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A Embarcadero Freeway: infraestrutura elevada e regeneração urbana em São Francisco

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Nas últimas décadas, cidades de todo o mundo testemunharam um aumento na demolição de vias expressas elevadas de concreto. Taipé, Seul, Portland e Boston, por exemplo, vivenciaram a ascensão e a queda dessas infraestruturas para dar lugar a parques e a novas propostas de regeneração urbana. Em outros casos, como em Montreal, no Canadá, houve forte oposição popular às vias expressas antes mesmo de serem construídas, o que resultou no desvio de viadutos, na preservação do patrimônio e na liberação das vistas para a orla. Em São Francisco, nos Estados Unidos, a história da Embarcadero Freeway é uma dessas narrativas que servem como estudo de caso sobre a ambição infraestrutural de meados do século XX, a reação da comunidade ao projeto e sua eventual reversão em prol da conectividade urbana.

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Como as estratégias de projeto passivo moldam o desempenho térmico

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A arquitetura pode moldar o conforto antes mesmo que os sistemas mecânicos entrem em cena? Em um cenário no qual os edifícios respondem por quase 40% do consumo global de energia e as pessoas passam cerca de 90% do tempo em espaços internos, o conforto térmico tornou-se uma das preocupações mais urgentes da arquitetura. No entanto, embora seja frequentemente associado a índices de isolamento, classificações energéticas ou sistemas mecânicos, o desempenho térmico começa com decisões espaciais tomadas muito antes da introdução de equipamentos técnicos. Orientação, fluxo de ar, luz natural e a implantação de aberturas influenciam diretamente como um edifício absorve, retém e dissipa calor ao longo do dia.

O desempenho térmico não se resume a reduzir a demanda de energia, mas também a manter condições internas confortáveis em resposta ao clima. Estritamente ligado ao conforto térmico — a maneira como os/as ocupantes vivenciam a temperatura, o fluxo de ar, a umidade e o calor radiante —, ele influencia a saúde, o bem-estar e a produtividade na mesma medida em que afeta a eficiência operacional. Pesquisas sugerem que ambientes internos saudáveis podem melhorar a capacidade de aprendizado e a produtividade em até 15%, reforçando a relação cada vez mais evidente entre desempenho ambiental, resiliência e qualidade espacial.

A função segue a forma: projetando edifícios adaptáveis que sobrevivem ao seu uso original

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Com 48 leitos psicogeriatras e 68 apartamentos acessíveis para cadeirantes, acomodações para cuidadores/as informais e espaço para cuidados domiciliares, o edifício De Keyzer foi inaugurado em Amsterdã em 2011. Seu programa havia sido concebido inteiramente para pessoas idosas que necessitam de assistência, mas, logo após a conclusão da obra, o edifício foi vendido a um fundo de investimento e os apartamentos começaram a ser alugados para famílias jovens com crianças.

Para os/as arquitetos/as do projeto, Tom Frantzen e Karel van Eijken, o episódio poderia ter sido interpretado como uma falha de previsão. Em vez disso, tornou-se uma confirmação. "Isso mostrou, com muita clareza, que os edifícios podem acabar sendo usados de maneiras completamente diferentes das originalmente planejadas", lembra Frantzen. A transformação só foi possível porque os apartamentos eram generosos e porque a estrutura permitia usos mais diversos do que os previstos no programa original. Caso o edifício tivesse sido projetado exclusivamente para sua função inicial, a mudança de uso provavelmente exigiria uma reforma destrutiva ou, em caso extremo, a demolição.

