Villa Domy por LUCY LAGO's studio. Imagem cortesia de LUCY LAGO's studio
A seleção com curadoria desta semana de Melhores Projetos Não Construídos destaca vilas privadas enviadas pela comunidade do ArchDaily. De um refúgio mediterrâneo na Grécia a uma residência individual no Irã, esta seleção de projetos não construídos demonstra como arquitetos e arquitetas projetam vilas privadas que unem contextualização e funcionalidade em estruturas que promovem conforto, privacidade e conexão com a natureza. O artigo inclui projetos da Indonésia, Grécia, Irã e Jordânia.
O concurso Winter Stations de 2022 revelou seus três projetos vencedores, selecionados entre propostas enviadas de todo o mundo, juntamente com três projetos estudantis da Ryerson University, University of Toronto e University of Guelph. Em sua oitava edição, após um hiato de um ano, o concurso criado em 2015 pelas empresas RAW Design, Ferris + Associates e Curio vai mais uma vez “atrair as pessoas para fora para aproveitarem a praia no inverno”, com as instalações ocupando os postos de salva-vidas na praia de Woodbine, em Toronto.
"Domingos Libro" é apresentado por Carmelo, do Enorme Studio, que se aprofunda em publicações de arquitetura esquecidas, livros e revistas de arquitetura das décadas de 1960, 70 e 80, que guardam as histórias mais interessantes por trás de suas páginas.
Após uma pausa em 2022, o canal retornou com o capítulo 19, intitulado “Sempre Jovem”. O episódio aborda Ettore Sottsass Jr. e como ele, aos 62 anos — quando o restante dos mortais estaria pensando na aposentadoria —, fundou, junto a quatro jovens na casa dos vinte anos, um estúdio que mudaria a história do design.
Colaboração robótica. Imagem cortesia de ETH Zurich
Os espaços digitais e a tecnologia de fabricação tornaram-se mais proeminentes do que nunca no cenário atual de nossa sociedade pós-pandemia, tornando-se cada vez mais acessíveis e permitindo processos rápidos e espontâneos de iteração e evolução. Essas tecnologias resultaram na capacidade de produzir em massa componentes de construção não padronizados e altamente diferenciados na mesma instalação de sua contraparte padronizada, transformando a maneira como os edifícios e seus respectivos componentes são concebidos, projetados e representados, bem como fabricados, montados e produzidos.
A beleza da fabricação digital está em sua capacidade de mesclar aspectos da produção em massa e artesanal a ponto de os custos praticamente desaparecerem. A capacidade da tecnologia de fabricar de maneira tão simples e quase contínua levanta questões sobre seu potencial de alterar significativamente nossa percepção atual da arquitetura, gerando o seguinte questionamento: a influência da produção em massa na arquitetura resultou na perda de intencionalidade no projeto?
No que diz respeito à Covid, 2022 tende a se parecer mais com 1920 do que com 2020 ou 2021. “Mudar ou morrer” é um clichê, mas muitas vezes verdadeiro. Os últimos dois anos de pandemia forçaram diversas mudanças na sociedade que podem ter ajudado a evitar muitas mortes. No entanto, muitos outros aspectos da nossa cultura já vinham se transformando em movimentos anteriores à pandemia — transições graduais que, com a chegada da Covid, tornaram-se instantâneas e onipresentes: o trabalho remoto, o ensino a distância, a dominância do comércio eletrônico, o declínio do varejo físico e o foco obsessivo na saúde e no bem-estar. Tudo isso, e muito mais, agora faz parte fundamental do nosso cotidiano.
Convidamos você a participar do Prêmio ArchDaily Building of the Year. Pedimos que nos ajude a reconhecer e premiar os projetos que, na sua opinião, estão gerando o maior impacto no ambiente construído, dentre aqueles que o ArchDaily publicou em sua base de dados em 2021. Ao votar, você passa a fazer parte de uma rede interdependente, imparcial e distribuída de jurados/as e pares que tem nos ajudado constantemente a celebrar a arquitetura de todas as escalas, propósitos e condições, de países grandes e pequenos, e de arquitetos/as de todos os perfis. De um total de 4.000 projetos, a seleção já foi reduzida a apenas 75 finalistas – que representam o melhor em cada categoria de projetos no ArchDaily.
