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"É o momento de abrir a prática": Em conversa com Andrea Faraguna, curador(a) do Pavilhão do Bahrein

O arquiteto Andrea Faraguna é o curador do pavilhão nacional do Reino do Bahrein na 19ª Bienal de Arquitetura de Veneza. A exposição, intitulada Heatwave, consiste em uma instalação site-specific que explora estratégias de resfriamento passivo para espaços públicos, inspirada na arquitetura tradicional do Bahrein e reimaginada por meio de abordagens contemporâneas. Sua resposta técnica ao desafio global do aumento das temperaturas urbanas foi reconhecida pelo júri internacional da Bienal, que concedeu à mostra o Leão de Ouro de Melhor Participação Nacional deste ano. Durante a cobertura em Veneza, a equipe editorial do ArchDaily teve a oportunidade de conversar com o curador Andrea Faraguna sobre o contexto que deu origem ao pavilhão, os mecanismos implementados e sua perspectiva a respeito de eventos como a Bienal de Arquitetura de Veneza.

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Fondation Cartier anuncia planos de realocação em Paris, liderados por Jean Nouvel, durante evento colateral na Bienal de Veneza 2025

A Fondation Cartier pour l'art contemporain anunciou planos de se mudar para um edifício histórico na Place du Palais-Royal, em Paris. Construído originalmente em 1855, o edifício haussmaniano está sendo reimaginado pelo arquiteto Jean Nouvel, com abertura prevista para 25 de outubro de 2025. A colaboração entre a Fondation Cartier e Jean Nouvel remonta a 1994, quando o arquiteto projetou o "Monumento Parisiense", um edifício de vidro e aço no Boulevard Raspail que serve atualmente como sede da instituição.

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Entre a pedra e o design: 4 texturas e tons que se conectam com o entorno natural

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Em sua busca constante por criar espaços funcionais que também estabeleçam uma conexão visual e emocional com quem os habita, a arquitetura encontrou na natureza uma fonte de inspiração. Desde a proporção áurea, presente em estruturas biológicas, até o uso de materiais próprios do contexto, o ambiente natural oferece uma lição de formas e texturas que alimentam o pensamento arquitetônico. Um exemplo emblemático é a Casa da Cascata, onde a pedra atua como elemento de integração entre a construção e o seu entorno. Embora essa obra evidencie o potencial da pedra, sua presença e caráter evoluíram para novos formatos, como o porcelanato, ampliando as alternativas no design e consolidando a importância das texturas e tonalidades pétreas em projetos contemporâneos.

Da Tailândia ao México: conheça os 5 finalistas do Prêmio Début da Trienal de Lisboa 2025

A Trienal de Arquitetura de Lisboa revelou os cinco finalistas do Prêmio Début Millennium bcp 2025, que celebra práticas emergentes que estão redefinindo o papel da arquitetura em diferentes geografias e realidades. Distribuídos por três continentes, os escritórios finalistas apresentarão seus trabalhos durante os dias de abertura da Trienal (2 a 4 de outubro de 2025), em um evento público no qual será anunciado o vencedor.

Design Olfativo: Espaços que despertam memórias

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A cada uma das mais de 23.000 respirações diárias que realizamos, o ar viaja pelo sistema respiratório até os pulmões, onde ocorre uma troca gasosa vital: o oxigênio é absorvido e o dióxido de carbono é expelido. Esse ato involuntário e essencial também desencadeia outro processo, menos visível, mas profundamente impactante: a nossa percepção do olfato. À medida que o ar passa pela cavidade nasal, as moléculas de odor entram em contato com receptores olfativos localizados no epitélio olfativo. Esses receptores enviam sinais diretamente para o bulbo olfativo, que faz parte do sistema límbico — a área do cérebro associada à memória e às emoções. Longe de ser um sentido secundário, o olfato atua como uma ponte direta entre o ambiente e as nossas respostas emocionais mais profundas. Os aromas carregam o poder singular de evocar memórias vívidas, provocar conforto ou aversão imediata e influenciar nosso estado emocional de forma quase instantânea.

