Caleb Whiting dogbear869, CC0, via Wikimedia Commons
Dubai evoluiu de um humilde porto comercial para uma metrópole global, renomada por seu skyline futurista e feitos arquitetônicos pioneiros. No início do século XX, sua paisagem era moldada por casas árabes tradicionais com pátios internos e torres de vento, projetadas para resistir ao rigoroso clima árido. A descoberta de petróleo na década de 1960 marcou um ponto de virada, desencadeando uma rápida urbanização. Ao longo das décadas de 1970 e 1980, o boom da construção civil, impulsionado pelas receitas do petróleo, levou ao surgimento de grandes edifícios de concreto e complexos de apartamentos de baixa altura, acomodando o fluxo de expatriados atraídos pela economia próspera dos Emirados Árabes Unidos (EAU). No século XXI, os EAU testemunharam avanços arquitetônicos sem precedentes. Projetos emblemáticos como o Burj Khalifa — o edifício mais alto do mundo — e a Palm Jumeirah — um arquipélago artificial — transformaram a silhueta urbana do país, consolidando a reputação dos EAU como um polo global de ambição e inovação arquitetônica.
Esse rápido crescimento também trouxe diversos desafios em todo o território dos EAU, particularmente na habitação e na dificuldade de garantir condições dignas de vida para a classe trabalhadora. Dubai serve como um exemplo notável de como a expansão urbana transformou o país, mas diferentes geografias e regiões dentro dos EAU têm necessidades distintas, moldadas por seus ambientes e comunidades locais. O concurso House of the Future — organizado pela Buildner em parceria com o Sheikh Zayed Housing Programme — convoca mentes visionárias a repensar a arquitetura residencial em todos os Emirados Árabes Unidos. Com inscrições abertas até 30 de abril, a competição oferece uma plataforma para ideias audaciosas que possam moldar as casas do amanhã, respondendo às demandas variadas de diferentes localidades.
MVRDV concluiu recentemente a Mega Mat, uma instalação temporária voltada para encontros públicos e apresentações, feita com esteiras de plástico reciclado. Desenvolvida para a Bangkok Design Week, o objetivo conjunto da equipe de arquitetura e da Agência de Economia Criativa da Tailândia era criar um espaço que também conscientizasse sobre o descarte de plástico e a reciclagem na Tailândia. O resultado é um espaço público infográfico que, além de apresentar cores vibrantes e chamativas, segue um sistema de codificação por cores para organizar informações sobre o processamento de resíduos plásticos no país. A Mega Mat utiliza o plástico reciclado para reinterpretar um item doméstico cotidiano: a Sua, ou esteira, na qual as famílias tailandesas se sentam há gerações. Essa nova abordagem para um objeto familiar demonstra o potencial do uso de plástico reciclado no dia a dia, materializado em um espaço público versátil agora instalado no coração de Bangkok.
Spore Haus / AFF Architekten. Imagem cortesia de DAM Preis 2025
O DAM Preis 2025, promovido pelo Deutsches Architekturmuseum (DAM), foi concedido ao escritório AFF Architekten pelo projeto Spore Haus, em Berlim. Considerado um dos prêmios de arquitetura mais prestigiados da Alemanha, o DAM Preis destaca contribuições significativas para a prática arquitetônica contemporânea. O vencedor deste ano, o Spore Haus, foi selecionado por seu "projeto detalhado e integração cuidadosa" ao contexto urbano, bem como por sua contribuição para a vida pública.
Entre as 45 propostas concorrentes para o Pavilhão do Chile na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2025, o projeto vencedor foi anunciado recentemente. Trata-se de 'Reflective Intelligences', proposta curatorial de Serena Dambrosio, arquiteto/a, pesquisador/a e docente na Universidad Diego Portales; Nicolás Díaz Bejarano, arquiteto/a, pesquisador/a, docente e doutorando/a em Arquitetura e Estudos Urbanos na Pontificia Universidad Católica de Chile; e Linda Schilling Cuellar, arquiteto/a, designer urbano/a, educador/a e doutorando/a no Centre for Research Architecture da Goldsmiths University.
