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A fabricante italiana Mara colabora estreitamente com designers, aproveitando o controle total de seu processo industrial no local para promover a criatividade e a experimentação em sua fábrica em Brescia. Imagem cortesia de Mara
Os deuses do clima não foram muito generosos na minha chegada à fábrica da Mara, nos arredores de Brescia. Quando se pensa na Itália, sobretudo no setor de design, a imagem que vem à mente costuma ser de cenários ensolarados onde um Aperol Spritz está sempre a poucos segundos de distância.
Contudo, as condições climáticas são, francamente, a única coisa sobre a qual a fabricante italiana de móveis não tem controle. Fundada em 1960 por Camillo — avô da atual diretora-geral Laura Marchina e um experiente metalúrgico especializado na fabricação de, vejam só, canos de armas de fogo —, a empresa, assim como a própria família, mantém tudo muito perto de casa. Muito perto mesmo. A história da Mara não é apenas 100% "Made in Italy", é 100% Brescia. (Curiosidade: o nome da empresa é uma contração de "Marchina Arredamenti" ou "Mobiliário Marchina".)
Após duas intensas semanas de indicações, o público leitor do ArchDaily avaliou mais de 500 projetos e selecionou os 15 finalistas do Prêmio Building of the Year da China. Profissionais da arquitetura e entusiastas participaram do processo de indicação, escolhendo projetos que exemplificam o que significa impulsionar a disciplina. Estes finalistas são as obras que mais inspiraram o público do ArchDaily, revelando também as tendências crescentes da arquitetura chinesa.
Entre os 15 finalistas do Prêmio Building of the Year da China 2025, é possível observar uma mudança gradual de foco, que migra de edifícios públicos de grande escala para a revitalização rural, espaços públicos comunitários, a exploração de novas tipologias escolares e espaços internos de menor escala. Nota-se uma atenção maior às necessidades pessoais e às experiências de habitar, bem como aos espaços circundantes. Também fica evidente como diferentes escritórios estão respondendo às demandas das cidades e de seus usuários e usuárias neste período de transição do mercado imobiliário.
Antes de apresentar a lista de finalistas, gostaríamos de destacar os valores que norteiam esta premiação: como a maior plataforma de arquitetura do mundo, temos plena consciência de nossa responsabilidade para com a profissão e para com o avanço da arquitetura como disciplina. Uma vez que nossa missão está diretamente ligada à arquitetura do amanhã — inspirando e educando as mentes que projetarão o tecido urbano do futuro —, a confiança depositada em nós por nosso público para refletir as tendências arquitetônicas de todas as regiões do planeta gera desafios que assumimos com entusiasmo. De votação democrática e centrado em nossa comunidade de leitores e leitoras, o prêmio Building of the Year é um dos pilares da nossa resposta a esses desafios, com o objetivo de derrubar hierarquias estabelecidas e barreiras geográficas. Apresentamos a seguir os 15 finalistas do Prêmio Building of the Year da China 2025. O período de votação ocorre de 2 a 9 de abril de 2025, até as 23h59 (horário de Pequim), e os projetos vencedores serão anunciados em 10 de abril de 2025. Clique aqui para conferir os detalhes e saber como votar.
A 63ª edição do Salone del Mobile acontecerá em Milão de 8 a 13 de abril de 2025. Criado em 1961, o Salone del Mobile é uma feira de negócios que abrange uma ampla gama de produtos de design de interiores. O tema desta edição foca na exploração das conexões profundas entre a humanidade e o design, com o objetivo de estabelecer o evento como uma plataforma criativa que vai além de suas funções comerciais. A feira também serve como um laboratório de experimentação e troca de ideias, onde novos protótipos de mobiliário e espaços domésticos são apresentados em cenários que dão vida a diferentes narrativas sobre formas de viver. Além da exposição de móveis, o evento contará com instalações, conferências e workshops, tudo ocorrendo ao longo dos cinco dias no centro de exposições Rho Fiera de Milão.
