Trata-se de uma vasta zona rural que se espalha pelo planeta assumindo distintas expressões conforme o contexto — dos arrozais asiáticos aos assentamentos agrícolas africanos, das pequenas propriedades europeias aos latifúndios e comunidades agroextrativistas das Américas. Ainda assim, por trás dessa pluralidade, haveria algo que as une? E, sobretudo, como a arquitetura revelaria esse elo silencioso?
A seleção deste ano das melhores casas latino-americanas reúne tanto renovações quanto projetos construídos do zero, abarcando reinterpretações de técnicas construtivas locais e respostas arquitetônicas inovadoras. As obras estão situadas em uma ampla variedade de contextos, desde ambientes urbanos densos até paisagens rurais e litorâneas isoladas.
O futuro Las Vegas Museum of Art (LVMA) será o primeiro museu independente da cidade, projetado pelo arquiteto vencedor do Prêmio Pritzker, Francis Kéré. No outono de 2024 (hemisfério norte), a prefeitura de Las Vegas cedeu ao LVMA uma área de dois acres no Symphony Park, vizinho ao distrito artístico do centro da cidade, como parte de uma parceria público-privada. O projeto visa atender aos mais de 2.4 milhões de residentes locais, incluindo quase 300 mil estudantes que vivem em um raio de 16 quilômetros do parque, além de dezenas de milhões de visitantes do mundo todo. O edifício de aproximadamente 5.500 metros quadrados foi projetado pelo escritório Kéré Architecture, que se uniu ao Skidmore, Owings & Merrill (SOM) para proporcionar a Las Vegas "um local de encontro para a comunidade e um farol para o mundo cultural", com abertura prevista para 2029.
O ArchDaily está abrindo uma convocatória global para estudantes de arquitetura e design participarem do Programa de Embaixadores/as Estudantis do ArchDaily, uma iniciativa criada para fortalecer as conexões entre as universidades e a maior plataforma de arquitetura do mundo. O programa convida estudantes motivados/as a se tornarem representantes locais do Student Project Awards, ajudando a ampliar a participação, a visibilidade e o engajamento dentro de suas comunidades acadêmicas, ao mesmo tempo em que contribuem para um diálogo global mais amplo sobre o ensino de arquitetura.
O Programa de Embaixadores/as Estudantis do ArchDaily é uma iniciativa global projetada para capacitar estudantes a representar e promover o Student Project Awards e a missão educacional mais ampla do ArchDaily em suas respectivas universidades. Atuando como uma ponte entre o ArchDaily e as comunidades acadêmicas, as pessoas embaixadoras ajudam a conscientizar, incentivar a participação e promover um engajamento significativo entre estudantes, ateliês e corpo docente. Os/as participantes selecionados/as receberão uma assinatura gratuita do ArchDaily durante o período de sua atuação e terão acesso exclusivo a uma rede global de arquitetura e novos aprendizados.
Em meio a inúmeras perguntas, reflexões e debates sobre como repensar o que um hotel pode ser, a arquitetura hoteleira atual enfrenta complexidades crescentes que abrangem a experiência do/a usuário/a, a responsabilidade ambiental e a relação com o contexto local. O design contemporâneo de hotéis demonstra uma intenção clara — e cada vez mais proeminente — de se integrar de forma fluida e harmoniosa ao seu entorno, construindo um senso de identidade que responde às culturas, tradições e ao caráter local. A interconexão com a natureza, somada à reinterpretação dos hotéis como espaços de diálogo com o entorno, estabelece uma relação direta que expande seus limites para além da história e das origens das diversas práticas que moldaram — e continuam a definir — suas características locais e filosofia de vida.
Em uma época em que muitos hotéis são projetados para parecerem destinos, o verdadeiro desafio é conceber hotéis que surjam organicamente de seu destino. No entanto, como integrar projetos urbanos de grande escala em paisagens sensíveis sem descaracterizá-las? Como é possível construir com alta densidade preservando um senso de intimidade e criar identidade em locais que já carregam um forte caráter local?
