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O Pavilhão Suíço na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2025 examina as dinâmicas históricas de gênero

O Conselho Suíço de Arte Pro Helvetia, representado por Sandi Paucic e Rachele Giudici Legittimo, anunciou que o Pavilhão Suíço na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2025 sediará a exposição "The final form is determined by the architect on site," com curadoria de Elena Chiavi, Kathrin Füglister, Amy Perkins, Axelle Stiefel e Myriam Uzor. Esta equipe inteiramente feminina propõe a seguinte questão: E se Lisbeth Sachs, em vez de Bruno Giacometti, tivesse projetado o Pavilhão Suíço? A exposição explorará essa questão ao reviver uma das obras icônicas de Lisbeth Sachs, uma das primeiras arquitetas registradas na Suíça e contemporânea de Giacometti.

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Valerio Olgiati apresenta Rruga Adem Jashari, um novo empreendimento de uso misto em Tirana, Albânia

O/a arquiteto/a suíço/a Valerio Olgiati revelou o projeto para o Rruga Adem Jashari, um empreendimento de uso misto em Tirana, na Albânia, que busca integrar a vida urbana à paisagem natural circundante. Situado no limite entre a malha urbana e um parque adjacente, o projeto apresenta três torres marcantes de concreto vermelho e um zigurate branco central. Ao combinar espaços residenciais, comerciais e de hotelaria, a proposta busca criar uma transição fluida entre o ambiente construído e a natureza.

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Construindo entre os galhos: um panorama da arquitetura contemporânea de casas na árvore

Apesar de sua aparência lúdica, as casas na árvore oferecem uma plataforma única para inovações estruturais e explorações de projeto. As casas na árvore tradicionais dependem dos troncos para sustentação estrutural, mas, a fim de aliviar a carga suportada pela árvore, os projetos contemporâneos frequentemente introduzem sistemas adicionais, como pilares para manter o aspecto lúdico ao mesmo tempo em que oferecem suporte extra. Uma das principais vantagens de elevá-las dessa maneira é a redução da pegada ambiental. As casas na árvore podem ser projetadas de modo a deixar o solo da floresta intocado, preservando ecossistemas de pequena escala. Ao liberar o solo abaixo, minimizam-se as interferências na flora e fauna nativas, permitindo que a natureza prospere sem perturbações. Da mesma forma, muitos arquitetos e arquitetas utilizam a topografia local para criar conexões fluidas, incorporando rampas, escadas ou pontes que se integram à paisagem. Essas soluções não apenas melhoram a acessibilidade, mas também enriquecem a experiência geral, criando um passeio arquitetônico que transita entre a casa na árvore e seu entorno.

"Essa sensibilidade ao meio ambiente se reflete não apenas no projeto estrutural, mas também na seleção cuidadosa dos materiais. O uso de materiais naturais, como a madeira, também ajuda a estrutura a se mesclar com o ambiente. Algumas equipes de projeto foram além ao empregar materiais alternativos, como painéis espelhados para refletir a floresta ao redor e camuflar completamente a presença da casa na árvore, demonstrando que a escolha dos materiais pode contribuir para criar um projeto que pareça uma extensão de seu entorno, e não uma imposição a ele. Esta seleção destaca exemplos notáveis na Suécia, Dinamarca, Indonésia e França, apresentando suas diversas abordagens.

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Palha, terra e bambu: uso inovador de materiais naturais em projetos do Sul Global em 2024

A sustentabilidade há anos ocupa um papel central nas discussões arquitetônicas, envolvendo não apenas a responsabilidade da arquitetura frente às mudanças climáticas e à transição para economias de baixo carbono, mas também o resgate de heranças culturais e a valorização das tradições vernaculares. Em 2024, destacaram-se projetos e estudos que exploram o uso inovador de materiais naturais, com especial atenção às iniciativas do Sul Global. Essas propostas aliam criatividade e tecnologia ao aproveitamento de recursos renováveis, demonstrando como é possível criar espaços de alta qualidade que atendem às demandas contemporâneas de sustentabilidade e responsabilidade ambiental.

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Morre Dennis Crompton, arquiteto e membro fundador do Archigram, aos 90 anos

Dennis Crompton, uma figura influente no campo da arquitetura, faleceu em 21 de janeiro de 2025, aos 90 anos. Nascido em Blackpool em 1935, Crompton teve uma carreira notável que se estendeu por várias décadas, deixando uma marca indelével na arquitetura moderna. Como um dos principais membros do grupo de arquitetura de vanguarda Archigram, fundado em Londres em 1961, Crompton desempenhou um papel fundamental na revolução da prática arquitetônica, ao lado de Warren Chalk, Peter Cook, Ron Herron, David Greene e Michael Webb.