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Meeting House Square, Temple Bar. Imagem cortesia de Sean Harrington Architects
O veterano crítico de arquitetura irlandês Shane O'Toole comentou certa vez que, ao viajar pela Europa na década de 1970, "o comentário geral era: existe arquitetura moderna na Irlanda? Agora, em menos de 50 anos, passamos a ter um Prêmio Pritzker e dois laureados com a Royal Gold Medal do RIBA em cinco anos." Ele atribui essa mudança de percepção a um concurso de projeto que impulsionou a carreira de vários dos premiados arquitetos e arquitetas da Irlanda de hoje. Tratava-se do concurso para o Plano Diretor do Temple Bar (Temple Bar Framework Plan) de 1991, no centro de Dublin, capital da Irlanda, que foi vencido por um grupo de profissionais ainda na faixa dos 30 anos, sob o nome de Group 91.
"Sentir-se em casa" é uma expressão que representa as sensações de acolhimento e conforto as quais transformam um espaço em um verdadeiro refúgio. Para alcançar essa experiência, diversos elementos — como cores, texturas, iluminação e materiais — desempenham um papel essencial, construindo um ambiente que promove relaxamento e bem-estar. Apoiado por estudos no campo da psicologia ambiental e neurociência, esse vínculo entre o ambiente físico e o comportamento humano evidencia como a arquitetura influencia diretamente a criação de atmosferas podendo, inclusive, transformar o caos em tranquilidade.
O mundo moderno está desconectado. As interações on-line dominam o cotidiano das pessoas em escala global. Essa mudança não resulta apenas da ascensão da internet, mas reflete de forma nítida o declínio dos espaços públicos, em especial dos chamados "terceiros lugares". Os terceiros lugares, outrora essenciais para promover a comunidade e a coesão social, evoluíram drasticamente nas últimas décadas. No atual cenário mercantilizado, esses espaços enfrentam diversas exigências, tanto por parte de usuários/as quanto de designers, o que gera a necessidade de reconsiderar sua acessibilidade e seu propósito.
O Pavilhão da Lituânia na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2025 apresenta Archi / Tree / tecture, um projeto da Associação Nacional de Arquitetos/as. Com comissão de Juratė Tutlyte e curadoria do/a arquiteto/a Gintaras Balčytis, a exposição convida arquitetos/as, estudantes, comunidades e visitantes a refletirem sobre as profundas conexões entre a arquitetura e a natureza urbana. O projeto posiciona a disciplina como um meio interpretativo que revela as complexas camadas de relações que moldam nossas cidades, as quais, por sua vez, refletem essas interações dinâmicas. A proposta evoca uma memória urbana enraizada em paisagens outrora ocupadas por campos e árvores, introduzindo a dimensão do tempo nos debates sobre ecossistemas urbanos, sustentabilidade e resiliência. A mostra, uma instalação interna projetada pelos/as arquitetos/as Paulius Vaitiekūnas, Andrius Pukis e Vika Pranaitytė, será montada na Igreja de Santa Maria dei Derelitti. A instalação audiovisual e de iluminação do pavilhão foi concebida pela dupla artística interdisciplinar Lina Pranaitytė e Urtė Pakers, ao passo que o componente escultórico da instalação foi criado por Kęstutis Lanauskas.
O escritório de arquitetura holandês MVRDV venceu o concurso para projetar um novo mercado multifuncional e praça de alimentação em Zhubei, Taiwan. Desenvolvido em colaboração com o escritório local EKUO, o projeto, denominado "Market Cube" ou "River Bank 1", busca redefinir o tradicional edifício de mercado por meio de uma estrutura organizada em camadas verticais e altamente adaptável. Posicionado ao longo do Rio Touqian, em um ponto estratégico de entrada entre Zhubei e a vizinha Hsinchu, o edifício deve se tornar um importante destino cívico.
