu Dhabi, foi projetado para ser um polo global de artes performáticas e tem previsão de inauguração para 2030. O projeto se soma ao portfólio de Gehry no emirado, que também inclui o futuro Guggenheim Abu Dhabi, e dá sequência à nomeação da cidade como Cidade Criativa da Música pela UNESCO em 2021.

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Congresso Mundial da UIA 2026 e a nova plataforma de análise ambiental de Henning Larsen: O resumo da semana

Acontecimentos recentes destacaram as diversas maneiras pelas quais a arquitetura responde às transformações nas condições ambientais, sociais e culturais. Grandes terremotos na Venezuela, no Japão e no norte da Califórnia renovaram a atenção para o papel do planejamento, da infraestrutura e das práticas construtivas na promoção da resiliência a desastres naturais. Enquanto essas questões seguem moldando o ambiente construído, a abertura do Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2026, em Barcelona, reuniu profissionais e pesquisadores/as para debater clima, habitação, espaço público e o futuro da profissão. Anúncios recentes de projetos, iniciativas de preservação, obras concluídas e novas ferramentas de projeto também refletiram a diversidade de abordagens que moldam a prática arquitetônica atual, desde a conservação do patrimônio e o reuso adaptativo até o desempenho ambiental e o planejamento de longo prazo.

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Equipe liderada por CRA-Carlo Ratti Associati e Park Associati é selecionada para redesenhar o campus do Hospital Spedali Civili de Brescia, na Itália

O projeto desenvolvido por CRA-Carlo Ratti Associati, Park Associati, Politecnica Building for Humans, Openfabric, DOTDOTDOT, Studio Mattioli e Eckersley O'Callaghan foi selecionado para projetar o novo Hospital Geral e o Hospital Infantil em Brescia, na Itália. O mandato do concurso internacional previa a requalificação de um hospital existente, preservando e ampliando a planta radial concebida pelo engenheiro Angelo Bordoni no início do século XX. O complexo de saúde existente, Spedali Civili di Brescia, segue um plano diretor hexagonal e uma disposição radial que orientam o novo desenho das instalações. A geometria é reinterpretada para atualizar o campus voltado a futuros modelos de assistência à saúde, desenhando em seu entorno um novo anel de serviços (CareRing) que conecta pessoas, natureza e saúde por meio dos princípios da "One Health" (Saúde Única) — a ideia de que a saúde humana, a saúde ambiental e o bem-estar social são indissociáveis.

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Além do Visual: Reenquadrando a Arquitetura Através dos Sentidos

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Uma rebelião experiencial ganha destaque no quarto episódio do podcast Room For Dreams, tocando diretamente no cerne da cultura de design contemporânea, obcecada por imagens e pela superficialidade das telas. Gravado ao vivo na Milan Design Week 2026 em parceria com a INDX|GLOBAL, a apresentadora Claire Broadka conversa com quatro profissionais da arquitetura indiana — Indrajit Kembhavi, Manish Gulati, Sanjay Singh e Sidhartha Talwar — para discutir uma questão crucial: teríamos sacrificado a alma da arquitetura em prol de um post perfeito no Instagram?

Vida nova para espaços antigos: Buildner revela os vencedores do Re-Form com a abertura da 3ª edição

A Buildner anunciou os resultados da segunda edição do concurso Re-Form: New Life for Old Spaces, uma premiação internacional de ideias que investiga o reuso adaptativo de edifícios existentes de pequena escala. O concurso convidou profissionais de arquitetura e design a proporem transformações de estruturas usadas, abandonadas ou negligenciadas com uma área de projeção aproximada de 250 metros quadrados, localizadas em qualquer lugar do mundo. Sem terreno ou programa definidos, incentivou-se a exploração de alternativas à demolição e à construção nova, por meio de estratégias de reuso fundamentadas em questões sociais e ambientais contemporâneas.

Re:Living: Como podemos dar escala à renovação?

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A maior parte das futuras habitações da Europa já existe; no entanto, a renovação continua ocorrendo de forma muito lenta para responder aos desafios climáticos, habitacionais, de saúde e de recursos na escala necessária. O Re:Living explora como a renovação pode deixar de ser uma série de projetos isolados para se tornar uma abordagem escalável de transformação de edifícios existentes. No cerne da iniciativa está um novo projeto de pesquisa, The Housing We Need for the Future We Want, que examina como o melhor aproveitamento do parque imobiliário existente pode abrir novas oportunidades para profissionais de arquitetura, cidades e comunidades.

