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Torneiras de cisne, metais de concha quadriculados e a nova fronteira do design sob medida

No cerne do design está a intersecção entre técnica e criatividade — um espaço onde ideias ganham forma e os ambientes são reimaginados. Em um mundo repleto de objetos produzidos em massa, o foco se volta para algo mais intencional, no qual cada decisão abre novas possibilidades e permite que o design se liberte do convencional. Pense na poltrona LC1 de Le Corbusier ou na cadeira Barcelona de Mies van der Rohe — não meramente mobiliários, mas sim resultados que ilustram a liberdade criativa de um ateliê, onde ideias, materiais e acabamentos dialogam em vez de simplesmente se conformarem. Essas peças não apenas preenchem um espaço; elas o reimaginam. Esse espírito de inovação estende-se hoje a cada detalhe, dos metais de cozinha aos de banheiro, nos quais a gama de escolhas — materiais, formas e funções — torna-se uma oportunidade para criar algo verdadeiramente único.

ADEPT vence concurso para transformar antigo galpão na Haus der Musik em Braunschweig, Alemanha

O escritório de arquitetura ADEPT, com sedes em Copenhague e Hamburgo, venceu o primeiro prêmio no concurso internacional para transformar um antigo armazém da Karstadt no centro histórico de Braunschweig, Alemanha, na Haus der Musik. O complexo cultural de 18.000 metros quadrados incluirá uma nova sala de concertos, uma escola pública de música e espaços voltados para a comunidade. Enfatizando o reuso adaptativo, o projeto mantém a estrutura portante existente e o ritmo arquitetônico, posicionando a intervenção como uma continuidade, e não como uma substituição.

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Pavilhão Serpentine 2025, de Marina Tabassum, abre ao público

O Serpentine Pavilion de 2025 acaba de ser inaugurado e aberto ao público. Projetado pela arquiteta e educadora bengalesa Marina Tabassum e seu escritório, Marina Tabassum Architects, o pavilhão marca o 25º ano desde a primeira comissão da Serpentine: a estrutura inaugural de Zaha Hadid no Hyde Park, em 2000. Intitulado "A Capsule in Time", o projeto se inspira na arquitetura efêmera e adaptável do Delta de Bengala, apresentando uma estrutura semitransparente que busca promover um senso de comunidade e de experiência coletiva. O pavilhão estará aberto ao público nos Kensington Gardens, em Londres, de 6 de junho a 26 de outubro de 2025.

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Das colinas de Atenas às crateras de Marte, descubra 8 propostas de concurso premiadas da comunidade ArchDaily

Concursos de arquitetura há muito tempo oferecem um espaço para experimentação: plataformas onde ideias podem ser testadas, tipologias reimaginadas e questões críticas abordadas por meio do projeto. Livres de algumas das restrições das encomendas comerciais, as propostas de concursos frequentemente refletem visões ambiciosas de como a arquitetura pode responder a desafios ambientais, culturais e sociais. Quer estejam focadas em habitats futuros, instituições públicas ou infraestruturas comunitárias de pequena escala, essas propostas dão forma aos valores e prioridades que impulsionam o pensamento arquitetônico hoje.

A seleção de projetos não construídos deste mês reúne oito projetos premiados em concursos enviados pela comunidade do ArchDaily. Cada um deles conquistou o primeiro, segundo ou terceiro lugar em premiações locais e internacionais recentes. As propostas selecionadas abrangem uma ampla variedade de programas e geografias: uma biblioteca sustentável em Lima, um habitat marciano que explora sistemas de ciclo fechado, um orfanato para adultos projetado para o empoderamento na Índia, uma nova escola francesa em Atenas e uma iniciativa de placemaking em Singapura enraizada no folclore local. Embora variem em escala e escopo, todos eles destacam a capacidade da arquitetura de dialogar com o contexto, promover a inclusão e propor novas maneiras de habitar o espaço.

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Reimaginando a coexistência urbano-rural através da IA: em conversa com Francisco Escapil

Que estruturas e infraestruturas mantêm os vínculos e relações entre o campo e a cidade? Como a arquitetura e as tecnologias emergentes manterão ou não essa coexistência de ambos os mundos no futuro? A redução da pegada ecológica, o impacto das mudanças climáticas, a descentralização das grandes cidades, a segurança alimentar e demais problemáticas contemporâneas interpelam profissionais de arquitetura e urbanismo em nível global sob o principal objetivo comum de melhorar a qualidade de vida da população e alcançar o bem-estar físico, mental e emocional no ambiente construído e natural.