Quando pensamos em cidades, costumamos assumir que a malha ortogonal é a norma: organizada, previsível e racional. No entanto, muitas áreas urbanas pelo mundo, sobretudo aquelas moldadas por colinas e terrenos acidentados, desafiam essa convenção. Em cidades como Lisboa, em Portugal, as malhas ortogonais aparecem apenas nas zonas mais planas, como a Baixa, ao passo que áreas no entorno, como Alfama, adaptam-se de forma orgânica à topografia. Essas áreas criam formas urbanas mais estratificadas, irregulares e visualmente dinâmicas. Yerevan, na Armênia, oferece outro exemplo urbano dessa adaptação: o Complexo Cascade transforma uma colina íngreme em um espaço público em terraços que conecta diferentes níveis da cidade ao mesmo tempo em que enquadra vistas panorâmicas. Para outros países, essa resposta à topografia torna-se ainda mais crítica. Cidades como Tegucigalpa, em Honduras, ou Valparaíso, no Chile, são definidas por terrenos íngremes e irregulares que exigem que profissionais de arquitetura se envolvam profundamente com o território. Projetar nesses contextos, especialmente em projetos residenciais, exige adaptação técnica e uma compreensão contextual que permite que o declive se torne um elemento gerador no processo de projeto.
A forma como os espaços são percebidos e vivenciados vai muito além da estética—eles influenciam diretamente as emoções, pensamentos e até mesmo a criatividade. Na prática é fácil perceber como ambientes amplos e com pé-direito alto geralmente transmitem uma sensação de liberdade e inspiração, enquanto espaços menores e fechados tendem a induzir foco e introspecção. Esse fenômeno não é apenas uma impressão subjetiva, mas algo cientificamente estudado. O antropólogo Edward T. Hall, na década de 1960, cunhou o termo Efeito Catedral para descrever como a altura dos pés-direitos impacta a cognição e o comportamento. Pesquisas mais recentes aprofundam essa ideia, demonstrando como a arquitetura molda nossas decisões e estados emocionais em diferentes âmbitos.
Era necessária uma mudança na maneira de fazer arquitetura na Colômbia, e o Taller Síntesis surge para materializar essa transformação, combinando uma profunda compreensão do território e de seu contexto com soluções arquitetônicas que se traduzem em materialidade e espaços construídos. Suas obras se destacam por sua forte identidade cultural local, alcançando um equilíbrio preciso entre o preexistente, o novo e a harmonia com a paisagem.
A Arábia Saudita passa por uma transformação notável, guiada pela Vision 2030, com investimentos em turismo, cultura, tecnologia e sustentabilidade que remodelam a identidade do Reino. Como parte dessa evolução cultural, o Mujassam Watan Urban Sculpture Challenge, organizado pela Buildner em parceria com a Mujassam Watan Initiative (uma iniciativa da Al Fozan Social Foundation), convida arquitetos/as e artistas a moldar os espaços públicos em evolução da Arábia Saudita por meio do design escultórico contemporâneo.
Realizada ao longo de oito dias em 12 cidades de norte a sul do Equador, a bienal "no-bienal" promove sua segunda edição de 25 de março a 1º de abril de 2025. Seu nome peculiar foi concebido em oposição à estrutura competitiva que caracteriza as bienais tradicionais da área. Um dos objetivos desta nova edição é demonstrar que existe unidade no Equador, resistindo às estratégias políticas de divisão. A Escuela Radical, coletivo educacional responsável pela organização do evento, afirma que "não se trata de centralização ou descentralização, mas simplesmente de compartilhar sem competir".
David M. Childs, o arquiteto renomado por suas contribuições significativas para a silhueta urbana de Nova York, faleceu em 26 de março de 2025, em Pelham, Nova York, aos 83 anos. Sua carreira, consolidada principalmente no escritório Skidmore, Owings & Merrill (SOM), foi marcada pelo compromisso com os valores urbanísticos e pela dedicação em promover o bem público por meio da arquitetura. Childs deixou uma marca indelével no ambiente construído, equilibrando premissas estéticas com as complexas exigências de projetos urbanos de grande escala.
Empreendimento Palas Iasi. Imagem Cortesia de Foster + Partners
Foster + Partners acaba de divulgar o projeto de requalificação do Palas Iași, um importante empreendimento de uso misto em Iași, cidade no leste da Romênia. A proposta inclui um novo masterplan centrado no histórico Palácio da Cultura e busca melhorar a conectividade urbana, aprimorar os espaços verdes públicos e atualizar a infraestrutura comercial existente. Desenvolvido em parceria com a incorporadora romena IULIUS, o projeto visa integrar elementos de comércio, cultura e paisagismo em uma estrutura unificada e acessível.