Governo do Reino Unido revela cinco projetos finalistas para o Memorial da Rainha Elizabeth II em Londres

O governo do Reino Unido revelou cinco conceitos de projeto selecionados para o Memorial da Rainha Elizabeth II, que será localizado na paisagem de grande importância histórica do St James's Park, em Londres. As propostas, agora acessíveis em uma recém-lançada galeria online, marcam uma etapa fundamental no desenvolvimento de uma homenagem nacional à falecida monarca. As opiniões do público sobre os projetos expostos serão coletadas até 19 de maio de 2025 e subsidiarão a decisão do Comitê sobre a equipe de projeto vencedora, cujo anúncio está previsto para o início do verão de 2025 no hemisfério norte. A revelação do desenho final está prevista para 2026, coincidindo com o centenário de nascimento da Rainha Elizabeth II.

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BIG apresenta masterplan para transformar o Hipódromo de Jebel Ali, em Dubai, em um distrito verde e caminhável

O escritório BIG–Bjarke Ingels Group foi contratado pela A.R.M. Holding para projetar a transformação do Hipódromo de Jebel Ali, em Dubai, em um novo distrito urbano de 5 quilômetros quadrados. A proposta está alinhada ao Plano Diretor Urbano de Dubai 2040, focado em melhorar a mobilidade de pedestres como um pilar para promover o desenvolvimento urbano sustentável. O plano diretor é estruturado em torno de um parque central, que reconecta a área do antigo hipódromo à cidade.

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Modernismo e Tradição: A Influência da História de Milão nos Projetos de Gio Ponti

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A arquitetura é, por excelência, uma prática vinculada ao lugar. A quantidade de conhecimento local necessária para projetar um edifício faz com que os/as profissionais da arquitetura, mesmo com obras amplamente distribuídas, concentrem seus projetos construídos em cidades específicas. Giovanni "Gio" Ponti, nascido e criado na cidade italiana de Milão, é um desses profissionais. Seus projetos fora de Milão incluem o Denver Art Museum, nos EUA, e a Villa Planchart em Caracas, Venezuela, além de edifícios universitários em Pádua e Roma, e a Catedral de Taranto. No entanto, suas obras em sua cidade natal, como a Torre Pirelli, são as que melhor registram a evolução de sua arquitetura e sua contribuição para o design de produto e o mercado editorial.

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Primeiro vislumbre do projeto de Lina Ghotmeh para o primeiro pavilhão nacional permanente do Catar nos Giardini da Bienal de Veneza

O Qatar anunciou que a arquiteta Lina Ghotmeh, fundadora e diretora do escritório parisiense Lina Ghotmeh — Architecture, foi selecionada para projetar seu pavilhão nacional permanente no Giardini della Biennale, a sede histórica da Bienal de Veneza desde 1895. O novo edifício será construído em um terreno adjacente ao Pavilhão do Livro e foi encomendado por Sua Excelência Sheikha Al Mayassa em nome do Estado do Qatar. Com esta adição, o Qatar torna-se um dos apenas 31 países com um pavilhão permanente no Giardini, unindo-se a um grupo seleto de nações com espaços de exposição dedicados. Apenas dois novos pavilhões nacionais foram inaugurados ali nos últimos 50 anos: a Austrália em 1988 e a República da Coreia em 1996. O novo Pavilhão do Qatar, projetado por Lina Ghotmeh, servirá como uma plataforma permanente para expor as contribuições artísticas e arquitetônicas do país, com exposições rotativas apresentadas a cada edição da Bienal.

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Moldando o futuro dos espaços culturais no NEXT IN Summit 2025

Nos dias 23 e 24 de abril de 2025, no Campus ACCIONA, a segunda edição do NEXT IN Summit, organizada pela ACCIONA Living & Culture, reuniu líderes globais em museologia, arquitetura e arte. Inaugurado com a presença do prefeito de Madri, José Luis Martínez Almeida, o evento destacou as melhores práticas em projeto, gestão e inovação de espaços culturais. Figuras de destaque, como o arquiteto David Chipperfield, Glenn D. Lowry, diretor do MoMA, o artista digital Rafael Lozano-Hemmer e Mariët Westermann, diretora e CEO do Solomon R. Guggenheim Museum, lideraram as discussões sobre o futuro das instituições culturais.