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Exposição "Carbon Confessions" do MVRDV na Alemanha revela as realidades da construção sustentável

À medida que a crise climática global se intensifica, o setor da construção enfrenta uma pressão crescente para reduzir as emissões de carbono, o que exige uma reavaliação fundamental das práticas construtivas. O escritório de arquitetura holandês MVRDV, conhecido por seu compromisso com a sustentabilidade, apresenta uma exploração franca desse desafio em "Carbon Confessions", uma exposição na Architekturgalerie de Munique. A exposição oferece um panorama dos esforços contínuos do escritório, destacando tanto suas conquistas quanto os obstáculos encontrados na busca pela redução de carbono.

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Em defesa do modernismo local no Cairo: a transformação arquitetônica do Egito durante a década de 1950

No coração do Cairo, em meio a seus marcos históricos e a uma malha urbana em evolução, um movimento arquitetônico modernista singular tomou forma nas décadas de 1950 e 1960. Essa vertente refletia a resposta da cidade às rápidas transformações políticas, econômicas e sociais. Em sua chegada, o modernismo no Cairo não foi mero estilo importado, mas sim uma "resposta pragmática às necessidades de uma cidade em crescimento". Os/as arquitetos/as concentraram-se na funcionalidade, na eficiência e na adaptação dos projetos ao clima e ao contexto cultural local. Após a revolução de 1952, o Egito passou por transformações significativas sob a liderança do presidente Gamal Abdel Nasser. De fato, o governo buscava construir uma nova identidade nacional que refletisse o progresso e a autossuficiência do país. A arquitetura desempenhou um papel crucial nesse esforço, com forte ênfase na modernização e no desenvolvimento. O Estado investiu em projetos de grande escala para atender às demandas de uma população em rápido crescimento e de indústrias em expansão. Este período marcou uma transição das influências da era colonial em direção à busca por uma identidade arquitetônica própria, alinhada às aspirações políticas e sociais da época.

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Centro Nacional de Atletismo: Transformando o antigo cinturão industrial de Budapeste em um espaço comunitário vibrante

O Centro Nacional de Atletismo de Budapeste representa um marco significativo na regeneração urbana e na inovação arquitetônica. Situado em uma antiga área industrial às margens do Danúbio, este projeto transformador revitaliza um terreno degradado (*brownfield*), transformando-o em um polo vibrante de esportes, lazer e engajamento comunitário. Com projeto assinado por Marcel FERENCZ, da NAPUR Architect Ltd., paisagismo desenvolvido pela S-TÉR e centenas de peças de mobiliário da VPI Concrete, o Centro é fundamental para conectar o norte de Csepel à cidade e impulsionar o desenvolvimento urbano.

Tendências de Cores na Arquitetura para 2025: Adotando Tons Terrosos e Matizes Vibrantes

Ao contrário das escolhas da Cor do Ano de 2024, as seleções para 2025 revelam mais afinidades entre as cores apontadas pelas principais marcas da indústria de tintas. Todos os anos, designers e entusiastas de diversas áreas reúnem-se em empresas de todo o mundo para reacender o debate sobre a cor e sua relação com a cultura contemporânea. Para as previsões de 2025, os tons terrosos parecem ser os grandes vencedores: à escolha da Pantone, a Mocha Mousse, somam-se tons de canela, marrom e borgonha de marcas como Benjamin Moore, Graham & Brown, Behr e C2 Paint. Já marcas como AkzoNobel, Valspar e Comex optaram por cores mais vibrantes para celebrar o otimismo e a alegria, enquanto a Sherwin-Williams e a Jotun não se limitaram a uma única cor. Em vez disso, apresentaram paletas completas voltadas para a tranquilidade e o relaxamento. Esses conceitos parecem ser os temas condutores para 2025.

