1. ArchDaily
  2. Noticias

Noticias

Clima, cultura e modernismo: o campus pós-colonial como laboratório de arquitetura

Áudio disponível

Nas décadas que se seguiram à independência, alguns dos experimentos arquitetônicos mais ambiciosos do mundo não surgiram em museus, monumentos ou palácios governamentais. Eles surgiram por meio de universidades. No Sul da Ásia e na África, nações recém-formadas transformaram seus campi em campos de teste para maneiras inteiramente novas de conceber a vida coletiva. Esses campi funcionaram como muito mais do que simples instituições de ensino. Tornaram-se territórios onde o Estado testava como organizar a modernidade — espaços voltados para a convivência cidadã, o funcionamento das instituições, a definição da arquitetura a partir do clima e a transformação das realidades locais por ideias importadas.

Clima, cultura e modernismo: o campus pós-colonial como laboratório de arquitetura - Image 1 of 4Clima, cultura e modernismo: o campus pós-colonial como laboratório de arquitetura - Image 2 of 4Clima, cultura e modernismo: o campus pós-colonial como laboratório de arquitetura - Image 3 of 4Clima, cultura e modernismo: o campus pós-colonial como laboratório de arquitetura - Image 4 of 4Clima, cultura e modernismo: o campus pós-colonial como laboratório de arquitetura - Mais Imagens+ 7

"Não separo arquitetura de infraestrutura": Entrevista com Shohei Shigematsu sobre a nova expansão do New Museum pelo OMA

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

Quando o edifício original do New Museum, projetado pelo escritório SANAA — uma pilha de caixas opacas deslocadas envoltas por uma pele de malha metálica —, foi inaugurado em 2007, já parecia destinado a algum tipo de expansão para aliviar a pressão vertical criada por sua circulação restrita e área de projeção limitada. Em março, o museu revelou sua aguardada ampliação, projetada por Shohei Shigematsu e Rem Koolhaas, do OMA. O edifício complementar, de linhas angulares e levemente recuado, duplica a capacidade expositiva do museu, ao mesmo tempo em que reconfigura a relação da instituição com a cidade e com a estrutura original do SANAA, projetada por Kazuyo Sejima e Ryue Nishizawa.

Na abertura do edifício para a imprensa, Koolhaas descreveu o projeto "não apenas como uma extensão, mas como um complemento ou contraparte". Shigematsu detalhou posteriormente: "Pensamos em desenhar um par composto por dois edifícios distintos e, ao mesmo tempo, profundamente conectados. Um é mais vertical e introvertido. O outro é mais horizontal e extrovertido."

"Não separo arquitetura de infraestrutura": Entrevista com Shohei Shigematsu sobre a nova expansão do New Museum pelo OMA - 1 的图像 4"Não separo arquitetura de infraestrutura": Entrevista com Shohei Shigematsu sobre a nova expansão do New Museum pelo OMA - 2 的图像 4"Não separo arquitetura de infraestrutura": Entrevista com Shohei Shigematsu sobre a nova expansão do New Museum pelo OMA - 3 的图像 4"Não separo arquitetura de infraestrutura": Entrevista com Shohei Shigematsu sobre a nova expansão do New Museum pelo OMA - 4 的图像 4Não separo arquitetura de infraestrutura: Entrevista com Shohei Shigematsu sobre a nova expansão do New Museum pelo OMA - Mais Imagens+ 15

Foster + Partners revela plano diretor de cidade agrícola no sul de Omã

O escritório Foster + Partners, em colaboração com a Dar Al-Handasah, revelou o plano diretor da Al Najd Agricultural City em Dhofar, no sul de Omã. Com uma área de aproximadamente 5 milhões de metros quadrados (54 milhões de pés quadrados), o empreendimento foi concebido como um assentamento urbano e agrícola autossustentável, projetado para responder às condições ambientais e à paisagem agrícola da região. Encomendado pelo Ministério da Habitação e Planejamento Urbano e pelo Ministério da Agricultura, Pesca e Recursos Hídricos, o projeto integra os objetivos delineados na Oman Vision 2040, iniciativa que busca fortalecer a segurança alimentar, diversificar a economia nacional e apoiar projetos de desenvolvimento sustentável.