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Um legado de madeira transformado em hub criativo

O que as nossas edificações existentes podem nos ensinar sobre como construir para o futuro? Em uma época de recursos escassos, cresce a demanda para que profissionais de arquitetura dialoguem—com o local, com sua história e com o potencial inexplorado do que já está de pé. Em vez de optar imediatamente pela demolição e por uma nova construção, o futuro da arquitetura pode residir na descoberta de possibilidades de inovação em edifícios que já resistiram ao teste do tempo.

Prêmio Aga Khan de Arquitetura 2025 anuncia 19 projetos finalistas de 15 países

O Prêmio Aga Khan de Arquitetura (AKAA) anunciou os 19 projetos finalistas para seu ciclo de 2025. Selecionados a partir de um total de 369 indicações, esses projetos competirão por uma parcela do prêmio de US$ 1 milhão, uma das distinções mais importantes do setor. A lista de finalistas foi definida por um Grande Júri independente composto por nove integrantes: Azra Akšamija, Noura Al Sayeh-Holtrop, Lucia Allais, David Basulto, Yvonne Farrell, Kabage Karanja, Yacouba Konaté, Hassan Radoine e Mun Summ Wong. O júri se reunirá no final deste verão para analisar as avaliações presenciais e escolher os projetos e equipes premiadas deste 16º ciclo (2023–2025).

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BIG e Dencityworks projetam nova torre de uso misto na orla do Brooklyn, Nova York

A proposta de torre de uso misto na 175 Third Street é o quinto edifício planejado em quatro lotes dentro do empreendimento Gowanus Wharf, no Brooklyn, em Nova York. Com vistas para Manhattan e para a Estátua da Liberdade, o projeto de aproximadamente 100.000 m² (1.080.000 sq ft) inclui habitação de interesse social, espaços comerciais e para artistas, áreas de ginástica, espaços sociais e de lazer, culminando em uma cobertura com áreas de convivência e piscina externa. O projeto também prevê uma esplanada pública à beira-mar de cerca de 2.600 m² (28.000 sq ft) projetada pelo escritório Field Operations, destinada a contribuir para a recuperação ecológica do Canal de Gowanus, dando continuidade à transformação mais ampla deste bairro industrial. Outros colaboradores do projeto incluem os escritórios dencityworks | architecture, AKRF, bucharest.studio, DeSimone, Ettinger Engineering Associates, Fried Frank, Hatfield Group, Impact Environmental e Jenkins and Huntington.

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Sistemas de fachadas metálicas com ressonância comunitária: O caso do Africatown Plaza

À medida que os bairros urbanos continuam a evoluir, o design desempenha um papel fundamental em moldar como os edifícios respondem à urbanização, às demandas funcionais e ao caráter de seu entorno. Interligados, esses elementos orientam a transformação da vida urbana e influenciam como os novos empreendimentos se relacionam com seu contexto — uma dinâmica claramente visível no Central District de Seattle. Considerado há muito tempo um polo histórico da comunidade afro-americana da cidade, o projeto Africatown Plaza propõe uma abordagem abrangente que integra o desempenho arquitetônico com a ressonância comunitária, utilizando o envelope do edifício como principal meio de expressão.

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Compreendendo a arquitetura suave: a transição do monumento ao momento

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Nos últimos anos, a arquitetura tem adotado cada vez mais a adaptabilidade, a flexibilidade e a responsividade como princípios fundamentais de projeto. Essa evolução reflete uma transição das noções tradicionais de estruturas estáticas e permanentes para ambientes dinâmicos que conseguem se ajustar a necessidades e condições em constante transformação. No cerne dessa transformação está o conceito de "arquitetura maleável", que utiliza materiais flexíveis e sistemas inovadores para criar espaços funcionais, sustentáveis e centrados nas pessoas. A arquitetura maleável ganha forma por meio de membranas que respiram, fachadas que se movem, estruturas que inflam ou se dobram e superfícies que se curvam em vez de quebrar. Isso envolve projetar para a transformação — não apenas no desempenho ambiental do edifício, mas também em como ele pode acomodar funções dinâmicas, interações de quem o utiliza ou ocupações temporárias. Essa abordagem construtiva contesta as noções tradicionais de durabilidade e controle, propondo, em contrapartida, uma arquitetura mais responsiva e de caráter aberto. Isso reflete uma consciência crescente de que os edifícios, assim como as sociedades que atendem, precisam ser capazes de evoluir.

