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Quem deveria ganhar o Prêmio Pritzker 2025?

Com a Fundação Hyatt prestes a anunciar o/a vencedor/a do Prêmio Pritzker 2025 no dia 4 de março, às 9h EST, crescem as especulações sobre qual arquiteto/a — ou arquitetos/as — receberá a honraria mais prestigiosa da arquitetura. Instituído em 1979, o Prêmio Pritzker de Arquitetura é amplamente considerado a "maior honraria da profissão", reconhecendo arquitetos/as vivos/as cujo trabalho tenha gerado um impacto profundo na humanidade e no ambiente construído.

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A cidade e as crianças

"Tem bala de coco e peteca
Deixa a criança brincar
Hoje é dia de festa
A ibejada vem saravar."
— Ponto de erês

As ruas vivem quando são dos erês e morrem quando são dos carros. Sonho com um projeto que pretendo colocar em prática quando o tempo permitir: escrever um manual com as regras fabulares da amarelinha, da carniça, do jogo de botão, do preguinho, do pique-bandeira, das cirandas cirandinhas, do lenço-atrás, do futebol em ladeiras, do queimado e das variantes da bola de gude. O título está pronto: "Ecologia Amorosa das Brincadeiras de Rua".

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Como a arquitetura impulsiona a descoberta científica: projeto de laboratórios e instalações de pesquisa em diferentes escalas

A relação sinérgica entre o projeto arquitetônico e a descoberta científica costuma ser pouco abordada, embora represente uma proposta altamente promissora. O ambiente construído possui um imenso potencial para apoiar avanços em pesquisa, inovação e a comunidade científica. Essa influência vai além dos espaços físicos, abrangendo tanto a dinâmica interna quanto o engajamento externo por meio de intervenções estratégicas de projeto que conectam diferentes esferas de impacto, desde pesquisadores/as individuais até a comunidade em geral.

Como a arquitetura impulsiona a descoberta científica: projeto de laboratórios e instalações de pesquisa em diferentes escalas - Imagem 1 de 4Como a arquitetura impulsiona a descoberta científica: projeto de laboratórios e instalações de pesquisa em diferentes escalas - Imagem 2 de 4Como a arquitetura impulsiona a descoberta científica: projeto de laboratórios e instalações de pesquisa em diferentes escalas - Imagem 3 de 4Como a arquitetura impulsiona a descoberta científica: projeto de laboratórios e instalações de pesquisa em diferentes escalas - Imagem 4 de 4Como a arquitetura impulsiona a descoberta científica: projeto de laboratórios e instalações de pesquisa em diferentes escalas - Mais Imagens+ 3

ELEMENTAL projeta habitações pré-fabricadas para reconstrução em Viña del Mar, Chile

Um ano após o mega-incêndio em Viña del Mar, no Chile, e com os esforços de reconstrução avançando em apenas 26%, o escritório de arquitetura ELEMENTAL e as autoridades locais iniciaram a construção de um projeto habitacional pré-fabricado em um dos bairros residenciais mais afetados pelo desastre. O projeto consiste em um edifício residencial de média densidade com estrutura metálica modular, concebido como ponto de partida para iniciativas semelhantes em resposta àquele que hoje é considerado um dos eventos mais catastróficos da história recente do Chile. Segundo Alejandro Aravena e a prefeita da cidade, Macarena Ripamonti, o objetivo é que a tecnologia e o modelo de gestão por trás deste projeto sirvam de precedente para viabilizar soluções de habitação rápidas e permanentes em situações de emergência.

