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Arte, Ativismo e a Cidade: Iluminando a Mudança Social

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A fusão criativa entre arte e ativismo nos espaços urbanos impulsionou o coletivo britânico Led by Donkeys ao centro das atenções, acumulando milhões de visualizações com suas intervenções nas redes sociais. Suas ocupações visuais críticas — sejam mensagens em outdoors durante o dia ou projeções em grande escala à noite — levantam uma questão instigante: qual meio possui maior poder de persuasão? O livro "Led by Donkeys: Adventures in Art, Activism and Accountability" oferece um mergulho profundo em sua abordagem conceitual, mapeando sua rápida evolução ao longo de seis anos. O que começou como uma reação londrina ao Brexit expandiu-se para uma crítica global à hipocrisia política, abordando questões na Europa, no Oriente Médio e nas Américas. Para Peter Weibel, ex-diretor do ZKM Center for Art and Media em Karlsruhe, Alemanha, a fusão inovadora entre ativismo e arte — ou "Artivismo" — representa a primeira nova forma de arte do século XXI. Anos de experiência no ativismo ambiental proporcionaram ao grupo percepções cruciais sobre as engrenagens da comunicação política, a organização de intervenções públicas e os desafios para alcançar mudanças sociais significativas.

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Modernismo de Meados do Século e Ruralismo da Costa Leste: Um Estudo de Design Adaptativo

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O modernismo mid-century, celebrado por sua simplicidade, funcionalidade e conexão direta com a natureza, costuma ser associado a ambientes urbanos e suburbanos. Contudo, seus princípios encontraram terreno fértil nas paisagens rurais da Costa Leste dos Estados Unidos. O movimento arquitetônico do pós-guerra, caracterizado por materiais inovadores, linhas limpas e harmonia com o entorno natural, revela sua adaptabilidade nas mãos de arquitetos/as e artesãos/ãs que atuavam nas regiões rurais da Costa Leste. Embora associado a áreas metropolitanas, sua adoção em contextos rurais revela uma narrativa fascinante de adaptação cultural e ambiental.

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Da Albânia ao Irã: 7 projetos de infraestrutura não construídos que reimaginam a mobilidade, a ecologia e a conexão

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A infraestrutura há muito tempo define a espinha dorsal das cidades, conectando pessoas, paisagens e economias por meio de sistemas que frequentemente passam despercebidos até que falhem. Hoje, à medida que os desafios globais exigem respostas mais adaptáveis e focadas nas pessoas, profissionais da arquitetura estão repensando o que a infraestrutura pode ser: não apenas uma estrutura de mobilidade e utilidade, mas uma catalisadora de restauração ecológica, continuidade cultural e imaginação cívica. Os seguintes projetos não construídos, enviados pela comunidade do ArchDaily, exploram esse papel ampliado da infraestrutura, no qual aeroportos, pontes, parques industriais e redes de pedestres se tornam expressões arquitetônicas de conexão e cuidado.

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Do concreto ao cultivo: como a IA e a robótica estão reescrevendo a lógica material da arquitetura

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A arquitetura vive um momento crucial. À medida que as cidades continuam a crescer sob o peso de pressões climáticas e sociais, os materiais e sistemas que as moldam estão sendo redefinidos. A inteligência artificial e a robótica, outrora utilizadas para acelerar os processos de construção, estão agora sendo repensadas como ferramentas de cultivo. Estruturas impressas que crescem, respiram e se decompõem. O cultivo, neste contexto, refere-se ao projeto com materiais biológicos, em que o crescimento e a decomposição são parâmetros ativos, fundindo precisão digital e inteligência ecológica. Essa evolução demonstra a transição da eficiência para a empatia, em que a arquitetura se torna um agente de reparação ativa. A introdução do micélio e de outros materiais naturais na impressão 3D apresenta um novo paradigma na arquitetura: a lógica do vivo. Um espaço onde a computação e a fabricação encontram a adaptabilidade biológica.

A IA e a robótica, antes associadas à eficiência industrial, abrem agora novos caminhos para o projeto. Primeiros exemplos, como os protótipos de habitação impressos em 3D da ICON, focavam na velocidade e na automação, mas ofereciam pouca resposta ao seu entorno. Projetos mais recentes, como o MycoMuseum na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2025, reinterpretam essas ferramentas sob uma ótica biológica. Em vez de moldar o concreto, eles cultivam materiais vivos, marcando uma transição da pura otimização para a regeneração.