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Decisões arquitetônicas, implicações planetárias: entrevista com a equipe curatorial da UIA 2026 Barcelona

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Barcelona é a primeira cidade na história do Congresso Mundial de Arquitetos da UIA a sediar o evento duas vezes. A edição de 1996, Presente e Futuros: Arquitetura nas Cidades, aconteceu em um momento de forte efervescência, quando a cidade pós-olímpica consolidava um modelo urbano que se tornaria um dos mais estudados e contestados do urbanismo contemporâneo, e quando a arquitetura aprendia a pensar a grande metrópole como seu principal campo de investigação. Trinta anos depois, a mesma cidade retoma a questão sob uma condição distinta: aquela em que o ambiente construído não pode mais ser compreendido como um objeto autônomo, mas apenas por meio dos sistemas ecológicos, materiais e políticos mais amplos que o sustentam. O tema do Congresso de 2026 — Devir. Arquiteturas para um Planeta em Transição — não abandona as preocupações urbanas de 1996; ele as reabre a partir de uma escala planetária.

A equipe de curadoria por trás desta edição, formada por Pau Bajet, Maria Giramé, Mariona Benedito, Tomeu Ramis, Pau Sarquella e Carmen Torres, aborda a arquitetura como uma ferramenta crítica e transformadora enraizada no território, atuando na intersecção entre prática profissional, pesquisa e ensino. Seu programa estrutura o Congresso em torno de seis linhas temáticas interconectadas (Devir Mais-que-humano, Devir Circular, Devir Incorporado, Devir Interdependente, Devir Hiperconsciente e Devir Sintonizado) e o distribui por três locais de características bastante distintas — Les Tres Xemeneies del Besòs, o Disseny Hub em Glòries e o CCIB —, cada um escolhido tanto pelo que representa quanto pelo que pode abrigar.

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Do resíduo à parede: bagaço de cana-de-açúcar como material de construção de baixo carbono

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De sistemas de revestimento acústico e térmico a blocos de alvenaria e tecidos produzidos a partir de resíduos agrícolas, a experimentação com materiais de base biológica continua a impulsionar soluções sustentáveis para a indústria da construção civil. Diante da necessidade urgente de repensar como concebemos e interagimos com os materiais que moldam o ambiente construído, profissionais, pesquisadores/as e educadores/as vêm abordando diferentes escalas de projeto e fases de planejamento, reconhecendo a importância de reduzir as emissões de carbono e o impacto ambiental do setor. Em parceria com o Projeto Bagaceira, o protótipo de painel acústico e térmico Sugarcrete®, desenvolvido pela University of East London (UEL), demonstra como o design de baixo carbono pode transformar resíduos agrícolas em materiais de construção de alto desempenho.

Como os cursos d'água e a memória moldam o design de banheiros

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A água sempre ocupou uma posição singular na arquitetura: elementar, mas elusiva; funcional, mas simbólica. Trata-se tanto de um material quanto de um meio que molda cidades, estrutura rituais e influencia a percepção do espaço. Em diferentes culturas, a água é compreendida não apenas como fonte de vida, mas também como portadora de significados, associada à purificação, à renovação e à continuidade. Sua presença no ambiente construído frequentemente vai além da utilidade prática, tornando-se um recurso por meio do qual a arquitetura estimula os sentidos e constrói atmosferas.

Mestrados em arquitetura em Barcelona 2026: inovação, especialização e uma cidade em ebulição

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Em 2026, Barcelona se tornará o epicentro mundial da arquitetura ao ser nomeada Capital Mundial da Arquitetura pela UNESCO e pela UIA. Esse reconhecimento reforça o papel da cidade como laboratório urbano de inovação, sustentabilidade e design contemporâneo. Nesse contexto, estudar um mestrado em arquitetura em Barcelona representa uma oportunidade para arquitetos, arquitetas e profissionais do setor que buscam se especializar e se conectar com as tendências que estão transformando a disciplina.

Patrimônio cotidiano: 10 cafeterias vietnamitas que revivem edificações tradicionais de pequena escala

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Para compreender plenamente o patrimônio arquitetônico de uma cidade, é preciso olhar além de seus marcos tombados e edifícios icônicos. Para muitas pessoas, entender o tecido urbano de uma cidade e o que a faz pulsar também significa descobrir edifícios preservados de menor escala, valorizados localmente, e espaços de encontro populares. Isso é ainda mais evidente nas movimentadas cidades vietnamitas, cujas peculiaridades arquitetônicas só podem ser apreciadas quando compreendemos suas múltiplas inspirações e camadas históricas. Essas camadas combinam elementos tradicionais vietnamitas, modernismo, materialidade local e soluções de projeto adaptadas ao clima, mas se revelam, sobretudo, nas soluções encontradas para as restrições dos lotes através das estreitas casas-tubo (tube houses) e edifícios de baixa altura.

