A Máquina na Era da Prática Coletiva

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Este artigo faz parte de nossa nova seção de Opinião, um espaço para ensaios argumentativos sobre questões críticas que moldam o nosso campo profissional.

Cada época da arquitetura foi definida por seus instrumentos. O compasso, a prancheta, a câmera e o computador alteraram, cada um a seu modo, a maneira como se pensa e se produz arquitetura. No entanto, o momento atual parece qualitativamente diferente. À medida que a inteligência artificial e os sistemas generativos entram nos fluxos de trabalho cotidianos, as ferramentas deixam de ser extensões passivas da mão do/a arquiteto/a e passam a operar como agentes semiautônomos. Elas propõem, otimizam e simulam, produzindo resultados que, por vezes, escapam à plena antecipação do/a autor/a.

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Sobre este autor
Cita: Borges Ferreira, Diogo. "A Máquina na Era da Prática Coletiva" [The Machine in the Age of Collective Practice] 08 Jul 2026. ArchDaily em Português. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/pt/1093798/a-maquina-na-era-da-pratica-coletiva> ISSN 0719-8906

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