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Vagas em Xangai | Atelier Tao+C: arquiteto/a, designer de interiores, estagiário/a de design e pesquisa, especialista em marketing e mídia

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Fundado em Xangai em 2016, a atuação do Atelier Tao&C abrange projetos de diversas escalas e tipologias, desde uma luminária de suspensão até um quarteirão inteiro, de interiores de microapartamentos urbanos à reforma de antigas casas rurais, de pequenas lojas de rua a residências compartilhadas para jovens. Alinhados à nossa prática projetual, também nos dedicamos a pesquisas voltadas para a reabilitação de edifícios existentes e a organização espacial de habitações.

Nossos projetos não se limitam por tipologia ou escala. Em cada processo de design, dedicamos atenção especial à escala, à tectônica, às relações de proximidade e intimidade, e à harmonia entre o passado e o imediato. Por meio da investigação e compreensão das tipologias, buscamos revelar o potencial latente de cada local.

Nossa abordagem metodológica consiste em recuar para o interior, permitindo que o espaço se desenvolva de dentro para fora e rompa seus limites, estabelecendo conexões no interstício frequentemente negligenciado entre a arquitetura e os espaços internos. Buscamos criar uma percepção de escala global, sutil e equilibrada entre o exterior e o interior por meio de formas elementares, proporções claras e variações inesperadas de corte. Ao resgatar materiais locais diretos e cotidianos, bem como técnicas vernáculas de construção, traduzimo-los em uma expressão profunda de artesanato e detalhamento, permitindo que a vida cotidiana se desdobre com toda a sua complexidade a partir da simplicidade.

As obras do escritório foram publicadas em livros de editoras renomadas como Gestalten e Phaidon, além de amplamente divulgadas em importantes mídias de arquitetura e design nacionais e internacionais, tais como The Architectural Review, Domus, The Plan, AIT, Azure, Wallpaper*, ArchDaily, Dezeen, Yellowtrace e Divisare.

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Ambiente de escritório

Website:   www.ateliertaoc.com

WeChat:  西涛设计工作室

Instagram:  atelier_taoc

Evolução do Projeto de Data Centers: Construção Modular, Arquitetura Sustentável e Forma Eclética

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À medida que o entusiasmo em torno da inteligência artificial continua a reformular a nossa visão de mundo, o ano de 2025 se aproxima como mais um marco na trajetória do avanço tecnológico. Enquanto parte da sociedade se preocupa com o domínio da tecnologia no cotidiano, profissionais de arquitetura direcionam sua atenção para as fundações de um futuro digital: os data centers. O projeto de data centers desafia profissionais de design a conciliar as demandas de funcionalidade tecnológica com os princípios da excelência arquitetônica. À medida que se aprofunda a dependência em relação à computação em nuvem, aos ecossistemas de IoT e à análise de big data, a arquitetura dos data centers exige maior atenção. Conforme o consumo de dados dispara, as taxas de consumo dessas instalações acompanham essa demanda de forma proporcional. Antes relegadas a zonas industriais genéricas, essas estruturas agora se tornam componentes essenciais dos ambientes urbanos e suburbanos. Embora parte da comunidade local se mostre preocupada com o avanço dos data centers em suas regiões, outros grupos os enxergam como vetores de desenvolvimento econômico.

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Graham Foundation divulga bolsas de 2025 para 39 organizações em todo o mundo

A Graham Foundation for Advanced Studies in the Fine Arts anunciou US$ 573.300 em subsídios para 39 organizações em todo o mundo. Selecionados entre mais de 200 propostas, os prêmios de 2025 apoiam uma ampla gama de iniciativas, incluindo exposições, instalações, publicações, podcasts, periódicos editados por estudantes, eventos internacionais de arquitetura e programas públicos que contribuem para o avanço do debate arquitetônico e da experimentação no design. Ao longo de quase sete décadas, a Graham Foundation destinou mais de US$ 45 milhões em apoio direto a mais de 5.200 projetos. Ao incluir os novos premiados de 2025, a Fundação busca continuar fortalecendo sua rede internacional de profissionais e organizações que promovem ideias arquitetônicas e o engajamento público em escala global.