Esses estilos e movimentos arquitetônicos fundamentais costumam ser mantidos e até destacados quando arquitetos e arquitetas dão uma segunda vida a edifícios deteriorados ou abandonados, transformando-os em cafeterias populares. Desse modo, revitalizam patrimônios de menor escala ao promover sua restauração e uso regular pela comunidade, incentivando as pessoas que os frequentam a reconhecer a relevância histórica do espaço enquanto o desfrutam. 

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“As pessoas usuárias são especialistas em si mesmas”: Como as pessoas moldam os espaços que utilizam

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O design orienta o uso ou o uso orienta o design? Estudantes lutam para manter o foco, profissionais se esquivam sob iluminação artificial agressiva e ocupantes se afastam de espaços rígidos, muitas vezes em resposta a condições ambientais que só se tornam visíveis quando o espaço passa a ser habitado. A luz que atravessa um ambiente, a reverberação do som, a textura das superfícies ou o ritmo da circulação podem favorecer a concentração, trazer calma ou inspirar a criatividade, mas cada um desses elementos também pode, inadvertidamente, intensificar o estresse e a distração. Arquitetos/as e designers estão investigando e questionando: como as decisões de projeto são fundamentadas e de quem é o conhecimento considerado essencial na hora de moldar o espaço?

Construindo autonomia: comunidades latino-americanas trazendo os sistemas da vida para a arquitetura

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Antes que um edifício possa ser habitado, muitos outros processos precisam ocorrer. A água deve chegar, a energia deve ser gerada, o alimento precisa ser cultivado ou transportado e os resíduos devem ter uma destinação. Esses processos geralmente são tratados como algo alheio à arquitetura, embora moldem as condições mais básicas da vida cotidiana.

Por essa razão, a ideia de comunidades autossuficientes é mais complexa do que parece à primeira vista. Ela pode sugerir um lugar que provê a maior parte de suas necessidades: energia, água, alimento, abrigo e gestão de resíduos. Contudo, em muitos contextos latino-americanos, a autonomia não significa uma separação completa do mundo, mas sim uma forma de aproximar os sistemas da vida cotidiana das pessoas que os utilizam, mantêm e cuidam deles.

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Projetando com som: como o áudio molda a arquitetura residencial

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O que define a atmosfera de uma casa? Para além das paletas de materiais e da luz natural, o som desempenha um papel decisivo na forma como os espaços são percebidos e habitados. A reverberação dos passos sobre a pedra, a calmaria atenuada de um cômodo revestido de tecidos ou a maneira como a música se propaga por um interior em plano aberto moldam a identidade sensorial do espaço doméstico. A arquitetura não é vivenciada apenas visualmente, mas também acusticamente.

O conceito de "paisagem sonora" descreve essa relação entre as pessoas, o som e o ambiente construído. Na arquitetura residencial, o som vai além do ruído de fundo ou do desempenho técnico; ele influencia a privacidade, a concentração, o descanso e o conforto emocional. A geometria e a materialidade atuam como os principais condutores acústicos: enquanto o concreto, o vidro e a pedra refletem e amplificam, a madeira e os estofados suavizam e absorvem. Alturas de pé-direito, fluxos de circulação e proporções dos cômodos moldam ainda mais a maneira como o som se propaga e se dissipa pelo espaço.