A Forma da Água: 20 Centros Aquáticos que Constroem Paisagens Coletivas

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Muito provavelmente, cada pessoa tem seu próprio ritual ao entrar em uma piscina. Há os que mergulham sem hesitar, os que começam pelas pontas dos pés, os que nadam por esporte e os que submergem por puro prazer. Individual ou compartilhada, intensa ou contemplativa, toda experiência com a água acontece dentro de um ambiente cuidadosamente construído para recebê-la.

Arquitetura e água pertencem a naturezas opostas. Enquanto uma delimita e contém, a outra insiste em se espalhar, e é dessa tensão entre o sólido e o líquido que surgem os centros aquáticos. Nesses edifícios, a presença da água transforma tudo ao seu redor. A luz se fragmenta em reflexos instáveis, os sons adquirem uma reverberação particular, a temperatura e a umidade passam a definir a atmosfera dos espaços, enquanto materiais e sistemas construtivos são permanentemente postos à prova. Mas sua singularidade não é apenas técnica.

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Grande Ópera de Xangai, do Snøhetta, se aproxima da conclusão antes da inauguração em outubro

O Shanghai Grand Opera House, projetado pelo escritório Snøhetta, entrou em sua fase final de construção. Estão em andamento os preparativos para a abertura oficial do edifício em 17 de outubro de 2026, dando início a uma temporada que contará com 82 apresentações de 47 produções aclamadas. O projeto em espiral do Snøhetta para o novo espaço cultural foi selecionado por meio de um concurso internacional em 2016. Em 2019, o escritório de arquitetura, juntamente com o East China Architectural Design & Research Institute (ECADI), a Theatre Projects e a Nagata Acoustics, foi formalmente contratado para desenvolver a obra desde o conceito até a sua conclusão. O projeto estava previsto originalmente para ser concluído em 2025, como parte de um plano diretor cultural mais amplo voltado a consolidar o papel de Xangai como um centro internacional de cultura e inovação.

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A arquitetura global ainda pode refletir a identidade local?

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A ascensão acelerada de uma estética homogeneizada e globalizada está forçando criadores e criadoras a confrontar uma realidade crítica: as tendências de design transcendem a geografia sem esforço, mas a identidade local acaba pagando o preço. O quinto episódio do podcast Room For Dreams investiga diretamente se um mercado sem fronteiras está apagando silenciosamente a diversidade do design. Gravado ao vivo na Milan Design Week 2026, em parceria com a INDX|GLOBAL, a apresentadora Claire Broadka, do designboom, conversa com Sachi Gupta, Shilpi Sonar, Krithika Subrahmanian e Sumit Dhawan para mapear a realidade dos/as profissionais criativos/as sem fronteiras.

Pavilhão da Áustria na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2027 propõe plataforma compartilhada com a Bósnia e Herzegovina

A Áustria anunciou Koncesija / Konzession / Concession(e) como sua contribuição para a 20ª Exposição Internacional de Arquitetura – La Biennale di Venezia. Com curadoria da dupla de arquitetura Adna Babahmetović e Ajna Babahmetović, juntamente com o curador Sebastian Höglinger, o projeto propõe ceder temporariamente o Pavilhão Austríaco à Bósnia e Herzegovina por meio de uma concessão cooperativa. Selecionado por meio do processo de concurso público da Áustria, o pavilhão examina questões de representação nacional, diplomacia e intercâmbio arquitetônico, respondendo à ausência de um pavilhão nacional bósnio nos Giardini, onde se localizam os históricos pavilhões nacionais da Bienal.

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Costurando Margens: Marinas como Instrumentos de Reconexão entre Cidade e Água

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As áreas de interface entre terra e água sempre exerceram papel fundamental na formação e no desenvolvimento das cidades. Dos antigos portos comerciais até as atuais orlas multifuncionais, as frentes marítimas e fluviais representam espaços de grande potencial econômico e social. Diante deste contexto, os complexos náuticos contemporâneos cada vez mais assumem o papel de equipamentos urbanos estratégicos, capazes de integrar diferentes atividades, promovendo a reaproximação entre a cidade e a água e contribuindo para a valorização de paisagens frequentemente subutilizadas.

