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O piso sob nossos pés pode moldar como aprendemos, nos concentramos e nos sentimos?

Há mais de 125 anos, a Tarkett fabrica pisos de linóleo com base em sua formulação original de 1898. Reconhecido por profissionais de arquitetura em todo o mundo, este revestimento natural é uma referência em sustentabilidade, durabilidade e design atemporal. Hoje, o Linóleo Tarkett é conhecido não apenas por sua tradição, mas também por sua aplicação inovadora na arquitetura contemporânea — especialmente no setor educacional. Saiba mais sobre o impacto de Lino Materiale da Tarkett nos espaços contemporâneos.

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Ressituando a Modernidade: O Pavilhão Suíço de Bruno Giacometti na Bienal de Veneza

Em meio à grade ordenada do Giardini della Biennale, o Pavilhão Suíço surge quase reticente. Seus volumes brancos e baixos, concluídos in 1952 por Bruno Giacometti, parecem se distanciar da exibição de orgulho nacional que o cerca. O edifício encarna uma vertente do modernismo que resiste à monumentalidade, na qual a precisão e a contenção substituem o espetáculo, e a arquitetura se torna menos um objeto e mais uma estrutura para o encontro.

Surgido de uma Europa em reconstrução, o pavilhão reflete um momento em que as nações reimaginavam sua presença no mundo. Para a Suíça, a neutralidade era há muito tempo tanto uma postura política quanto uma condição cultural, e Giacometti traduziu essa identidade em uma sequência de salas comedidas dispostas em torno de um pátio aberto, definidas não pelo que contêm, mas por como acolhem a luz, o movimento e a pausa. O resultado é uma arquitetura que não clama por pertencimento, mas convida à atenção por meio do equilíbrio e do cuidado.

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Como as infraestruturas de transporte podem ganhar uma nova vida?

Diante das forças combinadas do crescimento populacional, da prosperidade econômica e da expansão urbana, as cidades vêm registrando um aumento expressivo na circulação de pessoas e mercadorias — reflexo direto da evolução dos sistemas de mobilidade nos ambientes urbanos. Com o avanço das tecnologias e a transformação dos meios de transporte, o reaproveitamento adaptativo de vagões de trem, cabines de avião e outras infraestruturas de serviço revela novas oportunidades para explorar seu potencial criativo. Materiais, tecnologias e ferramentas de projeto convergem em torno de um mesmo propósito: restaurar e ressignificar estruturas desativadas, para dar-lhes nova vida.

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AMO / OMA explora o futuro do habitar rural com “Countryside: Um lugar para viver, não para deixar” em Doha

Countryside: A Place to Live, Not to Leave do AMO / OMA apresenta uma exploração da vida contemporânea além das cidades, examinando como os territórios rurais se adaptam às transformações globais. Concebida sob a direção de Rem Koolhaas e Samir Bantal, com Yotam Ben Hur como arquiteto/a do projeto, a exposição é apresentada pelos Qatar Museums em colaboração com o Qatar Fund for Development (QFFD), o Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas (MoECC), a Hassad Food e a Kahramaa. A mostra ocupa dois locais em Doha, a Qatar Preparatory School e o National Museum of Qatar, e permanece aberta ao público até 30 de junho de 2026.

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Limbo Museum inaugura sua exposição de estreia em um edifício brutalista inacabado em Gana, na África Ocidental

O Limbo Museum é uma nova instituição dedicada à arquitetura, arte e design sediada em Gana, na África Ocidental. O museu desafia o conceito de ruína, funcionando em um complexo brutalista anteriormente abandonado que atualmente transmite a imagem de um edifício inacabado. O projeto foi fundado pelo Limbo Accra, um estúdio de pesquisa e design espacial estabelecido em 2018 por Dominique Petit-Frère e Emil Grip, dedicado a "desbloquear o potencial de edifícios inacabados na África Ocidental e além". Em 31 de outubro de 2025, o museu inaugurou sua primeira exposição pública, On the Other Side of Languish, de Reginald Sylvester II, desenvolvida por meio do programa de residência para artistas visitantes da instituição.

