Hoje, a maioria dos arquitetos e arquitetas está habituada ao fluxo de trabalho complexo que envolve o uso de múltiplas ferramentas durante o processo de projeto. Esses sistemas legados tradicionais podem ser pesados e lentos, limitando a criatividade e, muitas vezes, não se comunicam entre si, tampouco permitem a colaboração com as equipes. Isso restringe a capacidade de criação, já que se gasta muito tempo apenas preparando os modelos 3D para o padrão BIM.
O Snaptrude busca resolver esses problemas estabelecendo-se como uma poderosa ferramenta colaborativa de projeto 3D baseada no navegador. A plataforma combina modelagem paramétrica inteligente, informações dinâmicas da edificação, colaboração simplificada em tempo real e alta interoperabilidade com ferramentas BIM como o Revit. Apresentamos a seguir uma lista detalhada de como esses recursos podem facilitar a modelagem 3D.
Salas de concerto e espaços de música e artes performáticas destacam-se como símbolos icônicos da vitalidade cultural nas paisagens urbanas. Por meio dessas estruturas, que frequentemente se tornam marcos urbanos, os cidadãos são convidados a participar e vivenciar expressões artísticas, promovendo um senso de comunidade e conexão. Para arquitetos e arquitetas, este programa apresenta o complexo desafio de equilibrar forma e função, criando espaços que aprimoram a experiência acústica, facilitam o fluxo de público e artistas e constituem espetáculos visuais por si mesmos.
Apresentando escritórios emergentes e internacionalmente reconhecidos, a seleção curada desta semana destaca espaços de música e performance, desde centros culturais de artes integradas até salas de ópera e balé. Incluindo propostas para concursos internacionais como os projetos do David Chipperfield Architects ou do SHL e PAX architects para a Ópera Real Polonesa em Varsóvia, ou a proposta do Hariri Pontarini Architects para um centro integrado de artes no Canadá, a seleção explora o programa de espaços musicais em diferentes escalas e tipologias.
Bradbury Works / [Y/N] Studio. Imagem cortesia de [Y/N] Studio
No contexto contemporâneo, o aquecimento global marcou um ponto de virada na forma como pensamos a arquitetura. Estamos testemunhando temperaturas recordes em nosso planeta e um cenário desafiador em muitas grandes cidades, caracterizado por ondas de calor e, em alguns casos, invernos mais rigorosos. Essas circunstâncias desencadearam um ciclo no qual a demanda por sistemas de aquecimento e resfriamento aumenta, o que, por sua vez, se traduz em custos de energia e de operação mais elevados para os edifícios.
Diante dessa situação, torna-se imperativo projetar edifícios energeticamente eficientes para reduzir tanto o impacto ambiental quanto os custos associados. Uma das estratégias para alcançar esse objetivo é planejar adequadamente a fachada que, atuando como uma espécie de pele do edifício, pode ajudar a reduzir a energia necessária para aquecimento e resfriamento. Nesse contexto, os painéis de policarbonato desenvolvidos pela Rodeca contribuem para a eficiência energética das edificações, além de proporcionarem uma construção leve, esbelta e de estética translúcida.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138297/ecologica-leve-e-esbelta-arquitetura-energeticamente-eficiente-com-policarbonato-translucidoEnrique Tovar
Nossos edifícios tornam-se símbolos dos tempos em que vivemos, refletindo o espírito de uma determinada época e atendendo a diferentes necessidades, estilos de vida e funções. “A arquitetura deve falar de seu tempo e lugar, mas ansiar por intemporalidade”, diz um dos arquitetos mais proeminentes de nossa era, Frank Gehry. Para profissionais que buscam a inovação na arquitetura, explorar novos potenciais tecnológicos e vislumbrar maneiras de enriquecer a vida das pessoas há muito tempo são forças motrizes que moldam as respostas aos desafios contemporâneos. Atualmente, a sustentabilidade se apresenta como um desafio fundamental, adicionando novas dimensões ao debate e unindo forma, função, escolha responsável de materiais e pensamento de longo prazo. Adaptar-se a essas demandas nunca foi tão significativo.
