Em um mundo que enfrenta a escassez de recursos, uma rápida transformação digital e demandas sociais em constante evolução, a necessidade de um diálogo dinâmico entre profissionais da arquitetura, do design, do desenvolvimento de produtos e fabricantes nunca foi tão crucial. Em 2025, o ICONIC AWARDS irá ainda mais longe com uma plataforma ampliada e renovada que une arquitetura, design de interiores e inovação de produtos — abrangendo desde edifícios até mobiliário — tudo sob o mesmo teto. O German Design Council está unificando as antigas premiações "Innovative Architecture" e "Interior Products" para criar um novo e potente palco para ideias visionárias e soluções inovadoras.
Com a Fundação Hyatt prestes a anunciar o/a vencedor/a do Prêmio Pritzker 2025 no dia 4 de março, às 9h EST, crescem as especulações sobre qual arquiteto/a — ou arquitetos/as — receberá a honraria mais prestigiosa da arquitetura. Instituído em 1979, o Prêmio Pritzker de Arquitetura é amplamente considerado a "maior honraria da profissão", reconhecendo arquitetos/as vivos/as cujo trabalho tenha gerado um impacto profundo na humanidade e no ambiente construído.
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Kampung Admiralty / Ramboll Studio Dreiseitl + WOHA. Imagem cortesia de WOHA
As visões verdejantes de Ebenezer Howard para as cidades expandiram-se em direção ao leste, muito além de suas origens britânicas. Na década de 1900, o planejamento urbano acolheu o Movimento das Cidades-Jardim como um paradigma do bom design — uma resposta à urbanização industrial do Ocidente. Pouco depois, as cidades asiáticas conceberam seus próprios arquétipos, lidando com condicionantes locais de clima e densidade. Projetos e empreendimentos, desde experimentos da era colonial até megaprojetos contemporâneos, abraçaram e reinventaram a visão de Howard no decorrer do século XXI.
Há muitos anos, a tecnologia vem moldando o futuro de diversos setores, e a indústria da arquitetura, engenharia e construção (AEC) não é exceção. No início, os/as profissionais da arquitetura desenhavam esboços no papel, evoluindo posteriormente para desenhos em 2D, representações digitais em 3D e, agora, o BIM — avanços tecnológicos que mudaram a forma como os/as arquitetos/as modernos/as abordam o projeto, tornando-o mais sustentável e eficiente. Segundo o estudo de IA da RIBA de 2024, 57% dos/as arquitetos/as acreditam que a IA melhorará a eficiência do processo de projeto, e 54% esperam integrá-la em suas práticas nos próximos dois anos.
Em 2025, o campo da arquitetura foi marcado por um calendário intenso de exposições, por uma desaceleração moderada na construção civil em diversas regiões e por um período de reflexão que examina o impacto da inteligência (artificial e natural) — tanto na prática profissional e na cultura do ambiente de trabalho quanto em seu uso como ferramenta pedagógica. Ao longo deste ano, o ArchDaily publicou mais de 30 entrevistas em diversos formatos — perguntas e respostas, conversas presenciais, vídeos especiais e muito mais. Esses diálogos abordaram temas como sustentabilidade e natureza, habitação e desenvolvimento urbano, IA e inteligência, reuso adaptativo e vida pública, além de terem acompanhado de perto importantes plataformas de exposição, incluindo a Bienal de Veneza, a Expo 2025 Osaka, a Semana de Design de Milão, o Concentrico, entre outras.
De novos desenvolvimentos em escala urbana a propostas de reuso adaptativo, esta edição do Architecture Now destaca uma série de projetos anunciados recentemente ao redor do mundo. O escritório Foster + Partners lidera a retomada de Amaravati, uma capital planejada na Índia; o Safdie Architects propõe uma nova torre no bairro histórico de Old Port, em Portland; e o SOM inicia as obras de um pavilhão cultural e acadêmico na Temple University. Outras atualizações incluem um plano de preservação para uma ponte histórica em Praga, um empreendimento hoteleiro costeiro em Abu Dhabi e um projeto residencial de grande escala no Brooklyn projetado por TenBerke. Em conjunto, esses projetos refletem as prioridades em constante evolução em habitação, sustentabilidade, patrimônio e espaço público em diversos contextos globais.