Lembre-se de que usuários/as cadastrados/as poderão votar em seu projeto favorito em cada uma das 15 categorias incluídas no Prêmio. É permitido apenas um voto por categoria. A votação se encerra no dia 17 de fevereiro de 2022, à 0h01 (EST). Agradecemos mais uma vez por nos ajudar a continuar democratizando a excelência arquitetônica em todo o mundo.
As discussões sobre a forma arquitetônica demonstram como a deficiência está marcada negativamente no campo da arquitetura. Na teoria e na história da arquitetura, "forma" geralmente se refere à essência física e à configuração de uma obra arquitetônica. Na concepção moderna de forma, trata-se de uma qualidade que surge da atividade projetual, de maneiras que podem ser transmitidas às percepções do/a observador/a da arquitetura. A forma estabelece um elo entre as criações físicas do/a arquiteto/a e a recepção estética dessas obras. Ela ocupa um lugar central na compreensão geral da disciplina: a ideia do/a arquiteto/a como "configurador/a de formas", entre tantas outras expressões, transmite o sentido de uma atividade fundamental e do papel estético da forma na arquitetura — o que os/as arquitetos/as criam e como as pessoas percebem as obras arquitetônicas.
Brooke Street Pier / Cinca Morris Nunn. Imagem cortesia de Danpal
Na arquitetura, o conceito de iluminação natural refere-se à entrada de luz natural nos edifícios para proporcionar uma série de benefícios, que vão desde o maior conforto visual e produtividade até a melhora na saúde e maior economia de energia. No entanto, para alcançar níveis ideais de luz solar, o equilíbrio é fundamental; enquanto o excesso pode produzir um ofuscamento desconfortável e uma quantidade excessiva de calor, a falta de luz pode causar problemas de saúde e uma maior dependência da iluminação artificial. Sob essa perspectiva, as qualidades dos painéis de policarbonato são incomparáveis, tornando-se uma escolha atraente para fachadas e coberturas ao proporcionar uma luz suave e difusa, com diferentes níveis de transparência, brilho e opacidade.
O título de grande impacto diz tudo: Architecture Unbound, de Joseph Giovannini, é uma tentativa ambiciosa de explorar as fronteiras mais ousadas do design e explicar como e por que arquitetos e arquitetas dissidentes ousaram tanto. A obra também serve como uma introdução abrangente a artistas que lançaram as bases para a inovação arquitetônica há um século; a pensadores e pensadoras que mapearam novas formas de pensar; e às complexidades da teoria do caos, do design paramétrico e dos softwares que moldaram edifícios excepcionais nas últimas décadas.
As portas externas não apenas proporcionam segurança, mas também definem a primeira impressão de uma residência. Isso fica evidente na porta pivotante apresentada na imagem acima, projetada e fabricada na Europa pela Air-Lux. No interior da casa, por sua vez, as portas internas garantem privacidade, atenuam ruídos, dividem ambientes e valorizam a estética arquitetônica dos espaços. Assim, para atender a essas demandas e resistir ao uso diário contínuo, elas devem ser duráveis e atemporais, sem nunca comprometer a sofisticação e o estilo. Entre as opções que atendem a esses requisitos, as portas pivotantes se destacam por combinarem movimento fluido, elegância e versatilidade. Com um design contemporâneo minimalista, essas portas vão além da função convencional das esquadrias comuns. Girando em torno de um eixo vertical graças a ferragens quase invisíveis, elas se adaptam a qualquer estilo de decoração, uso e dimensão, abrindo um leque de possibilidades criativas ilimitadas.