Foster + Partners revela plano diretor de cidade agrícola no sul de Omã - Imagem 1 de 4Foster + Partners revela plano diretor de cidade agrícola no sul de Omã - Imagem 2 de 4Foster + Partners revela plano diretor de cidade agrícola no sul de Omã - Imagem 3 de 4Foster + Partners revela plano diretor de cidade agrícola no sul de Omã - Imagem 4 de 4Foster + Partners revela plano diretor de cidade agrícola no sul de Omã - Mais Imagens+ 2

O Skyspace de James Turrell e a abertura do Centro Presidencial Obama: o resumo da semana

De projetos e instituições que reforçam a relação entre arte e arquitetura a iniciativas que buscam novas abordagens para desafios urbanos e ecológicos persistentes, os acontecimentos desta semana refletem um esforço mais amplo para reconsiderar estruturas estabelecidas e expandir o papel do design na sociedade contemporânea. Seja por meio da reutilização adaptativa, da inovação de políticas, da experimentação artística ou da pesquisa crítica, arquitetos/as e organizações culturais exploram como os sistemas existentes podem ser transformados para responder às realidades emergentes. Essas questões ecoam em novos projetos arquitetônicos que traduzem condições ambientais e aspirações cívicas em forma construída. Em Chicago, a conclusão do Obama Presidential Center posiciona a arquitetura como um veículo para a memória pública, ao passo que, na Albânia, o projeto Lighthouse do escritório OODA reinterpreta paisagens e tradições locais por meio de uma torre voltada para a costa do Adriático. Enquanto isso, a proposta do Heatherwick Studio para o centro de visitantes AlUla Manara responde às condições da paisagem desértica da Arábia Saudita, combinando pesquisa científica e turismo em um destino dedicado à observação do céu noturno.

O Skyspace de James Turrell e a abertura do Centro Presidencial Obama: o resumo da semana - Imagem 1 de 4O Skyspace de James Turrell e a abertura do Centro Presidencial Obama: o resumo da semana - Imagem 2 de 4O Skyspace de James Turrell e a abertura do Centro Presidencial Obama: o resumo da semana - Imagem 3 de 4O Skyspace de James Turrell e a abertura do Centro Presidencial Obama: o resumo da semana - Imagem 4 de 4O Skyspace de James Turrell e a abertura do Centro Presidencial Obama: o resumo da semana - Mais Imagens+ 37

Ferruccio Laviani projeta palco inspirado no teatro grego para a MARA no Salone del Mobile 2026

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

No Salone del Mobile 2026, a MARA apresentou sua coleção mais recente em um estande projetado pelo arquiteto e designer italiano Ferruccio Laviani. Concebida como uma microabstração de uma arena, a instalação colocou os/as visitantes no centro de uma composição espacial ascendente, onde os lançamentos da marca foram expostos em patamares escalonados.

A cenografia inspirou-se na ideia do teatro grego como um lugar de encontro, intercâmbio e observação coletiva. O estande propunha uma espécie de paisagem arquitetônica na qual o público podia sentar-se, circular pelo espaço, observar as peças sob diferentes ângulos e interagir com a marca de maneira mais direta e experiencial.

Paris como Laboratório Vivo: Proximidade, Inclusão e a Escola como Infraestrutura Climática e Social

Acesso exclusivo | 

O ReGreeneration é um projeto premiado pelo programa Horizon Europe que atua em nove cidades para promover a regeneração urbana por meio de soluções baseadas na natureza, governança participativa e abordagens integradas para a resiliência climática e a equidade social. As nove cidades do portfólio do projeto abrangem uma variedade de tipologias urbanas, escalas e tradições de planejamento, constituindo um laboratório vivo para repensar a transformação urbana sustentável na prática. Cada cidade traz desafios e ambições distintas para a colaboração, e esta série de artigos explora as ações de cada município e o que a comunidade de design em geral pode aprender com elas.

