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Nicholas Grimshaw, pioneiro da arquitetura high-tech britânica e fundador do Grimshaw, morre aos 85 anos

Sir Nicholas Grimshaw, arquiteto britânico conhecido por impulsionar a arquitetura high-tech e por fundar o escritório Grimshaw, faleceu aos 85 anos. Ao longo de uma carreira de mais de cinco décadas, realizou projetos públicos e de infraestrutura que enfatizavam a clareza estrutural, a engenharia avançada e a funcionalidade. Suas principais obras incluem a Waterloo International, o terminal original do Eurostar em Londres; o Eden Project na Cornualha; a gráfica do Financial Times; e grandes hubs de transporte pelo mundo. Nomeado cavaleiro em 2002 por seus serviços à arquitetura, ele ajudou a definir uma era do design britânico e internacional. Presidiu a Royal Academy of Arts de 2004 a 2011 e foi agraciado com a Royal Gold Medal do Royal Institute of British Architects em 2019.

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Repensando a ideação arquitetônica com IA centrada no ser humano

As etapas iniciais de ideação podem ser, ao mesmo tempo, a parte mais empolgante e a mais desafiadora do processo de projeto. As ideias fluem rapidamente, mas podem ser abstratas e difíceis de comunicar. Isso pode gerar frustração e desperdiçar um tempo precioso.

Hoje, arquitetos/as, designers e artistas podem encurtar a distância entre o primeiro esboço e uma decisão de projeto significativa ao aliar técnicas tradicionais de ideação a ferramentas de visualização baseadas em IA, desenvolvidas para aprimorar — e não substituir — a criatividade humana. As ferramentas da Chaos mantêm as mentes criadoras firmemente no centro do processo, proporcionando agilidade e clareza sem que se perca a autoria ou o controle.

O/A arquiteto/a como formulador/a de políticas: o caso da preservação do patrimônio de Comayagua em Honduras

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Comayagua é uma cidade no centro de Honduras situada em um vale de mesmo nome. A cidade ocupa um lugar central na história do país, tendo servido como sua capital colonial e do início do período republicano por mais de 300 anos. No entanto, quando a capital foi transferida para Tegucigalpa em 1880, a expansão urbana de Comayagua estagnou, o que acabou por preservar, involuntariamente, um rico e vasto patrimônio. No início da década de 1990, grande parte do legado arquitetônico da cidade encontrava-se em estado de deterioração. Diante da necessidade urgente de protegê-lo, os governos de Honduras e da Espanha iniciaram um esforço conjunto com o objetivo de lançar um programa de restauração de longo prazo, criando uma estrutura de diretrizes políticas que garantisse a preservação do centro histórico da cidade para as gerações futuras.

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“Arquitetura é Cooperação”: projetos e experiências que destacam o trabalho coletivo de profissionais, organizações e comunidades

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Ao trabalhar com o lugar, e não contra ele, a exposição "Arquitetura é Cooperação", com curadoria de Josep Ferrando, enfatiza o valor da cooperação na essência da arquitetura. Apresentando o trabalho de profissionais, organizações e comunidades em projetos de cooperação promovidos a partir da Espanha, a instalação se materializa por meio de uma expografia em terra e madeira. Dessa forma, compreende-se a escolha desses materiais não apenas por sua estética ou simbolismo, mas por sua funcionalidade e compromisso com os princípios da economia circular. Até 30 de setembro de 2025, a mostra fica em exibição na Casa de la Arquitectura, em Madri, ressaltando a necessária atenção da arquitetura às demandas das sociedades e coletivos mais vulneráveis, alinhando a linguagem construtiva ao conteúdo da exposição.