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Celebrando a inovação em madeira: insights do Prêmio Built by Nature 2025

As inscrições para o Built by Nature Prize 2025 já estão abertas. A premiação reconhece projetos concluídos — novas construções, reformas e ampliações — que demonstrem liderança no uso de madeira sustentável e construção com materiais de base biológica. Com o objetivo de destacar as melhores práticas globais, o Prêmio oferece a profissionais de arquitetura e equipes de projeto a oportunidade de obter visibilidade internacional e contribuir para o debate em constante evolução sobre a construção regenerativa. O prazo para envio de propostas vai até as 23h59 (CET) do dia 8 de junho de 2025. As inscrições podem ser feitas pelo site builtbn.org/prize.

A maior estrutura arquitetônica de madeira do mundo: explore o Grand Ring de Sou Fujimoto na Expo 2025 Osaka através das lentes de Stephane Aboudaram

A Expo 2025 abriu oficialmente suas portas em 13 de abril de 2025, em Yumeshima, uma ilha artificial na Baía de Osaka. Realizado sob o tema "Projetando a Sociedade do Futuro para Nossas Vidas", o evento reúne mais de 150 países e organizações internacionais para abordar desafios globais urgentes por meio da arquitetura, tecnologia e design. No centro do parque da Expo ergue-se o Grand Ring, uma monumental estrutura circular projetada pelo arquiteto japonês Sou Fujimoto. Com cerca de 2 quilômetros de circunferência e 20 metros de altura, a estrutura de madeira circunda a área de exposição principal e foi reconhecida pelo Guinness World Records como "A maior estrutura arquitetônica de madeira".

Intitulada "The People of the Ring", esta série de fotos de Stéphane Aboudaram documenta o Grand Ring na Expo 2025 Osaka sob a perspectiva do usuário, capturando tanto a estrutura quanto os visitantes que interagem com ela.

A maior estrutura arquitetônica de madeira do mundo: explore o Grand Ring de Sou Fujimoto na Expo 2025 Osaka através das lentes de Stephane Aboudaram - 1 的图像 4A maior estrutura arquitetônica de madeira do mundo: explore o Grand Ring de Sou Fujimoto na Expo 2025 Osaka através das lentes de Stephane Aboudaram - 2 的图像 4A maior estrutura arquitetônica de madeira do mundo: explore o Grand Ring de Sou Fujimoto na Expo 2025 Osaka através das lentes de Stephane Aboudaram - 3 的图像 4A maior estrutura arquitetônica de madeira do mundo: explore o Grand Ring de Sou Fujimoto na Expo 2025 Osaka através das lentes de Stephane Aboudaram - 4 的图像 4A maior estrutura arquitetônica de madeira do mundo: explore o Grand Ring de Sou Fujimoto na Expo 2025 Osaka através das lentes de Stephane Aboudaram - Mais Imagens+ 21

Ainda precisamos de prêmios de arquitetura? Destaques do Fórum de Discussão "Beyond the Prize" em Veneza, Itália

Durante a semana de abertura da 19ª Bienal de Arquitetura de Veneza, um consórcio de seis importantes prêmios de arquitetura, incluindo o Aga Khan Award for Architecture, o Holcim Foundation Awards, o EUmies Awards, o Mies Crown Hall Americas Prize, o OBEL Award e o Ammodo Architecture Award, reuniu-se no Ocean Space da TBA21–Academy para uma discussão crítica intitulada "Beyond the Prize". O objetivo do fórum foi refletir sobre o papel, a relevância e o potencial futuro dos prêmios de arquitetura diante de desafios sociais e ambientais urgentes. O ArchDaily acompanhou o evento público e aproveitou a oportunidade para perguntar aos participantes: como seria o campo da arquitetura se deixássemos de organizar prêmios de arquitetura?