Tendências de Cores na Arquitetura para 2025: Adotando Tons Terrosos e Matizes Vibrantes - Imagem 1 de 4Tendências de Cores na Arquitetura para 2025: Adotando Tons Terrosos e Matizes Vibrantes - Imagem 2 de 4Tendências de Cores na Arquitetura para 2025: Adotando Tons Terrosos e Matizes Vibrantes - Imagem 3 de 4Tendências de Cores na Arquitetura para 2025: Adotando Tons Terrosos e Matizes Vibrantes - Imagem 4 de 4Tendências de Cores na Arquitetura para 2025: Adotando Tons Terrosos e Matizes Vibrantes - Mais Imagens+ 8

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Mesquitas Contemporâneas: Usando o contexto como força motriz em vez do simbolismo

A configuração da mesquita, local de culto da comunidade muçulmana, remonta sua história ao pátio do fundador da religião. As primeiras mesquitas eram, portanto, simples espaços abertos destinados às orações rituais. Ao longo dos anos e séculos, esses templos incorporaram diversos elementos funcionais e normativos, como o mihrab, um nicho que indica a direção da oração, e o minbar, o púlpito de onde o pregador profere o sermão. Outros elementos também se tornaram comuns, como as cúpulas e os minaretes, historicamente utilizados para o chamado à oração. Estes tinham o propósito adicional de sinalizar a função do edifício como mesquita e eram usados por governantes e benfeitores para exaltar sua imponência.

Na contemporaneidade, as mesquitas não estão imunes ao debate arquitetônico. Elementos que não possuem função religiosa direta são questionados, assim como a relação entre o templo e seu entorno. Essa discussão é especialmente acirrada em regiões do mundo com comunidades muçulmanas relativamente novas, onde alguns teóricos defendem a eliminação de elementos simbólicos sob o argumento de que se tratam de mero "pastiche", enquanto outros manifestam nostalgia em relação à carga afetiva associada às formas históricas. Contudo, arquitetos e arquitetas contemporâneos têm elevado com sucesso a arquitetura das mesquitas, atendendo aos requisitos funcionais com criatividade ao mesmo tempo em que deixam o contexto do edifício moldar sua volumetria.

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Como os/as arquitetos/as preveem tendências? Em conversa com os/as codiretores/as de Pesquisa e Inovação da Perkins&Will

A inovação assume diversas formas. O ano de 2025 promete ser marcado por avanços contínuos nas áreas de inteligência artificial, sustentabilidade e biotecnologia. Essas transformações costumam surgir da experimentação em setores como tecnologia e saúde, nos quais as empresas dispõem de equipes robustas de pesquisa e desenvolvimento, além de orçamentos significativos. Isso as capacita a gerar novos produtos e serviços que atendem às necessidades em constante evolução da sociedade.

Em um mundo confrontado por desafios complexos, a inovação na arquitetura desempenha um papel singular. Diferente de setores movidos por ciclos rápidos de inovação, a arquitetura precisa equilibrar criatividade com soluções práticas profundamente enraizadas na experiência humana. O que será necessário para que o setor da arquitetura aproveite plenamente seu potencial para moldar o futuro do nosso ambiente construído?

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O Museu de Desenho Arquitetônico explora o processo de projeto de Steven Holl por meio do desenho em Berlim, Alemanha

O Museu de Desenho Arquitetônico em Berlim, Alemanha, apresentará uma nova exposição intitulada "Steven Holl – Drawing as Thought", com curadoria de Kristin Feireiss. A mostra explora o processo criativo do arquiteto de renome internacional Steven Holl com foco no uso do desenho como ferramenta fundamental no projeto de arquitetura. Além disso, a exposição destaca a extensa prática artística de Holl, que inclui mais de 50.000 esboços, desenhos em preto e branco e aquarelas, oferecendo uma visão de sua abordagem arquitetônica por meio da exploração visual.

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Cultivando apartamentos verdes: um guia para integrar a natureza em pequenos espaços urbanos

A vida urbana tornou-se sinônimo de espaço limitado e soluções criativas para apartamentos compactos. À medida que as cidades se tornam cada vez mais dominadas por concreto e aço, observa-se um aumento empolgante, embora não surpreendente, no interesse pelo cultivo de plantas, mesmo sob as restrições de um ambiente urbano denso. Esse interesse não visa apenas atender a gostos estéticos, uma vez que estudos mostram consistentemente que a exposição à natureza reduz o estresse, melhora o foco e aumenta o bem-estar geral. Contudo, em ambientes urbanos densos, o desafio reside em encontrar maneiras inovadoras de tornar essa visão realidade em apartamentos onde cada centímetro importa.

