
A arquitetura e suas qualidades atmosféricas há muito são objeto de discussão, mas alcançar um consenso sobre o assunto continua sendo uma tarefa complexa. Isso ocorre, em grande parte, porque a experiência espacial é profundamente pessoal — enraizada em emoções, percepções sensoriais e preferências individuais difíceis de articular apenas com palavras. A maneira como cada pessoa percebe, sente e interage com um espaço adiciona outra camada de complexidade, tornando desafiador definir e concordar sobre seu impacto atmosférico. Ainda assim, arquitetos/as e designers buscam continuamente moldar ambientes que não sejam apenas funcionais e confortáveis, mas também capazes de evocar emoções e deixar uma impressão duradoura em seus ocupantes.
Em Kissing Architecture, Sylvia Lavin examina a relação íntima entre as pessoas e a arquitetura, enfatizando a importância da superfície como um ponto de interação. Ela escreve:









































