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Por dentro da inovadora marca de design italiano que transforma metal em mobiliário moderno

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Os deuses do clima não foram muito generosos na minha chegada à fábrica da Mara, nos arredores de Brescia. Quando se pensa na Itália, sobretudo no setor de design, a imagem que vem à mente costuma ser de cenários ensolarados onde um Aperol Spritz está sempre a poucos segundos de distância.

Contudo, as condições climáticas são, francamente, a única coisa sobre a qual a fabricante italiana de móveis não tem controle. Fundada em 1960 por Camillo — avô da atual diretora-geral Laura Marchina e um experiente metalúrgico especializado na fabricação de, vejam só, canos de armas de fogo —, a empresa, assim como a própria família, mantém tudo muito perto de casa. Muito perto mesmo. A história da Mara não é apenas 100% "Made in Italy", é 100% Brescia. (Curiosidade: o nome da empresa é uma contração de "Marchina Arredamenti" ou "Mobiliário Marchina".)

Repensando a arquitetura de uso misto: 8 projetos conceituais que integram natureza, cultura, trabalho, lazer e comunidade

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De escritórios inspirados na floresta na Suécia a sedes sociais em formato de ninho na selva de Tulum, a arquitetura de uso misto continua a evoluir como uma ferramenta para a vida integrada. À medida que as cidades crescem e as nossas expectativas em relação aos espaços públicos, privados e comerciais mudam, profissionais de design e arquitetura repensam cada vez mais como diferentes funções — incluindo trabalho, lazer, descanso e aprendizado — podem coexistir em uma única linguagem arquitetônica. Esses projetos sugerem que os edifícios não precisam mais isolar as atividades em caixas, mas sim coreografá-las de modo a refletir os ritmos da vida cotidiana.

Esta seleção, enviada pela comunidade do ArchDaily, apresenta um panorama global de abordagens para o design de uso misto, desde planos diretores em grande escala até teses conceituais. O que os une é o compromisso com a sobreposição espacial, a sensibilidade ecológica e programas reinventados que priorizam a experiência do público usuário. Seja um dormitório estudantil em Teerã, uma praça pública no Cairo ou um polo comunitário no Texas, cada projeto abraça a complexidade para criar espaços dinâmicos, repletos de interação, transformação e significado.

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Um diálogo com o passado: técnicas de preservação de villas históricas na Itália

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A rica história da Itália, evidente em seus monumentos e cidades, criou um contexto único para a renovação arquitetônica. Os/as arquitetos/as italianos/as frequentemente abraçam esse patrimônio ao estabelecer um diálogo entre o antigo e o novo, em vez de buscar uma transformação completa. Essa abordagem evita deliberadamente um estilo imitativo. Em vez disso, utilizam materiais contemporâneos como aço, vidro e novas madeiras para emoldurar e destacar a cantaria de pedra e a alvenaria de tijolos históricas preexistentes. Essa justaposição transforma os materiais originais de simples elementos estruturais em protagonistas decorativos e narrativos. O resultado é uma experiência em camadas na qual a história do espaço permanece visível, garantindo que ela seja preservada, e não apagada pela reforma.

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De igrejas a casas: reconversões e renovações contemporâneas que fundem presente e passado

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O que implica uma mudança de uso e/ou escala nos edifícios? Como uma igreja ou capela pode se transformar em habitação? Embora a arquitetura de numerosos espaços sagrados contemporâneos demonstre uma grande capacidade de adaptação e evolução, os limites da criatividade de profissionais da área se estendem para além de sua concepção apenas como estruturas de espiritualidade ou culto. Em nível global, a reconversão de grandes igrejas e pequenas capelas em residências particulares revela um amplo campo de intervenção e exploração, capaz de preservar, restaurar, adaptar e/ou renovar o caráter de espaços concebidos para outros usos e escalas que, por diversas razões, foram abandonados, tornaram-se obsoletos ou demandam uma transformação.

