Farrells, o escritório de arquitetura e desenho urbano com sede em Londres, anunciou hoje o falecimento de seu fundador, o arquiteto Sir Terry Farrell. A empresa destacou o compromisso de Farrell em questionar as convenções arquitetônicas e sua defesa de abordagens mais responsáveis, contextuais e voltadas para a comunidade no desenvolvimento urbano, buscando alternativas criativas à demolição e reconstrução em massa. Sua morte ocorre após o falecimento de seu antigo colaborador, Nicholas Grimshaw, com quem fundou a Farrell/Grimshaw Partnership em 1965. Juntos, eles produziram edifícios funcionalistas e modernos definidos por sua clareza estrutural, antes de Farrell consolidar sua voz independente como uma das principais figuras do pós-modernismo britânico, projetando algumas das obras mais reconhecidas do movimento, incluindo o Edifício do MI6, em Londres, e os estúdios da TV-am, em Camden.
"A praça pública e a infraestrutura cívica são a linha de frente contra esse tipo de ataque", proclamou o/a então presidente do American Institute of Architects, Thomas Vonier. As décadas decorridas desde o 11 de setembro e a violência em massa pressionaram as cidades, tanto nos Estados Unidos quanto globalmente, a reconsiderar o significado de "segurança". Trata-se de barreiras, balizadores e vigilância? Ou de confiança, visibilidade, evidências e resiliência? Diversos projetos enfrentam essas questões em diferentes escalas para demonstrar como a arquitetura e o pensamento forense podem, coletivamente, proteger as comunidades e a vida cívica.
Com "The Rock", a fabricante de metais Dornbracht apresenta sua primeira Atelier Edition. As linhas claras do clássico MEM encontram manípulos expressivos em formato de rocha, feitos de metal maciço e com acabamento em Brushed Dark Platinum. Imagem cortesia de Dornbracht
Em uma era de precisão digital, automação por IA e reprodutibilidade em massa, o valor do fazer artesanal humano está sendo ressignificado, e não perdido. É justamente nessa interseção entre a lógica da máquina e a intuição da matéria que a Dornbracht, fabricante alemã consagrada por seus metais esculturais, lança The Rock, a peça de estreia de sua nova linha Atelier Editions.
Inspirado na força primordial da pedra natural, The Rock é um manípulo que se apresenta como um objeto tátil e expressivo, devolvendo individualidade e sensualidade ao cenário contemporâneo de banheiros e cozinhas. Revisitando a icônica série MEM, o design introduz um manípulo ousado de formas orgânicas, usinado a partir de metal maciço com acabamento manual artesanal. Cada peça torna-se uma criação singular, onde a precisão industrial se encontra com a intimidade do feito à mão.
A primeira fase do Centro Nacional de Artes Cênicas de Barbados, projetado pelo escritório Adjaye Associates, foi oficialmente inaugurada em Bridgetown, marcando o início de uma importante iniciativa cultural. Originalmente concebida como uma estrutura temporária em formato de pavilhão para o Carifesta XV, a construção de madeira funciona tanto como um espaço funcional para apresentações quanto como a base para o futuro complexo permanente de 7.900 metros quadrados (85.000 pés quadrados), com conclusão prevista para 2026. Desenvolvido em colaboração com a empresa de engenharia estrutural StructureCraft, o projeto apresenta construção em madeira engenheirada, estratégias de projeto de baixo carbono e o reuso adaptativo de componentes. Essa abordagem proporciona à população de Barbados um espaço de "uso temporário", ao mesmo tempo em que lança as bases para um futuro polo nacional dentro do Barbados Heritage District.
