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Trienal de Arquitetura de Lisboa 2025 analisa a tecnosfera e o impacto humano na Terra

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Trinta trilhões de toneladas. Esta é a massa estimada de toda a matéria criada pelo ser humano na Terra, e também o ponto de partida da 7ª edição da Trienal de Arquitetura de Lisboa. Curada por Ann-Sofi Rönnskog e John Palmesino, fundadores da Territorial Agency, a edição propõe uma pergunta aparentemente simples: Quão pesada é uma cidade? Para respondê-la, não basta reunir dados. É necessário um deslocamento de percepção: passar da escala da cidade para a dimensão planetária da tecnosfera.

A tecnosfera, um termo emprestado das ciências da Terra, define o vasto sistema de infraestruturas, tecnologias e materiais que sustentam a vida humana enquanto transformam o planeta. Sob essa perspectiva, as cidades não são apenas territórios, mas nós densos dentro desse metabolismo planetário. De outubro a dezembro de 2025, Lisboa se torna uma lente para examinar essa magnitude, hospedando três exposições principais (Fluxes, Spectres, Lighter), um livro de ensaios, um programa de palestras e mais de vinte projetos independentes espalhados pela cidade.

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E se os edifícios evoluíssem em vez de serem reconstruídos?

Os edifícios precisam mudar mais rápido do que o ritmo para o qual foram concebidos. A constante transformação nas necessidades dos inquilinos, o endurecimento das políticas climáticas e o aumento da vacância de escritórios expõem o custo do patrimônio imobiliário estático: desperdício, ruído, períodos de inatividade e, na pior das hipóteses, ativos obsoletos. A consequência é clara: edifícios de todas as tipologias devem ser projetados para se adaptarem ao longo do tempo. A edição inaugural da Adaptable Building Conference (ABC), que ocorrerá em 22 de janeiro de 2026 no Nieuwe Instituut, em Roterdã, reunirá o setor para transformar a adaptabilidade de princípio em prática.

CRA–Carlo Ratti Associati projeta pavilhão-bivaque autossuficiente para os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026

O escritório CRA–Carlo Ratti Associati, em colaboração com o Salone del Mobile.Milano, revelou recentemente o projeto de um bivaque fabricado digitalmente que estreará como um pavilhão urbano durante os Jogos Olímpicos de Inverno de 2026 em Milão. A estrutura de madeira fabricada digitalmente foi projetada para ser autossuficiente, incorporando sistemas de geração e armazenamento de energia, bem como captação de água por meio da condensação do ar. Após sua estreia em Milano Cortina 2026, a estrutura deverá ser transportada de helicóptero para sua localização permanente de alta altitude nos Alpes Italianos, onde servirá como abrigo para montanhistas.

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Holcim Foundation for Sustainable Construction revela os 20 projetos vencedores do Holcim Awards 2025

A Holcim Foundation for Sustainable Construction anunciou os 20 projetos vencedores dos Holcim Foundation Awards de 2025, reconhecendo contribuições para o design e a construção sustentável em cinco regiões: Ásia-Pacífico, Europa, América Latina, Oriente Médio e África e América do Norte. A seleção deste ano abrange uma ampla variedade de escalas, desde uma escola semipermanente de 200 metros quadrados em uma floresta no Quênia até grandes iniciativas de regeneração urbana em Madri, Daca e Shenzhen, refletindo a diversidade e o alcance da arquitetura sustentável contemporânea. Este ano marca a introdução de um novo formato para o Grande Prêmio (Grand Prize), que substitui as tradicionais classificações de Ouro, Prata e Bronze. A partir de agora, cada região homenageará um projeto vencedor com o Grande Prêmio, enfatizando a excelência de forma independente e reconhecendo as diversas abordagens voltadas à sustentabilidade.

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Para além da resposta a desastres: a evolução do superadobe em estruturas permanentes em Ormuz, Irã

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A Ilha de Ormuz, localizada no Irã, era um porto de grande importância estratégica no Golfo Pérsico, caracterizado por sua paisagem de montanhas coloridas. Apesar de seu apelo turístico, a ilha enfrenta sérios problemas socioeconômicos, com a população local historicamente submetida a dificuldades financeiras. Em resposta a isso, o Complexo Majara, projetado pelo escritório ZAV Architects, foi concebido não apenas como uma edificação, mas como uma intervenção arquitetônica deliberada, planejada para transferir controle, oportunidades e benefícios econômicos diretamente para a comunidade local. Para tanto, o projeto canalizou investimentos nos recursos humanos locais e priorizou técnicas construtivas acessíveis, abrindo caminho para a geração de riqueza na própria região. Esse posicionamento permitiu ao Complexo Majara consagrar-se como um dos vencedores do Prêmio Aga Khan de Arquitetura em 2025.

