As chaminés estão entre os elementos mais silenciosamente persistentes da história da arquitetura. Ainda assim, sua presença se mantém em quase todos os contextos culturais e climáticos, servindo tanto como recurso técnico quanto como dispositivo espacial, atmosférico e simbólico. Ela povoa os densos horizontes urbanos e ancora as paisagens rurais, com sua silhueta vertical sendo tão comum quanto uma janela ou o portal de uma porta. Essa aparente simplicidade, no entanto, é enganosa. A chaminé é um dos poucos componentes arquitetônicos que conectam a escala íntima da vida interior com as forças expansivas do meio ambiente. Para arquitetos/as e designers, a necessidade da chaminé apresenta uma escolha: deixá-la desaparecer discretamente no tecido funcional do edifício ou amplificá-la como um elemento central e expressivo que molda a identidade de um projeto.
Dedicada à especificação de iluminação de alto padrão, a feira britânica LiGHT 25 retornará ao Business Design Center em Islington, Londres, nos dias 19 e 20 de novembro de 2025. Após o sucesso da LiGHT 24, que atraiu mais de 5.500 visitantes, a edição deste ano apresentará uma programação ampliada com foco em inovação, educação e oportunidades de networking. Entre os principais destaques de 2025 estão a introdução da Technical Zone, o retorno do Associations Lounge e uma nova instalação artística de luz imersiva em grande escala.
Mesquita Al-Ruwais. Imagem cortesia de Tamayouz Excellence Award
O arquiteto egípcioAbdelwahed El-Wakil foi nomeado o vencedor do prêmio pelo conjunto de sua obra, o Tamayouz Lifetime Achievement Award de 2025. O anúncio foi feito durante a cerimônia do Tamayouz Excellence Award em Bagdá, realizada como parte da edição inaugural do Arab Architecture Festival. O reconhecimento destaca suas contribuições para o renascimento da arquitetura islâmica tradicional, bem como sua atuação como pesquisador, educador e mentor cuja trajetória influenciou gerações de arquitetos e arquitetas em toda a região e fora dela.
A construção do Yidan Center, projetado pelo escritório Zaha Hadid Architects em Shenzhen, na China, atingiu sua altura máxima. O novo marco urbano servirá como sede da Fundação Chen Yidan e do Prêmio Yidan, organizações dedicadas a promover a aprendizagem ao longo da vida e a inovação na educação. O centro abrigará instalações para pesquisa acadêmica, eventos culturais e exposições, apoiando a missão da fundação de fazer avançar a educação global. Localizado ao lado do Museu Qianhai, o Yidan Center ajuda a definir um novo distrito cultural na terceira cidade mais populosa da China.
Poucas encomendas de projeto permitem que profissionais de arquitetura foquem em usuários não humanos, e menos ainda envolvem cavalos. Embora animais de estimação como cães e gatos sejam inspirações frequentes, as necessidades específicas dos cavalos apresentam um desafio único no projeto de estábulos. Como os cavalos — os habitantes principais das instalações — não conseguem expressar suas necessidades, o projeto depende dos requisitos rigorosos determinados pelo manejo humano, exigindo um equilíbrio entre a eficiência operacional e o máximo de conforto e segurança para os animais. As equipes de projeto costumam abordar essa questão por meio de três princípios fundamentais: Conforto e Bem-Estar Equino, Materialidade Contextual e Eficiência Operacional. Dessa forma, os layouts resultantes são caracterizados por um zoneamento rigoroso que separa claramente os programas em áreas residenciais (baías), de serviço (selaria, depósitos, lavagem e alimentação) e de treinamento (pistas e andadores). Os projetos também consideram o bem-estar visual: sendo os cavalos animais sociais, as cocheiras são posicionadas de forma estratégica para promover linhas de visão entre os animais e para o exterior, frequentemente empregando sistemas de venezianas ou fechamentos vazados. Além disso, busca-se uma iluminação difusa através de materiais como painéis translúcidos, evitando sombras nítidas que possam gerar estresse nas pistas de treinamento. Do mesmo modo, os fluxos de circulação são desenhados para garantir o movimento seguro e eficiente tanto de pessoas quanto dos animais.
