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Brincando com a translucidez e a transparência: equilibrando a iluminação natural com painéis de alto desempenho

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A pergunta "como podemos controlar a luz natural nos espaços internos?" é fundamental na arquitetura. A incidência descontrolada da luz solar direta pode causar desconforto, como fadiga visual e ganhos térmicos indesejados. Por isso, controlar sua entrada de forma eficaz torna-se crucial. Entre as soluções de projeto estão a instalação de dispositivos de sombreamento, o planejamento da orientação espacial e o desenho de formas edificadas que favoreçam a luz natural indireta. Tratamentos nas janelas, como películas ou vidros de controle solar, também são opções viáveis.

No entanto, existem estratégias inovadoras para controlar a luz natural com mais eficiência por meio de painéis de fechamento avançados, como o Kalwall 175CW. Esta unidade de vidro insulado translúcido é compatível com a maioria dos sistemas de fachada-cortina do mercado. Ao manipular a translucidez do material, é possível influenciar diretamente o conforto visual e térmico dos ambientes. Ao mesmo tempo, essa solução valoriza a arquitetura dos espaços contemporâneos, agregando um valor estético e emocional significativo.

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Como melhorar a iluminação natural e a ventilação no banheiro com uma janela no box

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Por ser um dos menores espaços da casa, a área do box do chuveiro costuma ter dificuldade para receber luz suficiente. Enquanto os dormitórios têm prioridade na escolha das melhores localizações junto às paredes externas — o que lhes garante acesso a ar fresco, luz natural e melhores vistas através das janelas —, os banheiros costumam ser relegados ao espaço restante, dispondo de apenas uma estreita faixa de fachada, quando muito.

Devido a questões de privacidade e possíveis danos causados pela água, contudo, mesmo quando há a oportunidade de incluir uma janela no banheiro, ela raramente é posicionada dentro do próprio box. No entanto, considerando que muitas pessoas recorrem a um banho revigorante para despertar pela manhã, e que o vapor torna o box um ambiente de altíssima umidade, uma janela nessa área pode fazer toda a diferença, trazendo luz natural diretamente para o espaço e mantendo todo o ambiente bem ventilado.

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Reimaginando o muxarabi: funcionalidade e simbolismo na arquitetura contemporânea

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Durante séculos, os ambientes áridos solucionaram os problemas de iluminação, privacidade e calor por meio de um elemento marcante da arquitetura islâmica e árabe: o muxarabi. Feito com padrões geométricos tradicionalmente compostos por pequenas peças de madeira torneada, o muxarabi apresenta tramas em treliça que cobrem grandes superfícies. Tradicionalmente, era utilizado para captar o vento e proporcionar resfriamento passivo sob o calor seco do deserto no Oriente Médio. Frequentemente utilizado nas laterais de estruturas edificadas voltadas para a rua, o muxarabi abrigava jarros e bacias de água em seu interior para ativar o resfriamento evaporativo. O ar fresco da rua passava pela treliça de madeira, proporcionando circulação de ar para os/as ocupantes.

Semelhante ao jali indiano, essa linguagem vernacular também oferece um jogo dinâmico com a luz do dia, ao mesmo tempo em que mantém um certo nível de privacidade. Com origens que remontam ao Império Otomano, os painéis perfurados protegiam os/as ocupantes do sol, ao mesmo tempo que permitiam a entrada de luz natural em doses calculadas. Embora o muxarabi fosse uma marca registrada das linguagens arquitetônicas árabe e islâmica, foi apenas em 1987 que esse elemento arquetípico começou a surgir com uma aplicação contemporânea renovada.

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Arquitetura Etnográfica: Uma metodologia para tornar a arquitetura mais sensível

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O ofício da arquitetura é, definitivamente, uma prática de aproximação com o outro. Embora o produto esperado do/a arquiteto/a seja um elemento materializado, este deve responder de maneira sensível aos/às habitantes que utilizarão esse elemento, ou seja, às pessoas que ocuparão esse espaço. 