Entre as ruas tradicionais de Antuérpia, onde sobrados centenários resistem como remanescentes de uma histórica cidade europeia, um volume branco e austero afirma discretamente sua presença. A Maison Guiette, projetada por Le Corbusier em 1926, é uma anomalia em seu entorno — uma afirmação ousada de modernidade em um contexto que ainda não a havia abraçado.
Embora hoje seja ofuscada pelas obras mais famosas do/a arquiteto/a, esta casa ocupa um lugar único na história: foi o primeiro projeto construído de Le Corbusier fora da França, um precursor de seus experimentos arquitetônicos posteriores e uma manifestação de seus princípios modernistas emergentes. Apesar de sua escala modesta, tratava-se de um manifesto em forma construída — uma casa que encapsulava a essência de uma revolução arquitetônica.
Hoje, a arquitetura e o design não se limitam à expansão urbana ou ao foco exclusivo no projeto espacial; pelo contrário, envolvem a integração de diversos elementos e ideologias que enriquecem o trabalho e o ambiente. É nesse contexto que se insere o "FOAID - Festival of Architecture and Interior Designing", que celebra um legado de 11 anos. O evento reúne tudo: arquitetos/as, designers, marcas, artistas e inovadores de todo o país e do mundo, unidos em uma única plataforma. Com mais de 10.000 visitantes, o evento teve como objetivo dinamizar o universo do design — conectado, mas ao mesmo tempo fragmentado —, apresentando técnicas de vanguarda e celebrando o legado de nomes consagrados e talentos emergentes da comunidade. Além disso, promoveu oportunidades de networking interdisciplinar, fortalecendo o impacto da comunidade arquitetônica na sociedade. Em parceria com CNBC TV18, o evento marcou sua presença marcante em Nova Déli, nos dias 22 e 23 de novembro, no NSIC Ground, e em Mumbai, de 20 a 21 de dezembro, no Jio Convention Centre.
À medida que as instituições de ensino em todo o mundo se adaptam às constantes mudanças nas demandas da sociedade, a arquitetura voltada ao aprendizado também evolui. Esta seleção com curadoria reúne projetos enviados pela comunidade global do ArchDaily, destacando como arquitetos e arquitetas estão repensando o futuro de escolas e universidades por meio do design. Essas propostas refletem preocupações globais urgentes: a importância da educaçãocentrada na comunidade, a revitalização de edifícios e bairros históricos, a integração de sistemas naturais e a busca por expressões espaciais que acomodem tanto o ensino formal quanto as trocas informais. Sejam situados em centros urbanos densos, vilas rurais ou paisagens costeiras, esses projetos respondem a contextos culturais e ambientais específicos, ao mesmo tempo em que dialogam com questões arquitetônicas mais amplas de sustentabilidade, acesso e identidade.
Em 2021, a prefeitura de Roosendaal iniciou uma colaboração com o MVRDV como consultor de desenvolvimento urbano. O sócio do escritório, Winy Maas, foi posteriormente nomeado conselheiro urbano, formando uma equipe que incluía o MVRDV, Rebel Group, Transitiefocus e outros especialistas. A tarefa do grupo era consolidar os projetos e iniciativas existentes em uma visão estratégica unificada, buscando uma combinação de abordagens de planejamento bottom-up e top-down. A visão, batizada de "O Mosaico", foi desenvolvida por meio de um processo participativo envolvendo os moradores. O plano apresenta propostas em múltiplas escalas, desde ajustes no uso do solo em todo o município até mais de 40 projetos potenciais destinados a explorar o potencial de locais específicos. Publicada como uma série de sete documentos interconectados, a proposta visa fornecer a Roosendaal estratégias para acomodar seu crescimento.
O 21st Europe, um novo think tank focado em design fundado pelo ex-diretor criativo do SPACE10 Kaave Pour e voltado a moldar o futuro do continente, acaba de apresentar o Starline: um plano para um sistema ferroviário de alta velocidade que visa conectar a Europa de forma tão fluida quanto uma rede de metrô urbana. Revelado no encontro inaugural do think tank em Barcelona e desenvolvido em colaboração com o estúdio de tecnologia criativa Bakken & Bæck, o Starline combina infraestrutura, ferramentas digitais e identidade visual em uma única visão integrada de mobilidade para o continente.