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Explorando inovações em arranha-céus: 8 torres conceituais da comunidade ArchDaily que redefinem a densidade urbana

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À medida que as cidades crescem e o solo disponível se torna mais escasso, a arquitetura de edifícios altos desempenha um papel fundamental no enfrentamento da densidade urbana, ao mesmo tempo que molda novas formas de viver e trabalhar. As edificações em altura estão evoluindo para além de suas funções tradicionais, integrando estratégias ambientais, promovendo o engajamento público e contribuindo para a malha urbana. Arquitetos e arquitetas exploram novos materiais, tecnologias de eficiência energética e configurações espaciais que tornam as torres mais adaptáveis ao seu entorno. Alguns projetos incorporam espaços verdes e áreas comuns para fortalecer a conexão entre o ambiente construído e seus usuários, ao passo que outros introduzem técnicas construtivas inovadoras para ampliar a sustentabilidade e a eficiência.

Entre os projetos desta seleção, enviados pela comunidade do ArchDaily, o *The Residences at 1428 Brickell*, projetado pelo escritório Arquitectonica em Miami, nos Estados Unidos, apresenta uma fachada com captação de energia solar que atende a parte das demandas energéticas do edifício. Em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, o *AVA* da SOMA propõe uma transição da escala urbana para um ambiente mais reservado e caracterizado pela presença da água, com foco na moradia de alto padrão. Em Bangkok, na Tailândia, o HAS Design and Research propõe a *Bangkok Civic Center Tower* como uma nova tipologia de espaço público, combinando paisagens verdes com superfícies espelhadas para conectar a cidade à natureza. Esses projetos refletem diferentes abordagens para a arquitetura vertical e destacam como projetistas estão respondendo aos desafios e às oportunidades de ambientes urbanos densos.

Os benefícios da tecnologia de cerâmica extrudada na arquitetura moderna

Na arquitetura moderna, os materiais devem atender a uma série de exigências funcionais, estéticas, técnicas e ambientais. A Gres Aragón oferece soluções em revestimentos cerâmicos que respondem a todos os aspectos de um projeto — de fachadas e interiores a áreas externas, piscinas, escadas e espaços industriais — mantendo uma linguagem de design consistente.

Com mais de 80 anos de experiência e profundo conhecimento no processo de fabricação de cerâmica extrudada, a Gres Aragón consolidou-se como uma parceira de confiança para arquitetos/as e designers de interiores. Sua oferta de produtos baseia-se em quatro princípios fundamentais: continuidade visual, extrema durabilidade, desempenho de alta tecnologia e um forte compromisso com a sustentabilidade.

Insights de La Feria De Diseño Medellín: bem-estar, inovação e perspectivas globais de design

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Fazer perguntas é o primeiro passo para questionar o que tomamos como certo e abrir novas possibilidades para o planejamento e a construção. Essas indagações, valiosas por si só, ganham nova força quando compartilhadas e examinadas sob diferentes perspectivas. Ao se cruzarem com as vivências de profissionais e marcas, elas tecem pontos de vista que enriquecem o debate. Feiras e eventos de design pelo mundo tornaram-se espaços onde essas conversas ganham força, fomentando conexões e incentivando dinâmicas colaborativas. Nesse cenário, a Colômbia desponta como um polo, servindo como uma plataforma que promove a arquitetura e o design na América Latina e no Caribe, ao mesmo tempo em que projeta a voz da região no cenário global.

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Vedação de alto desempenho em condições extremas no FiftyNine, Strandkai Hamburgo

No Porto de Hamburgo, o "FiftyNine" ergue-se como uma torre residencial de 16 pavimentos que combina elegância e sofisticação técnica para resistir às exigentes condições climáticas da região portuária. No projeto, foram instaladas 60 janelas de correr piso-teto da air-lux, com dimensões impressionantes de até 5400 x 3085 mm. Graças ao inovador sistema de vedação assistido por ar, elas suportam fortes chuvas com vento, cargas de vento intensas e altos níveis de poluição sonora.

