As seleções de Cor do Ano de 2026 revelam uma transição em direção a paletas matizadas e sobrepostas, além de uma sutil tranquilidade espacial, distanciando-se de tons de terra saturados de previsões anteriores. A tonalidade Cloud Dancer, da Pantone, um branco suave, estabelece uma base de clareza e simplicidade. Por sua vez, a Sherwin-Williams e a C2 Paint destacam a versatilidade dos neutros de tom médio e ocres suaves, enfatizando a autenticidade dos materiais e a adaptabilidade em diferentes superfícies e condições de iluminação interna. Já a Benjamin Moore e a Graham & Brown exploram matizes mais profundos e atmosféricos que equilibram subtons quentes e frios, enquanto Behr, Valspar e AkzoNobel introduzem verdes suaves e tons azulados que visam criar interiores restauradores, serenos e visualmente envolventes.
Renderização aérea do novo estádio do Manchester United. Imagem cortesia de Foster + Partners
Ao longo de 2025, foram anunciados diversos projetos de infraestrutura esportiva que continuam em nosso radar, com conclusão prevista, em sua maioria, entre 2028 e 2030. Localizados na Ásia, Europa, África, Oriente Médio e América do Norte, esses projetos refletem estratégias contemporâneas de masterplans para a transformação de grandes arenas esportivas em seus contextos urbanos. Muitos dos estádios foram projetados como parte de estruturas mais amplas de requalificação urbana que incluem novos espaços públicos, programas de uso misto, instalações para eventos e melhorias de mobilidade, em vez de surgirem como estruturas isoladas. Projetos liderados por escritórios internacionais como Populous, Foster + Partners, Heatherwick Studio, OMA, Gensler, AFL Architects e VUILD ilustram uma variedade de respostas arquitetônicas, urbanísticas e de infraestrutura para o papel em constante evolução dessas grandes instalações esportivas.
O potencial de edifícios existentes para moldar cidades e comunidades em constante transformação por meio do reuso e da adaptação é o foco central do HouseEurope! e de seu ativismo: enfrentar o desafio premente em grande parte da Europa, onde costuma ser mais fácil, barato e rápido demolir edifícios do que renová-los. Durante décadas, as políticas de construção, as práticas industriais e as dinâmicas de mercado favoreceram os novos empreendimentos, frequentemente subestimando a importância cultural, social e ambiental das estruturas existentes. Por seu trabalho em prol de uma mudança sistêmica na arquitetura, o HouseEurope! recebeu o Prêmio OBEL 2025 sob o tema "Ready Made". Em conversa com o ArchDaily, Alina Kolar e Olaf Grawert, integrantes do coletivo HouseEurope!, discutiram a abordagem da organização em relação à arquitetura, às políticas públicas e à ação coletiva. Operando como um laboratório de políticas públicas sem fins lucrativos, o HouseEurope! conecta a prática arquitetônica com a legislação, a pesquisa e a participação pública. Seu trabalho começa pela análise do que já existe, traduzindo essas reflexões em diretrizes práticas para legisladores/as e profissionais da área. Projetos de conversão como a renovação de 530 moradias pelo escritório Lacaton & Vassal exemplificam essa "pesquisa pela ação", mostrando como o reuso adaptativo pode ser viável e, ao mesmo tempo, um motor para mudanças sistêmicas com benefícios sociais e ecológicos. Como explica Grawert:
Nos últimos anos, a alimentação assumiu um papel renovado na arquitetura, não apenas como um programa ou tipologia, mas como uma prática espacial compartilhada. Para além do design de restaurantes ou de espaços de refeição, as áreas destinadas ao comer coletivo são cada vez mais compreendidas como ambientes onde a presença, o ritual e o tempo se cruzam, permitindo que as pessoas se reúnam, permaneçam e coexistam. Nesses contextos, o ato de comer não ocorre apenas dentro de um espaço; ele o molda ativamente, transformando temporariamente ambientes comuns, emprestados ou improvisados em locais de troca.