Embora a construção se baseie principalmente em princípios técnicos, que à primeira vista parecem seguir apenas o projeto e as especificações preestabelecidas, existe uma dimensão mais profunda relacionada à natureza e à essência dos materiais utilizados. Esses materiais não apenas desempenham uma função utilitária, mas também se transformam em algo que transcende seu mero propósito, evocando a noção apresentada por Pablo Neruda: "Há um rigor nos materiais que limita o excesso de capricho e a luta para infundir-lhes humanidade".
Dentro da gama de materiais existentes, provavelmente não se encontra nenhum que seja tão universal quanto o tijolo. Sua versatilidade e honestidade estética o transformaram em um recurso amplamente utilizado na construção de diversos espaços em todo o mundo. No âmbito da arquitetura chilena, destacam-se as amplas possibilidades que este material oferece, tendo sido utilizado de maneira excepcional por inúmeros(as) arquitetos(as). Além disso, o material adquiriu nova relevância nos debates arquitetônicos, como exemplificado no livro "Arcilla. Materia y Obra en Arquitectura". Isso se reflete ao longo da história da Cerámica Santiago e em sua colaboração conjunta com a Faculdade de Arquitetura e Arte da UDD no fomento ao Prêmio de Arquitetura em Tijolo.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138487/materia-argila-e-construcao-o-uso-do-tijolo-ceramico-na-arquitetura-chilenaEnrique Tovar
Como é possível reduzir o consumo energético de nossas residências? Que estratégias em termos de projeto, materiais e/ou tecnologia podem ser desenvolvidas para alcançar o conforto interno e, ao mesmo tempo, combater a crise climática? Embora atingir a eficiência energética dependa, entre outros fatores, do estado de conservação das habitações, existem diversas estratégias voltadas para a implementação de energias renováveis, tecnologias de climatização, entre outras, que podem ser aplicadas levando em consideração as políticas governamentais, leis, regulamentos e normas de cada região.
Projeto de reutilização ‘Carbon2Business’ na fábrica de cimento de Lägerdorf, Alemanha. Imagem cortesia de Holcim
Vivemos em um mundo cada vez mais urbanizado. Habitações, hospitais, escolas e estradas –as bases da vida cotidiana– exigem materiais fortes e duráveis. Por isso, o setor de AEC (Arquitetura, Engenharia e Construção) depende fortemente do cimento, o principal componente do concreto, para construir esses elementos. No entanto, para arquitetos/as, a versatilidade e a resistência do concreto nem sempre andam de mãos dadas com as credenciais de sustentabilidade.
A Europa dos anos 1960 foi o berço para o surgimento de grupos radicais, jovens, provocativos e de vanguarda na arquitetura, incluindo Archizoom, Superstudio, Ant Farm e UFO. Esses grupos se rebelaram contra os dogmas tradicionais da arquitetura em favor da exaltação de conceitos que celebravam os ideais da contracultura, demonstrando interesse por projetos capazes de expandir tanto o tempo quanto o espaço. O Archigram, vertente londrina desse movimento, não buscou reinventar os princípios modernistas; em vez disso, tentou acelerá-los, tensionando o clima conservador da época para torná-lo mais aberto ao futuro. Com toda razão, o grupo sentia que a arte e a arquitetura estavam ficando defasadas, dada a incapacidade de acompanhar as inovações tecnológicas e os novos produtos que já faziam parte do cotidiano. Embora as ideias e desenhos do Archigram fossem frequentemente criticados como frívolos, as profecias do grupo sobre o futuro se concretizaram de diversas maneiras e ainda exercem forte influência no discurso arquitetônico contemporâneo.