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Pavilhão da Macedônia do Norte na Bienal de Arquitetura de Veneza revisita a arquitetura brutalista de Skopje

O Pavilhão da República da Macedônia do Norte na 19ª Bienal de Arquitetura de Veneza é dedicado à arquitetura brutalista de sua capital, Skopje. Esse movimento arquitetônico conferiu à cidade uma identidade marcante após o terremoto que a atingiu em 1963. Segundo o curador do pavilhão, o arquiteto Blagoja Bajkovski, no período posterior ao desastre, Skopje adotou o brutalismo a partir de diversas fontes. Uma das mais importantes foi o plano de reconstrução de Kenzo Tange, desenvolvido após um concurso internacional organizado pelas Nações Unidas em 1965. A exposição, intitulada Strada Brutalissima, retrata essa identidade, os eventos que a moldaram e as edificações que continuam a representá-la por meio de uma série de maquetes de arquitetura. Inspirado na Strada Novissima da Bienal de Arquitetura de Veneza de 1980, o projeto reinterpreta o conceito de uma "rua" expográfica, desta vez centrada no patrimônio brutalista de Skopje.

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O ambiente construído como terceiro educador: o brincar arquitetônico em jardins de infância japoneses e chineses

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No design contemporâneo de escolas de educação infantil no Japão e na China, arquitetos e arquitetas estão transformando os espaços internos, deixando de lado o conceito de mero recipiente para criar um ambiente multissensorial ativo. Essa transição parece acompanhar estudos em psicologia do desenvolvimento que sugerem que a experiência espacial da criança começa com um engajamento sensório-motor, por meio do toque e da manipulação. Dessa forma, esses projetos dão grande ênfase ao uso de materiais e à abordagem do aprender brincando. Arquitetos e arquitetas parecem estar indo além das salas de aula tradicionais, criando ambientes táteis, estimulantes e enraizados em seus contextos específicos. Os próprios edifícios se tornam ferramentas pedagógicas, incentivando as crianças a aprender e explorar por meio do engajamento físico direto.

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Arquitetura e Agência: Repensando a Autoria por Meio do Projeto Participativo

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Historicamente, a arquitetura produziu muitos edifícios icônicos moldados por visões singulares — muitas vezes projetados de forma unilateral para usuários/as, comunidades e cidades. Se por um lado essa abordagem de cima para baixo (top-down) viabilizou uma forte coerência formal e clareza conceitual, por outro, ela priorizou a autoria em detrimento do engajamento. O resultado: projetos que podem ser celebrados como visionários, mas que frequentemente parecem desconectados das realidades cotidianas de quem os habita.

Projetar para o outro é inerentemente complexo. Na condição de arquitetos/as, frequentemente recebemos a tarefa de criar ambientes para comunidades com as quais podemos não ter nenhuma familiaridade pessoal ou cultural. Esse distanciamento, contudo, pode oferecer uma objetividade valiosa. Ele nos permite abordar perspectivas diversas com um novo olhar, analisando criticamente as necessidades e limitações de múltiplas partes interessadas. Por meio desse processo, a disciplina da arquitetura avançou — expandindo fronteiras no pensamento espacial, na inovação de materiais e na experimentação estrutural.

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Como não construir: arquitetura pela ausência de intervenção

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Seja para concursos de projeto ou prêmios de arquitetura, os edifícios são frequentemente julgados pelo que oferecem — as funções programadas, a forma ou o deleite visual. Em uma minoria de casos, é a ausência ou a redução da intervenção que torna um projeto bem-sucedido. Em 1971, um renomado concurso de arquitetura em Paris foi vencido por uma proposta que utilizava apenas metade do terreno disponível, destinando o restante como espaço urbano para a cidade. Em Londres, uma proposta de conversão de uma usina de energia desativada com adições mínimas, deixando grandes espaços intocados, venceu um concurso de projeto em 1994. O Stirling Prize, o prêmio de arquitetura mais prestigiado do Reino Unido, foi vencido em 2017 por uma proposta que consistia em pouco mais do que uma plataforma vazia. Esses exemplos de edifícios culturais no noroeste da Europa ilustram como a ausência de intervenção pode oferecer mais.

