O programa de mestrado em Cidades Sustentáveis combina experiência prática com reflexões acadêmicas da rede global de especialistas da Norman Foster Foundation. Codirigido por Norman Foster, presidente da fundação, e pelo professor Kent Larson, diretor do City Science Group no MIT Media Lab, o programa coloca estudantes na vanguarda da inovação urbana. A cada ano, estudantes vivenciam uma imersão em três cidades-piloto, colaborando diretamente com planejadores/as e gestores/as locais para enfrentar desafios urbanos urgentes.
Após o sucesso das cidades-piloto deste ano na África, a edição de 2026 do programa expande seus horizontes geográficos para abranger três continentes: Ásia, Europa e América Latina. As cidades-piloto serão anunciadas nos próximos meses.
O pavilhão nacional do Reino do Bahrein na 19ª Mostra Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza foi premiado com o Leão de Ouro de Melhor Participação Nacional deste ano. Intitulada Heatwave, a exposição tem curadoria do/a arquiteto/a Andrea Faraguna e está localizada no histórico espaço de Artiglierie do Arsenale. Por meio de uma instalação site-specific, a mostra propõe uma releitura do desenho do espaço público ao explorar estratégias de resfriamento passivo enraizadas nas realidades climáticas e no contexto cultural do Bahrein. O objetivo do projeto — oferecer uma resposta arquitetônica especulativa, porém fundamentada, à urgência ambiental que molda a vida urbana contemporânea — foi reconhecido pelo júri internacional da Bienal, que elogiou suas "propostas viáveis para condições de calor extremo".
Humanos e animais de estimação há muito compartilham um vínculo profundo e inseparável — e, hoje, a forma como vivemos ao lado deles assume uma importância cada vez maior. Mais do que oferecer companhia, os pets hoje são frequentemente considerados parceiros de vida, proporcionando um forte apoio para a saúde mental e o bem-estar emocional. No entanto, não é apenas a conexão emocional que importa: a maneira como projetamos e curamos os espaços para a coabitação desempenha um papel fundamental na construção de relações espaciais significativas entre os seres humanos e seus companheiros animais.
Seja por meio de móveis sob medida ou de soluções integradas de forma mais fluida, como nichos embutidos e cavidades nas paredes, dedica-se cada vez mais atenção a como podemos coexistir melhor com os animais de estimação em nossas casas. Essa mudança reflete mais do que mera prosperidade financeira ou a posse de um animal; ela sinaliza uma evolução mais ampla do conceito de companhia — enraizada no apoio mútuo, na saúde emocional e em ambientes compartilhados.
Na maioria dos casos, os/as arquitetos/as enfrentam uma complexa rede de códigos de obras, regulamentos de espaço aéreo e inúmeras outras regras que ditam a forma e a execução de um projeto. No entanto, a arquitetura cultural frequentemente apresenta uma oportunidade única para projetos mais ousados e expressivos. Esses projetos costumam receber apoio dos governos locais, liberando possibilidades de explorações formais que, de outra forma, poderiam não se concretizar. Nesse sentido, a arquitetura cultural cumpre um duplo propósito: enriquecer a comunidade e estabelecer marcos icônicos que definem a identidade de sua cidade ou região. Essa ambição certamente se manifestou em Taiwan. Situado no coração do Leste Asiático, este país insular ostenta uma variedade notável de explorações formais, realizadas tanto por profissionais internacionais quanto por arquitetos/as taiwaneses.
O escritório Zaha Hadid Architects acaba de anunciar a abertura oficial do Museu de Ciência e Tecnologia de Shenzhen, localizado no Distrito de Guangming. Projetada como uma plataforma para destacar a pesquisa científica e a inovação tecnológica, a instituição explorará o papel da ciência na construção do futuro. Adjacente à Estação Guangming da rede de metrô de Shenzhen, o projeto responde à sua localização com um volume esférico sólido voltado para a cidade, definindo o canto sudeste do novo Parque de Ciências. O museu tem como objetivo oferecer um espaço para o engajamento do público com os avanços atuais da ciência e da tecnologia.