Como a programação de computadores impacta o ato de projetar? Os protocolos digitais estão prestes a substituir a atividade humana no projeto de arquitetura ou o componente humano continua essencial — por meio de novos paradigmas? E, se for o caso, a quais paradigmas devemos nos referir? Charles Driesler e Ahmad Tabbakh reconstroem essas questões fundamentais a partir de exemplos recentes e propõem a aplicação de um protocolo GAN para a reconstrução pós-guerra de Aleppo.
https://www.archdaily.com.br/pt/1126916/arquiteturas-protocolares-rememoracao-recursivaCharles Driesler, Ahmad Tabbakh
Tijolo de Revestimento Endicott. Imagem cortesia de Endicott
Provavelmente você se depara com tijolos diariamente, seja estruturando um edifício, pavimentando uma rua ou servindo como lareira ou chaminé. No entanto, será que todas essas aplicações utilizam o mesmo tipo de tijolo? Como eles servem de suporte ou são suportados? De que esses tijolos são realmente feitos? A versatilidade e a onipresença do tijolo significam que há mais de uma resposta para essas perguntas. Mesmo entre as aplicações mais comuns do tijolo — como fachada de edifícios e/ou material de parede estrutural —, há uma grande variedade de tipos e métodos construtivos empregados.
Como amplamente divulgado, o setor da construção civil é responsável por cerca de 40% de todas as emissões globais de carbono. Trata-se de um desafio monumental, para o qual não existe uma solução única.
Nesse contexto, a Codesign tem o orgulho de anunciar sua parceria com a 2050 Materials para o lançamento de uma Calculadora de Carbono voltada para as etapas iniciais de projeto. Essa ferramenta simples extrai os dados do modelo de edificação do Codesign e os combina com propriedades selecionadas por usuários/as para calcular o impacto de carbono da proposta.
A pandemia da COVID-19 transformou nossa maneira de trabalhar em todo o mundo. Do teletrabalho e ensino à distância a eventos virtuais, os/as profissionais de design repensaram rapidamente os fluxos tradicionais de trabalho para se manterem conectados. Diante do avanço do distanciamento social, seja por recomendação ou decreto, somado à migração global rumo ao trabalho remoto, o ArchDaily analisa o impacto da COVID-19 e suas implicações para o futuro.
Embora hoje seja considerada uma prática comum, o conceito de higiene das mãos não era inicialmente tão arraigado na sociedade. Foi apenas em 1847 que o médico húngaro Ignaz Semmelweis, amparado por evidências científicas, propôs que a lavagem das mãos era uma medida de higiene com impacto direto na saúde das pessoas. A partir de então, o resto é história. A higiene das mãos tornou-se uma prática generalizada, que vai do lavar ao secar, acompanhada de diversos acessórios que desempenham papéis específicos nesse processo.
Em ambientes contemporâneos, especialmente no contexto do bem-estar coletivo, os banheiros públicos tornaram-se um ponto focal. Essa mudança de foco é, em parte, uma resposta à ênfase pós-pandemia na higiene e ao papel dos acessórios de banheiro nesses ambientes. Entre as opções disponíveis, os secadores de mãos ganharam grande relevância, transcendendo até mesmo sua função primária. Diante disso, a Mediclinics inovou ao introduzir um novo conceito de secador de mãos que prioriza a melhoria da experiência do/a usuário/a, ao mesmo tempo em que oferece um equipamento inovador com um design diferenciado em forma de U.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138271/do-hands-in-ao-hands-through-uma-nova-geracao-de-secadores-de-maos-higienicos-e-esteticosEnrique Tovar
Por meio da incorporação de diversos elementos, o design de interiores desenvolve a criação de espaços integrados que combinam funcionalidade e estética. Entre esses elementos, o projeto de forros suspensos é uma solução que envolve a integração de revestimentos pendurados na estrutura principal. Além de se adaptarem a uma ampla gama de estilos devido à sua diversidade de materiais, cores e texturas, os forros suspensos respondem a funções acústicas, contribuem para o isolamento térmico e integram sistemas de iluminação.