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Como os sistemas de entrada estão se tornando a infraestrutura oculta dos edifícios inteligentes

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In Jacques Tati's Mon Oncle (1958), a própria arquitetura se torna uma personagem: portas de correr, uma fonte automática, portões que emitem sons mecânicos, dispositivos que ao mesmo tempo encantam e frustram os habitantes. A comédia surge justamente do fato de que esses sistemas aparentemente triviais moldam silenciosamente a vida cotidiana. Mais de seis décadas depois, a observação parece profética. Nos edifícios contemporâneos, inúmeros sistemas funcionam de maneira autônoma e discreta, passando despercebidos quando operam corretamente. Entre eles, as portas automáticas, tradicionalmente vistas como elementos secundários, despontam como parte de uma nova "infraestrutura invisível": sistemas conectados, eficientes e inteligentes que apoiam o conforto, a sustentabilidade e a resiliência operacional.

Primeira Bienal de Bukhara 2025 é inaugurada em marcos históricos restaurados do Uzbequistão

A edição inaugural da Bienal de Bukhara foi aberta em 5 de setembro de 2025, trazendo mais de 70 obras comissionadas site-specific de mais de 200 participantes de 39 países para o centro histórico da cidade uzbeque. Comissionada pela Fundação de Desenvolvimento de Arte e Cultura do Uzbequistão (ACDF) e pela comissária Gayane Umerova, a Bienal é descrita como o maior e mais diverso evento cultural da Ásia Central até o momento. Com curadoria de Diana Campbell sob o tema Recipes for Broken Hearts, o evento de dez semanas de duração se divide por uma constelação de locais recém-restaurados, incluindo madrassas, caravançarais e mesquitas, todos integrantes da lista de Patrimônio Mundial da UNESCO de Bukhara. Mais do que uma plataforma de exposição, a bienal é estruturada como parte de um plano diretor mais amplo, posicionando a cultura como catalisadora da transformação urbana e da renovação do patrimônio.

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Lina Ghotmeh liderará o projeto do Museu do Legado dos Jadids em Bucara, Uzbequistão

Lina Ghotmeh — Architecture revelou recentemente imagens do projeto que transformará uma residência histórica em Bucara, no Uzbequistão, em um "destino cultural do século XXI". A proposta prevê um museu dedicado às ideias e à influência do Jadidismo, um movimento de reforma muçulmano que defendia a modernização da educação na Ásia Central durante o final do século XIX e início do século XX.

O projeto foi encomendado pela Fundação de Desenvolvimento de Arte e Cultura do Uzbequistão (ACDF, na sigla em inglês), instituída em 2017 para preservar, promover e fomentar o patrimônio, as artes e a cultura do país, integrando-os ao cenário cultural e artístico global. Com abertura ao público prevista para 2027, o museu faz parte dos esforços mais amplos da ACDF para criar instituições culturais de referência que engajem públicos em todo o mundo.

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Além do armazenamento: projetando armários como afirmações arquitetônicas

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O conceito de guarda-roupa cápsula, popularizado nos anos 1970 por Susie Faux, propõe um exercício de síntese: um conjunto compacto de peças versáteis, capazes de se combinar de inúmeras maneiras para se adaptar a diferentes ocasiões. Na cultura visual, existem algumas metáforas para isso: em desenhos animados como Doug Funnie ou O Laboratório de Dexter, abrir o armário revelava fileiras de roupas idênticas, prontas para simplificar a vida (e, no caso de quem desenhava, o próprio trabalho). No mundo real, personalidades como Steve Jobs transformaram essa lógica em método ao adotar um uniforme diário, eliminando a pequena — mas recorrente — decisão de "o que vestir?" e poupando tempo e energia para questões mais importantes.

Para outras pessoas, no entanto, essa escolha está longe de ser um fardo. Escolher o que vestir é um momento de prazer, capaz de definir o tom do dia e influenciar o humor. Sob essa perspectiva, o guarda-roupa também se torna uma extensão da identidade, um espaço onde as escolhas práticas e simbólicas se encontram. Não por acaso, expressões como "sair do armário" ou "ter um esqueleto no armário" estão profundamente enraizadas na linguagem, revelando a dimensão cultural desse elemento doméstico. No design de interiores contemporâneo, essa noção ganha novas camadas: o armário pode definir o caráter de um espaço, guiar a circulação, influenciar a percepção e até moldar a atmosfera de um ambiente.