Paris como Laboratório Vivo: Proximidade, Inclusão e a Escola como Infraestrutura Climática e Social - Image 1 of 4Paris como Laboratório Vivo: Proximidade, Inclusão e a Escola como Infraestrutura Climática e Social - Image 2 of 4Paris como Laboratório Vivo: Proximidade, Inclusão e a Escola como Infraestrutura Climática e Social - Image 3 of 4Paris como Laboratório Vivo: Proximidade, Inclusão e a Escola como Infraestrutura Climática e Social - Image 4 of 4Paris como Laboratório Vivo: Proximidade, Inclusão e a Escola como Infraestrutura Climática e Social - Mais Imagens+ 23

Park reimagina os interiores da Milano Centrale, monumento ferroviário da era fascista de Mussolini

A Milano Centrale é a principal estação ferroviária do norte da Itália e a segunda maior do país, atrás apenas da Roma Termini. O edifício foi inaugurado oficialmente em 1º de julho de 1931, substituindo a primeira estação central da cidade, que havia sido aberta em 1864. A construção tinha o objetivo de demonstrar o poder do regime fascista do então primeiro-ministro Mussolini, destacando-se por sua escala monumental, arcos grandiosos e uma fachada imponente. Após um concurso fechado promovido pela Grandi Stazioni Retail, o Park, um coletivo interdisciplinar italiano, foi selecionado para redesenhar o térreo e os mezaninos da estação, transformando este marco histórico urbano em uma plataforma contemporânea.

Park reimagina os interiores da Milano Centrale, monumento ferroviário da era fascista de Mussolini - Image 1 of 4Park reimagina os interiores da Milano Centrale, monumento ferroviário da era fascista de Mussolini - Image 2 of 4Park reimagina os interiores da Milano Centrale, monumento ferroviário da era fascista de Mussolini - Image 3 of 4Park reimagina os interiores da Milano Centrale, monumento ferroviário da era fascista de Mussolini - Image 4 of 4Park reimagina os interiores da Milano Centrale, monumento ferroviário da era fascista de Mussolini - Mais Imagens+ 2

Qual é o ciclo de vida dos jogos urbanos?

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

Ao compreender o brincar como um transformador social e fator de influência na definição do espaço público, a vida urbana se vê atravessada por múltiplos sujeitos de diferentes idades, culturas, ideologias, afinidades, classes e grupos sociais. Pensar em como o brincar habita as cidades é pensar em todas as gerações, e na necessidade de construir espaços públicos com equipamentos urbanos pensados para durar e se manter ao longo do tempo.

O desempenho das estruturas lúdicas convida a revisar as diferentes etapas de seu ciclo de vida, juntamente com o seu impacto na configuração do ambiente urbano. Analisar o ciclo de vida dos brinquedos urbanos implica conhecer desde os materiais, durabilidade e manutenção até o papel das certificações e das tecnologias aplicadas em seu processo de produção, visando ambientes mais conscientes de seu impacto ambiental.

Qual é o ciclo de vida dos jogos urbanos? - Imagen 1 de 4Qual é o ciclo de vida dos jogos urbanos? - Imagen 2 de 4Qual é o ciclo de vida dos jogos urbanos? - Imagen 3 de 4Qual é o ciclo de vida dos jogos urbanos? - Imagen 4 de 4Qual é o ciclo de vida dos jogos urbanos? - Mais Imagens+ 15

A função segue a forma: projetando edifícios adaptáveis que sobrevivem ao seu uso original

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

Com 48 leitos psicogeriatras e 68 apartamentos acessíveis para cadeirantes, acomodações para cuidadores/as informais e espaço para cuidados domiciliares, o edifício De Keyzer foi inaugurado em Amsterdã em 2011. Seu programa havia sido concebido inteiramente para pessoas idosas que necessitam de assistência, mas, logo após a conclusão da obra, o edifício foi vendido a um fundo de investimento e os apartamentos começaram a ser alugados para famílias jovens com crianças.

Para os/as arquitetos/as do projeto, Tom Frantzen e Karel van Eijken, o episódio poderia ter sido interpretado como uma falha de previsão. Em vez disso, tornou-se uma confirmação. "Isso mostrou, com muita clareza, que os edifícios podem acabar sendo usados de maneiras completamente diferentes das originalmente planejadas", lembra Frantzen. A transformação só foi possível porque os apartamentos eram generosos e porque a estrutura permitia usos mais diversos do que os previstos no programa original. Caso o edifício tivesse sido projetado exclusivamente para sua função inicial, a mudança de uso provavelmente exigiria uma reforma destrutiva ou, em caso extremo, a demolição.