O tempo está se esgotando! Convidamos você a participar do Prêmio ArchDaily Building of the Year 2025, votando nos projetos que causaram o maior impacto no ambiente construído.
Este ano, a base de dados de projetos do ArchDaily apresentou milhares de obras inspiradoras e, graças à sua participação, 4.000 projetos foram reduzidos a apenas 75 finalistas—representando o melhor em cada categoria. Agora, é hora de escolher os projetos vencedores.
Os Estados Unidos são um país com uma vasta história, com edifícios que preservam legados de épocas passadas. Devido ao seu significado cultural, essas estruturas são amplamente valorizadas e protegidas; no entanto, também costumam ser isentas de certas exigências de eficiência energética. À medida que as cidades avançam em direção às metas climáticas, essas exigências passam a ser questionadas. Especialistas em preservação argumentam que os edifícios históricos merecem proteção contra intervenções potencialmente prejudiciais. Por outro lado, defensores e defensoras da sustentabilidade destacam a necessidade de melhorias na eficiência energética em todos os setores do ambiente construído. O desafio reside em alcançar um equilíbrio entre essas prioridades conflitantes: garantir a manutenção do patrimônio e a responsabilidade ambiental.
Recentemente selecionado para participar da próxima edição da Bienal de Arquitetura Latino-Americana em Pamplona em 2025, o Práctica Arquitectura se consolida como um jovem e promissor escritório da região, especificamente no México. Sua produção arquitetônica centra-se na materialização de projetos que alcancem um alto nível de sensibilidade, tanto para quem os habita quanto para seu entorno imediato, seja ele qual for. Em estreita sintonia com as paisagens e terrenos, seus projetos ganham vida por meio de um desenho meticulosamente pensado em termos de materiais, estruturas e detalhes, garantindo, ao mesmo tempo, uma experiência sensorial e emocional nos espaços que criam.
Em um mundo inundado por milhões de novos produtos e designs a cada ano, identificar e compartilhar aqueles que realmente se destacam não é apenas importante—é essencial. Essa é a motivação por trás do A' Design Awards, uma plataforma dedicada a reconhecer e celebrar designs excepcionais e produtos meticulosamente concebidos. O resultado? Lançar um holofote global sobre esses trabalhos, impulsionar sua visibilidade internacional e inspirar a próxima onda de inovação no design—que não apenas desafia os limites da criatividade, mas também beneficia e faz a sociedade avançar. Em meio a esse vasto mar de talentos, a premiação traz designs extraordinários à superfície.
https://www.archdaily.com.br/pt/1143227/a-contagem-regressiva-comecou-a-design-awards-and-competition-ultima-chamada-para-inscricoesEnrique Tovar
Desenho axonométrico do showroom da Granciclismo (com Daniela Puppa), 1988. Imagem cortesia de Archivio Franco Raggi
"Franco Raggi. Unstable Thoughts" (Franco Raggi. Pensieri Instabili) oferece uma exploração aprofundada da obra do arquiteto, designer e intelectual italiano Franco Raggi. Com curadoria de Marco Sammicheli e Francesca Pellicciari, a exposição proporciona ao público uma experiência experimental e imersiva que traça a trajetória criativa de Raggi. Projetada pelo escritório de arquitetura Piovenefabi, a instalação está em cartaz no espaço Design Platform do Museo del Design Italiano em Milão, museu dedicado a temas e figuras fundamentais do design contemporâneo. Realizado de fevereiro a abril, o evento serve de prelúdio para a 24ª edição da Exposição Internacional da Trienal de Milão, intitulada Inequalities (Desigualdades), que acontecerá de maio a novembro de 2025.