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Painéis metálicos de chapa simples vs. Painéis de alumínio extrudado: qual é o melhor para o seu projeto?

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Para profissionais de arquitetura e especificação, selecionar o sistema de revestimento correto é um ato tanto técnico quanto criativo, conectando a ciência dos materiais à intenção arquitetônica. Mais do que simples envoltórios visuais, as fachadas hoje são sistemas de alto desempenho que equilibram proteção, isolamento e expressão. Como a primeira barreira entre o exterior e o interior, o sistema de revestimento adequado pode definir como um edifício se comporta e envelhece ao longo do tempo, afetando seu conforto térmico, desempenho acústico, segurança contra incêndio e durabilidade geral.

Entre os materiais de fachada mais utilizados estão a madeira, as chapas metálicas, os compósitos e os sistemas de alumínio. Nessa gama de opções, os painéis metálicos de face simples (single-skin) e os painéis de alumínio extrudado se destacam especialmente por sua combinação de resistência, precisão e apelo arquitetônico. Embora ambos se beneficiem da leveza inerente e da resistência à corrosão do alumínio, eles diferem significativamente em sua lógica estrutural, características de desempenho e aplicações ideais. Empresas como a Parallel Architectural Products — especializada em sistemas de revestimento de alumínio extrudado e acabamentos arquitetônicos — têm desempenhado um papel fundamental no avanço dessas tecnologias, combinando engenharia de precisão, flexibilidade estética e fabricação local.

Desbloquear o potencial inexplorado dos nossos edifícios existentes para um futuro mais saudável

O Grupo VELUX está lançando o próximo passo de sua agenda de Liderança de Ação como um experimento para explorar como as edificações existentes podem servir melhor tanto às pessoas quanto ao planeta. O experimento se baseia em décadas de projetos de demonstração e pesquisas sobre edifícios saudáveis, incluindo o Living Places, que alcançou uma pegada de carbono ultrabaixa e um clima interno de primeira classe de forma viável e economicamente acessível. Esse próximo passo direciona o foco para as construções existentes, indo além da obra nova em direção à reforma — sob o nome de Re:Living.

O Re:Living é um experimento inovador que busca reimaginar a reforma para além de uma simples atualização técnica, enxergando-a como uma oportunidade holística para melhorar o bem-estar humano, apoiar a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental. A iniciativa faz parte do compromisso de longo prazo da VELUX de liderar o setor da construção civil rumo a práticas mais saudáveis e sustentáveis, impulsionada pela convicção de que apenas reduzir danos já não é suficiente.

O primeiro pavilhão de Omã na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025 explora a sablah comunitária como modelo para o futuro

O Sultanato de Omã faz sua estreia na 19ª Exposição Internacional de Arquitetura - La Biennale di Venezia, apresentando seu primeiro pavilhão nacional, intitulado Traces. Com curadoria da arquiteta omana Majeda Alhinai e comissariado por Sayyid Saeed bin Sultan bin Yarub Al Busaidi, Subsecretário de Cultura do Ministério da Cultura, Esportes e Juventude, o pavilhão integra o tema central da exposição, "Intelligens. Natural. Artificial. Coletivo." A mostra estará aberta à visitação até 23 de novembro de 2025 no Arsenale, em Veneza, Itália.

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Kéré Architecture inicia as obras do Museu Ehrhardt em Plüschow, Alemanha

Tiveram início oficialmente as obras do Museum Ehrhardt em Plüschow, no nordeste da Alemanha, marcando o primeiro projeto cultural no país projetado por Francis Kéré e seu escritório Kéré Architecture, bem como o primeiro edifício de museu do escritório na Europa. Desenvolvido em cooperação com HK Architekten e Hermann Kaufmann + Partner ZT GmbH, o museu de 1.400 metros quadrados será dedicado à fotografia e à arte contemporânea. A iniciativa partiu do Dr. Jens Ehrhardt, filho do artista Alfred Ehrhardt (1901–1984), junto com sua esposa Elke Weicht-Ehrhardt, para homenagear o pintor, fotógrafo e cineasta que foi uma das figuras de destaque do movimento Nova Objetividade na Alemanha. O museu será construído próximo ao Mar Báltico, adjacente ao Schloss Plüschow, uma residência artística e galeria.