Essa mudança é visível em uma ampla gama de projetos construídos, instalações e espaços comunitários que utilizam as refeições coletivas como meio de aproximar as pessoas. Iniciativas como o Fondo Supper Club estruturam o ato de jantar como uma plataforma social, usando a comida para conectar artistas, designers e comunidades locais por meio do diálogo e da colaboração. Da mesma forma, a sit.feast, apresentada durante a Semana de Design de Milão de 2024, abordou a mesa como uma instalação espacial na qual sentar-se e comer juntos se tornaram os meios primordiais para a produção coletiva do espaço.
Wonder Cabinet / AAU ANASTAS. Imagem cortesia de AAU ANASTAS
Entre os vencedores do Prêmio Aga Khan de 2025 está o escritório AAU Anastas com o seu projeto Wonder Cabinet, na Palestina, cujo objetivo central é servir como um refúgio para a cultura e a criatividade e como uma ponte entre o design e a produção. Para além deste projeto expressivo, o AAU Anastas — que opera a partir de escritórios em Belém, na Palestina, e em Paris, na França — construiu um amplo portfólio desde 2015. Entre suas obras notáveis estão o Dar Al Majous, uma restauração em Belém que desafia as fronteiras entre as esferas doméstica e pública; o Tribunal de Tulkarm (2015), um de seus primeiros projetos, que redefiniu o caráter cívico e o convívio social em um terreno de esquina proeminente em Tulkarm; e The Flat Vault, uma intervenção comercial que adiciona uma abóbada de pedra justaposta a uma loja monástica existente, vinculada a uma igreja construída no século XII pelos Cruzados.
Em meio a essas obras de forte impacto, o Wonder Cabinet provavelmente atraiu a atenção do júri não apenas por sua execução refinada e complexidade espacial em camadas, mas também por sua operação como uma plataforma socialmente geradora — dissolvendo a fronteira entre infraestrutura social e arquitetura. Concebido para apoiar a cultura, a criatividade, o design e a produção, o edifício aspira acolher profissionais da arquitetura, do design, da gastronomia, do artesanato e das artes visuais e sonoras, entre outras áreas. De maneira significativa, o projeto impulsiona o espírito articulado pelo júri de 2025, que caracterizou este ciclo como um ano de fomento à resiliência e ao otimismo por meio do design, demonstrando como a arquitetura pode atuar, simultaneamente, como catalisadora de comunidades e de iniciativas empreendedoras.
A abertura da nova Fondation Cartier pour l'Art Contemporain em Paris, em outubro passado, despertou novas discussões sobre o papel, a forma e o futuro dos museus. Diante da contínua proliferação de instituições culturais pelo mundo nesta era digital, o próprio museu parece necessitar, cada vez mais, de uma redefinição. Em vez de propor um modelo ou solução única, Architecture for Culture: Rethinking Museums, escrito pela historiadora da arquitetura e curadora Béatrice Grenier, defende uma compreensão mais contextual e plural do que um museu pode ser: uma instituição moldada por seu entorno, por seu público e pelas questões culturais específicas que busca abordar.
O ArchDaily teve a oportunidade de discutir essas ideias com a autora no contexto da recém-inaugurada sede da Fondation Cartier na Rue de Rivoli. Instalado em um edifício haussmaniano restaurado que outrora abrigou os Grands Magasins du Louvre, o espaço foi radicalmente reinventado por Jean Nouvel como uma arquitetura dinâmica e transformável.
Com abertura prevista para 19 de janeiro de 2026, o Sydney Fish Market é o primeiro projeto concluído dentro da revitalização mais ampla de Blackwattle Bay, no porto interno de Sydney. Projetado pelo escritório 3XN em colaboração com o BVN e o Aspect Studios, e construído pela Multiplex, o complexo desenvolvido sob medida substitui o antigo mercado por uma estrutura contemporânea que combina um mercado atacadista de peixes em operação com comércio, gastronomia e espaços públicos à beira-mar. Localizado a aproximadamente 1,6 quilômetro a sudoeste do centro financeiro de Sydney, o projeto ressignifica um dos maiores mercados de peixes do mundo em volume, transformando-o em uma infraestrutura ativa e, ao mesmo tempo, em um destino cívico.
