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Playgrounds urbanos em evolução: 5 estratégias de projeto e 31 projetos pelo mundo

Os playgrounds urbanos estão evoluindo de simples balanços e escorregadores para paisagens urbanas dinâmicas e multifacetadas. Estes novos projetos são muito mais do que apenas locais de lazer; trata-se de espaços integrados de forma planejada que respondem aos desafios urbanos, promovem o senso de comunidade e inspiram a criatividade. Uma forte tendência é o uso intencional de cores e padrões. Projetistas utilizam zonas cromáticas vibrantes para segmentar diferentes áreas funcionais, criando uma experiência visualmente dinâmica que contrasta com o entorno natural. Essa abordagem também pode ser empregada para consolidar uma identidade urbana coesa, com paletas de cores cuidadosamente selecionadas que complementam a paisagem urbana existente.

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Redefinindo e sustentando a estética arquitetônica com acabamentos inspiradores

Na arquitetura contemporânea, as fachadas evoluíram além de seu papel tradicional como envoltórios de proteção externa — hoje, elas servem como expressões potentes de identidade, criatividade e sustentabilidade. Sendo o portal visual de um edifício, as fachadas desempenham uma função dupla: proteger as estruturas contra fatores de estresse ambiental ao mesmo tempo em que potencializam seu apelo estético e caráter arquitetônico.

Assim como o design de interiores reflete a personalidade de seus ocupantes, a fachada comunica a essência de um edifício. Ela constitui a primeira impressão e serve como uma tela para a narrativa arquitetônica, frequentemente materializando a visão e a criatividade do/a arquiteto/a.

Robótica impulsionada por IA apoia a reconstrução de casas em zonas de incêndio de Los Angeles

A ABB Robotics e a Cosmic Buildings, uma empresa de tecnologia da construção sediada nos EUA, implantaram uma microfábrica robótica móvel em Pacific Palisades, na Califórnia, para apoiar a reconstrução de casas destruídas pelos incêndios florestais de 2025 no sul da Califórnia. Projetado como uma instalação de fabricação local temporária, o sistema visa reduzir o tempo de construção, os custos e o desperdício de materiais, ao mesmo tempo em que produz moradias que atendem a altos padrões de segurança e sustentabilidade. Ao combinar automação baseada em inteligência artificial com técnicas de construção modular, a colaboração demonstra como a fabricação robótica pode ser adaptada para locais remotos e afetados por desastres. As empresas sugerem que essa abordagem pode se tornar uma ferramenta fundamental para viabilizar moradias resilientes e acessíveis em larga escala.

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Campanha liderada por cidadãos propõe novo uso para o Ginásio de Kagawa, de Kenzo Tange, ameaçado de demolição.

Em fevereiro de 2023, o/a governador/a da província de Kagawa, no Japão, anunciou o plano de demolição do Ginásio Provincial de Kagawa, projetado por Kenzo Tange, arquiteto vencedor do Prêmio Pritzker. As discussões sobre o destino do edifício remontam ao seu fechamento definitivo em 2014, após um vazamento na cobertura causar problemas estruturais nas placas de forro. Desde então, diversas organizações têm trabalhado para salvar o edifício, incluindo uma petição do World Monuments Fund e os esforços de um conselho de promoção para indicá-lo como Patrimônio Cultural Mundial da UNESCO em 2021. Apesar dessas iniciativas, em 7 de agosto de 2025, o Governo Provincial de Kagawa anunciou oficialmente uma licitação pública para selecionar a empresa responsável pela demolição, medida que o Comitê de Regeneração do Antigo Ginásio Provincial de Kagawa está determinado a impedir.

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Do Vietnã à Polônia: 6 residências não construídas imersas na natureza

Em diferentes climas e paisagens, arquitetos e arquitetas estão reimaginando a casa como um lugar profundamente enraizado em seu entorno, onde a arquitetura e o meio ambiente trabalham em conjunto para promover o bem-estar. Esta seleção curada de residências não construídas, enviadas pela comunidade do ArchDaily, foi concebida como uma série de santuários que oferecem refúgio do ritmo da vida urbana, aproveitando as qualidades restauradoras do verde, da água e do ar livre. A natureza atua como uma presença ativa, moldando pátios, orientando a circulação e influenciando a escolha de materiais e cores.