La Sagrada Família, de Antoni Gaudí. Imagem de Maksim Sokolov, via Wikimedia Commons, Licença CC BY-SA 4.0
À medida que 2025 se aproxima do fim, aguardamos ansiosamente por 2026, um ano que promete a entrega de uma série diversa de projetos arquitetônicos de grande relevância ao redor do mundo. O período se destaca especialmente pela conclusão de importantes obras de infraestrutura e equipamentos culturais, incluindo projetos de longa duração que finalmente chegam à etapa final. A Europa estará em evidência com os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão–Cortina 2026. O evento contará com projetos como a Vila Olímpica, assinada por SOM, e a Arena Olímpica de Inverno, projetada por David Chipperfield Architects. Ainda em Milão, BIG deve concluir o City Wave, parte de um novo distrito de negócios da cidade. Paralelamente, após mais de 140 anos desde o início de sua construção, arquitetos do mundo todo acompanham com expectativa a tão aguardada conclusão da Sagrada Família, de Antoni Gaudí, em Barcelona, prevista para 2026.
A 8ª edição da Trienal de Arquitetura de Lisboa está programada para ocorrer no outono de 2028. Assim como nas edições anteriores, o processo de curadoria começa com três anos de antecedência, garantindo tempo para desenvolver plenamente o projeto e dar continuidade ao trabalho das trienais passadas. A 7ª edição, com curadoria de Ann-Sofi Rönnskog e John Palmesino, fundadores do Territorial Agency, ocorreu de 2 de outubro a 8 de dezembro de 2025. O evento foi estruturado em torno da pergunta "Qual é o peso de uma cidade?", propondo uma compreensão das cidades não como objetos estáticos, mas como sistemas dinâmicos que se estendem além dos limites urbanos em direção à atmosfera, aos oceanos e ao tempo profundo. Essa abordagem foi explorada por meio de três exposições principais — Fluxes, Spectres e Lighter —, além de um conjunto mais amplo de iniciativas. Com a conclusão da 7ª edição, a Trienal anunciou o arquiteto e acadêmico português Joaquim Moreno como curador-geral da próxima edição, responsável por desenvolver um novo projeto curatorial para o evento.
À medida que o ano se aproxima do fim, é novamente hora da equipe de curadoria do ArchDaily refletir sobre os projetos mais bem-sucedidos de 2025 e considerar quais foram os mais interessantes para os leitores. Através desta visão diversificada, avaliamos as semelhanças e diferenças em tendências e soluções construtivas. Nesse ano, tivemos muitos espaços culturais e públicos de grande escala por Lina Ghotmeh, BIG, Zaha Hadid Architects, DnA e Serie Architects, que marcaram presença em eventos como a Expo Osaka e a Bienal de Veneza, além de um número surpreendente de museus e obras públicas ou de paisagismo na China e em todo o restante do continente asiático. No entanto, ao mesmo tempo em que esses foram projetos muito procurados, as obras mais populares permaneceram, sem surpresa, sendo os projetos residenciais.
Mais especificamente, as casas mais vistas no ArchDaily global possuem estrutura de concreto com considerável presença de vegetação e foco no paisagismo. Elas propõem layouts que destacam vazios e pés-direitos duplos, bem como pátios internos ou grandes aberturas para o exterior. Embora algumas referências tenham sugerido elementos tradicionais ou vernaculares, as reinterpretações modernistas ainda foram predominantes. As tendências de materiais são muito mais contidas, com uma recorrência do uso de concreto aparente, enquanto a madeira e a pedra foram elementos de destaque comuns. Ainda assim, o mais interessante sobre as obras deste ano são os esforços dos arquitetos em situar e inserir os projetos em seus entornos, dando atenção especial à paisagem e como os projetos se fundem com a natureza.