Bienal de Arquitetura de São Paulo 2025 — Extremos: Arquitetura para um Mundo Quente

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Entre 18 de setembro e 19 de outubro de 2025, a 14ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, organizada pelo IABsp, ocupará o Pavilhão da Oca, no Parque Ibirapuera, para discutir como a arquitetura, o urbanismo, o design e o paisagismo podem enfrentar as mudanças climáticas e os eventos extremos.

O conceito curatorial parte do entendimento que vivemos em tempos de extremos, exigindo soluções radicais e inovadoras. Nos quatro pisos da Oca, os curadores propõem reunir ciência e inovação, saberes tradicionais, práticas cotidianas, propostas de mercado e ações do Estado, afirmando que o desafio climático deve ser enfrentado por toda a sociedade.

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A Cidade como Laboratório de Processos: Uma Década de Experimentação Urbana com o Concéntrico

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À medida que as cidades continuam a se desenvolver, observamos abordagens cada vez mais bem planejadas, meticulosamente executadas e rigidamente regulamentadas para moldar os centros urbanos e seus espaços adjacentes — para o bem e para o mal. Conforme os códigos, restrições e diretrizes se aprimoram e se tornam mais rigorosos, os ambientes urbanos tornam-se mais seguros, equilibrados e menos propensos a surpresas. No entanto, o outro lado dessa moeda é que distritos altamente controlados podem tender a uma ordem excessiva e à higienização, desfazendo-se do caráter informal e cumulativo que outrora gerava becos, espaços residuais e sequências inesperadas de movimento — condições muitas vezes nascidas da constante improvisação comunitária nas zonas cinzentas da regulamentação.

Em resposta a isso, um número crescente de iniciativas em todo o mundo propõe instalações urbanas temporárias que testam futuros alternativos para as cidades. Essas intervenções buscam provocar um diálogo entre o que a cidade é e o que ela poderia oferecer às suas comunidades por meio de práticas espaciais reflexivas e específicas de cada contexto. Um exemplo notável é o Concéntrico, festival internacional em Logroño, Espanha, concebido como um laboratório de inovação urbana. Comemorando sua décima edição, o festival está prestes a publicar Concéntrico: Urban Innovation Laboratory, um livro que traça um panorama de uma década de desenho urbano e transformação coletiva moldados ao longo de suas sucessivas edições. O lançamento é acompanhado por uma turnê internacional voltada a compartilhar uma década de aprendizados sobre transformação e design coletivos.

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Carlo Ratti Associati e Höweler + Yoon lançam a praça flutuante "AquaPraça" em Veneza rumo à COP30

CRA–Carlo Ratti Associati e Höweler + Yoon projetaram a AquaPraça, um espaço de encontro flutuante voltado para o diálogo climático global que ancorará a COP30 em Belém, no Brasil. O projeto faz sua estreia na 19ª Exposição Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza em 5 de setembro de 2025. Em seguida, a estrutura embarcará em uma jornada transatlântica rumo ao Brasil, onde integrará o Pavilhão Italiano na COP30, realizada de 10 a 21 de novembro de 2025. Após o evento, a expectativa é que ela se torne um marco flutuante permanente na Amazônia, como parte da infraestrutura cultural de Belém.

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VUILD projeta estádio de madeira em Fukushima inspirado nas tradições japonesas de renovação

O escritório VUILD apresentou o projeto para um estádio de futebol em madeira planejado para Fukushima, no Japão, que será a futura sede do Fukushima United FC. Encomendada pela SportX, a proposta combina participação comunitária, uma estrutura inovadora de madeira e estratégias sustentáveis, posicionando o estádio tanto como uma arena esportiva funcional quanto como um potencial símbolo de renovação. Inspirado na tradição japonesa do Shikinen Sengu, a reconstrução periódica de santuários, o conceito introduz três ciclos: recursos, comunidade e trabalho artesanal.