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Playgrounds como espaços políticos: negociando risco, espaço e infância

Playgrounds são instrumentos espaciais por meio dos quais a sociedade projeta suas expectativas sobre a infância, testando os limites entre controle e autonomia, exposição e proteção. Eles regulam como as crianças se relacionam com o espaço, com as outras pessoas e com seus próprios corpos — codificando, muitas vezes de forma invisível, normas sociais, medos e aspirações. Nesse sentido, os playgrounds não são espaços periféricos de lazer; são construções políticas moldadas por ideologias específicas sobre o que é a infância e como ela deve se desenvolver. Desde 1989, o direito de brincar é formalmente reconhecido na Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança, afirmando que o brincar é uma parte fundamental do desenvolvimento humano. Projetar um playground não se resume a traçar linhas em uma planta ou instalar equipamentos em um parque; significa definir as condições sob as quais o brincar é permitido, imaginado ou restringido.

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Sete equipes internacionais de projeto são pré-selecionadas para o Museu do Batismo de Jesus na Jordânia

Sete equipes internacionais de design foram selecionadas para o "Museu do Batismo de Jesus" em Betânia, Jordânia, um marco cultural e espiritual previsto para inaugurar em 2030, em comemoração ao bimilenário do batismo de Cristo. Apoiado por Sua Majestade o Rei Abdullah II bin Al-Hussein e liderado pela Fundação para o Desenvolvimento das Terras Adjacentes ao Sítio do Batismo, o projeto é gerenciado pela Malcolm Reading Consultants (MRC), sediada em Londres. O museu ficará ao lado do Patrimônio Mundial da UNESCO de "Betânia Além do Jordão", na margem leste do Rio Jordão, um local de peregrinação cristã há séculos.

Sete equipes internacionais de projeto são pré-selecionadas para o Museu do Batismo de Jesus na Jordânia - Imagen 1 de 4Sete equipes internacionais de projeto são pré-selecionadas para o Museu do Batismo de Jesus na Jordânia - Imagen 2 de 4Sete equipes internacionais de projeto são pré-selecionadas para o Museu do Batismo de Jesus na Jordânia - Imagen 3 de 4Sete equipes internacionais de projeto são pré-selecionadas para o Museu do Batismo de Jesus na Jordânia - Imagen 4 de 4Sete equipes internacionais de projeto são pré-selecionadas para o Museu do Batismo de Jesus na Jordânia - Mais Imagens+ 9

Carlo Ratti Associati apresenta novo centro cultural e palco ao ar livre em Adis Abeba, Etiópia

O escritório CRA-Carlo Ratti Associati revelou imagens do seu projeto para um novo centro cultural em Adis Abeba, capital da Etiópia. O projeto está localizado em Kazanchis, um bairro cultural, musical e histórico que atualmente passa por transformações como parte de um programa de renovação urbana liderado pelo governo, focado no desenvolvimento de corredores urbanos. O bairro abrigava a sede tradicional do Centro Cultural Fendika, um polo de artes tradicionais e experimentais da Etiópia, que foi demolido em 23 de outubro de 2024, após a área ser destinada à requalificação como parte de um processo de desocupação sistemática da região. Em reconhecimento à importância cultural do Fendika, a Prefeitura de Adis Abeba ofereceu à instituição a oportunidade de permanecer no local e reconstruir suas instalações de forma alinhada aos planos de desenvolvimento urbano para o bairro. O projeto do CRA responde a esse contexto com um palco aberto e um espaço cívico de quatro pavimentos.

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Guia essencial para integrar travertino em projetos de arquitetura e design de interiores

O travertino é um daqueles materiais que, independentemente da época, do tipo de edifício ou da corrente dominante, encontra seu lugar com naturalidade: seja em um projeto situado em uma cidade italiana ou, consistentemente, em diversas obras de Mies van der Rohe. Sua maior virtude talvez seja essa versatilidade que não se esgota nem se dilui, permitindo que, de tempos em tempos, ele resurja e seja redescoberto como um material relevante na produção arquitetônica. Hoje, continua sendo explorado em projetos contemporâneos por meio de novos formatos, combinações e aplicações que destacam sua continuidade visual, bem como sua textura e calidez, elementos que se alinham às linguagens materiais da arquitetura atual.

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Vozes da ArchDaily: Mohieldin Gamal

Nascido no Sudão e atualmente sediado em Londres, Mohieldin Gamal traz uma perspectiva única para a arquitetura, moldada por sua profunda conexão tanto com sua terra natal quanto com a prática global. Seu fascínio precoce pela arquitetura começou em 1995, durante a construção de sua escola primária, onde ele percebeu pela primeira vez a importância da materialidade, do design climático e do contexto histórico. Essas experiências formativas lançaram as bases para sua abordagem multifacetada da arquitetura, atuando tanto na prática profissional quanto na escrita.

