O escritório de arquitetura Studio Gang, liderado por Jeanne Gang, revelou seu projeto para a Colorado 150 Pedestrian Walkway, uma nova infraestrutura cívica encomendada pelo Governador Polis e pela America 150-250 Commission. Com uma área de 11.000 pés quadrados (cerca de 1.020 metros quadrados), a passarela foi concebida tanto como um elemento de conexão urbana quanto como uma paisagem comemorativa, marcando o 150º aniversário da emancipação do estado do Colorado. Localizada estrategicamente no centro de Denver, a intervenção conecta importantes espaços públicos e monumentos, melhorando a acessibilidade de pedestres ao mesmo tempo que promove uma experiência multifacetada de arte, cultura e história. Com conclusão prevista para julho de 2026, o projeto contará com diversos recursos, como mirantes, monumentos, novas obras de arte pública criadas por artistas locais do Colorado, áreas de lazer e elementos interpretativos, com o objetivo de convidar o público a explorar, se reunir e refletir ao longo do percurso.
Render da vista da Scaenae. Imagem cortesia de David Chipperfield Architects
O anteprojeto para a restauração arquitetônica e a requalificação funcional do Teatro Romano foi apresentado na terça-feira, 8 de abril de 2025, no Auditório do Museu de Santa Giulia, em Brescia. O projeto foi desenvolvido pela filial de Milão do escritório David Chipperfield Architects, sob encomenda da Fondazione Brescia Musei, em colaboração com o Município de Brescia e a Câmara de Comércio, Indústria, Artesanato e Agricultura de Brescia. Chipperfield teve a tarefa de identificar os elementos arquitetônicos essenciais para orientar as futuras fases do projeto, levando à elaboração do Projeto de Viabilidade Técnico-Econômica (PFTE) e do projeto executivo, incluindo a obtenção das autorizações necessárias. Esta iniciativa conta com o apoio financeiro da Câmara de Comércio Italiana, no âmbito de um decreto ministerial de 2019 que prioriza o patrimônio cultural, sobretudo quando este potencializa o turismo.
O ArchDaily está em busca de um/a redator/a (copywriter) freelancer com experiência em arquitetura e um forte instinto de marketing para nos ajudar a contar nossa história—de forma clara, confiante e criativa. Esta função oferece uma excelente oportunidade para quem deseja contribuir de forma estratégica para a voz e as mensagens da nossa marca, moldando a maneira como nos conectamos com arquitetos/as e com o público em geral. Não se trata de uma vaga editorial em tempo integral com alta demanda de volume, mas sim de uma colaboração sob demanda, ideal para quem possui habilidades sólidas de escrita, compreende o universo da arquitetura e, ao mesmo tempo, pensa como estrategista de marca, storyteller e profissional de marketing.
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Um lugar de renascimento, a cidade de Muharraq, no Bahrein, passou por uma visionária transformação cultural e urbana, emergindo como um modelo pioneiro de regeneração impulsionada pela cultura no mundo árabe, particularmente na região do Golfo. Outrora a capital da indústria de pérolas do país, Muharraq preservou, reinterpretou e reintegrou seu legado histórico em sua malha urbana em constante evolução.
Diante do desafio de redefinir seu futuro — marcado por um traçado urbano intacto, mas com estruturas arquitetônicas em deterioração — Muharraq vislumbrou uma narrativa urbana linear, tecendo a memória da indústria por meio de uma sequência de edifícios-chave. A cidade propôs-se a conectar as propriedades individuais ligadas ao seu passado perlífero, tais como as casas de mergulhadores/as, capitães de barcos e comerciantes de pérolas.
A água é um catalisador de experiências sensoriais: manifesta-se no contato direto pelo toque, em sua presença ao ser ouvida ou vista refletida, e em suas transformações—seja pela temperatura, do frio ao calor, ou pelo estado físico, do líquido ao vapor. Trata-se de um elemento fundamental no design para os sentidos, capaz de evocar atmosferas percebidas física e emocionalmente. Como sugere Juhani Pallasmaa, a arquitetura não se dirige apenas aos olhos, mas envolve todo o corpo e a memória sensorial. O banheiro, em especial, concentra grande parte da experiência física e emocional associada à água, abrindo possibilidades para criar ambientes que intensificam essa conexão sensorial. Diante disso, surge a questão: quais elementos ou conceitos devem moldar esse espaço para que a experiência do banho escape do comum?
