Como defendia o falecido urbanista Jaime Lerner, o futuro da arquitetura não está em construir novas cidades, mas em atualizar as já existentes. Em um mundo no qual os recursos são finitos e o espaço urbano está cada vez mais saturado, sua afirmação parece mais urgente do que nunca. Ela convoca os/as arquitetos/as a olharem para dentro, a repensarem o que realmente precisa ser construído e a reconhecerem o potencial criativo do que já existe. Nas limitações das estruturas existentes reside a oportunidade de projetar de forma diferente: reparar, adaptar e reutilizar. Ou, como diria o poeta francês Louis Aragon, reinventar o passado para ver a beleza do futuro.
Este mês, o ArchDaily exploraConstruir Menos: Repensar, Reutilizar, Renovar, Readaptar, um tema que examina a crescente mudança na arquitetura em direção ao trabalho com o que já existe. À medida que os espaços urbanos se tornam mais densos e a terra se torna escassa, os/as arquitetos/as repensam o impulso de construir do zero. Em vez disso, prolongam a vida útil das estruturas existentes, adotando o retrofit e a reutilização adaptativa como estratégias de sustentabilidade e criatividade. A pergunta que orienta esta exploração é simples, porém urgente: como a arquitetura pode redefinir os futuros urbanos construindo menos?
A arquitetura vive um momento crucial. À medida que as cidades continuam a crescer sob o peso de pressões climáticas e sociais, os materiais e sistemas que as moldam estão sendo redefinidos. A inteligência artificial e a robótica, outrora utilizadas para acelerar os processos de construção, estão agora sendo repensadas como ferramentas de cultivo. Estruturas impressas que crescem, respiram e se decompõem. O cultivo, neste contexto, refere-se ao projeto com materiais biológicos, em que o crescimento e a decomposição são parâmetros ativos, fundindo precisão digital e inteligência ecológica. Essa evolução demonstra a transição da eficiência para a empatia, em que a arquitetura se torna um agente de reparação ativa. A introdução do micélio e de outros materiais naturais na impressão 3D apresenta um novo paradigma na arquitetura: a lógica do vivo. Um espaço onde a computação e a fabricação encontram a adaptabilidade biológica.
A IA e a robótica, antes associadas à eficiência industrial, abrem agora novos caminhos para o projeto. Primeiros exemplos, como os protótipos de habitação impressos em 3D da ICON, focavam na velocidade e na automação, mas ofereciam pouca resposta ao seu entorno. Projetos mais recentes, como o MycoMuseum na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2025, reinterpretam essas ferramentas sob uma ótica biológica. Em vez de moldar o concreto, eles cultivam materiais vivos, marcando uma transição da pura otimização para a regeneração.
A arquitetura vernácula é frequentemente apontada como detentora de lições valiosas para a criação de edifícios de baixo consumo energético e para o combate às mudanças climáticas. No entanto, à medida que os padrões meteorológicos se transformam, há casos em que as próprias técnicas tradicionais de construção começam a correr risco. Além das variações de temperatura, diferentes regiões têm se tornado mais úmidas ou mais secas, enfrentando um aumento no risco de secas, enchentes, tempestades e alterações na flora local. As casas pintadas de Tiébélé, em Burkina Faso, reconhecidas como Patrimônio Mundial da UNESCO, são um exemplo disso.
Atribui-se a Aristóteles o provérbio "uma andorinha só não faz verão". Na natureza, a chegada dessas aves migratórias costuma anunciar a mudança das estações, um símbolo universal de renovação e esperança. Contudo, é apenas quando muitas delas levantam voo que o verdadeiro calor do verão se inicia. O mesmo pode acontecer na arquitetura: um projeto isolado, por mais exemplar que seja, raramente transforma uma realidade por si só. Quando, no entanto, uma obra ensina, inspira e pode ser replicada, ela se torna o prenúncio de algo maior.
