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Projetar para a densidade: como os princípios modernistas continuam a moldar as soluções de habitação social hoje

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Ao discutir o modo de vida modernista, vários projetos residenciais privados icônicos podem vir à mente primeiro — a Villa Savoye de Le Corbusier, as Case Study Houses, notadamente de Richard Neutra, Pierre Koenig e Charles e Ray Eames, bem como as casas de vidro de Mies van der Rohe e Philip Johnson. A maioria desses projetos exemplificava uma visão idealizada do morar moderno, inserida em paisagens pitorescas e caracterizada pela experimentação com novos métodos construtivos, materiais e conceitos espaciais. Seus projetos abraçavam a abertura, diluindo os limites entre os espaços público e privado, em grande parte livres de restrições como densidade, eficiência, acessibilidade, integração com o transporte público ou considerações comunitárias.

Embora essas residências modernas continuem influentes no design residencial contemporâneo, elas também — talvez de forma inesperada — lançaram as bases para os princípios da habitação de alta densidade. Conceitos como a relação entre espaço público e privado, a construção modular e a pré-fabricação, inicialmente explorados nessas residências unifamiliares privadas, foram adaptados às restrições vastamente diferentes da habitação social. 

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Pedagogia Lúdica: 4 projetos que utilizam a topografia para redefinir os ambientes de aprendizagem infantil na China

A arquitetura educacional em todo o mundo passa por uma transformação significativa, distanciando-se de projetos estáticos e rígidos em direção a ambientes integrados à natureza, mais dinâmicos e interativos. Com o aumento da densidade nas cidades e a consequente redução de terrenos disponíveis, as equipes de arquitetura reimaginam as escolas não apenas como locais de aprendizado, mas como ecossistemas onde as crianças podem se desenvolver de forma holística. Um elemento fundamental nessa mudança é a integração do paisagismo e do desenho topográfico, permitindo que as escolas transcendam as fronteiras tradicionais ao combinarem educação, lazer, exploração e conexão com a natureza. Esses projetos buscam criar espaços envolventes que desafiam as crianças a interagir com o ambiente física e emocionalmente, estimulando a criatividade, a independência e o bem-estar. Ao sobrepor elementos naturais — como taludes, jardins, terraços e estruturas lúdicas — aos planos arquitetônicos, os espaços educacionais são reconfigurados em paisagens vibrantes e multidimensionais que incentivam o movimento, a imaginação e a descoberta.

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Elemental, de Alejandro Aravena, e Holcim colaboram em habitação de carbono neutro na Bienal de Veneza 2025

De 10 de maio a 23 de novembro de 2025, um projeto de habitação neutro em carbono projetado pelo Elemental, escritório liderado pelo vencedor do Prêmio Pritzker Alejandro Aravena, será exibido na Bienal de Arquitetura de Veneza. O projeto busca combinar a experiência do escritório chileno em habitação social com os produtos de construção da Holcim (empresa por trás da Holcim Foundation) para criar um protótipo de moradia resiliente e acessível.

O projeto incorpora um tipo específico de concreto de baixo carbono, que visa emitir 30% menos CO₂ do que o concreto convencional. O protótipo será apresentado na exposição Time Space Existence, organizada pelo Centro Cultural Europeu. O objetivo do projeto é testar a sustentabilidade de um protótipo residencial em resposta às crises climáticas e humanitárias atuais.

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Pavilhão Nacional dos Emirados Árabes Unidos destaca a segurança alimentar na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2025, liderado por Azza Aboualam

O Pavilhão Nacional dos Emirados Árabes Unidos inaugurou na 19ª Exposição Internacional de Arquitetura - La Biennale di Venezia com a mostra intitulada Pressure Cooker. Com curadoria de Azza Aboualam, arquiteto/a dos Emirados Árabes Unidos, professor/a assistente na Universidade Zayed e cofundador/a do Holesum Studio, a exposição investiga a evolução da relação entre arquitetura e produção de alimentos nos EAU, propondo soluções inovadoras para sistemas alimentares sustentáveis e autossuficientes. Ao posicionar o ambiente construído como um catalisador para a resiliência ecológica, a mostra questiona: Diante dos desafios climáticos e de recursos, de que maneira o design pode moldar sistemas alimentares mais seguros e sustentáveis?