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Não apenas uma estação de trem: a evolução dos desenvolvimentos orientados ao transporte no Leste Asiático

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O Desenvolvimento Orientado ao Transporte (TOD, na sigla em inglês) é uma estratégia abrangente de planejamento urbano que visa criar bairros densos, caminháveis e vibrantes estruturados em torno de nós de transporte público. Ao integrar de forma fluida funções residenciais, comerciais e de lazer a uma curta distância das estações, os TODs buscam reduzir a dependência do automóvel, aumentar a demanda pelo transporte público e estimular o desenvolvimento econômico local. Órgãos governamentais desempenham um papel crucial no apoio a esses empreendimentos por meio de reformas de zoneamento, flexibilização do coeficiente de aproveitamento (CA), venda de potencial construtivo e facilitação de parcerias público-privadas para viabilizar investimentos na infraestrutura pública. Embora os TODs tenham ganhado força globalmente, o Leste Asiático ostenta alguns dos exemplos mais bem-sucedidos. Por outro lado, as tentativas de replicar esses modelos em contextos distintos — como na cidade de Nova York — evidenciam a importância de adaptar os princípios do TOD às condições locais, às características geográficas e às necessidades da comunidade.

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A arte negligenciada do design de portas: um guia introdutório aos tipos de portas internas

Portas estão entre os elementos arquitetônicos mais utilizados em qualquer edificação habitada, funcionando como limiares móveis que articulam a transição entre os espaços privados e públicos. Elas facilitam tanto a conexão quanto a separação entre coabitantes. Contudo, apesar de seu papel fundamental, as portas costumam ser um dos elementos de projeto mais negligenciados, especialmente pelos/as clientes. Em diálogos com profissionais do setor sobre diversos projetos de interiores, surge um consenso comum: os/as clientes geralmente prestam pouca atenção aos tipos e detalhes de portas, desde que o sentido de abertura corresponda às suas expectativas. No entanto, o universo do design de portas é complexo, oferecendo uma infinidade de possibilidades de acabamentos, métodos de instalação e modos de funcionamento — cada um deles capaz de moldar significativamente a experiência espacial, indo muito além da simples direção de abertura.

A escolha do tipo de porta e de seus detalhes pode definir ou redefinir completamente um espaço. Algumas portas oferecem um isolamento acústico superior, ao passo que outras permanecem abertas para conectar ambientes, potencializando a fluidez espacial de forma contínua. Certos modelos exigem uma instalação minuciosa e manutenção constante, enquanto outros são praticamente livres de manutenção. Além disso, o tipo de porta selecionado — especialmente o tipo de dobradiça — influencia não apenas a construção da parede, mas também as camadas de piso e as transições de acabamento, acrescentando uma camada extra de complexidade ao processo de projeto.

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O significado histórico do forro da Igreja de São Francisco de Assis em Salvador e os desafios de preservação do patrimônio cultural

O que aconteceu na Igreja conventual de São Francisco de Assis em Salvador é mais um triste capítulo de um processo que aflige o patrimônio cultural brasileiro, intensificado nos últimos anos com os incêndios do Museu Nacional, no Rio de Janeiro, da Cinemateca e do Museu da língua portuguesa em São Paulo. Assim, nesses últimos dias, tem-se debatido muito sobre quem teria a "culpa" do que se passou em Salvador, ou quem teria a "responsabilidade" de evitar esse desastre, que também levou a vida de uma jovem turista: se os administradores da Igreja, se o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), se os órgãos locais de cultura e patrimônio etc. Esse tema é difícil, e importante de se discutir, sim, a demandar investigações cuidadosas sobre as causas do sinistro. Mas o debate deve ser mais amplo, tendo sobretudo a finalidade de se pensar como é que poderemos evitar que eventos como esses aconteçam: maior investimento, maior valorização do patrimônio artístico e arquitetônico, protocolos mais rígidos e efetivos de segurança, conservação preventiva, educação patrimonial. Nos dias que se seguiram ao incidente em Salvador, inúmeros edifícios do período colonial foram interditados em lugares do país, sob a alegação de que também poderiam ruir. Nosso patrimônio pede atenção, em muitos casos com urgência.