O escritório de arquitetura e design Brooks + Scarpa anunciou o início das obras do novo Ramos Collaboratory Building para a School of Design Construction and Planning da Universidade da Flórida. Esta ampliação adicionará cerca de 4.600 metros quadrados de espaços educacionais à faculdade existente, que também passa por uma grande reforma. O novo edifício contará com espaços reconfiguráveis e multifuncionais onde estudantes, corpo docente e equipe de funcionários/as poderão colaborar tanto de forma formal quanto informal. A previsão de conclusão da obra é para o início de 2025.
Nunca deixamos de explorar a manifestação da linguagem arquitetônica tradicional chinesa na arquitetura moderna, a começar pelo esforço de combinar um volume moderno com uma cobertura de paradigma tradicional. Essa herança e expressão baseiam-se no contexto, que se divide em duas categorias: "Adoção" e "Ablação". A reinterpretação das tradições a partir da "Forma", do "Sentido" e do "Modelo" constitui a "Adoção". A "Ablação" é um compromisso construtivo com o entorno que respeita a textura e a aparência originais, sejam rurais ou urbanas. Baseia-se em formas e técnicas construtivas antigas, aprimoradas com abordagens e técnicas de design moderno. Melhora as condições existentes seja por meio de sua ocultação em certas situações, seja ao desaparecer e se integrar a elas. A arquitetura contemporânea é tanto a tradição do futuro quanto a tradição do passado. Os "clássicos" são continuamente expandidos por arquitetos e arquitetas através de novas técnicas.
Cappadocia Spa Hotel por GAD ARCHITECTURE. Imagem cortesia de GAD ARCHITECTURE
Ao oferecer acomodação de curta permanência para viajantes, os hotéis representam um dos principais pilares do setor de hotelaria. Frequentemente, buscam criar um ambiente sereno, isolado do ritmo acelerado da vida urbana, sem deixar de representar a identidade local. Os hotéis-boutique constituem um subsegmento em ascensão no design hoteleiro. Trata-se de hotéis de pequeno porte, geralmente com 10 a 100 quartos e um design de interiores meticulosamente selecionado, que proporcionam uma experiência memorável aos seus hóspedes. De reformas históricas a hotéis contemporâneos construídos do zero, os projetos hoteleiros oferecem uma grande oportunidade para que arquitetos e arquitetas criem ambientes singulares voltados ao lazer e ao relaxamento.
A seleção com curadoria desta semana de Melhores Projetos Não Construídos destaca propostas enviadas pela comunidade do ArchDaily. Localizados nas florestas de Portugal, na costa da ilha grega de Creta ou nos desertos do Egito, esta seleção de projetos não construídos demonstra como as equipes de projeto respondem às condições locais para criar propostas que atendem às necessidades de turistas e viajantes.
Há cem anos, profissionais de design e arquitetura da Bauhaus e do movimento moderno romperam com o conceito tradicional de habitação, propondo novas formas de construir, distribuir espaços e mobiliá-la. Embora muitas de suas abordagens estéticas e construtivas tenham tido grande impacto e desenvolvimento no campo do design desde então, a sociedade, no entanto, caminhou em um ritmo diferente no que diz respeito à adoção de certos modelos de espaço doméstico para os quais esses movimentos abriram portas. Desde então, a habitação tem estado em constante revisão, reformulação e até experimentação, despertando profundo interesse na maioria dos/as mais importantes profissionais de design e de arquitetura do século XX e, até agora, do século XXI.
https://www.archdaily.com.br/pt/1134962/scenes-from-the-near-future-uma-exposicao-que-explora-o-futuro-das-casasArchDaily Team
Kinetic Cities, cortesia de RMA Architects. Imagem cortesia de RMA Architects
Rahul Mehrotra é um urbanista, educador e sócio-fundador do escritório Rahul Mehrotra Architects (RMA Architects), com sedes em Mumbai e Boston. Por toda a Índia, Mehrotra projetou trabalhos que variam de planos diretores a casas de veraneio, fábricas, instituições sociais e edifícios de escritórios. Ao longo de décadas, sua atuação no ativismo urbano culminou na fundação da Architecture Foundation do escritório, que se concentra em criar uma “consciência sobre a arquitetura na Índia” por meio de pesquisas, publicações, exposições e um diálogo público inclusivo em torno da ética e dos valores arquitetônicos.