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Vozes do ArchDaily: Agustina Iñiguez

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A trajetória de Agustina Iñiguez na arquitetura tem raízes em um profundo apreço pela arte, pelo desenho e pelos trabalhos manuais — interesses que naturalmente a levaram à graduação em arquitetura aos 18 anos. Radicada em Buenos Aires, Agustina concilia a prática profissional de arquitetura com uma atuação ativa na academia, trabalhando como auxiliar de ensino na Universidade de Buenos Aires e como professora assistente na Universidade Torcuato Di Tella. Desde que passou a integrar a equipe editorial do ArchDaily em 2021, ela traz uma abordagem reflexiva e interdisciplinar para a curadoria de conteúdos que conectam teoria, prática e engajamento social.

Seu foco editorial concentra-se na investigação de projetos e temas que consideram atentamente a escolha de materiais, técnicas construtivas e a integração com o entorno, sempre com ênfase na melhoria da qualidade de vida por meio do projeto. Agustina tem especial interesse pelo reúso adaptativo, pela renaturalização urbana (rewilding) e por estratégias de projeto inclusivas que respondam às necessidades de comunidades diversas. Defensora da colaboração interdisciplinar, ela apoia trabalhos que articulam, de forma sensível, a inovação arquitetônica aos contextos ambiental e cultural.

Redimensionando o limiar: quando a arquitetura comunitária se torna grande demais

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Quando o Hudson Yards foi inaugurado em Manhattan em 2019, prometia um novo bairro urbano construído do zero. Foram erguidas 16 torres com 4.000 unidades residenciais na esperança de criar uma comunidade forte. Apesar de suas comodidades luxuosas e grandiosas praças públicas, um vazio peculiar persistiu. O empreendimento transmitia uma sensação de anonimato, evidenciando uma verdade fundamental sobre a capacidade social humana.

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MVRDV inicia as obras do Campus do Parque de Inovação em Inteligência Artificial em Heilbronn, Alemanha

Teve início a construção do Campus do Innovation Park Artificial Intelligence (IPAI) em Heilbronn, na Alemanha, projetado pelo escritório de arquitetura holandês MVRDV. Desenvolvido pelo IPAI Konsortium — composto pelo Estado de Baden-Württemberg, pela Fundação Dieter Schwarz, pelo Schwarz Gruppe e pela Cidade de Heilbronn —, o campus de 30 hectares foi concebido como um polo internacional para mais de 5.000 profissionais focados no desenvolvimento de soluções de IA inovadoras e responsáveis. Centrado em princípios de abertura, colaboração e sustentabilidade, o projeto visa integrar ambientes de trabalho, espaços públicos e instalações de pesquisa, criando um contexto no qual a tecnologia e a interação humana coexistem.

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O Pavilhão de Singapura na Bienal de Arquitetura de Veneza reimagina a cidade-estado como uma mesa de jantar.

O ano de 2025 marca o 60º aniversário da independência de Singapura, comemorando sua separação da Malásia em 9 de agosto de 1965. A ocasião é celebrada no pavilhão nacional do país na 19ª Bienal de Arquitetura de Veneza com uma instalação multissensorial que homenageia a diversidade de Singapura e reimagina o fazer urbano por meio da comida, da cultura e do design coletivo. Intitulada RASA–TABULA–SINGAPURA, a instalação convida os/as visitantes a se sentarem à Mesa da Superdiversidade: uma releitura instigante da construção de cidades e de nações através do ato universal de compartilhar uma refeição. Segundo a equipe de curadoria da Universidade de Tecnologia e Design de Singapura (SUTD), o objetivo da instalação é mostrar como a convergência de diferenças multiculturais, histórias coletivas, design e novas tecnologias cria oportunidades para futuros urbanos mais inclusivos e adaptáveis.