Esta edição do Architecture Now reúne projetos que exploram como a arquitetura está remodelando portais globais, destinos culturais e a vida urbana. O projeto do SOM para o novo Saguão de Embarque e Desembarque em Austin e a proposta da Scott Brownrigg para o Heathrow West destacam o aeroporto como um limiar cívico, enquanto o complexo de três torres do escritório Kerry Hill Architects em Brisbane prioriza o espaço público e as paisagens subtropicais na habitação de alta densidade. A torre à beira-mar do escritório Zaha Hadid Architects na Flórida dá continuidade à tradição costeira escultórica de Miami, e o Japa Valley Tokyo, de Pharrell Williams e NIGO, apresenta um distrito cultural temporário que mescla arte, hospitalidade e varejo. Juntas, essas iniciativas refletem como infraestrutura, estilo de vida e design se cruzam para definir a experiência urbana contemporânea.
A tipologia construtiva de andaimes de bambu — temporária, ágil e profundamente enraizada na tradição —, em especial a técnica de construção de teatros temporários de bambu, é reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial em Hong Kong. Ao caminhar pela cidade, especialmente nos distritos urbanos mais movimentados, é quase impossível não se deparar com um andaime de bambu em um raio de cinco minutos. O andaime de bambu é, sem dúvida, o material de construção mais emblemático de Hong Kong, valorizado por sua abundância, sustentabilidade, flexibilidade, adaptabilidade e, acima de tudo, escalabilidade. Essas qualidades contribuíram para seu amplo uso na construção temporária, desde a manutenção e reforma de edifícios até palcos de festivais e eventos esportivos.
No entanto, essa característica outrora onipresente na paisagem urbana pode estar desaparecendo lentamente. A escassez de profissionais jovens e qualificados — somada à evolução das regulamentações de construção — tem contribuído para o seu declínio. Em 17 de março, o Departamento de Desenvolvimento (Development Bureau) anunciou planos para "promover uma maior adoção de andaimes metálicos em obras públicas". Na prática, isso significa que o Departamento de Serviços de Arquitetura (ArchSD) em breve exigirá que pelo menos 50% de seus projetos de obras de capital utilizem andaimes metálicos. Embora não represente uma proibição formal, a diretriz sinaliza o que muitos consideram o início de uma eliminação gradual dos andaimes de bambu na construção civil do setor público.
A antiga cidade de Veneza, na Itália, que sedia tanto as edições de arte quanto as de arquitetura da Bienal de Veneza, é conhecida por sua geografia singular como uma cidade insular de canais. Com sua proeminência naval e mercantil hoje reduzida, a cidade encontrou um novo propósito como centro de estudos, exposições e turismo. Ainda assim, sua morfologia urbana e, de fato, a maioria de seus edifícios são históricos e permanecem praticamente inalterados há centenas de anos. Sua aparência exibe um vernáculo veneziano específico que resistiu ao tempo e serve de pano de fundo para as atividades contemporâneas da cidade. Como as fachadas desses edifícios, em especial suas janelas, refletem essa história? E de que maneira as poucas construções modernas da cidade, como o Palazzo Nervi-Scattolin, respondem a esse peso histórico?
O modernismo indiano é frequentemente narrado sob uma perspectiva restrita: um punhado de instituições icônicas, grandes arquitetos/as e experimentos formais radicais que passaram a simbolizar as aspirações pós-independência da nação. No entanto, essa versão da história ignora um acervo muito maior de arquitetura modernista que, silenciosamente, moldou a vida cotidiana em todo o país. Para além de campi célebres e edifícios canônicos, existe uma paisagem vasta e dispersa de blocos habitacionais, escritórios, alojamentos, hospitais, mercados e vilas operárias — estruturas que foram projetadas para funcionar e durar.