A função segue a forma: projetando edifícios adaptáveis que sobrevivem ao seu uso original - Image 1 of 4A função segue a forma: projetando edifícios adaptáveis que sobrevivem ao seu uso original - Image 2 of 4A função segue a forma: projetando edifícios adaptáveis que sobrevivem ao seu uso original - Image 3 of 4A função segue a forma: projetando edifícios adaptáveis que sobrevivem ao seu uso original - Image 4 of 4A função segue a forma: projetando edifícios adaptáveis que sobrevivem ao seu uso original - Mais Imagens+ 10

Quando o BIM se torna necessário no design de interiores?

Áudio disponível

Profissionais de design de interiores que enfrentam parâmetros de projeto, restrições orçamentárias, exigências de clientes e a necessidade de manter uma assinatura estética precisam equilibrar uma série de fatores. Prazos de entrega reduzidos pressionam esses/as profissionais quando os/as clientes solicitam múltiplas revisões. Uma incompatibilidade entre desenhos e renderizações compromete a entrega de um projeto coeso. No cenário competitivo e digital da arquitetura contemporânea, o sucesso se consolida quando designers conseguem fornecer detalhes técnicos do conceito à construção, aproveitando tecnologias avançadas e ferramentas estratégicas em um único software de modelagem.

Graham Foundation anuncia 54 bolsas para indivíduos que exploram a arquitetura por meio da pesquisa e da prática criativa

A Graham Foundation anunciou os/as beneficiários/as do seu programa de Bolsas para Indivíduos de 2026, destinando um total de US$ 506.000 a 54 projetos que investigam a arquitetura por meio de exposições, filmes, publicações e iniciativas de pesquisa. Selecionados entre mais de 600 propostas enviadas no ciclo de inscrições de setembro de 2025 da Fundação, os subsídios apoiam o trabalho de 86 arquitetos/as, artistas, curadores/as, designers, cineastas, historiadores/as, pesquisadores/as e escritores/as, refletindo uma ampla gama de abordagens interdisciplinares sobre o ambiente construído e suas dimensões culturais, sociais e políticas.

Graham Foundation anuncia 54 bolsas para indivíduos que exploram a arquitetura por meio da pesquisa e da prática criativa - Imagen 1 de 4Graham Foundation anuncia 54 bolsas para indivíduos que exploram a arquitetura por meio da pesquisa e da prática criativa - Imagen 2 de 4Graham Foundation anuncia 54 bolsas para indivíduos que exploram a arquitetura por meio da pesquisa e da prática criativa - Imagen 3 de 4Graham Foundation anuncia 54 bolsas para indivíduos que exploram a arquitetura por meio da pesquisa e da prática criativa - Imagen 4 de 4Graham Foundation anuncia 54 bolsas para indivíduos que exploram a arquitetura por meio da pesquisa e da prática criativa - Mais Imagens+ 11

Construção, tributação e financiamento: as medidas recentes de Nova York para enfrentar a crise habitacional

O governo municipal de Nova York é um dos maiores do gênero, contando com centenas de agências municipais e cargos eletivos. A prefeitura, as agências municipais, a câmara municipal, a controladoria, o/a defensor/a público/a, os/as presidentes de distrito e os conselhos comunitários organizam-se para prestar serviços e melhorar a qualidade de vida na maior cidade dos Estados Unidos e um de seus principais destinos turísticos. Assim como em outras metrópoles globais, incorporadores/as urbanos/as e autoridades em Nova York enfrentam desafios comuns: os efeitos atmosféricos e as consequências permanentes da crise climática, a saturação dos sistemas de transporte, a escassez de unidades habitacionais e as barreiras no acesso à moradia adequada. Em junho, os anúncios da prefeitura de Nova York abordaram trânsito e mobilidade, eventos esportivos, imigração e calor extremo. Nos últimos meses, uma série de políticas foi anunciada para enfrentar um problema ainda maior: garantir o acesso à moradia para um número crescente de pessoas por meio da ação governamental.