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Arquitetura sobre a água: abordagens adaptativas e ecológicas de Veneza 2025

Esta seleção de projetos da Bienal de Arquitetura de Veneza 2025 explora como arquitetos/as e designers estão repensando a relação entre o ambiente construído e a água em resposta à crise climática global. Com o aumento do nível do mar e a intensificação de eventos climáticos extremos, a água deixou de ser uma ameaça distante para se tornar uma condição imediata de projeto. Em vez de resistir a ela, estes projetos investigam como a arquitetura pode coexistir, adaptar-se e até mesmo se regenerar por meio das forças da natureza. Coletivamente, as propostas sugerem uma mudança de perspectiva em direção ao trabalho em harmonia com os elementos, reconhecendo a água não como um limite para a construção, mas como participante ativa na configuração dos ambientes do futuro.

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O Biodomo de Montreal: de Velódromo Olímpico a um Espaço para a Vida

A história dos Jogos Olímpicos, embora celebrada pelos feitos esportivos, é constantemente marcada por desafios de infraestrutura. Em diversas cidades-sede, de Atenas a Rio e Pequim, repetem-se os mesmos problemas: grandes estouros de orçamento e a complexa questão do legado. Surge, então, a grande pergunta: qual é o melhor uso de longo prazo para instalações construídas especificamente para o evento? Os Jogos de Montreal, em 1976, não fugiram a esse padrão após a construção de um Parque Olímpico criticado pelos custos excessivos e pela dívida gerada por obras especializadas. No pós-Jogos, estruturas como o Velódromo de Montreal corriam o risco de se tornar um peso financeiro. No entanto, a cidade reagiu de forma proativa ao propor a transformação do edifício em um ativo cívico dinâmico, hoje reconhecido internacionalmente como um exemplo bem-sucedido de reutilização de instalações olímpicas.

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Como a SCI-Arc prepara arquitetos/as para prosperar em constante mudança

A arquitetura está sendo remodelada pela inteligência artificial, pelas mudanças climáticas e pelas transformações nas estruturas sociais. Na SCI-Arc, estudantes aprendem a enfrentar esses desafios de frente, utilizando o design como ferramenta para moldar um mundo em rápida mutação.

Neste semestre, os Ateliês Verticais (Vertical Studios) de nível avançado da SCI-Arc trazem o mundo para dentro da sala de aula. Cada um é liderado por um/a arquiteto/a atuante no mercado e na vanguarda da profissão — desde a fabricação experimental até o design urbano e ambiental. A partir de projetos reais e de sua experiência profissional, o corpo docente desafia os/as estudantes a se engajarem com as realidades do presente e a projetarem com precisão, empatia e imaginação.

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Ver Através das Paredes: Reuso Adaptativo por Meio de Dados, IA e Design Circular

Por trás de camadas de gesso, tinta e acabamentos, esconde-se uma complexa rede de tubulações, conduítes elétricos, vigas e outros elementos estruturais que fazem um edifício funcionar e se manter de pé, mas que permanecem invisíveis aos olhos do dia a dia. Nessas camadas, acumulam-se vestígios de diferentes épocas: sistemas substituídos, adaptações improvisadas e soluções técnicas que um dia responderam a contextos e urgências específicas. No reuso adaptativo, o maior desafio costuma começar antes mesmo do início das obras: compreender o que está por trás das paredes quando há pouca ou nenhuma documentação confiável disponível. Durante uma reforma, surpresas agradáveis ou desagradáveis são inevitáveis. O inesperado faz parte do processo, mas também representa fatores de custo, atraso e risco que frequentemente desestimulam investidores e profissionais a se envolverem nesse tipo de projeto.

Bem-estar às margens do Vez: Buildner revela os vencedores do concurso de SPA

Buildner anunciou os resultados do seu concurso internacional Portugal Vez River SPA.