As portas fazem parte da nossa rotina diária, abrindo e fechando de forma tão natural que raramente pensamos em como funcionam. Por isso, ao discutir inovações em seu design, muitos podem pensar: "se não está quebrado, não conserte". Contudo, o fato de algo funcionar bem não significa que não possa ser aprimorado. As portas não são exceção — seus componentes podem ser otimizados para um melhor desempenho sem alterar sua natureza fundamental. Em vez de se apegar ao que é familiar, por que não abrir as portas para o aperfeiçoamento? As portas pivotantes são um exemplo claro disso. Além de oferecerem versatilidade estética e possibilidades de design quase infinitas, seu sistema de abertura sobre um eixo central permite um movimento fluido e controlado, especialmente em ambientes internos. No entanto, resta um desafio em seu design: mantê-las firmes em diferentes ângulos.
https://www.archdaily.com.br/pt/1143260/e-no-entanto-se-sustenta-um-sistema-de-dobradica-pivotante-que-mantem-as-portas-a-cada-angulo-de-90-degreesEnrique Tovar
O Carnaval é uma das maiores expressões culturais do Brasil. Imagem via Shutterstock
O Rio de Janeiro, frequentemente chamado de "Cidade Maravilhosa", é uma tapeçaria vibrante tecida por diversos fios culturais, históricos e sociais. Sua história começa com os povos indígenas Tupi, Puri, Botocudo e Maxakalí, que originalmente habitavam a região. O nome da cidade deve-se aos exploradores portugueses que chegaram à Baía de Guanabara em 1º de janeiro de 1502 e, acreditando erroneamente que se tratava da foz de um rio, batizaram a região.
Nicolás Valencia conversa com a arquiteta chilena Sofía Carrión Bobadilla e o arquiteto chileno Matías González Ulloa, criadores do Área Verde e líderes do Arquitectura Maulina, uma plataforma digital focada em arquitetura, território e reflexões da inspiradora região de Maule, no Chile.
https://www.archdaily.com.br/pt/1142705/arquitetura-do-sul-do-mundo-com-matias-gonzalez-e-sofia-carrionArchDaily Team
Para muitos lares na América Latina, fogões e aquecedores alimentados por combustíveis fósseis e biomassa, como o gás natural ou a lenha, constituem uma opção econômica e acessível. No entanto, esses aparelhos apresentam certos desafios: são fontes de emissão de gases de efeito estufa (GEE), contribuem para a poluição interna (ou intradomiciliar) e evidenciam a necessidade de políticas que promovam uma matriz energética residencial mais limpa. Esses desafios tornam-se ainda mais urgentes quando se considera que 2024 foi o ano mais quente já registrado, com um aumento de 1,5 ºC em relação aos níveis pré-industriais, impulsionado por recordes de emissões de GEE decorrentes de atividades humanas. Esse cenário reforça a importância de adotar soluções sustentáveis em escala global em todos os setores, incluindo o residencial.
O co-living no Leste Asiático vem crescendo desde 2020, expandindo-se rapidamente embora ainda esteja em suas etapas iniciais. Ao mesmo tempo, continua a atender a uma demanda significativa de jovens profissionais que trabalham em grandes metrópoles. Um estudo de 2020 da empresa de serviços imobiliários JLL destacou a crescente demanda por co-living na China e em Singapura, citando vantagens fundamentais como a acessibilidade financeira em comparação com estúdios privados e um estilo de vida urbano contemporâneo que promove a abertura e o compartilhamento de experiências. Assim como em outros setores onde a propriedade está perdendo relevância — como serviços de streaming de música, filmes e televisão, ou soluções de mobilidade como o compartilhamento de carros e de bicicletas —, o co-living atrai um público semelhante, que valoriza a flexibilidade e o acesso em detrimento de compromissos de longo prazo.