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Arquitetura emergente em Córdoba, Argentina: Cinco escritórios de destaque na cena atual

Na produção arquitetônica argentina dos últimos anos, surgiram inúmeros escritórios que, por meio de sua prática, investigações e obras, ganharam relevância no âmbito da disciplina contemporânea. Vale destacar que muitos/as jovens arquitetos/as, mesmo com trajetórias incipientes em termos de obra construída, conseguiram se posicionar, demonstrando voz própria e uma marca definida em seu trabalho.

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Lina Ghotmeh vence concurso para redesenhar a Ala Oeste do British Museum

O British Museum anunciou que o escritório parisiense Lina Ghotmeh Architecture (LGA) foi selecionado para liderar a reformulação das galerias da Western Range. A decisão é resultado de um rigoroso concurso internacional, marcando um marco significativo no Masterplan do museu, uma iniciativa de longo prazo para modernizar seu complexo em Bloomsbury, preservando sua integridade histórica. O projeto será uma das maiores reformulações culturais do mundo, abrangendo cerca de 15.650 metros quadrados, o que representa um terço da área de galerias do museu.

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Germán Valenzuela: "O global não existe sem o local na arquitetura"

Nicolás Valencia conversa com o arquiteto chileno Germán Valenzuela sobre o livro ⁠Del territorio al detalle⁠ (Bifurcaciones), uma seleção das/dos arquitetas/os contemporâneas/os mais interessantes da América Latina, de Al Borde a Rozana Montiel, passando por Mauricio Rocha, Inés Moisset e Solano Benítez.

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Os 15 vencedores do Prêmio ArchDaily Building of the Year 2025

Há dezesseis anos, lançamos o ArchDaily Building of the Year Awards com uma ideia simples, mas poderosa: permitir que nosso público leitor escolha seus edifícios favoritos em nossa biblioteca de projetos em constante crescimento. Graças ao seu engajamento, este prêmio se tornou um dos reconhecimentos mais democráticos e influentes da arquitetura. Ano após ano, a visão coletiva de vocês tem destacado a excelência arquitetônica em diferentes culturas, economias e paisagens ao redor do mundo.

Este ano não foi exceção. Os 75 projetos finalistas já demonstraram uma gama notável de soluções espaciais, refletindo o poder da inteligência coletiva em traçar um retrato da arquitetura mais instigante da atualidade. Agora, é hora de revelar os projetos vencedores.

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Guia de Arquitetura de Osaka: 23 projetos que destacam o legado de design e a inovação do Japão

Osaka, a terceira maior cidade do Japão, é uma mistura vibrante de tradição e modernidade, o que a torna um destino fascinante para entusiastas da arquitetura. Conhecida historicamente como a "cozinha do país" devido ao seu papel como polo mercantil, Osaka também se destaca pela sua diversidade cultural e arquitetônica. Seus marcos urbanos variam do histórico Castelo de Osaka a impressionantes empreendimentos contemporâneos, cada um refletindo a evolução da identidade urbana japonesa.

Como cidade-sede da tão aguardada Expo 2025, Osaka está pronta para exibir sua força arquitetônica no cenário global. A silhueta da cidade apresenta obras inovadoras de arquitetos/as e urbanistas de renome, incluindo centros culturais de vanguarda, hubs de transporte e projetos de revitalização de frentes de água. Com contribuições de célebres arquitetos/as e escritórios japoneses, como Tadao Ando, Kengo Kuma & Associates e Takenaka Corporation, ao lado de figuras internacionais como Dominique Perrault, Renzo Piano Building Workshop e Pelli Clarke & Partners, Osaka combina perfeitamente modernidade e tradição, criando uma identidade arquitetônica única que reflete seu passado ao mesmo tempo em que aponta com ousadia para o futuro.

