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patrimonio industrial: O mais recente de arquitetura e notícia

Da produção à experiência espacial: 10 projetos de destilarias contemporâneas

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Diferente de muitos programas industriais tradicionalmente ocultos atrás de fachadas neutras e espaços herméticos, as destilarias contemporâneas frequentemente expõem seus processos produtivos como parte essencial da experiência arquitetônica. O calor dos alambiques, os vapores da destilação ou os percursos da matéria-prima deixam de ser apenas operações técnicas para assumir protagonismo espacial.

Embora produzam bebidas distintas, os projetos selecionados a seguir compartilham desafios arquitetônicos semelhantes. Todos precisam organizar fluxos industriais, controlar condições específicas de temperatura, ventilação e armazenamento, além de compatibilizar áreas técnicas com percursos de visitação pública. Ao mesmo tempo, cada destilaria estabelece respostas particulares ao território em que se insere, revelando diferentes maneiras de relacionar produção e paisagem.

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Memória da Terra: 4 Exemplos que Reinventam as Antigas Fábricas de Cerâmica

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Há um gesto ancestral em dar forma à terra. Muito antes da arquitetura se constituir como disciplina, o barro já era moldado pelas mãos e transformado pelo fogo, convertendo matéria bruta em utensílio doméstico e objeto cultural. Na história desse ofício, as fábricas de cerâmica marcam a transição do saber manual para a produção em série, ampliando sua escala sem romper completamente com a origem material. Dispersas por diferentes territórios, essas estruturas registram a relação entre técnica, paisagem e tempo. Com o passar das décadas, no entanto, muitas delas acabaram perdendo sua função original, sendo substituídas por processos mais tecnológicos ou fagocitadas pelo desenvolvimento urbano ao seu redor, passando a ocupar um estado intermediário, entre permanência e obsolescência.

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A história por trás da Fábrica de Cimento Portland de Perus

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Quase cem mil metros quadrados conformam o terreno de um dos patrimônios industriais mais importantes do Brasil. Inaugurada em 1926 por um grupo canadense, a Fábrica de Cimento Portland Perus, São Paulo, foi fundamental para o crescimento da região, deixando um legado que vai muito além dos seus restos arquitetônicos.

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Fórum Internacional de Patrimônio Industrial: diálogos com a modernidade

Esse evento pretende aproximar o diálogo entre o patrimônio da modernidade e o industrial: duas tipologias patrimoniais, relativamente recentes, e que não vêm recebendo a devida atenção de uma agenda política preservacionista no nosso país. Observa-se a cada dia, a necessidade em se resgatar, discutir e procurar soluções que documentem e tratem da conservação do acervo dos bens modernos industriais.

Restauro da Estação Ferroviária de Campo Grande na Vila de Paranapiacaba / Contemporanea Paulista

Restauro da Estação Ferroviária de Campo Grande na Vila de Paranapiacaba / Contemporanea Paulista - Fotografia de Exterior, Restauração, JardimRestauro da Estação Ferroviária de Campo Grande na Vila de Paranapiacaba / Contemporanea Paulista - Fotografia de Exterior, Restauração, Jardim, Fachada, PortaRestauro da Estação Ferroviária de Campo Grande na Vila de Paranapiacaba / Contemporanea Paulista - Fotografia de Exterior, Restauração, FlorestaRestauro da Estação Ferroviária de Campo Grande na Vila de Paranapiacaba / Contemporanea Paulista - Fotografia de Interiores, Restauração, Viga, Porta, FachadaRestauro da Estação Ferroviária de Campo Grande na Vila de Paranapiacaba / Contemporanea Paulista - Mais Imagens+ 25

De fábricas a residências: adaptações contemporâneas da arquitetura industrial espanhola

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De fábricas a residências: adaptações contemporâneas da arquitetura industrial espanhola - Image 20 of 4
Casa Rec / Guallart Architects. Image Cortesía de Guallart Architects

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A progressiva desindustrialização das cidades, seja devido a mudanças nas regulamentações de proteção ambiental - em termos de ruído e emissões -, ou ao aumento do valor dos terrenos, levou a um deslocamento sistemático dos edifícios fabris em direção à periferia dos conglomerados urbanos. Por conta disso, muitos edifícios industriais tornaram-se vazios e obsoletos, perdendo suas funções originais. Devido às suas dimensões, grandes vãos, flexibilidade e indeterminação espacial, no entanto, estes edifícios são, em geral,  espaços apropriados para a realização de reformas que permitem a incorporação de novos programas.

Resgatando o passado: que futuro podem ter os gasômetros desativados?

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Considerados marcos paisagísticos por suas imponentes dimensões, os gasômetros surgiram no contexto da Revolução Industrial e estiveram presentes em muitas cidades ao redor do mundo, acompanhando seu processo de urbanização. Com as mudanças na geração e distribuição de gás na segunda metade do século XX e surgimento de novas tecnologias, os gasômetros foram gradualmente desativados. Embora muitos tenham sido condenados à demolição nos últimos anos, muitos também ainda permanecem no tecido urbano e são testemunhas de um passado industrial. Seu potencial para intervenções arquitetônicas, artísticas e paisagísticas nos leva a questionar quais seriam as possibilidades para seu futuro.

Patrimônio que te quero, Viva!

Patrimônio que te quero, Viva! é a celebração do patrimônio local é também um convite ao (re)conhecimento do passado e uma provocação para o futuro.

Prefeitura de São Paulo estuda novos usos para áreas industriais

Em entrevista realizada pela repórter e arquiteta Venessa Correa para a seção Seres Urbanos do jornal Folha de S. Paulo, o secretário de Desenvolvimento Urbano de São Paulo, Fernando de Mello Franco – também sócio do escritório MMBB – discorre da importância do patrimônio industrial para a cidade e das intenções da prefeitura em relação ao futuro desse legado.

Essas áreas industriais são especialmente importantes pois hoje, diferente de quando se instalaram, se encontram muito mais próximas de zonas residenciais e novos empreendimentos imobiliários que podem, eventualmente, gerar pressão para que essas atividades sejam movidas para outras regiões.