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A Terra se Lembra: Pavilhão do Líbano na Bienal de Veneza de 2025 confronta o ecocídio através da arquitetura

Na 19ª Exposição Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza de 2025, o Pavilhão Libanês, com curadoria do Collective for Architecture Lebanon (CAL), apresenta "The Land Remembers" [A terra se lembra], uma investigação sobre o ecocídio e a regeneração ambiental. Selecionado pelo Ministério da Cultura do Líbano e pela Federação Libanesa de Engenheiros, o CAL é uma organização sem fins lucrativos fundada em 2019 por Shereen Doummar, Edouard Souhaid, Elias Tamer e Lynn Chamoun. Sua proposta curatorial busca transformar o pavilhão em uma instituição fictícia, o Ministério da Inteligência da Terra (Ministry of Land Intelligens), dedicada a enfrentar a devastação ambiental e propor estratégias de restauração ecológica.

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Projetando uma estrutura que vive e morre: Picoplanctônica e o Pavilhão do Canadá em Veneza

O Pavilhão do Canadá na 19ª Exposição Internacional de Arquitetura – La Biennale di Venezia apresentou Picoplanktonics. Uma pesquisa que surgiu como um repensar radical de como a arquitetura pode se tornar uma plataforma que une biologia, computação e fabricação para propor um futuro alternativo — no qual os edifícios não apenas minimizam danos, mas participam ativamente da reparação do planeta. Em seu cerne está um organismo simples: a cianobactéria marinha, capaz tanto de capturar carbono quanto de contribuir para o crescimento material da estrutura que habita. O projeto foi desenvolvido ao longo de cinco anos por uma equipe de pesquisa na ETH Zurich, liderada por Andrea Shin Ling e um grupo multidisciplinar de colaboradores e colaboradoras. Juntos, formaram o Living Room Collective, fundado há um ano para dar continuidade a esse trabalho e apresentá-lo na Bienal de Veneza. A equipe principal inclui Nicholas Hoban, Vincent Hui e Clayton Lee. Esta entrevista com a equipe por trás do projeto compartilha a filosofia, os desafios técnicos e os horizontes especulativos que impulsionaram seu trabalho — desde a impressão de treliças de areia viva até a manutenção da vida microbiana em uma exposição pública. O objetivo do grupo é inspirar as pessoas a reconsiderarem a arquitetura não como um objeto estático, mas como um processo vivo e em evolução; um processo que exige cuidado, paciência e uma mudança radical de mentalidade.

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Deixando o céu entrar: 4 estudos de caso sobre soluções de iluminação natural na arquitetura aquática

Condensação, manutenção e umidade são três desafios corriqueiros que continuam a testar os edifícios que projetamos e construímos. Sejam decorrentes de condições climáticas, de uma ventilação limitada ou de especificidades no detalhamento construtivo, esses fatores afetam não apenas a durabilidade dos materiais, mas também o conforto cotidiano e o desempenho dos espaços ocupados. Tratando-se de um centro aquático ou de uma piscina coberta, as exigências são ainda maiores. A presença constante de vapor, o acúmulo de umidade e o risco de mofo podem comprometer tanto a eficiência energética quanto a experiência dos/as usuários/as. Em ambientes como esses, a ventilação e o acesso à luz natural, para além de seu valor estético, tornam-se ferramentas essenciais para manter o equilíbrio, aumentar o conforto interno e, em última análise, otimizar a forma como o espaço é percebido e usufruído.

Pensando globalmente, construindo localmente: glocalização e o uso ético de materiais

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“The times they are a-changin’” (os tempos estão mudando), cantava um jovem Bob Dylan em 1964, capturando um país tomado por protestos por direitos civis e pelas tensões da Guerra Fria. Quase uma década depois, David Bowie voltou o olhar para dentro de si com “Ch-ch-ch-ch-changes” (mudanças, mudanças, mudanças), uma abordagem pessoal sobre identidade e reinvenção, em meio ao colapso das promessas da contracultura e à aceleração da globalização. Já nos anos 1990, Tupac Shakur trouxe a conversa de volta para as ruas, escancarando as realidades da injustiça racial e da violência sistêmica com um lembrete direto: “That’s just the way it is, things are never gonna change” (é assim que as coisas são, elas nunca vão mudar).