O Pavilhão do Canadá na 19ª Exposição Internacional de Arquitetura – La Biennale di Venezia apresentou Picoplanktonics. Uma pesquisa que surgiu como um repensar radical de como a arquitetura pode se tornar uma plataforma que une biologia, computação e fabricação para propor um futuro alternativo — no qual os edifícios não apenas minimizam danos, mas participam ativamente da reparação do planeta. Em seu cerne está um organismo simples: a cianobactéria marinha, capaz tanto de capturar carbono quanto de contribuir para o crescimento material da estrutura que habita. O projeto foi desenvolvido ao longo de cinco anos por uma equipe de pesquisa na ETH Zurich, liderada por Andrea Shin Ling e um grupo multidisciplinar de colaboradores e colaboradoras. Juntos, formaram o Living Room Collective, fundado há um ano para dar continuidade a esse trabalho e apresentá-lo na Bienal de Veneza. A equipe principal inclui Nicholas Hoban, Vincent Hui e Clayton Lee. Esta entrevista com a equipe por trás do projeto compartilha a filosofia, os desafios técnicos e os horizontes especulativos que impulsionaram seu trabalho — desde a impressão de treliças de areia viva até a manutenção da vida microbiana em uma exposição pública. O objetivo do grupo é inspirar as pessoas a reconsiderarem a arquitetura não como um objeto estático, mas como um processo vivo e em evolução; um processo que exige cuidado, paciência e uma mudança radical de mentalidade.
Apesar dos grandes avanços em outros setores, com ferramentas como o Cursor remodelando a forma como softwares são desenvolvidos, ou o AlphaFold revolucionando a previsão de estruturas de proteínas, o setor de AEC ainda espera por seu momento divisor de águas na IA. De fato, muitas ferramentas de visualização causaram grande impacto, especialmente na geração de imagens belas. No entanto, elas se mostram insuficientes quando se trata de compreender o processo de projeto real. Elas não assimilam as restrições, a lógica e as decisões que transformam essas imagens em uma arquitetura real e viável.
E é exatamente aí que reside o caso de uso mais valioso da IA no setor de AEC: não na aparência de um edifício, mas em como ele se articula.
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A mais recente família de cabines da Mute apresenta 30 modelos em 11 tamanhos, projetados para acomodar de 1 a 8 pessoas.
A Mute, pioneira em arquitetura corporativa adaptável, apresenta as Modular Pods—a maior e primeira coleção de cabines acústicas de escritório verdadeiramente adaptáveis do mercado. Ao oferecer uma variedade inigualável de tamanhos, opções ilimitadas de personalização e soluções pioneiras de acessibilidade, as Modular Pods da Mute estabelecem novos parâmetros para toda a categoria de produtos.
Nas salas das Ninfeias no Musée de l'Orangerie em Paris, Claude Monet concebeu uma galeria em 360 graus onde o público visitante se vê envolto por paisagens contínuas, dissolvendo as fronteiras entre pintura e ambiente. Ali, ele buscou não apenas representar a natureza por meio de seu estilo marcante, mas construir uma atmosfera, um estado perceptivo que se habita literalmente. A arquitetura, tradicionalmente associada à materialidade e à permanência, ganha assim uma nova dimensão de tempo, movimento e experiência sensorial.
De maneira semelhante, quando a arquitetura contemporânea transforma seus planos em superfícies ativas, ela expande essa busca por imersão e presença, agora amplificada pela tecnologia. Na entrada da nova Mammut Tower da SOPREMA em Oberroßbach, Alemanha, a arquitetura e a narrativa digital convergem. Projetado e executado por ASB GlassFloor, o recém-concluído saguão é um ambiente imersivo que combina vidro, luz e som em uma experiência espacial e sensorial completa, demonstrando como as tecnologias interativas podem se tornar materiais arquitetônicos por direito próprio.