Sedimentos em Movimento: Rios como Catalisadores Arquitetônicos e Culturais

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Os rios geram uma tipologia arquitetônica singular, interligada por diretrizes projetuais de prática material, adaptação ambiental, simbolismo cultural e imaginação. Cada sistema fluvial produz um ecossistema único no qual água, solo, vegetação e assentamentos urbanos convergem para formar uma rede viva. Projetar nesse ambiente exige a capacidade de ler o movimento em vez de resistir a ele, de construir sobre terrenos incertos e de compreender a permanência como um equilíbrio dinâmico. Diferentemente do horizonte estático do mar, o rio nunca está parado. Ele ensina os/as arquitetos/as a pensar em termos de transições, e não de fronteiras, e a projetar como parte de uma paisagem em constante evolução.

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Um projeto que reúne mobilidade urbana, tecnologia cerâmica e arte pública

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© Joanne Ly

A nova Estação Arden, em Melbourne, vai além de seu papel funcional como polo de transporte. Inaugurada como um componente fundamental do projeto Metro Tunnel, a estação expande a infraestrutura ferroviária da cidade ao aliviar a pressão sobre outras linhas e melhorar a frequência dos serviços, ao mesmo tempo em que se estabelece como um elemento determinante na transformação urbana das zonas norte de Melbourne. Localizada em uma antiga área industrial em processo de revitalização, a estrutura ancora o desenvolvimento futuro de um novo distrito projetado para abrigar até 34.000 residentes e 15.000 postos de trabalho nas próximas décadas.

Dos poços de alcatrão de Los Angeles às florestas da Finlândia, descubra 8 projetos conceituais de museus da comunidade do ArchDaily

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Os museus e centros culturais ocupam uma posição única na sociedade como espaços de aprendizado, comunidade e conexão. Eles servem como plataformas para preservar a história e engajar o público com novas ideias e perspectivas. A arquitetura desempenha um papel fundamental na formação dessas experiências, proporcionando a estrutura física e emocional que aprimora a forma como as pessoas interagem com a arte, a cultura e entre si. De estruturas monumentais a projetos mais íntimos, esses edifícios culturais têm o potencial de refletir identidades locais, defender a sustentabilidade e inspirar visitantes, ao mesmo tempo que criam marcos culturais duradouros.

De Los Angeles a Turku e Vinh Long, esta seleção de projetos conceituais de museus e centros culturais enviados pela comunidade do ArchDaily destaca a diversidade e a criatividade de propostas não construídas. Todos os meses, a equipe editorial do ArchDaily seleciona um conjunto de projetos conceituais focados em um tema ou programa específico, enviados por arquitetos e arquitetas de todo o mundo. Nesta seleção, as propostas variam desde a expansão de um museu infantil nos Estados Unidos até um museu agrícola sustentável no Vietnã, demonstrando como a arquitetura pode responder a contextos locais distintos ao mesmo tempo que promove temas universais de educação, ludicidade e descoberta. Seja celebrando o patrimônio arqueológico no Chipre ou reimaginando espaços públicos na Finlândia, esses projetos exploram como os museus podem funcionar como polos culturais que engajam e transformam suas comunidades.

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O legado cotidiano do modernismo indiano: construindo para a classe média pós-independência

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O modernismo indiano é frequentemente narrado sob uma perspectiva restrita: um punhado de instituições icônicas, grandes arquitetos/as e experimentos formais radicais que passaram a simbolizar as aspirações pós-independência da nação. No entanto, essa versão da história ignora um acervo muito maior de arquitetura modernista que, silenciosamente, moldou a vida cotidiana em todo o país. Para além de campi célebres e edifícios canônicos, existe uma paisagem vasta e dispersa de blocos habitacionais, escritórios, alojamentos, hospitais, mercados e vilas operárias — estruturas que foram projetadas para funcionar e durar.