https://www.archdaily.com.br/pt/1142838/o-despertar-do-banheiro-conceitos-de-design-contemporaneo-para-uma-experiencia-sensorialEnrique Tovar
O movimento modernista mid-century foi mais do que uma transição estética ou material nos Estados Unidos; ele representou uma resposta a um mundo em rápida transformação. Emergida após a Segunda Guerra Mundial, essa revolução arquitetônica rejeitou os estilos ornamentados e tradicionais do passado em favor de linhas limpas, design funcional e da incorporação de materiais marcantes como o aço, o vidro e o concreto. O modernismo representou uma ruptura com a tradição, concentrando-se na simplicidade, na eficiência e em uma visão de futuro. Refletia o otimismo de uma nação em reconstrução, onde a tecnologia e a inovação moldavam desde as paisagens urbanas até as residências suburbanas.
O Master in Advanced Architecture do IAAC celebra seu 25º aniversário como um dos programas mais voltados para o futuro no ensino de arquitetura. Fundado no ano 2000 em Barcelona, o programa foi criado como um espaço de experimentação — onde o projeto encontra a tecnologia, a ecologia e o pensamento crítico, distante das convenções da formação tradicional em arquitetura.
Ao longo dos anos, o programa recebeu mais de mil estudantes de mais de 80 países. Essa mistura internacional não é por acaso; ela reflete a visão do IAAC sobre a inovação como algo que se desenvolve por meio do diálogo, da diversidade e da ambição compartilhada. O resultado é uma rede de profissionais que atuam na intersecção entre projeto, pesquisa e transformação sistêmica.
Na 19ª Exposição Internacional de Arquitetura - La Biennale di Venezia, o Dicastério para a Cultura e a Educação apresenta "Opera Aperta", um projeto que posiciona a arquitetura como uma prática de cuidado e responsabilidade coletivos. Com curadoria de Marina Otero Verzier e Giovanna Zabotti, Opera Aperta está situado no Complexo de Santa Maria Ausiliatrice, no distrito de Castello, em Veneza. Projetado por Tatiana Bilbao ESTUDIO e MAIO Architects, o projeto transforma o local de 500 metros quadrados em um espaço para restauração colaborativa e engajamento público. Concebido como um trabalho em andamento, em vez de uma instalação finalizada, Opera Aperta funciona como uma plataforma para troca contínua, participação e engajamento enraizados no contexto local. Essa abordagem aberta e orientada ao processo foi reconhecida durante os eventos de abertura, nos quais o Pavilhão da Santa Sé recebeu a Menção Especial do Leão de Ouro para Participação Nacional.
Em um momento em que a prática arquitetônica está cada vez mais atrelada ao clima e ao contexto, a fronteira entre o construído e o natural tornou-se um território crítico de experimentação. A seleção de projetos não construídos deste mês reúne oito propostas conceituais que trabalham nos limites da paisagem. Em Ramia, do João Teles Atelier, a arquitetura inspira-se diretamente na metáfora de uma semente que rompe a terra, utilizando madeira, concreto e água para criar um percurso sensorial pela ecologia de Tulum. Por sua vez, o Mobius Pier, do X Atelier, projeta-se em uma curva suave sobre a margem do rio, funcionando simultaneamente como infraestrutura e ponto de observação. De forma semelhante, o projeto Il mare degli Umbri aborda esse limiar de outra maneira, restaurando a linha costeira histórica do Lago Trasimeno e reintroduzindo as ecologias de áreas úmidas locais. Cada projeto desta coletânea reflete uma postura singular: alguns tratam o limite como uma experiência espacial, outros como uma linha reguladora e, ainda, outros como um ponto de retorno cultural ou ecológico.
Na busca por fomentar o sentido de pertencimento de seus habitantes, valorizar suas culturas ancestrais e preservar sua identidade, o território latino-americano reconhece uma arquitetura com amplas nuances e características regionais. O uso de técnicas construtivas e materiais locais, ou o diálogo entre o modular e o vernáculo, entre outras questões, revelam a intenção de promover a participação de comunidades nativas, estudantes e suas famílias, povos originários e construtores locais durante o processo de projeto e construção de uma grande variedade de escolas rurais ao longo de toda a América Latina.