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O/A Arquiteto/a como Cientista: Novos Materiais que Surgem entre a Ciência e o Design

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O que é arquitetura? Para alguns, seu papel tradicional consiste em reunir imaginação, conhecimento técnico e resolução de problemas, permitindo a arquitetos e arquitetas projetar e construir equilibrando ideias e os meios para viabilizá-las. Da pedra e da madeira das primeiras edificações ao aço e concreto do século XX, cada época exigiu não apenas a compreensão da forma, mas também das propriedades e do potencial dos materiais em uso. Esse domínio da matéria sempre foi parte fundamental do processo criativo, embora seu alcance estivesse limitado pelos conhecimentos práticos e tecnologias disponíveis na época.

Com o tempo, esse equilíbrio começou a mudar. Arquitetos e arquitetas deixaram de apenas utilizar materiais para projetá-los ativamente, aplicando princípios científicos e experimentando com processos biológicos, químicos e computacionais. Essa evolução expandiu as possibilidades da disciplina, promovendo a intersecção entre natureza, tecnologia e arte, ao mesmo tempo em que impulsionou o papel de arquitetos e arquitetas rumo a uma dimensão mais experimental e científica, na qual a manipulação e a criação de materiais passam a ser o cerne do ato criativo, e não apenas um meio para viabilizar formas ou estruturas.

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Abdelmoneim Mustafa: Como o pai do modernismo sudanês navegou entre modernidade e tradição, progresso e decolonialismo

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Pouco se escreveu sobre a obra de Abdelmoneim Mustafa, um dos nomes mais respeitados da arquitetura em sua terra natal, o Sudão, e pioneiro da profissão em meados do século XX. Esra Akcan, que realizou uma pesquisa aprofundada sobre seu trabalho com uma equipe no Sudão durante uma breve janela de oportunidade entre 2019 e 2021, lamenta essa falta de reconhecimento da seguinte forma: "Como alguém tão talentoso quanto Moneim Mustafa… autor de alguns dos edifícios modernistas de meados do século mais instigantes do mundo, pôde ser tão negligenciado, tão ignorado fora do Sudão, a ponto de, até hoje, não haver nenhuma publicação de circulação internacional em seu nome?" Os escritos de Akcan, somados ao blog pessoal de Hashim Khalifa, que se formou sob a tutela de Mustafa, lançam luz sobre seu vasto legado.

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Interiores de bares e restaurantes que fundem culturas, artes e materiais: El Equipo Creativo e suas obras em Barcelona

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Como o design de interiores contemporâneo cria experiências diferentes de acordo com seus materiais? Como a adaptabilidade e a reutilização de certos materiais permitem gerar atmosferas contrapostas e/ou complementares dentro de um mesmo espaço? Alinhada às texturas, proporções, cores ou propriedades de cada material, a arquitetura de interiores compreende atualmente a oportunidade de criar ambientes onde a materialidade desempenha mais do que um papel estético. Prestando atenção especial à experiência final de seus usuários e usuárias, o El Equipo Creativo se propõe a combinar projetos em que a paisagem, a natureza, a cultura e a arte se destacam em composições de interiores que acolhem amplos programas e públicos.

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Vozes do ArchDaily: Olivia Poston

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A perspectiva arquitetônica de Olivia Poston está profundamente enraizada em sua infância e juventude nos cenários pós-industriais no sopé das montanhas do Tennessee, onde desenvolveu um fascínio precoce pela complexa relação entre ecologia e ambientes urbanos. Essa experiência formativa moldou sua visão da arquitetura não apenas como o ato de construir, mas como uma lente para explorar sistemas sociais, culturais e ambientais em constante transformação. O trabalho de Olivia conecta pesquisa, escrita e prática editorial, concentrando-se em como cidades de diversos climas evoluem e se adaptam em resposta aos crescentes desafios ambientais.

Ela se interessa de forma especial por estratégias de projeto colaborativas que integram perspectivas de arquitetos/as, urbanistas e engenheiros/as para promover a resiliência e a equidade no ambiente construído. Sua abordagem editorial prioriza projetos que dialogam criticamente com o risco climático, mantendo, ao mesmo tempo, um senso de otimismo e possibilidade. Valoriza conteúdos que ofereçam tanto reflexão quanto caminhos práticos para o futuro, servindo como uma plataforma para destacar respostas inovadoras às demandas urgentes da sustentabilidade.