Quando pensamos em cidades, costumamos assumir que a malha ortogonal é a norma: organizada, previsível e racional. No entanto, muitas áreas urbanas pelo mundo, sobretudo aquelas moldadas por colinas e terrenos acidentados, desafiam essa convenção. Em cidades como Lisboa, em Portugal, as malhas ortogonais aparecem apenas nas zonas mais planas, como a Baixa, ao passo que áreas no entorno, como Alfama, adaptam-se de forma orgânica à topografia. Essas áreas criam formas urbanas mais estratificadas, irregulares e visualmente dinâmicas. Yerevan, na Armênia, oferece outro exemplo urbano dessa adaptação: o Complexo Cascade transforma uma colina íngreme em um espaço público em terraços que conecta diferentes níveis da cidade ao mesmo tempo em que enquadra vistas panorâmicas. Para outros países, essa resposta à topografia torna-se ainda mais crítica. Cidades como Tegucigalpa, em Honduras, ou Valparaíso, no Chile, são definidas por terrenos íngremes e irregulares que exigem que profissionais de arquitetura se envolvam profundamente com o território. Projetar nesses contextos, especialmente em projetos residenciais, exige adaptação técnica e uma compreensão contextual que permite que o declive se torne um elemento gerador no processo de projeto.
Nos últimos oito anos, entrevistei o arquiteto e educador radicado em Pequim, Zhu Pei, várias vezes. Sua busca persistente por combinar princípios tradicionais de planejamento e construção com sensibilidades formais e espaciais inovadoras me intriga. Seus projetos mais recentes, incluindo o Zijing International Conference Camp (2022) e o Museu do Forno Imperial de Jingdezhen (2020), são amplamente publicados e representam suas obras mais maduras. No entanto, ele está convencido de que sua melhor obra ainda está por vir. "Isso vai ser incrível! Estou muito entusiasmado!", disse-me o arquiteto, referindo-se ao Museu de Ruínas e Observatório de Majiayao, atualmente em construção na província de Gansu, no noroeste da China. "Odeio soluções de pilar e viga. Quero espaços sem pilares para o edifício público", continuou ele. Nossa conversa ocorreu no início deste ano por videochamada, acompanhada por dezenas de ilustrações pertinentes.
Este artigo faz parte da nossa nova seção de Opinião, um espaço para ensaios argumentativos sobre questões críticas que moldam nossa área.
Quem projeta a arquitetura hoje? Em um panorama profissional cada vez mais definido por fluxos de trabalho colaborativos, softwares gerativos e equipes distribuídas, a figura do/a arquiteto/a como autor/a criativo/a singular parece tanto anacrônica quanto insuficiente. Este artigo defende que a autoria arquitetônica não é mais um ato individual, mas sim uma condição coletiva e distribuída, moldada por instituições, tecnologias e formas compartilhadas de trabalho. A transição da autoria individual para a coletiva não é mera consequência de escritórios maiores ou de ferramentas digitais; ela sinaliza uma mudança estrutural profunda no modo como a arquitetura é produzida, comunicada e validada.
Por toda a Ásia, os andaimes de bambu simbolizam a interseção entre o conhecimento tradicional e a construção moderna. A silhueta urbana de Hong Kong é moldada por complexos andaimes de bambu, embora esse ofício consagrado pelo tempo esteja desaparecendo gradualmente da região. Por sua vez, as cidades indianas ainda utilizam andaimes de bambu em canteiros de obras por todo o subcontinente, revelando um paradoxo de outra natureza.