O Pavilhão do Brasil na 19ª Mostra Internacional de Arquitetura – La Biennale di Venezia, aberta desde 10 de maio de 2025, tem curadoria do Plano Coletivo, grupo formado por profissionais da arquitetura Luciana Saboia, Eder Alencar e Matheus Seco. Sob o título "(RE)INVENÇÃO", a exposição representa o Brasil por meio de uma abordagem multidisciplinar que conecta arquitetura, natureza e infraestrutura social. Apresentado no pavilhão do Giardini, o projeto é organizado pela Fundação Bienal de São Paulo em colaboração com o Ministério da Cultura e o Ministério das Relações Exteriores do Brasil. A exposição reflete sobre a recente descoberta arqueológica de infraestrutura ancestral na Amazônia para examinar as contradições socioambientais das cidades contemporâneas, convidando o público visitante a aprender com o conhecimento ancestral e a explorar a interdependência entre seres humanos, terra e natureza como base para futuros mais sustentáveis.
O som, quando emitido por uma fonte — seja uma pessoa ou um equipamento —, propaga-se em todas as direções pelo espaço, sendo refletido, absorvido, transmitido ou difratado ao encontrar superfícies e objetos. Como resultado, cada ambiente possui sua própria qualidade acústica, muitas vezes difícil de perceber sem um ouvido ou olhar treinado. No entanto, o som molda a arquitetura de maneiras sutis, porém profundas, influenciando diretamente como nos concentramos em um escritório, como estudantes se engajam em uma sala de aula, como pacientes se recuperam em um hospital ou como o público se conecta em uma sala de espetáculos. Apesar de seu papel decisivo, a acústica costuma ficar em segundo plano nas discussões de projeto, ofuscada por considerações visuais e estruturais.
O processo de projeto na arquitetura sempre foi moldado pelas ferramentas disponíveis. No passado, desenhava-se com caneta e nanquim sobre folhas frágeis, reproduzidas por cópia heliográfica e protegidas contra borrões e rasgos; então surgiu o Mylar, facilitando revisões e a preservação, e direcionando os desenhos para uma economia de linhas mais enxuta e deliberada. O desenho auxiliado por computador veio em seguida, acelerando a coordenação e transformando nossa percepção de escala e precisão. Hoje, a IA adiciona mais uma camada—reunindo informações em segundos e gerando imagens sob comando—prometendo novas eficiências ao mesmo tempo em que levanta novas questões sobre autoria e ofício. O que criamos, e como criamos, evoluiu com cada ferramenta; a história de nossos métodos é a história de nossas ideias.
A partir do pós-guerra, o Mylar (desenvolvido na década de 1950) facilitou a reprodução de desenhos e acelerou a transição das cópias heliográficas para os processos de cópia diazográfica. Antes do Mylar, a simples preservação dos desenhos—manter uma ideia intacta, legível e sem danos—era uma tarefa monumental. As prioridades de projeto no pós-guerra frequentemente se voltavam para a eficiência, a simplicidade e um minimalismo industrial alinhado às necessidades de reconstrução. As ferramentas reforçavam isso: o trabalho de arquitetura permanecia predominantemente desenhado à mão, onde cada linha levava tempo para ser traçada e ainda mais tempo para ser apagada. Esse esforço aguçava a economia do desenho; cada traço precisava justificar sua existência.
Pedreiras podem ser vistas como cicatrizes indeléveis e abandonadas da extração de recursos promovida pelo ser humano. Espaços artificiais, percebidos como vazios, e a busca pelo ganho material moldaram de forma fundamental o ritmo acelerado do nosso ambiente construído. Enquanto isso, a Terra permanece imóvel como uma testemunha silenciosa. Por décadas, essas minas a céu aberto foram vistas como uma consequência inevitável do consumismo e do crescimento urbano, com suas formas brutas e imponentes testemunhando a extração de materiais em larga escala essenciais para a construção das nossas cidades. No entanto, um movimento arquitetônico global começa a emergir para dialogar com essas formas preexistentes, transformando esses espaços de subtração em locais de inovação, colaboração e novos propósitos.
Profissionais de arquitetura reconhecem como as decisões de projeto para o exterior influenciam tanto a percepção quanto o desempenho de uma edificação. Uma marquise é mais do que uma estrutura funcional em balanço — trata-se de um manifesto visual, uma camada de controle ambiental e o reflexo da visão global do projeto.