Projeto Vencedor. Bjerg Arkitektur, Dinamarca. Imagem Cortesia de Geberit
À medida que os espaços residenciais se tornam mais escassos e caros, o design precisa desenvolver estratégias inovadoras que equilibrem funcionalidade e expressão estética, potencializando a criação de espaços menores. Com esse propósito, a Geberit lançou um concurso em seis países europeus – Alemanha, França, Grã-Bretanha, Suíça, República Tcheca e Dinamarca – para reimaginar o banheiro em uma área de 6 m², uma dimensão comum no contexto urbano que, ainda assim, permite diferentes layouts.
Ao apresentarem uma abordagem realista, essas propostas funcionam como um guia sobre como projetar banheiros que otimizem o espaço e, ao mesmo tempo, combinem diferentes produtos, materiais e cores de forma integrada (e criativa).
O Brick Award reconhece e celebra a arquitetura de tijolos excepcional em todo o mundo. O prêmio cria uma plataforma para que profissionais de arquitetura e planejamento apresentem seus projetos e criações inovadoras e criativas a um público internacional.
A arquitetura pode alcançar grandes feitos e unir culturas e natureza, como demonstram os edifícios de destaque que venceram o International Brick Award 22. Pela décima vez, a Wienerberger destacou projetos excepcionais de construção em tijolo de todo o mundo. O objetivo do Brick Award é servir de guia e fonte de inspiração para a arquitetura, o planejamento, o desenvolvimento urbano e a cultura. Os 50 projetos indicados também demonstram o potencial estético e funcional dos materiais de construção cerâmicos.
Às vezes, neste mercado chamado design, basta uma única ideia inteligente para dar o pontapé inicial. Um momento de inspiração — uma lâmpada que se acende, por assim dizer. Um produto que traz algo inovador e oportuno, oferecendo aos clientes algo que eles nem sabiam que precisavam, mas que agora certamente desejam. Isso, no entanto, é apenas o início de uma jornada. Depois que o burburinho inicial passa, como transformar esse produto de sucesso em um negócio robusto, sustentável e com impacto que vá além de sua revolução inicial?
De 21 a 25 de setembro, foi realizado o Festival Mextrópoli + XII Bienal Ibero-Americana de Arquitetura e Urbanismo na Cidade do México. No âmbito do evento, o ArchDaily conversou com o vencedor do Prêmio Pritzker de 2014, Shigeru Ban, sobre o tema central "Habitar à margem", uma proposta que buscava visibilizar o trabalho de quem está trazendo soluções para as crescentes necessidades sociais, ambientais e econômicas à margem do sistema.
Sob a liderança criativa de Miriam van der Lubbe, e contando com Marjan van Aubel e Formafantasma como embaixadores/as, a 21ª edição da Dutch Design Week aconteceu na última semana de outubro em Eindhoven, nos Países Baixos. Sob o lema "Get Set", a DDW 2022 exibiu mais de 50 instalações artísticas e arquitetônicas para convocar profissionais de design e comunidades a mudarem da preparação para a ação diante dos desafios de nosso tempo, encerrando-se com uma mostra de graduação (Graduation Show) de mais de 200 estudantes da Design Academy Eindhoven.
Com o objetivo de inspirar profissionais de design a incorporar inovação e sustentabilidade, além de familiarizar o público com tudo o que a tecnologia tem a oferecer, o ArchDaily selecionou 9 obras relevantes focadas em biomateriais e sistemas modulares. Ao destacar pesquisas de design em andamento, a seleção evidencia projetos que reinventam nossa relação com a natureza e com o espaço em que vivemos.