"Steven Holl – Drawing as Thought", uma ampla exposição das aquarelas originais do arquiteto norte-americano, está em cartaz no Tchoban Foundation Museum for Architectural Drawing em Berlim. A mostra revela os bastidores de alguns dos principais projetos de Holl e sua metodologia de projeto. Os desenhos selecionados vão desde propostas vencedoras de concursos do início de sua carreira que não foram construídas até visões mais recentes atualmente em construção na Europa e nos Estados Unidos. Ocupando os dois níveis do museu, a mostra foi inaugurada em 6 de fevereiro com uma conversa entre Holl e o/a fundador/a do museu e arquiteto/a Sergei Tchoban, além de discursos de Kristin Feireiss, curador/a da exposição e diretor/a fundador/a do vizinho Aedes Architecture Forum, e de Diana Carta, arquiteto/a e pesquisador/a de Roma. A exposição, que pode ser visitada até 4 de maio, é acompanhada por um catálogo que afirma: "A obra do internacionalmente renomado arquiteto norte-americano Steven Holl destaca-se não apenas por seus edifícios extraordinários, com foco em estruturas públicas e culturais, como museus, centros de arte, salas de concerto, bibliotecas e universidades em todo o mundo, mas também por sua produção artística, que hoje compreende mais de 50.000 croquis, desenhos em preto e branco e aquarelas. […] Embora os/as visitantes da exposição encontrem apenas uma pequena fração de seu vasto corpo de trabalho, cada desenho deve ser explorado e estudado individualmente, em consonância com a intenção de Holl."
Como os/as profissionais da arquitetura podem transformar a atmosfera de uma estrutura? Que intervenções são capazes de transcender a reutilização adaptativa para modificar a percepção dos espaços? Ao reutilizar as arquiteturas ao longo do tempo, novos usos e necessidades surgem entre os espaços e seus usuários. Embora as estruturas dos edifícios antigos mantenham viva a memória das comunidades, a introdução de uma nova vida a partir de estufas, habitações, comércios, escritórios ou centros culturais traz consigo a concepção de novas atmosferas onde a luz, la ventilação, a incorporação da natureza e outros aspectos transformam as experiências interiores.
Convidamos você a participar do Prêmio ArchDaily Brasil Obra do Ano 2025. Em sua nona edição, atribuímos aos nossos leitores a responsabilidade de reconhecer e premiar os projetos que causaram o maior impacto na profissão. Ao votar nos projetos, você passa a fazer parte de uma rede imparcial de jurados reconhecendo os projetos mais relevantes do último ano construídos em países de língua portuguesa. Faltam apenas alguns dias para encerrar a etapa de nomeação que selecionará os 15 finalistas do Prêmio ArchDaily Brasil Obra do Ano 2025.
Os usuários registrados podem votar em seu projeto favorito uma vez por dia. A etapa de nomeação encerra no dia 1 de abril às 23h59 (horário de Brasília GMT-3).
https://www.archdaily.com.br/pt/1028301/ultimos-dias-para-eleger-os-finalistas-do-premio-archdaily-brasil-obra-do-ano-2025ArchDaily Team
A Buildner divulgou os resultados do Morocco Oasis Retreat Competition, um concurso internacional de projetos que convidou arquitetos/as, designers e urbanistas a conceberem um oásis autossustentável no deserto marroquino. Os/as participantes tiveram como tarefa projetar uma intervenção arquitetônica que respondesse ao clima extremo da região, integrando abrigo, estratégias de conservação de água e eficiência energética.
O concurso incentivou a exploração de como a arquitetura pode promover a resiliência em ambientes remotos, inspirando-se tanto em técnicas construtivas tradicionais quanto em princípios modernos de sustentabilidade. Os/as concorrentes tiveram flexibilidade para definir a escala e o propósito de seus projetos. Entre as principais premissas estavam estratégias de resfriamento passivo, gestão de recursos e integração com a paisagem desértica. O prêmio destaca o papel da arquitetura na criação de espaços funcionais e sustentáveis em contextos desafiadores. Detalhes completos sobre os projetos vencedores estão disponíveis no site do Morocco Oasis Retreat Competition.