Por volta das décadas de 1980 e 1990, evidenciou-se um momento de ruptura na compreensão de certos fenômenos sociais estudados pelas Ciências Sociais; assim, a espacialidade tornou-se um tema fundamental para situar os fenômenos sociais em espaços materiais. Isso abriu caminho para o surgimento de uma nova perspectiva de pesquisa a partir da chamada “Virada Espacial nas Ciências Sociais”, que tem como objetivo localizar os fenômenos sociais — como o habitar — em espaços materiais e concretos, reconhecendo a influência do espaço material sobre a vida social das pessoas e vice-versa.

*Este artigo foi enviado por Andrea Henríquez por meio da nossa chamada para publicação de pesquisas em arquitetura.

História arquitetônica de Doha: em conversa com Péter Tamás Nagy, curador de "Colors of the City" no Design Doha 2024

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Como parte da Bienal Design Doha 2024, Glenn Adamson e Péter Tamás Nagy apresentam a exposição “Colors of the City: A Century of Architecture in Doha” (Cores da Cidade: Um Século de Arquitetura em Doha), que investiga a evolução arquitetônica da capital do Catar com base nas diversas influências globais que a caracterizam. Em cartaz até 30 de março de 2024, a mostra propõe uma viagem pela história da arquitetura de Doha, apresentando estilos variados como o Classicismo, o Art Déco e o Modernismo, além de contemplar as adaptações cataris dessas linguagens desenvolvidas por arquitetos e arquitetas da Europa, das Américas, do Oriente Médio e do Sul da Ásia.

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Como a IA pode nos ajudar a acabar com os anacronismos no ensino de design

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Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

O surgimento da IA generativa deu a todo/a educador/a de design motivos suficientes para reconsiderar tanto o que ensinar quanto como ensinar. A formação de um/a arquiteto/a é um processo longo, e projetá-la em um futuro incerto é uma tarefa desafiadora. Pesquisadores/as da OpenAI, DeepMind, Meta e empresas semelhantes parecem constantemente surpreendidos/as com o desenvolvimento rápido e, por vezes, com os recursos imprevistos de suas criações de IA. Se nem mesmo os criadores e criadoras sabem com que rapidez o futuro chegará, seria pretensioso de nossa parte afirmar que a IA fará X ou que a IA não será capaz de fazer Y na próxima década — período que corresponde, aproximadamente, ao tempo necessário para realmente formar um/a arquiteto/a.

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Semana de Design de Milão 2024: Descubra nossos guias completos da feira e da cidade

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Aproveite ao máximo Milão com os nossos guias selecionados da feira e da cidade – elaborados por nossa equipe de arquitetura e design para garantir que você saiba exatamente o que ver e aonde ir. Como Designboom, Architonic e ArchDaily, nosso principal propósito é inspirar, conectar e capacitar. Embora não possamos guiar você fisicamente pelas ruas da cidade ou pelos mapas redesenhados do Salone del Mobile de 2024, podemos garantir que você tenha as melhores ferramentas para localizar as maiores descobertas, os melhores novos contatos e as histórias mais interessantes: nossos dois guias selecionados de Milão, um para a feira e outro para a cidade.

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Um bairro vertical na China e um centro de ciências em Nova York: 8 projetos não construídos de escritórios consagrados

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Explorar projetos de arquitetura não construídos de escritórios consagrados oferece um vislumbre do que há de mais inovador no design e de conceitos voltados para o futuro. De fato, estudar projetos futuros proporciona uma oportunidade de antecipar tendências emergentes e vislumbrar o futuro do ambiente construído, estimulando o debate em torno de novas ideias. Diante da iminente crise climática em um mundo pós-COVID, a seleção desta semana de projetos não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily demonstra a dimensão da resolução de problemas por meio do planejamento urbano e de ativações espaciais contextuais.