Liminal Air Space-Time, de Shinji Ohmaki, Noor Riyadh 2025. Imagem cortesia de Noor Riyadh
O festival Noor Riyadh 2025 levou instalações de luz em grande escala a espaços públicos por toda a capital da Arábia Saudita, transformando temporariamente nós de transporte, bairros históricos e marcos importantes em ambientes urbanos iluminados. De 20 de novembro a 6 de dezembro de 2025, Riade tornou-se uma galeria urbana de luz, movimento e percepções em constante mudança. A quinta edição do festival reuniu 60 obras de arte de 59 artistas de 24 países, incluindo mais de 35 novos comissionamentos, todos respondendo ao tema "Num Piscar de Olhos" (In the Blink of an Eye). Utilizando a luz tanto como meio quanto como conceito, as instalações reinterpretaram a paisagem arquitetônica em rápida evolução da capital e refletiram sobre como a percepção se transforma em espaços moldados pelo patrimônio histórico e por um ambicioso desenvolvimento urbano.
O Mosteiro Budista de Plum Village, no sul da Dordonha, na França, recebeu a aprovação de construção para a primeira fase de sua colaboração contínua com o escritório holandês de arquitetura MVRDV. As aprovações abrangem a fase do plano diretor do Hamlet Superior (Upper Hamlet), incluindo a construção de novas hospedarias e a reforma e ampliação da livraria do mosteiro, bem como um novo edifício para o mosteiro feminino no Hamlet Inferior (Lower Hamlet). Desenvolvido em colaboração com o escritório coautor MoonWalkLocal e as consultorias OTEIS, VPEAS e Emacoustic, o projeto mais amplo inclui dois planos diretores para os Hamlets Superior e Inferior do mosteiro, quatro hospedarias comunitárias, um novo mosteiro feminino e a transformação da livraria existente. Atuando sem fins lucrativos, a equipe de projeto prioriza a reforma juntamente com o uso de materiais circulares e biobaseados, alinhando a abordagem arquitetônica com os princípios filosóficos do mosteiro. As ampliações propostas visam acolher melhor os/as visitantes que viajam anualmente a Plum Village para vivenciar os ensinamentos do Budismo Engajado.
No início deste mês, a notícia do falecimento de Frank Gehry gerou uma onda de homenagens ao arquiteto por trás de museus exuberantes, salas de concerto e complexos residenciais sinuosos. Em vez de revisitar esse terreno já tão explorado, vale a pena nos determos em uma obra mais contemplativa de sua trajetória: o Maggie's Cancer Caring Centre em Hong Kong. Silencioso, otimista e calibrado para a resiliência cotidiana, o edifício reflete múltiplos registros das intenções de Gehry: um compromisso com a positividade e a sobrevivência — e, em um nível mais pessoal, o próprio acerto de contas de um arquiteto com a perda e os cuidados de fim de vida.
Essa declaração ressignifica o Maggie's Hong Kong, elevando-o a mais do que uma simples encomenda; ela sugere um processo de projeto moldado pelo luto e voltado para o conforto, a dignidade e a possibilidade de esperança — um ethos que se alinha perfeitamente à missão da organização.
Se no passado as cidades eram moldadas por estruturas simples que podiam se adaptar a novos usos, hoje elas estão repletas de habitações rígidas — muitas vezes projetadas para uma única finalidade e com layout e vida útil predeterminados. À medida que os prazos climáticos se estreitam, as comunidades exigem espaços mais resilientes e conscientes dos recursos, e os padrões de trabalho e moradia continuam a mudar, essa rigidez se torna um entrave. Quando as edificações se recusam a se flexibilizar, costumam ser tratadas como descartáveis, desencadeando ciclos de demolição, inatividade e desperdício. A adaptabilidade, outrora vista como uma conveniência adicional, está se tornando um imperativo — algo que a edição inaugural da Adaptable Building Conference (ABC), em Roterdã, pretende colocar em primeiro plano.
