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Museu do Arroz: Arquitetura enraizada na memória rural e na ecologia

Localizado em uma fazenda no sul da Índia, o Museu do Arroz ocupa o andar superior da casa de Syed Ghani, inserido na verdejante paisagem agrícola de Mandya — uma região moldada por construções de tijolos, vegetação abundante e conhecimentos agrícolas ancestrais. Syed Ghani, agricultor, historiador e museólogo, tem se dedicado a preservar variedades nativas de arroz por meio da conservação de sementes, de sua reprodução e de iniciativas educacionais. Com o apoio de agricultores e agricultoras locais, ele ajudou a recuperar mais de mil variedades nativas de arroz (paddy), salvaguardando uma parte essencial do patrimônio agrícola da Índia.

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As maiores cidades do mundo em 2025 por população

Todos os anos, o Dia Mundial da População é celebrado em 11 de julho, com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre diversas questões demográficas, como a importância da urbanização, da igualdade de gênero, da pobreza, da saúde e dos direitos humanos. Em 2025, sob o tema "Empoderando a Juventude para Construir as Famílias que Desejam", as Nações Unidas chamam a atenção para a maior geração de jovens da história, da qual uma grande parte está atingindo a maioridade em contextos de rápida urbanização. Os centros urbanos continuam sendo fundamentais para a compreensão desses padrões demográficos, à medida que as cidades continuam a atrair populações em busca de oportunidades, estabilidade e acesso a serviços essenciais. Hoje, mais da metade da população global reside em áreas urbanas, uma parcela que deve aumentar para 66% até 2050.

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RIBA anuncia os vencedores do Prêmio Nacional de 2025: 20 projetos de arquitetura, de retrofits a marcos culturais

The Royal Institute of British Architects (RIBA) anunciou os 20 vencedores do RIBA National Awards 2025, que reconhece as contribuições mais significativas para a arquitetura em todo o Reino Unido. Concedida anualmente desde 1966, a premiação celebra a excelência em projeto e oferece um panorama valioso das tendências arquitetônicas, culturais e sociais em constante evolução. Os projetos vencedores deste ano distribuem-se por todo o território nacional, da Ilha de Wight à Escócia e à Irlanda do Norte, e representam uma ampla variedade de tipologias e escalas, desde grandes edifícios institucionais até intervenções residenciais e comunitárias de menor escala.

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De Tessalônica a Augsburg: Arquitetura Atual e Anúncios de Novos Projetos por Populous, HENN, SLA e Outros

À medida que as cidades em todo o mundo lidam com prioridades sociais, ambientais e culturais em constante evolução, anúncios recentes de projetos revelam como a arquitetura tem sido cada vez mais concebida tanto como infraestrutura cívica quanto como catalisadora da identidade coletiva. Desde o novo projeto de estádio do escritório Populous em Tessalônica, que atenua as fronteiras entre o esporte e a vida urbana, até o palco cultural transparente do HENN em Augsburg, que convida à participação comunitária, essas propostas ilustram a ampliação do papel da arquitetura para além de sua função imediata. Em Luxemburgo, o trabalho do Schmidt Hammer Lassen para o Banco Europeu de Investimento reinventa os espaços institucionais por meio da sustentabilidade e do patrimônio, enquanto a nova comunidade insular do SLA e da GHD em Toronto impulsiona um urbanismo adaptado ao clima e baseado na natureza. Esta edição do Architecture Now reúne esforços diversos, porém interconectados, que moldam a maneira como a arquitetura pode promover um impacto ecológico, cultural e cívico de longo prazo.

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ULI Americas Awards for Excellence distinguem dez propostas urbanas, com o Chile como único representante regional

O Urban Land Institute (ULI), uma organização sem fins lucrativos dedicada à pesquisa e educação sobre o desenvolvimento imobiliário e territorial, anunciou em 24 de junho os dez projetos vencedores do ULI Americas Awards for Excellence 2025. A premiação reconhece a excelência na arquitetura e no design de projetos urbanos, com foco especial na execução integral de cada um, desde o planejamento até a operação, incluindo seus impactos social, ambiental e econômico.