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Projetando uma estrutura que vive e morre: Picoplanctônica e o Pavilhão do Canadá em Veneza

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O Pavilhão do Canadá na 19ª Exposição Internacional de Arquitetura – La Biennale di Venezia apresentou Picoplanktonics. Uma pesquisa que surgiu como um repensar radical de como a arquitetura pode se tornar uma plataforma que une biologia, computação e fabricação para propor um futuro alternativo — no qual os edifícios não apenas minimizam danos, mas participam ativamente da reparação do planeta. Em seu cerne está um organismo simples: a cianobactéria marinha, capaz tanto de capturar carbono quanto de contribuir para o crescimento material da estrutura que habita. O projeto foi desenvolvido ao longo de cinco anos por uma equipe de pesquisa na ETH Zurich, liderada por Andrea Shin Ling e um grupo multidisciplinar de colaboradores e colaboradoras. Juntos, formaram o Living Room Collective, fundado há um ano para dar continuidade a esse trabalho e apresentá-lo na Bienal de Veneza. A equipe principal inclui Nicholas Hoban, Vincent Hui e Clayton Lee. Esta entrevista com a equipe por trás do projeto compartilha a filosofia, os desafios técnicos e os horizontes especulativos que impulsionaram seu trabalho — desde a impressão de treliças de areia viva até a manutenção da vida microbiana em uma exposição pública. O objetivo do grupo é inspirar as pessoas a reconsiderarem a arquitetura não como um objeto estático, mas como um processo vivo e em evolução; um processo que exige cuidado, paciência e uma mudança radical de mentalidade.

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Renderize isto: Como a IA está desenhando o futuro do setor de AEC

Apesar dos grandes avanços em outros setores, com ferramentas como o Cursor remodelando a forma como softwares são desenvolvidos, ou o AlphaFold revolucionando a previsão de estruturas de proteínas, o setor de AEC ainda espera por seu momento divisor de águas na IA. De fato, muitas ferramentas de visualização causaram grande impacto, especialmente na geração de imagens belas. No entanto, elas se mostram insuficientes quando se trata de compreender o processo de projeto real. Elas não assimilam as restrições, a lógica e as decisões que transformam essas imagens em uma arquitetura real e viável.

E é exatamente aí que reside o caso de uso mais valioso da IA no setor de AEC: não na aparência de um edifício, mas em como ele se articula.

Mute redefine as cabines de escritório com a maior coleção já apresentada

A Mute, pioneira em arquitetura corporativa adaptável, apresenta as Modular Pods—a maior e primeira coleção de cabines acústicas de escritório verdadeiramente adaptáveis do mercado. Ao oferecer uma variedade inigualável de tamanhos, opções ilimitadas de personalização e soluções pioneiras de acessibilidade, as Modular Pods da Mute estabelecem novos parâmetros para toda a categoria de produtos.

Espaços imersivos: quando a arquitetura se torna experiência

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Nas salas das Ninfeias no Musée de l'Orangerie em Paris, Claude Monet concebeu uma galeria em 360 graus onde o público visitante se vê envolto por paisagens contínuas, dissolvendo as fronteiras entre pintura e ambiente. Ali, ele buscou não apenas representar a natureza por meio de seu estilo marcante, mas construir uma atmosfera, um estado perceptivo que se habita literalmente. A arquitetura, tradicionalmente associada à materialidade e à permanência, ganha assim uma nova dimensão de tempo, movimento e experiência sensorial.

De maneira semelhante, quando a arquitetura contemporânea transforma seus planos em superfícies ativas, ela expande essa busca por imersão e presença, agora amplificada pela tecnologia. Na entrada da nova Mammut Tower da SOPREMA em Oberroßbach, Alemanha, a arquitetura e a narrativa digital convergem. Projetado e executado por ASB GlassFloor, o recém-concluído saguão é um ambiente imersivo que combina vidro, luz e som em uma experiência espacial e sensorial completa, demonstrando como as tecnologias interativas podem se tornar materiais arquitetônicos por direito próprio.

Expansão do Four Winds Field destaca o uso de tijolos finos em projeto de estádio moderno

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Desde sua inauguração em 1987, o Four Winds Field — casa do time da Minor League AA, o South Bend Cubs — passou por diversas transformações. Em cada uma delas, o tijolo permaneceu como um elemento arquitetônico central, evocando tradição, permanência e um caráter urbano marcante. Agora, com uma grande expansão em andamento, o estádio reafirma esse legado ao mesmo tempo em que adota técnicas construtivas inovadoras, com destaque para a integração do tijolo em plaqueta (thin brick) como uma solução contemporânea que honra o passado sem comprometer o desempenho técnico.