O Uzbequistão revelou as fotografias mais recentes de seu pavilhão para a Expo 2025 em Osaka, no Japão, após a recente abertura do evento. Projetado pelo Atelier Brückner e executado pela NUSSLI, o pavilhão busca apresentar a visão de futuro do país sob o tema geral da Expo, "Projetando a Sociedade do Futuro para Nossas Vidas". Composta por elementos modulares e reutilizáveis de madeira, a arquitetura do pavilhão será posteriormente reconstruída no Uzbequistão, onde funcionará como estúdio, oficina ou escola.
No passado, as imagens geradas por inteligência artificial costumavam se assemelhar a experiências psicodélicas — repletas de formas e cores estranhas, por vezes inquietantes. No entanto, avanços recentes na inteligência artificial transformaram esse panorama. Hoje, estamos cercados por imagens cujas origens muitas vezes desconhecemos. De colagens lúdicas a retratos transformados em obras de arte, é inegável que a inteligência artificial se consolidou como parte integrante de nossa paisagem visual. Como Yuval Noah Harari observou em uma entrevista de 2023 à revista *The Economist*, "a IA adquiriu habilidades notáveis para manipular e gerar linguagem — seja por meio de palavras, sons ou imagens. Ela, com efeito, hackeou o sistema operacional da nossa civilização."
A arquitetura, naturalmente, não ficou imune a isso. Geradores de imagem baseados em comandos (*prompts*) inundaram o ambiente virtual com renderizações que variam do surreal ao hiper-realista: cidades futuristas, arranha-céus orgânicos e cabanas utópicas empoleiradas em penhascos idílicos. A maior parte dessas criações é gerada por ferramentas de uso geral que priorizam o ineditismo visual em detrimento da lógica projetual. Contudo, nem todas as plataformas seguem esse caminho. O Gendo, por exemplo, foi desenvolvido especificamente para arquitetos/as e designers, oferecendo um controle mais refinado sobre parâmetros como escala, materialidade e intenção espacial. Seu objetivo não é apenas gerar imagens, mas apoiar o pensamento projetual. Ainda assim, essas ferramentas mais intencionais continuam sendo exceções em um vasto oceano de imagens genéricas e descontextualizadas.
Huizhen High School por Approach Design Studio - Zhejiang University of Technology Engineering Design Group Co.,Ltd_Huizhen High School por Approach Design Studio. Imagem cortesia de WAF23
O World Architecture Festival (WAF) realizará sua 17ª edição em Miami, marcando a estreia do evento nos Estados Unidos. O tema do festival deste ano, anunciado como Hearts and Minds, explorará a interseção entre estratégias de projeto racionais e ressonância emocional. Por meio de uma série de palestras e painéis de discussão, os/as palestrantes examinarão como a arquitetura opera tanto como uma busca intelectual quanto como uma experiência sensorial, envolvendo percepção, memória e afeto. Programado para ocorrer de 12 a 14 de novembro no Miami Beach Convention Center, na Flórida, o festival reunirá arquitetos/as e designers de todo o mundo em uma programação de três dias com palestras, prêmios, exposições e eventos paralelos. O evento destacará práticas internacionais, apresentará novos projetos e facilitará discussões sobre questões fundamentais que moldam o ambiente construído.
Circularity Handbook / PILLS, JIN ARTS, typo_d, Archi-Neering-Design/AND Office, Róng Design Library, Valeria Tatano, Massimiliano Condotta, Xiaoqing Cui, Zhengwei Tang. Imagem cortesia da Bienal de Arquitetura de Veneza 2025
A 19ª Mostra Internacional de Arquitetura, organizada pela La Biennale di Venezia sob a curadoria de Carlo Ratti e sob o tema "Intelligens. Natural. Artificial. Coletivo", deve transformar Veneza em um "Laboratório Vivo" de experimentação e colaboração. Os projetos especiais deste ano vão além dos espaços tradicionais de exposição, integrando-se a diversos locais da cidade e ao Forte Marghera em Mestre, oferecendo uma perspectiva alternativa que amplia o alcance do discurso arquitetônico.