Como parte de suas soluções para aplicações internas, a Hunter Douglas combina estética, conforto e sustentabilidade para desenvolver a linha de forros suspensos WoodLines. Integrando inovação e materiais naturais, utiliza-se um processo contínuo no qual uma folha de madeira natural é aderida a um perfil metálico moldado. Dessa forma, obtêm-se forros lineares compostos por ripas contínuas que combinam a funcionalidade de um forro metálico com o calor e a estética da madeira natural.
Se a quarentena trouxe algo de positivo para a vida de muitas pessoas ao redor do mundo, foi a oportunidade de mudar nossas rotinas diárias e mergulhar em novas atividades para as quais antes não tínhamos tempo ou energia. Aprender e aprofundar-se em temas de nosso interesse ou relacionados ao nosso trabalho é uma delas.
Muitas organizações e empresas ligadas ao mundo da arquitetura e da construção estão ampliando sua presença digital por meio de webinars (ou "seminários online") que oferecem uma visão aprofundada de suas ferramentas e produtos, permitindo-lhes manter a conexão com as pessoas que os buscam e deles necessitam. Convidamos você a conferir uma lista de seminários gratuitos dos quais poderá participar nas próximas semanas. Esperamos que encontre algum que se alinhe ao seu projeto mais recente!
YAC - Young Architects Competitions e Dartagnans lançam o Tree House Module, um concurso de ideias que visa projetar e construir um sistema de casas na árvore situado entre os oníricos castelos franceses de Vibrac, Mothe Chandeniers e Ebaupinay. Um prêmio em dinheiro de € 15.000 (além da execução do projeto vencedor) será concedido aos vencedores selecionados por um júri de destaque, composto por Espen Surnevik, Matthew Johnson (DS+R), Giulio Rigoni (BIG), Tue Hesselberg Foged (Effekt Architects), Peter Pichler e Patrick Lüth (Snøhetta).
O New Generations é uma plataforma europeia que analisa as práticas emergentes mais inovadoras no cenário europeu, proporcionando um novo espaço para troca de conhecimento, debate, teoria e produção. Desde 2013, o New Generations envolveu mais de 300 escritórios em um programa diversificado de atividades culturais, como festivais, exposições, chamadas abertas, entrevistas em vídeo, workshops e formatos experimentais.
O New Generations lançou uma nova plataforma de mídia, oferecendo um espaço único onde arquitetos e arquitetas emergentes podem se encontrar, trocar ideias, buscar inspiração e colaborar. Projetos recentes, oportunidades de trabalho, análises, notícias e perfis serão publicados diariamente. A seção “perfis” oferece um espaço para quem deseja se integrar à rede de práticas emergentes e se apresentar à ampla comunidade de escritórios envolvidos na agenda cultural desenvolvida pelo New Generations.
O ArchDaily e o New Generations unem forças! A partir deste mês, o ArchDaily publica uma seleção de perfis de escritórios escolhidos na plataforma do New Generations.
Sejamos sinceros. O futuro da imm cologne tem sido alvo de especulações nos últimos tempos. Trata-se da feira internacional de mobiliário que tradicionalmente abre o calendário anual, servindo como bússola para o cenário do design nos doze meses seguintes. Como qualquer feira de negócios física, o evento precisou navegar por águas turbulentas: restrições da pandemia, uma macroeconomia instável e a contínua expansão de canais alternativos.
Os ambientes urbanos estão em constante evolução, com as cidades se tornando os principais polos de diversidade cultural e vida econômica. De fato, o planeta caminha rapidamente em direção a um futuro no qual 70% da população mundial viverá em cidades até 2050. Profissionais da arquitetura estão no centro desse movimento revolucionário, repensando a própria natureza da cidade diante desse crescimento urbano acelerado. Em resposta a essa forte demanda por cidades mais novas e diversas, arquitetos/as e designers têm se inclinado para projetos multifuncionais e de uso misto. Ao atrair públicos diversos, a arquitetura de uso misto explora o potencial máximo de serviços e funções que uma estrutura pode oferecer.