No design de interiores contemporâneo, a acústica evoluiu de um mero detalhe secundário para uma linguagem de design definidora. Profissionais de arquitetura e especificação buscam cada vez mais materiais com alto desempenho tanto visual quanto funcional – nos quais a textura da superfície, o jogo de luz e a absorção sonora convergem para moldar a experiência humana. À medida que espaços de trabalho integrados, interiores de hospitalidade e centros educacionais adotam acabamentos mais táteis e sustentáveis, o mercado de materiais acústicos de alto desempenho experimenta uma forte expansão. Nesse cenário, a Woven Image surge como uma líder global, expandindo continuamente os limites do que as superfícies acústicas podem alcançar.
O escritório Foster + Partners inaugurou a Civic Vision, a primeira exposição retrospectiva abrangente do trabalho do ateliê a ser apresentada na Austrália. Em cartaz até 21 de dezembro de 2025 no Parkline Place — o projeto mais recente concluído pela empresa em Sydney, desenvolvido pela Investa em nome do Oxford Properties Group e da Mitsubishi Estate Asia —, a exposição oferece uma visão detalhada do portfólio global do Foster + Partners desde sua fundação em 1967 por Norman Foster. A mostra explora a evolução da abordagem projetual do escritório e sua investigação sobre a arquitetura cívica em diferentes contextos e escalas.
A Bauhaus Earth é uma organização sem fins lucrativos com sede em Berlim que trabalha em prol de uma transformação sistêmica do ambiente construído. Sua missão inclui a transição para materiais de base biológica e geológica, a reutilização de edifícios existentes e a restauração de ecossistemas. Em parceria com o Bamboo Village Trust, um fundo financeiro filantrópico, e a Kota Kita, uma organização de desenho urbano participativo, a Bauhaus Earth desenvolveu o BaleBio, um pavilhão de bambu projetado por Cave Urban que se ergue sobre a praia de Mertasari em Denpasar, Bali. O pavilhão transforma um estacionamento desativado em um espaço aberto de encontro comunitário, oferecendo um contraponto ao desenvolvimento costeiro da cidade, impulsionado pelo turismo. Projetado como um edifício regenerativo, o BaleBio armazena carbono em vez de emiti-lo, desafiando o modelo de construção extrativista que vem substituindo o artesanato tradicional em madeira e bambu por estruturas de concreto em toda a ilha.
A infraestrutura há muito tempo define a espinha dorsal das cidades, conectando pessoas, paisagens e economias por meio de sistemas que frequentemente passam despercebidos até que falhem. Hoje, à medida que os desafios globais exigem respostas mais adaptáveis e focadas nas pessoas, profissionais da arquitetura estão repensando o que a infraestrutura pode ser: não apenas uma estrutura de mobilidade e utilidade, mas uma catalisadora de restauração ecológica, continuidade cultural e imaginação cívica. Os seguintes projetos não construídos, enviados pela comunidade do ArchDaily, exploram esse papel ampliado da infraestrutura, no qual aeroportos, pontes, parques industriais e redes de pedestres se tornam expressões arquitetônicas de conexão e cuidado.
Não se pode negar que, à primeira vista, a notícia de um Louvre em Abu Dhabi ou de um Centre Pompidou no Brasil causa certo estranhamento. A imagem desses museus, mundialmente reconhecidos, parece — de algum modo — indissociável de seus contextos originais. E, em parte, realmente o é. O Louvre, enraizado na história da França como antiga fortaleza e posterior residência real, representa um conjunto de valores patrimoniais inestimáveis, realçados ainda mais pela emblemática intervenção piramidal de I. M. Pei, em 1989. O Pompidou, por sua vez, é lembrado como um ponto de inflexão histórico: ao redefinir o conceito de equipamento público por meio de uma arquitetura extremamente disruptiva, fez com que, pela primeira vez, a cultura atraísse multidões.