Na arquitetura contemporânea, os espaços comerciais deixaram de ser apenas pontos de venda para se tornarem palcos onde identidade, imagem e experiência convergem. Lojas, showrooms e interiores de marcas funcionam frequentemente como laboratórios onde arquitetos/as experimentam com forma, material e luz, traduzindo narrativas corporativas em experiências espaciais. Nesse contexto, o/a arquiteto/a surge como um/a mediador/a do desejo, moldando atmosferas que guiam a percepção, evocam emoções e influenciam o comportamento de forma sutil. Esse papel revela uma complexa intersecção entre design e capitalismo: a criação de espaços que vendem não apenas produtos, mas também aspirações, estilos de vida e significados culturais. Ao transformar o comércio em uma performance arquitetônica, esses projetos convidam à reflexão sobre como a disciplina negocia sua própria agência em um mundo onde a visibilidade e a imagem se tornaram tão essenciais quanto a função.
Dos pavilhões de Osaka e Veneza, às mesas-redondas de Belém, mais um ano chega ao fim. Dezembro nos convida a fazer uma pausa e olhar para trás, revisitando os momentos que definiram a arquitetura e as cidades em 2025. Refletir não é apenas um ato de memória, mas de prospecção — uma forma de compreender por onde passamos para imaginar os caminhos seguintes. Das narrativas culturais em transformação às inovações materiais e tecnológicas, o ano que passou destacou a importância da experimentação e da adaptação em todo o ambiente construído.
Este mês, o ArchDaily explora a Retrospectiva do Ano, reunindo as histórias, ideias e vozes mais marcantes dos últimos meses. Nossa cobertura revisita os projetos, entrevistas e ensaios que moldaram o debate, ao mesmo tempo que reconhece os/as arquitetos/as e pensadores/as que deixaram um impacto duradouro na disciplina. Além disso, lançamos um olhar para o futuro, identificando os projetos e temas mais aguardados para 2026 e os caminhos emergentes que eles sugerem.
A economia circular, o que inclui o reúso de materiais de construção, está se tornando rapidamente um componente fundamental na luta contra as emissões de carbono. Isso pressupõe projetar para minimizar resíduos e utilizar materiais que possam ser reaproveitados ao final da vida útil da edificação. Em contrapartida, o reúso de componentes provenientes de edifícios parcial ou totalmente demolidos também pode reduzir o desperdício e evitar as emissões de carbono que seriam geradas pela produção de materiais virgens. Para além das questões de sustentabilidade, o reaproveitamento de materiais de construção tem uma história secular, motivado tanto por razões simbólicas quanto por pura necessidade.
Historicamente, a arquitetura produziu muitos edifícios icônicos moldados por visões singulares — muitas vezes projetados de forma unilateral para usuários/as, comunidades e cidades. Se por um lado essa abordagem de cima para baixo (top-down) viabilizou uma forte coerência formal e clareza conceitual, por outro, ela priorizou a autoria em detrimento do engajamento. O resultado: projetos que podem ser celebrados como visionários, mas que frequentemente parecem desconectados das realidades cotidianas de quem os habita.
Projetar para o outro é inerentemente complexo. Na condição de arquitetos/as, frequentemente recebemos a tarefa de criar ambientes para comunidades com as quais podemos não ter nenhuma familiaridade pessoal ou cultural. Esse distanciamento, contudo, pode oferecer uma objetividade valiosa. Ele nos permite abordar perspectivas diversas com um novo olhar, analisando criticamente as necessidades e limitações de múltiplas partes interessadas. Por meio desse processo, a disciplina da arquitetura avançou — expandindo fronteiras no pensamento espacial, na inovação de materiais e na experimentação estrutural.
No momento de criar espaços de exposição, o design da experiência, a proposta de percurso ou a transmissão de certas percepções e sentidos contribuem para a criação de diferentes vínculos e conexões entre os objetos exibidos e seus visitantes. Compreendendo o caráter de um showroom como aquele espaço pensado para mostrar produtos e serviços de forma criativa e experiencial, que estratégias de design poderiam melhorar as experiências internas de seus usuários? Como o design de interiores dialoga com a arquitetura de exposição?