Diferentemente das iniciativas de co-living na Espanha, que frequentemente focam em espaços compartilhados multigeracionais, o co-living no Leste Asiático visa principalmente jovens profissionais com trajetórias de carreira dinâmicas. Muitas vezes obrigadas a se mudar a cada poucos anos, essas pessoas priorizam a conveniência e a adaptabilidade em vez de investir em uma casa própria permanente. Para esse perfil, comprometer-se com uma residência de longo prazo pode não ser prático, o que torna os espaços de co-living totalmente mobiliados, administrados profissionalmente e equipados com comodidades e serviços de manutenção uma opção atraente. Esses ambientes atendem a estilos de vida urbanos acelerados, nos quais o networking em eventos profissionais muitas vezes antecede o descanso solitário em casa.
Casa de Veraneio Nature Within - Corte. Imagem Cortesia de Unformed Design
A virada do ano marcou o ápice de diversos processos no universo de escritórios de arquitetura de renome. Entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025, o Gensler revelou a imagem de um projeto de requalificação em Manhattan, o Foster + Partners divulgou renders de um novo hotel e residências de luxo no Brasil, e o Herzog & de Meuron anunciou a data de conclusão do novo Memphis Art Museum. Concursos internacionais também revelaram seus resultados, destacando o projeto vencedor do jovem escritório Unformed Design, além da colaboração entre o escritório português Fala Atelier e o suíço Continentale em um projeto de arquitetura educacional. Essas propostas demonstram a amplitude do projeto de arquitetura, desde o detalhamento da relação de um empreendimento de alto padrão com a natureza até o potencial de renovação urbana de um projeto de conversão programática.
Hotel Hyatt Regency Andares / Sordo Madaleno Arquitectos. Image
A água, além de ser um recurso de projeto amplamente valorizado por sua estética e por sua contribuição funcional, pode se transformar em um adversário formidável ao se infiltrar por meio de rachaduras e fissuras nas superfícies construídas. Por essa razão, a impermeabilização não é apenas uma medida de proteção, mas sim uma estratégia essencial para prolongar a vida útil das estruturas, garantir a habitabilidade dos espaços e evitar problemas como infiltrações e deterioração precoce. De terraços e telhados verdes a superfícies de uso intenso, controlar a umidade representa um desafio constante para profissionais de arquitetura, engenharia e construção. Isso se torna especialmente importante em um contexto que exige materiais impermeabilizantes com desempenho cada vez mais eficiente e maior resistência contra fatores ambientais adversos.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140835/arquitetura-a-prova-dagua-o-poder-dos-impermeabilizantes-de-alto-desempenhoEnrique Tovar
O escritório internacional de arquitetura Populous anunciou a fase inicial da requalificação do Stadio Giuseppe Sinigaglia, em colaboração com o Como 1907 e o Município de Como, na Itália. O projeto visa modernizar o histórico estádio, mantendo seu papel como um polo central para a comunidade. O processo começa com a apresentação do Documento de Viabilidade de Alternativas de Projeto (DOCFAP), uma etapa fundamental para avaliar as possíveis abordagens de projeto. A expectativa é que o processo de aprovação seja concluído até maio de 2026, marcando a finalização da primeira etapa do projeto.
Nos últimos anos, o rosa evoluiu para além de suas associações tradicionais, tornando-se um elemento sofisticado e versátil na arquitetura e no design de interiores. Definido por um amplo espectro de matizes, o rosa abrange tons quentes e frios, variando de nuances puras de vermelho (R) a misturas com amarelo (Y80R, Y90R) ou azul (R10B, R20B, R30B), conforme classificado pelo Natural Color System (NCS). Embora seja difícil de definir por um único tom, essa cor equilibra vibração e suavidade, o que a torna adaptável a diferentes materiais e contextos. À medida que o rosa continua a ganhar destaque nos interiores contemporâneos, seu papel vai além de uma mera escolha cromática — trata-se de uma estratégia de design. A recente transição dos tons de rosa vibrantes e lúdicos da tendência "Barbiecore" para matizes mais suaves e empoeirados, vistos na moda e no design nas coleções de moda de 2025, destaca a adaptabilidade da cor. Sua presença nas paletas de cores da Pantone para 2025 também reforça seu apelo em diversas disciplinas. Quando aplicado de forma inteligente, o rosa pode transformar espaços, tornando-os acolhedores, amplos ou atemporais.
