Jacarta se tornou a cidade mais populosa do mundo, de acordo com o relatório World Urbanization Prospects 2025, divulgado pelo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas (UN DESA). Utilizando um método atualizado e harmonizado para definir áreas urbanas, o relatório estima a população de Jacarta em quase 42 milhões de habitantes, superando Daca, com cerca de 40 milhões, e Tóquio, com 33 milhões. A revisão do ranking ilustra como os critérios atualizados de medição e o contínuo crescimento demográfico estão redefinindo a compreensão da escala urbana na Ásia e no mundo.
MVRDV e SYNRG receberam aprovação para construir o Schieblocks, um edifício de escritórios de 47.000 metros quadrados em Roterdã, nos Países Baixos. Projetado para a incorporadora LSI, que comercializa o empreendimento como The Bluezone Offices, o edifício ocupará um terreno estreito ao longo da linha ferroviária, atingindo 61 metros de altura e se estendendo por quase 150 metros de comprimento. O programa inclui espaços comerciais no nível térreo, escritórios em todos os pavimentos, além de um restaurante e um espaço para eventos nos andares superiores. Concebido como um "bairro 3D", o projeto divide o grande volume em uma série de blocos coloridos e distintos que trazem diversas referências ao caráter arquitetônico de Roterdã.
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ARCHISONIC® Cotton MOSAIC e ARCHISONIC® Felt CIRC moldando espaços com elegância sustentável. Imagem cortesia de Impact Acoustic
O que define um espaço primeiro ao entrar: o som ou a impressão visual? A arquitetura é frequentemente comunicada através de estruturas e superfícies, mas um de seus componentes mais essenciais move-se de forma invisível pelo ar: o som. Ele molda a sensação de um espaço muito antes de uma parede ou teto serem percebidos. O design computacional une essas dimensões, permitindo que arquitetos/as e designers criem estruturas exclusivas onde a acústica e a estética se complementam mutuamente, em vez de existirem em paralelo. Ao fazer uso de algoritmos avançados, processos complexos de projeto se transformam em soluções intuitivas e acessíveis que moldam destaques acústicos e visuais sob medida para cada projeto. Esta abordagem combina lógica paramétrica com inovação material, equilibrando eficiência, sustentabilidade e design expressivo na mesma medida.
O ornamento arquitetônico tem sido um tema recorrente de debate no setor há décadas. Essa prática, amplamente abandonada durante o movimento modernista, pode agora estar diante de uma plataforma que viabilize seu ressurgimento, graças à convergência atual entre robótica, inteligência artificial (IA) e fabricação digital. A tecnologia parece ter eliminado o principal obstáculo ao detalhamento decorativo: o alto custo da mão de obra manual qualificada. No entanto, essa nova capacidade técnica exige um exame crítico: o que a ornamentação realmente representa e o que ganhamos ou perdemos ao ressuscitá-la por meio do design algorítmico?
Como se manifesta o otimismo em cidades que já não podem contar com a perfeição como sua ambição máxima? Em todo o mundo, os ambientes urbanos carregam o peso de pressões sobrepostas: instabilidade climática, desigualdade espacial, fragmentação política, desconfiança pública e desinvestimento crônico em infraestrutura. Essas realidades tornam a ideia de uma cidade ideal cada vez mais distante da experiência vivida. Ainda assim, a esperança de construir sistemas melhores persiste. Embora as visões utópicas possam parecer uma fuga das crescentes complexidades do mundo moderno, o maior desafio para o urbanismo contemporâneo é confrontar essas complexidades, em vez de evitá-las.
Com ênfase no impulso a novas ideias, criações e propostas que definam um novo padrão na arquitetura contemporânea, cada edição do Projeto 10 de 10 da Porcelanosa México é concebida como uma plataforma para explorar e aplicar materiais em projetos de inovação. Projetando a partir do essencial e criando sem impor, a busca se concentra em uma arquitetura que respeita o ritmo do entorno, evolui com o tempo e se conecta desde a sua origem ao criar lugares que respiram por meio de materiais naturais, respeitando sua essência, textura e procedência. Para além da estética dos materiais, a fusão com o entorno, as texturas, as cores e até mesmo sua relação com a luz natural fazem parte da experiência sensorial dos espaços.
Stern, na Yale School of Architecture, via Dan’s Hampton. Imagem Cortesia de Common Edge
Robert A.M. Stern, o arquiteto, educador e historiador americano cujo trabalho moldou tanto o panorama físico quanto o intelectual da arquitetura contemporânea, faleceu aos 86 anos. Seu falecimento foi confirmado pelo Robert A.M. Stern Architects (RAMSA), escritório sediado em Nova York que ele liderou por mais de cinco décadas. Conhecido por promover uma abordagem contextual e historicamente fundamentada durante décadas dominadas pela arquitetura modernista e high-tech, Stern permaneceu como uma voz proeminente em defesa da continuidade, da civilidade urbana e da compreensão da arquitetura como parte de uma linhagem cultural mais ampla.