A Bienal promete ser uma plataforma dinâmica que reunirá mais de 750 participantes de diversas origens, incluindo arquitetos/as, engenheiros/as, matemáticos/as, cientistas do clima e artistas. Uma coalizão tão ampla, com mais de 280 projetos, reforça o foco da Mostra na inclusão e na colaboração interdisciplinar, aspectos essenciais para a adaptação. O processo de seleção propôs uma abordagem de baixo para cima, com uma chamada aberta por meio da iniciativa Space for Ideas, realizada entre maio e junho de 2024. A ação incentivou a participação de equipes globais, de vencedores/as dos prêmios Pritzker e Nobel a arquitetos/as e cientistas em início de carreira.
Teatros, salas de concerto e casas de ópera são muito mais do que simples locais de apresentação — constituem ambientes meticulosamente orquestrados onde arquitetura, tecnologia e emoção humana convergem. Ao contrário de edifícios convencionais, esses espaços precisam acomodar uma interação dinâmica entre acústica, linhas de visão, engenharia de palco e engajamento do público, mantendo ao mesmo tempo uma identidade arquitetônica capaz de ressoar tanto com os artistas quanto com o público. Seja no acolhimento imersivo de uma sala de concerto em estilo "vinhedo" (vineyard) ou na imponência de um palco italiano, cada decisão de projeto molda a maneira como as apresentações são vivenciadas e lembradas.
A publicação recente SET PIECES: Architecture for the Performing Arts in Fifteen Fragments , do escritório Diamond Schmitt Architects, explora essas complexidades por meio de estudos de caso e reflexões. Inspirado nessas perspectivas, este artigo examina considerações fundamentais de projeto para espaços de apresentação, desde a engenharia acústica até o papel em evolução dos teatros na vida urbana.
Buildner, em parceria com a Collective Action for Culture (C.A.C), a Prefeitura de Peja e o Ministério da Cultura do Kosovo, divulgou os resultados do concurso Peja Culture Pavilion – um concurso internacional de arquitetura que convidou arquitetos/as e designers a reimaginar um local de grande relevância histórica no coração de Peja, no Kosovo.
O concurso buscou propostas de projeto inovadoras e respeitosas que revitalizassem uma praça urbana negligenciada, que tem como ponto central uma fonte de água do século XV. Solicitou-se aos/às participantes que integrassem esse elemento do patrimônio cultural a um pavilhão multifuncional que pudesse servir de espaço para apresentações, reflexão, encontros e celebrações.
O pavilhão nacional do Azerbaijão, participando da Bienal de Arquitetura de Veneza pela primeira vez, apresenta Equilibrium. Patterns of Azerbaijan. Com curadoria de Nigar Gardashkhanova, a exposição alinha-se ao tema geral da Bienal deste ano, Intelligens. Natural. Artificial. Collective. Com foco em respostas de design inovadoras para a crise climática, o pavilhão enfatiza os princípios de Regenerar. Inovar. Preservar. Com projetos encomendados por Rashad Aslanov, a mostra apresenta contribuições da Azerbaijan Development Company (ADEC), da Simmetrico Architettura e de Adalat Mammadov. Organizada pela Fundação Heydar Aliyev e pelo Ministério da Cultura da República do Azerbaijão, com o apoio da Embaixada do Azerbaijão na Itália, a exposição acontecerá de 10 de maio a 23 de novembro de 2025, no Castello 2127/A, próximo ao Arsenale.