Iniciativas que combinam tecnologias simples, materiais locais e processos participativos mostram como construir também pode ser um ato de aprendizado. Estruturas e tijolos moldam lugares de ensino mútuo, onde arquitetos/as e moradores/as compartilham conhecimentos e constroem juntos, multiplicando habilidades e fortalecendo laços. Esses projetos apontam para a possibilidade de um verão coletivo, um futuro no qual o conhecimento se propague de forma tão ampla quanto as paredes que o abrigam.
Em muitas partes do mundo, o isolamento não se define apenas pela distância física. Ele pode descrever um assentamento montanhoso distante da infraestrutura urbana ou um bairro periférico à margem da visibilidade e das oportunidades. Nesses diversos contextos, a biblioteca tem se consolidado como uma das tipologias mais vitais — um espaço onde a arquitetura materializa preceitos de acessibilidade, inclusão e acolhimento comunitário.
Concreto, aço, madeira, vidro. Todos os anos, milhões de toneladas de materiais de construção são descartadas, acumuladas em aterros e silenciadas sob o peso do próximo edifício. Estruturas inteiras desaparecem para dar lugar a outras, reiniciando um ciclo voraz de extração de recursos, produção de materiais e substituição. Junto com o entulho que se acumula, perde-se também algo mais profundo: o tempo, o trabalho humano, as histórias e a memória coletiva incorporadas na matéria. Em um momento no qual as metas climáticas exigem a redução de emissões e o prolongamento da vida útil do que já existe, a demolição é cada vez mais reconhecida como uma forma de amnésia urbana — que apaga não apenas a continuidade cultural, mas também a energia incorporada dos edifícios. E, embora se diga frequentemente que o edifício mais sustentável é aquele que já existe, esse princípio raramente sobrevive quando outros interesses entram em jogo.
Torres residenciais The Sax, projetadas pelo MVRDV. Render. Imagem cortesia de MVRDV
A Prefeitura de Roterdã, as incorporadoras BPD e Synchroon e o escritório de arquitetura MVRDV iniciaram oficialmente a construção do The Sax, um importante projeto residencial localizado na Wilhelminapier, em Roterdã. Projetado para contribuir com os esforços contínuos de adensamento da cidade, o empreendimento oferecerá 916 apartamentos distribuídos em duas torres interconectadas. Após a conclusão, o The Sax tornará a Wilhelminapier a área mais densamente povoada dos Países Baixos, consolidando o projeto como um exemplo de crescimento urbano compacto. O projeto é composto por duas torres que reúnem uma ampla variedade de tipologias habitacionais e comodidades compartilhadas, além de fortes conexões com o transporte público e soluções de mobilidade sustentável, incluindo um bicicletário para 1.800 bicicletas e uma garagem totalmente automatizada. Com fachada prateada e varandas onduladas, a volumetria do edifício remete à forma de um saxofone, refletindo a identidade de Roterdã.
Os teatros atuam como instituições culturais e sociais, moldando a sociedade ao oferecer espaços onde histórias de identidade, raça e justiça ganham vida. Esses locais fomentam o senso de comunidade por meio de experiências compartilhadas e ao vivo, estimulando debates que ecoam muito além do palco. Do ponto de vista arquitetônico, os teatros são mais do que espaços de apresentação — são marcos que incorporam tanto a história quanto o futuro das artes. Seus projetos costumam refletir a importância cultural da narrativa, ao passo que suas reformas garantem que continuem relevantes no contexto moderno.
No AD Interior Focus desta semana, o ArchDaily explora como a reforma de teatros icônicos, como a Royal Opera House em Londres, Reino Unido, e a Sydney Opera House, na Austrália, vai muito além de modernizar o conforto e a acessibilidade. O artigo investiga como esses projetos preservam a integridade arquitetônica desses marcos históricos, garantindo que sua arquitetura continue servindo de cenário tanto para a expressão artística quanto para o debate social.