Da floresta à estrutura: LEVER Architecture sobre design regenerativo e fornecimento de materiais

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Há um interesse renovado em como o alimento é produzido e em como sua criação afeta o bem-estar tanto da terra quanto das comunidades que ela sustenta. Uma mudança semelhante está ocorrendo na arquitetura, onde a cultura material surge como a espinha dorsal da inovação em design. A LEVER Architecture exemplifica esse movimento com seu modelo pioneiro "forest-to-frame" (da floresta à estrutura), uma abordagem que reimagina a arquitetura não como um processo extrativista, mas como uma força regenerativa com impactos positivos que se estendem muito além dos limites de qualquer canteiro de obras individual.

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EUmies Awards para Jovens Talentos 2025 revela os projetos finalistas na Bienal de Arquitetura de Veneza

A exposição "Intelligens. Talent. EUmies Awards. Young Talent 2025" foi inaugurada oficialmente como um Evento Colateral da 19ª Exposição Internacional de Arquitetura – La Biennale di Venezia. Organizada pela Fundació Mies van der Rohe com o apoio do Programa Europa Criativa da União Europeia, a mostra apresenta os projetos finalistas e pré-selecionados (Shortlist) do EUmies Awards na categoria Young Talent. O evento reúne 12 projetos de conclusão de mestrado de 11 escolas de arquitetura em 7 países, oferecendo uma visão abrangente das vozes emergentes na arquitetura, no urbanismo e no paisagismo.

No dia 19 de junho de 2025, a exposição será ampliada para incluir maquetes das três propostas vencedoras, que serão anunciadas durante o EUmies Awards Day 2025 no Palazzo Michiel, em Veneza. O evento também revelará as propostas vencedoras do Young Talent Open, iniciativa que expande o alcance da premiação para além dos países participantes do Europa Criativa, englobando candidaturas dos Estados-membros do Conselho da Europa e da região da Ásia-Pacífico. Todos os trabalhos selecionados serão documentados em uma publicação e incorporados ao Arquivo do EUmies Awards, contribuindo para um repositório crescente de experimentação e discurso arquitetônico.

Continue lendo para conhecer os 12 projetos finalistas do EUmies Awards Young Talent 2025.

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Pavilhão de Portugal na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025 apresenta uma alegoria imersiva do Paraíso

Sob o título Paraíso, hoje., a exposição que representa Portugal na 19ª Exposição Internacional de Arquitetura – La Biennale di Venezia aborda a arquitetura como uma construção cultural da paisagem. Com curadoria da equipe de arquitetura composta por Paula Melâneo, Pedro Bandeira e Luca Martinucci, em conjunto com a arquiteta paisagista Catarina Raposo e o videoartista Nuno Cera, a mostra apresenta uma instalação imersiva com vídeos criados a partir de novas tecnologias digitais e inteligência artificial, além de um Atlas de imagens. Em conjunto, esses elementos constroem uma exploração crítica sobre o tema proposto, a alegoria de um "Paraíso". Este ano, a representação portuguesa mudou de localização, transferindo-se do Palazzo Franchetti para o edifício Fondaco Marcello, junto ao Grande Canal de Veneza. A mostra permanecerá aberta ao público e acolherá um ciclo de debates até 23 de novembro de 2025.

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A inteligência do que resta: sobre o arquivamento e o conhecimento arquitetônico

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Quando se fala de inteligência na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2025, a exposição principal a categoriza amplamente em três domínios: natural, artificial e coletiva. Embora as atenções se voltem principalmente para as performances robóticas e para experimentos materiais de vanguarda—como os tijolos de esterco de elefante de Boonserm Premthada ou a fascinante exibição de picoplâncton do Canadá—, uma forma de inteligência coletiva frequentemente negligenciada, porém fundamental, reside no ato de arquivar.

Diversos pavilhões nacionais expõem essa inteligência coletiva por meio de mostras belamente curadas—o Pavilhão da Espanha, por exemplo, com seu jogo perspicaz de escalas, apresenta maquetes meticulosamente elaboradas que convidam a uma leitura atenta e ao encantamento. Essas coleções curadas oferecem um retrato do presente e, em alguns casos, acenam para o futuro. No entanto, sem um envolvimento crítico com o passado, sem documentar e dar sentido ao nosso conhecimento espacial e arquitetônico compartilhado, o potencial da inteligência coletiva permanece incompleto. O arquivamento não é um mero ato de preservação; trata-se de uma ferramenta generativa para projetar novos futuros.