As janelas de Veneza: como a história inspirou a modernidade

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A antiga cidade de Veneza, na Itália, que sedia tanto as edições de arte quanto as de arquitetura da Bienal de Veneza, é conhecida por sua geografia singular como uma cidade insular de canais. Com sua proeminência naval e mercantil hoje reduzida, a cidade encontrou um novo propósito como centro de estudos, exposições e turismo. Ainda assim, sua morfologia urbana e, de fato, a maioria de seus edifícios são históricos e permanecem praticamente inalterados há centenas de anos. Sua aparência exibe um vernáculo veneziano específico que resistiu ao tempo e serve de pano de fundo para as atividades contemporâneas da cidade. Como as fachadas desses edifícios, em especial suas janelas, refletem essa história? E de que maneira as poucas construções modernas da cidade, como o Palazzo Nervi-Scattolin, respondem a esse peso histórico?

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"É preciso deixar algum espaço para que as pessoas do futuro interpretem": Em conversa com Zhu Pei

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Nos últimos oito anos, entrevistei o arquiteto e educador radicado em Pequim, Zhu Pei, várias vezes. Sua busca persistente por combinar princípios tradicionais de planejamento e construção com sensibilidades formais e espaciais inovadoras me intriga. Seus projetos mais recentes, incluindo o Zijing International Conference Camp (2022) e o Museu do Forno Imperial de Jingdezhen (2020), são amplamente publicados e representam suas obras mais maduras. No entanto, ele está convencido de que sua melhor obra ainda está por vir. "Isso vai ser incrível! Estou muito entusiasmado!", disse-me o arquiteto, referindo-se ao Museu de Ruínas e Observatório de Majiayao, atualmente em construção na província de Gansu, no noroeste da China. "Odeio soluções de pilar e viga. Quero espaços sem pilares para o edifício público", continuou ele. Nossa conversa ocorreu no início deste ano por videochamada, acompanhada por dezenas de ilustrações pertinentes.

"É preciso deixar algum espaço para que as pessoas do futuro interpretem": Em conversa com Zhu Pei - Image 1 of 4"É preciso deixar algum espaço para que as pessoas do futuro interpretem": Em conversa com Zhu Pei - Image 2 of 4"É preciso deixar algum espaço para que as pessoas do futuro interpretem": Em conversa com Zhu Pei - Image 3 of 4"É preciso deixar algum espaço para que as pessoas do futuro interpretem": Em conversa com Zhu Pei - Image 4 of 4É preciso deixar algum espaço para que as pessoas do futuro interpretem: Em conversa com Zhu Pei - Mais Imagens+ 10

Tirana Reimaginada: Projetos de arquitetura que transformam a capital da Albânia por meio do engajamento público

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Tirana, capital da Albânia, está passando por uma transformação notável, impulsionada por uma visão ambiciosa de futuro delineada no Plano Diretor Tirana 2030 (TR030). O plano, elaborado pelo renomado arquiteto italiano Stefano Boeri, visa a remodelar a cidade em um polo urbano sustentável, verde e inclusivo, com foco no adensamento e na melhoria da qualidade de vida de seus/suas habitantes. No centro dessa visão estão projetos como a criação de uma "floresta orbital" com dois milhões de árvores, a revitalização de rios com corredores verdes e o redesenho de espaços públicos como a Praça Skanderbeg, que se tornou a maior área de pedestres dos Bálcans. De acordo com o The Guardian, essas iniciativas buscam reverter o caos do crescimento urbano desordenado que se seguiu à queda do comunismo e acomodar uma população que quadruplicou desde 1992, ao mesmo tempo em que priorizam a qualidade de vida e a acessibilidade.

No centro da transformação de Tirana está um foco renovado na arquitetura como ferramenta de conexão, combinando identidade cultural e design contemporâneo para criar espaços que convidam à interação e ao engajamento público. Projetos recentes anunciados por arquitetos/as de renome e escritórios internacionais, como Coldefy, OODA, Oppenheim Architecture e CHYBIK + KRISTOF, mostram um fio condutor comum: a reimaginação da cidade rejuvenescida para o público. Essas propostas enfatizam a sustentabilidade social, referências culturais e espaços públicos acessíveis, redefinindo a forma como moradores/as e visitantes vivenciam a malha urbana de Tirana. De vilas verticais de uso misto e ruas voltadas para pedestres a campi ecologicamente conscientes e centros cívicos, esses novos empreendimentos destacam coletivamente a ambição da cidade de se posicionar como um modelo progressista de renovação urbana nos Bálcans.