Construção, tributação e financiamento: as medidas recentes de Nova York para enfrentar a crise habitacional - Imagem 1 de 4Construção, tributação e financiamento: as medidas recentes de Nova York para enfrentar a crise habitacional - Imagem 2 de 4Construção, tributação e financiamento: as medidas recentes de Nova York para enfrentar a crise habitacional - Imagem 3 de 4Construção, tributação e financiamento: as medidas recentes de Nova York para enfrentar a crise habitacional - Imagem 4 de 4Construção, tributação e financiamento: as medidas recentes de Nova York para enfrentar a crise habitacional - Mais Imagens+ 3

A história do Congresso Mundial de Arquitetos da UIA e as cidades que o moldaram

Acesso exclusivo | 

A cada três anos, o Congresso Mundial da União Internacional de Arquitetos (UIA) desembarca em uma cidade diferente, sob um tema definido com anos de antecedência. Um rápido mapeamento dessas cidades-sede revela um padrão deliberado: ao longo das décadas, a UIA escolheu intencionalmente locais diversos em todos os continentes, transformando cada edição em um retrato do que era prioritário naquele lugar específico, naquele exato momento. Como resultado dessa rotação geográfica, consolidou-se um rico caleidoscópio de debates que analisam a profissão sob múltiplos ângulos e a adaptam às transformações do tempo. No entanto, o ano de 2026 marca um ponto de inflexão; desta vez, a UIA repete uma cidade-sede pela primeira vez em sua história: Barcelona, com o tema "Tornar-se. Arquiteturas para um planeta em transição".

A história do Congresso Mundial de Arquitetos da UIA e as cidades que o moldaram - 1 的图像 4A história do Congresso Mundial de Arquitetos da UIA e as cidades que o moldaram - 2 的图像 4A história do Congresso Mundial de Arquitetos da UIA e as cidades que o moldaram - 3 的图像 4A história do Congresso Mundial de Arquitetos da UIA e as cidades que o moldaram - 4 的图像 4A história do Congresso Mundial de Arquitetos da UIA e as cidades que o moldaram - Mais Imagens

De resíduos de pedra ao bambu: arquitetos/as indianos/as exploram o futuro do design regenerativo

Acesso exclusivo | 

O episódio de estreia da série do podcast Room For Dreams, produzida em colaboração com a INDX|GLOBAL, apresenta um painel de discussão envolvente focado em materializar o futuro sob a perspectiva da arquitetura indiana e do design. Gravada ao vivo na Milan Design Week 2026 e moderada por Claire Broadka, do designboom, a conversa reúne três nomes visionários da arquitetura: Rachna Agarwal, responsável pelo Studio IAAD e Zoera; Vaibhav Dimri, sócio-fundador da Anagram Architects; e Dinesh Panwar, da Urbanscape Architects.

Cuidado Animal: 8 Hospitais Veterinários ao Redor do Mundo

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

Em 2025, o mercado global de saúde animal movimentou cerca de 70 bilhões de dólares, e a projeção é de que esse número dobre até 2033. Por trás da cifra, no entanto, há também uma transformação silenciosa no espaço construído, sendo o hospital veterinário um exemplo disso. Esse programa que por décadas ocupou fundos de clínicas improvisadas e anexos de petshops, tem ganhado cada vez mais uma linguagem e identidade próprias. É a consolidação arquitetônica de um vínculo que já dura mais de 15 mil anos.

Cuidado Animal: 8 Hospitais Veterinários ao Redor do Mundo - 1 的图像 4Cuidado Animal: 8 Hospitais Veterinários ao Redor do Mundo - 2 的图像 4Cuidado Animal: 8 Hospitais Veterinários ao Redor do Mundo - 3 的图像 4Cuidado Animal: 8 Hospitais Veterinários ao Redor do Mundo - 4 的图像 4Cuidado Animal: 8 Hospitais Veterinários ao Redor do Mundo - Mais Imagens+ 18

Rumo ao Leste: O que o Festival Bread & Heart de Tirana revela sobre arquitetura e paisagem

Acesso exclusivo | 

Algo tem acontecido em Tirana para o qual o mundo da arquitetura ainda não encontrou uma linguagem adequada. Em questão de poucos anos, uma cidade com menos de um milhão de habitantes, em um dos países menos conhecidos da Europa, tornou-se o cenário de uma extraordinária concentração de ambição arquitetônica — um lugar onde escritórios que raramente trabalham na mesma cidade, quanto mais na mesma década, estão construindo simultaneamente, e onde as questões que preocupam a arquitetura contemporânea parecem surgir com uma urgência incomum.