Em 20 de novembro de 2025, o Mississippi Museum of Art (MMA) confirmou a compra de Fountainhead, uma residência projetada por Frank Lloyd Wright em 1948 e concluída em 1954. O/A renomado/a arquiteto/a modernista projetou a residência e seu mobiliário para o empresário do setor petrolífero J. Willis Hughes, que morou no local com sua família até 1980. Fundado em 1911, o MMA é o maior museu de arte do estado do Mississippi, oferecendo exposições, programas públicos, parcerias artísticas e comunitárias, iniciativas educacionais e oportunidades de intercâmbio ao longo de todo o ano, por meio de um acervo permanente de pintura, fotografia, obras multimídia e escultura. A aquisição faz parte do objetivo do museu de se integrar aos bairros de toda a cidade de maneira a apoiar suas prioridades de fortalecimento comunitário, disponibilizando o marco arquitetônico ao público para visitas guiadas mediante reserva. A iniciativa é inspirada por instituições como o Crystal Bridges Museum of American Art, que adquiriu a Bachman-Wilson House, também projetada por Wright, em 2015.
Casa tradicional de bambu Mishing, Majuli. Foto por Rumi Borah. Licença Creative Commons Attribution-Share Alike 4.0 International
Nas variadas geografias da Índia, dos canais costeiros às cidades-fortaleza no deserto, a arquitetura evoluiu com uma conexão profunda e instintiva com o clima. Não se tratava de tradições artesanais isoladas, mas de sistemas ecológicos completos nos quais os ciclos de materiais, o conforto térmico e o conhecimento comunitário eram interdependentes. À medida que a COP30 direciona a atenção global para as conexões entre patrimônio e resiliência climática, as práticas vernáculas da Índia surgem menos como artefatos históricos e mais como tecnologias climáticas refinadas ao longo de séculos.
No design de sanitários públicos, a inovação vai muito além da estética — ela transforma toda a experiência de uso. Uma das tendências mais interessantes da atualidade é a integração de todos os elementos funcionais — secadores de mãos, torneiras, dispensers de sabão e de papel — atrás do espelho.
Essa abordagem cria uma estética mais limpa e minimalista, ao mesmo tempo em que otimiza o espaço e melhora a higiene. Todos os dispositivos permanecem totalmente funcionais, porém ocultos: basta aproximar as mãos do local indicado no espelho para que o equipamento seja ativado automaticamente — sem necessidade de contato físico.
A renovação urbana é, por natureza, repleta de tensões — financeiramente complexa, politicamente exposta, com uma multiplicidade de partes interessadas e com a quase certeza de deixar alguém insatisfeito. Justamente por isso, muitas cidades optam pela inércia a arriscar as transformações profundas que vêm com a reconfiguração de tecidos urbanos consolidados, suas habitações e suas dinâmicas; afinal, uma vez provocado o "gigante adormecido", as complicações inesperadas tendem a se multiplicar.
O Parque Miyashita (Miyashita Kōen), localizado em Shibuya, Tóquio, cristaliza esse dilema. Sua configuração atual — um complexo de uso misto em camadas que equilibra a atividade comercial com um parque de livre acesso — resultou de anos de negociações, críticas e recalibrações. O resultado é um exemplo singular de parceria público-privada que busca alinhar atrativos urbanos, lazer cotidiano e viabilidade econômica, produzindo um novo fragmento de cidade que acolhe a vida pública ao mesmo tempo em que viabiliza financeiramente sua própria manutenção.
Biblioteca dos Saberes de Kéré Architecture. Vista norte. Render. Imagem cortesia de Kéré Architecture
Kéré Architecture apresentou sua proposta para a Biblioteca dos Saberes, um complexo cultural de 40.000 metros quadrados no bairro da Cidade Nova, no Rio de Janeiro. Projetado por Francis Kéré, Mariona Maeso Deitg e Juan Carlos Zapata, o conjunto foi encomendado pela Prefeitura do Rio de Janeiro e está previsto para um terreno próximo ao Cais do Valongo e à região da Pequena África. O projeto foi apresentado à comunidade em 20 de novembro, Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra. Entre seus elementos principais, estão uma fachada perfurada para proteção solar, jardins na cobertura, terraços ajardinados, pátios sombreados, áreas ao ar livre, um anfiteatro coberto e uma passarela para pedestres que conecta o edifício ao monumento a Zumbi dos Palmares.