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Modernismo Reconsiderado: Revisitando a complexa relação do movimento com a sustentabilidade

O Modernismo surgiu no início do século XX como um movimento revolucionário que rejeitava os estilos históricos, priorizando a funcionalidade, a inovação e a racionalidade. Fundamentado na promessa do progresso industrial, nomes da arquitetura como Walter Gropius, Le Corbusier e Ludwig Mies van der Rohe defenderam o uso de novos materiais e métodos construtivos, buscando uma linguagem arquitetônica universal. Suas obras introduziram ideias radicais: plantas livres, extensas superfícies envidraçadas para a entrada de luz natural e pilotis que elevavam as estruturas, simbolizando uma nova era arquitetônica. Contudo, paralelamente às suas ideias inovadoras, a relação do modernismo com a sustentabilidade tem gerado debates contínuos.

Embora a arquitetura modernista buscasse responder a desafios sociais e econômicos por meio de habitações acessíveis e de um design eficiente, sua dependência de materiais com alta intensidade energética, como o concreto e o aço, gerou consequências ambientais imprevistas. A industrialização em larga escala, celebrada pelo modernismo, frequentemente desconsiderava os climas locais e os sistemas ecológicos, resultando em ineficiências. Ainda assim, os princípios de funcionalidade e adaptabilidade intrínsecos à arquitetura modernista lançaram as bases para o que hoje reconhecemos como práticas sustentáveis. Dos terraços-jardim de Le Corbusier à integração com a natureza de Frank Lloyd Wright, as sementes de um projeto ambientalmente consciente estavam inegavelmente presentes, embora limitadas em sua execução.

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Um Éden no ambiente de trabalho: módulos flexíveis com design biofílico e centrado no ser humano

Winston Churchill declarou sabiamente uma vez: "Nós moldamos nossos edifícios e, por sua vez, eles nos moldam", uma reflexão que destaca como a arquitetura, em sua natureza dinâmica, responde às necessidades funcionais e molda as experiências das pessoas que utilizam os espaços. Os ambientes de trabalho não são exceção, evoluindo junto às transformações sociais e tecnológicas que redefiniram nossa compreensão das interações organizacionais. Quase em um piscar de olhos, os antigos e restritivos cubículos e escritórios fechados deram lugar a layouts abertos, enquanto modelos híbridos transformaram os escritórios em espaços de destino. Elementos de mobiliário, como as cabines acústicas (pods), estão na vanguarda dessa mudança — equilibrando colaboração e privacidade. Projetadas para se adaptar, elas evoluem continuamente junto às demandas dinâmicas dos espaços de trabalho modernos e de quem os habita.

Pavilhão da Áustria na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025 terá como foco a migração e a habitação acessível

O que define uma boa habitação e um bom ambiente de vida? Qual estrutura política é necessária para criá-los? Como podemos projetar moradias acessíveis e socialmente justas? E quais estratégias levam aos melhores resultados? Estas são as perguntas que norteiam a proposta de Lorenzo Romito, Sabine Pollak e Michael Obrist para o Pavilhão da Áustria na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025. O edifício, projetado por Josef Hoffmann e inaugurado em 1934, se tornará um espaço interativo com a abertura da "Agency for Better Living" (Agência para um Viver Melhor), uma exposição dedicada a explorar a nova dimensão política do direito fundamental à moradia. A proposta toma como ponto de partida a comparação de modelos de habitação social em Viena e Roma, criando um espaço de compartilhamento de ideias sobre um viver melhor para todas as pessoas.

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Museu do Louvre, em Paris, anuncia grande reforma, incluindo nova entrada e uma galeria dedicada à Mona Lisa

O presidente francês Emmanuel Macron anunciou um importante plano de reforma para o Louvre, após preocupações manifestadas pela direção do museu a respeito do estado de deterioração do edifício. O projeto inclui a criação de uma nova entrada monumental e reformas mais amplas em todo o complexo histórico.

A reforma ocorre após uma carta enviada pela direção do Louvre, sob a gestão de Laurence des Cars, ao Ministério da Cultura da França, alertando sobre graves problemas de manutenção que afetam tanto visitantes quanto funcionários/as. Segundo a carta, publicada originalmente pelo Le Parisien, as condições no interior do museu tornaram-se cada vez mais difíceis, com escassez de áreas de descanso para o público, serviços de alimentação e sanitários insuficientes, além de uma sinalização desatualizada que necessita de reformulação completa. O documento também aponta falhas na climatização, descrevendo um efeito estufa no interior da pirâmide de vidro de 36 anos projetada por I.M. Pei, bem como goteiras e oscilações térmicas perigosas em outras áreas do edifício.