Seja um bairro vertical em Kunming, um centro de ciências biológicas em Manhattan ou um centro cultural em Venaria Reale, esses projetos não construídos capturam o espectro diversificado da evolução de mentes visionárias da arquitetura. Cada uma dessas propostas representa uma narrativa única, buscando redefinir a vida residencial ou revitalizar o espaço urbano. Por meio desses projetos, a comunidade de arquitetura pode oferecer ao meio ambiente um vislumbre do potencial transformador do design quando aplicado na resolução de problemas.

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16 escritórios multicoloridos que utilizam o cromatismo para organizar e inspirar suas equipes

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Quando o briefing para o projeto de um novo escritório pede algo novo, dinâmico e moderno — um espaço onde as pessoas gostem de estar e, crucialmente, de trabalhar, que as ajude a se concentrar em tarefas individuais, mas também a relaxar, colaborar e criar —, há poucos pontos de partida melhores do que o círculo cromático. À medida que o mundo do trabalho e os diversos ambientes onde ele se desenvolve se tornam menos formais e restritos em termos de design, arquitetos/as, designers e, acima de tudo, seus/suas clientes estão assinando a demissão do escritório monótono e sem graça, buscando alternativas mais expressivas em opções coloridas fora do convencional.

Embora a capacidade do azul de melhorar a concentração, estimular o pensamento e proporcionar clareza mental ajude a aumentar a produtividade, o corpo humano também precisa de períodos regulares de descanso e relaxamento. Nesse sentido, cores quentes como o amarelo proporcionam bem-estar por meio do acolhimento e do conforto — sendo ideais para áreas de descompressão. Por outro lado, tons de vermelho e laranja estimulam a criatividade e a expressão, o que significa que podem ser muito úteis em áreas destinadas à integração social, enquanto o verde favorece uma abordagem mais calma e equilibrada, adequada para reuniões de outra natureza.

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Caminhar sobre Resíduos: Tecendo Resíduos em Pisos e Tapetes Elegantes

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Na arquitetura contemporânea, a reciclagem evoluiu de uma prática desejável para uma necessidade inevitável. Essa mudança se deve principalmente à crescente crise climática, acentuada pela presença constante de resíduos (para os quais não se encontrou utilidade além do uso original).

Essa abordagem estimulou a criação de materiais inovadores para o reaproveitamento de resíduos em diversos contextos. Um exemplo notável é o de pisos e tapetes tecidos, segmento no qual a Bolon deu um passo à frente em 1949 ao transformar resíduos têxteis em produtos elegantes. Desde então, a empresa continuou a inovar no campo dos materiais, fundindo o setor tradicional de revestimentos de piso com o design criativo sustentável.

The Second Studio Podcast: Projetar uma casa como narrativa

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O Second Studio (antigo The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pela dupla de arquitetura David Lee e Marina Bourderonnet, o programa reúne diferentes profissionais das indústrias criativas em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais.

Uma variedade de temas é abordada com honestidade e bom humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros apresentam dicas para outros/as designers, análises de edifícios e outros projetos, ou explorações descontraídas sobre o cotidiano e o design. O Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

A arquitetura de Duna: tirando partido do passado para criar um mito do futuro

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Imagine um mundo milhares de anos no futuro, onde a humanidade conquistou planetas em galáxias distantes, apenas para se ver reduzida a uma ordem social neofeudal em constante disputa por poder, tudo construído sobre uma intrincada tapeçaria de culturas e religiões, e ambientado em uma paisagem inóspita, porém vívida, que se torna uma personagem por si só. Este foi o desafio enfrentado pelo/a cineasta Denis Villeneuve e pelo/a designer de produção Patrice Vermette ao criar a adaptação cinematográfica do romance de 1965 de Frank Herbert. Os dois filmes de Duna, lançados em 2021 e 2024, foram concebidos de forma conjunta e, por isso, compartilham um estilo e uma expressão cinematográfica coerentes. Para além da estética, o ambiente e a arquitetura de Duna apresentam um mundo habitado e verossímil, que ancora a ação e as personagens, oferecendo silenciosamente visões valiosas sobre os valores e a mitologia de cada civilização.