RSHP anunciou a conclusão do Masterplan de Barangaroo South em Sydney, consolidando uma reurbanização de 15 anos que reconectou a extremidade noroeste do porto da cidade ao seu núcleo urbano. O terreno de 22 hectares, que antes abrigava um porto de contêineres desativado, foi transformado em um setor de uso misto e carbono neutro, integrando espaços comerciais, residenciais e públicos ao longo da orla. Desenvolvido em colaboração com a Lendlease após um concurso internacional de projeto, o masterplan organiza-se em três zonas: Barangaroo South, uma extensão de alta densidade do Distrito Central de Negócios; Barangaroo Reserve, um promontório natural reconstruído que reintroduz paisagens nativas ao porto; e Barangaroo Central, uma área residencial de baixa densidade que conecta as extremidades norte e sul do empreendimento.
Faltando apenas alguns dias para o encerramento da 19ª Bienal de Arquitetura de Veneza, que durou seis meses e meio, é possível olhar para trás e analisar algumas das contribuições mais notáveis dentro de sua estrutura temática. Marcada pela maior convocatória de participantes até hoje, a diversidade de temas da Bienal e a variedade de instalações em exibição vão além de uma recapitulação simples. Como parte dessa reflexão, diversas iniciativas podem ser destacadas como ilustrativas dos princípios refletidos no tema curatorial, "Intelligens. Natural. Artificial. Coletivo." Os conceitos entrelaçados no título de Carlo Ratti constituem um apelo para enfrentar a necessidade urgente de soluções substanciais em meio à aceleração da crise climática, posicionando a Bienal como uma plataforma para diversas propostas de projeto e experimentos organizados em torno de três formas de inteligência: natural, artificial e coletiva. Além dos pavilhões nacionais e de inúmeros eventos colaterais realizados por toda Veneza nos últimos seis meses, entre os mais de 700 participantes estão projetos que, na prática, incorporam quatro intenções compartilhadas: abrir conversas sobre o futuro, propor respostas sistêmicas às realidades locais, colocar a tecnologia no centro da inovação do design e buscar pesquisas de materiais enraizadas na sensibilidade local.
Como defendia o falecido urbanista Jaime Lerner, o futuro da arquitetura não está em construir novas cidades, mas em atualizar as já existentes. Em um mundo no qual os recursos são finitos e o espaço urbano está cada vez mais saturado, sua afirmação parece mais urgente do que nunca. Ela convoca os/as arquitetos/as a olharem para dentro, a repensarem o que realmente precisa ser construído e a reconhecerem o potencial criativo do que já existe. Nas limitações das estruturas existentes reside a oportunidade de projetar de forma diferente: reparar, adaptar e reutilizar. Ou, como diria o poeta francês Louis Aragon, reinventar o passado para ver a beleza do futuro.
Este mês, o ArchDaily exploraConstruir Menos: Repensar, Reutilizar, Renovar, Readaptar, um tema que examina a crescente mudança na arquitetura em direção ao trabalho com o que já existe. À medida que os espaços urbanos se tornam mais densos e a terra se torna escassa, os/as arquitetos/as repensam o impulso de construir do zero. Em vez disso, prolongam a vida útil das estruturas existentes, adotando o retrofit e a reutilização adaptativa como estratégias de sustentabilidade e criatividade. A pergunta que orienta esta exploração é simples, porém urgente: como a arquitetura pode redefinir os futuros urbanos construindo menos?