Arquitetura Agora: Projetos internacionais de HOK, COLL-BARREU e Knight Architects reconfiguram o espaço público

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O noticiário de arquitetura deste mês destaca uma onda global de reuso adaptativo, infraestrutura de grande escala e transformação do espaço público. De expansões aeroportuárias a reconfigurações de museus, profissionais de arquitetura de todo o mundo estão repensando como os espaços cívicos atendem às comunidades no século XXI. Entre as novidades de destaque, os escritórios Sasaki, SLA e MVVA foram selecionados como finalistas para reimaginar o Aeroporto Downsview de Toronto como um corredor público voltado para pedestres, enquanto o HOK projetou a expansão de 2,8 milhões de pés quadrados (cerca de 260 mil metros quadrados) do Aeroporto Internacional de Dulles para acomodar o crescimento futuro, respeitando a visão original de Saarinen. Em Melbourne, o Fraser & Partners obteve aprovação para a reurbanização focada no patrimônio histórico do distrito da Boiler House, enquanto o COLL-BARREU ARQUITECTOS concluiu uma sutil reconfiguração do acesso público no Museu Reina Sofía, em Madri. Por fim, no Canadá, o Knight Architects revelou o projeto "Motion" para a substituição da Ponte Alexandra, uma estrutura em arco moldada por referências ecológicas e focada no espaço público inclusivo. Continue lendo para conhecer as atualizações mais recentes que moldam a arquitetura atual.

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Criando as Cidades do Amanhã: O Futuro da Construção Sustentável

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A rápida urbanização, impulsionada pelo crescimento populacional, está entre as grandes megatendências que transformam a maneira como as cidades são construídas. O mundo ganha uma nova cidade do tamanho de Madri a cada semana e essa tendência persistirá pelas próximas décadas. Para atender a essa demanda de forma sustentável, é necessária uma abordagem colaborativa e baseada no pensamento sistêmico para a construção.

Muharraq. Um ponto de encontro entre tradição e transformação

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Um lugar de renascimento, a cidade de Muharraq, no Bahrein, passou por uma visionária transformação cultural e urbana, emergindo como um modelo pioneiro de regeneração impulsionada pela cultura no mundo árabe, particularmente na região do Golfo. Outrora a capital da indústria de pérolas do país, Muharraq preservou, reinterpretou e reintegrou seu legado histórico em sua malha urbana em constante evolução.

Diante do desafio de redefinir seu futuro — marcado por um traçado urbano intacto, mas com estruturas arquitetônicas em deterioração — Muharraq vislumbrou uma narrativa urbana linear, tecendo a memória da indústria por meio de uma sequência de edifícios-chave. A cidade propôs-se a conectar as propriedades individuais ligadas ao seu passado perlífero, tais como as casas de mergulhadores/as, capitães de barcos e comerciantes de pérolas.

Moldando o futuro dos espaços culturais no NEXT IN Summit 2025

Nos dias 23 e 24 de abril de 2025, no Campus ACCIONA, a segunda edição do NEXT IN Summit, organizada pela ACCIONA Living & Culture, reuniu líderes globais em museologia, arquitetura e arte. Inaugurado com a presença do prefeito de Madri, José Luis Martínez Almeida, o evento destacou as melhores práticas em projeto, gestão e inovação de espaços culturais. Figuras de destaque, como o arquiteto David Chipperfield, Glenn D. Lowry, diretor do MoMA, o artista digital Rafael Lozano-Hemmer e Mariët Westermann, diretora e CEO do Solomon R. Guggenheim Museum, lideraram as discussões sobre o futuro das instituições culturais.