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Como construir em terrenos inclinados? 5 projetos residenciais modernos moldados para seus entornos com exteriores escalonados

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Terrenos inclinados representam uma perspectiva atraente para incorporadores. Com vistas deslumbrantes para paisagens naturais ou urbanas — muitas vezes sem a possibilidade real de obstrução por empreendimentos futuros —, um lote em declive promete um retorno valioso. No entanto, seja pela escavação adicional necessária para cortes e aterros, pelas estruturas em balanço, pelas complicações de drenagem de água ou pela perda de luz natural e dificuldade de acesso na parte frontal da propriedade, construir nessas topografias traz seus desafios.

Contudo, o principal obstáculo não é necessariamente a inclinação do terreno, mas sim a forma do edifício. Ao fracionar uma estrutura de múltiplos pavimentos e reposicionar — e talvez até desconectar — cada nível, projetos concebidos para se adaptarem à topografia existente por meio de múltiplos níveis de implantação conseguem reduzir o volume de escavação. Essa planta escalonada também contribui para melhorar o acesso e a iluminação natural, além de ampliar as áreas internas e externas.

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A caminhada rural contra o Urbanismo

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Ao caminhar hoje em dia pelas localidades rurais do Chile, percebemos que, do ponto de vista da mobilidade a pé, estas expandem-se por meio da aplicação de elementos urbanos. Há um confronto entre duas realidades: de um lado, as práticas históricas dos/as próprios/as habitantes e, de outro, a introdução de elementos urbanos de desenvolvimento. 

As pessoas que ali vivem, paralelamente às suas próprias formas de vida, viram-se obrigadas a se desenvolver sob um crescimento territorial padronizado, sem participar da tomada de decisões diante da intervenção em seu contexto de circulação de pedestres. Os aspectos normativos são os instrumentos com os quais os agentes diretos intervêm no âmbito rural. Em geral, o/a habitante, sujeito central para o qual se orientan as políticas sociais, é antes um agente passivo e desinformado em relação a esse arcabouço normativo (Tapia, 2007).

*Este artigo foi enviado por Felipe Aguilera por meio da nossa chamada para publicação de pesquisas em arquitetura.

Um refúgio na rigorosa paisagem alpina: três vilas conectadas que abraçam a natureza

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Localizado no município de Leogang, na província de Salzburgerland, na Áustria, o Priesteregg Premium Eco Resort situa-se em um planalto a 1.100 metros de altitude. Inaugurado em 2009, o resort é composto por 15 chalés e três vilas, cercados por exuberantes pinheiros-das-montanhas, rosas-alpinas e arbustos de mirtilo. Esse cenário proporciona relaxamento e vistas deslumbrantes das montanhas Leogang Steinberg, do maciço Steinernes Meer com o pico Hochkönig e dos Alpes de Kitzbühel.

O desenvolvimento do resort foi influenciado pelo uso tradicional da terra agrícola, resultando em uma abordagem conservacionista. Essa postura engloba conceitos de energia sustentável, apoio a produtores regionais e a utilização de materiais naturais em todo o empreendimento. Nas três vilas, o estúdio W2 Manufaktur e o arquiteto Ulrich Stöckl conceberam interiores que mesclam o estilo alpino rústico ao luxo moderno, incorporando produtos da Dornbracht. Cada vila combina de forma única materiais e elementos naturais a uma variedade de metais e acessórios da marca.

Lições da varanda: construindo comunidade no limiar doméstico

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Posicionada entre a paisagem urbana de um bairro e a privacidade do interior de uma casa, encontra-se a varanda. Assumindo o papel de entrada, janela para contemplação, ponto de encontro e palco, a varanda passou a representar a comunidade e a identidade de muitos bairros nos Estados Unidos. Composta por diversos elementos estilísticos de diferentes tamanhos e formas, ela une vizinhanças ao criar um espaço intersticial entre o lar e a rua, costurando a vida familiar no interior da residência e a vida pública no exterior, conformando uma zona de transição entre o privado e o público tanto para encontros fortuitos quanto para momentos de pausa. No cinema e na literatura, a varanda é frequentemente retratada como o palco de conversas profundas e transformadoras, representando um limiar acolhedor entre as esferas doméstica e pública onde se pode demorar.