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Além do Projeto: Arquivando a Arquitetura como Inteligência Coletiva

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Quando se fala sobre a inteligência futura da arquitetura, grande parte do esforço histórico tem se concentrado em expandir limites — desafiando normas, explorando alternativas e projetando visões ousadas do que a arquitetura pode vir a ser. O advento do modernismo exemplificou essa abordagem: novos materiais e métodos construtivos radicais deram origem a um futuro arquitetônico amplamente reimaginado. Esse impulso continua hoje, com instituições de pesquisa e escritórios de destaque explorando constantemente técnicas inovadoras, materiais e sistemas de manufatura.

No entanto, um método de imaginação dos futuros da arquitetura costuma ser negligenciado: o ato de revisitar o passado de forma crítica. Aprender com, revelar e documentar práticas espaciais e comunitárias menos conhecidas é igualmente essencial. Essas formas mais sutis de conhecimento — como os espaços foram usados, adaptados e habitados — podem revelar percepções duradouras que moldam futuros mais fundamentados e culturalmente ressonantes. Em vez de buscar a novidade pela novidade, talvez um caminho igualmente significativo consista em construir um arquivo arquitetônico coeso que conecte o passado e o futuro.

Além do Projeto: Arquivando a Arquitetura como Inteligência Coletiva - Imagen 1 de 4Além do Projeto: Arquivando a Arquitetura como Inteligência Coletiva - Imagen 2 de 4Além do Projeto: Arquivando a Arquitetura como Inteligência Coletiva - Imagen 3 de 4Além do Projeto: Arquivando a Arquitetura como Inteligência Coletiva - Imagen 4 de 4Além do Projeto: Arquivando a Arquitetura como Inteligência Coletiva - Mais Imagens+ 9

Bahrein vence o Leão de Ouro de Melhor Participação Nacional na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025

A exposição Heatwave, do Reino do Bahrein, com curadoria do arquiteto Andrea Faraguna, foi anunciada como a vencedora do Leão de Ouro de Melhor Participação Nacional na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025. O projeto vencedor foi selecionado por um júri internacional presidido pelo curador, crítico e historiador de arte suíço Hans Ulrich Obrist, e composto pela arquiteta, professora e curadora sul-africana Mpho Matsipa e pela curadora italiana Paola Antonelli. A cerimônia de premiação está sendo transmitida ao vivo da sede da Bienal, no palácio Ca' Giustinian. O pavilhão se destaca por abordar a questão urgente do calor extremo por meio de uma instalação *site-specific* que apresenta estratégias de resfriamento passivo enraizadas nas realidades climáticas e no contexto cultural do Bahrein.

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Como a arquitetura promove a interação social no cuidado: 9 instalações de cuidados para idosos no Japão

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O Japão, conhecido por sua elevada longevidade, enfrenta uma transição demográfica crítica. À medida que o envelhecimento populacional avança, cresce também a demanda por espaços bem projetados e concebidos com sensibilidade para apoiar o cuidado de idosos. Tradicionalmente, a atividade de cuidar estava intrinsecamente ligada à vida familiar, recaindo frequentemente sobre as mulheres em uma sociedade patriarcal. No entanto, com a progressiva dissolução das famílias grandes tradicionais e a consolidação da família nuclear como norma, o cuidado de idosos passa a depender cada vez mais de serviços de assistência social e de instalações especializadas.

Esse cenário impõe um desafio arquitetônico profundo e crescente: como os ambientes de acolhimento podem não apenas atender às necessidades médicas e de enfermagem, mas também promover a dignidade individual, o conforto e interações humanas e não humanas? O projeto ideal para instalações de acolhimento de idosos equilibra a funcionalidade clínica com as nuances do cotidiano — para as próprias pessoas idosas, para aquelas que enfrentam dificuldades decorrentes de condições como a demência, para suas famílias e para os profissionais de cuidado que as apoiam.