Esquerda para a direita, de cima para baixo: AAU Anastas, heneghan peng architects, Níall McLaughlin Architects, Studio Anne Holtrop, Tatiana Bilbao ESTUDIO, Toshiko Mori Architect, Trahan Architects. Imagem cortesia das equipes e Malcolm Reading Consultants
A produção de vinho há muito tempo está ligada ao local, ao clima e à cultura e, nas últimas décadas, a arquitetura tornou-se parte central dessa relação. As vinícolas já não são compreendidas apenas como instalações funcionais para fermentação, armazenamento e distribuição, mas também como espaços onde a paisagem, a materialidade e a experiência do/a visitante se cruzam. De adegas subterrâneas escondidas sob os campos a marcos escultóricos que se erguem em territórios rurais, esses edifícios moldam a identidade das regiões vinícolas ao mesmo tempo que oferecem aos/às visitantes um encontro cuidadosamente coreografado com o processo de produção.
Na interseção entre agricultura, turismo e cultura, as vinícolas apresentam aos/às arquitetos/as oportunidades únicas de fundir requisitos técnicos com uma narrativa espacial. Devem responder às condições ambientais, gerenciar a temperatura e a umidade com precisão e integrar-se a ecossistemas delicados, ao mesmo tempo que oferecem espaços para degustação, encontros e celebrações. Como resultado, essa tipologia deu origem a uma ampla gama de soluções arquitetônicas. Enquanto algumas estão enraizadas na tradição e no artesanato local, outras exploram tecnologias avançadas e formas contemporâneas.
O evento convidou designers a refletirem sobre um dos elementos mais antigos e simbólicos da arquitetura: a escada. Indo além de seu papel funcional como conector de níveis, a escada foi posicionada aqui como um meio de narrativa arquitetônica — um convite para explorar ideias de percurso, sequência, espaço e forma.
Para esta primeira edição, solicitou-se aos participantes que conceitualizassem uma escada não como uma solução técnica, mas como um artefato expressivo — uma personificação de sua sensibilidade de projeto e de seus valores arquitetônicos. Não havia restrições de terreno, escala, material ou programa. Em vez disso, os/as designers foram desafiados/as a reimaginar a escada como uma construção escultórica, poética e até mesmo filosófica, capaz de provocar, questionar ou elevar nossa compreensão do espaço vertical.
O Pavilhão da Letônia na 19ª Mostra Internacional de Arquitetura – La Biennale di Venezia, comissionado por Jānis Dripe e com curadoria de Liene Jākobsone e Ilka Ruby, explora o impacto da defesa militar na paisagem de fronteira do país. A exposição foi projetada pelo SAMPLING e Nomad Architects para evidenciar como as tensões geopolíticas moldam tanto o território quanto a vida cotidiana. Em meio à escalada de conflitos internacionais, a equipe de curadoria propõe uma reflexão sobre o que significa viver na fronteira externa da OTAN em tempos de conflito geopolítico.
À medida que a 19ª Bienal de Arquitetura de Veneza entra em suas semanas finais, o cenário global da arquitetura continua a revelar projetos e reconhecimentos significativos. Os destaques desta semana incluem o complexo residencial do Studio Libeskind em Praga; o edifício de exposições Panorama Constance, do escritório sauerbruch hutton, na Alemanha; e o bivaque fabricado digitalmente pelo CRA–Carlo Ratti Associati para os próximos Jogos Olímpicos de Inverno de Milano Cortina 2026. Em Nova York, o/a artista venezuelano/a Miguel Braceli projetou uma grande obra de arte pública para a orla da cidade, abordando temas como migração, diversidade e as complexidades da identidade geopolítica. A semana também trouxe reconhecimento a conquistas sustentáveis e criativas, desde os prêmios regionais da Holcim Foundation para a construção sustentável até a publicação de Tadao Ando. Sketches, Drawings, and Architecture pela editora Taschen, celebrando quase cinco décadas de processo de projeto do/a arquiteto/a.
Two views, de Marie-Louise Raue. Imagem cortesia de The Architecture Drawing Prize
A oitava edição do The Architecture Drawing Prize revelou seus 15 trabalhos vencedores, após uma reestruturação radical de seus critérios de avaliação para refletir as transformações na representação arquitetônica. Pela primeira vez, a premiação avaliou todas as propostas em conjunto, em vez de dividi-las por categorias, incorporando a crescente influência das ferramentas digitais e de inteligência artificial (IA) no processo criativo.