À medida que 2025 se aproxima do fim, revisitamos um ano marcante no universo do design de interiores. No ano passado, os designers se voltaram para abordagens mais contidas e discretas, uma tendência que já vinha se consolidando. A ascensão da inteligência artificial intensificou debates sobre equidade digital e desinformação — discussões que continuaram em 2025, especialmente com o tema da Bienal de Arquitetura de Veneza, Intelligens. Esse contexto ampliou o diálogo sobre as oportunidades trazidas pelas tecnologias digitais, propondo um olhar mais esperançoso. Em contrapartida, os projetos de interiores concluídos ao longo do ano mantiveram o foco no tangível e no pragmático, valorizando materiais brutos e uma apreciação da história.
O nicho tem sido um espaço de intenção visível ao longo da história da arquitetura. Na arquitetura romana antiga, servia como um recurso formal esculpido na alvenaria para expor estátuas, vasos ou outros objetos. Esses recuos animavam as paredes de templos, termas e edifícios públicos, conferindo ritmo, profundidade e pontos focais a estruturas que, de outro modo, seriam maciças. Os espaços internos do Panteão emolduravam estátuas de deuses, e as Termas de Caracala utilizavam vazios semelhantes para estruturar salões imensos. Já no Renascimento, o nicho evoluiu para uma moldura arquitetônica refinada. Em Florença, as cavidades externas de Orsanmichele abrigavam estátuas encomendadas por corporações de ofício, enquanto os recuos do Palácio Uffizi exibiam obras escultóricas. Preenchidas ou intencionalmente deixadas vazias, essas aberturas articulavam paredes internas, externas e fachadas, introduziam hierarquia e despertavam interesse visual, funcionando como gestos deliberados feitos para serem vistos.
De 12 a 19 de outubro de 2025, a cidade de Cuenca tornou-se o ponto de encontro de mais de 150 estudantes de arquitetura vindos de 13 países latino-americanos. O XXXVII Encontro Latino-Americano de Estudantes de Arquitetura (ELEA) — realizado no âmbito do 40º aniversário da Coordenação Latino-Americana de Estudantes de Arquitetura (CLEA) — propôs repensar o papel do/a arquiteto/a frente aos desafios contemporâneos do território.
Coordenado pelo arquiteto Fernando Abarca, com o apoio da CLEA, da Organização Nacional de Estudantes de Arquitetura do Equador (ONEA), da Universidad del Azuay (UDA), da Universidad de Cuenca (UCUENCA) e do Parlamento Andino, o encontro adotou como eixo conceitual "Pegadas Resilientes": um convite a ler a cidade não apenas como suporte físico, mas como memória, conflito e oportunidade.
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A Unidade de Serviços Básicos, um protótipo habitacional em escala real desenvolvido pela ELEMENTAL e Holcim, apresentado em Veneza durante a Bienal de Arquitetura de 2025. Imagem Cortesia de Holcim Awards
Durante a exposição Time Space Existence, organizada pelo European Cultural Centre em Veneza, a empresa de soluções construtivas Holcim e o arquiteto vencedor do Prêmio Pritzker Alejandro Aravena, junto com seu escritório ELEMENTAL, apresentaram um protótipo em escala real que introduz uma nova abordagem para soluções de habitação incremental.
O protótipo habitacional — The Basic Services Unit — foi construído com a recentemente lançada tecnologia de biochar da Holcim, que transforma edifícios em sumidouros de carbono ao capturar permanentemente o carbono em um material de base biológica chamado biochar. Esse material é utilizado como componente em concretos, cimentos e argamassas de baixo carbono.
Ao redor da Europa — e além dela — arquitetos enfrentam um ponto de inflexão. À medida que metas de redução de emissões colidem com a escassez de materiais e com a urgência crescente dos compromissos climáticos, o ambiente construído é forçado a encarar, de forma mais profunda, como consome, circula e descarta recursos. O que antes era tratado como resíduo revela-se agora como um arquivo arquitetônico adormecido, um ecossistema urbano de materiais à espera de serem recuperados, revalorizados ou reimaginados. Nesse movimento, os arquitetos começam a assumir um papel radicalmente diferente — não apenas como autores de edifícios, mas como orquestradores dos fluxos que os sustentam.