Como a arquitetura promove a interação social no cuidado: 9 instalações de cuidados para idosos no Japão - Image 1 of 4Como a arquitetura promove a interação social no cuidado: 9 instalações de cuidados para idosos no Japão - Image 2 of 4Como a arquitetura promove a interação social no cuidado: 9 instalações de cuidados para idosos no Japão - Image 3 of 4Como a arquitetura promove a interação social no cuidado: 9 instalações de cuidados para idosos no Japão - Image 4 of 4Como a arquitetura promove a interação social no cuidado: 9 instalações de cuidados para idosos no Japão - Mais Imagens+ 17

Como poucos milímetros de uma base de ducha podem maximizar o espaço em banheiros compactos

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Paradoxalmente, o banheiro costuma ser, ao mesmo tempo, o cômodo mais compacto de uma residência e o de maior complexidade técnica: é ali que se cruzam as redes de eletricidade, água fria e quente, esgoto, ventilação e, frequentemente, gás. Por essa razão, seu projeto deve ser otimizado para acomodar tubulações, válvulas, ralos e conexões sem comprometer a estética ou a funcionalidade. A disposição estratégica de pontos hidráulicos, acessórios, armários e iluminação deve buscar a eficiência e a funcionalidade do espaço, idealmente transformando essas áreas tipicamente compactas em santuários confortáveis e visualmente atraentes. Cada decisão é fundamental — desde a seleção do produto até a altura de instalação de uma base de chuveiro.

“A arquitetura é sobrevivência”: Em conversa com o curador Carlo Ratti na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025

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A Bienal de Arquitetura de Veneza 2025, intitulada Intelligens. Natural. Artificial. Collective. e com curadoria de Carlo Ratti, acaba de abrir suas portas para a pré-abertura. Após a abertura oficial ao público no sábado, 10 de maio, a mostra seguirá até 23 de novembro de 2025. Diretamente de Veneza, o ArchDaily teve a oportunidade de conversar com o curador Carlo Ratti para discutir as primeiras impressões e os principais temas desta edição da Bienal. Reunindo 65 pavilhões nacionais, 11 eventos colaterais e mais de 300 contribuições de mais de 700 participantes, a Bienal de Arquitetura de Veneza 2025 promete ser a maior da história do evento.

A Bienal de Arquitetura de Veneza de 2025 abre no sábado, 10 de maio

A 19ª edição de um dos eventos de arquitetura mais renomados do mundo abre ao público esta semana. A Bienal de Arquitetura de Veneza 2025, intitulada Intelligens. Natural. Artificial. Collective. e com curadoria de Carlo Ratti, acontece de sábado, 10 de maio, a domingo, 23 de novembro de 2025. A edição deste ano se destaca tanto por sua escala quanto pela ampliação de seus locais de exposição, em parte devido às reformas em andamento em espaços tradicionais, como o Pavilhão Central no Giardini. O evento deve transformar Veneza no que o curador descreve como "um laboratório vivo".

A cerimônia de abertura, marcada para o dia 10 de maio, também contará com o anúncio dos prêmios oficiais pelo Júri Internacional, presidido por Hans Ulrich Obrist e composto por Paola Antonelli e Mpho Matsipa. Na ocasião, o Leão de Ouro pelo Conjunto da Obra será entregue à filósofa Donna Haraway, enquanto o Leão de Ouro Especial em Memória homenageará o falecido arquiteto Italo Rota. Paralelamente à exposição internacional, as participações nacionais e uma ampla variedade de eventos especiais explorarão a proposta da Bienal, tornando esta uma das maiores exposições de arquitetura de sua história.

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Pavilhão do Egito na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025 examina o equilíbrio entre conservação e desenvolvimento

Na 19ª Exposição Internacional de Arquitetura - La Biennale di Venezia, o Egito apresenta Let's Grasp the Mirage, seu pavilhão nacional que propõe uma exploração interativa da sustentabilidade através da lente simbólica do oásis egípcio. Com curadoria de Salah Zikri, Ebrahim Zakaria e Emad Fikry, e comissionado pelo Ministério da Cultura do Egito e pela Accademia d'Egitto, o projeto reflete sobre o delicado equilíbrio entre conservação e desenvolvimento, alinhando-se ao tema da Bienal de 2025: "Intelligens. Natural. Artificial. Collective."