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Políticas do bambu: da prática vernacular à infraestrutura temporal

O bambu é frequentemente elogiado antes mesmo de ser compreendido. De crescimento rápido, ele carrega uma longa história de culturas construtivas e parece oferecer à arquitetura uma linguagem ecológica imediata. Em fotografias, sua lógica parece quase autoexplicativa: leve, natural, renovável e já alinhado a um futuro mais sustentável. No entanto, essa aparente clareza é justamente o que torna o bambu difícil de discutir com precisão. Uma vez transformado em símbolo de responsabilidade ambiental, o material em si corre o risco de desaparecer por trás da imagem que projeta.

Este é o risco do renascimento contemporâneo do bambu. Ele pode ser facilmente idealizado como um substituto ecológico para materiais industriais, uma atmosfera regional ou uma alternativa mais suave às linguagens rígidas do aço e do concreto. Em cada um desses casos, o bambu é admirado antes que suas condições reais sejam compreendidas. A questão fundamental não é se o bambu é sustentável em um sentido genérico, mas sim que tipo de cultura arquitetônica ele exige: quais formas de conhecimento, manutenção, regulamentação, mão de obra e tempo são necessárias para que sua sustentabilidade se concretize.

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Da Indústria à Sala de Estar: Mobiliários de Metal na Arquitetura de Interiores

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Como um material concebido para pontes, fábricas e grandes estruturas chegou ao banco da sala, à estante do apartamento, à mesa do café? O metal atravessou séculos associado ao esforço, à máquina e à monumentalidade — das estruturas expostas das Exposições Universais do século XIX à lógica produtiva da indústria moderna. Sua presença no interior doméstico não é um dado óbvio, mas uma conquista cultural: a transformação de um material fabril em elemento de uso cotidiano, íntimo e próximo do corpo.

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Como Enquadrar a Paisagem: Estratégias Projetuais Aplicadas em Residências

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No momento de implantar uma casa no terreno, um dos primeiros passos consiste no reconhecimento do território que a circunda, identificando suas potencialidades e tensões. Nesse processo, inevitavelmente selecionamos, recortamos, ocultamos ou potencializamos determinadas vistas, moldando a experiência arquitetônica de acordo com as sensações que se deseja fomentar.

Estabelece-se, portanto, uma hierarquia visual que orienta o olhar, determinando o que deve ser visto, de que maneira e com qual intensidade emocional, sendo capaz de definir como o usuário interpreta o entorno. Nesse contexto, a estratégia projetual ultrapassa o campo da decisão estética para atuar como uma manipulação da experiência fenomenológica do espaço. Ao selecionar um fragmento específico do horizonte por meio de uma abertura controlada, ou dissolver os limites entre interior e exterior com amplos planos envidraçados, a arquitetura passa a operar como uma lente. Ela pode enfatizar a pequenez da escala humana diante da vastidão do território ou, em sentido oposto, domesticar a natureza, incorporando-a como parte da vida cotidiana.

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Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 são abertos oficialmente com o início de eventos por toda a Itália

Os Jogos Olímpicos de Inverno de Milano Cortina 2026 foram oficialmente abertos na sexta-feira, 6 de fevereiro, com uma cerimônia realizada em quatro locais no norte da Itália. O principal evento de abertura aconteceu no Estádio San Siro, um dos marcos modernistas mais significativos de Milão, reunindo dança e artes performáticas em uma homenagem à cultura italiana, com apresentações de artistas internacionais, incluindo a estrela pop Mariah Carey. Embora diversas competições já tivessem começado em 4 de fevereiro, a cerimônia de abertura marcou o início de uma programação mais ampla de eventos esportivos, sociais e culturais distribuídos por Milão e pelas três áreas alpinas que sediam os Jogos: Cortina d'Ampezzo, Valtellina e Val di Fiemme. Os Jogos estão programados para acontecer até 22 de fevereiro, encerrando-se com uma cerimônia de encerramento na Arena de Verona, antes dos Jogos Paralímpicos, que ocorrerão de 6 a 15 de março. Por ser um evento internacional de grande escala, as Olimpíadas impõem exigências significativas sobre a infraestrutura esportiva, as redes de transporte, a hotelaria e a capacidade turística, oferecendo os primeiros indícios dos impactos urbanos, arquitetônicos e territoriais de longo prazo que os Jogos podem deixar como legado.