Este concurso internacional convidou arquitetos/as a projetar um refúgio de bem-estar boutique ao longo das margens serenas do Rio Vez, no norte de Portugal. O projeto desafiou os/as participantes a proporem um espaço de tranquilidade e renovação que se harmonizasse com seu extraordinário cenário natural e complementasse um moinho de água histórico já restaurado no local. O parceiro do projeto, proprietário do terreno, planeja construir uma das propostas vencedoras. 

Museu de Arte Contemporânea de Suzhou, do BIG, na China, aproxima-se da conclusão com a exposição "Materialism"

O Museu de Arte Contemporânea de Suzhou (Suzhou MoCA), projetado pelo BIG – Bjarke Ingels Group, está em fase de conclusão na orla do Lago Jinji, em Suzhou, na China. Concebido como um conjunto de doze pavilhões sob uma cobertura contínua que se assemelha a uma fita, o complexo de 60.000 metros quadrados reinterpreta a arquitetura de jardins tradicional que há muito define a identidade urbana e cultural de Suzhou. Encomendado pelo Suzhou Harmony Development Group e desenvolvido em colaboração com o ARTS Group e a Front Inc., o projeto deve ser inaugurado oficialmente em 2026. O museu fará sua estreia com "Materialism", uma exposição com curadoria do BIG que traça uma jornada material que vai da pedra aos materiais reciclados.

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MVRDV projeta marco esférico para o novo Palácio de Esportes Asllan Rusi de Tirana

Tirana, a capital da Albânia, está passando por uma rápida transformação impulsionada pela estratégia urbana de longo prazo delineada no Plano Diretor Tirana 2030 (TR030). Desenvolvido em 2017 pelos escritórios Stefano Boeri Architetti, UNLAB e IND [Inter.National.Design] por meio de um concurso organizado pelo Ministério do Desenvolvimento Urbano, os objetivos do plano incluem o aumento da densidade urbana, a melhoria da infraestrutura pública e a integração de espaços verdes e áreas abertas ao tecido urbano. Nesse contexto dinâmico, o MVRDV venceu o concurso internacional para o novo Palácio de Esportes Asllan Rusi, em Tirana. Concebido como um empreendimento de uso misto, o projeto, batizado de The Grand Ballroom, combina uma arena com capacidade para 6.000 pessoas para basquete e vôlei com apartamentos residenciais, um hotel e comércio no térreo. Com sua forma esférica de mais de 100 metros de diâmetro, o projeto adiciona um marco singular à crescente coleção de projetos arquitetônicos ambiciosos de Tirana.

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Vídeo da cerimônia do Prêmio Pritzker de Arquitetura 2025 em homenagem a Liu Jiakun é divulgado

O Prêmio Pritzker de Arquitetura lançou um vídeo especial em homenagem a Liu Jiakun, o 54º laureado do prêmio. Filmada no Louvre Abu Dhabi, a cerimônia celebra a visão arquitetônica de Liu, caracterizada por um profundo compromisso com a vida cívica, a continuidade cultural e a condição humana. O filme registra momentos do evento e oferece uma visão da prática mais ampla de Liu, enfatizando a capacidade da arquitetura de conciliar tradição e modernidade, ao mesmo tempo em que responde a desafios sociais e ambientais. O lançamento do vídeo da cerimônia marca o ponto culminante da 47ª edição do Prêmio Pritzker de Arquitetura. A pessoa laureada de 2026 será anunciada em março, dando continuidade ao legado do prêmio de reconhecer arquitetos e arquitetas cujo trabalho promove o avanço da disciplina e seu papel na formação da experiência humana.

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Insetos, abelhas e árvores: como integrar a biodiversidade ao ambiente construído

A biodiversidade, definida pelo World Wide Fund for Nature (WWF) como os diferentes tipos de vida encontrados em uma área, enfrenta uma crise global profunda, marcada pelo declínio acentuado de organismos e pelo risco iminente de extinção de inúmeras espécies. Todos os reinos são afetados, desde plantas e fungos até grandes mamíferos, em um cenário cujo nexo causal com a atividade humana é evidente. Embora os métodos agrícolas modernos e as mudanças climáticas decorrentes das emissões de gases de efeito estufa desempenhem um papel preponderante, as cidades e os edifícios podem ter uma participação modesta, porém crucial, no combate a esse declínio.