Mohieldin estudou arquitetura na Universidade de Nottingham e adquiriu uma experiência valiosa trabalhando em renomados escritórios no Reino Unido. Em 2021, retornou ao Sudão para lecionar na Universidade de Cartum e ajudou a fundar a seção sudanesa do Docomomo, reforçando seu compromisso com a preservação e a promoção do patrimônio arquitetônico do país. Seu trabalho se concentra em explorar arquiteturas pouco documentadas e as complexas forças históricas, políticas e econômicas que moldam as práticas construtivas na África e em outras regiões.

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Precisão sem contato e a revolução dos sensores TOF em espaços públicos

Nas últimas décadas, uma revolução silenciosa vem transformando a maneira como interagimos com os objetos e sistemas no nosso cotidiano. O que antes exigia manivelas ou mecanismos rotativos, e posteriormente o pressionar de um botão, agora dá lugar a experiências cada vez mais fluidas, intuitivas e livres de toque. Essa mudança é evidente em banheiros públicos, onde a minimização do contato físico promove uma melhor higiene e reduz a propagação de patógenos. Ela também reflete uma transformação mais ampla nos paradigmas de conforto, acessibilidade e eficiência. Dispositivos sem toque, antes restritos a aplicações isoladas em hospitais, aeroportos ou edifícios corporativos, tornaram-se padrão em projetos que priorizam a experiência de uso e a sustentabilidade.

Pavilhão da Albânia explora as interseções entre arquitetura, história e identidade na Bienal de Veneza de 2025

Com curadoria de Anneke Abhelakh, o Pavilhão da Albânia na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2025, intitulado "Building Architecture Culture", explora como a arquitetura do país incorpora suas transformações políticas, culturais e sociais. O ambiente construído da Albânia reflete uma história de diversas camadas, desde o domínio otomano e italiano até o isolamento comunista e a transformação pós-socialista, cada período deixando marcas visíveis em suas cidades e espaços públicos. O pavilhão examina como a arquitetura tanto responde quanto molda a memória coletiva, o espaço público e o engajamento cívico, estruturando essas questões sob as perspectivas do passado, do presente e do futuro.

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Complexo de uso misto do BIG na Mesquit Street é aprovado pela Câmara Municipal de Los Angeles

Em dezembro de 2016, o BIG revelou as primeiras imagens de uma superestrutura de concreto para o Arts District de Los Angeles. O projeto, um complexo de uso misto chamado 670 Mesquit, foi originalmente planejado para cobrir cerca de 242.000 metros quadrados (2,6 milhões de pés quadrados) e incluir escritórios, unidades residenciais e dois hotéis, marcando o primeiro projeto do escritório BIG em Los Angeles. Em julho de 2025, quase nove anos após a proposta original, a Câmara Municipal de Los Angeles aprovou o projeto, que deverá ser construído em várias fases.

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Além da animação: a abordagem do Studio Ghibli e da Disney ao design de parques temáticos centrado nas crianças

No que diz respeito a projetar para a imaginação infantil, o panorama da arquitetura apresenta duas filosofias distintas. A Disneyland e o Studio Ghibli, ambos mestres na narrativa imaginativa, representam essa divisão fundamental. Suas abordagens, longe de serem casuais, refletem visões divergentes sobre como as crianças vivenciam e interagem com o espaço. Um dos modelos proporciona o espetáculo de uma fantasia construída, ao passo que o outro oferece uma paisagem propícia para uma magia latente. Esses dois modelos colocam os/as arquitetos/as diante de uma escolha fundamental ao abordar esse tipo de projeto: desenhar espaços que atendam à necessidade inata da criança por descobertas sensoriais e pessoais, ou criar uma fantasia que dialogue com sua capacidade crescente de compreender narrativas e espaços mais complexos.