A 19ª Exposição Internacional de Arquitetura da Biennale di Venezia abre em menos de duas semanas, no dia 10 de maio de 2025, e permanecerá aberta ao público até 23 de novembro. No dia da abertura, ocorrerá a Cerimônia de Premiação oficial, na qual um júri internacional selecionado concederá diversos prêmios oficiais, incluindo o Leão de Ouro de Melhor Participação Nacional. O júri recém-anunciado inclui a arquiteta, docente e curadora sul-africana Mpho Matsipa; a curadora italiana Paola Antonelli, curadora-chefe e diretora do Departamento de Arquitetura e Design do Museum of Modern Art (MoMA) em Nova York; e o curador, crítico e historiador de arte suíço Hans Ulrich Obrist, diretor artístico da Serpentine em Londres, que atuará como presidente do júri.
No alvorecer do Modernismo, na busca fervorosa por sistemas construtivos inovadores, eficientes e econômicos, a ideia da construção modular oferecia exatamente essa promessa: um sistema industrializado composto por elementos prontos para montagem, de fácil configuração, excelente relação custo-benefício e controle de qualidade garantido. Embora a ideia não tenha ganhado tanta força quanto o esperado inicialmente, ela continuou sendo uma premissa atraente para arquitetos/as e designers. Atualmente, novos avanços no setor têm gerado um interesse renovado no assunto, à medida que a habitação modular surge como uma alternativa eficaz em diversos campos, desde a habitação acessível até abrigos de emergência, ou mesmo como plataformas para colaboração interdisciplinar, participação e codesign. O artigo a seguir explora essa promessa de acessibilidade, criatividade e viabilidade econômica que se tornou parte integrante do debate sobre a arquitetura modular.
As soluções modulares da BoConcept transformam o espaço em uma experiência positiva e diversa, aprimorando o ambiente de trabalho
Qual é o sentido do espaço arquitetônico se ele não for usado e vivenciado? Essa reflexão ampla toca no propósito essencial e na sustentabilidade da própria arquitetura. Trata-se de uma questão que talvez seja ainda mais relevante hoje para escritórios que correm o risco de ficarem vazios em uma era de trabalho remoto e híbrido. Diante disso, um desafio fundamental para o design contemporâneo é aprimorar o ambiente de trabalho de modo a incentivar a presença física das pessoas.
O 8º Prêmio {CURA} anunciou os vencedores do concurso que teve como tema a habitação coletiva para o século XXI. O concurso convidava os participantes a refletir sobre novos modos de morar na cidade, considerando principalmente questões relacionadas à mobilidade urbana, densidade e eficiência bioclimática.
Cada projeto foi analisado individualmente, levando em consideração aspectos como: coerência com o tema proposto; qualidade conceitual e arquitetônica; criatividade e visão crítica na solução proposta; adequação ao contexto urbano e territorial; qualidade da representação gráfica e clareza na comunicação da proposta; impacto social e ambiental e cumprimento dos itens descritos no edital. A identificação das equipes só foi revelada após a decisão final do júri.
https://www.archdaily.com.br/pt/1029613/conheca-os-vencedores-do-8o-premio-cura-habitacao-coletiva-para-o-seculo-xxiArchDaily Team
O que faz de um edifício arquitetura? O eterno debate sobre o que distingue a arquitetura da mera construção utilitária frequentemente inclui a habitação social e de baixo custo como um tema de grande influência, despertando diferentes pontos de vista. Esta questão é particularmente significativa no contexto latino-americano, onde condições singulares vão além das preocupações com custos, sejam elas impostas ou inevitáveis. O acesso limitado ao financiamento, a prevalência da autoconstrução e a disseminação de assentamentos informais são fatores interligados que moldam o ambiente construído. Essas dinâmicas fomentam uma estética que, para alguns, desafia as noções de boa arquitetura, manifestando-se em paisagens urbanas onde os materiais aparentes se tornam uma característica definidora.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140763/narrativas-nao-polidas-materiais-aparentes-na-habitacao-social-da-america-latinaEnrique Tovar & José Tomás Franco
A Enel, líder global em energia renovável, lançou o "WinDesign", um concurso internacional que convida estudantes e profissionais talentosos/as das áreas de engenharia, arquitetura e design a imaginarem e projetarem novas turbinas eólicas. O objetivo é desenvolver projetos de turbinas que se integrem de forma mais harmoniosa às paisagens que as abrigam, impulsionando, assim, um papel mais amplo para essa tecnologia na transição energética.