A arquitetura vive um momento crucial. À medida que as cidades continuam a crescer sob o peso de pressões climáticas e sociais, os materiais e sistemas que as moldam estão sendo redefinidos. A inteligência artificial e a robótica, outrora utilizadas para acelerar os processos de construção, estão agora sendo repensadas como ferramentas de cultivo. Estruturas impressas que crescem, respiram e se decompõem. O cultivo, neste contexto, refere-se ao projeto com materiais biológicos, em que o crescimento e a decomposição são parâmetros ativos, fundindo precisão digital e inteligência ecológica. Essa evolução demonstra a transição da eficiência para a empatia, em que a arquitetura se torna um agente de reparação ativa. A introdução do micélio e de outros materiais naturais na impressão 3D apresenta um novo paradigma na arquitetura: a lógica do vivo. Um espaço onde a computação e a fabricação encontram a adaptabilidade biológica.
A IA e a robótica, antes associadas à eficiência industrial, abrem agora novos caminhos para o projeto. Primeiros exemplos, como os protótipos de habitação impressos em 3D da ICON, focavam na velocidade e na automação, mas ofereciam pouca resposta ao seu entorno. Projetos mais recentes, como o MycoMuseum na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2025, reinterpretam essas ferramentas sob uma ótica biológica. Em vez de moldar o concreto, eles cultivam materiais vivos, marcando uma transição da pura otimização para a regeneração.
A arquitetura vernácula é frequentemente apontada como detentora de lições valiosas para a criação de edifícios de baixo consumo energético e para o combate às mudanças climáticas. No entanto, à medida que os padrões meteorológicos se transformam, há casos em que as próprias técnicas tradicionais de construção começam a correr risco. Além das variações de temperatura, diferentes regiões têm se tornado mais úmidas ou mais secas, enfrentando um aumento no risco de secas, enchentes, tempestades e alterações na flora local. As casas pintadas de Tiébélé, em Burkina Faso, reconhecidas como Patrimônio Mundial da UNESCO, são um exemplo disso.
Atribui-se a Aristóteles o provérbio "uma andorinha só não faz verão". Na natureza, a chegada dessas aves migratórias costuma anunciar a mudança das estações, um símbolo universal de renovação e esperança. Contudo, é apenas quando muitas delas levantam voo que o verdadeiro calor do verão se inicia. O mesmo pode acontecer na arquitetura: um projeto isolado, por mais exemplar que seja, raramente transforma uma realidade por si só. Quando, no entanto, uma obra ensina, inspira e pode ser replicada, ela se torna o prenúncio de algo maior.
Iniciativas que combinam tecnologias simples, materiais locais e processos participativos mostram como construir também pode ser um ato de aprendizado. Estruturas e tijolos moldam lugares de ensino mútuo, onde arquitetos/as e moradores/as compartilham conhecimentos e constroem juntos, multiplicando habilidades e fortalecendo laços. Esses projetos apontam para a possibilidade de um verão coletivo, um futuro no qual o conhecimento se propague de forma tão ampla quanto as paredes que o abrigam.
Em muitas partes do mundo, o isolamento não se define apenas pela distância física. Ele pode descrever um assentamento montanhoso distante da infraestrutura urbana ou um bairro periférico à margem da visibilidade e das oportunidades. Nesses diversos contextos, a biblioteca tem se consolidado como uma das tipologias mais vitais — um espaço onde a arquitetura materializa preceitos de acessibilidade, inclusão e acolhimento comunitário.
Concreto, aço, madeira, vidro. Todos os anos, milhões de toneladas de materiais de construção são descartadas, acumuladas em aterros e silenciadas sob o peso do próximo edifício. Estruturas inteiras desaparecem para dar lugar a outras, reiniciando um ciclo voraz de extração de recursos, produção de materiais e substituição. Junto com o entulho que se acumula, perde-se também algo mais profundo: o tempo, o trabalho humano, as histórias e a memória coletiva incorporadas na matéria. Em um momento no qual as metas climáticas exigem a redução de emissões e o prolongamento da vida útil do que já existe, a demolição é cada vez mais reconhecida como uma forma de amnésia urbana — que apaga não apenas a continuidade cultural, mas também a energia incorporada dos edifícios. E, embora se diga frequentemente que o edifício mais sustentável é aquele que já existe, esse princípio raramente sobrevive quando outros interesses entram em jogo.