Além da animação: a abordagem do Studio Ghibli e da Disney ao design de parques temáticos centrado nas crianças - Image 1 of 4Além da animação: a abordagem do Studio Ghibli e da Disney ao design de parques temáticos centrado nas crianças - Image 2 of 4Além da animação: a abordagem do Studio Ghibli e da Disney ao design de parques temáticos centrado nas crianças - Image 3 of 4Além da animação: a abordagem do Studio Ghibli e da Disney ao design de parques temáticos centrado nas crianças - Image 4 of 4Além da animação: a abordagem do Studio Ghibli e da Disney ao design de parques temáticos centrado nas crianças - Mais Imagens+ 6

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Construindo cidades para crianças: ruas que desaceleram, brincam e ensinam

Historicamente, o conceito de infância como o conhecemos hoje simplesmente não existia e, até a Idade Média, as crianças eram vistas como adultos em miniatura. Segundo o historiador Philippe Ariès, foi apenas a partir do século XVII que a infância começou a ser compreendida como uma etapa distinta do desenvolvimento, que exigia cuidados, educação e proteção específicos. No entanto, essa evolução no reconhecimento não se refletiu de forma consistente no desenho e na organização do espaço urbano.

Foster + Partners redesenha o Centro de Treinamento de Carrington do Manchester United

O escritório Foster + Partners concluiu a modernização do edifício do time principal masculino do Manchester United no Carrington Training Complex. O projeto reformula a estrutura de 1999 para criar um ambiente colaborativo e de alto desempenho para jogadores e equipe, integrando novas instalações e preservando grande parte da estrutura original do edifício. A reforma introduz grandes janelas e claraboias para trazer luz natural para o interior dos pavimentos, complementadas por painéis de madeira que conferem calor e uma sensação de permanência. Sistemas prediais integrados (MEP) melhoram o desempenho operacional do edifício, a eficiência energética e a experiência geral de seus/suas usuários/as.

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Dia Internacional da Juventude: Três iniciativas educacionais para a transformação urbana liderada pela comunidade

O dia 12 de agosto, instituído pelas Nações Unidas como o Dia Internacional da Juventude desde 1998, foi concebido como uma oportunidade para trazer as questões da juventude para o centro da agenda internacional e celebrar as contribuições dos jovens para a sociedade global atual. A cada ano, a celebração se concentra em um tema específico. Em 2025, o tema é "Ações Locais da Juventude para os ODS e Além", enfatizando o papel dos jovens na transformação de ambições globais em realidades impulsionadas pelas comunidades. O objetivo é destacar como a juventude ajuda a implementar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) em contextos locais, estreitando a distância entre as políticas públicas e a prática. Alinhados a esse propósito, apresentamos três programas educacionais na Romênia, no Reino Unido e nos Estados Unidos que capacitam os jovens a aprofundar sua compreensão sobre o ambiente construído e a vislumbrar um futuro urbano mais sustentável e acolhedor para as pessoas.

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O Método Barcelona: Como os dados climáticos estão salvando a arquitetura histórica da obsolescência por carbono

Em distritos históricos de Praga a Paris, uma contagem regressiva começou: o tempo restante para que incontáveis tesouros arquitetônicos se tornem, literalmente, sem valor. Não pela erosão lenta do tempo ou pelas mudanças erráticas do gosto cultural, mas pela matemática inevitável da química atmosférica. Em UrbanDecarbonisation: Destranding Cities for a Post-fossil Future, Paolo Cresci, Francesca Galeazzi e Aurel von Richthofen introduzem o conceito de "carbon stranding" (desvalorização por emissões de carbono), um cenário no qual edifícios se tornam financeiramente inviáveis devido ao endurecimento das regulamentações de carbono. Isso ameaça tornar distritos históricos inteiros financeiramente obsoletos antes mesmo de completarem seus centenários.

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Mauro Marinelli vence o Prêmio Wheelwright 2025 por pesquisa sobre arquitetura de montanha nos Alpes, Andes e Himalaia

A Harvard University Graduate School of Design (GSD) anunciou Maura Marinelli, cofundador/a da franzosomarinelli, como vencedor/a do Wheelwright Prize de 2025. O subsídio anual de US$ 100.000 apoia arquitetos/as emergentes na realização de pesquisas investigativas que abordam desafios arquitetônicos contemporâneos sob uma perspectiva global. A proposta vencedora de Marinelli, "Topographies of Resistance: Architecture and the Survival of Cultures", explora como a arquitetura pode sustentar e revitalizar regiões rurais e montanhosas que enfrentam as mudanças climáticas, limitações de infraestrutura e a erosão cultural. A pesquisa busca desenvolver estratégias de projeto que promovam a autonomia, a sustentabilidade e a identidade local, comparando contextos nos Alpes, nos Andes e no Himalaia. Por meio de trabalho de campo e análises, o projeto busca propor abordagens arquitetônicas que empoderem as comunidades e desafiem perspectivas urbanocêntricas.