Entre os materiais disponíveis, as marquises de alumínio sob medida tornaram-se uma escolha preferencial na arquitetura contemporânea por sua resistência, adaptabilidade e estética elegante. A seguir, destacamos suas principais vantagens.
A 18ª Bienal de Istambul, organizada pela Fundação de Istambul para a Cultura e as Artes (İKSV), abriu sua primeira fase para visitantes e permanecerá em cartaz até 23 de novembro de 2025. Com curadoria de Christine Tohmé sob o título "The Three-Legged Cat", a bienal foi concebida como um processo de três anos que se desdobrará entre 2025 e 2027. A segunda fase, programada para 2026, terá como foco a criação de uma academia e a colaboração com iniciativas locais por meio de uma série de programas públicos. O terceiro e último capítulo, em 2027, reunirá os encontros acumulados por meio de exposições e workshops.
A Prefeitura de Copenhague anunciou a equipe SLA como vencedora do concurso de projeto para criar um novo parque urbano de grande escala em Nordhavn. O projeto, intitulado "Nordør – New Park", foi desenvolvido pela equipe SLA e By & Havn, e prevê um parque natural costeiro de 30 hectares. Liderada pelo escritório de design SLA, a equipe SLA inclui as empresas VITA Engineers, Urban Agency, Aaen Engineering, Pihlmann Architects, Buro Happold, Kerstin Bergendal, Holdbart e Aiming Spaces.
Um "parque natural" é uma área protegida onde a conservação é equilibrada com o desenvolvimento sustentável e o uso humano. Ele frequentemente abrange paisagens culturais moldadas pela ação humana e integra estratégias de desenvolvimento regional, apoiando comunidades locais e promovendo o uso consciente da terra. Esse modelo permite compreender a proposta como uma plataforma para recreação, ecoturismo, educação ambiental, pesquisa e crescimento regional.
À medida que as cidades e as paisagens evoluem, a arquitetura é cada vez mais chamada a apoiar o bem-estar, o desempenho e a experiência coletiva. De estádios que honram uma profunda memória cultural a espaços de bem-estar intimistas que promovem a restauração e a conexão, as tipologias de esporte e bem-estar estão se expandindo para além da mera funcionalidade. Elas criam ambientes onde o movimento e a saúde se cruzam com a qualidade do design, a sustentabilidade e o significado social. Hoje, esses espaços vão desde centros de treinamento de elite e clubes recreativos até refúgios contemplativos e instalações públicas inclusivas, moldando a forma como as comunidades se reúnem, se recuperam e celebram sua identidade compartilhada.
Esta seleção de propostas não construídas, enviadas pela comunidade do ArchDaily, ilustra essa diversidade. Em São Paulo, o escritório Luiz Volpato Arquitetura reinventa o histórico estádio do Santos Futebol Clube com uma geometria que preserva a memória da torcida e, ao mesmo tempo, introduz novos usos comerciais e sociais. Em Hanói, a equipe do Van Aelst I Nguyen and Partners traz luz filtrada e ar fresco a um complexo esportivo urbano denso. Em Dubai, o RSP propõe o Haven, um empreendimento residencial ancorado no bem-estar holístico e em experiências voltadas para a natureza, enquanto o escritório indiano Tropic Responses projeta o Aira Club como um centro de lazer consciente em relação ao clima. No alto do Himalaia, o Gadasu + Partners esculpe um spa meditativo na rocha da montanha, e em Isfahan, o Arsh4d Studio repensa os parques femininos segregados para criar um espaço cívico inclusivo e orientado para o futuro.