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A-fact vence concurso internacional para o Museu e Parque Cultural de Podgorica, em Montenegro

O Ministério do Planejamento Espacial, Urbanismo e Bens Estatais de Montenegro anunciou os resultados do concurso internacional para o novo Distrito de Museus e Parque de Arte e Cultura em Podgorica. A proposta vencedora, liderada pelo escritório a-fact architecture factory (com sedes em Milão e Londres) em colaboração com LAND, Maffeis Engineering e Charcoalblue, foi selecionada entre 48 candidaturas por um júri internacional. O projeto prevê um novo distrito cultural que reunirá três instituições — o Museu de Arte Contemporânea, o Museu de História Natural e a Casa da Arquitetura — em uma paisagem que reconecta a cidade ao Rio Morača.

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Estádio totalmente elétrico do AFL Architects em Oxford recebe aprovação de projeto

O pedido de licenciamento urbanístico do Oxford United Football Club para um novo estádio de futebol totalmente elétrico foi aprovado pelo Conselho Distrital de Cherwell. O projeto foi desenvolvido por uma equipe que inclui o escritório AFL Architects, os serviços de engenharia da Mott Macdonald, o projeto de paisagismo da Fabrik landscape design e a consultoria de ambiente construído Ridge and Partners. Projetado para uma capacidade de 16.000 espectadores, o plano diretor também prevê um espaço para eventos com capacidade para 1.000 pessoas, um hotel com 180 quartos, um restaurante, um centro de saúde e bem-estar e uma nova praça pública com jardins.

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De Austin a Tóquio: Architecture Now destaca projetos globais que moldam aeroportos, cidades e destinos culturais

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Esta edição do Architecture Now reúne projetos que exploram como a arquitetura está remodelando portais globais, destinos culturais e a vida urbana. O projeto do SOM para o novo Saguão de Embarque e Desembarque em Austin e a proposta da Scott Brownrigg para o Heathrow West destacam o aeroporto como um limiar cívico, enquanto o complexo de três torres do escritório Kerry Hill Architects em Brisbane prioriza o espaço público e as paisagens subtropicais na habitação de alta densidade. A torre à beira-mar do escritório Zaha Hadid Architects na Flórida dá continuidade à tradição costeira escultórica de Miami, e o Japa Valley Tokyo, de Pharrell Williams e NIGO, apresenta um distrito cultural temporário que mescla arte, hospitalidade e varejo. Juntas, essas iniciativas refletem como infraestrutura, estilo de vida e design se cruzam para definir a experiência urbana contemporânea.

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Desdobrando a privacidade: centralizando a casa em torno do pátio

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As casas-pátio representam uma das tipologias arquitetônicas mais perenes, sintetizando a dualidade entre abertura e reclusão ao mesmo tempo em que promovem uma profunda conexão com a natureza. Embora o termo também seja utilizado no mercado imobiliário norte-americano contemporâneo para descrever residências térreas de baixa manutenção em lotes pequenos, seu significado arquitetônico clássico refere-se a um projeto introvertido, organizado em torno de um pátio central privado. É essa forma tradicional, tema deste artigo, que remonta a milhares de anos. As casas-pátio surgiram de forma independente em várias regiões do mundo, respondendo universalmente a necessidades humanas fundamentais: privacidade, adaptabilidade climática e coerência espacial. Apesar das diversas expressões geográficas e culturais, os princípios fundamentais de introversão, abertura controlada e sensibilidade ambiental permanecem notavelmente consistentes ao longo da evolução dessa tipologia.

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DETAIL Inspiration – O hub do/a arquiteto/a para projetos, imagens e desenhos detalhados

Há quase 65 anos, a marca DETAIL é sinônimo de pesquisa minuciosa e documentação arquitetônica abrangente. Os artigos da revista e os livros especializados demonstram como uma arquitetura excepcional é planejada, projetada e executada. Eles oferecem um conhecimento aprofundado sobre construção civil, tipologias edilícias e aspectos técnicos da arquitetura.

A DETAIL tornou-se especialmente renomada por seus desenhos construtivos, que são cuidadosamente pesquisados pela equipe editorial e redesenhados por uma equipe interna de CAD em um estilo padronizado.