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Um sistema expansivo de sofás modulares: reimaginando o conforto para além do sentar

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A arquitetura, por si só, define a maneira como habitamos um espaço? Está cada vez mais claro que não. Os objetos em um espaço — em especial o mobiliário e outras peças de design — não apenas cumprem funções práticas, mas também moldam ativamente a experiência espacial e humana. À medida que escolas, residências e escritórios evoluem para acomodar novas formas de trabalhar, viver e socializar, o mobiliário acompanha essas transições, estimulando diálogos que vão além do funcional e dialogam com a dimensão corporal implícita em seu uso.

Há várias décadas, a dupla de arquitetura britânica Alison e Peter Smithson já explorava a relação entre o corpo, a experiência cotidiana e o espaço em escala arquitetônica. Desde então, conceitos contemporâneos de flexibilidade e conforto ampliaram esse panorama para abranger outras escalas, como o mobiliário. Essas transformações impulsionaram a consolidação de sistemas de assentos modulares cuja flexibilidade e adaptabilidade respondem a diversas formas de viver e se relacionar com o espaço. Nesse contexto, surgem propostas inovadoras, como a linha completa de assentos e mesas Beau — um sistema expansivo de sofás modulares projetado para múltiplas possibilidades, com forte ênfase no conforto e no apelo sensorial.

Transformando resíduos de pranchas de surfe em casas resilientes ao clima no Havaí

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O surfe é, sem dúvida, um dos esportes mais impactantes visualmente e fascinantes. Uma coreografia fluida que combina força e delicadeza, como uma dança sobre as ondas, atrai entusiastas por todos os oceanos do mundo. No entanto, por trás dessa imagem de liberdade e conexão com a natureza, o esporte também carrega contradições. É um símbolo de vida ao ar livre e respeito pelo oceano, mas, por outro lado, é marcado por disputas territoriais pelas ondas e por uma pegada ambiental que raramente recebe a mesma atenção dedicada à sua estética. Em tempos de crise climática, esse paradoxo se torna ainda mais evidente. O surfe depende diretamente da saúde dos ecossistemas marinhos — justamente os mais afetados pela poluição e pelo aquecimento global. Essa tensão tem impulsionado uma nova geração de shapers, arquitetos/as e designers de materiais a buscar alternativas, desde espumas biodegradáveis e recicladas até o reaproveitamento de resíduos industriais, a fim de reconectar o esporte à sua dimensão ecológica.

21st Europe e Spacon propõem ‘Continente do Brincar’ como infraestrutura cívica por toda a Europa

21st Europe, um think tank com sede em Copenhague fundado por Kaave Pour, antiga liderança de criação do SPACE10, apresentou seu segundo grande plano de ação, Continent of Play. Desenvolvido em colaboração com o estúdio de design e arquitetura Spacon, a proposta reimagina os playgrounds como infraestruturas cívicas vitais, posicionando-os ao lado de museus, hubs de transporte e redes de energia como espaços definidores para o futuro da Europa.

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“Nossa mensagem desta vez foi de otimismo”: Em conversa com Farrokh Derakhshani, diretor do Prêmio Aga Khan de Arquitetura

Hoje, 2 de setembro, foram anunciados os sete projetos vencedores do 16º Ciclo (2023–2025) do Prêmio Aga Khan de Arquitetura, após avaliações locais dos 19 projetos finalistas revelados em junho. Estabelecido em 1977, o Prêmio busca identificar e incentivar conceitos projetuais que respondam às necessidades físicas, sociais e econômicas de comunidades com presença muçulmana significativa, ao mesmo tempo em que atendem às suas aspirações culturais. Para compreender a visão por trás das propostas vencedoras deste ciclo, a chefia de redação do ArchDaily, representada por Christele Harrouk, conversou com Farrokh Derakhshani, que colabora com a premiação há mais de quatro décadas. Ele descreveu a iniciativa como "uma mensagem curada para o mundo", uma mensagem que evolui com o tempo.