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A Evolução do Modernismo na Arquitetura Asiática: Figuras-Chave e Projetos Emblemáticos

O modernismo na arquitetura surgiu no início do século XX, impulsionado pelos avanços da ciência e da engenharia e por um distanciamento deliberado dos estilos históricos. O movimento defendia o foco na equidade social, no desenvolvimento urbano, na eficiência e no design funcional, marcando uma mudança significativa na filosofia arquitetônica. Com origem principalmente na Europa e nos Estados Unidos, o modernismo cativou a imaginação global com sua redefinição inovadora do espaço e da arquitetura. Sua disseminação pela Ásia foi facilitada por intercâmbios culturais — arquitetos/as do Leste Asiático que estudaram com modernistas de destaque e arquitetos/as europeus/ias que trabalharam no Leste Asiático por meio de colaborações internacionais ou sob influências do período colonial.

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Para além do/a arquiteto/a solitário/a: Beatriz Colomina sobre gênero, mídia e colaboração

A arquitetura é, há muito tempo, enquadrada como o trabalho de mentes visionárias isoladas; no entanto, Beatriz Colomina, uma influente teórica, historiadora e curadora, desafia essa noção, defendendo que a arquitetura é, por natureza, um esforço colaborativo. Ela examina criticamente como o mito do gênio solitário — quase sempre representado como uma figura masculina — apagou as contribuições de inúmeras mulheres e de equipes inteiras envolvidas no processo de projeto. Para Colomina, repensar a arquitetura significa reconhecer as complexidades do trabalho coletivo e desmantelar os vieses históricos que moldaram as narrativas da disciplina.

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As cidades podem ser totalmente planejadas? O papel oculto da espontaneidade

O que é melhor: uma cidade planejada do zero ou uma que se forma espontaneamente? No imaginário popular, existe a crença de que, se uma cidade foi planejada desde o início, ela deve ser melhor ou mais organizada que as outras. Na prática, contudo, isso não garante o sucesso de uma cidade.

Cidades como Tamansourt, no Marrocos, Songdo, na Coreia do Sul, e a King Abdullah Economic City, na Arábia Saudita, servem de alerta sobre o planejamento de novas cidades do zero que, posteriormente, enfrentam dificuldades para atrair o número esperado de moradores. Esses projetos demandaram investimentos significativos (tanto operacionais quanto financeiros) em desenho urbano, espaço e infraestrutura, mas negligenciaram as razões econômicas fundamentais pelas quais as cidades existem.

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Madri: Uma confluência vibrante de história, modernidade e regeneração urbana sustentável

É quase impossível falar de Madri, a capital espanhola, que, além de seu evidente apelo turístico e de sua liderança como a cidade mais visitada do país — seguida por Barcelona —, é indissociável de sua longa história e evolução até os dias atuais. Em 2024, Madri recebeu mais de 11,2 milhões de visitantes, o que representou aproximadamente 11,9% do total de turistas que chegaram à Espanha naquele ano. Grande parte da identidade da cidade, a singularidade de cada um de seus bairros e as novas áreas desenvolvidas ao longo dos anos estão profundamente ligadas a um crescimento que, embora planejado e modernizado em muitos aspectos, conseguiu preservar o caráter diverso que define sua essência urbana.

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Cineasta David Lynch, mestre do surrealismo, morre aos 78 anos

O cineasta David Lynch, conhecido por suas obras surreais e influentes como Veludo Azul e Twin Peaks, faleceu aos 78 anos. A carreira de quase 50 anos de Lynch foi marcada por filmes distintos e estilizados, frequentemente caracterizados por elementos surreais e narrativas fragmentadas. Ele recebeu inúmeros prêmios, incluindo um Leão de Ouro por sua trajetória e um Oscar honorário. Sua carreira começou com a pintura e a animação experimental antes da transição para o cinema, culminando em filmes icônicos e na revolucionária série de televisão Twin Peaks. Seu impacto estendeu-se para além das telas de cinema; sua manipulação singular do espaço e da atmosfera influenciou profundamente o discurso arquitetônico.

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Do renascimento urbano de Sydney às torres na orla de Dubai: destaques do Architecture Now de Foster + Partners, Beta Realities e mais

Antonio Citterio revela três projetos que redefinem o horizonte de Taichung, em Taiwan

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Revelando os 15 eventos de arquitetura mais significativos de 2025

O ano de 2025 promete ser um marco na arquitetura, anunciando um vibrante renascimento de criatividade e exploração. À medida que as sociedades enfrentam desafios como as mudanças climáticas, a rápida urbanização e a evolução tecnológica, a arquitetura atua tanto como um espelho dessas dinâmicas quanto como uma bússola apontando para um futuro sustentável e inclusivo. O calendário arquitetônico deste ano oferece ricas oportunidades para celebrar o poder transformador da disciplina — de festivais que desafiam limites a exposições instigantes que exploram narrativas culturais e ambientais urgentes.