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Fechando o ciclo da água com a reciclagem de águas cinzas no banheiro

A parceria com a Hydraloop

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CONSCIOUSLY DRIVEN: Em Conversa com o VOID, o Estúdio Costarriquenho que Impulsiona a Arquitetura Regenerativa

O encontro com VOID surge no âmbito da Bienal de Arquitectura Latinoamericana 2025, oferecendo a oportunidade de explorar uma prática que escuta, cuida e acompanha. Seu trabalho se configura como um ato de mediação: a pesquisa interdisciplinar e a atenção à pluralidade de fatores naturais e sociais permitem compreender as naturezas do lugar. Desde o seu início em 2012, esse processo vem evoluindo, consolidando uma postura que projeta para fazer arquitetura a partir do e para o lugar: cuidando dele, curando-o e regenerando-o, abrindo espaços onde os territórios sustentam e desdobram seus próprios processos adaptativos.

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O caso Nordhavn: 10 projetos que transformam porto de Copenhague em ícone de regeneração urbana e sustentabilidade

O que acontece quando o passado industrial de uma cidade se torna matéria-prima para o seu futuro? Nordhavn, em Copenhague, transforma o antigo porto em um laboratório vivo de urbanismo sustentável, onde galpões e armazéns dão lugar a distritos independentes, ilhotas e canais que redesenham um novo modo de habitar.

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Mais leves e resistentes, os compósitos estão mudando a forma como construímos

A prática de combinar materiais para obter um melhor desempenho acompanha a humanidade desde as primeiras construções. Um dos primeiros exemplos conhecidos surgiu há mais de cinco mil anos, quando civilizações na Mesopotâmia e no Egito misturavam lama e palha para moldar tijolos de adobe secos ao sol. Leve e fibrosa, a palha impedia fissuras e aumentava a resistência, enquanto a lama atuava como aglutinante e proteção. Essa invenção simples, mas engenhosa, pode ser considerada o primeiro compósito da história, ilustrando a intuição ancestral de que materiais distintos, quando combinados, podem se tornar algo mais forte e melhor.

O Studio Museum no Harlem inaugura sua primeira sede projetada sob medida por Adjaye Associates

O The Studio Museum no Harlem está se preparando para abrir sua nova sede própria ao público em 15 de novembro, com uma celebração do Dia da Comunidade. Projetado pelo escritório Adjaye Associates em colaboração com o Cooper Robertson, o edifício de sete andares e 7.600 metros quadrados está localizado na West 125th Street, no Harlem, em Nova York. Como uma importante instituição dedicada a artistas de ascendência africana, a nova instalação do museu marca a primeira estrutura em seus cinquenta e sete anos de história concebida especificamente para sua missão. A abertura inaugura um novo capítulo para a atuação do museu junto à arte, à educação e à comunidade local, graças à ampliação de suas capacidades espaciais e programáticas.

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Um olhar sobre os 45 pavilhões premiados da Expo 2025 Osaka

Cerca de um mês após o encerramento da Expo Osaka 2025, os projetos e construções apresentados na exposição mundial permanecem como um legado. Embora o Pavilhão do Bahrein, projetado por Lina Ghotmeh Architecture, tenha atraído atenção especial este ano ao receber um duplo reconhecimento, ele foi apenas um entre os muitos projetos premiados. Durante a cerimônia de premiação realizada na penúltima noite do evento, um total de 45 prêmios foram entregues entre os 165 países participantes. Os Prêmios Oficiais para Participantes são concedidos de acordo com o tamanho e o tipo do pavilhão, reconhecendo a excelência em Arquitetura e Paisagismo (apenas para pavilhões autoconstruídos), Design Externo (apenas para pavilhões modulares), Design de Exposição, Desenvolvimento de Tema e Sustentabilidade. Os premiados foram selecionados por um júri internacional composto por nove especialistas que visitaram todos os pavilhões nacionais e temáticos durante duas sessões de avaliação em maio e outubro de 2025. O panorama a seguir apresenta todos os 45 pavilhões destacados nas cinco categorias dos Prêmios Oficiais para Participantes.