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Quando a escola se torna cidade: 6 projetos no Sul Global que fortalecem suas comunidades

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A educação e a cultura sempre se consolidaram como pilares estratégicos para promover transformações sociais profundas. Nesse sentido, a qualidade das infraestruturas físicas não é apenas uma questão funcional, mas um elemento estruturante para a efetivação de políticas públicas consistentes — especialmente em territórios marcados pela precariedade urbana, desigualdades históricas e fragilidade institucional. Diante desse cenário, a arquitetura escolar pode assumir um papel que vai muito além da sala de aula, tornando-se catalisadora da transformação social.

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Ingrediente arquitetônico: 15 restaurantes brasileiros que ampliam fronteiras

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A relação entre arquitetura e gastronomia transcende a simples funcionalidade de um espaço para comer. Trata-se de uma simbiose sensorial onde o ambiente prepara o paladar tanto quanto o tempero. A estética visual de um prato pode ser compreendida a partir de princípios de volumetria, equilíbrio, contraste e ritmo — conceitos igualmente caros ao desenho arquitetônico. Da mesma forma, a arquitetura do restaurante — suas cores, iluminação e escolha de materiais — atua como um ingrediente invisível que pode elevar a experiência gastronômica ou comprometer a percepção do sabor antes mesmo da primeira garfada. Ambas as disciplinas são dinâmicas e reflexos diretos de comportamentos sociais e tendências culturais que ditam a maneira como ocupamos o espaço e como alimentamos o corpo.

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As Torres de Terra de Shibam: Uma Cidade Vertical no Deserto do Iêmen

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Símbolos do desenvolvimento tecnológico e da densidade urbana, os edifícios em altura, tal qual conhecemos hoje, surgiram no final do século XIX, principalmente nos Estados Unidos, como resposta ao crescimento acelerado do comércio urbano e à necessidade de expandir as cidades sem ocupar mais território. O termo arranha-céu, por exemplo, foi cunhado na década de 1880 e originalmente se referia a edifícios com cerca de 10 a 20 pavimentos — uma altura impressionante para a época.

No entanto, a ideia de construir verticalmente é bem mais antiga do que os arranha-céus de aço e vidro sugerem. Muito antes da revolução industrial, algumas sociedades já experimentavam formas de urbanização vertical como solução para limitações de espaço, defesa territorial ou adaptação ambiental.

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Desenterrando o solo: Arquitetura e a política do petróleo

Sob a superfície do solo encontra-se um material que moldou silenciosamente a arquitetura do mundo moderno. O petróleo raramente é discutido no discurso arquitetônico, mas sua extração, circulação e consumo reorganizaram profundamente a lógica espacial dos territórios. Oleodutos, refinarias, plataformas de perfuração, portos, rodovias e complexos petroquímicos compõem uma vasta paisagem infraestrutural que sustenta a vida contemporânea, formando uma arquitetura dispersa da energia.

Ao longo dos séculos XX e XXI, o petróleo consolidou-se como a base material da sociedade industrial. Ele impulsionou o transporte, alimentou fábricas e sustentou o crescimento de cidades cuja organização espacial depende de fluxos contínuos de energia. Ainda assim, as infraestruturas que viabilizam esses fluxos raramente se tornam objeto de investigação arquitetônica. A atenção permanece, em grande parte, voltada à forma, à tipologia ou à densidade urbana, enquanto os sistemas materiais que sustentam esses ambientes tendem a permanecer deslocados do campo disciplinar.

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Arquiteturas do olhar: 25 mirantes para experienciar a paisagem

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Os mirantes são estruturas destinadas à observação da paisagem a partir de pontos elevados. Implantados em meio à natureza ou no cenário urbano, funcionam como dispositivos que organizam o olhar e estabelecem uma relação direta entre o corpo e o território. Nessa fronteira entre o observador e a paisagem, os mirantes podem assumir diferentes configurações, desde pequenos gestos até estruturas monumentais, sempre em resposta ao contexto em que se inserem. Independente da escala, são – em certa medida -, tentativas de domesticar a vastidão, recortes precisos que tornam legível aquilo que, sem mediação, poderia se apresentar como excesso.

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