“Nossa mensagem desta vez foi de otimismo”: Em conversa com Farrokh Derakhshani, diretor do Prêmio Aga Khan de Arquitetura - 1 的图像 4“Nossa mensagem desta vez foi de otimismo”: Em conversa com Farrokh Derakhshani, diretor do Prêmio Aga Khan de Arquitetura - 2 的图像 4“Nossa mensagem desta vez foi de otimismo”: Em conversa com Farrokh Derakhshani, diretor do Prêmio Aga Khan de Arquitetura - 3 的图像 4“Nossa mensagem desta vez foi de otimismo”: Em conversa com Farrokh Derakhshani, diretor do Prêmio Aga Khan de Arquitetura - 4 的图像 4“Nossa mensagem desta vez foi de otimismo”: Em conversa com Farrokh Derakhshani, diretor do Prêmio Aga Khan de Arquitetura - Mais Imagens+ 4

Prêmio Aga Khan de Arquitetura anuncia os vencedores de 2025

O Júri de Premiação independente do 16º Ciclo (2023–2025) do Prêmio Aga Khan de Arquitetura anunciou sete vencedores, selecionados após avaliações locais dos projetos finalistas em junho deste ano. De forma coletiva, as obras premiadas demonstram o potencial da arquitetura de atuar como catalisadora para o pluralismo, a resiliência comunitária, a transformação social, o diálogo cultural e o design responsivo ao clima. Dois projetos do Irã, e um de cada um dos seguintes países: Bangladesh, China, Egito, Paquistão e Palestina, compartilharão o prêmio de US$ 1 milhão, uma das premiações mais significativas no campo da arquitetura.

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O Pavilhão da Itália na Bienal de Arquitetura de Veneza insta a repensar a relação entre terra e mar

O Pavilhão da Itália na 19ª Mostra Internacional de Arquitetura – La Biennale di Venezia está situado nas Tese delle Vergini do Arsenale e é promovido pela Direção-Geral de Criatividade Contemporânea do Ministério da Cultura da Itália. Este ano, o Pavilhão sedia reflexões arquitetônicas, científicas e culturais sobre o Mar Mediterrâneo e seus oceanos adjacentes, em uma exposição intitulada "Terrae Aquae. A Itália e a Inteligência do Mar", com curadoria da arquiteta e professora Guendalina Salimei. A exposição reúne projetos de diversos setores da sociedade italiana por meio de uma convocatória aberta, cujo objetivo foi repensar o limite entre a terra e a água como um sistema integrado de arquitetura, infraestrutura e paisagem. Em resposta ao tema central da Bienal, a mostra busca estimular o despertar de uma inteligência coletiva capaz de desencadear uma renovação nessa relação, partindo da costa italiana e expandindo-se globalmente.

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Superprovisionamento: Explorando espaços intencionalmente desperdiçados no projeto residencial

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O sobredimensionamento pode ser visto como uma estratégia arquitetônica sob a ótica da resiliência — tornando os espaços adaptáveis a mudanças, reinterpretações e necessidades futuras. Contudo, será que o sobredimensionamento também poderia oferecer uma perspectiva produtiva para repensar o design espacial? Existem paralelos na teoria ou na prática arquitetônica que se alinhem a esse conceito, conforme explorado por figuras notáveis no discurso sobre o espaço?

Essa questão torna-se particularmente relevante no design residencial, sobretudo em regiões como Hong Kong ou Tóquio, onde a demanda para maximizar o espaço é uma norma cultural e prática. Profissionais de design são frequentemente desafiados/as a "aproveitar cada centímetro" para armazenamento ou funcionalidade, refletindo uma tendência entre os/as moradores/as de acumular pertences de forma desproporcional aos seus espaços de vida. 