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Repensando o datum plano: projetando o espaço com inclinação e intenção

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Historicamente, a arquitetura e o ambiente construído têm insistido na criação de superfícies planas e rígidas. Em eras passadas, caminhar sem um solo pavimentado significava sapatos cheios de lama, superfícies irregulares, riscos de tropeço, água parada após a chuva e alta manutenção. Por isso, ao moldarmos as cidades, priorizamos um plano horizontal liso, contínuo e sólido. Os benefícios são reais: uma caminhada mais fácil, limpeza simplificada e um programa de necessidades descomplicado — afinal, mobiliários, equipamentos e divisórias preferem uma base nivelada. Essa preferência universal por construir em terreno plano continua sendo a norma e, por muitas razões práticas, provavelmente continuará sendo.

O que poucos percebem é que criar uma superfície verdadeiramente plana é surpreendentemente difícil — e muitos pisos "planos" bem-executados não são perfeitamente nivelados. Eles costumam ser suavemente inclinados, calibrados com declividades precisas para drenagem. Embora os espaços internos nem sempre exijam isso, muitos pavimentos térreos e áreas molhadas incorporam inclinações sutis como medida de segurança — seja para mitigar pequenos alagamentos ou para gerenciar a água que transborda da rua ou do encanamento quando há alguma falha nos sistemas de escoamento.

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Design Interdisciplinar: Graduados(as) da SCI-Arc Unem Arquitetura e Arte

Os/As egressos/as do SCI-Arc continuam a deixar uma marca indelével no cenário global do design, abrindo caminhos para novas abordagens na arquitetura, na tecnologia e nas práticas interdisciplinares. Com a reputação de fomentar a experimentação radical, a escola formou diplomados/as cujos trabalhos desafiam convenções e redefinem as possibilidades espaciais. As conquistas recentes desses/as ex-alunos/as destacam o papel do SCI-Arc na formação da próxima geração de arquitetos/as e pensadores/as criativos/as.

A Lacuna da Agência Espacial: Repensando o Espaço Público por Meio do Co-Design com Trabalhadores(as) Domésticos(as) Estrangeiros(as)

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Trabalhadores/as domésticos/as em Hong Kong e Cingapura constituem a infraestrutura silenciosa dessas cidades. Apenas em Hong Kong, há cerca de 300.000 profissionais do setor doméstico, atendendo a uma parcela das aproximadas 2,7 milhões de residências. O trabalho de cuidado que realizam sustenta a rotina de famílias em que ambos os cônjuges trabalham fora: cuidados infantis, cuidados com idosos/as, cozinha, limpeza e a logística diária que viabiliza a vida profissional dos/as empregadores/as. No entanto, as pessoas que sustentam esse equilíbrio permanecem amplamente invisíveis nas políticas públicas — e, fundamentalmente, no espaço.

Aos domingos, no distrito financeiro de Hong Kong, essa invisibilidade se torna visível. Passarelas elevadas e praças sob pilotis — subutilizadas nos fins de semana — transformam-se em espaços comuns improvisados. Com esteiras de papelão, pequenas barracas, toalhas, comida, água e uma ou duas caixas de som, trabalhadores/as domésticos/as organizam locais para sentar, descansar e socializar. Esses ambientes improvisados na cidade costumam ser sua única oportunidade de exercer a agência espacial — algo que raramente possuem nos lares que mantêm ou na infraestrutura pública formal. Diante da falta de locais oficiais e estruturados para o descanso, pontes e passagens mais tranquilas tornam-se substitutos práticos.

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Da rapidez à especificidade: múltiplas dimensões do desenvolvimento arquitetônico de Shenzhen

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Shenzhen é a primeira Zona Econômica Especial (ZEE) da China, servindo como uma janela para a Reforma e Abertura do país e como uma cidade de imigrantes em ascensão. A cidade evoluiu para uma metrópole internacional influente e moderna, criando a mundialmente famosa "Velocidade de Shenzhen" e conquistando a reputação de "Cidade do Design". O projeto arquitetônico se destaca como a expressão mais intuitiva do espírito de integração e inovação de Shenzhen. Ao longo da última década (2015-2025), o desenvolvimento da arquitetura urbana em Shenzhen integrou-se estreitamente ao seu caráter urbano aberto e inclusivo, às suas vantagens ecológicas de estar situada entre as montanhas e o mar, e ao espírito local de fundir a cultura tradicional com a tecnologia inovadora, revelando o charme singular e a forte vitalidade de Shenzhen sob múltiplas dimensões.