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A revolução modernista de Tegucigalpa: Metroplan e a mudança na identidade urbana de Honduras nos anos 1970

Em 1975, Honduras estava sob um regime militar que já durava mais de uma década, liderado na época pelo general Juan Alberto Melgar Castro. Durante esse período, Tegucigalpa passou por transformações profundas e sem precedentes. O afluxo de pessoas vindas de várias partes do país devido à migração rural transformou a cidade de uma área urbana compacta em uma metrópole em expansão. Esse crescimento inesperado levou o governo a implementar um plano de desenvolvimento e planejamento municipal, projeto que viria a definir o futuro da cidade e a evolução de seu centro histórico. Este artigo foi desenvolvido com a colaboração do arquiteto hondurenho Lisandro Calderón, especialista em Planejamento Urbano e atualmente professor da Universidade Tecnológica de Centro-América (UNITEC), localizada em Tegucigalpa, Honduras.

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Uma tradição cultural, arquitetônica e territorial: casas que reciclam e valorizam as telhas de madeira no Chile

Em um declive, às margens de um rio, entre árvores ou em meio a uma extensa encosta, cada território constitui um testemunho vivo de suas próprias tradições locais. Por meio de sua arquitetura, a experimentação, a valorização e o uso de determinados materiais, técnicas construtivas, ofícios e ferramentas locais buscam promover a perenidade de histórias e transmitir as descobertas e aprendizados que deram origem a várias das práticas empregadas na construção até os dias de hoje. No Chile, a linguagem das tejuelas evoca uma reflexão a partir da história e do conhecimento de relações, tempos e redes de vida.

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Do descartável ao sustentável: a transformação do poliuretano reciclado em produtos de alto desempenho

O poliuretano (PU) surgiu como solução para a escassez de recursos na década de 1930, mas hoje consolidou-se como um material fundamental em diversos setores, desde o isolamento térmico até o estofamento. Desenvolvido em 1937 por Otto Bayer e sua equipe na Alemanha, o PU foi concebido originalmente como uma alternativa econômica e versátil à borracha. O material rapidamente ganhou popularidade em revestimentos e adesivos devido à sua forte aderência e propriedades protetoras. O poliuretano é produzido pela reação entre polióis e isocianatos que, ao gerar calor na presença de agentes de expansão (como água ou gases), cria bolhas que expandem o material, resultando em uma espuma de densidade e estrutura ajustáveis. Essa flexibilidade permitiu que o PU revolucionasse indústrias inteiras com produtos voltados ao isolamento e ao preenchimento. No entanto, sua durabilidade e natureza não biodegradável geraram crescentes preocupações ambientais. Diante disso, empresas como a Purman lideram iniciativas de reciclagem de resíduos de PU, ajudando a mitigar seu impacto ambiental ao mesmo tempo em que promovem alternativas mais sustentáveis.

James Turrell revela obra monumental comissionada para o Wadi AlFann em AlUla

O AlUla Arts Festival, que acontece de 16 de janeiro a 22 de fevereiro de 2025, apresenta uma importante exposição de obras do renomado artista de Luz e Espaço James Turrell. Apresentada pelo Wadi AlFann, a mostra, sob curadoria de Michael Govan, do LACMA, oferece uma prévia exclusiva da futura instalação monumental de Turrell para o Wadi AlFann, um vasto destino de arte contemporânea na região de AlUla, no noroeste da Arábia Saudita. Localizada no Distrito de Artes de AlJadidah, na parte histórica da cidade de AlUla, a exposição contextualiza o ambicioso projeto de Turrell, que consistirá na criação de uma série de câmaras escavadas no solo do cânion, projetadas para proporcionar uma experiência sensorial de luz, cor e percepção.

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Pavilhão da Hungria revela projeto para a Expo 2025 em Osaka, Japão

O Pavilhão da Hungria na Expo 2025 em Osaka foi projetado para refletir o tema central do evento, "Projetando a Sociedade do Futuro para Nossas Vidas." O projeto explora a relação entre o ser humano e a natureza, enfatizando o patrimônio cultural e a sustentabilidade por meio de sua arquitetura e expografia. O pavilhão oferecerá uma experiência imersiva centrada na música, na herança cultural e na conexão entre as pessoas e seu entorno.

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Prêmio ArchDaily Building of the Year 2025

Boas-vindas ao ArchDaily Building of the Year Awards! Em sua 16ª edição, esta premiação continua sendo o reconhecimento mais democrático da arquitetura, celebrando a excelência e a inovação no ambiente construído. Com mais de 4.000 projetos participantes todos os anos, o prêmio se tornou uma referência global, impulsionado pelas vozes de nosso público leitor apaixonado por arquitetura.