Em parceria com o European Cultural Center (ECC), o ArchDaily lança sua exposição inaugural como parte da sétima edição da Time Space Existence, uma mostra de arquitetura realizada simultaneamente à 19ª Bienal de Arquitetura de Veneza. Aberta de 10 de maio a 23 de novembro de 2025 em diversos locais de Veneza, esta edição se concentra no tema "Reparar, Regenerar e Reutilizar", promovendo abordagens inovadoras e sustentáveis na arquitetura. A contribuição do ArchDaily está localizada no Palazzo Mora, complementando outros espaços como o Palazzo Bembo, os Jardins de Marinaressa e o Palazzo Michiel.
Um pavilhão em uma Bienal serve como plataforma de expressão cultural, permitindo que uma nação articule sua identidade arquitetônica ao mesmo tempo em que responde a desafios globais. Essas exposições nacionais refletem como cada país interpreta o tema central do evento sob a ótica de suas próprias paisagens, histórias e aspirações futuras, reforçando a capacidade da arquitetura de atuar não apenas como uma disciplina construída, mas também como um catalisador de reflexão, transformação e diálogo. Nesse contexto, a contribuição de Montenegro ressoa com força especial. Intitulado Terram Intelligere: INTERSTITIUM, o pavilhão baseia-se no conceito de um sistema anatômico recém-compreendido de espaços preenchidos por fluidos que percorrem todo o corpo humano, facilitando conexões e trocas. Antes considerado denso e inerte, o interstitium (interstício) revela-se agora como uma rede de inter-relação dinâmica — uma metáfora que a equipe de curadoria utiliza para reformular a arquitetura como uma investigação ativa e viva sobre a inteligência natural, artificial e coletiva, em sintonia com o tema desta edição: Natural. Artificial. Coletivo.
Render do ICCR Gana. Imagem cortesia de Adjaye Associates
Adjaye Associates revelou o projeto para o Centro Internacional de Pesquisa em Câncer Infantil (ICCRC) em Kyebi, no Gana. Encomendado pela Fundação Wish4Life, o projeto representa um passo importante no desenvolvimento dos cuidados de saúde pediátricos na África Ocidental. Localizado em um terreno de 225.000 metros quadrados nas encostas orientais da Cordilheira de Atewa, o ICCRC foi concebido como uma instalação integrada dedicada à cura, pesquisa, educação e engajamento comunitário. Este será o primeiro centro da região voltado exclusivamente ao tratamento do câncer infantil. Atualmente, o projeto está em exibição na mostra Time Space Existence, parte da Bienal de Arquitetura de Veneza 2025, em cartaz no Palazzo Bembo até 23 de novembro de 2025.
Premier Office / Tropical Space. Imagem cortesia de Diversity in Architecture - DIVIA Award
O Prêmio Diversity in Architecture (DIVIA) 2025 foi concedido à arquiteta vietnamita Trần Thị Ngụ Ngôn, fundadora do escritório Tropical Space, em cerimônia realizada no dia 10 de maio de 2025 no European Cultural Centre (ECC), no Palazzo Mora, em Veneza. A premiação inclui reconhecimento internacional e um prêmio de € 10.000, homenageando arquitetas cujo trabalho contribui para a diversidade cultural e a inclusão na arquitetura. A edição deste ano contou com outras cinco finalistas: Carolina Rodas e Carla Chávez, do Equador; Izaskun Chinchilla, da Espanha; Cazú Zegers, do Chile; Patcharada Inplang, da Tailândia; e Surella Segú, do México. Todas as finalistas tiveram seus trabalhos apresentados como parte da exposição Time Space Existence, organizada pelo ECC.
VARID: Um Kit de Ferramentas de RA-RV para Design Inclusivo. Imagem cortesia de Foster + Partners
Na última década, o projeto de arquitetura baseou-se em métodos bidimensionais de representação, como elevações, cortes e plantas baixas, combinados com renderizações digitais de modelos 3D. Embora essas ferramentas sejam essenciais para transmitir a geometria e a intenção projetual, elas continuam limitadas por seu formato bidimensional. Mesmo as renderizações mais realistas, criadas em softwares como SketchUp, Revit ou AutoCAD, ainda achatam o espaço e distanciam o observador da experiência vivenciada de um projeto. Recentemente, arquitetos/as começaram a explorar tecnologias imersivas como uma forma de encurtar essa distância entre o desenho e a experiência, oferecendo novas maneiras de habitar e avaliar propostas espaciais.