Três vozes, três décadas, três maneiras de confrontar a mudança. Se a arte — aqui, por meio da música — tem historicamente funcionado tanto como espelho quanto como grito em tempos de turbulência, é legítimo perguntar: como a indústria da construção tem respondido a um mundo em constante transformação, um mundo que clama, com urgência, por novas direções? A arquitetura tem, de fato, se engajado com as necessidades da sociedade ou apenas reforçado a lógica dos sistemas econômicos vigentes? Hoje, enfrentamos uma confluência entre crise planetária e fragmentação social: o planeta aquece, as desigualdades persistem e se aprofundam, os dados se multiplicam, as identidades se fraturam. Nesse contexto, a arquitetura já não pode se dar ao luxo de se limitar à experimentação formal ou aos imperativos do mercado. É chamada a repensar — com clareza, responsabilidade e imaginação — o que construímos, com o quê construímos, como construímos e, sobretudo, para quem.

Mute redefine as cabines de escritório com a maior coleção já apresentada

A Mute, pioneira em arquitetura corporativa adaptável, apresenta as Modular Pods—a maior e primeira coleção de cabines acústicas de escritório verdadeiramente adaptáveis do mercado. Ao oferecer uma variedade inigualável de tamanhos, opções ilimitadas de personalização e soluções pioneiras de acessibilidade, as Modular Pods da Mute estabelecem novos parâmetros para toda a categoria de produtos.

Stantec vence concurso internacional para a reconstrução da Universidade Estatal de Impostos da Ucrânia

Stantec, empresa de consultoria em arquitetura, engenharia e meio ambiente, foi selecionada como vencedora de um concurso internacional organizado pela State Tax University (STU) para redesenhar o edifício de seu campus principal. A estrutura foi parcialmente destruída em 2022, durante as fases iniciais da guerra. A chamada internacional de projetos foi lançada em novembro de 2024, gratuita e "aberta a todos os escritórios de design, empresas de arquitetura e arquitetos/as autônomos/as de todas as partes do mundo". O objetivo do concurso era desenvolver um edifício educacional do século XXI, descrito como um "espaço progressivo e confortável para o aprendizado, a pesquisa e o lazer dos/as estudantes, baseado em padrões educacionais inovadores", conforme consta no anúncio da competição.

Stantec vence concurso internacional para a reconstrução da Universidade Estatal de Impostos da Ucrânia - Imagem de DestaqueStantec vence concurso internacional para a reconstrução da Universidade Estatal de Impostos da Ucrânia - Imagen 1 de 4Stantec vence concurso internacional para a reconstrução da Universidade Estatal de Impostos da Ucrânia - Imagen 2 de 4Stantec vence concurso internacional para a reconstrução da Universidade Estatal de Impostos da Ucrânia - Imagen 3 de 4Stantec vence concurso internacional para a reconstrução da Universidade Estatal de Impostos da Ucrânia - Mais Imagens

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Como funcionará o transporte no futuro? Um olhar sobre a ascensão da mobilidade elétrica nas cidades

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Das emissões de gases de efeito estufa e da poluição do ar ao desmatamento, um dos principais fatores para o aquecimento global atualmente são as emissões vindas do setor de transportes. Ao explorar suas origens e evolução, bem como os principais desafios enfrentados, o desenvolvimento da mobilidade elétrica em ambientes urbanos representa uma transição global que exige uma combinação coordenada de políticas e ações para alcançar sistemas de transporte mais limpos e sustentáveis. Projetar uma infraestrutura segura e confortável para caminhar e pedalar, promover o transporte público e a mobilidade compartilhada, além de desenhar ruas mais eficientes que incorporem veículos elétricos, entre outras ações, fazem parte de um esforço global crescente para reduzir as emissões de carbono.

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Fronteiras Transparentes: Tecnologia e a Exibição da Memória Cultural

Fundado em 1870, o Metropolitan Museum of Art — carinhosamente conhecido como The Met — é um dos museus mais importantes e visitados do mundo, abrigando mais de dois milhões de obras que abrangem cinco milênios da história humana. Localizado no coração de Nova York, junto ao Central Park, o museu é celebrado por suas coleções vastas e diversas, que vão da arte do Antigo Egito a mestres europeus e obras contemporâneas. Pinturas, esculturas, documentos, artefatos históricos e peças multimídia compõem um acervo que exige soluções de exposição meticulosamente planejadas para garantir tanto a preservação quanto a comunicação eficaz de seu valor histórico e artístico.