A segunda edição do Bread & Heart Festival, realizada em Tirana de 3 a 5 de junho, reuniu mais de duzentos/as arquitetos/as, urbanistas, incorporadores/as e profissionais de toda a Europa, Américas, Ásia e outras regiões para discutir as "Paisagens de Abundância" (Landscapes of Abundance), um tema estruturado em torno da premissa curatorial de passar do retrato à paisagem, do edifício individual ao território como um todo. O público reunido ali seria difícil de replicar em qualquer outro momento do calendário da arquitetura: Francis Kéré, Jeanne Gang, Sumayya Vally, Pierre de Meuron, Bjarke Ingels, Reinier de Graaf, Stefano Boeri, Kersten Geers, Benedetta Tagliabue, Ma Yansong, entre outros/as.

Rumo ao Leste: O que o Festival Bread & Heart de Tirana revela sobre arquitetura e paisagem - 1 的图像 4Rumo ao Leste: O que o Festival Bread & Heart de Tirana revela sobre arquitetura e paisagem - 2 的图像 4Rumo ao Leste: O que o Festival Bread & Heart de Tirana revela sobre arquitetura e paisagem - 3 的图像 4Rumo ao Leste: O que o Festival Bread & Heart de Tirana revela sobre arquitetura e paisagem - 4 的图像 4Rumo ao Leste: O que o Festival Bread & Heart de Tirana revela sobre arquitetura e paisagem - Mais Imagens+ 43

Como a ICFF 2026 une design, cultura e comércio em Nova York

Sob o tema Common Ground, a ICFF 2026 reuniu a comunidade internacional de design por meio de um foco compartilhado na excelência artesanal e na inovação. De 17 a 19 de maio de 2026, a ICFF (International Contemporary Furniture Fair) retornou ao Javits Center para uma edição histórica que celebrou a comunidade global de design durante o NYCxDESIGN.

Pavilhão Suíço investiga a água como recurso, sujeito e entidade jurídica na Bienal de Arquitetura de Veneza 2027

Com atuação em arquitetura e urbanismo, Paola Viganò recebeu a indicação da Pro Helvetia para assinar a curadoria do Pavilhão da Suíça na 20ª Exposição Internacional de Arquitetura – La Biennale di Venezia. Selecionada após recomendação unânime do júri, a proposta de Viganò explora a água como uma condição territorial, ecológica e política, adotando o papel da Suíça como a "caixa-d'água da Europa" como ponto de partida conceitual. Desenvolvido em conjunto com o StudioPaolaViganò e uma equipe interdisciplinar, o projeto examina a água não apenas como recurso, mas também como sujeito, entidade jurídica e força que molda paisagens, infraestruturas e o espaço construído.

Pavilhão Suíço investiga a água como recurso, sujeito e entidade jurídica na Bienal de Arquitetura de Veneza 2027 - 1 的图像 4Pavilhão Suíço investiga a água como recurso, sujeito e entidade jurídica na Bienal de Arquitetura de Veneza 2027 - 2 的图像 4Pavilhão Suíço investiga a água como recurso, sujeito e entidade jurídica na Bienal de Arquitetura de Veneza 2027 - 3 的图像 4Pavilhão Suíço investiga a água como recurso, sujeito e entidade jurídica na Bienal de Arquitetura de Veneza 2027 - 4 的图像 4Pavilhão Suíço investiga a água como recurso, sujeito e entidade jurídica na Bienal de Arquitetura de Veneza 2027 - Mais Imagens+ 1

Museu de Londres se muda para o restaurado General Market de Smithfield antes de sua tão aguardada inauguração

O edifício original do Museum of London em London Wall fechou permanentemente ao público em dezembro de 2022 para dar início aos preparativos de sua mudança. Apesar dos apelos da comunidade para preservar o edifício modernista, os planos de demolição do marco brutalista foram aprovados em 2024 para dar lugar ao projeto de requalificação urbana London Wall West. Posteriormente, o Museum of London passou por um reposicionamento de marca, sendo rebatizado oficialmente como London Museum, e foi transferido para o histórico General Market, em Smithfield. O projeto de restauração do novo local, que durou uma década, foi liderado por Stanton Williams e Asif Khan, em colaboração com o/a arquiteto/a especialista em conservação Julian Harrap. A abertura oficial das novas galerias permanentes do museu está agendada para 28 de novembro de 2026.