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Alero Olympio: Um legado de arquitetura ecológica e identidade descolonizada

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Alero Olympio (1959-2005) foi uma arquiteta e construtora conhecida por uma abordagem profundamente ecológica da arquitetura. Nascida em Gana, ela dividiu sua atuação profissional entre seu país natal e a Escócia. Seu trabalho concentrou-se em priorizar as pessoas e demonstrou um compromisso sincero com a sustentabilidade social e ambiental, privilegiando o uso de materiais de origem local.

O legado de seu trabalho inclui edifícios físicos como o Instituto Kokrobitey, sua defesa das construções de terra, pesquisas sobre produtos florestais sustentáveis e muito mais. No entanto, existe uma lacuna nos arquivos institucionalizados sobre sua obra, o que motivou os esforços atuais para construir um acervo abrangente de suas contribuições. A conferência anual Womxn in Design and Architecture (WDA) de 2024, organizada pela Escola de Arquitetura da Universidade de Princeton, trouxe uma contribuição significativa. O evento contou com exposições, seminários e mesas-redondas que refletiram sobre o legado de Alero Olympio e examinaram as perspectivas arquitetônicas que sua obra continua a oferecer.

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Design de varejo no metaverso: um novo campo de atuação para os/as arquitetos/as

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A evolução do design de varejo demanda uma análise da prática da arquitetura no ambiente digital. Embora os espaços comerciais físicos tenham sido tradicionalmente o centro das experiências de compra, a fronteira emergente do metaverso — uma rede interconectada de ambientes virtuais em 3D — sinaliza uma mudança significativa nas interações entre marcas e consumidores. Para arquitetos e arquitetas, esse espaço liminar apresenta uma tela única, livre das restrições materiais que tradicionalmente moldaram as concepções de projeto. O metaverso é um novo território onde a arquitetura da imaginação pode ser plenamente realizada, convidando a uma reconceituação das possibilidades do design de varejo.

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Dia Mundial do Autismo: 5 projetos concebidos para corpos com diferentes habilidades

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No universo da arquitetura, a inclusão e a acessibilidade consolidaram-se como pilares fundamentais da filosofia de projeto. Em homenagem ao Dia Mundial de Conscientização do Autismo, esta seleção de projetos reconhece a evolução da resposta da arquitetura a corpos com diversidade funcional. A história da deficiência na arquitetura está profundamente interligada à defesa de direitos e ao ativismo. Na verdade, um grupo pioneiro de estudantes chamado “The Rolling Quads” liderou um movimento pelos direitos das pessoas com deficiência em 1972, na Califórnia. Esse ativismo de base não apenas reformulou o ambiente físico, mas também catalisou discussões mais amplas sobre justiça social no projeto de arquitetura.

Ao comemorar o Dia Mundial do Autismo, é fundamental reconhecer o impacto do design na vida das pessoas com deficiência. Seja o Jardim do Autismo no Irã, projetado pelo escritório Hajm.e.Sabz, o hospital Sycamore no Northgate Park Hospital, no Reino Unido, ou o projeto Home for The Homeless, cada uma dessas propostas celebra as diferentes necessidades e busca promover um senso de pertencimento e empoderamento para todas as pessoas.

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Brincar Acessível: 4 exemplos de playgrounds comunitários de baixo custo

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A ideia de um parquinho comunitário ou público fundamenta-se na criação de um espaço de lazer acessível para todas as pessoas. Contudo, em muitos casos, a viabilização de um projeto desse tipo pode esbarrar na falta de recursos financeiros ou em restrições regulatórias. O primeiro grande desafio consiste em colocar o projeto em prática e, acima de tudo, obter a recepção positiva da comunidade e, se possível, seu engajamento direto, garantindo assim o sucesso e a sustentabilidade da iniciativa. 