A torre triangular quase concluída de Herzog & de Meuron e a visão urbana do OMA para Roma: o resumo da semana

Nesta semana, revisitamos as ideias que moldam o desenho das cidades do século XXI, com um olhar voltado para um horizonte temporal mais amplo do que o que caracterizou o design moderno. Esses exemplos do desenho urbano contemporâneo apontam para as cidades do amanhã, buscando refletir a memória coletiva e a identidade social ao mesmo tempo em que enfrentam os desafios climáticos atuais. De um novo museu no Panamá inspirado na tradição arquitetônica latino-americana a uma instalação inflável sobre a ponte mais antiga de Paris, no rio Sena, projetos construídos e não construídos resgatam a arquitetura como um repositório de memória coletiva, enquanto outros exploram seu potencial transformador sob a ótica do bem-estar contemporâneo. Nesta compilação semanal de notícias, apresentamos projetos em andamento no Panamá, em diversos países africanos, na França, no Canadá, na Itália, na Austrália e nos Estados Unidos.

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"Cheio de gente e vivo mais uma vez": Em conversa com o RIWAQ – Centro de Conservação Arquitetônica, vencedor do Grande Prêmio do Holcim Award

Qalandiya: the Green Historic Maze, desenvolvido pelo RIWAQ – Centre for Architectural Conservation, foi premiado com o Grande Prêmio no Holcim Foundation Awards 2025, em reconhecimento à sua abordagem sensível e profundamente contextualizada de conservação do patrimônio na Palestina, sendo selecionado entre os 20 vencedores da edição deste ano. Localizado em Qalandiya, ao norte de Jerusalém, o projeto reativa o centro histórico de uma vila há muito afetada pela fragmentação política, pelo abandono e pela desconexão espacial. Por meio de uma estratégia de reabilitação gradual, o projeto restaura estruturas deterioradas utilizando conhecimentos tradicionais, alvenaria de pedra local e materiais nativos, transformando o tecido abandonado em espaços públicos ativos, ao mesmo tempo que reforça a resiliência ambiental por meio de estratégias climáticas passivas e infraestrutura baseada na paisagem.

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La Biennale di Venezia inaugura nova sede para seu Arquivo Histórico no Arsenale

La Biennale di Venezia inaugurou a nova sede de seu Arquivo Histórico – Centro Internacional de Pesquisa em Artes Contemporâneas no Arsenale, transferindo as coleções de arquivos e as atividades de pesquisa da instituição para um complexo restaurado em um de seus principais locais de exposição. A abertura apresenta uma nova sede permanente para o arquivo, reunindo instalações de conservação, pesquisa, consulta pública e programação cultural no histórico Arsenale. Para marcar a ocasião, a La Biennale organizou uma programação de três dias com performances, palestras, conversas e visitas públicas, destacando o papel do arquivo no ecossistema mais amplo de exposições, festivais e iniciativas educacionais da instituição.

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A uma semana de Milão Cortina 2026: A Olimpíada Cultural expande os Jogos por meio de um programa artístico e público descentralizado

A praticamente uma semana do início dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milano Cortina 2026, o comitê organizador divulgou informações oficiais sobre a Olimpíada Cultural do evento: um programa de arte e cultura que acompanha os Jogos Olímpicos e Paralímpicos. O programa é reconhecido pelo COI como um dos três pilares do Movimento Olímpico, ao lado do esporte e da educação. Concebida como uma ampla plataforma que envolve territórios, instituições e comunidades por toda a Itália, a Olimpíada Cultural busca destacar os Alpes Italianos e o patrimônio cultural de Milão, ao mesmo tempo em que promove os valores olímpicos por meio da arte, da história e da participação ativa além dos locais de competição oficiais.

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Revelados os projetos para a Penn Station de Nova York por PAU e HNTB-HOK

O escritório Practice for Architecture and Urbanism (PAU), em colaboração com a HNTB e a HOK, foi selecionado como a equipe de projeto para a requalificação da Penn Station, em Nova York. O projeto faz parte de um esforço contínuo para reorganizar e expandir um dos polos de transporte ferroviário mais movimentados da América do Norte, com o objetivo de melhorar a circulação de passageiros, aumentar a capacidade e modernizar a infraestrutura existente da estação. Os trabalhos de projeto e desenvolvimento estão em andamento, e a previsão é que a construção comece em 2027. Localizada em Midtown Manhattan, a Penn Station ocupa o terreno da estação original da Pensilvânia, projetada por McKim, Mead & White e concluída em 1910.