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A Arquitetura do Rewilding: Projetando para a Recuperação de Ecossistemas

À medida que a instabilidade climática reformula as prioridades projetuais, a arquitetura é cada vez mais atraída para os debates ecológicos, não como espectadora, mas como participante. Entre os conceitos que ganham força está o de rewilding (ou renaturalização), uma prática fundamentada na restauração de ecossistemas autossustentáveis por meio da reintrodução da biodiversidade, da remoção de barreiras e do reequilíbrio da presença humana na paisagem. Embora frequentemente associado à biologia da conservação, o rewilding também abre novos imaginários espaciais e arquitetônicos — que desafiam as noções convencionais de permanência, autoria e uso.

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OMA conclui a sede da JOMOO em Xiamen, China

O OMA concluiu a sede da JOMOO em Xiamen, marcando o primeiro campus corporativo de escritórios da maior empresa de louças sanitárias da China. Situado no limite do distrito empresarial central da cidade, o edifício reflete a transformação contínua da JOMOO em uma marca global. O projeto foi liderado pelo sócio do OMA, Chris van Duijn, ao lado dos/as arquitetos/as de projeto Lingxiao Zhang e Chen Lu. Segundo Chris van Duijn, a sede faz parte de uma trajetória mais ampla no trabalho do OMA em cidades chinesas em rápido desenvolvimento, como Hangzhou, Xiamen e Shenzhen, onde o escritório continua a explorar novas relações entre a arquitetura de torres e seu contexto urbano.

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Exposição de projetos do Studio Gang inspirada em enxertia hortícola é inaugurada no Aedes Berlin

O Studio Gang é um escritório de arquitetura e design urbano fundado em 1997 por Jeanne Gang, com sede em Chicago e filiais em Nova York, San Francisco e Paris. Composto por mais de 100 profissionais, incluindo arquitetos/as, designers e planejadores/as, o escritório é conhecido por sua abordagem de projeto baseada em pesquisa. Na sexta-feira, 11 de julho, o Aedes Architecture Forum em Berlim inaugurará uma exposição sobre o trabalho do Studio Gang, organizada em colaboração com a revista AW Architektur & Wohnen. Sob o título Studio Gang: The Art of Architectural Grafting, a mostra explora a metodologia de projeto do escritório por meio de seis projetos recentes.

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Gire para Vencer: Prazo Prorrogado para o Desafio Global WinDesign

Enel, líder global em energia renovável, lançou o "WinDesign", um concurso internacional que convida profissionais e estudantes talentosos/as das áreas de engenharia, arquitetura e design a imaginarem e projetarem novas turbinas eólicas. O objetivo é desenvolver projetos de turbinas que se integrem de forma mais harmoniosa às paisagens onde serão instaladas, fortalecendo, assim, seu papel na transição energética.

Henning Larsen projeta campus de taipa de pilão para academia de jovens em Uganda

O escritório Henning Larsen, em colaboração com o Siimi Design Studio, sediado em Kampala, revelou o projeto de um novo campus modular para a El Cambio Academy, uma instituição de educação e futebol juvenil localizada em Masaka, Uganda. O projeto está sendo desenvolvido utilizando a taipa de pilão na construção, com tijolos produzidos no próprio local a partir de terra escavada na área. Atualmente em obras, a primeira fase inclui um dormitório masculino, com conclusão prevista para o verão de 2025. O campus de 1.280 metros quadrados foi projetado para abrigar 60 crianças e jovens de 9 a 16 anos, oferecendo instalações para educação formal e treinamento esportivo.

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Foster + Partners revela plano diretor de regeneração urbana para o distrito de Putuo, em Xangai

Foster + Partners venceu o concurso para transformar o distrito de Putuo, em Xangai. O plano diretor de 3,2 quilômetros quadrados foca na regeneração urbana da área ao redor da Estação Ferroviária de Xangai Ocidental, criando uma nova porta de entrada para a cidade mais populosa da China. Estruturado em torno de importantes modais de transporte, o projeto inclui dois corredores de pedestres paralelos que conectam a estação ao Templo Zhenru e a um novo centro urbano planejado em um terreno atualmente não urbanizado. O plano diretor dá sequência às propostas de 2024 para o empreendimento de uso misto de Changfeng, dentro do polo de Finanças, Ciência e Tecnologia do distrito de Putuo, que integra o Plano Diretor de Xangai 2035.