Duas torres residenciais de 36 andares foram concluídas na Irwell Bank Road, em Singapura, apresentando uma fachada pixelada projetada pelo escritório MVRDV. O projeto se baseia no sistema modular desenvolvido pelo ADDP Architects, que concebeu os edifícios utilizando Construção Volumétrica Pré-fabricada e Pré-acabada (PPVC). A fachada do MVRDV introduz variação nas elevações e marca a localização dos espaços verdes comunitários no 24º andar e na cobertura. O Irwell Hill Residences, desenvolvido pela City Developments Limited (CDL), marca a primeira colaboração do MVRDV em um edifício no centro urbano de Singapura.
Biblioteca dos Saberes por Kéré Architecture. Vista aérea. Render. Imagem cortesia de Kéré Architecture
Em meio às discussões globais em andamento sobre adaptação climática e desenvolvimento urbano resiliente, que ganharam ainda mais destaque com os resultados da COP30, as notícias de arquitetura desta semana ilustram como as cidades em todo o mundo estão repensando seus ambientes construídos. De Veneza, onde a 19ª Bienal de Arquitetura foi encerrada com debates sobre o uso de materiais e o impacto cultural de longo prazo, a prêmios internacionais que colocam em primeiro plano o design regenerativo e socialmente responsivo, o diálogo em torno da arquitetura está cada vez mais interligado com as prioridades planetárias. Grandes intervenções urbanas, que vão desde a revitalização da orla de Tessalônica e a nova biblioteca pública do Rio de Janeiro até o Museu de História Natural de Abu Dhabi e um estádio cívico em Birmingham, demonstram como diversas cidades estão abordando mobilidade, patrimônio, densidade e resiliência climática. Outros projetos, como a estratégia urbana ecológica de Mântua, a paisagem elevada de Utrecht sobre as redes de transporte e o sistema de mobilidade terrestre redesenhado do Aeroporto Schiphol, em Amsterdã, refletem ainda mais a transição para estruturas urbanas integradas e centradas nas pessoas, que priorizam o desempenho ambiental, o espaço público e a gestão territorial de longo prazo.
O modernismo tem uma longa história no Marrocos. Devido à proximidade com a Europa e ao domínio do Protetorado Francês, o país acompanhou de perto os desdobramentos arquitetônicos do movimento. Sua relativa estabilidade após a Segunda Guerra Mundial fortaleceu ainda mais esse papel, atraindo arquitetos e arquitetas europeus que buscavam um polo para novas ideias. No Marrocos independente, os/as arquitetos/as adotaram o modernismo ao assumirem a tarefa de construir a infraestrutura de uma nova nação. O arquiteto Jean-François Zevaco, nascido no Marrocos de pais franceses, atuou ao longo desses períodos formativos, desenvolvendo uma versão própria e expressiva da arquitetura moderna.
Wang Shu e Lu Wenyu. Imagem cortesia de Venice Architecture Biennale
A La Biennale di Venezia anunciou que a dupla de arquitetura formada por Wang Shu e Lu Wenyu fará a curadoria da 20ª Exposição Internacional de Arquitetura, com abertura em maio de 2027. À frente do Amateur Architecture Studio e com papel de destaque na prática contemporânea, a dupla é reconhecida por uma abordagem fundamentada no fazer artesanal, no reuso de materiais e em uma profunda conexão com o lugar. Sua nomeação direciona as atenções novamente para os saberes vernaculares, as culturas construtivas e as realidades sociais que moldam a arquitetura hoje.
Em uma antiga igreja do século XVI em Vicenza, duas histórias se encontram: a da arquitetura sacra do Renascimento italiano e a do mármore, o material milenar por excelência, aqui reinterpretado sob uma perspectiva contemporânea. Nesse diálogo entre épocas, a Lithos Design apresenta a Quinte, uma divisória de dupla face que transforma o mármore em uma ferramenta de design: não apenas uma superfície, mas um elemento rítmico e modular que define e valoriza os espaços. Uma ideia concebida para arquitetos/as de interiores que buscam soluções simultaneamente funcionais e decorativas, capazes de moldar ambientes com precisão, elegância e personalidade.
Centro de Miami. Foto por Rolando Yera no Unsplash
Estendendo-se ao longo da costa atlântica no extremo sul da Flórida, Miami é frequentemente apresentada por meio de imagens de cartão-postal com praias, palmeiras e torres de vidro voltadas para o mar. No entanto, por trás dessa imagem familiar esconde-se uma cidade moldada pela migração, pelo turismo e por ciclos imobiliários, onde a arquitetura tem sido repetidamente utilizada para projetar novas identidades e reinventar a paisagem urbana. Dos primeiros hotéis resort e das fachadas Art Deco de South Beach a arranha-céus experimentais e instituições culturais na baía, o ambiente construído oferece uma chave de leitura sobre como Miami negocia clima, economia e cotidiano.