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Heatherwick Studio e SPPARC revelam primeira fase da transformação do Olympia no oeste de Londres

O Heatherwick Studio e o SPPARC apresentaram a primeira fase da transformação do Olympia, um histórico complexo de exposições na região oeste de Londres, em um destino cultural de uso misto. Inaugurado originalmente em 1886, o marco vitoriano está passando por uma revitalização em grande escala que visa reconectar o terreno de 14 acres (cerca de 5,6 hectares) com a cidade ao redor por meio de novos espaços públicos, locais de interesse cultural, programas de hospitalidade e instalações comerciais. A inauguração é marcada pela conclusão de uma nova cobertura pública, que introduz uma circulação de pedestres elevada e serve como portal de entrada para o plano diretor mais amplo, além de emoldurar novas vistas da histórica cobertura do Olympia. A intervenção faz parte de um plano diretor abrangente que será implementado ao longo de 2026 e 2027.

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Museu de Londres se muda para o restaurado General Market de Smithfield antes de sua tão aguardada inauguração

O edifício original do Museum of London em London Wall fechou permanentemente ao público em dezembro de 2022 para dar início aos preparativos de sua mudança. Apesar dos apelos da comunidade para preservar o edifício modernista, os planos de demolição do marco brutalista foram aprovados em 2024 para dar lugar ao projeto de requalificação urbana London Wall West. Posteriormente, o Museum of London passou por um reposicionamento de marca, sendo rebatizado oficialmente como London Museum, e foi transferido para o histórico General Market, em Smithfield. O projeto de restauração do novo local, que durou uma década, foi liderado por Stanton Williams e Asif Khan, em colaboração com o/a arquiteto/a especialista em conservação Julian Harrap. A abertura oficial das novas galerias permanentes do museu está agendada para 28 de novembro de 2026.

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Torre Triângulo de Herzog & de Meuron em Paris se aproxima da conclusão, registrada por Stefano Candito

Vinte anos após sua idealização, a controversa Tour Triangle, projetada por Herzog & de Meuron em Paris, está em fase de conclusão. A torre triangular, toda em vidro, localizada no 15º arrondissement da cidade, atingiu sua altura máxima de 42 andares em 24 de abril de 2026. O avanço do projeto foi marcado por oposição, entraves financeiros e disputas judiciais antes do início das obras em 2022. A torre de 180 metros de altura é hoje o terceiro edifício mais alto dentro dos limites da cidade de Paris, atrás apenas da Torre Eiffel, com 330 metros de altura, do The Link, com 231 metros, em La Défense, e da Tour Montparnasse, de 210 metros. O edifício manterá esse título por tempo indeterminado devido à proibição de arranha-céus restabelecida em 2023 pela prefeita Anne Hidalgo, após persistente oposição a edifícios altos na cidade. O avanço recente das obras foi documentado pelo fotógrafo Stefano Candito, abrangendo desde vistas urbanas do edifício até registros detalhados de sua estrutura quase concluída.

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O 25º Pavilhão Serpentine, projetado pelo LANZA atelier, abre ao público em 6 de junho de 2026

O Serpentine Pavilion de 2026, intitulado "a serpentine", projetado pelo escritório de arquitetura LANZA atelier, com sede na Cidade do México, será aberto ao público em 6 de junho de 2026 no Serpentine South, em Londres.