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Rama Estudio: “Ter completado 10 anos de arquitetura no Equador é digno de comemoração”

Nicolás Valencia conversa em Quito com as arquitetas equatorianas Carolina Rodas e Carla Chávez e o arquiteto Felipe Donoso, fundadores do premiado escritório ⁠Rama Estudio⁠, sobre o livro ⁠"Los primeros diez años. Crítica de obra", publicado em 2024 pela Flap.

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O sal como material de construção: repensando a vida dos minerais e resíduos na arquitetura com Mále Uribe

Diante dos desafios ambientais, políticos, econômicos e sociais atuais, a experimentação com materiais na arquitetura convida a reconhecer a importância de investigar e analisar as propriedades dos elementos construtivos e compreender o papel do design espacial e de seu entorno imediato. Embora existam diversos tecidos, plásticos e até mesmo resíduos de várias fontes que são reciclados e ganham uma nova vida útil, o debate sobre o uso do sal como material de construção abre espaço para fomentar práticas mais sustentáveis para reduzir o impacto da indústria sobre o meio ambiente, bem como para investigar a nova vida de minerais descartados e resíduos de mineração para aplicação na arquitetura.

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"A cidade não pode ser compreendida a partir da tela": IA e infância no desenho urbano

Nem tendência passageira, nem ameaça permanente: o alarme inicial está se dissipando. A inteligência artificial vem sendo cada vez mais adotada como uma ferramenta estratégica que, quando integrada de forma responsável, pode ser extremamente valiosa — sobretudo em processos participativos de desenho urbano focados na infância e na juventude.

Para explorar essa intersecção entre tecnologia, cidades e novas gerações, conversamos com Dolores Victoria Ruiz Garrido, arquiteta e fundadora do Little Architects, programa que ela criou há mais de uma década na Architectural Association (AA) em Londres. Com mais de 15 anos de experiência em urbanismo participativo, ela enfatiza que a IA pode ser uma ferramenta poderosa quando utilizada de forma ética e intencional — especialmente para enriquecer a educação e os processos de design voltados para a comunidade. No entanto, ela alerta: "A cidade não pode ser compreendida a partir da tela — ela deve ser apreendida pelo corpo, pelo caminhar e pelo maravilhamento. Antes de gerar imagens impressionantes ou visualmente belas para transformar a cidade, devemos ensinar a lê-la: a observar, compreender e conectar-se emocionalmente com ela."

Tecnologia e fluxos de trabalho com IA: como estão transformando a prática arquitetônica?

A arquitetura de hoje está vivenciando um momento de profunda mudança. Os projetos são cada vez mais ambiciosos, os prazos mais curtos e as demandas de sustentabilidade mais exigentes. Diante desse cenário, os/as arquitetos/as não precisam apenas de criatividade: também necessitam de ferramentas que os/as ajudem a imaginar, testar e construir com mais rapidez, precisão e confiança.

Os softwares especializados —como AutoCAD, DaVinci, Revit ou Nuke— são hoje peças-chave no fluxo de trabalho de arquitetura. No entanto, seu potencial máximo é alcançado quando integrados a hardwares de alto desempenho e tecnologias emergentes como a inteligência artificial (IA), que elevam significativamente a capacidade de projeto, análise e execução.