O modernismo indiano é frequentemente narrado sob uma perspectiva restrita: um punhado de instituições icônicas, grandes arquitetos/as e experimentos formais radicais que passaram a simbolizar as aspirações pós-independência da nação. No entanto, essa versão da história ignora um acervo muito maior de arquitetura modernista que, silenciosamente, moldou a vida cotidiana em todo o país. Para além de campi célebres e edifícios canônicos, existe uma paisagem vasta e dispersa de blocos habitacionais, escritórios, alojamentos, hospitais, mercados e vilas operárias — estruturas que foram projetadas para funcionar e durar.
Ambos os livros são um registro inédito de arquiteturas de terra no vale do Loncomilla, no Chile, destacando mais de 40 obras que evidenciam as possibilidades desse modo de construir como uma alternativa real e sustentável.
https://www.archdaily.com.br/pt/1093785/arquitetura-de-terra-no-chile-com-soledad-diaz-de-la-fuente-e-robert-newcombeArchDaily Team
Analisar com mais profundidade a interação entre luz e sombra na arquitetura parece ser um tema recorrente na agenda de muitos/as profissionais da área. Espaços de luz e escuridão são concebidos para potencializar a circulação e a direcionalidade espacial, bem como para destacar as cores, texturas e formas de elementos arquitetônicos específicos. Diante disso, o impacto da luz natural nas fachadas dos edifícios revela a necessidade de desenvolver estratégias que promovam a economia de energia, melhorem o conforto térmico e visual dos espaços internos e contribuam para a redução das emissões de carbono. Considerando a luz como mais um material na arquitetura, de que maneiras o seu poder poderia contribuir para a experiência arquitetônica?
https://www.archdaily.com.br/pt/1093854/vagas-em-xangai-yeas-design-contrata-especialista-de-produto-planejador-a-de-exposicoes-designer-de-espaco-assistente-administrativo-a-estagiario-a韩爽 - HAN Shuang
O ano que passou marcou um momento decisivo na evolução do ArchDaily: um ano de recalibração, intencionalidade e um renovado propósito editorial.
Em um panorama de mídia cada vez mais veloz e saturado, aproveitamos a oportunidade para fazer perguntas fundamentais: O que a mídia de arquitetura precisa ser hoje? Quais responsabilidades carregamos como uma plataforma global? E de que maneira podemos contribuir significativamente para uma profissão que atravessa transformações sociais, ambientais e culturais?
Ao nos aprofundarmos nessas reflexões, assumimos plenamente o nosso papel, definindo com maior clareza a identidade do ArchDaily e a sua forma de atuar.
A Comissão Europeia e a Fundació Mies van der Rohe anunciaram as 40 obras selecionadas para a lista de finalistas do Prêmio de Arquitetura Contemporânea da União Europeia de 2026 – Mies van der Rohe Awards, escolhidas entre um total de 410 indicações. A seleção reúne projetos de 18 países e 36 cidades, oferecendo um panorama da produção arquitetônica contemporânea na Europa. Entre as obras selecionadas, a França conta com nove projetos, seguida pela Espanha com sete e pela Dinamarca com quatro, estando os demais projetos distribuídos por uma ampla gama de contextos europeus. Os finalistas serão anunciados em fevereiro de 2026, e os vencedores serão revelados em abril de 2026, antes do EUmies Awards Days, em maio.