Torres residenciais The Sax, projetadas pelo MVRDV. Render. Imagem cortesia de MVRDV
A Prefeitura de Roterdã, as incorporadoras BPD e Synchroon e o escritório de arquitetura MVRDV iniciaram oficialmente a construção do The Sax, um importante projeto residencial localizado na Wilhelminapier, em Roterdã. Projetado para contribuir com os esforços contínuos de adensamento da cidade, o empreendimento oferecerá 916 apartamentos distribuídos em duas torres interconectadas. Após a conclusão, o The Sax tornará a Wilhelminapier a área mais densamente povoada dos Países Baixos, consolidando o projeto como um exemplo de crescimento urbano compacto. O projeto é composto por duas torres que reúnem uma ampla variedade de tipologias habitacionais e comodidades compartilhadas, além de fortes conexões com o transporte público e soluções de mobilidade sustentável, incluindo um bicicletário para 1.800 bicicletas e uma garagem totalmente automatizada. Com fachada prateada e varandas onduladas, a volumetria do edifício remete à forma de um saxofone, refletindo a identidade de Roterdã.
Os teatros atuam como instituições culturais e sociais, moldando a sociedade ao oferecer espaços onde histórias de identidade, raça e justiça ganham vida. Esses locais fomentam o senso de comunidade por meio de experiências compartilhadas e ao vivo, estimulando debates que ecoam muito além do palco. Do ponto de vista arquitetônico, os teatros são mais do que espaços de apresentação — são marcos que incorporam tanto a história quanto o futuro das artes. Seus projetos costumam refletir a importância cultural da narrativa, ao passo que suas reformas garantem que continuem relevantes no contexto moderno.
No AD Interior Focus desta semana, o ArchDaily explora como a reforma de teatros icônicos, como a Royal Opera House em Londres, Reino Unido, e a Sydney Opera House, na Austrália, vai muito além de modernizar o conforto e a acessibilidade. O artigo investiga como esses projetos preservam a integridade arquitetônica desses marcos históricos, garantindo que sua arquitetura continue servindo de cenário tanto para a expressão artística quanto para o debate social.
Esquerda para a direita, de cima para baixo: AAU Anastas, heneghan peng architects, Níall McLaughlin Architects, Studio Anne Holtrop, Tatiana Bilbao ESTUDIO, Toshiko Mori Architect, Trahan Architects. Imagem cortesia das equipes e Malcolm Reading Consultants
A produção de vinho há muito tempo está ligada ao local, ao clima e à cultura e, nas últimas décadas, a arquitetura tornou-se parte central dessa relação. As vinícolas já não são compreendidas apenas como instalações funcionais para fermentação, armazenamento e distribuição, mas também como espaços onde a paisagem, a materialidade e a experiência do/a visitante se cruzam. De adegas subterrâneas escondidas sob os campos a marcos escultóricos que se erguem em territórios rurais, esses edifícios moldam a identidade das regiões vinícolas ao mesmo tempo que oferecem aos/às visitantes um encontro cuidadosamente coreografado com o processo de produção.
Na interseção entre agricultura, turismo e cultura, as vinícolas apresentam aos/às arquitetos/as oportunidades únicas de fundir requisitos técnicos com uma narrativa espacial. Devem responder às condições ambientais, gerenciar a temperatura e a umidade com precisão e integrar-se a ecossistemas delicados, ao mesmo tempo que oferecem espaços para degustação, encontros e celebrações. Como resultado, essa tipologia deu origem a uma ampla gama de soluções arquitetônicas. Enquanto algumas estão enraizadas na tradição e no artesanato local, outras exploram tecnologias avançadas e formas contemporâneas.