Lançado em 2017 e cocurado pelo escritório Make Architects, pelo Sir John Soane's Museum e pelo World Architecture Festival (WAF), o prêmio celebra a arte e a técnica do desenho de arquitetura em diversas formas de criação. Patrocinada pelo Iris Ceramica Group e com o ArchDaily como parceiro de mídia, a edição deste ano atraiu um recorde de mais de 200 inscrições do mundo todo. Os desenhos foram avaliados por sua habilidade técnica, originalidade e capacidade de transmitir ideias arquitetônicas por meio de diferentes técnicas, que vão do desenho tradicional à mão livre a composições híbridas complexas.
Cores podem definir atmosferas, orientar a percepção do espaço e traduzir modos de ser, memórias e afetos coletivos. Por isso, compreendê-las tornou-se parte essencial dos processos criativos e construtivos contemporâneos. Por trás de cada tom há um campo de pesquisa que articula sociologia, psicologia, estética e tecnologia, conectando a cor a transformações culturais mais amplas e revelando como ela pode se tornar uma ferramenta de leitura e expressão do tempo presente.
Imagem do filme "MAIO" de Claudio Carbon, premiado na edição de 2025.
O Arquiteturas Film Festival abriu as inscrições para sua 13ª edição, que acontecerá de 1º a 5 de julho de 2026, na cidade do Porto, Portugal. Organizado pelo INSTITUTO e dirigido pelo arquiteto Paulo Moreira, o festival foi criado em 2013 e se consolidou como uma plataforma internacional dedicada ao debate e à difusão da arquitetura em diálogo com o cinema, as artes visuais e espaciais, o pensamento crítico e a colaboração interdisciplinar.
Com o tema "Urban Age", a edição de 2026 convida cineastas, arquitetos e artistas a refletirem sobre a era urbana que habitamos e sobre as formas como cidades e territórios são moldados pelos desafios sociais, políticos e ambientais contemporâneos. O festival propõe uma reflexão sobre a experiência vivida da urbanização — desde as formas materiais da arquitetura até as dinâmicas sociais e culturais que definem as cidades contemporâneas.
https://www.archdaily.com.br/pt/1035514/arquiteturas-film-festival-2026-abre-chamada-para-filmes-sobre-a-era-urbanaArchDaily Team
Trinta trilhões de toneladas. Esta é a massa estimada de toda a matéria criada pelo ser humano na Terra, e também o ponto de partida da 7ª edição da Trienal de Arquitetura de Lisboa. Curada por Ann-Sofi Rönnskog e John Palmesino, fundadores da Territorial Agency, a edição propõe uma pergunta aparentemente simples: Quão pesada é uma cidade? Para respondê-la, não basta reunir dados. É necessário um deslocamento de percepção: passar da escala da cidade para a dimensão planetária da tecnosfera.
A tecnosfera, um termo emprestado das ciências da Terra, define o vasto sistema de infraestruturas, tecnologias e materiais que sustentam a vida humana enquanto transformam o planeta. Sob essa perspectiva, as cidades não são apenas territórios, mas nós densos dentro desse metabolismo planetário. De outubro a dezembro de 2025, Lisboa se torna uma lente para examinar essa magnitude, hospedando três exposições principais (Fluxes, Spectres, Lighter), um livro de ensaios, um programa de palestras e mais de vinte projetos independentes espalhados pela cidade.
Os edifícios precisam mudar mais rápido do que o ritmo para o qual foram concebidos. A constante transformação nas necessidades dos inquilinos, o endurecimento das políticas climáticas e o aumento da vacância de escritórios expõem o custo do patrimônio imobiliário estático: desperdício, ruído, períodos de inatividade e, na pior das hipóteses, ativos obsoletos. A consequência é clara: edifícios de todas as tipologias devem ser projetados para se adaptarem ao longo do tempo. A edição inaugural da Adaptable Building Conference (ABC), que ocorrerá em 22 de janeiro de 2026 no Nieuwe Instituut, em Roterdã, reunirá o setor para transformar a adaptabilidade de princípio em prática.