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Cortesía de Cortesía de La Feria De Diseño Medellín
Fazer perguntas é o primeiro passo para questionar o que tomamos como certo e abrir novas possibilidades para planejar e construir. Essas perguntas, valiosas por si só, ganham ainda mais força quando compartilhadas e examinadas sob diferentes perspectivas. Ao cruzarem-se com as experiências de profissionais e marcas, tecem olhares que enriquecem a discussão. As feiras e eventos de design em todo o mundo tornaram-se espaços onde essas conversas ganham força, favorecendo as conexões e fomentando dinâmicas colaborativas. Nesse cenário, a Colômbia se consolidou como um ponto de encontro, funcionando como uma plataforma que impulsiona a arquitetura e o design na América Latina e no Caribe, ao mesmo tempo que projeta a voz da região no cenário global.
Barbie™ deixou a Dreamhouse para entrar no banheiro nesta colaboração inédita. A Mattel e a especialista alemã em acessórios arquitetônicos HEWI revelaram a coleção Barbie x HEWI – uma linha de produtos para banheiros com foco em design que mescla a cultura pop aos princípios do desenho universal. Lançada em 2025, a coleção reinventa a icônica série 477/801 da HEWI através da estética inconfundível da Barbie, unindo acessibilidade inclusiva a um design lúdico e funcional. Com cerca de 40 produtos, que vão de barras de apoio e bancos para banho a espelhos de LED e toalheiros, a linha promete marcar presença em diversos espaços, de hotéis-boutique a maternidades, banheiros infantis e residências particulares.
https://www.archdaily.com.br/pt/1142975/cultura-pop-encontra-o-design-universal-na-colecao-barbie-x-hewiEirini Ilia
A arquitetura é moldada não apenas por edifícios, mas pelas ideias que os tornam possíveis. Antes das restrições do capital, das regulamentações e das contratações, existe um momento em que a arquitetura tem a permissão de pensar em voz alta. O primeiro confronto com esse momento fértil costuma ocorrer no ambiente acadêmico, na tese. Não se trata de um mero requisito para a graduação, mas de um espaço de liberdade especulativa onde a arquitetura formula hipóteses, constrói argumentos e testa posicionamentos.
Para muitas pessoas, é também a primeira oportunidade de pensar além da estrutura dos programas acadêmicos — uma chance inédita de explorar algo mais pessoal, irresoluto ou até mesmo irracional. Embora seja frequentemente vista como um ponto de chegada, a tese é melhor compreendida como um ponto de partida: o primeiro engajamento com a arquitetura como uma forma de raciocínio, onde o projeto ainda não é uma resposta, mas uma pergunta.
A Buildner, em parceria com o Governo de Dubai, anunciou os resultados do concurso House of the Future 2024/25. Após o sucesso de sua edição inaugural em 2023, esta segunda edição convidou arquitetos/as e designers de todo o mundo a desenvolverem um protótipo de residência acessível, expansível e inovador, adaptado às necessidades em constante evolução das famílias dos Emirados Árabes Unidos.
Organizado em colaboração com o Mohammed bin Rashid Centre for Government Innovation e o Sheikh Zayed Housing Programme, o concurso ofereceu uma premiação total de €250.000 (1 milhão de AED). As propostas vencedoras estão agora em fase de avaliação para uma possível inclusão no catálogo nacional de projetos habitacionais dos Emirados Árabes Unidos, que oferece aos cidadãos uma seleção de modelos de residências inovadores e pré-aprovados.
Esta semana, os desenvolvimentos arquitetônicos em todo o mundo destacaram o equilíbrio entre continuidade e mudança no ambiente construído. Debates sobre sustentabilidade, patrimônio e resiliência evidenciam como a arquitetura se adapta às constantes transformações nas condições culturais, sociais e ambientais, reimaginando o papel do design na construção das comunidades do futuro. Em diferentes contextos, projetos e iniciativas, os esforços contínuos para enfrentar desafios ambientais, preservar marcos culturais e viabilizar novas infraestruturas refletem as diversas escalas e rumos que moldam a prática arquitetônica atual.