Sistema de porta de correr SL500. Imagem cortesia de ASSA ABLOY
Ao longo da história, as portas — e, posteriormente, as portas automáticas — desempenharam um papel muito mais amplo do que a mera marcação de uma entrada ou saída. Elas definem limiares, guiam o fluxo de movimento e moldam sutilmente a maneira como as pessoas interagem em um espaço. É possível traçar sua evolução até o século I, quando Heron de Alexandria projetou uma porta movida a vapor — um exemplo pioneiro da fusão entre tecnologia e arquitetura. Desde então, os sistemas de portas automáticas sem toque incorporaram avanços tecnológicos que aprimoram sua operação e redefinem seu papel nos edifícios. Hoje, eles estão integrados a uma variedade de tipologias e escalas de edifícios, atuando como elementos de transição que aumentam o conforto, a eficiência energética e a qualidade geral dos espaços internos.
https://www.archdaily.com.br/pt/1143019/o-futuro-mais-verde-dos-sistemas-de-portas-automaticas-uma-mudanca-no-design-e-no-desempenhoEnrique Tovar
A Buildner anunciou os resultados do seu concurso, o Last Nuclear Bomb Memorial No.5. A competição é realizada anualmente em apoio à proibição universal de armas nucleares. Em 2017, por ocasião do 75º aniversário dos bombardeios de 1945 em Nagasaki e Hiroshima, que ceifaram a vida de mais de 100.000 pessoas, as Nações Unidas adotaram o Tratado sobre a Proibição de Armas Nucleares.
Em reconhecimento a este tratado, a Buildner convida propostas conceituais para um memorial a ser implantado em qualquer local conhecido de testes de armas nucleares já desativado. O memorial conceitual busca refletir sobre a história e a constante ameaça das armas nucleares, com o objetivo de promover a conscientização pública sobre o desarmamento nuclear.
O desafio busca direcionar a atenção para a história e os perigos das armas nucleares. Os/as participantes têm como tarefa projetar um espaço que homenageie as vítimas da guerra nuclear e transmita a necessidade de um futuro livre de armas nucleares. Por se tratar de um concurso "silencioso", as propostas não podem incluir textos, títulos ou anotações.
A próxima edição deste concurso, o Last Nuclear Bomb Memorial No. 6, já foi lançada, com prazo de inscrição antecipada até 12 de junho de 2025.
A arquiteta e educadora bangladequense Marina Tabassum e seu escritório, Marina Tabassum Architects, foram selecionados para projetar o Pavilhão Serpentine de 2025. Intitulada "A Capsule in Time", a proposta se inspira na natureza efêmera da arquitetura no Delta de Bengala, incorporando uma estrutura semitransparente que busca evocar um senso de comunidade e conexão. O Pavilhão será aberto ao público de 6 de junho a 26 de outubro de 2025, com uma pré-estreia para a imprensa dois dias antes da abertura oficial. O projeto de Tabassum marcará os 25 anos desde a primeira comissão da Serpentine, a estrutura inaugural de Zaha Hadid no Hyde Park em 2000.
2025 Creatives For Our Future - Casa Modular AllSpace. Imagem cortesia de Swarovski Foundation
A arquiteta nigeriana Blossom Eromosele desenvolveu o AllSpace, um projeto de habitação modular inspirado na arquitetura tradicional africana. O projeto foi criado como parte da quarta edição do programa global de mentoria e subsídios Creatives for Our Future, da Fundação Swarovski, desenvolvido em colaboração com o Escritório de Parcerias das Nações Unidas. Entre os seis projetos selecionados, o AllSpace busca responder à atual crise de refugiados na Nigéria com uma solução habitacional de baixo custo e movida a energia solar para campos de refugiados.