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O que acontece quando o design do BIG, o D5 Rendering e a IA colidem? Simples: magia criativa

Projetar o próximo projeto de grande impacto ("uau")? É como tentar engarrafar um raio—exceto que, com o BIG e o D5 Render, você já recebe a garrafa nas mãos. O Bjarke Ingels Group (BIG), líder global em arquitetura, é reconhecido por seus projetos audaciosos e pelo compromisso com a inovação. Sempre explorando novas ferramentas, o BIG desafia os limites da tecnologia de design para otimizar fluxos de trabalho e potencializar a criatividade. Com projetos icônicos em todo o mundo, o escritório redefiniu a narrativa na arquitetura. Ao utilizar a plataforma integrada do D5 Render, a equipe de arquitetura otimizou seu fluxo de trabalho de projeto e visualização em tempo real, combinando renderização, animação e IA do D5 para dar vida a conceitos com velocidade e precisão excepcionais.

Bofill Taller de Arquitectura projeta torres de uso misto e um resort à beira-mar na Albânia

A arquitetura tem sido o centro de um processo de transformação na Albânia, com destaque especial para Tirana, sua capital. Em 2017, foi revelado o projeto vencedor do Plano Diretor Tirana 2030, desenvolvido pelos escritórios Stefano Boeri Architetti, UNLAB e IND [Inter.National.Design], como parte de um concurso organizado pelo Ministério do Desenvolvimento Urbano. Com o objetivo de dar a Tirana uma nova dimensão metropolitana ao mesmo tempo em que promove e preserva as áreas verdes, a estratégia integra um sistema de espaços públicos, elementos naturais e projetos estratégicos em pontos-chave da cidade. O escritório multidisciplinar catalão Bofill Taller de Arquitectura contribui para essa transformação com duas torres de uso misto em Tirana e um projeto de resort na cidade litorânea de Dhërmi, refletindo a estética marcante da obra de Ricardo Bofill.

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Pavilhão do Uzbequistão na Bienal de Veneza de 2025 explora forno solar da era soviética e legado modernista

O Pavilhão Nacional do Uzbequistão na 19ª Exposição Internacional de Arquitetura - La Biennale di Venezia de 2025 apresenta "A Matter of Radiance". Com curadoria do escritório de arquitetura GRACE, liderado por Ekaterina Golovatyuk e Giacomo Cantoni, a exposição explora o legado arquitetônico modernista do Uzbequistão em resposta ao tema central da Bienal, "Intelligens. Natural. Artificial. Collective."

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“O tipo de arquitetura que tento alcançar é um arco-íris”: em conversa com Kengo Kuma

Em minha entrevista de 2008 com Kengo Kuma em Manhattan — o arquiteto baseado em Tóquio estava na cidade para uma palestra na Cooper Union e para supervisionar a reforma de uma casa na vizinha Connecticut —, ele resumiu para mim a intenção de seu trabalho: "A imagem mais próxima do tipo de arquitetura que tento alcançar é um arco-íris." O arquiteto projeta seus edifícios como um/a chef prepararia uma salada ou um/a florista organizaria um buquê de flores — selecionando cuidadosamente os ingredientes de acordo com seu tamanho, forma e textura. Ele então testa se eles devem se tocar, se sobrepor ou manter distância para permitir a passagem do fluxo de ar. O processo se aproxima mais de um experimento científico de tentativa e erro do que de um exercício artístico de projeção de formas e imagens visionárias. Embora seus edifícios certamente pareçam surpreendentemente artísticos e absolutamente arrebatadores, eles são ao mesmo tempo precisos e livres, primitivos e refinados, materiais e efêmeros. O fascínio do arquiteto pela materialidade é surpreendente e, apesar de ter concluído dezenas de edifícios em todo o mundo ao longo de sua carreira singular, em nossa conversa no mês passado via Zoom, Kuma me disse: "Estou no início de um longo processo de exploração material."