A cada ano, seus votos moldam o futuro da disciplina, destacando os projetos mais extraordinários que desafiam limites e redefinem possibilidades. Ao iniciarmos mais esta jornada, convidamos você a fazer parte desta celebração coletiva, que homenageia a diversidade, a criatividade e a engenhosidade na arquitetura e no design. Juntos, vamos reconhecer e valorizar as obras que inspiram, desafiam e moldam o nosso mundo. Deixe seu voto e ajude a definir a arquitetura de hoje e de amanhã!

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Design voltado para as redes sociais: a arquitetura está se adaptando às tendências virais e aos algoritmos?

"Eu vi no Instagram!" Esta é uma frase recorrente em vários contextos, desde a recomendação do restaurante mais recente até o hotel mais badalado da cidade. A janela para observar e nos expor ao mundo exterior agora cabe na tela de nossos smartphones. Isso não significa necessariamente que tudo seja um cenário desolador. Ainda assim, reflete o fato de que somos constantemente inundados por dados e informações segmentados por algoritmos, tudo em um formato extremamente fácil de consumir. No mundo atual, bastam alguns segundos para se ter uma impressão duradoura de um edifício e de sua atmosfera — e essas primeiras impressões importam mais do que costumamos perceber.

Redefinindo o morar compacto: conheça o vencedor de € 40.000 do Concurso Kingspan-Buildner Microhomeof

No mundo da arquitetura, os concursos costumam servir de plataforma para a criatividade, a experimentação e a resolução de problemas. Para Daniel Rojas, sócio-fundador do Wandrian Studios, vencer o concurso MICROHOME 2023-2024, promovido pela Buildner e pela Kingspan, foi um momento transformador. Seu projeto, Urban Residential Pods, enfrenta a crise global de habitação ao reimaginar escritórios ociosos como moradias compactas e sustentáveis.

A proposta de Rojas equilibra inovação, funcionalidade e sustentabilidade, oferecendo um vislumbre de como a arquitetura pode responder a alguns dos desafios mais urgentes da atualidade. Com a aproximação da próxima edição do concurso, Rojas compartilha reflexões sobre seu projeto vencedor e oferece conselhos para futuros participantes.

Visite o site do concurso MICROHOME para obter detalhes sobre a edição de 2025, que está com inscrições abertas até o dia 13 de fevereiro.

Asif Khan reimagina cinema da era soviética como o primeiro polo cultural independente do Cazaquistão

O/A arquiteto/a britânico/a Asif Khan acaba de revelar o projeto de transformação de um cinema da era soviética em Almaty, no Cazaquistão, no Centro de Cultura Contemporânea Tselinny, um espaço multifuncional projetado para apoiar o desenvolvimento de profissionais criativos/as cazaques e da Ásia Central. O projeto, iniciado em 2018, tem inauguração prevista para abril e contará com espaços para exposições de arte, performances, exibições de filmes, oficinas e outras atividades. Após a conclusão, o Centro Tselinny se tornará a primeira instituição cultural independente do Cazaquistão.

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Modernismo de Meados do Século e Ruralismo da Costa Leste: Um Estudo de Design Adaptativo

O modernismo mid-century, celebrado por sua simplicidade, funcionalidade e conexão direta com a natureza, costuma ser associado a ambientes urbanos e suburbanos. Contudo, seus princípios encontraram terreno fértil nas paisagens rurais da Costa Leste dos Estados Unidos. O movimento arquitetônico do pós-guerra, caracterizado por materiais inovadores, linhas limpas e harmonia com o entorno natural, revela sua adaptabilidade nas mãos de arquitetos/as e artesãos/ãs que atuavam nas regiões rurais da Costa Leste. Embora associado a áreas metropolitanas, sua adoção em contextos rurais revela uma narrativa fascinante de adaptação cultural e ambiental.

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Da colonização a Le Corbusier: o modernismo na Índia foi uma imposição ou um convite?

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Quando a Índia conquistou a independência em 1947, a nação enfrentou uma decisão que determinaria o rumo de seu futuro arquitetônico: tijolo ou concreto. Uma escolha de material aparentemente banal estava enraizada em uma divisão filosófica mais profunda entre dois caminhos possíveis para o ambiente construído da Índia pós-colonial. Figuras pioneiras na luta pela independência indiana tinham visões opostas — Mahatma Gandhi defendia o artesanato tradicional, enquanto Jawaharlal Nehru abraçava o modernismo. A arquitetura que se vê no subcontinente hoje é um mosaico de ambos, levantando a questão: o modernismo na Índia teria sido uma imposição estrangeira ou uma importação celebrada?