Na virada do milênio, o mundo foi dominado pela ameaça iminente do Bug do Milênio (Y2K), uma falha potencial nos sistemas de computadores que poderia paralisar desde o setor bancário até a aviação. Conforme a meia-noite de 31 de dezembro de 1999 se aproximava, pessoas sacavam suas economias, grandes corporações emitiam alertas e governos se mobilizavam para evitar a histeria coletiva. No entanto, quando o sol nasceu em 1º de janeiro de 2000, o temido bug não causou nenhum impacto real, e a crise se dissipou tão rapidamente quanto havia surgido. Contudo, esse período deixou marcas em lugares inesperados — especialmente na arquitetura. Em meio à ansiedade em relação à tecnologia digital, nascia uma das casas de espetáculo mais icônicas do nosso tempo, a Casa da Música, no Porto. Projetada pelo OMA (Office for Metropolitan Architecture), sua origem remonta a um projeto muito menor: a Y2K House. O que começou como uma investigação sobre a domesticidade privada durante o pânico digital evoluiu para uma estrutura pública monumental — uma transição arquitetônica da esfera residencial para uma sala de concertos.
À medida que a inteligência artificial (IA) se torna cada vez mais integrada à sociedade, torna-se essencial pausar e refletir sobre os fundamentos que a sustentam — e as dimensões até as quais ela se estende. No cerne do aprendizado da IA estão os conjuntos de dados (datasets), cuja estrutura e conteúdo moldam a maneira como esses sistemas interpretam e respondem ao mundo. Essa dependência cria uma profunda interdependência — que não apenas informa as capacidades da IA, mas também define seus potenciais pontos cegos. Diante disso, cabe perguntar: quais formas de compreensão esse processo pode excluir, especialmente aquelas difíceis de serem capturadas em formato digital?
Sem espaços dedicados à concentração individual — um elemento crucial para uma colaboração eficaz —, até mesmo a ideia mais brilhante perde o brilho. O escritório precisa, de fato, equilibrar a conectividade e o espaço pessoal de forma primorosa, permitindo que os/as profissionais transitem entre as tarefas sem atritos. Cabines como as hushFree.XS, hushFree.S.Hybrid e hushFree.S fazem parte dessa abordagem, formando juntas um trio de cabines individuais que atende à maior parte das necessidades de espaços de trabalho individuais no escritório.
As cabines hushFree.XS, hushFree.S.Hybrid e hushFree.S funcionam como um sistema completo, garantindo que os/as profissionais tenham as condições adequadas para um trabalho individual produtivo ao longo do dia, revelando-se ferramentas valiosas para arquitetos/as no desenvolvimento de projetos que atendam plenamente às variadas necessidades dos/as colaboradores/as. Cabines como essas tornam-se refúgios de alto padrão para chamadas focadas, espaços surpreendentemente imersivos para videoconferências e verdadeiras bolhas de concentração profunda.
Kabage Karanja, cofundador e diretor do Cave_bureau, sediado em Nairóbi, no Quênia, e Kathyrn Yusoff, professora de Geografia Inumana na University of London, estão à frente da curadoria do Pavilhão Britânico na 19ª Bienal de Arquitetura de Veneza. Juntos, compõem a equipe de curadoria anglo-queniana responsável por GBR – Geology of Britannic Repair, uma exposição que repensa o pavilhão tanto como um espaço material quanto simbólico. A proposta do duo reflete sobre o legado arquitetônico da Grã-Bretanha e suas conexões com as histórias de colonialismo, extração geológica e a urgência da crise climática. Como reconhecimento por explorarem a relação entre a Grã-Bretanha e o Quênia, com foco em temas de reparação e renovação, a equipe de curadoria e o comissariado do pavilhão receberam uma Menção Especial de Participação Nacional do júri da Bienal. Durante a cobertura presencial em Veneza, a equipe editorial do ArchDaily conversou com os/as curadores/as sobre os conceitos que moldaram o Pavilhão Britânico.
O pódio existente, localizado em frente ao Edifício do Secretariado em Freetown, homenageia os soldados da Primeira Guerra Mundial e, posteriormente, passou a incluir também os combatentes da Segunda Guerra Mundial. Para isso, contudo, foi removida uma pequena menção aos homens do Corpo de Carregadores — uma ausência que este novo projeto busca reparar. A fundadora do escritório, Tosin Oshinowo, é a primeira mulher e a primeira arquiteta da África Ocidental a projetar um memorial para a CWGC.