Pavilhão do Kosovo na Bienal de Arquitetura de Veneza explora paisagens agrícolas em mutação através do solo e do aroma

A República do Kosovo leva este ano para a 19ª Bienal de Arquitetura de Veneza a exposição intitulada Lulebora nuk çel më. Emerging Assemblages. A mostra foi encomendada pela Galeria Nacional do Kosovo e tem curadoria do/a arquiteto/a, designer interdisciplinar e pesquisador/a Erzë Dinarama. Ao refletir sobre a transformação das paisagens agrícolas do país no contexto do desenraizamento ecológico e dos sistemas de conhecimento corporificados sob pressão climática, a instalação oferece uma exploração sensorial do trabalho de campo kosovar. Combinando uma variedade de solos locais com um calendário olfativo suspenso, o Pavilhão convida os/as visitantes a imaginar por meio do tato e do olfato.

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Refletindo sobre o território, a topografia e a paisagem: conheça as obras do WHALE! no Chile

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Que lógicas e dinâmicas envolvem a concepção de uma arquitetura em diálogo com o território e a paisagem? Como a topografia determina o processo de projeto e desenvolvimento das obras arquitetônicas? Fundado em Santiago do Chile por volta de 2012, o escritório de arquitetura WHALE! trabalha considerando os conceitos de território e paisagem como eixos de estudo e reflexão, buscando compreender como a arquitetura é capaz não apenas de projetar espaços, mas também de moldar a forma como os seres humanos vivem, sentem e se relacionam com o mundo.

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O concreto como meio de emoção e expressão na arquitetura

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O concreto está longe de ser um consenso. Há quem o ame e quem o odeie. Pode parecer tão duro quanto o granito ou tão macio quanto o veludo — tudo dependendo de quais mãos o moldam. Tratado com precisão de engenharia ou com um toque de sensibilidade artística, o concreto deixa de ser apenas um material e passa a ter vida própria. Brinca com a luz, surpreende pela textura e, de alguma forma, dá forma ao silêncio. Embora denso e estrutural, o concreto pode assumir uma presença quase imaterial: leve, etérea e contemplativa. Em certos espaços, parece desaparecer, dissolvendo-se nas sombras ou vibrando com a luz circundante. Mais do que um simples elemento construtivo, torna-se uma linguagem, capaz de evocar emoção, espiritualidade e tempo.

SOM inicia as obras do Saguão D no Aeroporto Internacional O’Hare, em Chicago

A prefeitura de Chicago e o Departamento de Aviação de Chicago (CDA) iniciaram as obras do Concourse D no Aeroporto Internacional O'Hare, projetado por Skidmore, Owings & Merrill (SOM) em colaboração com Ross Barney Architects, Juan Gabriel Moreno Architects (JGMA) e Arup. O projeto marca o primeiro edifício do ORDNext, a expansão mais ambiciosa do O'Hare até o momento, e dá início a um novo capítulo na modernização do aeroporto. O gerenciamento da construção é liderado pela AECOM Hunt Clayco Bowa, com conclusão prevista para o final de 2028. O planejamento também está avançando para o Concourse E, o segundo terminal satélite projetado pela mesma equipe.

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SPPARC Studio revela projeto para a conversão residencial do antigo Hospital Ravenscourt Park em Londres

O estúdio de arquitetura e design SPPARC revelou planos para reformar o antigo Hospital Ravenscourt Park em Hammersmith, Londres, que está desocupado há duas décadas. O edifício, originalmente batizado de Royal Masonic Hospital e projetado por Thomas S. Tait, é considerado um dos primeiros grandes edifícios modernos no Reino Unido e era o maior hospital independente de atendimento agudo da Europa quando foi inaugurado pelo Rei George V em 1933. Construída para oferecer tratamento de baixo custo para maçons e suas famílias, a instalação de 260 leitos funcionou até 1994, foi reaberta como um hospital do NHS em 2002 e fechou definitivamente em 2004. De acordo com o anúncio recente, o marco histórico listado como Grau II (Grade II), atualmente no registro Heritage at Risk da Historic England, será requalificado para abrigar 140 novas residências, uma casa de repouso com 65 leitos e espaços comunitários disponíveis para locação.