Museu de Londres se muda para o restaurado General Market de Smithfield antes de sua tão aguardada inauguração - Imagen 1 de 4Museu de Londres se muda para o restaurado General Market de Smithfield antes de sua tão aguardada inauguração - Imagen 2 de 4Museu de Londres se muda para o restaurado General Market de Smithfield antes de sua tão aguardada inauguração - Imagen 3 de 4Museu de Londres se muda para o restaurado General Market de Smithfield antes de sua tão aguardada inauguração - Imagen 4 de 4Museu de Londres se muda para o restaurado General Market de Smithfield antes de sua tão aguardada inauguração - Mais Imagens+ 8

Quando a Função Encontra o Design: Higiene, Eficiência e Manutenção em Espaços de Banheiro

Acesso exclusivo | 

Da iluminação e dos materiais às cores, texturas e formas, cada decisão de projeto molda a maneira como as pessoas percebem, vivenciam e interagem com a arquitetura. Nos interiores contemporâneos, essas escolhas já não são compreendidas como meramente estéticas ou funcionais, influenciando o conforto, o comportamento, o humor e até mesmo a forma como quem utiliza o espaço avalia sua qualidade. O design de banheiros, em particular, cria hoje ambientes cuidadosamente concebidos e com uma identidade marcante, nos quais cada elemento contribui para a experiência espacial como um todo.

Como o design de banheiros influencia os sentimentos de quem o utiliza? Que intervenções ou inovações técnicas podem transformar a experiência de uso final?

Quando a Função Encontra o Design: Higiene, Eficiência e Manutenção em Espaços de Banheiro - Image 1 of 4Quando a Função Encontra o Design: Higiene, Eficiência e Manutenção em Espaços de Banheiro - Image 2 of 4Quando a Função Encontra o Design: Higiene, Eficiência e Manutenção em Espaços de Banheiro - Image 3 of 4Quando a Função Encontra o Design: Higiene, Eficiência e Manutenção em Espaços de Banheiro - Image 4 of 4Quando a Função Encontra o Design: Higiene, Eficiência e Manutenção em Espaços de Banheiro - Mais Imagens+ 10

Projetando para Cidades Errantes: Arquitetura para Além do Humano

Acesso exclusivo | 

A arquitetura continua a desenhar as cidades como se os seres humanos as ocupassem sozinhos. Plantas traçam rotas de circulação, mapas de zoneamento atribuem funções e edifícios são avaliados de acordo com o conforto, a segurança e a eficiência humana. Caminhar por cidades na Índia e no Sudoeste Asiático, no entanto, revela algo muito mais complexo. Cães dormem sob barracas de mercado, macacos transitam por telhados, pássaros fazem ninhos em torres de templos e fachadas de mesquitas, e insetos polinizam paisagens urbanas, ocultos à vista de todos. Essas espécies estão integradas à vida urbana cotidiana com a mesma regularidade que os/as ocupantes humanos. Ruas, pátios, telhados, sistemas de drenagem, mercados e lotes baldios já são ocupados por múltiplas espécies simultaneamente. O pensamento arquitetônico, contudo, tem sido mais lento em incorporar essa realidade.

Projetando para Cidades Errantes: Arquitetura para Além do Humano - 1 的图像 4Projetando para Cidades Errantes: Arquitetura para Além do Humano - 2 的图像 4Projetando para Cidades Errantes: Arquitetura para Além do Humano - 3 的图像 4Projetando para Cidades Errantes: Arquitetura para Além do Humano - 4 的图像 4Projetando para Cidades Errantes: Arquitetura para Além do Humano - Mais Imagens+ 10

Fazer cidade por meio da participação: lições do Utopian Hours 2026

Acesso exclusivo | 

Quem tem direito à cidade? Os escritos de Henri Lefebvre questionam as estruturas que controlam o espaço urbano e, em vez disso, colocam a população no centro das tomadas de decisão. Suas ideias influenciaram a maneira como a arquitetura e o desenho urbano são praticados, impulsionando a participação comunitária e o co-design. Estes têm sido alguns dos temas mais proeminentes no Utopian Hours 2026, o festival de desenvolvimento urbano, cuja primeira parte foi realizada na cidade holandesa de Roterdã para marcar sua edição de décimo aniversário.