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Design Interdisciplinar: Graduados(as) do SCI-Arc unindo arquitetura e arte

Ex-alunos e ex-alunas do SCI-Arc continuam a deixar uma marca indelével no panorama global do design, liderando novas abordagens em arquitetura, tecnologia e práticas interdisciplinares. Com uma reputação consolidada no fomento à experimentação radical, a instituição formou profissionais cujos trabalhos desafiam convenções e redefinem as possibilidades espaciais. As conquistas recentes de seus diplomados e diplomadas destacam o papel do SCI-Arc na formação da próxima geração de arquitetos, arquitetas e pensadores criativos.

A um mês do encerramento: 10 pavilhões nacionais imperdíveis na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025

À medida que a 19ª Mostra Internacional de Arquitetura entra em seu último mês antes do encerramento em 23 de novembro, a Bienal de Arquitetura de Veneza de 2025 continua a reafirmar sua posição como uma das plataformas globais mais influentes para o discurso arquitetônico contemporâneo. Aberta ao público em 10 de maio sob a curadoria do/a arquiteto/a italiano/a Carlo Ratti, esta edição, intitulada "Intelligens. Natural. Artificial. Collective.", reúne mais de 750 participantes em 65 pavilhões nacionais, 11 eventos colaterais e inúmeras iniciativas paralelas por toda a cidade. Estruturada em torno dos temas de Inteligência Natural, Artificial e Coletiva, a Bienal examina como a arquitetura pode responder aos desafios interligados da adaptação climática, da transformação tecnológica e da colaboração social.

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Stuudio TÄNA e Mark Aleksander Fischer farão a curadoria da Bienal de Arquitetura de Tallinn 2026 sobre acessibilidade econômica na arquitetura

A Bienal de Arquitetura de Tallinn (TAB) é organizada pelo Centro de Arquitetura da Estônia (ECA) desde 2011. Desde sua fundação, tornou-se o principal festival internacional da Estônia dedicado à arquitetura e ao ambiente construído. O ECA anunciou recentemente que a próxima edição será curada pelo Stuudio TÄNA e por Mark Aleksander Fischer, vencedores do Concurso de Curadoria para a 8ª Bienal Internacional de Arquitetura de Tallinn (TAB 2026). A proposta vencedora, intitulada "How Much?" (Quanto?), questiona o que a acessibilidade econômica realmente significa na arquitetura de hoje. O evento, que em edições anteriores incluiu exposições, palestras, seminários, visitas guiadas, eventos paralelos e instalações por toda a cidade de Tallinn, busca abrir um espaço de reflexão sobre como a arquitetura e o design podem ser genuinamente econômicos, abordando as implicações mais amplas de custo e consumo. A TAB 2026 será realizada na capital estoniana de 9 de setembro a 30 de novembro de 2026.

Stuudio TÄNA e Mark Aleksander Fischer farão a curadoria da Bienal de Arquitetura de Tallinn 2026 sobre acessibilidade econômica na arquitetura - Image 1 of 4Stuudio TÄNA e Mark Aleksander Fischer farão a curadoria da Bienal de Arquitetura de Tallinn 2026 sobre acessibilidade econômica na arquitetura - Imagem de DestaqueStuudio TÄNA e Mark Aleksander Fischer farão a curadoria da Bienal de Arquitetura de Tallinn 2026 sobre acessibilidade econômica na arquitetura - Image 2 of 4Stuudio TÄNA e Mark Aleksander Fischer farão a curadoria da Bienal de Arquitetura de Tallinn 2026 sobre acessibilidade econômica na arquitetura - Image 3 of 4Stuudio TÄNA e Mark Aleksander Fischer farão a curadoria da Bienal de Arquitetura de Tallinn 2026 sobre acessibilidade econômica na arquitetura - Mais Imagens+ 1

De Munique a Mumbai: 7 torres de escritórios não construídas que redefinem o futuro dos espaços de trabalho verticais

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À medida que as cidades continuam a se expandir verticalmente, as torres de escritórios permanecem como um dos símbolos mais visíveis da ambição arquitetônica e da evolução urbana. Não mais definida exclusivamente pela eficiência ou pela imagem corporativa, a arquitetura contemporânea dos espaços de trabalho está sendo reimaginada como um ecossistema híbrido — que equilibra densidade e iluminação natural, produtividade e bem-estar, tecnologia e integridade material e espacial. Os seguintes projetos não construídos, enviados pela comunidade do ArchDaily, revelam como profissionais de arquitetura em diferentes continentes estão repensando a tipologia da torre, transformando a verticalidade em uma oportunidade de conexão, adaptabilidade e sustentabilidade.