O Pavilhão da França explora conceitos de “viver com” na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025

A exposição do pavilhão francês, intitulada "Vivre avec / Living with", foi desenvolvida pelo escritório Jakob+Macfarlane, de Dominique Jakob e Brendan MacFarlane, em colaboração com Martin Duplantier Architects e Eric Daniel Lacombe EDL. O projeto da França para a Bienal de Veneza de 2025 foi selecionado por meio de um concurso em duas etapas, que envolveu uma pré-seleção inicial de cinco equipes entre 45 candidatas, seguida de uma apresentação detalhada do projeto. A proposta vencedora se concentra na capacidade da arquitetura de enfrentar desafios globais, tais como as mudanças climáticas, os conflitos e a instabilidade, utilizando uma combinação de inteligência natural, humana e artificial.

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De Pequena Veneza a Veneza: A Narrativa do Pavilhão da Venezuela de Carlo Scarpa

Situado em meio à profusão de pavilhões nacionais grandiosos e cuidadosamente projetados no Giardini della Biennale, na cidade italiana de Veneza, encontra-se uma estrutura projetada por aquele que talvez seja o arquiteto moderno mais conhecido da região. Localizado entre os pavilhões da Rússia e da Suíça, o Pavilhão da Venezuela é de autoria de Carlo Scarpa. Em muitos aspectos, o edifício sintetiza a abordagem projetual de seu arquiteto, embora apresente idiossincrasias próprias. Construído para a mais importante exposição bienal de arte da Europa, o pavilhão integra um conjunto de estruturas modernistas que sucederam as primeiras edificações, de caráter mais classicista. Esta é a sua história.

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Laboratório rural: o campo como espaço de experimentação na América Latina

E se o futuro da arquitetura não estiver nas cidades, mas além delas? Há décadas, a urbanização domina discursos e estatísticas. Somos constantemente bombardeados por dados que confirmam a ubiquidade da condição urbana, mas raramente nos perguntamos o inverso: o que aqueles que se mudaram para a cidade deixaram para trás? O que permanece vivo e em transformação longe dos centros urbanos?

O campo — historicamente subestimado — tem emergido como um território fértil de possibilidades. Mais do que um "espaço marginalizado", o rural latino-americano se afirma hoje como um verdadeiro laboratório de experimentação arquitetônica, social e ecológica. De comunidades agroecológicas a tecnologias de baixo impacto, das relações entre humanos, máquinas e outros seres vivos às soluções locais para desafios globais como a crise climática, a segurança alimentar e a migração — o campo está redesenhando, com autonomia e inventividade, seu próprio futuro.

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Projetando com crianças: 5 projetos participativos que empoderam o público jovem

Um bom design deve se adaptar às necessidades de quem o utiliza, e o design participativo busca reduzir a distância entre os/as arquitetos/as e as pessoas para as quais o projeto é concebido. Nesse sentido, projetos para crianças que as acolhem como protagonistas no processo de desenvolvimento demonstram como o potencial da escuta ativa e do codesign se reflete em espaços adaptados a uma escala menor e a um público em fase de aprendizado intenso.

Sejam jardins de infância, escolas, centros comunitários ou espaços públicos, os projetos participativos com crianças mostram como o processo de projeto pode ser uma troca enriquecedora para ambos os lados. Por um lado, as crianças aprendem sobre materiais, escalas, tomada de decisões e desenvolvem a consciência espacial. Por outro lado, os/as profissionais de arquitetura responsáveis por concretizar os desejos e necessidades desse público jovem podem exercitar a sensibilidade e a imaginação, reconhecendo uma visão de mundo diferente, focada na descoberta. Tudo isso se torna possível por meio da escuta e do diálogo aberto entre diferentes faixas etárias.

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Pavilhão da Colômbia na Expo Osaka 2025 apresenta um "cubo de gelo" dinâmico que brinca com a forma e a luz

O Pavilhão da Colômbia na Expo Osaka 2025 adota o tema "CUBO DE GELO" (ICE CUBE), inspirado na cena da obra Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez, em que um menino conhece o gelo pela primeira vez. Traduzindo essa referência literária para a forma construída, o pavilhão apresenta uma fachada de cubos translúcidos dispostos em diferentes ângulos, criando uma sensação de movimento e articulação. Projetado pela MORF Inc., com Karim Chahal na direção de projeto e Ko Oono como arquiteto/a principal, o exterior é composto por painéis de policarbonato semitransparentes integrados a uma iluminação com controle de cores, o que permite que a fachada mude de aparência ao longo do dia e da noite.

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