Tempos difíceis unem as pessoas. Nos últimos anos, vimos como o trabalho coletivo pode ser uma força motriz para ajudar as pessoas afetadas por desastres naturais ou causados pela ação humana. Após uma catástrofe ou deslocamento forçado, um ambiente físico seguro costuma ser essencial. Diante disso, a coordenação de esforços torna-se um fator crucial para prestar assistência em momentos de necessidade.
Arquitetos e arquitetas, como especialistas em abrigos, desempenham um papel fundamental na criação de ambientes seguros e adequados, sejam habitações individuais, edifícios públicos, escolas ou acampamentos temporários de emergência. No entanto, como afirma o arquiteto Diébédo Francis Kéré: "Quando você não tem nada e quer convencer a sua comunidade a acreditar em uma ideia, pode acontecer de todos começarem a trabalhar com você, mas é preciso continuar lutando para convencê-los".
Steven Holl costuma ser visto lendo poesia e pintando aquarelas em uma pequena cabana com vista para flores de lótus na beira de um lago em Rhinebeck, Nova York. A cabana fica em uma reserva de 28 acres que Holl comprou em 2014 e que hoje abriga seu escritório permanente, além do ‘T’ Space, uma organização artística sem fins lucrativos que oferece exposições criativas, instalações ambientais e residências de arquitetura. Contornando várias árvores de grande porte e conectando-se por meio de uma passagem a outra cabana existente de 1959, o Arquivo de Arquitetura e Biblioteca de Pesquisa da Fundação Steven Myron Holl, construído in 2019, é a mais recente edificação a ser cuidadosamente inserida na exuberante paisagem.
A escritora Eva Hagberg e eu nos conhecemos há muito tempo. Há bastante tempo, em um ano do qual não me lembro, eu lhe passei uma de suas primeiras pautas para uma revista. Literalmente, dezenas de outras pautas se seguiram. Foi, portanto, com certa expectativa e um pouco de surpresa que recebi seu novo livro When Eero Met His Match: Aline Louchheim Saarinen and the Making of an Architect (Princeton University Press), um texto híbrido intrigante, parte biografia de Aline e Eero, parte memórias das experiências de Hagberg como redatora de design e assessora de imprensa. (Sou brevemente mencionado no livro.) A tese principal do livro é que Aline Saarinen inventou, em grande medida, o papel de assessora de imprensa de arquitetura. Recentemente, fui até o Brooklyn Navy Yard para conversar com Eva, grávida de muitos meses, sobre o que a motivou a escrever seu novo livro, sua estrutura dupla e a ética jornalística de Aline Saarinen.
Apesar de seu acervo deslumbrante de obras-primas, a National Gallery de Londres tem sido assombrada por uma série de intervenções arquitetônicas equivocadas ao longo de seus dois séculos de existência. Apenas uma vez sua liderança tomou uma decisão de fato inspirada e visionária: em meados da década de 1980, a galeria realizou um concurso, vencido pelo escritório Venturi, Rauch and Scott Brown (VRSB), da Filadélfia, para projetar um edifício voltado a coleções especiais.
O anexo foi construído de 1988 a 1991, viabilizado por fundos doados pela família Sainsbury como um presente para a nação, e foi imediatamente aclamado como um dos edifícios mais refinados de seu gênero erguidos no século XX. Desde então, permaneceu querido pelos londrinos e cumpriu exemplarmente o papel de expansão do pouco expressivo edifício clássico de William Wilkins. Especialistas na obra de Robert Venturi, John Rauch e Denise Scott Brown consideram-no uma de suas obras-primas. Pelo visto, a National Gallery tem uma opinião diferente.
https://www.archdaily.com.br/pt/1134651/em-londres-uma-obra-prima-de-venturi-e-scott-brown-esta-ameacadaMark Alan Hewitt