Apresentando escritórios de arquitetura como Atelier 333, MOR Architects, BXB studio Bogusław Barnaś, Beek Architects, Frey Architekten e Kalbod Design Studio, entre outros, a seleção a seguir revela uma coleção de projetos arquitetônicos não construídos, enviados ao ArchDaily, que priorizam a multifuncionalidade em suas propostas. Do inovador Plata.forma em Laqlouq ao refúgio marítimo do The Ark, passando pela harmonia alpina da Swiss House, esses projetos redefinem o viver urbano.
No mundo contemporâneo da arquitetura digital, um termo se destaca mais do que qualquer outro: BIM. A Modelagem de Informação da Construção (BIM) diz respeito à inserção e associação de dados em um modelo digital. Profissionais de arquitetura utilizam o BIM por diversos motivos, mas o denominador comum de seu uso é a existência de um único modelo que serve como ponto de contato para a coordenação entre equipes internas e externas.
Flansburgh Architects, um escritório sediado em Boston e especializado em arquitetura educacional, implementou um fluxo de trabalho Big BIM para o projeto de uma nova escola na cidade de Holbrook, Massachusetts. Kent Kovacs, AIA, vice-presidente e diretor responsável, e Brian Hores, AIA, gerente de BIM, compartilharam como esse processo beneficiou o projeto.
Nos últimos três anos, passamos de nos perguntar como viveremos juntos a duvidar se algum dia conseguiremos viver juntos.
Apesar do fim da pandemia de COVID-19, as transformações urbanas previstas como consequência dela ainda não se concretizaram. A polarização global e a agitação geopolítica nos mantêm concentrados em questões imediatas, ofuscando nossa visão de futuro.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138606/newsletter-dos-apoiadores-edicao-no-6ArchDaily Team
Chris Bosse fundou o escritório LAVA (Laboratory for Visionary Architecture) com seus sócios Tobias Wallisser e Alexander Rieck no mesmo ano em que o Watercube, o Centro Aquático Nacional dos Jogos Olímpicos de Verão de Pequim 2008, foi concluído. Bosse foi um dos principais designers do Watercube durante seu período na PTW Architects, em Sydney. Atualmente, o LAVA conta com cerca de 100 colaboradores distribuídos em quatro escritórios: Ho Chi Minh,Sydney, Stuttgart e Berlim. O escritório possui ainda duas filiais satélites em Honduras e em Parma, na Itália, lideradas por ex-associados. O portfólio de projetos abrange desde mobiliário, residências e hotéis até planos diretores, centros urbanos e aeroportos no Oriente Médio, América Central, Europa, Austrália e Vietnã.
O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem censura sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais criativos/as em conversas espontâneas que dão espaço para análises profundas e debates pessoais.
Uma grande variedade de temas é abordada com honestidade e bom humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas designers, análises de edifícios e projetos, ou reflexões informais sobre o cotidiano e o design. O The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Esta semana, David e Marina, do escritório FAME Architecture & Design, discutem a arquitetura local, as construções em adobe e as paisagens naturais da região sudoeste dos Estados Unidos. A dupla aborda o papel da natureza nas cidades, o projeto de experiências, a coexistência entre arquitetura e paisagem natural, o fazer artesanal, entre outros temas. Entre os destinos visitados estão o Taos Pueblo no Novo México, o Monument Valley, o Antelope Canyon, a Taliesin West de Frank Lloyd Wright e a Arcosanti de Paolo Soleri.
O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais da área criativa em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais.
Uma variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem entrevistas, ao passo que outros oferecem dicas para colegas de design, análises de edifícios e projetos, ou explorações informais sobre o cotidiano e o design. O The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Esta semana, David e Marina, da FAME Architecture & Design, recebem o arquiteto Mark Bullivant, diretor do SAOTA, para conversar sobre sua trajetória; a formação em arquitetura na África do Sul; o desenvolvimento de projetos em múltiplos continentes; as atribuições distintas das construtoras em diferentes contextos de trabalho; sua abordagem colaborativa; a liderança e a gestão de um grande escritório; os diversos tipos de projetos em que atuam, e muito mais!