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MVRDV projeta masterplan com instalações turísticas inspiradas em rochas para Jialeshui, Taiwan

MVRDV revelou o projeto de infraestrutura e instalações turísticas semelhantes a rochas para a área costeira taiwanesa de Jialeshui, um destino cênico no extremo sul de Taiwan. O governo do condado de Pingtung selecionou recentemente a proposta de projeto apresentada pelo MVRDV em colaboração com a HWC Architects para a transformação de uma área conhecida por suas formações rochosas esculpidas pelo vento e pela água, incluindo uma série de estruturas inspiradas nessas formas naturais. O projeto, um masterplan intitulado Nature Rocks, introduz uma rede de novos caminhos e espaços públicos, além de acrescentar edifícios de pequena escala, incluindo um centro de visitantes principal e três mirantes, dentro da área construída existente.

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Do BIM à IA, o salto para a construção verdadeiramente inteligente

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O setor de Arquitetura, Engenharia, Construção e Operação (AECO) vem atravessando, nas últimas décadas, um processo de transformação digital sem precedentes. Desde os tempos em que os projetos eram representados exclusivamente em papel, uma realidade que perdurou até o início dos anos 1980, a área já passou por marcos importantes com a adoção do CAD (Desenho Assistido por Computador) e, mais recentemente, do BIM (Modelagem da Informação da Construção). Agora, uma nova transição se impõe, e promete ser ainda mais profunda. A Inteligência Artificial (IA), que até pouco tempo parecia restrita a laboratórios ou conceitos futuristas, começa a ocupar um lugar prático e estratégico na forma como projetamos, construímos e gerenciamos nossos edifícios e cidades.

Museu Nacional do Uzbequistão, de Tadao Ando, tem obras iniciadas em Tashkent

A Fundação de Desenvolvimento de Arte e Cultura do Uzbequistão (ACDF) anunciou o início das obras do Museu Nacional do Uzbequistão, projetado pelo arquiteto japonês Tadao Ando. Como o primeiro grande projeto de Ando na Ásia Central, o museu foi concebido como um marco arquitetônico e cultural em Tashkent. Com abertura prevista para março de 2028, o edifício reflete a linguagem arquitetônica minimalista de Ando, integrando referências ao patrimônio do Uzbequistão com seu uso característico da geometria, da luz natural e da clareza espacial.

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Explorando as vantagens do método design-build no desenvolvimento imobiliário

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O modelo Design-Build é um método de entrega de projetos cada vez mais atraente, oferecendo benefícios como maior controle, redução de riscos, eficiência de custos e prazos de conclusão mais rápidos. No cerne dessa abordagem estão o trabalho em equipe e a colaboração, contrastando fortemente com o método tradicional, que separa a etapa de projeto da licitação com preço fechado por parte das construtoras. O Design-Build motiva naturalmente todos os envolvidos a buscar formas de aumentar a produtividade e a qualidade, garantindo equidade e transparência nos custos.

Exposição no Edifício Modulightor de Paul Rudolph, em Nova York, reúne obras de arte arquitetônica de Gehry, Rossi e outros

A exposição de desenhos e fotografias de arquitetura intitulada "Architecture = Art: The Susan Grant Lewin Collection" está em cartaz no Edifício Modulightor de Paul Rudolph, em Manhattan, Nova York. Organizada pelo Paul Rudolph Institute for Modern Architecture (PRIMA), a coleção reúne obras de arquitetos/as de destaque, incluindo Eileen Gray, Daniel Arsham, Frank Gehry, Jesse Reiser, Hani Rashid, Steven Holl, Aldo Rossi, Michael Graves, James Wines, Stanley Tigerman, John Hejduk, entre outros. Os desenhos são acompanhados por uma seleção de fotografias de fotógrafos/as de arquitetura como Ezra Stoller, Robin Hill, Norman McGrath, Paul Clemence, entre outros. A exposição foi inaugurada em 2 de julho e permanecerá aberta ao público até 20 de setembro de 2025.

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