Despachado: A Arquitetura dos Correios Americanos e a Privatização do Espaço Cívico

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As agências de correio figuram entre os monumentos mais duradouros da vida cívica nos Estados Unidos. Em cidades de todos os portes e centros urbanos, esses edifícios carregam as transformações nas ambições arquitetônicas dos séculos XIX e XX, da formalidade do Neogrego à monumentalidade das Beaux-Arts e ao ornamento Art Déco. Arquitetos/as e planejadores/as federais conferiram a esses edifícios um papel público claro e uma presença física impactante. Fachadas de pedra, saguões monumentais e interiores ricamente trabalhados projetavam estabilidade, confiança e permanência. As agências de correio inseriam o governo federal diretamente na paisagem cotidiana da vida norte-americana.

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De Tessalônica a Augsburg: Arquitetura Atual e Anúncios de Novos Projetos por Populous, HENN, SLA e Outros

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À medida que as cidades em todo o mundo lidam com prioridades sociais, ambientais e culturais em constante evolução, anúncios recentes de projetos revelam como a arquitetura tem sido cada vez mais concebida tanto como infraestrutura cívica quanto como catalisadora da identidade coletiva. Desde o novo projeto de estádio do escritório Populous em Tessalônica, que atenua as fronteiras entre o esporte e a vida urbana, até o palco cultural transparente do HENN em Augsburg, que convida à participação comunitária, essas propostas ilustram a ampliação do papel da arquitetura para além de sua função imediata. Em Luxemburgo, o trabalho do Schmidt Hammer Lassen para o Banco Europeu de Investimento reinventa os espaços institucionais por meio da sustentabilidade e do patrimônio, enquanto a nova comunidade insular do SLA e da GHD em Toronto impulsiona um urbanismo adaptado ao clima e baseado na natureza. Esta edição do Architecture Now reúne esforços diversos, porém interconectados, que moldam a maneira como a arquitetura pode promover um impacto ecológico, cultural e cívico de longo prazo.

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Muito além de transformar infraestruturas: a concepção de novas atmosferas em arquiteturas preexistentes

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Como os/as profissionais da arquitetura podem transformar a atmosfera de uma estrutura? Que intervenções são capazes de transcender a reutilização adaptativa para modificar a percepção dos espaços? Ao reutilizar as arquiteturas ao longo do tempo, novos usos e necessidades surgem entre os espaços e seus usuários. Embora as estruturas dos edifícios antigos mantenham viva a memória das comunidades, a introdução de uma nova vida a partir de estufas, habitações, comércios, escritórios ou centros culturais traz consigo a concepção de novas atmosferas onde a luz, la ventilação, a incorporação da natureza e outros aspectos transformam as experiências interiores.

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De hidrosferas marcianas a cidades-floresta: 6 visões urbanas radicais reveladas na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025

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Hoje, as cidades estão sendo reimaginadas como organismos vivos e em constante evolução, combinando inteligência digital, sistemas ecológicos e novos materiais para moldar futuros radicais. Na bienal de Carlo Ratti, "Intelligens. Natural. Artificial. Collective.", mais de 750 participantes desafiam as fronteiras estabelecidas entre arquitetura, paisagem e tecnologia. Vários projetos conceituais apresentados na exposição principal questionam os limites convencionais entre arquitetura, paisagem e tecnologia. De sistemas urbanos bioadaptativos e assentamentos hídricos marcianos a sinfonias imersivas de dados de satélite, essas obras envisionam, coletivamente, novos modelos de coabitação, resiliência e consciência planetária.

A seleção de Projetos Não Construídos deste mês apresenta seis propostas especulativas, exibidas como parte da exposição da Bienal de Arquitetura de Veneza 2025, como provocações para repensar o futuro das cidades e dos assentamentos humanos. Enquanto algumas propostas transformam a arquitetura em infraestruturas vivas e autossustentáveis, outras exploram como dados e interfaces sensoriais podem redefinir nossa relação com os ambientes natural e urbano. Juntos, os projetos oferecem um panorama de como profissionais de arquitetura e design utilizam obras não construídas para imaginar novas possibilidades de vida na Terra e fora dela.