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Habitações modulares na América Latina: métodos de montagem, encaixe e transporte na construção

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Em uma busca constante por encontrar novas maneiras de reduzir os custos e prazos de construção, a arquitetura modular se apresenta como uma oportunidade para implementar diversos métodos, tecnologias e técnicas que permitam projetar espaços habitáveis a partir de elementos repetitivos independentes, como os módulos. Como afirma Tom Hardiman, diretor executivo do Modular Building Institute (MBI), "modular" não se trata de um produto de construção, mas sim de um processo construtivo.

Uma residência tipo Tetris no Irã e um edifício residencial à beira-mar na Itália: 8 projetos residenciais não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily

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Em todas as cidades, os projetos de habitação urbana representam a maior parte do ambiente construído, refletindo uma trama complexa de necessidades sociais e visões arquitetônicas. Esta seleção de projetos não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily oferece uma perspectiva sobre a interação dinâmica entre as restrições de projeto e as oportunidades criativas. Da revitalização de fragmentos urbanos à exploração de métodos construtivos inovadores, profissionais de arquitetura navegam por um território moldado por imperativos de sustentabilidade, inclusão comunitária e dinâmicas urbanas em constante evolução.

A diversidade dos projetos de habitação urbana não construídos aqui apresentados reforça a amplitude das intervenções arquitetônicas, caracterizadas pelo compromisso com a sustentabilidade e a inclusão. Variando de propostas que adotam novos materiais de construção — como sistemas construtivos em madeira — a outras concebidas para maximizar a luz solar ou envolver a comunidade local, a seleção curada desta semana apresenta projetos de habitação coletiva não construídos de diversas partes do mundo.

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A Transformação Urbana de Medellín: Um Estudo de Caso

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CityMakers, a Comunidade Global de Profissionais da Arquitetura que Aprendem com Cidades Exemplares e Seus Criadores, trabalha em parceria com o ArchDaily para publicar uma série de artigos sobre Barcelona, Medellín e Roterdã. A autoria dos textos é de arquitetos/as, urbanistas e/ou estrategistas responsáveis pelos projetos que transformaram essas três cidades e que são estudados nas "Escolas de Cidades" e nos "Cursos Documentais" realizados pela CityMakers. Nesta ocasião, Victor Restrepo, coordenador da CityMakers em Medellín, apresenta seu artigo "Medellín: um estudo de caso".

Medellín destaca-se como um exemplo inspirador para muitas cidades ao redor do mundo. Trata-se de uma metrópole que transitou de um profundo medo coletivo para um entusiasmo esperançoso em relação à vida urbana e social, pautada pela qualidade e pela convivência. Embora a crise da cidade seja historicamente associada à violência e ao narcotráfico, ela se revela mais estrutural e profunda. Na verdade, responde a uma gama muito mais ampla de fatores, alguns dos quais ligados ao crescimento populacional acelerado, de forma semelhante ao que ocorre em diversas cidades latino-americanas.

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Como criar espaços comerciais singulares e de sucesso com revestimentos decorativos de parede

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Como seres humanos, vivemos sob a reconfortante ilusão de que somos donos do nosso próprio destino, determinados e imunes a influências externas. No entanto, o papel crucial desempenhado pelo design de interiores no sucesso dos espaços comerciais prova que a realidade é outra. Cada aspecto desses ambientes é cuidadosamente planejado para incentivar os/as clientes a gastar — e a fazê-lo com satisfação —, desde a iluminação e a temperatura até a acústica e, talvez de forma mais marcante, a paisagem visual.

Seja atraindo o público consumidor com uma individualidade cativante, proporcionando relaxamento por meio do luxo e da hospitalidade, desenhando um universo elegante no qual consumidor/a e produto coexistem, ou oferecendo estímulos sutis para explorar o espaço mais a fundo, a influência que as superfícies de um ambiente comercial exercem sobre o seu sucesso é imensa.

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