O compilado de notícias desta semana reúne discussões atuais sobre espaço público e coletivo, infraestrutura cultural e transformação urbana de longo prazo em diversos contextos geográficos. Desde modelos de gestão compartilhada que redefinem a propriedade do espaço público em cidades como Paris e Nova York, até iniciativas de grande escala impulsionadas por eventos vinculadas a Milano Cortina 2026 e ao Fórum Urbano Mundial em Baku, os projetos e iniciativas selecionados destacam a interseção entre governança, cultura e infraestrutura na prática contemporânea. Esses temas são aprofundados por meio de uma combinação de processos de planejamento estratégico, incluindo esforços internacionais de planejamento experimental no norte de Lviv, e projetos construídos nas áreas de educação, cultura e arquitetura temporária — desde uma nova instalação de ensino odontológico em Blantyre, no Malawi, até espaços culturais restaurados e recém-inaugurados nos Estados Unidos e em Taiwan, além de intervenções de reutilização adaptativa apresentadas na Bienal de Arquitetura de Chicago. Os exemplos internacionais delineiam um panorama arquitetônico moldado pelo reuso, pelo engajamento público e pelo papel em evolução do design na resposta a estruturas sociais, culturais e institucionais.
Cortesia de [applied] Foreign Affairs, Institute of Architecture, University of Applied Arts Vienna
Muito antes de a arquitetura assumir a forma de paredes, coberturas ou cidades, ela reunia as pessoas em torno do fogo. A simples fogueira foi um dos primeiros dispositivos espaciais da humanidade: um lugar de calor, alimento, contação de histórias e rituais. Ao seu redor, o espaço tomava forma pela proximidade, e não pelo fechamento; pela presença compartilhada, e não pelo uso prescrito. O fogo organizava os corpos em círculo, promovia alianças e transformava a sobrevivência em vida coletiva. Hoje, essa lógica ancestral persiste: a arquitetura tem o potencial de aproximar as pessoas não ao ditar como devem se reunir, mas ao criar as condições que tornam possível o estar junto.
Este mês, o ArchDaily explora Estar Junto e a Criação do Lugar, um tema que examina a arquitetura como um suporte para a inclusão, o cuidado e o pertencimento. O tema se alinha à primeira edição do ArchDaily Student Project Awards, prêmio que aborda o cuidado sob uma perspectiva coletiva, concentrando-se em espaços que estimulam melhores formas de convivência. Olhando além dos espaços de encontro icônicos, a cobertura editorial considera ambientes do cotidiano — de mercados públicos e mesas coletivas a praças de bairro, terceiros lugares, contextos domésticos e ambientes digitais ou híbridos de convivência remota. Em vez de tratar o estar junto como um programa rígido, o especial questiona como o desenho do espaço pode apoiar a abertura, a diversidade e a vida coletiva sem impor formas homogêneas de encontro.
Aprofundar-se nos jogos de luzes e sombras na arquitetura parece ser um tema recorrente na agenda de profissionais da disciplina. Espaços de luminosidade e escuridão são concebidos com o fim de potencializar desde percursos e direcionalidades nos espaços até destacar cores, texturas e formas de certos elementos arquitetônicos. No entanto, o impacto da luz natural sobre as fachadas dos edifícios revela a necessidade de desenvolver medidas que colaborem com a economia de energia, melhorem o conforto térmico e visual dos espaços interiores e também promovam a redução das emissões de carbono. Considerando a luz como mais um material na arquitetura, de que maneira sua potência poderia contribuir para a experiência arquitetônica?
No extremo sul de Viena, um conjunto de terraços monumentais ergue-se sobre a paisagem urbana, com varandas escalonadas repletas de vegetação em cascata e coberturas coroadas por piscinas. Trata-se do Wohnpark Alterlaa, um dos projetos de habitação social mais ambiciosos da Europa do pós-guerra. Projetado pelo arquiteto austríaco Harry Glück e construído entre 1973 e 1985, o complexo fundamentou-se em um princípio provocativo: a habitação municipal não deve apenas fornecer abrigo acessível, mas também oferecer os prazeres e as comodidades normalmente reservados aos mais ricos.