Defensor globalmente reconhecido do urbanismo ecológico, Yu ganhou relevância internacional depois que sua filosofia de "cidade-esponja" foi adotada como política nacional na China em 2013. A abordagem prioriza soluções baseadas na natureza, como áreas úmidas, parques e pavimentos permeáveis, para absorver e reter a água. Esse novo método contrastava fortemente com a infraestrutura tradicional de concreto, oferecendo às cidades uma maneira de combater as inundações urbanas e mitigar os impactos das mudanças climáticas ao trabalhar com a natureza, e não contra ela. Desde então, suas ideias foram implementadas em centenas de cidades ao redor do mundo.
O Portão Norte de Taipé, também conhecido como Beimen, ergue-se não apenas como um lembrete da complexa história da cidade, mas também como testemunha das transformações da paisagem urbana ao seu redor e das mudanças de postura em relação aos espaços urbanos adjacentes a edifícios históricos. Inicialmente um posto de fronteira imperial chinês, poupado da demolição durante o domínio colonial japonês e sufocado por viadutos e rodovias nos esforços de modernização do pós-guerra, o portão recuperou recentemente seu status de destaque graças à criação da praça que hoje o emoldura. A resiliência do monumento frente às oscilações das prioridades urbanas e das políticas arquitetônicas revela uma trajetória de preservação patrimonial que se manifesta não apenas na forma construída, mas também nos espaços abertos que o circundam.
A luz natural é uma das ferramentas mais eficazes na arquitetura. Ela cria atmosfera, melhora o conforto e reduz a demanda de energia. No entanto, integrar a iluminação natural com sucesso exige precisão em todas as etapas do projeto, desde os primeiros esboços até o detalhamento executivo. As ferramentas BIM da VELUX oferecem a arquitetos/as a flexibilidade e os dados validados necessários para tornar isso possível.
O Estádio Prince Moulay Abdellah em Rabat foi oficialmente inaugurado como o novo estádio nacional do Marrocos, após sua inauguração pelo Príncipe Herdeiro Moulay El Hassan em 4 de setembro de 2025. Projetado pelo escritório Populous, o estádio tem capacidade para 68.700 espectadores e foi desenvolvido sob a direção da Agência Nacional de Equipamentos Públicos do Marrocos para atender aos padrões da FIFA, o que o habilita a sediar partidas até as semifinais da Copa do Mundo da FIFA de 2030. A reconstrução substitui o estádio original de 1983, posicionando o complexo como a principal arena esportiva do Marrocos antes de uma série de competições internacionais.
Série 8670 - Janela Maxim-Ar. Imagem cortesia de Western Window Systems
As janelas há muito desempenham um papel ambivalente na arquitetura, pois definem e delimitam os interiores ao mesmo tempo em que criam uma conexão com o exterior. Essa dupla função vai além de simplesmente atender às necessidades construtivas ou fornecer luz natural, influenciando diretamente a forma como os ocupantes vivenciam e se relacionam com a paisagem. O século XX testemunhou a introdução de materiais como o aço, o alumínio e o vidro, que viabilizaram diferentes tipos de janelas com caixilhos mais esguios e grandes painéis, aumentando a transparência e reforçando a conexão visual com o entorno.
Nomes da arquitetura norte-americana como Frank Lloyd Wright e Philip Johnson exploraram essas possibilidades para harmonizar a arquitetura com a paisagem. Na Casa da Cascata (Fallingwater), as janelas e os terraços conectam de forma fluida a residência à cachoeira e à floresta circundante, ao passo que a caixilharia mínima da Glass House praticamente dissolve o limite entre interior e exterior, trazendo o ambiente natural para dentro da casa. Ao longo de sua evolução, as janelas se tornaram um elemento que une espaço, materialidade e percepção, abrindo novos caminhos para explorar a relação entre a arquitetura e seu entorno.
https://www.archdaily.com.br/pt/1142749/emoldurando-interiores-e-paisagens-em-aluminio-e-vidro-para-dominar-a-vistaEnrique Tovar