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Última chamada: Aproveite a oportunidade de se juntar aos principais agentes de mudança da sustentabilidade

O tempo está correndo para que arquitetos/as, urbanistas e engenheiros/as enviem seus projetos inovadores para o Holcim Foundation Awards. Com o encerramento das inscrições marcado para 11 de fevereiro de 2025, às 14h UTC, esta é a última oportunidade de obter reconhecimento global e concorrer a uma parte do prêmio total de US$ 1 milhão. A cerimônia de premiação acontecerá no Venice Forum em 20 de novembro de 2025, e os/as vencedores/as serão convidados/as a comparecer.

Foster + Partners revela duas novas torres residenciais no masterplan do King's Road Park, em Londres

A quarta fase do plano diretor (masterplan) de King's Road Park, projetada pelo escritório Foster + Partners para a incorporadora St William, recebeu aprovação detalhada de planejamento. Localizado no distrito londrino de Hammersmith & Fulham, o projeto é composto por duas torres residenciais de 28 e 38 pavimentos, um edifício-pódio de sete pavimentos e 1,9 acre (cerca de 0,8 hectare) de novas áreas verdes e espaços públicos abertos, totalizando 357 novas moradias. Os edifícios residenciais incorporam espaços de convivência, incluindo uma área de lazer no pavimento térreo e um jardim na cobertura protegido por uma cobertura de brises. O perfil esbelto das torres busca complementar a linha do horizonte urbana existente, apresentando painéis de terracota em uma referência aos estilos arquitetônicos locais.

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Bienal de Artes Islâmicas 2025 é inaugurada em Jeddah, Arábia Saudita

A segunda edição da Bienal de Artes Islâmicas, intitulada And All That Is In Between, abriu oficialmente em Jidá. Organizada pela Fundação Bienal de Diriyah, a bienal ocorre no Terminal Hajj Ocidental do Aeroporto Internacional Rei Abdulaziz, um local de profundo significado para milhões de peregrinos muçulmanos que viajam para o Hajj e a Umrah. A cenografia da exposição foi projetada pelo escritório internacional de arquitetura OMA, enriquecendo a experiência com uma narrativa espacial atenta. A mostra, que segue em cartaz até 25 de maio de 2025, explora como a fé é vivenciada, expressa e celebrada por meio do sentir, do pensar e do fazer.

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O impacto dos incêndios florestais nos códigos de construção: reflexões sobre os recentes incêndios em Los Angeles

Faz quase três semanas que teve início um dos incêndios florestais mais devastadores da Califórnia, mobilizando um esforço imenso para combater as chamas e mitigar novos danos. Enquanto as equipes de bombeiros trabalham para conter os focos restantes, a cidade se prepara para as primeiras chuvas significativas de inverno, o que gera preocupações sobre inundações e deslizamentos de terra que podem agravar a destruição já generalizada.

Diante desses desafios, o incêndio desencadeou uma ampla reflexão tanto em nível local quanto global. Surgiram discussões sobre temas como o sistema de seguros, a infraestrutura de combate ao fogo, os recursos hídricos, o papel do aquecimento global nas condições de ventos fortes que propagam as chamas e o impacto do paisagismo, sobretudo o uso de vegetação não nativa.

O impacto dos incêndios florestais nos códigos de construção: reflexões sobre os recentes incêndios em Los Angeles - Image 1 of 4O impacto dos incêndios florestais nos códigos de construção: reflexões sobre os recentes incêndios em Los Angeles - Image 2 of 4O impacto dos incêndios florestais nos códigos de construção: reflexões sobre os recentes incêndios em Los Angeles - Image 3 of 4O impacto dos incêndios florestais nos códigos de construção: reflexões sobre os recentes incêndios em Los Angeles - Image 4 of 4O impacto dos incêndios florestais nos códigos de construção: reflexões sobre os recentes incêndios em Los Angeles - Mais Imagens+ 3

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De casa a hotel: um comparativo de design em 20 banheiros

Os banheiros desempenham um papel significativo em nossas vidas diárias, cumprindo múltiplas funções que vão além da higiene básica. Pesquisas destacam sua importância como espaços de relaxamento, introspecção e bem-estar pessoal. O design e o conforto de um banheiro podem influenciar profundamente a maneira como começamos e terminamos o dia, moldando nossas rotinas com uma sensação de tranquilidade ou de desconforto. Ao viajar, os banheiros de hotéis costumam deixar uma impressão duradoura, pois um ambiente bem projetado e executado com esmero pode elevar significativamente a experiência geral de uma estadia.

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