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Arquiteturas infláveis no espaço público: conhecendo as obras de Conjuntos Empáticos na Espanha

Como se comportam as estruturas infláveis nos espaços públicos? Que relações ou vínculos elas são capazes de estabelecer entre as pessoas? Sob a perspectiva do Conjuntos Empáticos, as estruturas infláveis atuam como organismos capazes de interpelar os transeuntes por sua leveza, materialidade e efeito surpresa, garantindo experiências sensoriais em diferentes ambientes e espaços públicos. Essas estruturas permitem acolher desde intervenções coletivas até momentos de lazer, fomentando o convívio social como forma de interação e criando atmosferas que dissociam a escala da cidade do espaço doméstico.

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Visionários da arquitetura: celebrando ideias não construídas com a seleção de vencedores de 2024 da Buildner

A Buildner anunciou os resultados do Buildner's Unbuilt Award 2024, a edição inaugural de uma nova e instigante série anual que celebra projetos de arquitetura ainda não realizados. Com uma generosa premiação total de 100.000 euros, o concurso oferece uma plataforma para que arquitetos/as e designers apresentem seus projetos não construídos mais inspiradores — sejam eles conceituais, já publicados, inéditos ou totalmente desenvolvidos.

Acesse o site do concurso Buildner's Unbuilt Award 2025 para obter detalhes sobre a edição de 2025, que já está com inscrições abertas.

Foster + Partners revela plano diretor para transformar antiga área industrial em Constança, Romênia

Foster + Partners desenvolveu um masterplan para uma antiga área industrial de 38 hectares no coração de Constanța, uma cidade portuária na região de Dobrogea, na Romênia. O projeto transforma o local em uma "cidade dentro da cidade", incorporando edifícios culturais e educacionais, comércio, entretenimento, instalações esportivas e de lazer, parques públicos e jardins botânicos. A proposta visa reconectar a paisagem urbana e enriquecer a vivência na cidade, fundamentando-se na história de Constanța, desde suas origens gregas e romanas até seu patrimônio industrial mais recente.

Tatiana Bilbao, Alison Brooks, Michel Rojkind e Jun'ya Ishigami estão entre os arquitetos e arquitetas elevados a Membros Honorários do AIA

O American Institute of Architects (AIA), organização profissional dedicada a apoiar profissionais da arquitetura e promover o avanço da área, anunciou a nomeação de 93 arquitetos/as ao seu College of Fellows. Essa distinção é concedida a pessoas que fizeram contribuições significativas para a profissão e para a sociedade. A classe deste ano inclui 83 arquitetos/as membros do AIA e 10 arquitetos/as internacionais que receberam o título de Membro Honorário (Honorary Fellowship). Os/as novos/as Fellows serão homenageados/as na AIA Conference on Architecture & Design 2025 (AIA25) em Boston.

Tatiana Bilbao, Alison Brooks, Michel Rojkind e Jun'ya Ishigami estão entre os arquitetos e arquitetas elevados a Membros Honorários do AIA - 1 的图像 4Tatiana Bilbao, Alison Brooks, Michel Rojkind e Jun'ya Ishigami estão entre os arquitetos e arquitetas elevados a Membros Honorários do AIA - 2 的图像 4Tatiana Bilbao, Alison Brooks, Michel Rojkind e Jun'ya Ishigami estão entre os arquitetos e arquitetas elevados a Membros Honorários do AIA - 3 的图像 4Tatiana Bilbao, Alison Brooks, Michel Rojkind e Jun'ya Ishigami estão entre os arquitetos e arquitetas elevados a Membros Honorários do AIA - 4 的图像 4Tatiana Bilbao, Alison Brooks, Michel Rojkind e Jun'ya Ishigami estão entre os arquitetos e arquitetas elevados a Membros Honorários do AIA - Mais Imagens+ 5

Entre os/as Fellows Honorários/as estão Tatiana Bilbao (México), Alison Brooks (Reino Unido), Jun'ya Ishigami (Japão), Kain Bon Albert Chan (China), Hu Li (China), Lyndon Uykim Neri (China), Michel Rojkind (México), Masaharu Rokushika (Japão), Brinda Somaya (Índia) e Kerstin Thompson (Austrália), reconhecidos/as por suas contribuições para o cenário arquitetônico global.

Pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza explora infraestruturas ancestrais e projetos contemporâneos

A participação do Brasil na 19ª Mostra Internacional de Arquitetura – La Biennale di Venezia será marcada pela exposição (RE)INVENÇÃO, com curadoria dos arquitetos Luciana Saboia, Matheus Seco e Eder Alencar, do grupo Plano Coletivo. A iniciativa, promovida pela Fundação Bienal de São Paulo em parceria com os Ministérios da Cultura e das Relações Exteriores, propõe uma reflexão sobre as conexões entre natureza e cidade, explorando infraestruturas ancestrais e suas possíveis ressignificações no Brasil contemporâneo.

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Documentação independente de patrimônio: como as ferramentas digitais e a fotogrametria estão redefinindo os esforços de preservação

O uso da tecnologia tornou-se vital na documentação e conservação do patrimônio histórico, especialmente em circunstâncias difíceis ou urgentes. Após a destruição de diversos marcos da cidade histórica de Palmira durante a guerra na Síria em 2015, equipes de conservação construíram modelos digitais tridimensionais da cidade destruída para auxiliar em sua reconstrução futura. A destruição dos Budas de Bamiyan no Afeganistão em 2001, com pouquíssima documentação prévia, impulsionou ações de salvaguarda de monumentos vulneráveis, como a criação do CyArk. Mais recentemente, levantamentos digitais detalhados e um modelo BIM de patrimônio histórico foram essenciais na restauração da Catedral de Notre-Dame em Paris, após o devastador incêndio de 2019.

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Explorando inovações em arranha-céus: 8 torres conceituais da comunidade ArchDaily que redefinem a densidade urbana

À medida que as cidades crescem e o solo disponível se torna mais escasso, a arquitetura de edifícios altos desempenha um papel fundamental no enfrentamento da densidade urbana, ao mesmo tempo que molda novas formas de viver e trabalhar. As edificações em altura estão evoluindo para além de suas funções tradicionais, integrando estratégias ambientais, promovendo o engajamento público e contribuindo para a malha urbana. Arquitetos e arquitetas exploram novos materiais, tecnologias de eficiência energética e configurações espaciais que tornam as torres mais adaptáveis ao seu entorno. Alguns projetos incorporam espaços verdes e áreas comuns para fortalecer a conexão entre o ambiente construído e seus usuários, ao passo que outros introduzem técnicas construtivas inovadoras para ampliar a sustentabilidade e a eficiência.

Entre os projetos desta seleção, enviados pela comunidade do ArchDaily, o *The Residences at 1428 Brickell*, projetado pelo escritório Arquitectonica em Miami, nos Estados Unidos, apresenta uma fachada com captação de energia solar que atende a parte das demandas energéticas do edifício. Em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, o *AVA* da SOMA propõe uma transição da escala urbana para um ambiente mais reservado e caracterizado pela presença da água, com foco na moradia de alto padrão. Em Bangkok, na Tailândia, o HAS Design and Research propõe a *Bangkok Civic Center Tower* como uma nova tipologia de espaço público, combinando paisagens verdes com superfícies espelhadas para conectar a cidade à natureza. Esses projetos refletem diferentes abordagens para a arquitetura vertical e destacam como projetistas estão respondendo aos desafios e às oportunidades de ambientes urbanos densos.

Distrito Federal e Casa da Arquitectura firmam acordo para a partilha do acervo digital de Lucio Costa

O Distrito Federal de Brasília e a Casa da Arquitectura, em Portugal, firmaram um acordo para a partilha do acervo digital de Lucio Costa, urbanista responsável pelo Plano Piloto de Brasília. A assinatura ocorreu em 18 de fevereiro de 2025 no Palácio do Buriti, com a presença do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, do diretor-executivo da Casa da Arquitectura, Nuno Sampaio, e da ministra da Cultura de Portugal, Dalila Rodrigues.

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