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Vozes do ArchDaily: Eduardo Souza

Baseado em Florianópolis, Brasil, Eduardo Souza traz uma perspectiva refinada para a arquitetura, moldada por seu envolvimento de longa data com design, pesquisa e prática editorial. Tendo crescido em um ambiente profundamente conectado à arquitetura — seu pai é engenheiro civil e professor —, Eduardo desenvolveu desde cedo um fascínio pela criatividade, pelo fazer artesanal e pelo pensamento espacial. Essa base o levou naturalmente a cursar arquitetura e, mais tarde, a explorar o campo editorial, onde a escrita e a curadoria se tornaram extensões de sua paixão pela arquitetura.

Eduardo juntou-se ao ArchDaily como tradutor em seus primeiros anos e, progressivamente, assumiu diversas funções editoriais, desenvolvendo um profundo interesse pela interseção entre materiais, tecnologias e sistemas construtivos. Seu trabalho editorial concentra-se em revelar inovações que desafiam os modos tradicionais de se fazer arquitetura, enfatizando a coerência entre conceito, execução e contexto. Ele dedica atenção especial a práticas sustentáveis, como a circularidade, o uso de materiais locais e as reinterpretações vernáculas que respondem aos desafios ambientais e culturais de hoje.

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Khudi Bari: Arquitetura para o Deslocamento Climático

Nos deltas de baixa altitude de Bangladesh, a água define tanto a vida quanto a perda. Todos os anos, milhões de pessoas são forçadas a reconstruir suas vidas após as inundações levarem suas casas, plantações e meios de subsistência. Nesses territórios precários, o ato de construir tornou-se um ato de resiliência. É nesse contexto que o Khudi Bari surge como uma proposta modesta, porém radical. Projetado por Marina Tabassum Architects, o projeto oferece uma habitação leve, modular e acessível para comunidades deslocadas pelas mudanças climáticas. Reconhecido como um dos vencedores do Prêmio Aga Khan de Arquitetura de 2025, ele representa uma forma de arquitetura que capacita em vez de se impor.

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Primeiro Centro Ismaili nos EUA, projetado por Farshid Moussavi Architecture, é inaugurado em Houston

O Ismaili Center em Houston, o primeiro de seu tipo nos Estados Unidos, foi inaugurado em 6 de novembro de 2025 pelo prefeito John Whitmire. Projetado por Farshid Moussavi Architecture e Nelson Byrd Woltz Landscape Architects, o terreno de 11 acres (cerca de 4,5 hectares) com vista para o Buffalo Bayou Park estabelece um novo marco arquitetônico e cultural na paisagem urbana e social de Houston. Localizado no cruzamento da Allen Parkway com o Montrose Boulevard, o centro dá continuidade a uma visão delineada inicialmente por Sua Alteza, o Príncipe Karim Aga Khan IV, em 2006, e posteriormente desenvolvida sob a direção de seu sucessor. Somando-se aos seis Ismaili Centers já existentes no mundo — em Londres, Vancouver, Lisboa, Dubai, Dushambé e Toronto —, o centro de Houston busca dar continuidade a uma tradição global de promover o diálogo intercultural e o engajamento cívico.

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Snøhetta é selecionado para projetar o novo Museu de Arte da Baía de Qiantang em Hangzhou, China

O escritório Snøhetta foi selecionado para projetar o Qiantang Bay Art Museum, um novo marco cultural dentro do complexo Qiantang Bay Future Headquarters, no distrito de Xiaoshan, em Hangzhou, na China. Concebido em colaboração com o Architectural Design & Research Institute of Zhejiang University Co., Ltd. e a Buro Happold, o projeto abrange arquitetura, paisagismo e design de interiores em uma área de 18.000 metros quadrados. O museu fará parte do centro em expansão de Hangzhou, às margens do Rio Qiantang, tornando-se um importante destino para a arte, a cultura e a vida pública.

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