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Global Award for Sustainable Architecture anuncia seus laureados de 2025 em Veneza

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O Global Award for Sustainable Architecture, criado em 2006 pela arquiteta e acadêmica Jana Revedin, reconhece anualmente cinco arquitetos/as — ou escritórios — de todo o mundo cujas práticas se baseiam nos princípios do desenvolvimento sustentável, do design participativo e de uma abordagem voltada para a comunidade. Esse reconhecimento alinha-se à urgência global em torno das questões prementes de hoje — as crises ecológica e climática, bem como os desafios sociais, culturais e econômicos. Reconhecendo o papel fundamental da arquitetura na modelagem do ambiente construído, o prêmio busca destacar o trabalho de criadores/as que enfrentam esses desafios com soluções inovadoras e criativas.

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Das falésias da Arábia Saudita aos vinhedos de Santorini, conheça 8 propostas de hotéis não construídos da comunidade do ArchDaily

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Os hotéis estão sendo cada vez mais projetados para além de meros locais de hospedagem. À medida que as expectativas em torno das viagens mudam, profissionais da arquitetura abordam projetos de hotelaria como oportunidades para explorar conceitos de contexto, experiência e identidade. Sejam integradas em paisagens remotas ou inseridas em ambientes urbanos densos, estas propostas examinam como a arquitetura pode moldar a experiência do hóspede por meio da organização espacial, da seleção de materiais e da conexão com o lugar. O hotel torna-se uma estrutura não apenas para o descanso, mas para a interação com o entorno, com o outro e com o próprio projeto.

A cada mês, a equipe editorial do ArchDaily cura uma seleção de projetos não construídos focados em uma tipologia ou tema comum. Enviadas por escritórios de todas as escalas e de várias partes do mundo, essas propostas representam a diversidade de abordagens na nossa comunidade global de arquitetura. A seleção deste mês foca em hotéis, indo desde as escultóricas Pistachio Villas em Ubud ao modular Dubai Edition Hotel e ao Terra Dionysia em Santorini, enraizado em um vinhedo. Juntos, esses projetos refletem um amplo espectro do pensamento arquitetônico voltado à hotelaria, desde a integração com a paisagem e referências culturais até questões de densidade e espaço público. O envio de projetos é aberto a todas as pessoas.

Das falésias da Arábia Saudita aos vinhedos de Santorini, conheça 8 propostas de hotéis não construídos da comunidade do ArchDaily - 18 的图像 4Das falésias da Arábia Saudita aos vinhedos de Santorini, conheça 8 propostas de hotéis não construídos da comunidade do ArchDaily - 24 的图像 4Das falésias da Arábia Saudita aos vinhedos de Santorini, conheça 8 propostas de hotéis não construídos da comunidade do ArchDaily - 40 的图像 4Das falésias da Arábia Saudita aos vinhedos de Santorini, conheça 8 propostas de hotéis não construídos da comunidade do ArchDaily - 51 的图像 4Das falésias da Arábia Saudita aos vinhedos de Santorini, conheça 8 propostas de hotéis não construídos da comunidade do ArchDaily - Mais Imagens+ 48

Rumo a uma arquitetura de múltiplas inteligências: como o conhecimento coletivo molda o ambiente construído

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À medida que a arquitetura navega por um mundo em rápida mudança, moldado pela urgência ecológica, pela transformação social e pela aceleração tecnológica, a noção de inteligência se transforma. Não mais restrita à cognição individual ou à computação artificial, a inteligência pode emergir da memória cultural, de práticas coletivas e de sistemas adaptativos. Nesse sentido mais amplo, a arquitetura torna-se um campo de convergência onde as inteligências natural, artificial e social se cruzam para oferecer novas formas de projetar e construir.

As tradições vernáculas incorporam gerações de conhecimento ambiental, frequentemente transmitidas por meio de materiais, técnicas de construção e lógicas espaciais finamente sintonizadas com as condições locais; as plataformas participativas expandem a tomada de decisões para comunidades mais amplas para que participem da modelagem de seus ambientes, redistribuindo a agência no processo de projeto; e os processos computacionais simulam e respondem a dados complexos em tempo real, trazendo a capacidade de analisar, simular e responder a variáveis complexas — sejam ambientais, sociais ou comportamentais — oferecendo novas formas de adaptabilidade.

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