Ao longo do último século, a cidade cresceu por meio de sucessivas camadas de desenvolvimento que permanecem visíveis em suas ruas e horizontes. A geometria aerodinâmica e os tons pastel do histórico Art Deco District coexistem com as formas exuberantes dos motéis do Miami Modern (MiMo) e da infraestrutura do pós-guerra ao longo do Biscayne Boulevard. O centro (Downtown) e Brickell transformaram-se de distritos comerciais de baixa densidade em adensados aglomerados de torres residenciais e corporativas, muitas delas projetadas por escritórios internacionais em parceria com escritórios locais. Paralelamente, bairros como Little Havana, Allapattah e Wynwood revelam como comunidades diaspóricas, o patrimônio industrial e as indústrias criativas ocupam e adaptam o tecido existente, muitas vezes em contraste com a orla focada em imagem.
O escritório Foster + Partners desenvolveu um masterplan para a requalificação da antiga cervejaria FIX em Tessalônica, na Grécia. A proposta, encomendada pela Dimand, define um distrito de uso misto que integra espaço público, habitação, hotelaria e programas culturais. Localizado ao longo da orla ocidental e a uma curta distância a pé do centro da cidade, o terreno funciona como um ponto de conexão fundamental entre os bairros emergentes e a orla marítima. O projeto baseia-se na história industrial do complexo da antiga cervejaria, ao mesmo tempo em que introduz novas configurações espaciais destinadas a apoiar esforços mais amplos de regeneração urbana em toda a cidade de Tessalônica.
A arquitetura jamais deixará de buscar a funcionalidade, pois nela reside um de seus princípios essenciais. A essa condição somam-se fatores como a estética e a operacionalidade, que também influenciam na valorização do design contemporâneo. Com o tempo, o conceito de funcionalidade evoluiu, estendendo-se para além da resolução e da eficiência, vinculando-se à criação de experiências. Assim, a qualidade de um ambiente depende tanto de seu design quanto da forma como seus elementos e sistemas se articulam para gerar uma experiência global de habitar. Inovar, nesse sentido, implica conceber ambientes fluidos e intuitivos, onde cada componente contribui para que a vivência seja natural e segura, algo especialmente relevante em espaços de uso cotidiano como os banheiros.
https://www.archdaily.com.br/pt/1142739/do-funcional-ao-sensorial-como-se-projeta-a-experiencia-de-um-banheiro-sem-contatoEnrique Tovar
Spectrum Architecture, em colaboração com SOG e F&M, apresenta o masterplan para o Gonio Yachts and Marina — um importante empreendimento à beira-mar na costa do Mar Negro, projetado para oferecer infraestrutura residencial e hoteleira de alto padrão para mais de 30.000 pessoas.
O projeto faz parte do expressivo investimento da EMAAR no setor imobiliário da Geórgia sob a marca Eagle Hills, que planeja desenvolver dois megaprojetos em Tbilisi e Batumi. O investimento total supera US$ 6,5 bilhões e visa atrair US$ 10 bilhões em investimentos estrangeiros diretos, gerar 30.000 empregos em diversos setores e receber 350.000 visitantes anualmente.
Criado por surfistas da Califórnia que queriam trazer as linhas do surfe para o asfalto, o skate logo superou seu papel de mera alternativa para os dias sem ondas. Consolidou-se como uma prática que lê a cidade sob uma lógica diferente, reinterpretando degraus, corrimãos, muros e espaços intersticiais como potenciais linhas, desafios e oportunidades. Ao longo do tempo, evoluiu para uma cultura urbana global, uma forma de habitar e transformar o espaço público por meio do movimento. O que antes era marginal tornou-se um catalisador para a ativação urbana, a construção de comunidades e o surgimento de novos usos para espaços negligenciados. Em sua essência, o skate revela quantas cidades coexistem dentro de uma mesma cidade, dependendo de quem transita por ela e de como cada pessoa é capaz de reinterpretar o que está ao seu redor.
A nova sede da Cybernet Systems foi projetada com base no conceito arquitetônico japonês de flexibilidade, promovendo bem-estar, colaboração e produtividade. Como líder global em Engenharia Auxiliada por Computador, que apoia a produção industrial por meio de soluções digitais avançadas, a empresa materializa na sede — localizada no edifício Fuji Soft Akihabara, em Tóquio — seu compromisso de criar uma comunidade dinâmica e voltada para a tecnologia.
Desenvolvido pelo escritório MB-AA (Matteo Belfiore Architect & Associates) e pela Shukoh, em colaboração com a Cybernet Systems, o projeto traduz os valores corporativos em design espacial. Minimalismo, iluminação natural e amplitude definem o ambiente. Divisórias transparentes e layouts adaptáveis estimulam a comunicação, ao mesmo tempo que permitem a cada colaborador/a personalizar seu espaço de trabalho. Bem-estar, criatividade, flexibilidade e tecnologia constituem o cerne do projeto.