Essa mentalidade emergente está remodelando as bases da prática. Em vez de depender de longas e extrativas cadeias de suprimento, designers começam a construir redes de ciclo fechado, criando bancos de materiais, negociando protocolos de desconstrução e participando de novas formas de mineração urbana.
Como o setor da construção molda o futuro das cidades? Quais desafios ele enfrenta? No cruzamento de pressões demográficas, sociais, energéticas e climáticas, o setor da construção está mudando rapidamente. Profissionais, instituições e cidadãos/as trabalham em conjunto para construir ambientes que promovam a saúde e o bem-estar, incentivem soluções duráveis e sensíveis ao contexto local, reduzam as emissões de carbono, resistam aos riscos climáticos e ofereçam moradia acessível e de alta qualidade.
https://www.archdaily.com.br/pt/1142704/vagas-em-xangai-atelier-xy-contrata-designer-de-interiores-especialista-em-marketing-e-midia-estagiario-a韩爽 - HAN Shuang
Cor do Ano 2026 "Cloud Dancer". Imagem cortesia de Pantone
O Pantone Color Institute apresentou a tonalidade PANTONE 11-4201 Cloud Dancer como a Cor do Ano de 2026, um branco suave selecionado por sua presença discreta e sensação de calma visual. Descrito como equilibrado e leve, o tom surge em um contexto cultural mais amplo, no qual profissionais de design e mentes criativas reavaliam o papel da clareza, da simplicidade e do silêncio espacial. Apresentada como uma cor que se assemelha a uma tela em branco, a Cloud Dancer sinaliza um interesse renovado por ambientes que favorecem a reflexão e uma criatividade ponderada, em vez da aceleração constante.
Encontrar as ferramentas certas para representar a ideia de um projeto ou executar uma obra continua sendo um desafio constante para profissionais de arquitetura e design. Embora softwares de desenho, modelagem 3D e cálculo tenham aumentado a precisão e a eficiência, muitos/as arquitetos/as continuam utilizando ferramentas legadas aprendidas na academia ou na prática — ferramentas que parecem familiares, mas que não oferecem necessariamente a melhor experiência de projeto. De interfaces sobrecarregadas e fluxos de trabalho travados a plug-ins infinitos e ao vaivém constante entre softwares desconectados, as ferramentas tradicionais de projeto costumam revelar sua complexidade e fragmentação.
Atenas destaca-se como uma cidade onde o legado da Antiguidade está entrelaçado em sua paisagem urbana moderna e vibrante. Marcos de renome mundial da Grécia Antiga, como a Acrópole e o Partenon, erguem-se como símbolos duradouros da arquitetura clássica e do rico passado da cidade. Estas estruturas refletem os princípios fundamentais de simetria e equilíbrio que influenciaram gerações de arquitetos e arquitetas e continuam a atrair estudiosos de todo o mundo. No entanto, Atenas é também uma metrópole próspera onde a arquitetura contemporânea coexiste com as suas contrapartes históricas. Desenvolvimentos recentes, liderados por escritórios internacionais e arquitetos e arquitetas locais, focam em sustentabilidade e inovação, ao mesmo tempo em que respeitam o rico patrimônio cultural de Atenas. Esta dualidade — preservar o antigo enquanto acolhe o novo — reflete as aspirações urbanas mais amplas da Grécia, tornando Atenas um ponto focal no discurso arquitetônico global. A evolução arquitetônica da cidade também se estende à sua cena de arquitetura contemporânea e design de interiores, que vem ganhando reconhecimento internacional.
Para celebrar essa evolução arquitetônica, este guia de cidades apresenta os marcos históricos de Atenas ao lado da seleção de projetos do ArchDaily com foco na arquitetura contemporânea e da curadoria do Designboom de designs de interiores inovadores. Juntos, eles destacam o papel de Atenas como um polo de inovação em design.