DROPCITY é uma plataforma ambiciosa e aberta de arquitetura e design, localizada nos túneis outrora abandonados do Magazzini Raccordati, atrás da Estação Central de Milão. Iniciado por Andrea Caputo em 2018 e aberto permanentemente desde 2024, o projeto ressignifica 40.000 metros quadrados em galerias públicas, oficinas de produção, laboratórios de prototipagem e espaços de pesquisa. O fundador da plataforma é Andrea Caputo, arquiteto e pesquisador italiano. Durante a Milan Design Week 2025, a editora-executiva do ArchDaily, Maria-Cristina Florian, teve a oportunidade de conversar com Andrea Caputo para explorar sua visão e planos para a DROPCITY, além da conexão da plataforma com a cidade de Milão e sua ativa cena de arquitetura.
O ambiente interno é o foco deste segundo artigo sobre projetar considerando o ruído para melhorar o bem-estar. Segundo diversos estudos recentes, o ruído nas cidades tornou-se uma ameaça crescente à saúde. O ruído ambiental — ou seja, aquele proveniente do tráfego, de atividades industriais ou de música amplificada que atinge os espaços internos — não é apenas um incômodo. Ele está associado a doenças cardiovasculares, diabetes, demência e problemas de saúde mental. À medida que o mundo se urbaniza, mais pessoas ficam expostas a níveis excessivos de ruído. Em habitações de média e alta densidade, em edifícios de escritórios e em escolas, a poluição sonora pode emanar tanto de fontes internas quanto externas.
Torres de concreto dominam a silhueta das cidades asiáticas e africanas — edifícios imponentes que personificam o desenvolvimento. Com acesso às ferramentas e materiais da modernidade industrial, o Sul Global entra no cenário mundial exibindo sua prosperidade. No entanto, no âmago de ambições crescentes, esse material construtivo evoca legados coloniais e economias extrativistas que geram desequilíbrios de poder na esfera geopolítica. A crise climática no horizonte apenas intensifica a complexa relação entre materiais de construção, demandas de sustentabilidade e a soberania de muitos países.
Como o primeiro instituto de pós-graduação em ensino de arquitetura nascido de conexões com algumas das figuras mais influentes do design contemporâneo, a Yacademy oferece a quem passa por suas portas a chance de crescer — tanto profissional quanto pessoalmente. Aqui, jovens profissionais da arquitetura vivenciam uma jornada abrangente projetada para aprimorar suas habilidades, aguçar sua sensibilidade e cultivar relações significativas. Um pilar dessa jornada é o workshop de construção.
A edição de 2025 da exposição Time Space Existence deve atrair o público de 10 de maio a 23 de novembro. Organizada pelo Centro Cultural Europeu (ECC) em locais de prestígio em Veneza — Palazzo Bembo, Palazzo Mora e Jardins da Marinaressa —, esta sétima edição reúne um grupo diversificado de 207 arquitetos/as, designers, artistas e pesquisadores/as de mais de 52 países. Todas as contribuições são organizadas sob o tema "Reparar, Regenerar e Reutilizar", explorando a capacidade da arquitetura de responder a desafios ambientais, sociais e culturais críticos. Entre os destaques da seção de Projetos Especiais está a exposição inaugural do ArchDaily, que apresenta seis escritórios de arquitetura reconhecidos anteriormente em nossa premiação Novas Práticas como vozes emergentes no campo da inovação arquitetônica.