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Isolamento e eficiência energética em residências: o que muda com a nova regulamentação térmica no Chile

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Toda norma nasce com uma intenção clara: estabelecer um ponto de partida. É uma forma de fixar um patamar mínimo, de ordenar aquilo que antes talvez fosse assumido de forma implícita ou carecesse de um marco comum. No entanto, como tudo o que envolve a arquitetura — e especialmente o nosso modo de habitar —, esses marcos também evoluem: ampliam-se, ajustam-se e tornam-se mais detalhados em torno de novos modelos de habitação sustentável. É o caso da nova regulamentação térmica no Chile, que não surge do zero, mas faz parte de um processo contínuo que vem incorporando progressivamente novos critérios de eficiência energética, contidos na *Ordenanza General de Urbanismo y Construcción* (OGUC).

Vagas em Xangai | HCCH Studio: Arquiteto/a / Designer de Interiores / Estagiário/a

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Playgrounds inclusivos: todos os corpos podem brincar por meio da arquitetura

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O brincar vai além de sua dimensão recreativa, configurando-se como um ato social que estimula as crianças a aprender, interagir, criar e se relacionar com seu contexto espacial. Como aponta Johan Huizinga em Homo Ludens, o brincar é um elemento fundamental da cultura, no qual as crianças criam laços e exploram formas de coexistência. Quando a arquitetura dos espaços de lazer exclui determinados corpos ou modos de participação, a experiência coletiva fragmenta-se e perde parte de seu sentido. Projetar sob a perspectiva da inclusão significa, portanto, reconhecer que o verdadeiro valor do brincar reside em seu potencial de ser compartilhado por todas as pessoas.

Pilono da Permanência apresenta vidro preenchido com água na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025

Na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2025, a instalação Pylon of Permanence apresenta o Water-Filled Glass (WFG), um sistema de envidraçamento desenvolvido para mitigar o impacto ambiental do vidro no ambiente construído. Embora o vidro seja um dos materiais de construção mais amplamente utilizados, sua pegada de carbono incorporada e operacional supera a do concreto, do aço e do tijolo. O Water-Filled Glass propõe uma abordagem alternativa ao transformar o vidro de um fechamento passivo em um regulador ativo de energia.

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UNESCO adiciona 26 novos sítios ao Patrimônio Mundial, destacando a herança africana e a pré-história compartilhada

Durante a 47ª sessão do Comitê do Patrimônio Mundial, realizada de 6 a 16 de julho de 2025, na sede da UNESCO em Paris, França, 26 novos bens foram inscritos na Lista do Patrimônio Mundial. Além de analisar novas candidaturas, o Comitê revisou a conservação e a gestão de sítios existentes, abordou o impacto das mudanças climáticas no patrimônio e aprovou a ampliação de dois locais existentes para a criação de novos parques naturais transfronteiriços. Segundo a UNESCO, a sessão colocou o trabalho das comunidades locais no centro das políticas de salvaguarda, reforçou os esforços para preservar o patrimônio africano e reconheceu a crescente importância dos sítios de memória e a proteção da pré-história compartilhada da humanidade. Esses 26 bens, localizados em 26 países, passam a usufruir do mais alto nível de proteção internacional de patrimônio.

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Dia Mundial da Fotografia: 25 fotógrafos(as) de arquitetura em ascensão para acompanhar em 2025

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A fotografia de arquitetura funciona como uma janela para o mundo construído, tornando obras significativas mais acessíveis a pessoas que talvez nunca tenham a oportunidade de visitá-las. Uma boa fotografia de arquitetura captura mais do que apenas a estrutura física; ela transmite a atmosfera, a escala e o contexto de um espaço. Cada imagem é única e moldada pelo olhar do/a fotógrafo/a, o que expressa sua sensibilidade e percepção do ambiente construído através de suas lentes.

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O porquê, o quê e o como do design bem-sucedido de parques infantis centrado nas pessoas

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Por Jeanette Fich Jespersen, MA, Diretora do Instituto do Brincar KOMPAN, Presidente do comitê diretivo do Instituto Mundial de Pesquisa sobre Parques Infantis, Universidade do Sul da Dinamarca, Vice-presidente da Associação Internacional do Brincar, Dinamarca.

"Não, não quero ir a esse parquinho. É chato!". Isso pode parecer algo que nenhuma criança jamais diria. No entanto, as crianças têm opiniões claras sobre os parques infantis de que gostam desde muito cedo. A razão pela qual não apenas os pais e cuidadores/as, mas também os/as urbanistas e arquitetos/as devem ouvir e se adaptar é mais importante do que nunca.

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