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Cabanas na Espanha: acomodações de pequenas dimensões em meio à natureza

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Entre costas, rios, lagos e cordilheiras, o ambiente natural da Espanha apresenta uma grande variedade de climas, topografias e espécies de vegetação. Com o objetivo de impulsionar o reconhecimento global do impacto da construção sobre o meio ambiente e a importância de enfrentar as mudanças climáticas a partir de novas formas de fazer arquitetura, diversos escritórios de arquitetura e equipes de pesquisa propõem o desenvolvimento de cabanas ou protótipos de acomodação de pequenas dimensões. Ao mesmo tempo em que são capazes de se integrar harmoniosamente ao seu contexto natural circundante, esses projetos demonstram estratégias de autossuficiência, aproveitamento de recursos e maximização dos espaços, além de uma ampla aplicação de tecnologias de inovação e soluções materiais adequadas a cada região.

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Painéis metálicos de chapa simples vs. Painéis de alumínio extrudado: qual é o melhor para o seu projeto?

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Para profissionais de arquitetura e especificação, selecionar o sistema de revestimento correto é um ato tanto técnico quanto criativo, conectando a ciência dos materiais à intenção arquitetônica. Mais do que simples envoltórios visuais, as fachadas hoje são sistemas de alto desempenho que equilibram proteção, isolamento e expressão. Como a primeira barreira entre o exterior e o interior, o sistema de revestimento adequado pode definir como um edifício se comporta e envelhece ao longo do tempo, afetando seu conforto térmico, desempenho acústico, segurança contra incêndio e durabilidade geral.

Entre os materiais de fachada mais utilizados estão a madeira, as chapas metálicas, os compósitos e os sistemas de alumínio. Nessa gama de opções, os painéis metálicos de face simples (single-skin) e os painéis de alumínio extrudado se destacam especialmente por sua combinação de resistência, precisão e apelo arquitetônico. Embora ambos se beneficiem da leveza inerente e da resistência à corrosão do alumínio, eles diferem significativamente em sua lógica estrutural, características de desempenho e aplicações ideais. Empresas como a Parallel Architectural Products — especializada em sistemas de revestimento de alumínio extrudado e acabamentos arquitetônicos — têm desempenhado um papel fundamental no avanço dessas tecnologias, combinando engenharia de precisão, flexibilidade estética e fabricação local.

Conheça os 15 projetos finalistas do Prêmio Obra do Ano 2025 do ArchDaily em Espanhol

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Após duas semanas de indicações na 16ª edição do Prêmio Obra do Ano 2025, nossa comunidade avaliou mais de mil projetos e selecionou os 15 finalistas. A premiação deste ano celebra a excelência em design, inovação e sustentabilidade, especificamente na região da América Latina e Espanha, destacando uma seleção excepcional de projetos entre os finalistas. Por se tratar de um prêmio baseado na participação do público, orgulha-nos afirmar que suas escolhas refletem de forma autêntica o estado atual da arquitetura, e a qualidade dos finalistas deste ano evidencia ainda mais a excelência e a diversidade presentes no campo profissional.

Arquitetura nômade: por que os edifícios do amanhã podem precisar se mover

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Na Mongólia antiga, pastores e pastoras desmontam sua iurta — uma tenda circular portátil feita de feltro ou pele de animal — em busca de novas terras para criar seu rebanho. Não muito longe dali, um/a nômade digital em Bali prepara sua próxima mudança para um espaço de co-living na cidade de Ho Chi Minh. Embora separadas por vastas distâncias e abismos culturais, essas pessoas estão unidas por um desejo humano atemporal: a busca por mobilidade e espaços de vida adaptáveis. Diante de mudanças geopolíticas e de novos estilos de vida, a demanda por uma arquitetura residencial flexível se intensifica. Nesta era de maior mobilidade, basta que apenas as pessoas se desloquem ou os edifícios do amanhã também precisarão acompanhá-las?

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Como projetar com a chuva: estratégias arquitetônicas para captação de água da chuva em diferentes climas

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À medida que a variabilidade climática se intensifica, tempestades extremas estão se tornando mais frequentes em algumas regiões, enquanto a escassez de água se agrava em outras. Arquitetos e arquitetas são cada vez mais instados a reconsiderar como as edificações lidam com a chuva, encarando-a como uma força ambiental e um recurso de projeto. Como a arquitetura pode ir além de simplesmente escoar o excesso de água para coletá-la, armazená-la e reutilizá-la ativamente? O que significaria tratar a água da chuva como um material que molda espaços resilientes e significativos?