Em 2021, o The Met lançou um de seus projetos mais ambiciosos: a renovação da Ala Michael C. Rockefeller, dedicada às Artes da África, das Américas Antigas e da Oceania. Com um investimento de 70 milhões de dólares, a iniciativa engloba uma reorganização curatorial, orientada por uma abordagem mais regional e histórica, além de intervenções arquitetônicas. A modernização das galerias inclui melhorias na iluminação natural, aprimoramentos de acessibilidade e a incorporação de sistemas museográficos contemporâneos, projetados para otimizar a conservação e a experiência interpretativa do público visitante.

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Como as cidades biofílicas enfrentam a crise de saúde urbana nos Estados Unidos

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Nos Estados Unidos, quase 1 em cada 10 crianças é afetada pela asma, uma condição com taxas significativamente mais altas nas áreas urbanas do país. No entanto, em uma comunidade nos arredores de Atlanta com uma população de mais de 300 crianças, não foi registrado um único caso da doença. Isso é intencional. A maioria das cidades e bairros do país não é projetada levando em consideração a biologia humana — uma negligência que contribui para a prevalência crescente de doenças cardiovasculares e problemas de saúde mental. Estaríamos tratando condições crônicas como questões puramente médicas quando, na verdade, elas podem ser sintomas de um planejamento urbano deficiente?

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“Tudo gira em torno do ser humano, da natureza e da emoção”: Em conversa com Ma Yansong, curador do Pavilhão da China

Na 19ª Bienal de Arquitetura de Veneza, o Pavilhão da China apresenta Coexist, uma exposição com curadoria de Ma Yansong, fundador do escritório MAD Architects. O pavilhão reúne dez equipes interdisciplinares — formadas por arquitetos/as, acadêmicos/as, estudantes, cientistas e até mesmo participantes de redes sociais — para investigar de forma coletiva o potencial da arquitetura de conciliar contradições entre tradição e futuro, artificial e natureza, tecnologia e emoção. Em vez de impor uma visão única, Coexist busca abrir espaço para respostas às diversas realidades que moldam a arquitetura contemporânea. Durante a cobertura presencial em Veneza, a equipe editorial do ArchDaily teve a oportunidade de conversar com o curador sobre as ideias que moldaram o Pavilhão da China.

“Tudo gira em torno do ser humano, da natureza e da emoção”: Em conversa com Ma Yansong, curador do Pavilhão da China - Imagem 1 de 4“Tudo gira em torno do ser humano, da natureza e da emoção”: Em conversa com Ma Yansong, curador do Pavilhão da China - Imagem 2 de 4“Tudo gira em torno do ser humano, da natureza e da emoção”: Em conversa com Ma Yansong, curador do Pavilhão da China - Imagem 3 de 4“Tudo gira em torno do ser humano, da natureza e da emoção”: Em conversa com Ma Yansong, curador do Pavilhão da China - Imagem 4 de 4“Tudo gira em torno do ser humano, da natureza e da emoção”: Em conversa com Ma Yansong, curador do Pavilhão da China - Mais Imagens

Le Corbusier e o modernismo brasileiro: exposição ABERTO4 é inaugurada na Maison La Roche, em Paris

Fundada em 2022 pelo consultor de arte Filipe Assis, a ABERTO é uma plataforma de exposições que celebra a convergência de arte, design e arquitetura no Brasil e no exterior. Ao realizar mostras em espaços modernistas públicos e privados, suas edições anteriores destacaram as conexões globais estabelecidas por brasileiros/as a partir do século XX. Após três exposições em São Paulo, a "ABERTO 4 – Brazil After Le Corbusier" marca sua primeira edição internacional, realizada na Maison La Roche de Le Corbusier, em Paris, de 14 de maio a 8 de junho de 2025. A exposição apresenta cerca de 35 peças de design e arte de artistas brasileiros/as, destacando a conexão seminal de Le Corbusier com a arquitetura modernista brasileira e explorando sua influência sobre mentes criativas da cena contemporânea nacional. Edições anteriores da ABERTO contaram com a participação de mais de 100 artistas do Brasil e do exterior, em residências projetadas por Oscar Niemeyer (2022), Vilanova Artigas (2023), e Ruy Ohtake e Chu Ming Silveira (2024).

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