No coração de Chiang Mai, uma cidade rica em história e cultura do norte da Tailândia, o Panyaden Hall, concluído em 2017, carrega uma história de inovação e tradição, contada por meio do bambu. Combinando a tradição tailandesa centenária de bambu com soluções estruturais modernas, o projeto reflete o ethos da Chiangmai Life Architects , uma empresa dedicada a elevar materiais naturais ao seu mais alto potencial. Neste artigo, exploraremos algumas das soluções estruturais contemporâneas aplicadas a este projeto icônico, revelando ainda mais o verdadeiro potencial do bambu e convidando a uma nova perspectiva sobre arquitetura sustentável e engenharia de estruturas de bambu.
O Modernismo, movimento que buscou romper com as formas tradicionais e abraçar o futuro, lançou as bases para diversos avanços tecnológicos e digitais na arquitetura contemporânea. À medida que a Revolução Industrial trazia a produção em massa, novos materiais e inovações tecnológicas, nomes da arquitetura como Le Corbusier, Walter Gropius e Mies van der Rohe defenderam o princípio de que a "forma segue a função" e uma abordagem racional do projeto. Seus preceitos ressoam na era digital, na qual o projeto computacional e os materiais de alta tecnologia redefinem a forma e a construção.
Os ideais modernistas do século XX — eficiência, simplicidade e funcionalidade — criaram uma base para que arquitetos/as experimentassem a clareza estrutural e a honestidade dos materiais. A arquitetura high-tech, surgida no final do século XX, evoluiu a partir desses princípios, fundindo as linhas limpas do modernismo com engenharia e tecnologia avançadas. Isso abriu caminho para o parametricismo e para os processos de projeto baseados em algoritmos, revolucionando a arquitetura e viabilizando formas complexas anteriormente consideradas impossíveis.
Inaugurado em 1991, o Teatro Estadual Maestro Francisco Paulo Russo de Araras é considerado um dos principais equipamentos culturais da cidade e da região. Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, um dos grandes expoentes do Movimento Moderno, o teatro foi dotado de toda a infraestrutura necessária para eventos culturais locais, nacionais e internacionais entre 1995 e 2005. Niemeyer deixou um legado cuja linha arquitetônica de formas livres se articula com influências de diferentes vertentes, sendo também capaz de dialogar com a identidade de um país tropical.
"Soane and Modernism: Make it New" reúne desenhos arquitetônicos da extensa coleção de Sir John Soane em diálogo com obras de figuras renomadas do modernismo, incluindo Le Corbusier, Frank Lloyd Wright, Adolf Loos e Ernő Goldfinger. Com curadoria da Dra. Erin McKellar, curadora assistente de exposições do Sir John Soane's Museum, a mostra destaca a presença de ideais de projeto do modernismo do século XX na obra do arquiteto do século XIX Sir John Soane. A seleção das obras baseia-se na premissa de que os projetos de Soane podem ser considerados precursores de muitos dos princípios arquitetônicos adotados no século XX.
Diller Scofidio + Renfro revelou o projeto para o Therme Dubai – Islands in the Sky, um novo destino urbano de bem-estar a ser desenvolvido no Zabeel Park, nos Emirados Árabes Unidos. O projeto, elaborado em colaboração com o Therme Group e a Prefeitura de Dubai, foi aprovado como parte da Estratégia de Qualidade de Vida de Dubai 2033, que visa aprimorar a paisagem da cidade por meio de infraestruturas inovadoras e sustentáveis.