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Refrações em movimento conforme as piscinas se tornam formas luminosas

A trajetória do vidro na arquitetura reflete a evolução tecnológica da humanidade. Durante séculos, foi um material frágil e opaco, restrito a pequenas aberturas em igrejas ou residências aristocráticas, com dimensões limitadas, transparência irregular e um papel majoritariamente secundário. Com a Revolução Industrial e os avanços nos processos de fabricação, essa condição mudou drasticamente. Dos vitrais artesanais e imperfeitos, passamos a contar com uma ampla gama de aplicações arquitetônicas, desde fachadas de arranha-céus totalmente envidraçadas até passarelas de pedestres translúcidas, coberturas leves, divisórias inteligentes e elementos móveis. Um dos usos mais surpreendentes — outrora considerado inviável — é a interação direta do vidro com grandes volumes de água. Hoje, vemos piscinas com paredes ou fundos transparentes que se projetam para fora dos edifícios, flutuam sobre as ruas ou se fundem visualmente com o entorno, criando experiências sensoriais marcantes. Um feito notável, especialmente considerando que, por muito tempo, o vidro foi tido como frágil demais para ambientes submersos.

Pavilhão da Polônia na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025 investiga o papel da arquitetura em proporcionar segurança

O Pavilhão da Polônia na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2025 apresenta Lares and Penates: On Building a Sense of Security in Architecture, uma exposição que explora como a arquitetura continua a funcionar como uma forma de proteção em uma época marcada pela incerteza. Estruturado como uma investigação antropológica, o projeto examina as dimensões emocionais e racionais das práticas construtivas. A exposição foi desenvolvida por uma equipe multidisciplinar que inclui a curadora e historiadora da arte Aleksandra Kędziorek, o arquiteto Maciej Siuda e os/as artistas Krzysztof Maniak e Katarzyna Przezwańska. Em vez de focar na arquitetura sob a perspectiva de quem projeta, a equipe investiga como as pessoas habitam o espaço e constroem uma sensação de segurança, respondendo a medos, desejos e necessidades profundamente arraigados.

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A abóbada núbia: revivendo técnicas ancestrais para soluções modernas

As casas coloridas de Assuã, no sul do atual Egito, atraem turistas que se aventuram até aquela região do Rio Nilo. Acessíveis por pequenos barcos fluviais, ilhas como Suheil West abrigam comunidades núbias, algumas das quais tiveram que se deslocar após a construção da Grande Barragem de Assuã na década de 1960. Por trás das vistas pitorescas de paredes rebocadas e cobertas por murais e grafismos, empoleiradas em colinas rochosas com vista para o Nilo, esconde-se uma técnica construtiva utilizada localmente há séculos. Ela utiliza materiais de origem local, preserva a natureza e regula a temperatura interna contra o calor do dia e o frio da noite.

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Tecnologia e fluxos de trabalho com IA: como estão transformando a prática arquitetônica?

A arquitetura de hoje está vivendo um momento de profunda mudança. Os projetos são cada vez mais ambiciosos, os prazos mais apertados e as demandas de sustentabilidade mais exigentes. Diante deste cenário, os/as arquitetos/as não precisam apenas de criatividade: também necessitam de ferramentas que os/as ajudem a imaginar, testar e construir com mais rapidez, precisão e confiança.

Os softwares especializados —como AutoCAD, DaVinci, Revit ou Nuke— são hoje peças-chave no fluxo de trabalho de arquitetura. No entanto, seu potencial máximo é alcançado quando integrados a hardwares de alto desempenho e tecnologias emergentes como a inteligência artificial (IA), que elevam significativamente a capacidade de projeto, análise e execuçao.

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Arquitetura e estruturas de brincar: como os espaços lúdicos estão evoluindo em ambientes urbanos?

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O brincar, como atividade humana, é uma prática multidimensional: nasce do biológico, transmite-se socialmente e situa-se no plano arquitetônico. Nessa inter-relação, enquanto o lúdico propõe dinâmicas e ficções que convidam a explorar outras formas de habitar o mundo, os projetos de arquitetura oferecem o suporte físico e sensorial que permite desdobrar essas possibilidades, sendo as estruturas de recreação o meio que conecta ambos. Desse modo, evidencia-se uma relação determinante entre o brincar, o ambiente construído e sua transformação ao longo do tempo.

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Os edifícios deveriam ser projetados para se decompor?

