Urbanismo olímpico: a vida após a morte dos parques e estádios das Olimpíadas

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Desde seu início, em 1896, as Olimpíadas dos dias modernos têm sido vistas como uma oportunidade para as cidades que a sediam projetarem para o mundo uma imagem específica de si mesmas, de subsidiar grandes projetos de infraestrutura ou de desenvolver planos de redesenvolvimento rapidamente. Além dos atraentes e frequentemente discutidos estádios, há uma história complexa de urbanismo olímpico, que engloba os empreendimentos em grande escala catalisados pelo evento. Explorando o legado urbano e arquitetônico dos jogos, as histórias de sucesso, os elefantes brancos e as agendas administrativas, a seguir discutimos o que as Olimpíadas deixam para trás nas cidades-sede.

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Urbanismo Olímpico

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Sobre este autor
Cita: Cutieru, Andreea. "Urbanismo olímpico: a vida após a morte dos parques e estádios das Olimpíadas" [Olympic Urbanism: The Afterlife of Olympic Parks and Stadiums] 31 Jul 2021. ArchDaily em Português. (Trad. Sbeghen Ghisleni, Camila) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/pt/964655/urbanismo-olimpico-a-vida-apos-a-morte-dos-parques-e-estadios-das-olimpiadas> ISSN 0719-8906

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