Com mais de 3.000 apartamentos que abrigam quase 9.000 residentes, Alterlaa foi concebido como uma cidade dentro da cidade. Paralelamente às suas torres residenciais, o complexo incorpora lojas, escolas, serviços médicos e instalações culturais, garantindo que a vida cotidiana possa se desenrolar inteiramente dentro de seus limites. O projeto reflete um momento de otimismo na política urbana de Viena, quando a habitação era entendida como infraestrutura para o bem-estar coletivo, e não como mercadoria.
O The Egg é um centro de artes cênicas localizado em Albany, na Empire State Plaza de Nova York, projetado pelo escritório norte-americano Harrison & Abramovitz. A construção teve início em 1966 e foi concluída doze anos depois, em 1978, com o objetivo de acolher uma ampla programação de eventos culturais e espetáculos para a população do Estado de Nova York. Inspirada no modernismo brasileiro, a estrutura de concreto em forma de cúpula semelhante a um ovo se destaca como um contraponto marcante em meio a um conjunto urbano de caráter racional. Cercado pelas torres do governo estadual implantadas em uma grande praça aberta e revestidas de pedra, o concreto aparente do edifício, sua forma aparentemente suspensa e sua geometria curva acentuada o posicionam como um exemplar tardio do brutalismo modernista. Atualmente, o espaço passa por uma restauração e, após seis meses de obras, deve reabrir em 8 de janeiro de 2026, apresentando-se como um local "renovado e reinventado".
A economia circular, o que inclui o reúso de materiais de construção, está se tornando rapidamente um componente fundamental na luta contra as emissões de carbono. Isso pressupõe projetar para minimizar resíduos e utilizar materiais que possam ser reaproveitados ao final da vida útil da edificação. Em contrapartida, o reúso de componentes provenientes de edifícios parcial ou totalmente demolidos também pode reduzir o desperdício e evitar as emissões de carbono que seriam geradas pela produção de materiais virgens. Para além das questões de sustentabilidade, o reaproveitamento de materiais de construção tem uma história secular, motivado tanto por razões simbólicas quanto por pura necessidade.
O presidente Ilham Aliyev assinou um decreto declarando 2026 como o "Ano do Planejamento Urbano e da Arquitetura" na República do Azerbaijão. A decisão estabelece uma estrutura nacional focada em políticas de planejamento urbano, cultura arquitetônica e desenvolvimento sustentável, alinhando-se aos preparativos do Azerbaijão para sediar o 13º Fórum Urbano Mundial (WUF13) em Baku, em maio de 2026. De acordo com o decreto, a iniciativa visa preservar as tradições centenárias do Azerbaijão e, ao mesmo tempo, integrar abordagens contemporâneas que respondam aos desafios sociais, ambientais e espaciais atuais. A administração presidencial agora elaborará e apresentará um plano de ação abrangente para o ano no prazo de um mês.
Falta apenas um mês para a Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milano Cortina 2026, cujas competições acontecerão de 4 a 22 de fevereiro de 2026. A Cerimônia de Abertura será realizada no dia 6 de fevereiro no Estádio Olímpico San Siro, em Milão, reunindo cerca de 2.900 atletas de todo o mundo para disputar 16 esportes, com 116 medalhas de ouro em jogo. Os Jogos Olímpicos de Inverno retornam à Itália vinte anos depois de Turim 2006 e setenta anos após Cortina 1956. Esta edição, no entanto, adota uma abordagem marcadamente diferente, distanciando-se do modelo tradicional de altos custos e desperdício em prol do reuso adaptativo, do uso de energia renovável e do desenvolvimento regional de longo prazo. Sendo a edição mais dispersa geograficamente na história dos Jogos de Inverno, o plano prevê o uso de 92% de instalações já existentes ou temporárias, aproveitando regiões com forte infraestrutura turística para evitar grandes impactos ambientais e implementar estratégias de design circular e reciclagem — cujos resultados se tornarão evidentes nos próximos meses. Em seguida, serão realizadas as Paralimpíadas de Inverno de Milano Cortina 2026, de 6 a 15 de março de 2026.