O escritório CRA–Carlo Ratti Associati, em colaboração com o Salone del Mobile.Milano, revelou recentemente o projeto de um bivaque fabricado digitalmente que estreará como um pavilhão urbano durante os Jogos Olímpicos de Inverno de 2026 em Milão. A estrutura de madeira fabricada digitalmente foi projetada para ser autossuficiente, incorporando sistemas de geração e armazenamento de energia, bem como captação de água por meio da condensação do ar. Após sua estreia em Milano Cortina 2026, a estrutura deverá ser transportada de helicóptero para sua localização permanente de alta altitude nos Alpes Italianos, onde servirá como abrigo para montanhistas.
A Holcim Foundation for Sustainable Construction anunciou os 20 projetos vencedores dos Holcim Foundation Awards de 2025, reconhecendo contribuições para o design e a construção sustentável em cinco regiões: Ásia-Pacífico, Europa, América Latina, Oriente Médio e África e América do Norte. A seleção deste ano abrange uma ampla variedade de escalas, desde uma escola semipermanente de 200 metros quadrados em uma floresta no Quênia até grandes iniciativas de regeneração urbana em Madri, Daca e Shenzhen, refletindo a diversidade e o alcance da arquitetura sustentável contemporânea. Este ano marca a introdução de um novo formato para o Grande Prêmio (Grand Prize), que substitui as tradicionais classificações de Ouro, Prata e Bronze. A partir de agora, cada região homenageará um projeto vencedor com o Grande Prêmio, enfatizando a excelência de forma independente e reconhecendo as diversas abordagens voltadas à sustentabilidade.
A Ilha de Ormuz, localizada no Irã, era um porto de grande importância estratégica no Golfo Pérsico, caracterizado por sua paisagem de montanhas coloridas. Apesar de seu apelo turístico, a ilha enfrenta sérios problemas socioeconômicos, com a população local historicamente submetida a dificuldades financeiras. Em resposta a isso, o Complexo Majara, projetado pelo escritório ZAV Architects, foi concebido não apenas como uma edificação, mas como uma intervenção arquitetônica deliberada, planejada para transferir controle, oportunidades e benefícios econômicos diretamente para a comunidade local. Para tanto, o projeto canalizou investimentos nos recursos humanos locais e priorizou técnicas construtivas acessíveis, abrindo caminho para a geração de riqueza na própria região. Esse posicionamento permitiu ao Complexo Majara consagrar-se como um dos vencedores do Prêmio Aga Khan de Arquitetura em 2025.
Para profissionais de arquitetura e especificação, selecionar o sistema de revestimento correto é um ato tanto técnico quanto criativo, conectando a ciência dos materiais à intenção arquitetônica. Mais do que simples envoltórios visuais, as fachadas hoje são sistemas de alto desempenho que equilibram proteção, isolamento e expressão. Como a primeira barreira entre o exterior e o interior, o sistema de revestimento adequado pode definir como um edifício se comporta e envelhece ao longo do tempo, afetando seu conforto térmico, desempenho acústico, segurança contra incêndio e durabilidade geral.
Entre os materiais de fachada mais utilizados estão a madeira, as chapas metálicas, os compósitos e os sistemas de alumínio. Nessa gama de opções, os painéis metálicos de face simples (single-skin) e os painéis de alumínio extrudado se destacam especialmente por sua combinação de resistência, precisão e apelo arquitetônico. Embora ambos se beneficiem da leveza inerente e da resistência à corrosão do alumínio, eles diferem significativamente em sua lógica estrutural, características de desempenho e aplicações ideais. Empresas como a Parallel Architectural Products — especializada em sistemas de revestimento de alumínio extrudado e acabamentos arquitetônicos — têm desempenhado um papel fundamental no avanço dessas tecnologias, combinando engenharia de precisão, flexibilidade estética e fabricação local.