Fazer cidade por meio da participação: lições do Utopian Hours 2026 - 1 的图像 4Fazer cidade por meio da participação: lições do Utopian Hours 2026 - 2 的图像 4Fazer cidade por meio da participação: lições do Utopian Hours 2026 - 3 的图像 4Fazer cidade por meio da participação: lições do Utopian Hours 2026 - 4 的图像 4Fazer cidade por meio da participação: lições do Utopian Hours 2026 - Mais Imagens+ 8

Schmidt Hammer Lassen conclui expansão do ARoS com "As Seen Below – The Dome", de James Turrell

Áudio disponível

O Museu de Arte ARoS Aarhus, na Dinamarca, inaugurou As Seen Below – The Dome, um novo Skyspace do/a artista estadunidense James Turrell que completa o The Next Level, a expansão subterrânea de aproximadamente 4.000 metros quadrados do museu, projetada pelo escritório de arquitetura Schmidt Hammer Lassen. Aberto ao público em 19 de junho de 2026, o projeto marca o ápice de mais de duas décadas de colaboração entre a cidade de Aarhus, o ARoS e o escritório dinamarquês de arquitetura, após a conclusão do edifício do museu em 2004 e a adição de Your Rainbow Panorama, de Olafur Eliasson, em 2011. Localizada sob o renovado Musikhusparken, no centro de Aarhus, a instalação é a peça central da mais recente expansão do museu e acrescenta uma nova obra em grande escala de Turrell ao seu acervo.

Schmidt Hammer Lassen conclui expansão do ARoS com "As Seen Below – The Dome", de James Turrell - Image 1 of 4Schmidt Hammer Lassen conclui expansão do ARoS com "As Seen Below – The Dome", de James Turrell - Image 2 of 4Schmidt Hammer Lassen conclui expansão do ARoS com "As Seen Below – The Dome", de James Turrell - Image 3 of 4Schmidt Hammer Lassen conclui expansão do ARoS com "As Seen Below – The Dome", de James Turrell - Image 4 of 4Schmidt Hammer Lassen conclui expansão do ARoS com As Seen Below – The Dome, de James Turrell - Mais Imagens+ 15

Bienal de Arquitetura de Tallinn 2026 revela programação completa, locais e participantes de 'How Much?'

Áudio disponível

Após sua 7ª edição em 2024, evento centrado no tema "Resources For a Future" (Recursos para um Futuro), a Bienal de Arquitetura de Tallinn retorna em 2026 com o questionamento "How Much?" (Quanto?). Organizado pelo Centro de Arquitetura da Estônia, o evento será realizado sob a curadoria de Stuudio TÄNA, Mark Aleksander Fischer e Mira Samonig. De 9 de setembro a 30 de novembro de 2026, a bienal explorará as relações entre limitação, custo e arquitetura — aspectos frequentemente deixados à margem do debate arquitetônico, mas que inevitavelmente moldam o ambiente construído —, com o objetivo de abrir novos caminhos para compreender o significado de valor, acessibilidade econômica e responsabilidade na arquitetura. A organização divulgou recentemente a programação completa de exposições, workshops, concertos, eventos para famílias e mostras de cinema da TAB 2026, voltada tanto para profissionais de arquitetura quanto para o público geral.

Bienal de Arquitetura de Tallinn 2026 revela programação completa, locais e participantes de 'How Much?' - Image 1 of 4Bienal de Arquitetura de Tallinn 2026 revela programação completa, locais e participantes de 'How Much?' - Image 2 of 4Bienal de Arquitetura de Tallinn 2026 revela programação completa, locais e participantes de 'How Much?' - Image 3 of 4Bienal de Arquitetura de Tallinn 2026 revela programação completa, locais e participantes de 'How Much?' - Image 4 of 4Bienal de Arquitetura de Tallinn 2026 revela programação completa, locais e participantes de 'How Much?' - Mais Imagens+ 8

¡Você seguiu sua primeira conta!

Você sabia?

Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.