Do Shivalik Curv e Embassy Zenith, na Índia, onde forma e movimento se combinam para redefinir a identidade do horizonte urbano, ao Dungen, na Suécia, um edifício de escritórios de baixa altura feito de madeira que reflete a tranquilidade de um bosque, cada projeto explora como os ambientes de trabalho podem se tornar mais flexíveis, humanos e conscientes do ponto de vista ambiental. Em Kiev, o APEX Business Center se posiciona como um catalisador para a vitalidade urbana, enquanto a BNI Tower PIK 2, em Jacarta, transforma a torre corporativa em um símbolo cristalino de crescimento. Em Munique e Ancara, conceitos de uso misto como o Highrise Hufelandmark e o Rhythm Ankara exploram o escritório como parte de uma paisagem urbana mais ampla, onde trabalho, lazer e vida pública se cruzam.

De Munique a Mumbai: 7 torres de escritórios não construídas que redefinem o futuro dos espaços de trabalho verticais - Image 25 of 4De Munique a Mumbai: 7 torres de escritórios não construídas que redefinem o futuro dos espaços de trabalho verticais - Image 30 of 4De Munique a Mumbai: 7 torres de escritórios não construídas que redefinem o futuro dos espaços de trabalho verticais - Image 35 of 4De Munique a Mumbai: 7 torres de escritórios não construídas que redefinem o futuro dos espaços de trabalho verticais - Image 41 of 4De Munique a Mumbai: 7 torres de escritórios não construídas que redefinem o futuro dos espaços de trabalho verticais - Mais Imagens+ 39

Como o BIM 2.0, a assistência por IA e os fluxos de trabalho integrados moldarão a experiência de projeto do/a arquiteto/a?

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Quando estudantes de arquitetura ainda estão na universidade, um momento costuma marcar um divisor de águas: o primeiro contato com um software. Não se trata apenas de dominar uma ferramenta, mas de descobrir um espaço onde as ideias transcendem os modelos físicos, ganhando forma em um ambiente digital e dando início a uma relação que muitas pessoas levarão por toda a sua carreira profissional. O que acontece a seguir? Os softwares continuam evoluindo e, com eles, a experiência de projeto. Nos últimos anos, essa evolução se acelerou — aprendizado de máquina, inteligência artificial, prompts e fluxos de trabalho integrados deixaram a periferia e passaram a ocupar o centro da prática projetual, tornando-se parte da linguagem comum entre sistemas e usuários/as. À medida que essas ferramentas se consolidam, surge uma pergunta fundamental: como isso redefinirá nossa experiência de projetar arquitetura no futuro?

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A origem dos parques de Santiago, segundo Romy Hecht

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Nicolás Valencia conversa com a arquiteta chilena Romy Hecht, decana do College UC e autora de El alma del verdor de Santiago (Orjikh editores, 2025), obra na qual investiga a natureza da paisagem da capital chilena, examinando suas origens e identificando os agentes responsáveis pelo cultivo de espécies exóticas e pela elaboração de geometrias de plantio que, uma vez enraizadas, construíram a identidade e o caráter de Santiago.

Encenando a Cultura: O/A Arquiteto/a como Curador/a

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A arquitetura nunca se limitou ao ato de construir. Ela negocia constantemente entre a prática material e a reflexão intelectual; no entanto, ao longo dos séculos XX e XXI, muitos/as arquitetos/as sentiram que o projeto construído, por si só, era insuficiente para responder à totalidade das questões que se colocavam à disciplina. Pressões econômicas, contextos políticos e exigências programáticas frequentemente limitavam o escopo da prática profissional.

Em contrapartida, as exposições e plataformas curatoriais criaram espaços de experimentação e crítica, abrindo arenas onde a arquitetura podia interrogar a si mesma, onde seu passado podia ser reinterpretado, seu presente desafiado e seu futuro projetado. Nessa tensão, surgiu a figura do/a arquiteto/a-curador/a, tratando a própria curadoria como uma forma de projeto — não de paredes ou fachadas, mas de discursos, narrativas e estruturas de significado.

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