Os edifícios são físicos, estáticos e permanentes. Imaginá-los de outra maneira costuma exigir um esforço de criatividade. A indústria tem operado sob essa forte associação entre estruturas e permanência, limitando, sem perceber, as perspectivas sobre o ciclo de vida das construções. Inovações em materiais de construção abriram caminhos para o design circular, desafiando a antiga noção de que os edifícios devem durar indefinidamente. Abordagens emergentes promovem uma arquitetura que acompanha o fluxo e o refluxo da natureza.

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World Architecture Festival revela a lista de finalistas de 2025

O World Architecture Festival (WAF) anunciou a lista de finalistas de sua edição de 2025, destacando exemplos notáveis de edifícios concluídos, projetos futuros, interiores e paisagismo urbano de todo o mundo. O anúncio precede a primeira edição do WAF nos Estados Unidos, que será realizada no Miami Beach Convention Center de 12 a 14 de novembro de 2025. Os finalistas apresentarão seus projetos dentro de suas respectivas categorias durante os dois primeiros dias do festival. Selecionada entre mais de 780 candidaturas, a lista deste ano apresenta mais de 460 projetos que abrangem uma ampla gama de categorias, incluindo Reuso Criativo, Habitação, Educação, Hotelaria, Esportes e Cultura.

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Construir a Lei: O CCA documenta a campanha da HouseEurope! por mudanças legislativas na arquitetura europeia

Ao longo de 2024, o Canadian Centre for Architecture (CCA) lançou uma série de documentários e exposições em três partes intitulada Groundwork, que explora modos alternativos de prática diante da atual crise climática. O processo começou com uma série de visitas a escritórios em busca de práticas que enfrentassem questões fundamentais para a arquitetura contemporânea, culminando na seleção de três projetos: o museu de "intervenção mínima" de Xu Tiantian na Ilha de Meizhou, os pavilhões comunitários de Carla Juaçaba em uma plantação de café em Minas Gerais, e a Iniciativa de Cidadãos Europeus por um novo marco legal para facilitar a reforma e a transformação de edifícios existentes. Esta última, HouseEurope!, foi recentemente reconhecida como vencedora da sétima edição do OBEL Award e foi apresentada na exposição internacional da Bienal de Arquitetura de Veneza de 2025.

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Queensway de Hong Kong Reimaginada: Sara Klomps sobre a gênese e a ambição de The Henderson, de Zaha Hadid Architects

É comum que marcos arquitetônicos se concentrem em uma mesma região. Em Tóquio, a icônica Omotesando é um trecho bastante conhecido onde "starchitects" globais construíram lojas-conceito de luxo nos anos 2000. Hong Kong possui uma aglomeração arquitetônica menos conhecida, mas igualmente potente, ao longo da Queensway — embora, historicamente, apresente um caráter mais corporativo e menos voltado ao engajamento público. A partir da década de 1980, esse corredor passou a abrigar uma série de edifícios emblemáticos projetados por alguns dos nomes mais proeminentes da arquitetura mundial: a Sede do HSBC de Norman Foster, a Bank of China Tower de I.M. Pei, o Lippo Centre de Paul Rudolph e, nas proximidades, o Murray Building de Ron Phillips — hoje revitalizado como hotel pelo escritório Foster + Partners. Mais tarde, a região foi ainda mais enriquecida pela renovação do Pacific Place, realizada pelo Heatherwick Studio, e pelo Asia Society Hong Kong Center, projetado por Tod Williams Billie Tsien Architects.

Queensway de Hong Kong Reimaginada: Sara Klomps sobre a gênese e a ambição de The Henderson, de Zaha Hadid Architects - 1 的图像 4Queensway de Hong Kong Reimaginada: Sara Klomps sobre a gênese e a ambição de The Henderson, de Zaha Hadid Architects - 2 的图像 4Queensway de Hong Kong Reimaginada: Sara Klomps sobre a gênese e a ambição de The Henderson, de Zaha Hadid Architects - 3 的图像 4Queensway de Hong Kong Reimaginada: Sara Klomps sobre a gênese e a ambição de The Henderson, de Zaha Hadid Architects - 4 的图像 4Queensway de Hong Kong Reimaginada: Sara Klomps sobre a gênese e a ambição de The Henderson, de Zaha Hadid Architects - Mais Imagens+ 7

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