O 25º Pavilhão Serpentine, projetado pelo LANZA atelier, abre ao público em 6 de junho de 2026 - Image 1 of 4O 25º Pavilhão Serpentine, projetado pelo LANZA atelier, abre ao público em 6 de junho de 2026 - Image 2 of 4O 25º Pavilhão Serpentine, projetado pelo LANZA atelier, abre ao público em 6 de junho de 2026 - Image 3 of 4O 25º Pavilhão Serpentine, projetado pelo LANZA atelier, abre ao público em 6 de junho de 2026 - Image 4 of 4O 25º Pavilhão Serpentine, projetado pelo LANZA atelier, abre ao público em 6 de junho de 2026 - Mais Imagens+ 2

OMA conclui o Hangzhou Prism, empreendimento de uso misto na Future Tech City da China

O OMA concluiu o Hangzhou Prism, um grande empreendimento de uso misto no distrito de Future Tech City, em Hangzhou, na China, após um processo de projeto e desenvolvimento iniciado em 2016. Encomendado pelo Xinhu Real Estate Group e liderado pelo sócio do OMA, Chris van Duijn, com Michael Hadjistyllis como arquiteto/a do projeto, o empreendimento combina unidades residenciais, um hotel, escritórios, espaços comerciais e comodidades públicas em um único volume edificado. Sendo o primeiro projeto concluído do OMA em Hangzhou, o complexo ocupa um terreno central em um dos distritos emergentes de inovação e negócios da cidade.

OMA conclui o Hangzhou Prism, empreendimento de uso misto na Future Tech City da China - Imagen 1 de 4OMA conclui o Hangzhou Prism, empreendimento de uso misto na Future Tech City da China - Imagen 2 de 4OMA conclui o Hangzhou Prism, empreendimento de uso misto na Future Tech City da China - Imagen 3 de 4OMA conclui o Hangzhou Prism, empreendimento de uso misto na Future Tech City da China - Imagen 4 de 4OMA conclui o Hangzhou Prism, empreendimento de uso misto na Future Tech City da China - Mais Imagens+ 5

MAC Panamá seleciona Palma + Taller TO para projetar o novo edifício de seu museu

Após um concurso internacional de projeto lançado em janeiro de 2026, o Museu de Arte Contemporânea do Panamá (MAC Panamá) anunciou a seleção dos escritórios mexicanos Palma + Taller TO para projetar seu novo edifício. O museu é descrito como "uma nova infraestrutura cultural aberta à cidade, concebida a partir da identidade, do clima e da paisagem do Panamá." A futura sede do museu ficará localizada no corregimento de San Francisco, consolidando a área como um polo de atividade cultural. Os critérios de seleção envolveram a relação entre o museu e a cidade, priorizando propostas que integrassem elementos de engajamento comunitário e que posicionassem o edifício como uma infraestrutura cultural, enriquecendo o ambiente urbano contemporâneo da Cidade do Panamá.

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BDP, Cox Architecture e Collage Design apresentam distrito esportivo no entorno do maior estádio do mundo, na Índia

O BDP, a Cox Architecture e a Collage Design revelaram o masterplan para o complexo esportivo Sardar Vallabhbhai Patel Sports Enclave, de 350 acres, em Ahmedabad, na Índia. Localizado às margens do Rio Sabarmati e estruturado em torno do Estádio Narendra Modi — que, com capacidade para 132.000 espectadores, é o maior do mundo —, o projeto propõe um distrito esportivo de grande escala, integrando locais de competição internacional a paisagens públicas e instalações comunitárias. Concebido tanto como um complexo de eventos quanto como um parque urbano, o empreendimento foi planejado para sediar o evento do centenário dos Jogos da Commonwealth de 2030, após a seleção de Ahmedabad como cidade-sede.

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MVRDV inicia a construção do Centro de Convergência EU TUMO em Erevan, Armênia

O escritório MVRDV iniciou as obras do Centro de Convergência UE TUMO, uma nova instalação educacional e de pesquisa em Yerevan, na Armênia. Localizado no Parque Tumanyan, o edifício de cinco andares expandirá o campus do TUMO, oferecendo espaços para educação tecnológica e criativa gratuita para adolescentes e adultos, além de áreas de pesquisa e de coworking para empresas de tecnologia e design. Situado em um afloramento montanhoso acima do desfiladeiro do rio Hrazdan, o projeto responde à topografia do entorno, estabelecendo conexões visuais com a cidade, o desfiladeiro e o Monte Ararat. A construção começou oficialmente em 24 de fevereiro, com a presença de representantes locais e internacionais.

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