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Ambientes de Curiosidade: Traduzindo a Pedagogia em Forma Arquitetônica em Montessori, Waldorf e Além

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As crianças vivenciam o espaço de forma diferente das pessoas adultas. Para elas, o mundo ainda não está racionalizado em termos de função e circulação, sendo experimentado por meio da emoção e da curiosidade. Enquanto as pessoas adultas tendem a percorrer os ambientes pelo hábito, as crianças os habitam pela imediatez. Um feixe de sol torna-se um acontecimento. A curva de um corredor convida ao explorar. O som dos passos sobre a madeira ou a suavidade de um tecido sob a ponta dos dedos não são mero plano de fundo, mas sim informação. Aquilo que as pessoas adultas costumam descartar como momentos periféricos medeia silenciosamente seu senso de segurança, autonomia, pertencimento e possibilidade. A arquitetura é a oportunidade para a pedagogia se materializar.

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Mid-Century e Meio-Oeste: Traçando o Movimento Modernista no Corredor Industrial da América

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O movimento modernista mid-century foi mais do que uma transição estética ou material nos Estados Unidos; ele representou uma resposta a um mundo em rápida transformação. Emergida após a Segunda Guerra Mundial, essa revolução arquitetônica rejeitou os estilos ornamentados e tradicionais do passado em favor de linhas limpas, design funcional e da incorporação de materiais marcantes como o aço, o vidro e o concreto. O modernismo representou uma ruptura com a tradição, concentrando-se na simplicidade, na eficiência e em uma visão de futuro. Refletia o otimismo de uma nação em reconstrução, onde a tecnologia e a inovação moldavam desde as paisagens urbanas até as residências suburbanas.

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Conheça os 15 finalistas do Prêmio Building of the Year 2025 do ArchDaily China

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Após duas intensas semanas de indicações, o público leitor do ArchDaily avaliou mais de 500 projetos e selecionou os 15 finalistas do Prêmio Building of the Year da China. Profissionais da arquitetura e entusiastas participaram do processo de indicação, escolhendo projetos que exemplificam o que significa impulsionar a disciplina. Estes finalistas são as obras que mais inspiraram o público do ArchDaily, revelando também as tendências crescentes da arquitetura chinesa.

Entre os 15 finalistas do Prêmio Building of the Year da China 2025, é possível observar uma mudança gradual de foco, que migra de edifícios públicos de grande escala para a revitalização rural, espaços públicos comunitários, a exploração de novas tipologias escolares e espaços internos de menor escala. Nota-se uma atenção maior às necessidades pessoais e às experiências de habitar, bem como aos espaços circundantes. Também fica evidente como diferentes escritórios estão respondendo às demandas das cidades e de seus usuários e usuárias neste período de transição do mercado imobiliário. 

Antes de apresentar a lista de finalistas, gostaríamos de destacar os valores que norteiam esta premiação: como a maior plataforma de arquitetura do mundo, temos plena consciência de nossa responsabilidade para com a profissão e para com o avanço da arquitetura como disciplina. Uma vez que nossa missão está diretamente ligada à arquitetura do amanhã — inspirando e educando as mentes que projetarão o tecido urbano do futuro —, a confiança depositada em nós por nosso público para refletir as tendências arquitetônicas de todas as regiões do planeta gera desafios que assumimos com entusiasmo. De votação democrática e centrado em nossa comunidade de leitores e leitoras, o prêmio Building of the Year é um dos pilares da nossa resposta a esses desafios, com o objetivo de derrubar hierarquias estabelecidas e barreiras geográficas. Apresentamos a seguir os 15 finalistas do Prêmio Building of the Year da China 2025. O período de votação ocorre de 2 a 9 de abril de 2025, até as 23h59 (horário de Pequim), e os projetos vencedores serão anunciados em 10 de abril de 2025. Clique aqui para conferir os detalhes e saber como votar.

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