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Conheça os projetos vencedores do Prêmio Obra do Ano 2025 do ArchDaily em Espanhol

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Uma semana atrás, anunciamos os 15 finalistas do Prêmio Obra do Ano do ArchDaily em Espanhol, que celebra a melhor arquitetura da América Latina e da Espanha, convidando nossos leitores e leitoras a atuar como júri e escolher seus projetos favoritos entre os publicados ao longo do ano. Hoje, finalmente, chegou o momento de conhecer os vencedores do Prêmio Obra do Ano 2025.

World Architecture Festival 2025: Anunciados os vencedores do primeiro dia

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Os primeiros vencedores do World Architecture Festival (WAF) 2025 foram anunciados, após o primeiro dia do maior evento internacional de arquitetura com julgamento ao vivo do mundo, realizado no Miami Beach Convention Center, na Flórida.

No total, ao longo dos três dias de festival, serão apresentadas mais de 460 defesas de projetos ao vivo pelos finalistas de 2025, diante de um júri internacional composto por mais de 160 profissionais. Hoje, os projetos selecionados de diversas partes do mundo competiram em 22 categorias de prêmios divididas entre Edifícios Concluídos, Projetos Futuros e Interiores. Entre os escritórios premiados estão o WOW Architects, o BIG-Bjarke Ingels Group, o Batlleiroig e o Perkins&Will.

Dos símbolos à arquitetura: em conversa com EXTUDIO, ENORME Studio e Smart and Green Design, autores do Pavilhão da Espanha na Expo Osaka 2025

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Desde sua inauguração em abril, a Expo de Osaka recebeu milhões de visitantes de todo o mundo, constituindo uma verdadeira vitrine de inovação, arquitetura e design. Entre seus destaques está o Grande Anel, obra do arquiteto japonês Sou Fujimoto, considerada la maior estrutura arquitetônica de madeira do mundo. Sob o lema da Expo 2025 —Designing Future Society for Our Lives—, mais de 150 países, por meio de seus pavilhões, abordaram temas fundamentais para a arquitetura contemporânea, como a circularidade na construção, a memória cultural e a inovação e tecnologia orientadas ao futuro do ambiente construído e sustentável.

Dos símbolos à arquitetura: em conversa com EXTUDIO, ENORME Studio e Smart and Green Design, autores do Pavilhão da Espanha na Expo Osaka 2025 - Imagen 1 de 4Dos símbolos à arquitetura: em conversa com EXTUDIO, ENORME Studio e Smart and Green Design, autores do Pavilhão da Espanha na Expo Osaka 2025 - Imagen 2 de 4Dos símbolos à arquitetura: em conversa com EXTUDIO, ENORME Studio e Smart and Green Design, autores do Pavilhão da Espanha na Expo Osaka 2025 - Imagen 3 de 4Dos símbolos à arquitetura: em conversa com EXTUDIO, ENORME Studio e Smart and Green Design, autores do Pavilhão da Espanha na Expo Osaka 2025 - Imagen 4 de 4Dos símbolos à arquitetura: em conversa com EXTUDIO, ENORME Studio e Smart and Green Design, autores do Pavilhão da Espanha na Expo Osaka 2025 - Mais Imagens+ 26

Explorando a nova Zona Técnica e as instalações de luz imersivas na LiGHT 25

Dedicada à especificação de iluminação de alto padrão, a feira britânica LiGHT 25 retornará ao Business Design Center em Islington, Londres, nos dias 19 e 20 de novembro de 2025. Após o sucesso da LiGHT 24, que atraiu mais de 5.500 visitantes, a edição deste ano apresentará uma programação ampliada com foco em inovação, educação e oportunidades de networking. Entre os principais destaques de 2025 estão a introdução da Technical Zone, o retorno do Associations Lounge e uma nova instalação artística de luz imersiva em grande escala.

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