De bienais consolidadas a encontros inaugurais, incluindo o World Architecture Festival 2025, o Desert X Al Ula e a Conferência do Clima (COP), o calendário de 2025 destaca temas como sustentabilidade, patrimônio e comunidade. Esses eventos reforçam a capacidade única da arquitetura de moldar um futuro melhor, abordando desafios globais ao mesmo tempo em que honram a diversidade cultural e a engenhosidade do design.

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Perspectivas sobre a arquitetura do espaço público como motor de transformação: um percurso por 10 obras na Espanha

A Espanha conta com uma vasta diversidade de paisagens, tanto naturais quanto urbanas, onde o espaço público desempenha um papel protagonista. Nos últimos anos, sua relevância cresceu, consolidando-se como um eixo fundamental para o encontro. Para além de suas qualidades arquitetônicas e paisagísticas, o espaço público oferece aos visitantes e cidadãos ambientes de qualidade que contribuem para melhorar as condições de vida, seja em um parque urbano, em um eixo de pedestres dentro da cidade ou em um espaço para simplesmente estar em um entorno natural e em conexão com o território.

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Redefinindo a domesticidade urbana: como o SO-IL transforma o conceito de lar

SO-IL (Solid Objectives – Idenburg Liu) é um escritório de arquitetura sediado no Brooklyn, Nova York, fundado em 2008 por Florian Idenburg e Jing Liu. Reconhecido por uma arquitetura profundamente engajada com os contextos social, cultural e ambiental, o estúdio concentra-se em explorar materiais inovadores, criar experiências espaciais fluidas e priorizar a sustentabilidade ecológica. O trabalho do SO-IL abrange diversas escalas e programas, refletindo sua abordagem versátil de projeto. Em 2024, seu projeto residencial 450 Warren, no Brooklyn, foi eleito pelo público como a Obra do Ano do ArchDaily na categoria habitação.

Em seu livro mais recente, In Depth: Urban Domesticities Today, o SO-IL explora a evolução do conceito de lar nos contextos urbanos contemporâneos, transformando-o "de uma fonte de vulnerabilidade em uma ferramenta de empoderamento". A publicação redefine a domesticidade como uma experiência ativa e compartilhada, e examina como arquitetos e arquitetas podem enfrentar desafios urbanos urgentes, tais como acessibilidade econômica, densidade e sustentabilidade. O trabalho do SO-IL defende uma habitação flexível e resiliente, que fomente o senso de comunidade ao mesmo tempo em que integra as dimensões ecológica e social. O ArchDaily conversou com a equipe de arquitetura sobre as soluções e ideias inovadoras apresentadas no livro, aprofundando-se em como seus projetos desafiam os sistemas convencionais e vislumbram um futuro no qual a arquitetura é um instrumento de emancipação.

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A Lua, Gaza e a Ucrânia estão entre as novas adições ao Monuments Watch 2025

O World Monuments Fund (WMF) anunciou a sua lista do 2025 World Monuments Watch, destacando 25 locais que enfrentam desafios significativos. Este programa bienal, lançado em 1996, visa aumentar a conscientização e mobilizar ações para a preservação do patrimônio cultural em todo o mundo. A lista de 2025 inclui locais diversos em cinco continentes e, notavelmente, a Lua, representando a necessidade de proteger artefatos das primeiras missões lunares da humanidade. O processo de seleção envolveu mais de 200 indicações, revelando tendências regionais como os impactos das mudanças climáticas na África Subsaariana e os desafios da urbanização na Ásia e no Pacífico.

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"Estou decepcionado com os/as arquitetos/as": Shigeru Ban fala sobre arquitetura socialmente consciente em entrevista ao Louisiana Channel

Em uma entrevista recente ao Louisiana Channel, o aclamado arquiteto japonês Shigeru Ban compartilhou suas perspectivas sobre a arquitetura, sua trajetória profissional e sua dedicação ao design socialmente responsável. Conhecido por seu uso inovador de materiais como o papel e a madeira, Ban passou grande parte de sua carreira criando soluções para comunidades afetadas por desastres e populações deslocadas em todo o mundo.

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